O pós-guerra e a Guerra Fria

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O pós-guerra e a Guerra Fria

A esquerda e os gaulistas

Durante o pós-guerra e a Guerra Fria o poder político na França do pós-guerra permaneceu dividido entre a esquerda, os gaulistas e outros grupos de tendência conservadora. As diferenças ideológicas foram aguçadas pela Guerra Fria e pelos conflitos na Indochina e na Argélia, colônias francesas. De Gaulle, que se afastara do poder, reassumiu o governo em 1958. Realista, acabou por aceitar a independência da Argélia, mas teve de enfrentar os setores ultranacionalistas do exército que, agrupados na sede da Organisation de l’Armée Secrète (Organização do Exército Secreto), partiram para o terrorismo. Atentados a bomba abalaram Paris.
Quando aconteceu a invasão da Hungria pelas tropas soviéticas, em 1956, a sede do Partido Comunista Francês (PCF), que apoiara a invasão, foi atacada. Muito pior para o PCF foi a sutileza da Prefeitura de Paris, que deu um novo nome à praça onde ficava a sede do partido: Place Kossuth. Esse era o nome de um patriota húngaro que lutara contra os russos em 1848… O partido foi obrigado a se transferir para outro endereço, na Place Colonel Fabien, um nome que ninguém se atreveria a mudar, uma vez que Fabien era considerado um herói da Resistência. (Quem leu Giovanni Guareschi? Não parece cena de Dom Camilo e seu pequeno mundo?)

O existencialismo

Esse período foi marcado pelo existencialismo de Jean-Paul Sartre, doutrina ateia e influenciada pela psicanálise, que não se limitava à filosofia pura, mas buscava alternativas de ação em meio à liberdade à qual o homem está “condenado”. O posicionamento político de Sartre não era claro, apesar de suas ligações com o PCF, do qual acabou posteriormente se afastando. Boa parte do sucesso do existencialismo veio de seu “marketing” involuntário, que incluía o delicioso cenário dos cafés de St-Germain-des-Prés, belas musas e um sabor de novidade e rebeldia para a juventude do pós-guerra — mesmo que pouca gente entendesse o que Sartre estava querendo dizer. A Nouvelle Vague no cinema e as canções políticas de Boris Vian, algumas das quais foram censuradas, também faziam parte do cenário cultural.

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