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State Island - Foto Lee Ruk CCBY
State Island – Foto Lee Ruk CCBY

 

Staten Island

Staten Island é uma ilha 22 km de extensão por 13 km de largura em frente ao extremo sul de Manhattan é um dos boroughs (distritos) de Nova York. Seu fácil acesso e sua proximidade tornou-a a um programa fácil para os novaiorquinos naquele dias em que o calor torna Manhattan insuportável durante certos dias de verão ( pelo menos para aqueles que não podem se dar ao luxo de ir para o Caribe…).

Mesmo assim State Island tem sido negligenciada por nova-iorquinos. Mesmo os turistas não se deslocam até a ilha  em razão de suas praias.

Mapa de State Island

O passeio de ferry até a ilha

Sua principal atração é o próprio trajeto de ferry – gratuito – de pouco menos de meia hora de duração, que proporciona lindas vistas de Manhattan, da Estátua da Liberdade e da Ellis Island; um ótimo passeio nos dias de bom tempo. Só essas vistas do sul de New York já justificam o passeio até State Island. Os ferries para Staten Island são menos cheios de turistas do que aqueles que vão para a Liberty Island.

As pontes de ligação com o continente

Ela é ligada a New Jersey pelas pontes Bayonne, Goethals e Outerbridge Crossing e ao Brooklyn pela ponte Verrazano. Ao contrário do restante da cidade, tem relevo um pouco acidentado; o Todt Hill, com 125m de altura, é o ponto mais alto de toda Nova York.

Vídeo sobre Long Island

Um pouco de história

Staten Island manteve até a década de 1960 uma atmosfera rural, com pequenas fazendas de criação de gado leiteiro.

Jacques Marchais Museum of Tibetan Art

Uma curiosidade da ilha é o Jacques Marchais Museum of Tibetan Art (End. 338 Lighthouse Ave. / Museum of Tibetan Art ), onde você verá uma reprodução de um templo budista marayana e pinturas religiosas tibetanas.

O centro histórico

No centro histórico, denominado St. George-New Brighton Historic District, podem-se ver construções da primeira metade do século XIX. Muitas delas são muito graciosas e nos dão uma ideia de como era a arquitetura da época.

ZOO

Funciona ainda na Staten Island um pequeno zoológico, cuja visita só se justifica se você for fascinado por répteis, a principal “coleção”.

As praias

do lado sudeste de State Island, há praias de areia. Para tomar sol apenas. Para dar uns mergulhos, vá para os Hamptons, em Long Island. Ferry-boat: parte de Whitehall St., ao lado do Battery Park (Lower Manhattan) a cada 20 ou 30 minutos M South Ferry : www.statenislandusa.com

Fort Wadsworth

Fica no nordeste de State Island. Hoje o Fort Wadsworth virou parque nacional. O forte militar, é um dos mais antigos dos Estados Unidos e foi construído para proteger Nova York durante a guerra de Independência Americana.O forte Wadsworth pode ser visitado por turistas.

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Bronx, New York - Foto Dresdnhope CCBY
Bronx, New York- Foto Dresdnhope CCBY

 

Bronx

O Bronx, que no passado foi uma fazenda pertencente ao holandês Jonas Bronck, é um bairro pobre, de população majoritariamente negra e hispânica. Atualmente é o menos seguro dos cinco distritos da cidade de Nova York. Seu zoo e o jardim botâncio, entretanto, merecem uma visita.

Mapa de Bronx

O que vale a pena visitar

Você pode visitar sem preocupação o famoso zoológico e seu jardim botânico, mas saiba que, com exceção deles, o Bronx não tem interesse turístico e não é uma região onde aconselhemos perambular.

Bronx Zoo

Mesmo quem não gosta muito de zoológicos acaba apreciando este, de concepção moderna, onde os animais não vivem trancados em jaulas, mas em ambientes bem semelhantes aos seus habitat. Para isso, o zoológico dispõe de muito espaço. Fundado em novembro de 1899, com construções no estilo Beaux-Arts, abriga uma enorme variedade de mamíferos, aves e répteis de vários cantos do mundo e dedica-se também a proteger espécies raras ou em vias de extinção.

Um zoo muito bem concebido – Muitos animais vivem próximos uns aos outros, embora, naturalmente, predadores e presas sejam mantidos separados. Zebras e gnus desapareceriam rapidamente se colocados ao lado de leões ou leopardos! Mesmo em casos como esse, as separações por cercas ou valas são discretas e não interferem muito na ambientação das áreas reservadas aos animais.

A divisão por seções – Há seções como a Tiger Mountain (Montanha dos Tigres), o Jungle World (Mundo da Floresta), a Congo Gorilla Forest (Floresta de Gorilas do Congo) e a Wild Asia (Ásia Selvagem).

A visita – A própria visita ao zoológico é feita de modo original: os visitantes podem ver os animais asiáticos de perto tomando o Wild Asia Tramway, um monotrilho; percorrer a “savana” em vans; ou se aproximar, com segurança, por trás de um vidro blindado, de enormes tigres. End.  2300 Southern Blvd. M East Tremont Ave.-West Farms Sq. Tarifas complementares são cobradas para atrações especiais. /  ZOO Bronx

New York Botanical Garden

Um dos mais antigos jardins botânicos do país. Como fica bem perto do Bronx Zoo, as duas atrações podem ser visitadas em um só dia. O jardim botânico possui milhares de diferentes espécies, mas sua grande atração é o roseiral. Na primavera, o jardim apresenta um verdadeiro festival de cores em seus canteiros floridos. O Garden Café serve lanches e refeições leves. End.  200th St., esq.c/ Kazimiroff Blvd. M Botanical Garden Station ou Bedford Park Blvd Station. / New York Botanical Garden

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Queens, New York - Foto - Takomabibelot CCBY
Queens, New York – Foto – Takomabibelot CCBY

Queens

Como em Queens ficam dois dos aeroportos de Nova York, o JFK e o LaGuardia, Queens será provavelmente o primeiro distrito nova-iorquino em que você irá pisar. O bairro fica na Long Island, a nordeste do Brooklyn e, assim como seu vizinho, só passou a integrar a cidade em 1898.

Mapa de Queens

Queensboro Bridge

O que deu impulso ao desenvolvimento da região, antes rural e isolada, foi a construção da Queensboro Bridge, inaugurada em 1909, que une Queens a Manhattan na altura da 59th Street. Por isso, a ponte também é chamada 59th Street Bridge por “queensianos” como Simon e Garfunkel, que até gravaram uma canção em homenagem a ela.

Vídeo sobre Queens

Antiga sede da Paramount Pictures

Em Queens funcionou a sede da Paramount Pictures. Isso, é claro, antes de a maioria dos estúdios cinematográficos se transferir para Hollywood. Filmes como os de Rodolfo Valentino, que provocavam suspiros nas moçoilas da década de 1930, e dos Irmãos Marx, que até hoje despertam boas risadas, foram produzidos ali. Ainda hoje funciona na região de Astoria o Kaufman Studios, que produz principalmente séries para televisão.

Diversidade étnica

Queens é um dos distritos de maior diversidade étnica de Nova York; calcula-se que uns 30% de sua população seja formada por estrangeiros. Tradicionalmente, Queens é um dos lugares favoritos das colônias judaica e grega. Em Astoria, um de seus bairros, concentram-se os brasileiros que vivem em Nova York: você encontra padarias, mercados e restaurantes brasileiros. Também moram ali asiáticos e hispânicos.

Paul Simon e Garfunkel

Embora o interesse turístico do bairro seja relativo, para a música, ao menos, foi importante, pois propiciou o encontro de uma das mais talentosas duplas da música pop norte-americana: Paul Simon (que não nasceu em Queens, mas morou lá na juventude) e Art Garfunkel (nascido e criado lá).

New York Hall of Science

O museu coloca as crianças em contato com a ciência e a tecnologia de forma lúdica, permitindo-lhes participar de experiências interativas na área da Física, da Biologia, da Astronomia e da Geografia. O Rocket Park tem réplicas de foguetes e de cápsulas espaciais que encantam a garotada. End.  47-01 111th St., perto da Liberty Ave. M 111th St. / New York Hall of Science

American Museum of the Moving Image em Keeens

Este museu que funciona no velho imóvel dos Astoria Studios, construídos na década de 1920 para a Paramount, é dedicado à história do cinema e da televisão, de seus primórdios aos dias de hoje. A mostra compreende figurinos, pôsteres de clássicos hollywoodianos, velhas filmadoras e projetores. Há ainda objetos inusitados como a peruca que Robert De Niro usou em Taxi Driver e a maquete da cidade de Los Angeles utilizada em Blade Runner (O Caçador de Andróides). Além de visitar o museu e Queens, New York, você poderá assistir a curta-metragens e, nos finais de semana, também a longas. Os mais politizados que falem inglês poderão assistir a filmes dos arquivos The Living Room Candidate, propagandas de candidatos às eleições presidenciais nos Estados Unidos. O museu oferece ainda a possibilidade de atividades interativas como testar uma cena com diferentes efeitos sonoros, ouvir entrevistas de diretores e atores famosos, cruzar com personagens da Guerra nas Estrelas como o Yoda… Enfim, um museu interessante e diferente. End.  35th Ave. esq. c/ 36th St. M Steinway St. / American Museum of the Moving Image

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Brooklyn, New York - Foto -David Wilson CCBY
Brooklyn, New York – Foto -David Wilson CCBY

Brooklyn

Fundado em 1636 por holandeses da cidade de Breuckelen, o Brooklyn, New York foi por muito tempo uma cidade independente, até passar a fazer parte de Nova York em 1898. O bairro, que acolheu imigrantes do mundo todo, tem uma população mista, em que “brancos de origem européia” são maioria, mas da qual faz parte bom número de negros, hispânicos e orientais.

Mapa do Brooklyn, New York

Aluguéis com preços atraentes

Em razão dos preços dos aluguéis, ainda razoáveis se comparados a outros bairros mais finos, imigrantes russos, poloneses, ucranianos e sul-americanos também se estabeleceram no Brooklyn.

O crescimento do bairro após a inauguração da Brooklyn Bridge

Situado na ponta oeste da Long Island e separado de Manhattan pelo East River, o Brooklyn desenvolveu-se rapidamente após a inauguração da Brooklyn Bridge em 1883, da Williamsburg Bridge em 1906 e da Manhattan Bridge em 1909. Sua população atual de mais de 2,5 milhões de pessoas supera a de Belo Horizonte e equivale à de Roma.

Vídeo sobre o Brooklyn

Os nomes famosos do bairro

Muitos nomes famosos nasceram ou moraram no Brooklyn, como Carl Sagan, John Dos Passos, Thomas Wolfe, Norman Mailler, Truman Capote, Mel Brooks e Woody Allen (que hoje prefere o Upper East Side…).

A gentrification atual

Atualmente a região passa por um processo chamado gentrification, isto é, paralelamente à valorização dos imóveis, está atraindo moradores de maior poder aquisitivo. Prova disso são os bons restaurantes, casas noturnas e bares “da moda” que estão sendo abertos em Williamsburg, Carrol Gardens, Brooklyn Heights e Fort Greene.

E para o turista?

Compensa ir até lá, mesmo que seja apenas para curtir a maravilhosa vista de Manhattan perto da Brooklyn Bridge, mas hospedar-se no bairro não resulta muito prático.

Brooklyn Heights

Esse distrito residencial do Brooklyn conserva ruas arborizadas, ladeadas por imóveis em brownstone construídos por volta de 1850, para servir como residências de famílias ricas. Hoje, muito bem restaurados, foram divididos em apartamentos. A Brooklyn Heights Promenade, agradável esplanada às margens do East River, ao sul da Brooklyn Bridge, é privilegiada, sobretudo pela manhã e no final do dia, por ter uma das mais belas vistas panorâmicas de Manhattan do outro lado do East River.
End.  Entre a Montague St. e a Middagh St. M Clark St.

DUMBO

Não é o elefantinho do filme de Walt Disney e sim a abreviatura de “Down Under the Manhattan Bridge Overpass”, área próxima à entrada da ponte de Manhattan, que recebeu denominação à la mode de Nova York, onde todo bairro que entra no circuito gastronômico-cultural ganha uma sigla.

As primeiras embarcações a vapor chegam ao Brooklyn

Na década de 1810, atracavam ali as primeiras embarcações a vapor de Robert Fulton, que faziam o trajeto Brooklyn/Manhattan. Com a desativação do serviço de ferries após a construção da Brooklyn Bridge, o lugar entrou em decadência; muitos de seus depósitos foram abandonados e andavam às moscas.

Os antigos depósitos (lofts)transformados em habitação

Descobertos por artistas plásticos sem dinheiro em busca de imóveis baratos para trabalhar e morar, os lofts destinados ao armazenamento de mercadorias foram sendo recuperados e a área passou por um processo bem semelhante ao que aconteceu no SoHo, hoje semeado de cafés animados, restaurantes e galerias de arte.

As vistas de Manhattan a partir do Brooklyn Bridge Park

Do pequeno Empire Fulton Ferry State Park, junto ao East River, têm-se lindas vistas de Manhattan e, especialmente da Ponte do Brooklyn, muito comum em filmes publicitários. Encontra-se em fase de execução o projeto de reforma e ampliação do parque, que passará a se chamar Brooklyn Bridge Park e se estenderá da ponte de Manhattan até a Atlantic Avenue, onde fica a Promenade. M York St. / Brooklyn Bridge Park

Brooklyn Botanic Garden

Um dos grandes jardins botânicos do país, dividido em “avenidas” com plantas de diferentes climas. Conta com uma variadíssima coleção de rosas e um jardim japonês com bonsais. Se você estiver em Nova York no começo de maio, aproveite para ver o maravilhoso espetáculo das cerejeiras em flor. End.  1000 Washington Ave., perto da Caroll Street M

Brooklyn Botanic Garden

Jardim Botânico bastante interessante, com plantas que você certamente nunca viu antes. Eastern Parkway-Brooklyn Museum.

Brooklyn Museum

Por ser afastado do centro e menos famoso que os de Manhattan, esse museu é também menos badalado e cheio de gente. No entanto, pode ser uma ótima opção para quem quer “mergulhar na cultura” em um ritmo light. Sua coleção de arte egípcia é admirável e seu acervo de peças oriundas do Oriente Médio, da Ásia e das Américas não é de se jogar fora. A pinacoteca exibe pinturas de grandes mestres europeus, de renascentistas a impressionistas como Degas, Cézanne e Monet. Há ainda obras de pintores norte-americanos da Hudson River School e de outras escolas. Quem curte Rodin vai se deliciar com as esculturas. End.  200 Eastern Parkway, perto da Washington Ave. M Eastern Parkway-Brooklyn Museum

New York Transit Museum

Este é o maior museu de transportes públicos norte-americano. Funciona numa estação de metrô desativada de 1930 e possui uma coleção de antigos vagões de metrô que você pode visitar por dentro, desde os primeiros, de 1878, quando as locomotivas eram movidas a vapor, até os mais modernos; miniaturas de ônibus da década de 1920; e uma coleção de fotos da construção do metrô de Nova York. End. Boerum Pl. esq. c/ Schermerhorn St. M Borough Hall  5./  New York Transit Museum

New York Aquarium

Exibe várias espécies de peixes, entre eles tubarões, mamíferos como baleias, leões-marinhos, focas e golfinhos, e diversos outros animais marinhos, de águas-vivas a polvos. Os shows com leões-marinhos da Califórnia atraem a atenção principalmente da criançada (e, por vezes, a censura de ecologistas…).
End. 602 Surf Ave. esq. c/ W 8th St. (Coney Island) M W 8th St.-NY Aquarium /
New York Aquarium

Prospect Park

Desenhado em 1860 por Frederick Law Olmsted e Calvert Vaux, os mesmos que criaram o Central Park, o Prospect é menos famoso e mais selvagem que seu irmão de Manhattan. De forma aproximadamente triangular, cortado por trilhas e caminhos entre o arvoredo, com extensas áreas gramadas como o Long Meadow, lagos e riachos, ele é um dos grandes parques urbanos do país. Bastante vazio durante a semana, transforma-se nos sábados e domingos, quando vira ponto de encontro dos habitantes do Brooklyn, que ali se reúnem para praticar esportes e fazer piqueniques e churrascos. Durante o verão rola por lá o ótimo Celebrate Brooklyn Festival, que oferece concertos gratuitos de música, cinema e espetáculos de dança e de teatro. End.  Entrada pela Grand Army Plaza. M Grand Army Plaza. /  Prospect Park

Brooklyn Children’s Museum

Fundado em 1899, esse não é apenas o mais antigo museu do mundo dedicado às crianças, mas também um dos mais interessantes. Apresenta um bom número de atrações interativas e didáticas que ocupam e divertem a criançada durante horas. No X-plorers Club a criançada literalmente pinta e borda, mas também esculpe, modela e cria; no Tryscience, descobre, inventa e pesquisa. Observe seus pimpolhos para saber se eles serão futuros Einsteins. Ou se na volta ao Brasil você terá que mandar pintar a parede da sala que eles irão “decorar” com pinturas abstratas…
End.  145 Brooklyn Ave. M Kinstown Ave. /  Brooklyn Children’s Museum

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Madison Square - Foto Jeffrey Zeldman CCBY
Midtown East, New York, Madison Square – Foto Jeffrey Zeldman CCBY

Midtown East

O quadrilátero conhecido como Midtown East, entre a 5th Avenue, a oeste; o East River, a leste; a 34th Street ao sul, e a 59th Street, ao norte, é a região da cidade que mais se encaixa no clichê nova-iorquino: arranha-céus dos dois lados de cada rua ou avenida, como muralhas, cuja altura só se nota quando se olha para cima.

Mapa de Midtown East

Movimento intenso

O bairro todo é ocupado por escritórios, bancos, lojas e restaurantes. As calçadas são cheias de pessoas que parecem estar sempre com pressa, tentando chegar a algum lugar, concorrendo para ver quem anda mais rápido – se você parar no meio da calçada ou andar muito devagar, será atropelado pela multidão. As ruas são lotadas de automóveis, vans de entregas e inconfundíveis táxis amarelos, que na hora do rush ou da chuva, são disputados “na raça”. Quem for mais veloz (e não necessariamente mais bem-educado…) leva vantagem.

As surpresas provocadas pelas grades de ventilação

O movimento de pessoas e veículos é controlado pelos semáforos: todo mundo vive de olho neles. Outro lugar-comum nova-iorquino bastante visível nesse bairro são as rajadas de ar quente que saem dos dutos de ventilação do metrô por grades instaladas nas calçadas. Mesmo que você nunca tenha assistido a The Seven Year Itch (1955), de Billy Wilder, exibido no Brasil como “O Pecado Mora ao Lado”, deve conhecer a cena em que Marilyn Monroe passa sobre uma grade dessas e o vento levanta seu vestido branco plissado. Segundo a lenda urbana, a cena filmada na esquina da 52nd Street com a Lexington Avenue (e depois, dizem, refeita em estúdio) foi um dos motivos da separação de Marilyn e Joe Di Maggio, ídolo do baseball e marido ciumento.

As Nações Unidas – ONU

As Nações Unidas podem ser visitadas por dentro. Além das numerosas peças de arte em seu interior é interessante conhecer o funcionamento da instituição. Saiba mais sobre as Nações Unidas.

Vídeo, MidTown vista do Empire State Building

O Grand Central Terminal

Em Midtown East está localizado o Grand Central Terminal, onde embarcam e desembarcam diariamente praticamente todas as pessoas que moram nos subúrbios de Westchester ou em Connecticut e trabalham em Manhattan; uma considerável quantidade de gente!

A Quinta Avenida

Na porção oeste do bairro fica a ultra-famosa 5th Avenue, com lojas dentre as mais famosas do mundo, sedes de grifes badaladas onde você poderá avistar algum rosto conhecido do cinema ou da moda.

Os edifícios lendários

Prédios antigos e modernos, ícones da riqueza norte-americana – hoje, globalizada – estão por toda parte. Você pode ver por fora, é claro, e em muitos casos visitar por dentro edifícios deslumbrantes como o do lendário Waldorf Astoria Hotel, de 1931, em estilo Art Deco (End.  301 Park Ave.). Escritórios de multinacionais também ficam em Midtown East, como os da IBM (End. 590 Madison Ave., de 1983), da General Electric (End. 570 Lexington Ave., de 1931, em Art Deco), da Citicorp (End. 601 Lexington Ave., ultra-moderno, de 1978) e da Sony (End. 550 Madison Ave., de 1984), só para citar alguns.

As lojas famosas

O bairro tem certas lojas que também devem ser conhecidas, pretenda você fazer compras ou não. Dentre as imperdíveis estão a Apple; a luxuosa Tiffany’s, imortalizada no filme Breakfast at Tiffany’s (Bonequinha de Luxo), de 1961; e as lojas de departamentos Bergdorf Goodman e Sak’s.
Enfim, conhecer Midtown East é indispensável se você quiser ter certeza de que esteve em Manhattan.

Trump Tower

Este arranha-céu de 202m de altura e 58 andares nasceu, na década de 1980, dos sonhos de grandeza do estapafúrdio magnata do ramo imobiliário Donald Trump que, ninguém sabe como, chegou à presidência dos Estados Unidos. No átrio revestido de mármore rosado, latão dourado e espelhos, enfeitado por uma fonte, seis andares são ocupados por lojas de grifes. Dificilmente você encontrará no continente um exemplar mais significativo da mistura de ostentação com falta de bom gosto. A série da NBC O Aprendiz, desenvolvida para mostrar que o business não perdoa biruta (quem é esperto sobe; quem não é, vira suco), foi rodada na Trump Tower. Nela, o próprio Donald não perde a chance de aparecer com seu topetinho, especialmente engomado (para disfarçar a calvície?).

A série original e a versão brasileira

Maçante para quem não se interessa em compreender certas nuances do capitalismo, a série original americana teve mais sucesso nos Estados Unidos do que sua versão brasileira, produzida por Roberto Justus, teve no Brasil. Por curiosa coincidência, cenas de The Devil’s Avocate (O Advogado do Diabo), com Al Pacino e Keanu Reeves, também foram filmadas ali. End. 725 5th Ave. entre a 56th e a 57th Sts. M 57th St.

St. Patrick’s Cathedral

A atual catedral católica de Nova York, dedicada a São Patrício, patrono da Irlanda (origem de boa parte dos católicos que imigraram para os Estados Unidos), foi construída entre 1853 e 1878. Em estilo neogótico, inspirada nas catedrais medievais da Europa, a St. Patrick’s é toda de pedra e mármore, com vitrais, agulhas e todos os demais detalhes arquitetônicos que uma igreja gótica que se preze precisa ter. Quando foi construída, a catedral ficava praticamente na periferia da cidade e seu edifício se destacava pelas dimensões grandiosas. Hoje, está em pleno Midtown, à sombra de arranha-céus, mas recebe grande quantidade de fiéis e de turistas. O seu interior tem sido utilizado para concertos de música. End. 5th Ave. entre a 50th e a 51st Sts. M 5th Ave.-53rd St. Abre das 6h30 às 20h45. St. Patrick’s Cathedral

Sony Wonder Technology Lab

Um “museu” inovador no qual a grande estrela é a tecnologia. Experiências interativas que variam de jogos em Playstations a edição de vídeos. O lugar atrai filas de crianças e adolescentes. End.  Madison Ave. esq. c/ 56th St. M 5th Ave. ou Lexington Ave. Sony Wonder Technology Lab

Grand Central Terminal

A atual estação em estilo Beaux-Arts inaugurada em 1913, que substituiu a antiga Grand Central Station de 1871, serve hoje apenas trens de subúrbio. Por pouco não foi demolida como sua antecessora. Tombada pelo patrimônio histórico, graças principalmente ao empenho de Jacqueline Kennedy Onassis, foi restaurada a partir de 1990. Até seu esplêndido teto em arco, decorado com constelações, recebeu um belo trato. A pintura desse teto foi encomendada em 1906 por Cornelius Vanderbilt, o milionário construtor de ferrovias, ao pintor francês Paul Helleu, que retratou o zodíaco ao contrário, como as constelações eram representadas na Idade Média.
A Grand Central aparece nos filmes Carlito’s Way (1993), de Brian De Palma, com Al Pacino; Armageddon (1998), de Michael Bay; e I am legend (2007), com Will Smith. End. 87 E 42nd St. junto à Park Ave. M Grand Central-42th St.

Grand Central Market

De tão grandiosa e bonita, a estação tornou-se atração turística e abriga um enorme mercado (Grand Central Market), além de restaurantes reputados como o Michael Jordan Steak House e o Oyster Bar. Sua praça de alimentação, aliás, é irresistível. No saguão principal funciona um centro de informações turísticas.

Chrysler Building

É curiosa a história da antiga sede da Chrysler, um dos mais bonitos ícones da cidade. Em 1929, arquitetos nova-iorquinos estavam numa acirrada disputa para ver quem construía “o edifício mais alto do mundo”. William Van Alen, que projetou o Chrysler Building, competia com H. Craig Severance (que fora até 1925 seu sócio), responsável pela construção de outro mega-building, o prédio do Bank of Manhattan.

Ambos, velhas raposas, tinham truques na manga. Severance simplesmente acrescentou dois andares ao seu projeto e, em 1929, já era considerado o “vencedor”, quando Van Alen, vendo que o projeto do rival não podia mais ser alterado, instalou no alto do seu edifício uma ponta de aço de 58m (que fora escondida dentro do prédio e mantida em segredo). O Chrysler Building, ao ser inaugurado no final de maio de 1930, com 77 andares e 319m, era o mais alto edifício do mundo. Sua vitória, porém, durou pouco, já que o Empire State, concluído logo depois, é ainda mais alto.

O mais importante, porém, no Chrysler Building, que ainda é um dos vinte maiores edifícios do mundo em altura, é sua linda arquitetura em estilo Art Deco, com uma cúpula de aço formada por arcos sobrepostos, encimados por uma agulha, facilmente distinguível de longe. Outros detalhes do prédio inspirados nos automóveis Chrysler são as gárgulas copiadas das figuras do capô do modelo Plymouth de 1929. Desse edifício, em 1940, foram transmitidas pela primeira vez imagens coloridas de televisão.
End. 405 Lexington Ave. esq. c/ 42nd St. M Grand Central

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High Line, New York - Foto John Gillespie CCBY
Chelsea, New York, High Line, New York – Foto John Gillespie CCBY

Chelsea, New York

Chelsea, um bairro da moda, um dos preferidos pelos nova-iorquinos para jantar fora ou tomar um drink, estende-se do Hudson River, a oeste, à Broadway, a leste, e da 34th Street, ao norte, à 14th Street, ao sul.

Mapa de Chelsea, NYC

A ocupação da região

Um dos primeiros europeus a ocupar a área foi o capitão aposentado Thomas Clarke, que no século XVIII adquiriu terras na região, disposto a implantar em Manhattan uma versão do bairro londrino de Chelsea. Foi porém seu neto Clement Clarke Moore quem loteou a propriedade. Sua intenção era criar um bairro destinado à alta burguesia, com praças agradáveis e casas elegantes, mas a abertura das avenidas 8th e 9th em1820 e de numerosas ruas paralelas atraiu principalmente a classe média.

A linha férrea que desvalorizou o bairro

Na segunda metade do século XIX, a inauguração de uma linha férrea elevada da Hudson River Railroad, cortando a 11th Avenue, afastou muitos moradores pequeno-burgueses e fez de Chelsea uma região comercial cheia de depósitos, habitado principalmente por operários. Diversos teatros e casas de espetáculos se estabeleceram na 23rd Street, até que o bairro foi desbancado pela Broadway nos anos 1930.

Vídeo de turismo sobre Chelsea

Uma nova mudança de perfil

Nova mudança no perfil foi provocada pelo fim das atividades da ferrovia no começo da década de 1980. Moradores de classe média começaram a voltar, novos cafés e restaurantes foram abertos. Um passo importante para a “reabilitação” definitiva de Chelsea foi o estabelecimento na região do centro cultural The Kitchen, fundado em 1971 por um grupo de artistas, direcionado para apresentações de música, dança e artes cênicas e incentivo a novos talentos (End. 512 W 19th St. / www.thekitchen.org).

O Joyce Theater

Em 1982, o Joyce Theater (End. 175 8th Ave.  www.joyce.org), voltado para apresentações de dança contemporânea, iniciou suas atividades em Chelsea e reforçou a reputação cultural do bairro. O Joyce funciona no prédio do antigo Elgin Theater, cinema da década de 1940, em estilo Art Deco, que foi fechado depois de se tornar um porno-theatre na época da decadência. Restaurado com decoração de época, foi adaptado para a exibição de espetáculos.

Dia Center of Arts

Finalmente, instalou-se em Chelsea uma filial do Dia Center of Arts, outra instituição artística de proposta inovadora. Com todos esses trunfos, Chelsea é hoje a principal referência de Nova York na área das artes plásticas.

Quem está mais certo?

Até pouco tempo discutia-se sobre qual bairro seria “o mais gay”: Greenwich Village ou Chelsea? Hoje já não se tem dúvida: é Chelsea. Só convém lembrar que em ambos os bairros a população de heterossexuais é ainda mais numerosa – você só não nota porque eles são discretos…

A 8th Avenue

A 8th Avenue está para Chelsea como a pracinha com coreto está para qualquer cidadezinha do interior do Brasil: é ali que todo mundo desfila. Quer entender melhor os nova-iorquinos? Sente-se num café, se possível num sábado, e observe o movimento: boêmios, artistas, old-hippies de butique, yuppies, modelos, gays sofisticados (ou a fim de serem percebidos como tal), vez ou outra, um nome badalado da música ou do cinema, namorados de mãos entrelaçadas e até, quem sabe, um padre passeando à paisana.

O patrimônio arquitetônico

Chelsea tem diversos imóveis interessantes. Perambule por ali e prepare-se para algumas surpresas. Além da 8th Avenue, algumas ruas merecem uma olhada se você deseja conhecer um pouco mais sobre os estilos arquitetônicos que marcaram época nos Estados Unidos nos últimos duzentos anos. The Church of the Holy Communion (End. 49 W 20th St.), em estilo neo-gótico, por exemplo, foi transformada em casa noturna: primeiro a Limelight, depois a Avalon.

Ainda na 20th Street, assim como na 21st, na 22nd e na 23rd streets, sempre entre a 9th e a 10th Avenue, podem ser vistas elegantes residências de tijolinhos do século XIX, em estilo Greek Revival, bem como construções em estilo italiano. O conjunto mais famoso é o Cushman Row (End. 406-418 W 20th St.), de 1840. Também é conhecido o London Terrace, prédio de apartamentos em estilo Tudor da década de 1920 que foi, na época de sua construção, o maior do mundo (End. 485 W 23rd St.).

Vida noturna em Chelsea

O bairro é famoso por sua vida noturna. A quantidade de danceterias, bares, cafés e restaurantes estabelecidos na região é surpreendente. Na sexta-feira e no sábado à noite, uma espécie de febre toma conta de Chelsea e invade a madrugada. Tem para todo mundo, de todas as idades e cabeças. É só descobrir onde você se encaixa; dê uma sondada para não tentar entrar na festa errada. Chelsea combina com um visual descontraído, mas de bom gosto.

O Garment District

O “Distrito das Roupas” recebeu esse nome por ser a parte do bairro de Chelsea conhecido por suas confecções. No início eram feitas em larga escala roupas para os escravos, vendidas para todo o país; depois, começaram a ser confecionados uniformes para os soldados da Guerra Civil. No final do século XIX o lugar era mal afamado, uma zona de meretrício, até que foi novamente se transformando e tornou-se o mais importante centro têxtil do país. Hoje, é uma área comercial cheia de butiques, confecções e armarinhos.

Chelsea Market

Esse irresistível mercado de alimentação funciona em um imóvel de tijolinhos onde era a fábrica de biscoitos Nabisco, erguido no começo da década de 1930, que ocupa todo o quarteirão. São mais de 20 lojas com produtos deliciosos: vinhos, queijos, pães, especialidades importadas, frutas. Ali você pode passear, sentir o cotidiano do bairro, fazer compras. É difícil resistir; há muita coisa para se comer na hora, como sanduíches, brownies, pãezinhos e doces. End.  9th Ave. entre a 15th e a 16th Sts.

Chelsea Piers

Imenso complexo poliesportivo com piscina coberta, pista de patinação no gelo e mil outras atividades.
End. às margens do Rio Hudson na altura da 17th St. até a 23rd St. / Chelsea Piers

Chelsea Hotel

O hotel de arquitetura de múltiplas influências e balcões de ferro fundido é quase mitológico. Foi mencionado em canções e serviu como cenário dos filmes Chelsea Girls, de Andy Warhol, e 9 ½ Weeks (9 Semanas e Meia de Amor), de Adrian Lyne. Apenas cenário? O hotel existe de verdade desde 1884 e foi residência de Mark Twain, Arthur Miller, Sara Bernhardt, Tenessee Williams, Dylan Thomas, William S. Burroughs, Charles Bukowski, Gore Vidal, Janis Joplin, Jimi Hendrix e Bob Dylan.

“Odisséia no Espaço”, escrita em Chelsea?

Diz a lenda que Arthur C. Clarke escreveu em 2001 A Space Odissey ali, bem como Jack Kerouac teria esboçado On the road em um de seus quartos. Mas isto não é lenda: foi ali que Sid Vicious, da banda Sex Pistols, assassinou a namorada a facadas. Ele, que estava drogado (ambos sempre estavam out), afirmou à polícia que não lembrava do que acontecera. End. 222 W 23rd St. esq. c/ 7th Ave. M 23rd St.

Chelsea Art Museum

O museu inaugurado em 2002 exibe obras de artistas abstracionistas americanos e europeus, a maioria deles desconhecida do grande público. É ainda sede da Miotte Foundation, fundação proprietária do legado artístico de Jean Miotte, também um abstracionista do século XX. End.  556 W 22nd St. esq. c/ 11th Ave. M 23rd  / Chelsea Art Museum

Flower District

No “distrito das flores” concentra-se grande parte das floriculturas da cidade; é um lugar agradável e colorido para passear. End. 28th St. entre a 6th Ave. e a Broadway M 28th St.

High Line

A linha férrea que funcionou a partir da década de 1930 sobre um viaduto, com trens passando na altura do segundo andar dos prédios, causou incômodo aos moradores. Após a desativação da ferrovia em 1980, o viaduto quase foi demolido. Hoje, a idéia é transformá-lo em um jardim suspenso, inspirado na Promenade Plantée parisiense, projeto que contribuirá para valorizar o bairro. End.  Da W 12th St. até a W 30th St. M 23rd St. ou 14th St.

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Nolita, New York
Nolita, New York – Foto Killians Red

 Nolita, New York

Nolita ou NoLIta (abreviação de “North of Little Italy”), é a região ao sul da Houston Street, ao norte de Little Italy. Na segunda metade da década de 1990, começou a se tornar um dos bairros preferidos dos yuppies (young urban professionals) – jovens executivos de classe média alta, sempre em dia com a moda.

Mapa de Nolita

Cafés transados e restaurantes de culinária com toques criativos

Acompanhando a tendência desse novo público que está se instalando em Nolita, surgiram restaurantes e cafés transados nas ruas Prince, Mott, Lafayette e Houston, que se tornaram lugares frequentados por um pessoal animado.

Boutiques com produtos diferenciados e design arrojado

Nolita tem muitas butiques na Mott e na Elizabeth Streets, não de grifes famosas, mas de “novos talentos”: designers relativamente jovens e criativos, que têm como filosofia que produto barato não é valorizado. Mesmo assim é claro, você pode encontrar um jeans ou uma camisa de qualidade e com um design que costuma agradar.  Os preços são ainda bem mais confortáveis do que os praticados em lugares tradicionalmente chiques, como a Quinta Avenida ou mesmo no Soho e Tribeca.

Vídeo sobre Nolita

Atrações

Lower East Side Tenement Museum

Este museu super original mostra por meio de vídeos, fotos antigas e visitas a apartamentos como era a vida dos imigrantes pobres que chegavam aos Estados Unidos e se estabeleciam em Nova York. São abertas à visitação as moradias da família judaica alemã Gumpertz, de 1878, e da família católica siciliana Baldizzi, de 1935.

Cortiços ou apartamentos?

A expressão “apartamentos”, aliás, não é realista; as habitações eram verdadeiros cortiços (a tradução mais aproximada da palavra tenement). Havia apenas um banheiro para cada duas famílias. Os tenements transformados em museus foram arrumados para ficar com uma aparência melhor e não chocar os turistas. Se quiser saber como eram de verdade, procure na Internet imagens de “tenements”.

Predinhos de até cinco andares

Construídos a partir de 1833, cada tenement, prédio de até cinco andares (sem elevador…), chegava a abrigar centenas de pessoas, originárias de mais de 20 diferentes países. É de se supor que, para se sujeitarem a suportar condições tão duras, a vida em seus países de origem era então ainda mais difícil. Enfim, não vamos esquecer que hoje, em pleno século XXI, boa parte da população brasileira vive em condições piores do que nos tenements… End.  108 Orchard Street, na altura da Delancey St. M Essex St.–Delancey St.  Visitas guiadas de terça a sexta-feira. Aos sábado e domingo há visitas mais rápidas, a cada 30 minutos. Todas as visitas são pagas. Há ainda a visitas ao Confino Family Apartment, residência de uma família judaica originária da Grécia, nos fins de semana, das 12h às 15h. Recomenda-se reservar. www.tenement.org

New Museum of Contemporary Arts

Após uma temporada em Chelsea, o New Museum reabriu suas portas em Nolita, em um moderno edifício construído para comemorar os 30 anos da instituição. Seu acervo é dedicado exclusivamente à arte contemporânea, com obras de artistas ainda pouco conhecidos pelo público brasileiro. Talvez por isso mesmo seja interessante dar uma olhada nessa produção recente de novos talentos. End.  235 Bowery, perto da Prince St. M Bowery. Abre quarta-feira, sábado e domingo das 12h às 18h e quinta e sexta-feira das 12h às 22h. New Museum of Contemporary Arts

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Lower East Side - Foto, Sarah Ackerman BBCY
Lower East Side – Foto, Sarah Ackerman BBCY

Lower East Side, New York, bairro muti-étnico

O Lower East Side, que surgiu como um bairro multi-étnico, se estende da margem do East River à Bowery e da Manhattan Bridge à East Houston Street, e é tradicionalmente habitado por imigrantes. Desde 1840, ali se instalaram em primeiro lugar alemães, depois italianos, russos, judeus de diversos países e irlandeses, alguns dos primeiros imigrantes a se fixar no bairro.

Mapa de New York

A presença judaica

Lower East Side atraiu revolucionários anarquistas e marxistas, a maioria deles de origem judaica. Eram judeus muito diferentes de Woody Allen, Bob Dylan ou Gene Wilder. Curiosos personagens! Emma Goldman e Alexandre Berkman eram editores anarquistas que iniciaram em 1906 a publicação do Mother Earth Magasine.

Nas primeiras décadas deo século XX, um lugar perigoso

Nas primeiras décadas do século XX, o Lower East Side era um dos lugares mais perigosos de Nova York, frequentado por líderes de gangues que, fazendo carreira, se tornariam chefes da máfia judaica. O filme Once Upon a Time in America (Era Uma Vez Na América), de Sergio Leone, estrelado por Robert De Niro, dá uma idéia de como eram as coisas por lá.

Video sobre Lower East Side

Lower East Side nas décadas de 1950 e 60

O bairro foi freqüentado pelo poeta Allen Ginsberg, da geração beat, e outros beatnicks, como Jack Kerouac e Gregory Corso, que iam filosofar (e se embriagar) nos botecos.

Ainda hoje, o Lower East Side conserva sua diversidade

A comunidade formada por judeus oriundos da Europa Oriental é importante e o bairro tem diversas sinagogas. Entre os moradores atuais há muitos latino-americanos, numerosos também no vizinho East Village (antes parte de Lower East Side).

Muçulmanos

Também moram no bairro imigrantes de Bangladesh, árabes e muçulmanos de outros países. Há, por exemplo, uma mesquita na esquina da 1st Avenue com a 11th Street. Isso sem falar dos restaurantes de comida árabe. A colônia nipônica também é expressiva; basta notar que o bairro tem vários restaurantes e lojas de alimentação japoneses. Ou seja, é um bairro que acolhe diversas etnias que vivem em paz.

Reputação boêmia

Hoje, o Lower East Side vive mais da reputação boêmia do que de outra coisa e seus habitantes andam bem mais comportados; o público do Lower East Side e de Nolita é atualmente fashion-alternativo.

Bons restaurantes muit-étnicos e bares animados

O velho bairro, agora repleto de bons restaurantes, cafés e bares animados, é um lugar agradável para se sair à noite e está se transformando em um novo SoHo. Logo novos talentos começaram a instalar suas boutiques com roupas e calçados alternativos.

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Chinatown - Foto Steven Pisano CCBY -
Chinatown – Foto Steven Pisano CCBY –

Chinatown, New York

A imigração chinesa que deu origem ao bairro de Chinatown, New York, em meados do século XIX foi incentivada pelo governo norte-americano, que precisava de mão-de-obra barata para trabalhar nas minas de ouro da Califórnia e na construção da estrada de ferro transcontinental que ligaria a Costa Atlântica à do Pacífico.
Mapa de Chinatown NY

As restrições à imigração oriental

Porém, a quantidade de superou as expectativas. Preocupado com a presença cada vez maior de pessoas de etnias e culturas não-ocidentais, em 1882 o governo baixou o Chinese Exclusion Act, que limitou drasticamente a entrada de imigrantes provenientes da China. Nesse ano, os chineses de Nova York, que inicialmente eram 200 estabelecidos em Chinatown, já alcançavam a cifra de 2.000 pessoas. No começo do século XX, chegavam a 7.000, em sua maioria homens, já que os americanos haviam proibido a imigração de mulheres e crianças.

As Tongs

Nessa época os chineses começaram a se reunir em associações de auxílio mútuo para facilitar sua adaptação nos Estados Unidos. Em pouco tempo, porém, essas agremiações, denominadas tongs, foram infiltradas por gangues criminosas que existiram até a década de 1980.

A abolição do Chinese Exclusion Act e a nova onda de imigração

Com a abolição do Chinese Exclusion Act em 1943 e a aliança da China com os EUA na Segunda Guerra Mundial, ocorreu nova onda de imigração. Principalmente a partir da metade da década de 1960 aumentou muito a imigração de asiáticos, sobretudo vietnamitas e coreanos, para os Estados Unidos (leia-se, Nova York).

Vídeo sobre Chinatown

A tendência à formação de ghetos étnicos

Como em outras metrópoles do mundo ocidental, imigrantes tendem a habitar bairros já ocupados por seus compatriotas, como forma de se sentirem menos isolados. Chinatown ilustra outro fenômeno comum no Ocidente: teoricamente, o bairro é “chinês”, mas todo mundo que tem olhos amendoados acaba se fixando por ali. É o que acontece em São Paulo, onde o bairro “japonês” da Liberdade, hoje lotado de coreanos e chineses, é mais um bairro oriental do que propriamente nipônico.

Chintown é mais amplamente oriental do que um “bairro chinês”

A realidade é que a população asiática, formada por pessoas de diferentes países, apesar de suas peculiaridades culturais e étnicas, prefere se concentrar em uma única região. Talvez porque saibam muito bem que os ocidentais, por ignorância ou preconceito, costumam colocar no mesmo cesto todo mundo que tenha olhos puxados. Estima-se que um quarto dos habitantes asiáticos de Chinatown não sejam chineses nem descendentes de chineses. E essa proporção está aumentando.

A expansão de Chinatown e o quase desaparecimento de  Litle Italy

Chinatown vem se expandido e passou a ocupar parte do Lower East Side e de Little Italy, onde aconteceu o inverso: os italianos se espalharam pela cidade e muitos deixaram o bairro, que hoje se encontra descaracterizado. Até mesmo Nolita (North of Little Italy) começa a ter habitantes asiáticos. Chinatown está ganhando cada vez mais espaço em direção à Williamsburg Bridge, enquanto, ao norte, há muito já ultrapassou a Canal Street, seu antigo limite.

A exploração dos imigrantes pelos chino-americanos

Poucos dos chineses que imigraram para os Estados Unidos ultimamente falam inglês, e uma pequena parcela deles é legalizada. Por isso mesmo, são explorados (inclusive por seus compatriotas), trabalhando em confecções de fundo de quintal muitas horas por dia em troca de salários irrisórios.

As duras condições de vida sos novos imigrantes

Muitas manufaturas funcionam em apartamentos mal conservados, nos quais as condições de vida lembram aquelas dos antigos tenements, os apertados cortiços onde moraram os primeiros imigrantes italianos, irlandeses e judeus no século XIX.

A economia paralela

Boa parte da atividade econômica de Chinatown funciona na base do mercado paralelo, com pagamento em dinheiro vivo para evitar impostos. Uma verdadeira máfia dos empregadores e o medo de serem mandados de volta à China, onde sua situação será ainda pior, mantêm todos calados.

Chinatown, um bairro industrial, comercial e residencial

Os chineses são trabalhadores esforçados e economizam tudo o que podem. Isso faz com que diversos deles consigam acumular algum capital e montar seu próprio negócio: lavanderia, restaurante, loja, mercado etc. Mas quando melhoram de vida, assim que podem, caem fora de Chinatown.

Um bairro é super turístico

Mesmo os nova-iorquinos vão passear e comer no Chinatown de New York. Os restaurantes chineses (há perto de 300 deles em Chinatown) têm preços acessíveis e a culinária, para quem gosta, é literalmente um prato cheio. Em muitos deles a cozinha é dim sum: uma variedade de pequenas porções de iguarias é apresentada ao freguês que vai escolhendo o que quiser, dentre carnes, frutos do mar, legumes e frutas. Tudo acompanhado de chá, bem à moda chinesa. Também há restaurantes vietnamitas e malaios.

Em Chinatown você encontra de tudo

Todo tipo de produtos e quinquilharias baratas e grifes falsificadas: bolsas “Li Vi Ton” de couro vagabundo, cujo zíper se quebra na primeira vez que você a usa, gravatas “El Mez” de tecido sintético… Um bom presente para aquele chato que coube a você presentear como amigo secreto no trabalho!

Lojinhas de gastronomia exótica

Há também lojinhas curiosas de produtos alimentícios exóticos como ninhos de andorinha e barbatanas de tubarão.

Porcelanas, jade e imitações

Outras vendem porcelanas decoradas, objetos de jade (ou de vidro verde imitando jade), bijuterias, eletrônicos ou, quem sabe, até algum filhote de gremlin. (Lembra-se do filme?). Alguns edifícios da rua, templos budistas e cabines telefônicas com detalhes arquitetônicos chineses não o deixam esquecer em que bairro você está.

A Festa do Ano Novo Chinês

Uma das festas imperdíveis de Nova York é a do Ano Novo Chinês , que não corresponde à data do nosso Ano Novo; é uma festa móvel fixada de acordo com o calendário lunar. Nessa época, Chinatown é toda enfeitada com lanternas típicas para a Chinese New Year Parade, um desfile de pessoas mascaradas, carros alegóricos que transportam dragões de papel e queima de fogos de artifício.

O “idioma chinês”

Na verdade não existe um único idioma falado pelos chineses. Até a década de 1960, a maior parte da população de Chinatown falava cantonês. Com a chegada de imigrantes de outras províncias da China, o mandarim está se tornando a principal língua falada no bairro (como você poderá notar, se prestar atenção…).

A vizinha Little Italy

Abocanhada pelo dragão chinês, era o bairro das famílias de imigrantes provenientes, principalmente, da Sicília e da região napolitana. Foi também o reduto da Máfia italiana nos tempos da Lei Seca. A maioria dos descendentes desses primeiros imigrantes já deixou Little Italy faz tempo, mas ainda existem alguns deles no bairro, onde acontece anualmente, em setembro, a Festa de San Gennaro, padroeiro de Nápoles. As ruas Mulberry, Hester e Grand são decoradas com bandeiras italianas e se enchem de barraquinhas que servem pratos típicos e vinhos, como em toda boa festa italiana. Na Mulberry Street, principal rua de Little Italy, sobrevivem restaurantes tradicionais como o Umberto’s e o Da Nico que, há décadas, mantém uma fiel clientela.

Dica sobre Chinetown, New York

Na esquina das ruas Canal, Walker e Baxter, há um quiosque do escritório oficial de informações turísticas da cidade.

Columbus Park

O parque fica na região ocupada outrora pela mal afamada favela de Five Points, ponto de encontro de gangues no filme Gangs of New York. Na época, cinco ruas levavam ao cruzamento ao lado da favela que começou a se formar por volta de 1820: a Mulberry Street, a Anthony Street (hoje renomeada Worth Street), a Cross Street (hoje Park Row), a Orange Street (que mudou para Baxter Street) e a Little Water Street (que não existe mais). O lugar era tão perigoso que até a polícia o evitava! Remodelado em 2004, o Columbus Park é um lugar tranqüilo procurado pelos chineses para praticar tai chi chuan, em um bairro carente de áreas verdes.
End. –  Mulberry St. esq. c/ Bayard St. M Canal St.

St. Patrick’s Old Cathedral

Nesse local foi construída em 1809 a primeira catedral católica de Nova York. O templo atual foi erguido em 1860 em estilo românico, depois que um incêndio destruiu a velha catedral. Atualmente St. Patrick, a maior catedral católica norte-americana, está na instalada na 5th Avenue e a Old St. Patrick’s virou uma igreja de bairro.End.  263 Mulberry St., perto da Prince St. M Prince St.

Canal Street

A rua se situa sobre o aterro de um canal do começo do século XIX que cortava o sul de Manhattan de uma ponta a outra. É uma referência em Downtown e servia de divisa entre Chinatown e Little Italy. A movimentada Canal Street é abarrotada de camelôs e lojinhas de quinquilharias made in Asia, artigos falsificados, restaurantes baratos e pequenos comércios de alimentação de produtos chineses.

First Shearith Israel Graveyard

Nesse cemitério judaico luso-espanhol do século XVII estão os restos mortais dos primeiros judeus que, perseguidos pela Inquisição, fugiram de Recife, no Brasil, para Nova York. End.  55 St. James Pl. perto da Worth St. m Canal St.
Mahayana Buddhist Temple Não é um lugar turístico e sim um templo sagrado onde os budistas vão praticar sua religião em frente a uma estátua dourada de Buda de 5m de altura. Quem se interessar e estiver vestido de forma adequada (e não de bermudas, camisetas de alça etc.) pode pedir para conhecer o templo por dentro.
End. 133 Canal St., ao lado da Bowery M Grand St.

MOCA

Além de promover exposições temporárias, o museu possui um bom arquivo fotográfico e documental sobre a imigração chinesa nos Estados Unidos e objetos relacionados à vida dos primeiros imigrantes.
End.  215 Centre St. próximo à Grand St. M Canal St. Museum of the Chinese in the Americas 

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MAPA_MANHATTAN

 

Mapa de Manhattan

Manhattan

Os nova-iorquinos dividem Manhattan em Uptown (”cidade alta”, a porção norte), Midtown (a parte central) e Downtown (“cidade baixa”, o sul).

Uptown

A Uptown, dominada pelo Central Park, é dividida em Upper East Side (literalmente “lado leste superior”), Upper West Side (“lado oeste superior”) e Harlem.

O Upper East Side

 Uma das áreas mais chiques da cidade, onde tudo é sofisticado, elegante e caro, fica a leste do Central Park. Ali moram celebridades, magnatas, artistas e políticos importantes. O Upper East Side tornou-se o que é quando Vanderbildt, o magnata das ferrovias, e outros milionários começaram, no século XIX, a erguer seus palacetes na região. Muitos desses belos imóveis abrigam atualmente consulados. No bairro se concentra grande quantidade de museus. Em uma só milha da 5th Avenue (Quinta Avenida) há tantos museus que o trecho é chamado de Museum Mile.

O Upper West Side, a oeste do parque, é habitado pelos “bem sucedidos” e por uma população de perfil moderno e elegante, porém menos convencional do que do lado leste do Central Park, o filé mignon. Morar de frente para essa magnífica área verde é o sonho de consumo do nova-iorquino. Diríamos que o Central Park é uma ilha rodeada de ricos e famosos por todos os lados.

No extremo norte da ilha, fica o Harlem, tradicionalmente um bairro de população negra, que já enfrentou sérios problemas sociais. A Columbia University fica na “divisa” entre o Upper West Side e o Harlem.
Já ao norte do Upper East Side, o perfil do habitante é o imigrante latino-americano pobre. Exatamente o contrário dos abastados vizinhos!

Midtown

Midtown, o centro nervoso da cidade, onde ficam a Times Square, o Theater District e atrações como o Rockefeller Center, o Empire State Building, o Chrysler Building e o MoMA, divide-se, na porção mais próxima ao Central Park, em Midtown West, a oeste da 5th Avenue, e Midtown East, a leste. Cortados por um trecho valorizado da famosa avenida, cosmopolita e cheio de grifes famosas, ambos os bairros possuem bons restaurantes, hotéis, cafés, lojas e agências de viagens.
O sul de Midtown, habitado pela classe média alta mas também com áreas comerciais, compreende bairros como Chelsea, Gramercy Park, Flatiron District, Union Square e Murray Hill.

Downtown

A definição de Downtown é mais complexa. Inclui toda a parte sul da ilha de Manhattan. A região denominada Lower Manhattan inclui o Financial District, o Battery Park, o South Street Seaport e a City Hall Area. Trata-se de um distrito de negócios, onde fica a bolsa de valores de Wall Street, termômetro para as demais em todo planeta. Saiba mais sobre Lower Manhattan e sobre South Street Seaport

SoHo e Tribeca

Depois temos SoHo e Tribeca, bairros “históricos” e “de artistas”, hoje em dia mais comerciais e turísticos que outra coisa, onde mora muita gente abastada, cheios de galerias de arte e butiques transadas. Nolita, ou North of Little Italy, que está seguindo os passos do SoHo, é um dos preferidos pelos “latinos” de perfil mais alternativo, moderno e com grana. Está cheio de butiques de novos designers, restaurantes e cafés. Os preços das roupas e acessórios desses novos talentos da moda, desconhecidos dos brasileiros, são quase sempre uma facada! Saiba mais sobre SoHo e Tribeca

Chinatown

Chinatown, o bairro comercial e turístico outrora “chinês”, hoje é amplamente asiático, já que vietnamitas, coreanos e outros orientais também o habitam. Saiba mais sobre Chinatown

Little Italy

Little Italy, o antigo bairro dos imigrantes italianos, está atualmente um tanto descaracterizado.

Lower East Side

O Lower East Side, por sua vez, ainda é um bairro marcado pela imigração, onde você encontra gente de todo o mundo, principalmente de origem latino-americana e asiática. Saiba mais sobre Lower East Side

Greenwich Village

Greenwich Village, cheio de charmosos predinhos de tijolos vermelhos, deixou de ser apenas o bairro dos estudantes, artistas, boêmios e hippies. Lá existem  lojas transadas, restaurantes e baladas e o aluguel custa bem mais do que poderia vir a imaginar seu antigo morador Jack Kerouac. O Village, juntamente com Chelsea, é um dos bairros favoritos dos gays em Manhattan. Saiba mais sobre Greenwich Village

East Village

O East Village, no passado um “primo pobre” de Greenwich Village, também vem se sofisticando nos últimos anos. Saiba mais sobre East Village

O Estado de New York e a cidade de New York

Como New York York fica no Estado de New York; para distinguir um do outro costuma-se usar NYC (abreviatura de New York City) para se referir à cidade. Em tempo: New York City não é a capital do Estado. Só o foi entre 1784 e 1797, quando o governo se transferiu para Albany.

Site oficial de turismo de NYC

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Halem - Foto neverything CC BY
Harlem – Foto neverytring CCBY

O extremo norte de Manhattan

O Harlem, no norte de Manhattan, é limitado ao sul pela 110th Street; a leste, pelo East River; a oeste, pelo Hudson River; e ao norte pelo Harlem River. O bairro é dividido em três distritos: o West Harlem, a oeste da St. Nicholas Avenue, próximo do Hudson River, que engloba Hamilton Heights, Morningside Heights e Washington Heights; o Central Harlem, entre a St. Nicholas Avenue e a 5th Avenue; e o East Harlem, a leste da 5th Avenue, conhecido como El Barrio, onde existe uma numerosa comunidade de porto-riquenhos.

Mapa do Harlem

A origem do bairro

O bairro tem origem no povoado de Nieuw Haarlem, fundado em 1658 por Peter Stuyvesant, cujo nome homenageava a graciosa cidadezinha de Haarlem, no norte da Holanda. Durante muito tempo foi uma região escassamente habitada, ocupada por fazendas. Ali ocorreu em setembro de 1776, durante as guerras da independência, a importante Batalha do Harlem, entre norte-americanos e ingleses.
Antes da construção de uma estrada da estrada de ferro até Nova York, em 1837, apenas um serviço de barcos a vapor assegurava o transporte de cargas e passageiros até o atual Downtown. O semi-esquecido Harlem foi um município independente que só passou a fazer parte de Nova York em 1873.

O Harlem no final do século XIX

Nas últimas décadas do século XIX, dois fatores acabariam por estimular o povoamento do East e do Central Harlem. Um deles foi a implantação da linha aérea de metrô que, apesar de não obter o sucesso esperado, gerou especulação imobiliária e fez com que algumas famílias mais abastadas se fixassem no Sugar Hill. Outro foi a chegada a Nova York de imigrantes em número cada vez maior: irlandeses, italianos, judeus poloneses e de outros lugares da Europa. Boa parte deles fixou-se no Harlem porque os aluguéis eram baratos. Muitos foram morar em tenements (cortiços). Somente o West Harlem era considerado uma região valorizada pelas classes média e média-alta, que construíram ali belas casas em brownstone.

Os negros chegam ao Harlem

No começo do século XX, estabeleceram-se no Harlem negros que vieram de diversas cidades do sul dos Estados Unidos, fugindo da discriminação e da violência racial; os brancos sulistas consideravam-nos responsáveis pela destruição provocada no Sul durante a Guerra de Secessão. A formação de uma comunidade étnica em uma grande cidade como Nova York lhes conferiu alguma segurança.
Inicialmente, os proprietários de imóveis, xenófobos e racistas, haviam se recusado a alugá-los para irlandeses e judeus. Com a queda do valor dos aluguéis por volta de 1905 e o abandono do bairro pela população branca e protestante, tiveram que se conformar e aceitar “até” inquilinos negros.

A luta contra a discriminação

Nas duas décadas seguintes o número de negros moradores do Harlem cresceu bastante com a chegada de afro-americanos de outras regiões do país e de outros bairros de Nova York. Foi o que aconteceu, por exemplo, quando moradias pobres de negros foram derrrubadas para dar lugar à Pennsylvania Station. Nesse caso, os desalojados deram sorte: o promotor negro Philip Payton conseguiu que fossem transferidos para residências decentes no Harlem.
A concentração de afro-americanos no bairro favoreceu sua organização e a luta contra a discriminação, dando origem na década de 1910 a entidades como a NAACP – National Association for the Advancement of Colored People e a Universal Negro Improvement Association e a revistas e jornais engajados, como The Messenger.

Harlem Renaissance

Na década de 1920 teve início o Harlem Renaissance, movimento de “renascimento” do Harlem que tornou o bairro um centro da cultura negra nos Estados Unidos, tendo como representantes, dentre outros nomes, Duke Ellington e Louis Armstrong na música, Richmond Barthé nas artes plásticas e Booker T. Washington, W. DuBois, Langston Hughes, Wallace Henry Thurman e Dorothy West na literatura. Esse período, conhecido como Os Anos Loucos (a expressão surgiu na França: Les Années Folles) coincidiu aproximadamente com o da vigência da Lei Seca. Ao lado de speakeasies controlados pelas máfias italiana e judaica, que vendiam clandestinamente bebidas alcoólicas, muitos clubes de jazz se estabeleceram no Harlem, como o Cotton Club, o Small’s Paradise e o Apollo Theater.

A recessão de 1929

A festa acabou em 1929, quando o país entrou na recessão provocada pela quebra da bolsa de Nova York. Nesse período, mais afro-americanos sem trabalho chegaram à cidade, instalando-se no Harlem, que começou a se tornar superpovoado, insalubre e com sérios problemas sociais. Cerca de 40% da população negra do Harlem nessa época era composta por desempregados e dependentes de programas de auxílio governamentais. Muitas lojas em Nova York, em plena década de 1930, simplesmente não aceitavam empregados negros. Isso originou boicotes como o de 1934, movido pela Citizens’ League for Fair Play contra a loja de departamentos Blumstein’s, que acabou tendo que reformular sua política de empregos.

A década de 1930

Na década de 1930, a situação foi remediada com a substituição de cortiços por conjuntos habitacionais. Porém, as melhorias introduzidas no bairro não foram suficientes para suprir as deficiências e o Harlem se consolidou como centro da luta do movimento negro. Houve ali manifestações e revoltas populares, que resultaram em depredações, incêndios e mortes.
Assustada, a população branca minoritária começou a abandonar a vizinhança, que foi se tornando um ghetto negro, negligenciado pelas autoridades, com escolas caindo aos pedaços, péssimo nível educacional, taxas de criminalidade altíssimas, ações de gangues e tráfico de drogas.

Os Black Panthers

Enquanto isso, os negros intensificavam sua luta pelos direitos civis nos EUA, pacificamente, como Martin Luther King, ou radicalmente, como os líderes do movimento Black Panthers e Malcom X, que se tornou muçulmano, fundou o Nation of Islam e foi um dos ativistas mais influentes do país, até ser morto em fevereiro de 1965. Quando Martin Luther King também foi assassinado, em 1968, uma revolta tomou conta do Harlem.
Na década de 1970, quase toda a cidade de Nova York passava por um momento difícil: era suja e perigosa. No Harlem, a situação chegou a tal ponto que a classe média negra começou a abandonar a região.

A recuperação nos anos 1980

Somente nos anos 80 iniciou-se um movimento eficaz pela recuperação de Nova York que começou nos bairros do sul e foi subindo rumo ao norte até chegar ao Harlem. Foram realizadas obras de urbanização e investimentos em iluminação pública, esgotos, calçamento, plantio de árvores e restauração de imóveis tradicionais em Hamilton Heights e em outras áreas. Paralelamente, levou-se adiante um severo combate à criminalidade, com o recrutamento de agentes oriundos das minorias negra e porto-riquenha. A prefeitura concedeu vantagens fiscais para quem quisesse investir no bairro, o que permitiu a abertura de novos postos de trabalho e o aumento dos rendimentos da população. Nos anos 1990, redes comerciais conhecidas como a Starbucks (que teve como garoto-propaganda o jogador de basquete Magic Johnson, negro e famoso), um supermercado da rede Pathmark e o shopping center Harlem USA, onde funciona a livraria Hue Man, voltada para temas afro, arriscaram-se a se estabelecer no local. Finalmente, talvez por motivos políticos, o próprio Bill Clinton abriu um escritório no bairro.

É seguro visitar o Harlem hoje?

Muita gente fala atualmente em novo renascimento do Harlem. Que mudança, em comparação com os anos 1970! Quem assistiu a Taxi Driver talvez se lembre da cena em que o taxista Travis Bickle, interpretado por Roberto De Niro, tem seu carro atingido uma chuva de pedras jogadas por adolescentes negros. Isso não aconteceria hoje em dia.
Duas questões levantadas por brasileiros que visitam Nova York: é seguro hoje ir ao Harlem? Qual o interesse em se visitar o lugar? Bem, na maior parte do bairro, sobretudo durante o dia, é raro um turista ter problemas. Embora ocupe uma grande área de Manhattan, o Harlem não possui tantas atrações quanto outras regiões da ilha, mas tem o imperdível The Cloisters e, à noite, é o local para se escutar um ótimo jazz.

O gospel batista

Finalmente, uma visita à região é uma boa oportunidade para se conhecer um dos mais autênticos bairros étnicos dos Estados Unidos. Muita gente vai aos domingos pela manhã ao Harlem para escutar os coros gospel das igrejas batistas, programa que está virando moda. Enfim, é bom lembrar que igreja não é clube de jazz e que o comportamento do turista deve ser respeitoso, não importa se você é agnóstico, ateu, budista ou ortodoxo.

Atrações

O Harlem possui mais atrações turísticas do que a maioria das pessoas imagina.
Saiba sobre as atrações turísticas no Harlem.

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Upper West Side, Manhattan, New York, foto Barão
Upper West Side, Manhattan, New York, foto Barão

Upper West Side, um bairro muito agradável

Mapa do Upp West Side

O Upper West Side, um dos bairros mais agradáveis de Nova York, rodeado de verde, situa-se entre o Central Park, a leste, e o Rio Hudson, a oeste, onde fica o Riverside Park. Seu limite norte é a 110th Street, onde confronta com o Harlem e, o sul, a 59th Street, na divisa com Midtown.
Nesse bairro funcionam instituições culturais de grande importância, das quais se destacam o Lincoln Center, sede da Metropolitan Opera, e o Museum of Natural History.
Mesmo tendo áreas elegantes, com imóveis caríssimos, como a que ladeia o Central Park, talvez em razão da presença de estudantes da vizinha Columbia University, o bairro é mais descontraído e diversificado do que o Upper East Side. Tem menos arranha-céus e muitas belas casas antigas bem preservadas. Sua população também é considerada mais liberal e politicamente menos conservadora. Guardadas as devidas proporções, o Upper West Side tem um perfil mais Rive Gauche se comparado com o Upper East, mais elitista. Enfim, em termos…

Quando o Upper West Side começou a se tornar chique

A valorização do bairro, anteriormente ocupado por imigrantes desfavorecidos e ex-escravos negros que viviam em aldeias miseráveis, aconteceu com a criação do Central Park em 1873 e a expulsão de seus moradores para zonas mais afastadas. A partir daí, a burguesia fixada em Downtown interessou-se em construir casas de campo no Upper West Side, que se tornara “respeitável”. O alargamento do antigo The Boulevard, que mais tarde tomaria o nome de Broadway, ligando a região à Union Square, contribuiu para a glamourização da área onde, em 1884, foi construído o edifício Dakota, o primeiro prédio de luxo de Manhattan. Antes do Dakota, ricos só moravam em casas; apartamento era coisa de pobre. O nome Dakota, aliás, é uma ironia: o lugar era considerado tão longe do centro da cidade que tomou o nome do longínquo estado do faroeste americano. Esse imóvel pioneiro, lar de personagens famosos (e ricos, já que nos Estados Unidos todo famoso fica rico), inspirou a construção de outros, e o bairro foi se tornando chique.

A Columbia University

A instalação da Columbia University nos Morningside Heights em 1897 trouxe para as proximidades do Upper West Side uma das mais famosas instituições de ensino norte-americanas, tornando-o freqüentado por alunos e professores. Na mesma década, o Upper West Side passou a abrigar outra novidade: os residence-hotels. Ancestrais dos atuais flats, eles ofereciam apartamentos mobiliados, como hotéis, a maioria de excelente padrão, mas sem cozinha. Os hóspedes comiam no restaurante do próprio prédio ou recebiam suas refeições no apartamento.

Os belos edifícios da década de 1930

Na avenida Central Park West, continuação da 8th Avenue, foram erguidos entre 1929 e 1931 alguns dos mais belos edifícios de Nova York, como os Century Apartments, em estilo Art Déco, na esquina com a W 63rd Street, e o Le Majestic, no n° 115, ambos projetados pelo arquiteto Irwin Chanin. Antes de virar prédio de apartamentos de luxo, o Le Majestic foi um hotel famoso, com um espetacular roof garden que proporcionava vista panorâmica do parque. Nele hospedaram-se artistas de cinema e capi da Máfia, como Lucky Luciano e Frank Costello (Os gângsteres de antigamente tinham bom gosto…).

Os arranha-céus

Outros tradicionais arranha-céus da mesma avenida, projetados por Emery Roth, são o San Remo, na altura da 73rd Street, habitado por celebridades como Paul Simon e Dustin Hoffman, e o El Dorado, na altura da 91st Street, que já foi habitado por Groucho Marx, Marilyn Monroe e Faye Dunaway, a Bonnie do filme Bonnie and Clyde. Repare em uma característica comum a esses edifícios: todos têm torres. Essa foi uma solução encontrada para contornar uma lei que limitava a altura dos arranha-céus em um único bloco. Nada de “caixotão” antiestético.

O Ansonia

No n° 2109 da Broadway fica outro edifício famoso que foi residence-hotel: o Ansonia, construído entre 1899 e 1904 em estilo Beaux-Arts. Suas paredes têm muitas histórias para contar. Nele moraram Arturo Toscanini e Igor Stravinsky. Foi ali que Theodore Dreiser escreveu An American Tragedy. Entre 1960 e 1970, funcionaram no prédio dois manjados clubes de encontros sexuais: o gay Continental Baths, e o hetero Plato’s Retreat. Mais recentemente, o thriller Single White Female (Mulher Solteira Procura), com Bridget Fonda, teve cenas rodadas no Ansonia.

West Side Story

Embora conservasse durante todo o século XX zonas VIP, com residências finas e prédios de luxo, a região próxima ao rio Hudson, como outras em Nova York, era barra pesada por volta da década de 1950. O local em que hoje se ergue o Lincoln Center era pobre, ocupado por brownstones transformadas em cortiços e local de confronto de gangues. Inspirou o musical West Side Story, uma espécie de Romeu e Julieta nova-iorquino sobre a história de um casal, ele branco e anglo-saxão, ex-chefe da gangue Jets, e ela, irmã do líder da gangue rival Sharks, formada por porto-riquenhos. Escrito por Leonard Bernstein e encenado na Broadway, o musical teve em 1961 uma versão cinematográfica que recebeu o Oscar de melhor filme do ano.

Riverside Park

O Riverside Park, ao longo do Rio Hudson, é arborizado e especialmente agradável nos dias quentes, quando a brisa vinda do rio é uma benção, e durante a primavera, quando o parque fica florido. Seus jardins foram cenário do encontro de Tom Hanks e Meg Ryan no filme You’ve Got Mail (Mensagem para você) e do seriado Seinfeld no episódio em que Jerry fica com medo de buscar a namorada que mora nas vizinhanças porque um serial killer está agindo por ali.

Atrações

American Museum of Natural History

Mais divertido do que muita gente imagina, o Museu de História Natural nova-iorquino fascina crianças e adultos, principalmente por causa de seus fósseis de dinossauros e do planetário. Gigantesco, ele possui seções com atrações das mais variadas sobre vida animal, antropologia, paleontologia e astronomia. Saiba mais sobre o Museum of Natural History

Children’s Museum of Manhattan

O CMOM, como é conhecido este museu dedicado especialmente às crianças, recebe todos os anos centenas de milhares de pequenos visitantes. Suas exposições interativas e temáticas pretendem despertar a curiosidade, incutir conceitos de respeito à diversidade e, é claro, divertir. End. 212 W 83rd St. na altura da Amsterdam Ave.  / Children’s Museum of Manhattan

Lincoln Center for the Performing Arts

O enorme conjunto formado por edifícios construídos na década de 1960 – para variar, com dinheiro da família Rockefeller, dentre outros mecenas – é dedicado às artes musicais e cênicas, com cinco salas de espetáculos, biblioteca temática, um teatro a céu aberto e duas esplanadas. O local é “apenas” sede da Metropolitan Opera, do American Ballet, da New York Opera, do New York City Ballet e da New York Philarmonic, dentre outras instituições. Há quem vá a Nova York só para assistir a espetáculos ali. Evidentemente, é preciso se programar e adquirir ingressos com antecedência para cada temporada.  / Lincoln Center Plaza

New York Historical Society Museum

Inaugurado em 1804, funciona atualmente em um prédio do começo do século XX. É o mais antigo museu da cidade. Possui vasta coleção de fotografias, manuscritos, objetos, esculturas e móveis relativos à história dos Estados Unidos, desde as guerras da independência até o atentado ao World Trade Center. O acervo abrange pinturas da Hudson River School e aquarelas da série Birds of America, de John James Audubon. O museu organiza exposições temporárias. End.  170 Central Park West, na altura da 77th St. /   New York Historical Society Museum 

Dakota Building

O primeiro prédio de apartamentos residenciais de luxo de Nova York data de uma época em que os ricos só aceitavam morar em mansões particulares. Terminado em 1884, foi projeto do arquiteto Henry Janeway Hardenbergh, que o construiu em estilo renascentista alemão e mandou revesti-lo de brownstone, a famosa pedra amarronzada típica de Nova York. O endereço é hoje conhecidíssimo e razões não faltam para isso. Para começar, teve entre seus moradores artistas como Judy Garland, Lauren Bacall, Boris Karloff, Rudolf Nureyev, Leonard Bernstein e John Lennon, assassinado em frente ao edifício. A viúva Yoko Ono Lennon até hoje mora no Dakota. A impressionante arquitetura do prédio foi usada em tomadas externas do também impressionante filme O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski. End. 1 W 72nd St. esq. c/ Central Park West.

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Metro Union Square NY
Metrô Union Square NY

Union Square: os Four Squares

Essa região de Manhattan, conhecida pelo nome de Four Squares (já que ali estão a Union Square, o Gramercy Park, a Stuyvesant Square e o Madison Square Park), corresponde a um bairro misto, com áreas comerciais e residenciais, cada qual com um perfil próprio. Seus limites são a Broadway a oeste, o East River a leste, a 34th Street ao norte e a 14th Street ao sul.

Mapa de Union Square e região

Madison Square Park

Assim como a Madison Avenue, seu nome homenageia James Madison, o quarto presidente dos EUA. O local já foi sede de eventos esportivos e nele funcionou um estádio, hoje transferido para o Madison Square Garden, em Chelsea (não confunda!). Depois da demolição, restou um pequeno parque cortado “de raspão” a oeste pela Broadway e situado entre a 23rd Street, a 26th Street, a 5th Avenue e a Madison Avenue. Uma das poucas áreas verdes de Manhattan, o Madison Square foi meio esquecido pelas autoridades municipais e passou por uma fase de decadência até ser recuperado em 2001. Foram restauradas suas estátuas, entre elas a do Almirante Farragut, que comandou a Marinha da União durante a Guerra da Secessão. Após a reforma, o parque tornou-se um agradável espaço de descanso e lazer para moradores e trabalhadores das vizinhanças. Em torno da Madison Square ficam vários belos exemplares da arquitetura nova-iorquina: o Flatiron Building, o Metropolitan Life Insurance Tower, a Manhattan Appelate Courthouse e o New York Life Insurance Company Building.

Atrações

Flatiron Building

O Flatiron é um dos mais antigos e originais arranha-céus de Nova York. Construído em 1902 com 22 andares, o edifício apresentava uma novidade tecnológica: sua estrutura de aço. Mas o que mais chama a atenção nele é a curiosa forma triangular. Visto de lado, ele é fino; de frente, é largo. Por isso, seu nome oficial, Fuller Building, não pegou; foi apelidado de Flatiron por se parecer com um flat iron (ferro de passar roupa). Quando foi erguido, houve quem duvidasse que o Flatiron, sendo tão alto e estreito, pudesse resistir aos fortes ventos de Nova York. End.  175 5th Ave., na altura da 22nd St.

Metropolitan Life Insurance Tower

O prédio do “Met Life”, concluído em 1893, tornou-se o mais alto do mundo em 1909, quando ganhou uma magnífica torre inspirada no Campanile da Piazza San Marco, em Veneza. Permaneceu nessa posição até 1913, quando foi desbancado pelo Woolworth Building. Originalmente, sua fachada era neo-renascentista, mas uma reforma meio desastrada eliminou o estilo. Mesmo assim, o prédio é lindo e seu interior Art Deco merece ser visto. End.   1 Madison Ave.

New York Life Insurance Company Building

Situado do lado nordeste do Madison Square Park, com detalhes de inspiração gótica e uma pirâmide dourada no topo, é um dos edifícios famosos da cidade. Construído em 1926, com base em um projeto de Cass Gilbert, o mesmo arquiteto que desenhou o Woolworth Building, o arranha-céu se destaca pelo cone dourado no seu topo, visível de longe. End.  51 Madison Ave., entre a 26th e a 27th Sts.

Manhattan Appellate Courthouse

O imponente edifício de fachada adornada por elegantes colunas coríntias e esculturas, no estilo Beaux-Arts, é sede de um dos mais movimentados tribunais do país: a Corte de Apelação de Nova York. Caso você tenha a oportunidade de conhecer seu interior (não como parte em um processo judicial, esperamos!), poderá admirar murais e uma exuberante decoração ao gosto Belle Époque.
End.  E 25th St. esq. c/ Madison Ave.

Union Square

A praça entre a Broadway, a Park Avenue, a 14th Street e a 17th Street é famosa por ser, histórica e tradicionalmente, o lugar em que os nova-iorquinos fazem manifestações políticas, desde aquelas pela libertação dos anarquistas Sacco e Vanzetti, no século XIX, às que mobilizaram a população contra as guerras do Vietnã e do Iraque. Estátuas de quatro personagens históricos chamam a atenção do visitante: as dos presidente Abraham Lincoln e George Washington; a de Lafayette, comandante das tropas francesas que apoiaram a luta dos norte-americanos na guerra da independência; e a de Ghandi. Mal freqüentada até há alguns anos, hoje a Union Square é um lugar seguro para se passear. Lá funciona o Union Square Farmer’s Market, uma feira de produtos agrícolas fresquíssimos, tortas, queijos e pães, em sua maioria orgânicos, produzidos e comercializados por fazendeiros locais, um conceito super em moda nos EUA.

Gramercy Park

O charme do Gramercy Park não é para qualquer um. É só para quem tem a chave, já que o pequeno parque é cercado. Isso não impede que você possa, de fora, apreciar esse gracioso oásis em meio à “selva de pedra”. Existente desde 1831, com acesso franqueado apenas aos privilegiados moradores da praça e membros de seletos clubes das redondezas, acabou por dar nome ao bairro de perfil burguês, tranqüilo e residencial, onde podem ser vistos imóveis neoclássicos do século XIX.

Stuyvesant Square

Situada em um terreno praticamente doado em 1836 pela família Stuyvesant, que o vendeu à cidade de Nova York pelo preço simbólico de US$ 5, a praça é cortada ao meio pela 2nd Avenue. Nela há uma estátua de Peter Stuyvesant, governador holandês de Nova York. Nas proximidades existem belas residências antigas no estilo Greek Revival.

Empire State Building

Na divisa com Midtown, este edifício de 102 andares e 381m de altura (ou 443m, se considerarmos a antena de TV) é um ícone de Nova York. Seu nome, aliás, vem do apelido de Nova York: “o Estado-Império”.  Saiba mais sobre o Empire State Building

Church of Transfiguration (Little Church Around the Corner)

Você não acreditaria que na Manhattan do século XXI existe um lugar como esse: uma graciosa igrejinha protestante de tijolos vermelhos da segunda metade do século XIX. Meio escondido à sombra dos arranha-céus próximos, o templo é conhecido como “a igrejinha da esquina” (Little Church Around the Corner). O nome vem do fato de que, por volta de 1870, o pastor de outra igreja mais importante das proximidades recusou-se a realizar serviços fúnebres para um ator recém-falecido, dizendo a seus amigos que procurassem “a igrejinha da esquina”, cujo pastor era, ao que parece, mais condescendente com artistas, sinônimo de vida dissoluta na época. Repare nos vitrais: alguns são inspirados em atores nova-iorquinos. <end./>  1 E 29th St. junto à 5th Ave.

Theodore Roosevelt Birthplace National Historic Site

O imóvel atual é uma reconstrução da casa em que Theodore Roosevelt, presidente dos EUA no começo do século XX, morou até a sua adolescência. De relativo interesse, mostra brinquedos que pertenceram a Teddy, como seu ursinho de pelúcia, fotos e material relativo à sua carreira política e suas viagens. Theodore Roosevelt (não confunda com seu primo Franklin Delano Roosevelt, que também foi presidente) recebeu o prêmio Nobel da Paz em 1906 e participou, dentre outras aventuras, de uma expedição na Amazônia com o Marechal Cândido da Silva Rondon. End. 28 E 20th St., entre a Park Ave. South e a Broadway M 23rd St. Abre de terça-feira a sábado das 9h às 17h.

Museum of Sex

 Realiza exposições temporárias e possui um curioso acervo permanente de vídeos, objetos e fotos que têm o sexo como tema. Você poderá encontrar informações bem ilustradas sobre invenções patenteadas nos Estados Unidos de aparelhos e “tecnologias” de uso sexual; estudos da evolução da arte pornô americana, obras gráficas japonesas, erotismo chinês… Tem até uma lojinha no museu com objetos que o farão corar se você comprar algo e tiver que abrir sua mala na alfândega brasileira na volta para casa. Pode ser uma visita divertida para um casal ou casais de amigos que não se chocam facilmente com “essas coisas”, mas não é um programa para levar crianças ou a tia Maricotinha. End.  233 5th Ave. Museum of Sex

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East Village
East Village, New York

East Village, no começo uma região rural

O East Village foi inicialmente uma região rural, ocupada por fazendas. Até algumas décadas atrás, era uma espécie de primo pobre de Greenwich Village, considerada como o norte do Lower East Side. Durante muito tempo a porção ocupada pela Alphabet City (que tem esse nome porque é formado pelas avenidas A, B, C e D) era considerada meio barra pesada, mas isso mudou muito. Como a região também é habitada atualmente por muitos latino-americanos, foi apelidada de “Loisaida”, que corresponde a “Lower East Side” pronunciado à moda caribenha.

Mapa de East Village

A mudança de pefil do bairro a partir de 1990

A partir da década de 1990, o perfil do East Village foi paulatinamente mudando e aburguesou-se: agora o bairro, relativamente seguro, tem bons cafés, lojas, bares e discotecas. Para quem gosta de gastronomia, a região tem uma gama de restaurantes multi-étnicos: indianos (há vários na 6th Street, chamada de “Little India” ou “Curry Row”), judaicos, latino-americanos, ucranianos, italianos, russos, asiáticos, árabes… e até americanos! Muitos deles são bons endereços para quem está com o orçamento de viagem meio apertado.

O East Village recebeu um grande número de imigrantes asiáticos, latino-americanos e europeus, principalmente eslavos, como atestam as igrejas ortodoxas de St. Mary (End.  121 E 7th St.) e St. Nicholas of Myra (End.  288 E 10th St.). O bairro foi durante muito tempo freqüentado por estudantes e artistas pobres que podiam arcar com os aluguéis relativamente baratos. Ainda hoje, a variedade étnica, cultural e social faz de East Village a região mais “autêntica” de Nova York. Tem de tudo, de punks judeus a yuppies indianos.

As áreas mais simpaticas

Os lugares mais agradáveis para perambular são a 1st Avenue, a 2nd Avenue e a Astor Place, famosa por sua estação de metrô de 1904. A Lafayette Street, onde há bares com mesinhas ao ar livre, conserva um conjunto de elegantes imóveis da década de 1830 com colunas neoclássicas: é a Colonnade Row, outrora habitada pela elite política e financeira de Nova York, como Warren Delano, avô do presidente Franklin Delano Roosevelt, e o magnata Cornelius Vanderbilt. O grande imóvel do outro lado da rua, que abrigava a Astor Library, é desde 1954 sede do Public Theater, que apresenta musicais e peças de teatro, muitas delas tidas como “alternativas” ou “de esquerda”.

A St. Mark Place

Na St. Mark’s Place, morou Levi Davidovich Bronstein, mais conhecido como Leon Trotsky, um dos líderes da Revolução Russa, afastado por Stalin e assassinado, no México, por um sicário do ditador. Na década de 1950 o lugar foi ponto de encontro de beatnicks e, mais tarde, de hippies e artistas. Hoje, lojinhas e barracas instaladas ao lado de estúdios de tatuagem e piercing e de restaurantes japoneses vendem ali quinquilharia barata, roupa made in Taiwan e CDs.
Outro personagem interessante do bairro, no final da década de 1960, foi Abbie Hoffman, do Youth International Party, de tendências libertárias, fundador do Free Store, que coletava roupas usadas para a população pobre.

A vida noturna na Bowery Streett

Para quem curte vida noturna, o local certo é a Bowery Street, onde há bares e danceterias animadas. Ainda caminhando no East Village, procure pelos community gardens (jardins comunitários), criados em lotes abandonados e cultivados por voluntários, geralmente moradores do bairro. O mais conhecido deles é o 6th & B Garden, na esquina da 6th Street com a Avenue B, que promove rotineiramente eventos e oficinas e tem até site (www.6bgarden.org). Um contraste numa cidade que tem um dos mais caros metros quadrados do planeta.

Tompkins Square Park O coração do East Village é esse pequeno parque entre a 9th e a 10th Streets. Em 1874 ocorreu ali a Tompkins Square Riot, revolta de milhares de trabalhadores que resultou em conflito com a polícia.

Ponto de encontro de pacifistas  – Um dos pontos de encontros favoritos de pacifistas, o local foi transformado em enfermaria de campanha durante as manifestações contra guerra do Vietnã. Confirmando a tradição rebelde do bairro, na década de 1980 ativistas locais mobilizaram-se contra a destruição de antigos imóveis ocupados por sem-teto e acabaram entrando em confronto com a polícia. A situação chegou a tal ponto que foi instaurado toque de recolher no Tompkins Square Park, o que piorou a situação e gerou uma revolta popular.

Cachorros fantasiados

A praça possui um dog run que hospeda anualmente a mais importante festa de Dog Halloween dos EUA, com a participação de cerca de 400 cachorros fantasiados. Ao norte da praça, uma estátua de duas crianças lembra o desastre ocorrido com o navio General Slocum, incendiado durante um cruzeiro no East River em junho de 1904, causando a morte de 1300 pessoas, em sua maioria crianças, filhos de imigrantes alemães.

Atrações

Stuyvesant Street

A pequena rua cujo nome homenageia Peter Stuyvesant, governador de Nova York durante a colonização holandesa, tem interesse pela arquitetura. Nela há dois imóveis de estilo Federal, raridades hoje em Manhattan: no nº 21, a Stuyvesant Fish House, de 1804; e no nº 44, a Nicholas William Stuyvesant House, de 1795. Na esquina com a 10th Street fica o Renwick Triangle, gracioso conjunto de edifícios de tijolinhos vermelhos construídos em 1861 pelo arquiteto James Renwick, em estilo Renaissance Revival.

St. Mark’s in the Bowery

A igreja em estilo georgiano foi construída em 1799 no local onde existira a pequena capela da família de Peter Stuyvesant, o poderoso governador da cidade durante a colonização holandesa. Reformada em 1828, ganhou uma torre neogótica. Uma curiosidade sobre esse templo: durante a convenção do Partido Republicano em 2004, a igreja cedeu um espaço de seu terreno para os jovens do National Anarchist Movement montarem seu acampamento de protesto. “Anarquistas, graças a Deus!”, diria Zélia Gattai. End.   131 E 10th St. entre a 2nd e a 3rd Aves. M 1st Ave.

Cooper Union

Inaugurada em 1859, a Cooper Union for the Advancement of Science and Art é a mais antiga escola de ensino superior gratuita da cidade. Voltada para Arquitetura, Engenharia e Artes, a instituição não é mantida pelo Estado; a iniciativa pioneira foi do bem-sucedido empresário e filantropo Peter Cooper, o primeiro norte-americano a desenhar e construir uma locomotiva a vapor, que montou a escola e abriu suas portas às classes mais pobres.

O “Direito faz a Força”

Foi no salão nobre do edifício da Cooper Union – o primeiro a ser construído nos EUA com estrutura de aço – que Abraham Lincoln fez seu famoso discurso Right Makes Might (“O Direito faz a força”), um marco na luta contra a escravidão. Como os Estados do Sul não concordavam com Lincoln, pouco depois estourou a Guerra de Secessão. Tel.  7 E 7th St. entre a 3rd Ave. e 4th Ave. M Astor Pl.   www.cooper.edu

Merchant’s House Museum

A casa erguida em 1832 que pertenceu ao rico comerciante Seabury Tredwells foi uma das poucas no bairro a ser preservada praticamente como era no século XIX e nas primeiras décadas do século XX. Convertida em museu em 1936, conserva belos móveis, objetos pessoais, roupas e tapeçarias. Ao visitá-la, você poderá ver como era a vida de uma família abastada na época. End.  29 E 4th St., perto da Lafayette St. M 2nd. Ave.-Lower East Side /  Merchant’s House Museum

Grace Church

Foi construída em estilo neogótico inglês em 1846 por James Renwick, o arquiteto que doze anos depois ergueria a catedral de St. Patrick. A igreja ficou famosa quando o anão do circo Barnum, Charles Sherwood Stratton, apelidado General Tom Thumb (“General Pequeno Polegar”) casou-se com a também anã Lavia Warren, em uma verdadeira “festa de arromba” que paralisou o bairro. A idéia surgiu da cabeça de Phineas Barnum, o dono do circo, o mesmo gênio em jogadas publicitárias que fez seus elefantes cruzarem a Brooklyn Bridge para provar que a obra era segura. End.  802 Broadway, entre a 10th e a 11th Sts. M Astor Pl.

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Midtown, New York, foto Barão
Midtown, New York, foto Barão

Midtown West: o trecho mais movimentado da Broadway

A parte ocidental de Midtown é dominada pelo Theater District, onde ficam o trecho mais movimentado da Broadway e dezenas de casas de espetáculos, cinemas e teatros. Foi na década de 1920, durante os chamados “Anos Loucos”, que os primeiros movie palaces (cinemas) aglutinaram-se em torno da Times Square. A partir daí, novos teatros, music halls e casas de shows se estabeleceram na região, que abriga também o Carnegie Hall, uma das maiores casas de concertos do mundo.

Mapa de Midtown West

A “região dos teatros”

Embora ainda hoje a Broadway mantenha sua fama de “região dos teatros” e existam algumas dezenas deles no quadrilátero entre a 40th Street, a 57th Street, a 8th Avenue e a Broadway, a época de ouro da avenida durou até 1960. A partir de então, a zona conheceu uma certa decadência. A 42th Street, principalmente, tornou-se insegura e cheia de sex-shops, casas de striptease, peep-shows, teatros de revistas erotizados e cinemas pornô.

Com a constante mudança de perfil dos bairros nova-iorquinos, muitos teatros se estabeleceram em outras regiões da cidade. Os shows eróticos hard-core foram deslocados para lugares mais afastados durante a gestão do ex-prefeito Rodolph Giuliani, que nunca engoliu aquela “pouca vergonha” no centro de Manhattan.

Um bairro que atrai turistas do mundo todo

Apesar da moralização no perfil do bairro, o agito por ali continua intenso e atrai turistas de outras regiões dos Estados Unidos e do restante do mundo; ninguém vai a Nova York sem dar pelo menos uma passada pela Times Square, coração do Theater District. A Broadway nesse trecho é uma das avenidas mais coloridas e luminosas do mundo. É uma profusão de neons piscando, aumentando, diminuindo, cada outdoor tentando ofuscar o vizinho. Por ser central e movimentado, Times Square é uma região extremamente turística no “mau sentido”, cheia de lojinhas de suvenires e bugigangas de gosto e qualidade duvidosos, com honrosas exceções da Virgin Megastore, da Sephora, da Toys ‘R’ Us e da QuickSilver/Roxy.

Rockefeller Center

Nas proximidades da 5th Avenue está a parte mais atraente do bairro. Na altura da 50th Street, você irá deparar com o Rockefeller Center; mais ao norte, fica o MoMA.

Hell’s Kitchen

A zona entre o Theater District e o Rio Hudson é conhecida como Hell’s Kitchen – “cozinha do inferno”. Ocupada por favelas no início do século XX e freqüentada por gangues até 1970, agora a região está na moda: é segura e cheia de restaurantes étnicos cujas cozinhas nada têm de “infernal”.

Bryant Park

Nesse parque acontece de tudo: exposições, concertos ao ar livre, desfiles de moda e até campeonatos de saltos de cachorros. Ali ocorre anualmente a NY Fashion Week. Semi-abandonado durante muito tempo, o Bryant passou por uma reforma no final da década de 1980. Desde então, bonito, seguro e cheio de vida, é freqüentado pelo pessoal que trabalha ou mora nas redondezas e por turistas e estudantes que visitam a Public Library, bem ao lado. Muita gente vai ler, jogar xadrez, gamão ou patinar. Desde 2005, funciona no parque durante o inverno um rinque de patinação no gelo (The Pond).

O Bryant Park é perfeito para você dar uma relaxada depois de horas seguidas dentro de um museu. Uma curiosidade que pode ser útil em emergências: o banheiro público do Bryant Park é um dos melhores da cidade. O site do parque informa a programação de eventos. www.bryantpark.org.

New York Public Library

O imponente edifício declarado Monumento Nacional é um dos marcos arquitetônicos da cidade. Inaugurado em 1911, é sede da biblioteca municipal, que conta hoje com filiais e tem um acervo de milhões de livros, perdendo apenas para o da Biblioteca do Congresso Americano, a maior do mundo. Vale a pena conhecer o lindo Astor Hall e o salão de leitura super bem iluminado e decorado, com 90m de comprimento e mais de 15m de pé-direito. The Day After Tomorrow (2004), com Dennis Quaid, e Spider Man (2002) tiveram cenas filmadas ali.
Site da New York Public Library

Times Square

É um dos mais famosos ícones urbanos do mundo, como o Piccadilly Circus londrino. Situada no entroncamento da Broadway com a 7th Avenue, Times Square é mais propriamente um largo do que uma praça. Recebeu o nome Times porque o jornal New York Times se estabeleceu ali no começo do século XX. Há muito a sede do jornal não está mais lá, mas Times Square continua sendo um dos lugares mais movimentados da cidade. É também onde os nova-iorquinos se reúnem para comemorações, em especial a passagem do Ano Novo. Mesmo com um frio intenso, lá estão eles aos milhares a cada Réveillon, aguardando a contagem regressiva para dar início à sua festa de rua, tão tradicional quanto a de Copacabana, no Rio de Janeiro.

A festa de Ano Novo na Times Square

As comemorações têm origem na inauguração do New York Times, em 1904, quando uma multidão ali se reuniu para ver os fogos de artifício. O sucesso foi tamanho que desbancou o Réveillon de rua até então realizado em Lower Manhattan. Numerosos filmes têm cenas gravadas ali, como Midnight Cowboy (1969), de John Schlesinger, com Dustin Hoffman, e Taxi Driver (1976), de Martin Scorsese, com Robert De Niro. Note que a Times Square “barra pesada” mostrada nesses filmes não tem nada a ver com a atual, muito mais segura.

Madame Tussauds New York

Funciona em Nova York uma filial do conhecido museu de cera londrino. O acervo de centenas de bonecos compreende personagens como Napoleão, Gandhi, Nelson Mandela, John Kennedy, Julia Roberts, Woody Allen, Brad Pitt e Bill e Hillary Clinton (Monica Lewinsky não faz parte da coleção…). Algumas reproduções são boas, outras não impressionam. O preço do ingresso é absurdo: mais do dobro daquele cobrado pelos principais museus de arte da cidade.

USS Intrepid

(Intrepid Sea-Air-Space Museum) Lançado ao mar em 1943, este porta-aviões de 275m de comprimento e 93m de largura, hoje atracado em Manhattan, foi transformado em museu. O Intrepid tem uma longa folha de serviços.
Leia mais sobre o Intrepid.

Rockefeller Center

O badalado conjunto comercial é formado por uma vintena de edifícios construídos pela família Rockefeller. Concentra butiques de grifes, lojas variadas, restaurantes e, no inverno, uma pista de patinação no gelo. Você não deve deixar de fazer uma refeição ou ao menos tomar um drink no Rock Center Café, principalmente se estiver em Nova York durante o verão. Ali você verá a famosa estátua dourada de Prometeu, o personagem mitológico que roubou o fogo dos deuses para dá-lo aos homens. No Natal, a maior atração do Rockefeller Center é sua árvore decorada e iluminada, de 25m de altura, cujas luzes coloridas são acesas a cada ano pela primeira vez exatamente às 18h da primeira terça-feira de dezembro, atraindo uma multidão de curiosos. Particularmente interessante é o observatório Top of the Rock, com uma linda vista 360° de Manhattan. Site do Rockefeller Center

Radio City Music Hall

Inaugurado em 1932, faz parte do Rockefeller Center. Foi construído em estilo Art Deco e é a maior sala de concertos de Nova York, com acomodações para 6 mil pessoas. Seu palco tem um sistema tão avançado de elevadores que é capaz de mudar o cenário com extrema rapidez; foi copiado pela marinha americana para fazer subir e descer aeronaves em porta-aviões. No Radio City há concertos e shows concorridos. Desde a inauguração, na época do Natal, é apresentado o espetáculo Radio City Christmas Spectacular, com o grupo de dançarinas The Rockettes. É claro que as moçoilas vão sendo substituídas; as primeiras rockettes ainda vivas devem ser respeitáveis bisavozinhas. No Radio City Music Hall já se apresentaram os cantores brasileiros como Nelson Gonçalves e Roberto Carlos. Site do Radio City Music Hall

Museum of Modern Art (MoMA)

É o mais importante museu de arte moderna do mundo. Saiba mais sobre o MOMA.

Carnegie Hall

A renomada casa de espetáculos foi durante muito tempo sede da Orquestra Filarmônica da Nova York. Sua sala de concertos, com excelente acústica e platéia que acomoda 2.800 pessoas, já recebeu grandes nomes da música mundial: Arturo Toscanini, Leonard Bernstein, Billie Holiday, Judy Garland, Gene Kelly, os Beatles, Bing Crosby e Frank Sinatra. Tom Jobim, João Gilberto e outros renomados músicos brasileiros também já se apresentaram lá. O edifício neo-renascentista de tijolos alaranjados, obra do arquiteto William Burnet Tuthill, foi um presentão do milionário Andrew Carnegie, o “rei do aço”, à cidade de Nova York.

O Carnegie Hall foi inaugurado em 1891 com um concerto regido por ninguém menos que Tchaikovsky. O belo e histórico imóvel correu o risco de ser demolido ou submetido a uma reforma que o descaracterizaria. Salvou-o uma campanha conduzida pelo músico Isaac Stern, que conseguiu o tombamento do prédio, declarado monumento histórico. Por isso mesmo, seu saguão principal se chama hoje Auditorium Isaac Stern. O edifício passou por uma trabalhosa restauração iniciada em 1983 e concluída em 1995. Sob protestos, o arranha-céu comercial e residencial Carnegie Hall Tower foi inaugurado a seu lado em 1989. Site do Carnegie Hall

Dica

Fique de olhos abertos: a áreada Broadway é um dos pontos favoritos dos batedores de carteiras. No “bom sentido”, ali você encontra agências de viagens, escritório oficial de informações turísticas, hotéis, restaurantes e até um guichê da TKTS que vende oficialmente ingressos excedentes para espetáculos.

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Washington Square, New York, foto Barão
Washington Square, New York, foto Barão

 

Greenwich Village, bairro com muita personalidade

Um bairro badalado

Greenwich Village, um dos bairros mais famosos de Nova York, fica no sudoeste de Manhattan, entre a Broadway e o rio Hudson. Seus limites são, ao norte, acima da 14th Street, o bairro de Chelsea e, ao sul, após a Houston Street, o SoHo. A leste fica o East Village, do outro lado da Broadway. O Arco do Washington Square é a principal referência da região. A parte de Greenwich Village a oeste da 6th Avenue é conhecida como West Village.

Mapa de Greenwich Village

A história do bairro

O “Village”, como dizem os nova-iorquinos, era uma aldeia rural a 3 km do centro. Mesmo tendo sido engolida pela expansão da área urbana, seu plano de ruas não corresponde ao que predomina no restante da ilha. Por isso mesmo, boa parte de suas ruas arborizadas mantém o velho traçado colonial, com vias estreitas e alinhamento irregular.

Os primeiros colonos que ali se fixaram, por volta de 1630, eram famílias holandesas de criadores de gado. A aldeia já existia antes do fim do século XVII, mas a primeira referência oficial data de 1713, quando o lugar era chamado de Grin’wich.

Greenwich Village no século XIX No século XIX, a região era mais conhecida como Washington Square. Foi para lá que muita gente de posses correu quando uma epidemia de febre amarela atingiu Nova York em 1822, preferindo, prudentemente, fixar-se ali, por considerar o Village um lugar mais saudável.

Posteriormente, o bairro, afastado do centro e com aluguéis baratos, foi habitado por imigrantes pobres e por ex-escravos recém libertos. O perfil de Greenwich Village novamente mudou quando, ainda no século XIX, passou a atrair artistas e escritores como Mark Twain, Henry James, Jack London e Edgar Allan Poe, que morou no nº 85 da W 3rd Street, onde escreveu The Fall of the House of Usher.

O Liberal Club

Um dos símbolos mais famosos do espírito inconformista do bairro foi o Liberal Club, fundado em 1912 e instalado no nº 137 da MacDougal Street, ponto de encontro de libertários, artistas, boêmios e escritores: Emma Goldman, Max Eastman, Margaret Sanger, Jack London, Upton Sinclair. No começo do século XX, viveram ali o dramaturgo Eugene O’Neill, ganhador do Nobel de Literatura de 1936, a dançarina Isadora Duncan e o dadaísta franco-americano Marcel Duchamp. Este, certo dia, com a cuca cheia de vinho, acompanhado de amigos, subiu no arco da Washington Square, soltou balões, recitou poemas e proclamou a “República Independente de Greenwich Village”.

Reputação não-conformista

Logo após a Segunda Guerra, a reputação não-conformista do Village foi reforçada com a abertura do vanguardista Living Theatre, e novos alternativos elegeram o lugar como moradia. Na década de 1950, chegaram os beatnicks e o Village tornou-se a Meca da chamada Geração Beat, que marcou época. Personagens como Jack Kerouac (autor de On The Road), Allen Ginsberg e William S. Burroughs eram alguns dos freqüentadores de seus bares e casas de jazz, entre eles o badalado Village Vanguard, no nº 178 da 7th Avenue, fundado em 1935, que existe até hoje, onde já se apresentaram Bill Evans, Miles Davis e o argentino Gato Barbieri.

Também morou no bairro o poeta e romancista Maxwell Bodenheim (1893-1954), que morreu assassinado, miserável, levando vida de mendigo. “Bodey” foi quase esquecido, embora sua produção literária tenha sido tão ou mais importante que a de outros beatnicks.

Bob Dylan chega ao Village Na década seguinte, foi a vez de Bob Dylan chegar ao Village, começando a tocar no Washington Square e em seguida em casas como Café Rienzi, The Gaslight, The Commons e Cedar Tavern. (De uma volta pelo bairro e imagine-se escutando Blowin’ In The Wind e Like A Rolling Stone…). Em seguida vieram os hippies, com suas flores e seu amor livre, logo seguidos pelos pacifistas mobilizados contra a guerra do Vietnã e pelos militantes do movimento gay (a primeira livraria voltada para o público GLS, a Oscar Wilde Bookshop, foi fundada em 1967 em Greenwich Village).

Os bares famosos

Alguns bares do Village tornaram-se famosos, como o Romany Marie Tavern, o Chumley’s e o Cedar Tavern, que teve entre seus habitués Jackson Pollock e Willem De Kooning, os mais importantes representantes do expressionismo abstrato americano, os beats beberrões Kerouak e Gregory Corso e, na década de 1960, Bob Dylan. Hoje, Greenwich Village tornou-se mais chique e boa parte do público underground viu-se obrigado a procurar outras paragens com aluguéis mais acessíveis, como Brooklyn e Long Island.

As ruas MacDougal, Bleecker e Christopher

Essas ruas bem conhecidas são atualmente ocupadas por lojas finas de roupas e calçados que, para não destoar do bairro, têm design criativo. À noite, restaurantes, discotecas badaladas e casas de jazz como o famoso Blue Note ficam lotados. Muita gente diz que Greenwich Village “aburguesou-se”. Talvez, mas o rótulo lendário de lugar alternativo ficou. Ainda hoje é um dos bairros mais simpáticos de Nova York, com uma forte identidade.

Flanar pelo Greenwich Village

Uma boa maneira de conhecer Greenwich Village é reservar pelo menos uma tarde para passear despreocupadamente por suas ruas, parar para um café, olhar vitrines, estender a visita até a noite, quando a animação aumenta, e jantar por lá.

O bairro tem ruelas e recantos que parecem nada ter a ver com o restante da cidade e que conservam uma arquitetura de outros tempos. Washington Mews, uma travessinha da 5th Avenue bem próxima à Washington Square, é uma delas. É curioso imaginar que antigas construções dessa ruazinha tranqüila de calçamento de pedra, com cafés e galerias de arte, foram estrebarias por volta de 1850, abandonadas quando o automóvel foi substituindo os veículos de tração animal.

A MacDougal Alley

tem histórico semelhante.Por volta de 1830, era ocupada por estrebarias que, reformadas, foram se tornando moradias de artistas em início de carreira, com pouco dinheiro no bolso. Pouco a pouco as casinhas foram sendo transformadas em ateliês e ganharam fama quando a rica escultora e colecionadora Gertrude Vanderbildt Whitney se estabeleceu na rua. Reconhecendo o talento de alguns de seus vizinhos, começou a comprar suas obras. Após formar uma belíssima coleção, chegou a oferecê-la ao Metropolitan Museum, que a recusou (devem ter se arrependido!). Sem se dar por achada, Gertrude fundou seu próprio museu, o Whitney Museum of American Art..

Bedford Street

É outra rua curiosa No n° 75 ½, você encontrará uma construção de tijolinhos de três andares da década de 1890, cuja fachada tem apenas 2,90m. É considerada a casa mais estreita de Nova York. Nela morou o ator Cary Grant. No n° 77, fica a casa mais antiga do bairro, construída em 1799, que passou por várias reformas mas conserva paredes laterais de madeira. Nessa rua funciona também o Chumley´s, um antigo speakeasy (bar clandestino da época da Lei Seca), instalado no n° 86, que mantém características do período em que toda bebida alcólica era proibida nos Estados Unidos: nenhuma placa na porta e saída “secreta” pelo n° 58 da Barrow Street.

Clientes famosos

O Chumley´s Foi freqüentado por escritores como John Steinbeck, Ernest Hemingway e John Dos Passos. Grove Court é uma vila de pitorescas casas geminadas, construída entre 1848 e 1852 na Grove Street, entre a 7th Avenue South e a Hudson Street. Essa foi uma solução urbanística inventada pelo comerciante Samuel Cocks quando famílias pobres não tinham suas casas voltadas para a rua principal. Na época a vila foi motivo de piada e era chamada de “Mixed Ale Alley”, mas hoje é um lugar relativamente caro e exclusivo onde só moradores entram.

Patchin Place

É outra vila de casinhas geminadas que foram habitadas por personagens como o poeta modernista Edward Estlin Cummings (mais conhecido pelo apelido de E. E.) e o jornalista John Reed. A Gay Street muita gente confunde, mas seu nome não tem nada a ver com os gays do bairro e sim com a família Gay, proprietária da área no passado. Tem apenas uma quadra. Durante a Lei Seca, funcionavam ali vários speakeasies. Jimmy Walker, o prefeito bon-vivant, manteve uma casa no n° 12 da rua para sua amante, a atriz inglesa Betty Compton.

Washington Square

O local era nos tempos coloniais um pântano onde os habitantes da região iam caçar patos selvagens. Posteriormente, foi lugar de duelos e execuções.
Saiba mais sobre Washington Square

A perda do patrimônio arquitetônico

Boa parte das townhouses, belas mansões aristocráticas de estilo neoclássico, com portais de colunas dóricas, em volta de Wahington Square, foram compradas e demolidas pela NYU para a construção de prédios administrativos sem nenhum charme. O pouco que sobrou do lado norte da praça merece uma olhada. Na Washington Square e suas vizinhanças moraram personagens famosos, como Henry James, John Dos Passos, John Reed e Louise Bryant.

Bleecker Street

É uma das ruas mais animadas e boêmias do Greenwich Village desde a década de 1960, tão conhecida que foi tema de uma canção de Simon e Garfunkel. Cheia de lojas, restaurantes de preços acessíveis, casas de jazz, bons cafés, confeitarias e mercearias de produtos finos, é um bom lugar para dar uma volta no final de tarde ou ir jantar. No nº 144 da rua, onde existe hoje a Kim’s Underground, uma loja de vídeos, funcionou o histórico Bleecker Street Cinema, que exibia filmes de arte. O local aparece em Crimes and Misdemeanors (Crimes e Pecados), de Woody Allen. No nº 147 fica o The Bitter End e, na esquina com a LaGuardia Place, há uma reprodução, bastante ampliada, da escultura Bust of Sylvette, de Picasso. Os queijófilos não devem perder a Murray’s, loja especializada em queijos do mundo todo, no nº 254.

Meatpacking District

A região noroeste do bairro, entre a 14th Street, a Horatio Street, a Hudson Street e o rio Hudson, que até a década de 1990 era a zona atacadista de carne da cidade (meatpacking significa literalmente “embalagem de carnes”), é um bom exemplo de como por lá as transformações podem ser rápidas. As ruas de paralelepípedos do Meatpacking District pululam agora de galerias de arte, butiques, restaurantes, bares e cafés.

Os estabelecimentos que processavam e comercializavam carnes, sem poder acompanhar o valor dos aluguéis, foram batendo asas para longe. Como dizem em NYC, a região é hoje “über hot spot”, ou seja, uma das áreas que estão mais na moda. Era ali que ficava o loft em que morava a personagem Samantha Jones, do Sex and The City. É também onde fica o badaladíssimo restaurante Pastis, que Woody Allen usou na cena de abertura de Melinda & Melinda.

Jefferson Market Courthouse

No local onde hoje se ergue o prédio de tijolinhos vermelhos, existiu um dos principais mercados de alimentação da cidade, fundado em 1832, e uma torre de observação para combate a incêndios, com um sino que era tocado quando se avistasse fumaça no bairro. Projeto de Calvert Vaux (o mesmo que criou o Central Park) e de Frederick C. Withers, o edifício atual foi construído em 1875 em estilo Gothic Revival.

Com arquitetura inconfundível e uma torre que pode ser avistada de longe, o Jefferson Market Courthouse é uma das construções mais marcantes e curiosas de Nova York. Apesar disso, quase foi demolido, tendo sido salvo por pouco da destruição pelos moradores do bairro, que se mobilizaram para preservá-lo. Foi utilizado a partir de 1927 como tribunal especializado no julgamento de mulheres, entre elas a polêmica e liberal atriz Mae West, acusada pela Society for the Suppression of Vice (Sociedade para a Erradicação do Vício…) de “comportamento obsceno”, multada em 500 dólares e condenada a uns dias de cadeia. O edifício foi também prisão feminina; ali eram encarceradas sobretudo as prostitutas, consideradas um problema social. Restaurado em 1967, o prédio pertence hoje à New York Public Library.

The Forbes Galleries

Pequeno museu que reúne coleções insólitas. Parte do acervo é constituído por brinquedos da infância do milionário editor da famosa revista de economia Forbes: centenas de miniaturas de barcos, soldadinhos de chumbo de Alexandre, o Grande, a George Washington, e diversas versões, inclusive a primeira, do jogo Monopoly (ancestral do Banco Imobiliário) que encantou gerações de norte-americanos. Mais informações no site oficial da Forbes Galleries.

St. Luke’s Place

A rua tranqüila e arborizada com imóveis da segunda metade do século XIX, de tijolinhos vermelhos e brownstones, em estilo Renaissance Revival, proporcionam um pequeno mergulho na Nova York de outrora. Repare na casa de n° 6 os dois antigos postes de bronze com as luminárias que simbolizavam a importância de seu residente e identificavam a moradia do prefeito de Nova York, James John Walker, conhecido como Jimmy Walker, eleito em 1926.

Afastado por suspeita de corrupção, Walker foi um sujeito divertido, boêmio e extravagante, que na juventude compôs a canção Will You Love Me In December As You Do In May?. O filme Beau James, com Bop Hope, o teve como personagem. (Nossos corruptos atuais são tão desinteressantes que não rendem sequer um curta-metragem!). Outras casas dessa rua também têm suas histórias: a de n° 4 foi cenário do filme Wait Until Dark (Um Clarão Nas Trevas), de 1967, no qual Audrey Hepburn interpreta uma cega.

Sheridan Square

A praça e seus arredores têm história. Em 1863, durante os Drafts Riots (levantes contra o alistamento obrigatório durante a guerra civil americana), os revoltosos atacaram nesse local trabalhadores negros, que foram salvos pelos moradores de prédios vizinhos. Também foi perto dali que grupos gays enfrentaram policiais no bar Stonewall Inn, na Christopher Street, bem ao lado, freqüentado pela comunidade GLS.

Hoje vemos na praça a estátua do general Phillip Sheridan, que comandou as tropas da União durante a Guerra de Secessão, e esculturas de dois casais homossexuais, obra de George Segal em homenagem ao Gay Rights Movement. Os casais são representados informalmente, como se estivessem conversando; os homens, em pé, e as mulheres, sentadas em um banco. Um contraste com o sisudo general! Todos os anos, no último domingo do mês de junho, concentram-se na Sheridan Square os participantes da Gay Pride March, que percorrem o bairro até o Stonewall Inn. Uma festa interessante e divertida não apenas para o público gay; um monte de heteros “cabeça” também participam. No n° 10 da praça existiu o famoso bar Pirate’s Den, aberto em 1917. Uma réplica dele foi erguida para a filmagem de Greenwich Village, com Carmen Miranda, em 1944 (nascida em Portugal, mas brasileiríssima).

Christopher Street

Considerada uma das ruas mais gays de Nova York, a Christopher é animadíssima à noite. Cheia de bares, restaurantes freqüentados principalmente, mas não somente, pelo público simpatizante, bem como sex-shops, a rua é um território livre, com casais homossexuais de ambos os sexos andando abraçados pelas calçadas ou namorando nos cafés.

A left Village

John Reed, autor de Dez Dias que Abalaram o Mundo, foi um jornalista de idéias socialistas. Visionário, ele acreditava poder realizar uma revolução comunista nos Estados Unidos (Camarada Reed, você bebeu?). Engajado, partiu para a Rússia e acabou morrendo de tifo em Moscou em 1920, com a esposa Louise Bryant a seu lado. Ela também era escritora, feminista e engajada.

O filme Reds, de Warren Beatty, retrata a militância do casal e seu complicado relacionamento amoroso. Depoimentos de personalidades que conheceram Reed, como o do escritor Henry Miller, enriquecem o filme. Outro escritor de esquerda que viveu no Village foi John Dos Passos, que em 1927 se posicionou contra a execução dos anarquistas Nicola Sacco e Bartolomeo Vanzetti e acabou sendo preso. Simpatizante do socialismo, visitou a União Soviética no final da década de 1920. Presenciando o totalitarismo stalinista, voltou para os Estados Unidos com suas convicções abaladas.

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Soho, New York, foto Barão
Soho, New York

Soho e Tribeca hoje, a história do bairro

O que era o bairro no século XVIII O nome SoHo é a abreviação de “South of Houston Street”, bairro que tem como limites ao norte, a própria Houston Street; ao sul, a Canal Street; a leste, a Bowery; e a oeste, a 6th Ave. Até o século XVIII, essa era uma região rural margeada por um canal mal-cheiroso utilizado como esgoto que, aterrado, deu origem à Canal Street.

Mapa do Soho

Na segunda metade do século XIX e no início do século XX, o SoHo era um ativo centro industrial e comercial. O Soho era ocupado por fábricas e depósitos construídos com peças pré-moldadas de ferro fundido (cast iron), que permitiam aos engenheiros e arquitetos erguer rapidamente grandes imóveis. Suas colunas de ferro são tão perfeitas que parecem de alvenaria.
Como aconteceu em outras metrópoles no mundo todo, a busca por espaço fez com que as principais fábricas acabassem por se transferir para áreas suburbanas.

A época de decadência o SoHo transformou-se numa região decadente, repleta de imóveis abandonados. Quando os preços de Greenwich Village tornaram-se proibitivos para artistas que mal conseguiam sobreviver de sua arte, muitos se transferiram para os velhos depósitos e galpões abandonados, alugados a preço de banana, alguns dos quais não tinham inicialmente nem luz elétrica: os famosos lofts.

Chegam os artistas

A chegada de artistas valorizou o SoHo, que ganhou charme e personalidade. Galerias de arte começaram a se instalar no bairro, bares e restaurantes foram abertos. Na década de 1970, habitado por mestres da pop art, como Roy Liechtenstein e Robert Rauschenberg, consolidou-se como “bairro de artistas”. Foi quando a beleza de seus velhos edifícios de cast iron começou a ser reconhecida. Vinte e seis dos prédios do bairro, do século XIX, foram declarados de valor histórico, passando a área em que se situam a ser chamada Cast Iron Historic District.

O SoHo vira moda

Morar em um loft, inicialmente uma solução para os “duros”, tornou-se ambição de boêmios endinheirados e de gente famosa como Robert De Niro, Harvey Keitel, Isabella Rossellini e Naomi Campbell. Com isso, os aluguéis começaram a disparar. Hoje o bairro tem muitas boas lojas, inclusive de grifes.
Contradição do capitalismo: os “novos talentos” que não tiveram tempo de fazer dinheiro nem sua própria reputação – mas que fizeram a do bairro – mais uma vez arrumaram as malas e buscaram outras paragens.

Tribeca

Tribeca, cujo nome significa “Triangle Below Canal Street”, foi igualmente uma zona industrial. Seguiu a onda do SoHo e teve seus lofts transformados em imóveis disputados. A região, por vezes chamada “novo SoHo”, tem menos buchicho, menos personalidade e arquitetura mais comum. Como seus aluguéis são um pouco mais acessíveis, tem entre seus moradores artistas e boêmios que conseguiram se manter nas proximidades do SoHo. O bairro é sede do Tribeca Films, produtora de cinema pertencente a Robert De Niro que, desde 2002 promove anualmente o Tribeca Films Festival, fazendo com que as atenções se voltem para a região.

O agito do final de semana

Nos finais de semana, o movimento de pessoas nos dois bairros é intenso Apesar de o SoHo e Tribeca estarem tomados por galerias de arte e seus bares concentrarem um público característico, os cabeludos de antigamente, de brinco e rabo de cavalo, moiçolas de boina à la française e pretensos artistas com óculos à la John Lennon tornaram-se raros no bairro, que atrai principalmente turistas e gente que vai fazer compras ou passear.

Um bom programa: flanar pelas ruas do SoHo e de Tribeca

Os dois bairros ainda têm ruas com calçamento de pedra. Parar para um café ou almoçar por ali é um bom programa. As ruas mais interessantes – por serem points do agito, por abrigarem casas de jazz, butiques, cafés e galerias de arte ou em razão de sua arquitetura – são Greene, Spring, Prince, Broome, White e West Broadway.

Todas essas ruas têm edifícios com belas fachadas em ferro fundido Você poderá ver alguns exemplos desse tipo de arquitetura, como o Gunther Building no nº 469 da Broome Street, erguido por volta de 1870. Da mesma época, no nº 28 da Greene Street fica um prédio conhecido como Queen of Greene Street, no qual o ferro fundido foi intensamente utilizado em forma de colunas coríntias e arcos. Perto dali, no nº 72, está o King of Greene Street, de 1873.

E. V. Haughwout Building

O que impediu a verticalização das construções no mundo todo durante muito tempo foi a inexistência de meios de elevação, ou seja, elevadores e de estruturas de cimento armado. Os prédios em geral limitavam-se a cinco andares. Uns poucos chegavam a sete pavimentos. Mais do que isso, as pessoas não aguentavam subir a pé. Por isso mesmo, na Europa, por exemplo, os mais ricos moravam no primeiro ou segundo andar e o pessoal mais pobre nos andares mais altos. (Será que, por razões genéticas, aguentavam subir mais andares?).

Os prédios ganham elevadores

Construído em 1856 no Cast Iron Historic District, E. V. Haughwout Building, tem apenas cinco andares. Nele foi instalado um dos primeiros elevadores hidráulicos do mundo por um certo Elisha Otis. (Esse nome não lhe diz nada?) A partir daí, os edifícios se tornaram cada vez mais altos. O prédio merece uma olhada também por seu estilo Italianate (ou Renaissance Revival) inspirado nas criações do século XVI do padovano Andrea Palladio. Outra inovação do Haughwout foi o intenso uso do ferro fundido, elemento que começava a ser introduzido na arquitetura americana, nos detalhes e ornamentações.

Little Singer Building

O histórico imóvel de doze andares erguido em 1904, um bom exemplo da arquitetura do SoHo, com tijolinhos e balcões de cast iron, foi o ateliê do inventor da máquina de costura. Sua fachada adornada com vidro, fórmula repetida em muitos skycrapers da metade do século XX, tem inspiração no estilo veneziano.

New York City Fire Museum

Um museu diferente, ideal para quem não se interessa em demasia por pinturas e esculturas ou já viu tantas que não consegue assimilar mais nada… Interessante também para a criançada que verá praticamente tudo o que já foi produzido nos Estados Unidos para o combate a incêndios, do século XVIII aos dias de hoje, principalmente curiosos veículos utilizados pelos bombeiros, de carroças a viaturas motorizadas, algumas das quais são verdadeiras relíquias. New York City Fire Museum

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NYC Upper East side
Central Park, Upper East Side NYC

Upper East Side, um bairro de cultura e arte

Upper East Side, New York, um bairro chique no norte de Manhattan reúne os mais importantes museus da cidade.

Mapa de Upper East Side

Atrações em Upper East Side

Metropolitan Museum of Art (MET)

Este museu de Nova York é um dos mais importantes do mundo, no gênero. Da Pré-História até os dias de hoje, tudo o que o homem concebeu como artes plásticas você encontra no Met. Saiba mais sobre o Metropolitan Museum of Art em Nova York. Metropolitan Museum of Art (MET)

Frick Collection

A Frick Collection em Nova York serve para comprovar que não são apenas os grandes museus que merecem ser visitados. A sofisticada mansão erguida em 1913, destinada a servir de moradia para Henry Clay Frick e abrigar sua coleção de obras de arte. Saiba mais sobre o Frick Collection em Nova York

Whitney Museum of American Art

Especializado em arte moderna norte-americana. Possui acervo de mais de 13 mil obras. Whitney Museum of American Art

Asia Society Museum

Um prato cheio para quem gosta de arte oriental. O acervo, doado em 1956 por John D. Rockefeller III à Asia Society, compreende pinturas, esculturas e objetos trazidos por ele de diversos países da Ásia, como Japão, China, Índia e Tailândia. Rockefeller, que não era amador, sabia muito bem escolher e tinha meios de adquirir, selecionou uma fabulosa amostra de peças de valor artístico e histórico que datam desde 2.000 a. C. até o século XIX. O museu também apresenta exposições temporárias sobre temas específicos.
End. 725 Park Ave., na altura da 70th St. / Asia Society Museum

Sinagoga Emanu-El

A imponente construção em estilo bizantino de 1929 é a maior sinagoga reformista dos Estados Unidos. Seu interior suntuoso tem portas trabalhadas em bronze e belos vitrais inspirados no Velho Testamento. Na sinagoga existe um pequeno museu com aproximadamente 650 peças religiosas, do século XIV à atualidade.
End.  1 E 65th St. esq. c/ 5th Ave. M 68th St. ou 5th Ave.  Sinagoga Emanu-El

Roosevelt Island

A ilha no East River entre Manhattan e o Queens, com 3 km de comprimento e apenas 240m de largura no seu trecho mais estreito, já abrigou uma prisão e um asilo e foi local de isolamento para doentes contaminados com varíola. Somente em 1968 foi declarada zona residencial, com um plano de urbanização e paisagismo. Renomeada em 1973 como Roosevelt Island, tem hoje uma população de mais de 10 mil habitantes. Nela funcionam alguns restaurantes e cafés. Dentre as construções históricas estão um farol de 1872, a Chapel of the Good Shepherd, erguida em 1888, e a Blackwell House, construída em 1794, uma das mais antigas de Nova York.

Neue Galerie

A instituição dedicada às artes alemã e austríaca funciona na mansão estilo Beaux-Arts, construída em 1913, onde morou a Sra. Cornelius Vanderbilt III. Dentre os artistas cujas obras estão expostas, o mais conhecido é Gustav Klimt. – 1048 5th Ave., na altura da 86th St. New York. Neue GalerieGuggenheim American Museum – Este museu de Nova York foi inaugurado em 1959 e famoso pelo projeto arquitetônico modernista de Frank Lloyd Wright, em forma de caracol, esse museu apresenta a coleção de arte moderna de Solomon Guggenheim e sua sobrinha Peggy Guggenheim. Ela compreende o maior acervo norte-americano de obras de Kandinsky, além de telas de Picasso e de Camille Pissarro. – 1071 5th Ave., na altura da 88th St. Guggenheim American Museum

National Academy Museum and School of Fine Arts

Coleções permanentes abrangem as principais escolas de arte dos Estados Unidos desse período. – 1083 5th Ave., entre a 89th e a 90th Sts, New York. National Academy Museum and School of Fine Arts

Jewish Museum

O museu de Nova York é um dos maiores museus sobre a cultura judaica fora de Israel. – 1109 5th Ave, New York. Jewish MuseumMuseo del Barrio – Fundado em 1969, este pequeno museu é dedicado à arte latino-americana, particularmente à porto-riquenha. Museo del BarrioGracie Mansion – Em 1799, quando a mansão em estilo federal foi construída para servir como casa de campo para o rico comerciante Archibald Gracie, essa era uma região rural. Depois de passar pelas mãos de outros proprietários, o belo imóvel foi vendido à prefeitura de Nova York. Desde 1942, é residência oficial do prefeito de Nova York. – 157 East End Ave. – Upper East Side – New York.  Gracie Mansion

As avenidas famosas

Lexington Avenue

Com várias residências em brownstone, mas menos sofisticada e mais descontraída do que a Park ou a Madison, essa avenida é onde funciona a loja de departamentos Bloomingdale’s, instalada em um imóvel em estilo Art Deco. Vários cafés e livrarias também existem na Lexington.

Madison Avenue

Nessa avenida cheia de prédios de brownstones funcio­nam, principalmente ao sul da 79th Street, lojas de grandes grifes da moda internacional, bem como a igualmente ultra-chique Barney’s. Na Madison ficam ainda o Whitney Museum of American Art e o elegante hotel Carlyle, construído em 1929.

Park Avenue

Esta é uma das mais bonitas e chiques avenidas nova-iorquinas e conseqüentemente, um dos metros quadrados mais caros do planeta, espécie de Avenue Foch americana. Larga, possui um canteiro central e é ladeada por prédios imponentes, e pelo Seventh Regiment Armory, de 1877, que tem o aspecto de fortaleza gótica, com uma torre que lembra aquelas dos palácios florentinos. Pode ser visitado por dentro, com hora marcada. (End. 643 Park Ave., entre a 66th e 67th Sts. www.armoryonpark.org). Merece ainda uma olhada o grupo de casas em estilo georgiano, da década de 1910, na altura da 69th Street. A parte da Park Avenue que fica em Upper East Side é principalmente residencial, ocupada por imóveis de luxo de milionários. A Park Avenue termina (ou começa, dependendo de onde você vem…) com chave de ouro: a fachada da Grand Central Terminal, em Midtown East. “Do lado de lá”, atrás da estação, a avenida continua com o nome de Park Avenue South e nova numeração. Já não tem nada a ver com a Park Avenue; não confunda!

Os escritórios de turismo em Nova York

Em Nova York funcionam diversos postos de turismo. Não deixe de procurá-los para esclarecer dúvidas, obter dados sobre a programação cultural da cidade e pedir assistência em caso de necessidade.

Midtown West 810 7th Ave., entre a 52nd St. e a 53rd Sts. M 7th Ave, Nova York. Vende Metrocard, CityPass e bilhetes para os ônibus turísticos da Gray Line New York Sightseeing.
Lower Manhattan 1 City Hall Park (Broadway c/ Park Row), Nova York. Com ênfase na história da cidade, fornece informações, folhetos e brochuras.
Lower Manhattan 2 26 Wall St. (no Federal Hall) Chinatown, Nova York. Quiosque na esquina das ruas Canal, Walker e Baxter M Canal St. Times Square (escritório não oficial) 1560 Broadway, Nova Site de informações turísticas de New York em Times Square.
Aeroportos – Os aeroportos n mundo todo têm hoje centros de informações turísticas.

Informações práticas

Como ir a Nova York

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Escolha e reserve seu hotel:  seleção por categoria e bairro

Lower Manhattan, New York, foto Barão
Lower Manhattan, New York, foto Barão

Lower Manhattan: o extremo sul da ilha de Manhattan

Corresponde ao Sul de Manhattan. É onde ficavam as torres gêmeas destruídas pelo atentado terrorista de 11 de setembro.

Mapa de Lower Manhattan

Uma das primeiras áreas ocupadas pelos colonizadores

A “Baixa Manhattan”, ou Lower Manhattan, se estende da Chambers Street, ao norte, até o Battery Park, englobando o triângulo correspondente ao extremo sul de Manhattan, uma das primeiras áreas ocupadas pelos holandeses.

O povoado colonial

Esse pprimeiro povoado do período colonial tinha por limite, ao norte, a Wall Street (“rua do muro”), onde um muro de defesa a isolava do resto da ilha. Hoje, essa é a região do Financial District (Distrito Financeiro), onde se situam bancos e corretoras de valores.

Atrações no bairro

Wall Street

Na esquina da Wall Street com a Broad Street (não confunda com a Broadway) está o coração da economia mundial: a Bolsa de Valores de Nova York. O que acontece ali tem reflexos no resto do planeta. Embora existam apartamentos residenciais no Financial District, o bairro é basicamente ocupado por escritórios, o que o torna movimentado durante os dias úteis, porém calmo à noite e nos finais de semana. Boa parte da região, cujas ruas têm traçado irregular, é salpicada de arranha-céus. Da arquitetura colonial, quase nada restou.

City Hall

Em Lower Manhattan ficam também o City Hall, sede da Prefeitura de Nova York, e o Ground Zero, antigo local das torres gêmeas do World Trade Center, destruídas pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

Battery Park –  palco de concertos e espetáculos; o Castle Clinton National Monument; o Federal Hall, erguido no local em que funcionou, entre 1789 e 1790, o primeiro Congresso dos Estados Unidos; a Fraunces Tavern, uma taverna histórica frequentada por George Washington e seus patriotas; o o Woolworth Building; e a Trinity Church.

A estátua da Liberdade

Do Battery Park partem os barcos que levam a duas outras atrações da cidade: a Estátua da Liberdade e Ellis Island, o primeiro pedaço de território americano pisado por imigrantes que, no passado, chegavam aos milhares a Nova York. Do mesmo local, saem os ferry boats para Staten Island. Saiba mais sobre a Estátua da Liberdade.

A recuperação do área portuária de South street Seaport

Feios e decadentes, os antigos armazéns do South Street Seaport estavam para ser demolidos na década de 1960 quando a mobilização de um grupo de cidadãos conseguiu que o lugar fosse preservado, restaurado e convertido em área de lazer. e porto para barcos antigos. Saiba mais 

St. Paul’s Chapel

 A igreja episcopal, raro exemplo de arquitetura georgiana em Nova York, concluída em 1766, é a mais antiga construção pública de Manhattan. Seu prédio escapou duas vezes da destruição. Em 21 de setembro de 1776, quando um incêndio arrasou centenas de imóveis, a capela situada no meio da área atingida foi salva pela população, que passou a noite jogando água no edifício para salvá-lo das chamas. Em 2001, por pouco essa bela igreja não foi atingida pelos escombros do Word Trade Center, que ficava pertíssimo dali. São Paulo é santo forte! A igreja serviu como base física e espiritual para o pessoal que trabalhou pesado na remoção dos destroços das torres gêmeas.

Trinity Church

  Essa igreja em estilo neo-gótico, bem graciosa, mas que parece sufocada pelos edifícios à sua volta, foi à época de sua construção, em 1846, o edifício mais alto de Nova York. Costuma haver concertos e apresentações musicais na Trinity Church; consulte a programação.

New York City Police Museum

Exibe milhares de peças utilizadas pela polícia nova-iorquina, que vão de cacetetes e armas a antigas viaturas e motocicletas, como as Indians e a Highway Harley Davidson, que fazem motoqueiros babarem! O acervo fotográfico tem imagens de veículos de 1920 e das décadas seguintes, do tipo que aparece em filmes como Bonnie and Clyde. Podem ser vistos uniformes usados por policiais da cidade desde o começo do século XX, inclusive da era do cinema mudo. Outra curiosidade é a seção sobre a atuação dos primeiros policiais negros, admitidos na instituição no final do século XIX, quando o racismo ainda era feroz mesmo no Norte dos Estados Unidos. New York City Police Museum

National Museum of the American Indian

Um dos principais acervos sobre as cultura pré-colombianas no continente americano. Saiba mais

Fraunces Tavern Museum

Durante as guerras da independência, a elegante construção em estilo georgiano, erguida em 1719, foi uma taverna dirigida pelo negro antilhano Samuel Fraunces e ponto de encontro dos revolucionários americanos Sons of Liberty. Em dezembro de 1783, a taverna foi o local escolhido por George Washington para se despedir de seus oficiais. O edifício, restaurado em 1917 pelos Sons of Revolution (descendentes dos Sons of Liberty…), é sede de um museu sobre a independência dos Estados Unidos. Seu acervo englob armas, bandeiras e telas famosas. Fraunces Tavern Museum

Ground Zero

A enorme cratera do Ground Zero, hoje cercada por uma grade de proteção, corresponde ao sítio onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center, destruídas pelo atentado terrorista de 11 de setembro de 2001. A LMDC (Lower Manhattan Development Corporation), criada para gerenciar a recuperação do local, expõe no Winter Garden Atrium do World Financial Center os planos para a recuperação da área. O elegante Atrium, atingido pelos destroços das torres gêmeas, teve que ser reconstruído e foi reaberto em 2002. Com 110 andares e 410m de altura, as Twin Towers tinham sido erguidas no início da década de 1970. Eram os edifícios mais altos de Nova York. Sua destruição mudou a cara da cidade.

Tribute World Trade Center

Um centro que honra a memória dos que perderam suas vidas no World Trade Center foi inaugurado em 2006 pelas famílias das vítimas do atentado. Tours guiados e exposições com fotos tiradas por ocasião dos atentados retratam a seqüência dos acontecimentos. 120 Liberty St., perto da Church St. M Cortland St. Tribute World Trade Center

Woolworth Building

Esse edifício neo-gótico construído em 1913 foi um dos primeiros arranha-céus de Nova York e o mais alto do mundo até 1930, quando o Chrysler Building o superou. Com 241m de altura e 57 andares, ainda hoje está incluído entre os 50 maiores edifícios norte-americanos, o que não é pouco, já que os Estados Unidos são o país da verticalização. Concebido pelo arquiteto Cass Gilbert, o prédio serviu de sede à Woolworth Company, pertencente a Franklin Winfield Woolworth, um comerciante que começou com um pequeno negócio em 1879, fundou a primeira rede de lojas de produtos baratos e tornou-se multimilionário. Dê uma olhada no hall, decorado com bem-humoradas caricaturas: a de Frank Woolworth como um Tio Patinhas, contando as moedas que amealhou com seu comércio, e a de Cass Gilbert como um King Kong, agarrado a uma maquete do arranha-céu.

Civic Center

O Centro Cívico nova-iorquino compreende a Corte de Justiça e o City Hall, sede da prefeitura de Nova York, inaugurado em 1812. Ali, milhares de americanos foram prestar sua última homenagem ao presidente Abraham Lincoln, assassinado por um sulista após a vitória das forças da União contra os Confederados em abril de 1865. Uma curiosidade: na época da construção do City Hall, a Nova York “civilizada” acabava ali. Ao norte, só havia aldeias miseráveis e favelas. A parte de trás do edifício foi deixada semi-acabada, pois ninguém imaginava que a cidade se expandisse.

Federal Hall National Memorial

Nesse local, funcionou o primeiro Congresso Nacional dos EUA, onde George Washington tomou posse como primeiro presidente, em 1789. O memorial de mármore branco, construído em 1842, em estilo Greek Revival, é sinalizado por uma estátua de Washington. Saiba mais

African Burial Ground

O African Burial Ground é o cemitério que abrigou os restos mortais de mais de 15 mil escravos africanos, desativado em 1790 e redescoberto por acaso em 1991. Saiba mais sobre o  African Burial Ground

Castle Clinton National Monument e Battery Park

Na ponta do Battery Park,á uma construção redonda, sem estilo (e sem muita graça) erguida em 1811, denominada Castle Clinton em homenagem a DeWitt Clinton, ex-governador de Nova York. Esse foi um dos doze fortes erguidos pelos americanos que protegeram a cidade na guerra de 1812 contra os ingleses com uma bateria de canhões (origem do nome Battery Park). Em 1823, sem utilidade, o forte foi doado à cidade de Nova York, teve o nome mudado para Castle Garden e acabou transformado em um teatro.

Ellis Island e Immigration Museum

Entre 1892 e 1954, foi posto de triagem de imigrantes: a primeira terra do Novo Mundo pisada por milhões de europeus. Saiba mais sobre Ellis Island e o Immigration Museum.

Museum of Jewish Heritage

Nesse museu há audiovisuais, textos, fotos, documentos e objetos sobre a história e a cultura judaicas. A exibição permanente é dividida em três áreas, que abordam a vida cotidiana dos judeus há 100 anos; o antisemitismo, com ênfase, é claro, no Holocausto; e a situação atual dos israelistas no mundo. As fotos sobre os campos de extermínio chocam, mas a memória dessa barbaridade não pode ser esquecida. Museum of Jewish Heritage

Brooklyn Bridge

É uma das mais famosas pontes do mundo e liga Manhattan ao Brooklyn. Saiba mais sobre a Brooklyn Bridge

Informações práticas

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Manhattan, foto Barão
Manhattan, foto Barão

Nova York: o que há de melhor em cada bairro

Mapa de New York

Lower Manhattan

Tribute World Trade Center

O centro honra a memória dos que perderam suas vidas no World Trade Center. Tours guiados e exposições com fotos tiradas por ocasião dos atentados retratam a seqüência dos acontecimentos que chocaram Nova York e o mundo. Saiba mais

Soho

O nome SoHo é a abreviação de “South of Houston Street”, bairro que tem como limites ao norte, a própria Houston Street; ao sul, a Canal Street; a leste, a Bowery; e a oeste, a 6th Ave. Esse bairro, hoje na moda, era até o século XVIII, essa era uma região rural margeada por um canal mal-cheiroso utilizado como esgoto que, aterrado, deu origem à Canal Street.

Greenwich Village

Washington Square

O local era nos tempos coloniais um pântano onde os habitantes da região iam caçar patos selvagens. Posteriormente, foi lugar de duelos e execuções. A praça em si foi construída em 1826, logo se tornou um dos pontos de encontro dos nova-iorquinos. No final da 5th Ave. M W 4th St. Greenwich Village.

East Village

Tompkins Square Park

O coração do East Village em Nova York é esse pequeno parque entre a 9th e a 10th Streets. Em 1874 ocorreu ali a Tompkins Square Riot, revolta de milhares de trabalhadores que resultou em conflito com a polícia. A praça possui um dog run que hospeda anualmente a mais importante festa de Dog Halloween dos EUA, com a participação de cerca de 400 cachorros fantasiados.

Stuyvesant Street

A pequena rua tem interesse pela arquitetura. Nela há dois imóveis de estilo Federal, raridades hoje em Manhattan: no nº 21, a Stuyvesant Fish House, de 1804; e no nº 44, a Nicholas William Stuyvesant House, de 1795. Na esquina com a 10th Street fica o Renwick Triangle, gracioso conjunto de edifícios de tijolinhos vermelhos construídos em 1861 pelo arquiteto James Renwick, em estilo Renaissance Revival. Junto ao Metrô Astor Pl. East – Village – New York

St. Mark’s in the Bowery

A igreja em estilo georgiano foi construída em 1799. Reformada em 1828, ganhou uma torre neogótica. Uma curiosidade sobre esse templo: durante a convenção do Partido Republicano realizada em Nova York em 2004, a igreja cedeu um espaço de seu terreno para os jovens do National Anarchist Movement montarem seu acampamento de protesto. “Anarquistas, graças a Deus!”, diria Zélia Gattai. 131 E 10th St. entre a 2nd e a 3rd Aves. – East Village – New York

Cooper Union

Inaugurada em 1859, é a mais antiga escola de ensino superior gratuita de Nova York. Foi no salão nobre do edifício da Cooper Union – o primeiro a ser construído nos EUA com estrutura de aço – que Abraham Lincoln fez seu famoso discurso Right Makes Might (“O Direito faz a força”), um marco na luta contra a escravidão. 7 E 7th St. entre a 3rd Ave. e 4th Ave. – East Village – New York

Grace Church

Foi construída em estilo neogótico inglês em 1846 por James Renwick, o arquiteto que doze anos depois ergueria a catedral de St. Patrick. Esta igreja de Nova York igreja ficou famosa quando o anão do circo Barnum, Charles Sherwood Stratton, apelidado General Tom Thumb (“General Pequeno Polegar”) casou-se com a também anã Lavia Warren, em uma verdadeira “festa de arromba” que paralisou o bairro. 802 Broadway, entre a 10th e a 11th Sts. – East Village – New York

Chelsea

Chelsea Market

Esse irresistível mercado de alimentação funciona em um imóvel de tijolinhos onde era a fábrica de biscoitos Nabisco, erguido no começo da década de 1930, que ocupa todo o quarteirão. São mais de 20 lojas com produtos deliciosos: vinhos, queijos, pães, especialidades importadas. 9th Ave. entre a 15th e a 16th Sts. – Chelsea, New York

Chelsea Hotel

O hotel de erguido em 1884, com arquitetura de múltiplas influências e balcões de ferro fundido é quase mitológico, um ícome de Nova York. Foi mencionado em canções e serviu como cenário dos filmes Chelsea Girls, de Andy Warhol, e 9 ½ Weeks (9 Semanas e Meia de Amor), de Adrian Lyne. 222 W 23rd St. esq. c/ 7th Ave. – Chelsea -New York

Chelsea Art Museum

Obras de artistas abstracionistas. Saiba mais sobre o  em Nova York. Chelsea Art Museum

High Line

A linha férrea que funcionou em Nova York a partir da década de 1930 sobre um viaduto, com trens passando na altura do segundo andar dos prédios, causou incômodo aos moradores de Chelsea. Após a desativação da ferrovia em 1980, o viaduto quase foi demolido. Hoje, a idéia é transformá-lo em um jardim suspenso, inspirado na Promenade Plantée parisiense, projeto que contribuirá para valorizar o bairro. Da W 12th St. até a W 30th St. M 23rd St. ou 14th St. – Chelsea – New York

Union Square

Essa região de Manhattan, conhecida pelo nome de Four Squares (já que ali estão a Union Square, o Gramercy Park, a Stuyvesant Square e o Madison Square Park), corresponde a um bairro misto, com áreas comerciais e residenciais, cada qual com um perfil próprio.
Saiba mais sobre Union Square

Midtown East

O quadrilátero conhecido como Midtown East, entre a 5th Avenue, a oeste; o East River, a leste; a 34th Street ao sul, e a 59th Street, ao norte, é a região da cidade que mais se encaixa no clichê nova-iorquino: arranha-céus dos dois lados de cada rua ou avenida, como muralhas, cuja altura só se nota quando se olha para cima.

Central Park

Esse enorme espaço verde no centro de Manhattan é palco de shows, festivais e tem tants atrações que fomos obrigados a lhe conferir o mesmo peso dos bairros novaiorquinos.

Upper West Side (Norte de Manhattan)

Este é um bairro agradável, com belas áreas verdes e várias atrações.

Upper East Side

É o bairro dos museus, com mil coisas para ver e fazer.

Harlem

The Cloisters O acervo do Cloisters, uma réplica de um mosteiro medieval em plena Nova York, abrange uma ampla coleção de peças religiosas e de uso doméstico da Idade Média. – Fort Tryon Park, perto da Broadway – Harlem – New York
Saiba mais sobre o The Cloister em Nova York

Os escritórios de turismo em Nova York

Em Nova York funcionam diversos postos de turismo. Não deixe de procurá-los para esclarecer dúvidas, obter dados sobre a programação cultural da cidade e pedir assistência em caso de necessidade.

• Midtown West 810 7th Ave., entre a 52nd St. e a 53rd Sts. M 7th Ave, Nova York. Vende Metrocard, CityPass e bilhetes para os ônibus turísticos da Gray Line New York Sightseeing.

• Lower Manhattan 1 City Hall Park (Broadway c/ Park Row), Nova York. Com ênfase na história da cidade, fornece informações, folhetos e brochuras.

Lower Manhattan 2 26 Wall St. (no Federal Hall) Chinatown, Nova York. Quiosque na esquina das ruas Canal, Walker e Baxter M Canal St. Times Square (escritório não oficial) 1560 Broadway, Nova York.

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