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A melhor época para ir à Toscana
A melhor época para ir à Toscana

A melhor época para ir à Toscana

Por Lúcio Martins Rodrigues

Quando ir: temperaturas, chuvas, clima

Apesar de não ocupar uma área muito grande, a Toscana tem expressivas variações climáticas de uma região para outra. Isso pode influenciar a decisão sobre a melhor época para ir à Toscana. Mesmo assim, a maior parte da Toscana pode ser visitada mesmo no inverno. Toda região litorânea tem clima muito mais ameno e invernos suaves. Nas localidades mais elevadas costuma nevar. Em Florença, Arezzo e outras cidades próximas aos Apeninos faz mais frio do que no litoral do Mediterrâneo, onde fica Livorno que tem invernos suaves. Mas, mesmo em Florença, o frio não costuma ser extremo. Os verões são quentes demais sobretudo no interior. No litoral o Mediterrâneo neutraliza um pouco o calor. A primavera e o outono são a melhor época para ir à Toscana.

Primavera

Os meses que correspondem à primavera são muito agradáveis na Toscana, tanto no litoral quanto junto dos Apeninos. A noite, e quando chove, refresca um pouco. A partir de março as temperaturas já são amenas. Na primavera, além do clima agradável, as tarifas são as de baixa temporada e as atrações não estão tão lotadas de turistas, como no verão.

Mapa da Toscana

Verão

Na Toscana o verão se estende de maio (ainda com temperaturas moderadas), até  o final de setembro,  já invadindo o outono. Julho e, principalmente  agosto, são meses quentes, com temperaturas que podem ultrapassar os 30 graus. Há filas para se visitar qualquer atração, o número de turistas é excessivo. Explica-se: julho e agosto correspondem ao período de férias escolares na Europa. Hotéis têm que ser reservados com antecedência e as diárias são mais elevadas. Os vôos para a Itália também. A única vantagem do verão na Toscana é que os dias são longos.

Vídeo de turismo sobre a Toscana

Outono

O outono, que vai do final de setembro até o mês de novembro, é outra época excelente para se viajar pela Toscana. Na verdade, na Toscana, em Florença e, principalmente no litoral, mesmo em novembro, o frio são chega a atrapalhar sua viagem. Um casaco e um bom pulôver resolvem. O outono, além de temperaturas agradáveis lhe oferece o espetáculo do arvoredo avermelhado que vai dominando a paisagem. Os jardins dos palácios e castelos ficam lindos. O período que se estende do final de setembro ao começo de novembro é o filé mignon do outono. E vamos sempre lembrar: outono é baixa temporada, sua viagem sai bem mais em conta. Finalmente: não há excesso de turistas! Você poderá apreciar tudo com mais tranquilidade, fotografar um monumento sem pessoas na frente.

Inverno

Quem convive facilmente com temperaturas em torno de 9 ou 10 graus pode viajar pela Toscana mesmo no inverno, sobretudo no litoral, beneficiado pelo Mediterrâneo. Claro, você precisará se agasalhar, vestir um pulôver, um casaco, um gorro de lã, talvez, mas já basta, a Toscana não é a Sibéria… Os meses mais frios do inverno são dezembro e janeiro. Fevereiro já dá uma melhorada. Mas, como todo mundo sabe, o inverno não é apenas mais frio, mas tem também dias mais curtos. As quatro da tarde a luminosidade começa a ficar tristonha. Ou seja, o inverno não é a melhor época para ir à Toscana.

Chuvas

As chuvas não costumam atrapalhar os programas. Chove constantemente, mas pouco. Só em novembro a pluviosidade é maior. Em Florença, onde chove um pouco mais, as precipitações ficam em torno dos 113 mm. Um pequeno guarda-chuva pode quebrar um galho.

Veja a melhor época para ir a Florença

Veja informações e dicas sobre Florença, a capital da Toscana

Médias históricas de temperaturas (°C) e precipitações (mm) em Livorno (litoral)

Máximas

Jan 11  | Fev  12  | Mar 15 | Abr 17 | Mai 21 | Jun 25

Jul  29 | Ago 28 | Set  26 | Out 21 | Nov 16 | Dez 9,4

Mínimas

Jan | Fev 6  | Mar |  Abr 10 |  Mai 14 |  Jun 17

Jul  21 | Ago 28 | Set  18 | Out 13 | Nov 8  | Dez 7

Chuvas

Jan 59 | Fev 63 | Mar 64 | Abr  69 | Mai  59 | Jun  39

Jul  15 | Ago 29 | Set 70 | Out 90 | Nov 95 | Dez 75

Médias históricas de temperaturas (°C) e precipitações (mm) em Arezzo (Apeninos)

Máximas

Jan 9  | Fev  10  | Mar 14 | Abr 17 | Mai 22 | Jun 26

Jul  31 | Ago 31 | Set  20 | Out 20 | Nov 13 | Dez 10

Mínimas

Jan -1  | Fev 0  | Mar |  Abr 3 |  Mai |  Jun 7

Jul  12 | Ago 14 | Set  11 | Out 6 | Nov 3  | Dez 1

Chuvas

Jan 55 | Fev 5| Mar 49 | Abr  67 | Mai  62 | Jun  47

Jul  32 | Ago 56 | Set 60 | Out 84 | Nov 98 | Dez 75

Dicas
  • Agora que você sabe a melhor para ir à Toscana, veja a bagagem que deve levar.

Informações práticas

Como ir

Avião 

Não há voos diretos do Brasil. Florença tem conexões aéreas com as mais importantes aeroportos italianos

Veja passagens aéreas e pacotes

Hotéis em Florença

Embora existam em Florença hotéis instalados em belas vilas históricas na periferia de Florença, o centro histórico, sobretudo as proximidades do Duomo, é a área mais prática para se hospedar e fica perto de tudo: pontos turísticos, comércio, restaurantes. Organize roteiros para optimizar seu tempo, pois em Florença há realmente muito para se visitar.

Escolha e reserve seu hotel em Florença

A Itália em imagens

Uma verdadeira viagem fotográfica por cada região da Itália, com dezenas de imagens separadas por destinos

Maquina fotografica

Centro da Itália em Imagens

Sul da Itália em imagens

                                      Norte da Itália em imagens

 Florença, berço da Renascença Italiana

Mapa de Florença

O que foi a Renascença?

Renascença italiana é o nome do período que se seguiu ao final da Idade Média na Itália, entre os últimos anos do século XIV e o fim do século XVII, na opinião da maioria dos historiadores (mas não de todos…).  A Renascença não floresceu por acaso. É um erro considerar a Idade Média, com a fragmentação da Europa após o fim do Império Romano, como um período “perdido” e estagnado da História. Foi mais exatamente um período de lentos e discretos avanços que culminou na Renascença.

Renascença, período de grandes mudanças

Na Renascença, sobretudo em Florença, na Toscana, tomaram impulso importantes transformações sociais, políticas e econômicas. Foi igualmente recuperado boa parte do acervo cultural greco-romano, esquecido no limbo durante o período medieval. Essas transformações são expressivas sobretudo nas artes, nas ciências, no sistema financeiro e na arquitetura, com a redescoberta de avançadas técnicas de construção da antiguidade. O desenvolvimento urbano, com o aparecimento de cidades-estado, favoreceu o surgimento do capitalismo e o gradual enfraquecimento do feudalismo.

Onde se iniciou a Renascença?

Na Itália, é óbvio, por ser ela o berço do Império Romano, com um modelo de vida sofisticado para a época e muito mais avançado do que no resto da Europa, ocupada por tribos bárbaras. Na antiguidade, enquanto os demais povos europeus viviam principalmente em aldeias ou em pequenos burgos atrasados, a Itália romana já tinha importantes centros com vida urbana organizada, palácios, anfiteatros, termas. Aliás, boa parte das cidades em outros países da Europa, como França, Espanha, Portugal, foram fundadas por colonos romanos e obedeciam o plano urbanístico romano com ruas divididas em quadras retangulares.

O surgimento de prósperas cidades-estado, como Florença, Siena, Lucca e outras.

Com a queda do Império Romano as principais cidades italianas – frequentemente rivais, –prosperavam. Emitiam suas próprias moedas, e algumas tornaram-se repúblicas marítimas, como Pisa, Gênova, Veneza ou Amalfi, que disputavam o domínio do comércio no mar Mediterrâneo. A riqueza gerada pela atividade mercantilista permitiu que governantes esclarecidos atuassem como mecenas e incentivassem a cultura e as artes, como foi o caso dos Medici em Florença, na Toscana.

A Renascença Italiana desperta seu interesse? Então vá para a Toscana e concentre-se em Florença

É necessário mencionar que a Renascença surgiu na Itália, mas mais exatamente na Toscana, onde ficam cidades que são atualmente alguns dos destinos turísticos mais procurados na Itália de hoje, como Lucca, San Gimignano, Pisa, Siena e Florença, com invejável patrimônio cultural e arquitetônico.

Florença, o epicentro da Renascença Italiana

Se a Renascença surgiu na Toscana, seu epicentro foi Florença, sob o impulso dos Medici. Em nenhum outro lugar deste planeta azul existe tão grande concentração de obras de arte medievais como na Toscana. Além de magníficas esculturas e pinturas, quem visita Florença fica deslumbrado com suas praças, pontes, igrejas, palácios.

O dialeto fiorentino, o idioma italiano de hoje

Florença se sobressaiu também na literatura, com “A Divina Comédia”, de Dante, os contos de Bocaccio, os versos de Petrarca. Com o desenvolvimento do comércio, foi também em Florença que tomou impulso a atividade bancária. No fim do século XIII, surgiu a letra de câmbio, destinada a evitar o transporte de ouro ou prata por caminhos infestados de assaltantes, ou por mares onde a pirataria imperava. Também os contratos de empréstimos eram redigidos em linguagem fiorentina. Com uma língua escrita padronizada, e uma gramática elaborada, o dialeto fiorentino tornou-se o idioma oficial da Itália reunificada séculos mais tarde.

Renascença italiana em Florença: museus e monumentos que você não pode perder. Tudo visita obrigatória!

Duomo (Santa Maria del Fiore) 

Piazza del Duomo. O Duomo di Santa Maria del Fiore é o edifício mais alto da cidade e um dos maiores templos católicos existentes.

Campanile

Piazza del Duomo. O campanário de Florença, que fica ao lado da catedral, começou a ser construído em 1334, com base em um projeto de Giotto, de inspiração gótica.

Battistero 

O batistério de Florença, localizado bem em frente ao Duomo, é um dos edifícios mais interessantes da Europa.

Museo dell’Opera del Duomo 

Na Piazza del Duomo, atrás da catedral. Além de obras de arte como a famosa Pietà inacabada de Michelângelo, você poderá ver projetos de Brunelles­chi, maquetes e ferramentas empregadas durante a construção do Duomo.

Museo di San Marco

Conserva lindos afrescos de Fra Angelico, o artista que melhor retrata a transição da  pintura medieval para a renascentista.

Piazza della Signoria

É o centro histórico de Florença. A Piazza della Signoria é repleta de peças de arte, uma pérola renascentista.  Nela fica o gigantesco palácio gótico do século XII, sede do governo florentino.  Na Piazza de la Signoria, uma das mais belas praças renascentistas de toda a Europa, fica também a Loggia dei Lanzi, do século XIV, destinada a assembleias e cerimônias durante o período renascentista.

Galleria degli Uffizi

Data do século XVI. A monumental galeria dos uffizi, que alojava escritórios da administração Médici, é uma obra-prima do arquiteto Giorgio Vasari, iniciada em 1560. A Gallerie degli Uffizi abriga hoje o principal museu de Florença,  um dos mais importantes da Europa. Local perfeito para quem quer conhecer a obra dos principais artistas da Renascença.

Museo Nazionale del Bargello

O Bargello, o mais importante museu de escultura renascentista da Itália, está instalado em um palácio medieval de meados do século XIII e abriga um rico patrimônio de belíssimas esculturas de Michelangelo e outros mestres.

San Lorenzo (basilica) 

Sua construção, iniciada em 1419, foi interrompida. Posteriormente, a obra, entregue a  Brunelleschi, foi alterada por reformas e modificações introduzidas por Michelangelo e outros arquitetos.

Cappelle Medicee 

As Cappelle Medicee (Capelas dos Médici) fazem parte da igreja de San Lorenzo. O conjunto é composto de diversas capelas.  Nos túmulos dos Médici, você verá esculturas de Michelangelo, um dos principais mestres renascentistas.

Galleria dell’Accademia 

Na mais antiga escola de arte do mundo estão diversas esculturas de Michelangelo, dentre as quais o famosíssimo David.

Palazzo Pitti 

Esse palácio, talvez o mais lindo de Florença, obra de  Brunelleschi, foi construído para servir de habitação à família Pitti em 1457. No Palazzo Pitti funciona a Galleria Palatina, considerada uma das importantes pinacotecas da Itália.

Ponte Vecchio

Foi construída em 1345, no começo da Renascença (para alguns no final da Idade Média). Essa ponte, a mais antiga de Florença, é um ícone da cidade. Na época era comum a construção de lojas, ou mesmo de habitações, sobre as pontes.

 Cappella Brancacci

Sua construção foi iniciada em 1386. A capela abriga os belíssimos afrescos de Tommaso Masaccio, considerado por muitos o primeiro pintor renascentista de Florença.

Importante: Veja localização e mais detalhes sobre cada uma das atrações que mencionamos:  Atrações Turísticas em Florença.

Veja informações práticas sobre a Toscana e Florença, sua capital: Sua história, como ir, melhor época, transportes etc.

Saiba mais sobre Florença

Saiba mais sobre a Toscana

Confira as atrações em outras cidades da Toscana: Pisa, Siena, San Gimignano, Lucca

Onde se hospedar

Todas cidades toscanas tem ótima estrutura hoteleira, mas sobretudo no verão é mais seguro reservar.

Escolha e reserve seu hotel na Toscana

Como ir a Florença

Veja passagens aéreas e pacotes

Roteiro de viagem: uma semana na Toscana

por Lúcio Martins Rodrigues

Quando falamos em “uma semana”, estamos nos referindo a uma semana inteira, sete dias, o que pode significar oito noites.

Mapa da Toscana

Como ir

Não há voos diretos do Brasil. O mais fácil é voar para Roma ou Milão e tomar uma conexão. O aeroporto de Florença não recebe aviões grandes. Pode ser mais prático tomar o trem.

Veja passagens aéreas e pacotes

Como dividir seu tempo

Como uma semana é, na verdade, um tempo relativamente curto para viajar pela Toscana, selecionamos exclusivamente lugares considerados as cerejas do bolo: Florença (3 dias), Siena (1 dia), Pisa (1 dia), Lucca (1 dia) e San Gimignano (1 dia). O ideal seria você ter dez dias ou até mais.  Infelizmente, uma semana é o tempo que a maioria das pessoas pode dedicar a cada região Italiana. Enfim, organizando-se é possível conhecer o principal.

Onde se hospedar

Todas as cidades toscanas têm ótima estrutura hoteleira, mas, na alta temporada, é recomendável reservar.

 Escolha e reserve seu hotel na Toscana

Se você estiver de carro:  recomendamos que evite se hospedar em Florença. Para  visitar as demais cidades deste roteiro você terá que ficar entrando e saindo de Florença e, frequentemente, sobretudo nos horários de pico, enfrentar um trânsito infernal (sabemos o que estamos falando!). O outro motivo é que você não pode estacionar no centro histórico. Só moradores têm esse direito (note o selinho no parabrisa). Na prática, o carro não serve para nada em Florença: você estará pagando estacionamento caro e diárias de locação, sem poder usar o automóvel dentro da cidade. É mais fácil, se estiver de carro, fazer de Pisa, Siena ou Lucca sua base para visitar a Toscana. San Gimignano é uma delícia, mas, apesar de sua beleza e importância histórica, é uma cidade pequena e oferece menos opções de hospedagem.

Se você não estiver de carro: para quem não está motorizado recomendamos o contrário. Utilize Florença como base para visitar as demais cidades toscanas. Florença, aliás, oferece mais opções de hospedagem que qualquer cidade da região.

Como visitar a Toscana: Não há realmente necessidade de automóvel para visitar a Toscana. É muito mais prático tomar trem ou ônibus.  Indicaremos o meio de transporte mais adequado para visitar cada destino a partir de Florença. Tudo fica perto, os centros históricos são relativamente pequenos e podem ser visitados facilmente em algumas horas. Basta você sair de Florença cedo pela manhã, almoçar na cidade que pretende visitar, e passar o dia flanando por suas ruas medievais. Regresse a Florença ao anoitecer, e aproveite a noite na capital Toscana para visitar seus monumentos iluminados.

Melhor época para seu roteiro pela Toscana

Veja as tabelas mensais com temperaturas e chuvas 

Dica: Se puder evite a alta temporada. Os preços das diárias disparam, e tudo fica lotado. Florença é uma das cidades italianas que mais atraem turistas.

Florença

Florença é uma cidade grande para os padrões italianos.
A capital da Toscana tem tantas atrações turísticas de primeira grandeza, que o turista pode se sentir atordoado. Afinal, Florença foi o principal centro cultural e artístico da Renascença em toda a Europa e, sob o governo dos Medici, acolheu artistas como Michelanegelo, Arnolfo di Cambio, Brunelles­chi e outros grandes nomes das artes italianas. O primeiro passo é, portanto, deixar a preguiça de lado e informar-se sobre a cidade e suas atrações, selecionando o que deseja conhecer. No escritório local de turismo ou no próprio hotel você consegue um plano da cidade. Assinale no mapa os pontos de interesse, para organizar um roteiro inteligente pela cidade, já que a lista é interminável! E mais, algumas atrações, como a Galleria degli Uffizi, exigem no mínimo algumas horas para serem visitadas. Na alta temporada as filas para visitar o famosos museus são gigantescas.  Veja informações e dicas sobre Florença.

Siena

Siena, rival de Florença durante a Renascença, foi construída no alto de colinas e protegida por muralhas. Seu centro histórico, formado pela Piazza del Campo e seus arredores, deslumbra o visitante. Siena é famosa por seu Palio, uma tradicional corrida de cavalos que teve sua origem no século XVII. A competição, que atrai grande número de turistas, ocorre na Piazza del Campo, de forma oval, como um hipódromo. As corridas são realizadas nos dias 2 de julho e em 16 de agosto. Nesse período Siena fica lotada. É muito recomendável reservar hotel com bastante antecedência, se você pretende se hospedar na cidade por ocasião do Palio. Também é possível se hospedar em Florença ou em outra cidade Toscana e ir a Siena apenas para assistir ao Palio.
Há linhas regulares de ônibus de Siena para Florença (viagem de uma hora) e também de outras cidades italianas. A estação rodoviária fica num subterrâneo, na Piazza San Domenico, vizinha do centro histórico. Veja mais informações sobre Siena.

Pisa

Pisa, cidade-estado independente desde a época romana, foi um importante porto da costa ocidental da península italiana, concorrente de Gênova, Veneza e Amalfi. Seu centro histórico é pequeno. O que realmente interessa é a Piazza dei Miracoli, onde ficam as mais belas construções da cidade, como o Duomo, o batistério e o Campo­santo, e sua famosa Torre inclinada, grandioso conjunto arquitetônico medieval, bastante elaborado. Os trens para Pisa partem da estação central Santa Maria Novella, em Florença. O percurso entre as duas cidades é de pouco mais de 1 hora.  Da estação ferroviária de Pisa não é difícil ir a pé até a Piazza dei Miracoli. Veja mais informações e dicas sobre Pisa.

Lucca

Lucca, é uma cidade do século II a.C., com seu centro histórico protegido por grossas muralhas. Na Idade Média, foi uma república independente e um importante centro de comercialização da seda. O centro histórico de Lucca, bem preservado, é repleto de construções medievais e renascentistas, com inúmeras Igrejas e palácios. Como a circulação de automóveis é proibida, o centro histórico da cidade é perfeito para se andar a pé com toda tranquilidade. Outra opção é alugar uma bicicleta por lá. Da estação Santa Maria Novella, em Florença, há trens diretos para Lucca. A viagem toma aproximadamente uma hora e meia. Quase em frente à estação ferroviária de Lucca existe um acesso discreto a uma das portas da cidade,  fechada por muralhas. Veja dicas e informações sobre Lucca.

San Gimignano

A pequena e encantadora San Gimignano tem sua origem no século III a.C., quando era apenas um povoado etrusco, situado em uma elevação entre Florença e Siena. Muito bem preservada e famosa por suas enormes torres, San Gimignano é considerada a cidade “mais medieval” de toda a Itália. Grande centro comercial durante a Idade Média, chegou a receber Dante Alighieri como embaixador fiorentino. Muito afetada pela epidemia de peste, que provocou sua decadência, caiu sob o domínio de Florença na segunda metade do século XIV. Linhas regulares de ônibus, alguns diretos, outros com baldeação em Poggibonsi, ligam San Gimignano a Florença e  Siena. A viagem toma 1h15. O ponto de parada dos ônibus fica do lado de fora das muralhas, junto do estacionamento de automóveis, na porta em frente à Via San Giovanni. Visitantes não podem entrar de carro em San Gimignano. Veja dicas e informações sobre San Gimignano.

Onde se hospedar

Todas cidades toscanas tem ótima estrutura hoteleira, mas sobretudo no verão é mais seguro reservar.

Escolha e reserve seu hotel na Toscana

Veja fotos do Centro da Itália, onde fica a Toscana.

Mapa de Lucca

Centro histórico

Para chegar ao centro histórico, ao atravessar a muralha pela passagem em frente à estação, entre à esquerda no Corso Garibaldi, à direita, para chegar à Piazza Napoleone e, depois, entre na Via Fillungo. Outra opção: se quiser apreciar as muralhas do lado de fora, saia da estação à esquerda pela Viale Regina Margherita e entre na cidade velha pela porta San Pietro.

Passegiata delle Mure

As primeiras muralhas de Lucca – não as que existem hoje – datam do período romano. A partir do ano mil construiram-se novos muros que, ao longo dos séculos, foram ampliados, reformados e modificados. Isso aconteceu, por exemplo, no século XIV, visando à proteção contra o crescente poder político e militar da Florença dos Medici, que estava abocanhando todas as pequenas cidades-estado da região. As muralhas ­atuais são da segunda metade do século XVII. Quando foram concluídas, não tinham mais muita utilidade como proteção, pois já existiam os canhões.É interessante, se você tiver tempo, ver as portas, cada uma de uma época e de um estilo diferente. Repare que ao lado das mais antigas, como a Porta de São Gervásio, havia torres. As portas Santa Maria e San Pietro são as mais bonitas.

Piazza Anfiteatro

Não se iluda, faz tempo que não há nenhum anfiteatro nesse lugar. A construção da época dos romanos foi transformada em uma praça de forma oval, onde só o formato original se manteve. O que outrora foram as entradas do anfiteatro hoje são ruelas que levam à praça cercada de graciosos prédios de poucos andares. Andando por ali você vê que, apesar de as ruas principais da cidade seguirem a organização urbanística romana, a construção desordenada na Idade Média acabou resultando num meandro quase labiríntico em volta do antigo anfiteatro.

Via Fillungo

A tortuosa Fillungo é a rua que atravessa o centro histórico de Lucca desde a Via Santa Croce, passando ao lado da Piazza Anfiteatro e chegando até a Piazza Santa Maria, na ala norte das muralhas. É também a principal e mais elegante artéria da cidade, com butiques (algumas de grifes famosas), bares e restaurantes. Perfeita para um bom passeio, a Via Fillungo é fechada à circulação de veículos automotores. Você verá a população local circulando de bicicleta, inclusive senhoras em elegantes tailleurs levando a cestinha de compras amarrada na garupa. Nessa rua estão também algumas das mais antigas construções da velha Lucca, como a bela Torre delle Ore (Torre das Horas), cujo relógio foi instalado em 1471.

Vídeo de turismo sobre Lucca

Duomo (San Martino)

End. Piazza San Martino. Construído no local onde já existia um templo cristão do século VI, o duomo atual foi erguido no século XI e passou depois por sucessivas reformas que alteraram o projeto original. Esse é um dos mais belos duomos toscanos, construído em estilo pisano, em mármore branco e verde-escuro, quase negro. Sua imponente fachada, com grandes arcos no térreo, composta ainda de três andares decorados com elegantes colunas esculpidas em espiral ou outras formas criativas, é assimétrica. Repare que o lado direito é menor. Isso não impede que fiquemos de queixo caído se prestarmos atenção nos espetaculares relevos esculpidos na fachada.

San Frediano

End. Piazza San Frediano. A fachada em calcário branco, a porta relativamente pequena e a parte superior decorada com um belo mosaico de inspiração bizantina são caraterísticas peculiares dessa igreja românico-pisana do século XII. Os destaques em seu interior ficam por conta dos afrescos da capela de Santo Agostino, inspirada na lenda do Volto Santo, e da pia batismal em estilo românico, decorada com esculturas que têm por tema a vida de Moisés. O belo campanário ao lado tem curiosas janelinhas com arcos, em tamanhos decrescentes.

Museo Nazionale di Palazzo Mansi

End. Via Galli Tassi, 43. A sede da pinacoteca nacional de Lucca é um palácio do século XVII. Seu acervo contém obras de mestres como Tintoretto, Tiziano e Veronese, além de objetos de época. O edifício em si e sua decoração também são interessantes pelo mobiliário e pelos afrescos.

Palazzo e Torre Guinigi

End. Via Guinigi. O Palazzo Guinigi, construído com tijolinhos em estilo românico-gótico, pertenceu à família que durante muitos anos governou Lucca. Ao lado dele está a torre de mesmo nome, em cujo topo há arbustos. O efeito é bem curioso; é como se a torre tivesse uma peruca! Como outras cidades do período medieval, Lucca tinha no passado várias torres. No fim do século XIV eram mais de 200. A Guinigi é uma das que sobreviveram ao tempo.

Museo Nazionale di Villa Guinigi

 End. Via della Quarquonia. Não confunda: em Lucca existem a Villa Guinigi e o Palazzo de mesmo nome, em locais distintos. Nesta bela villa de campo, que pertenceu a Paolo Guinigi, o grande senhor de Lucca do começo do século XV, funciona o Museo Nazionale, com um acervo bastante variado, composto por peças que datam do período etrusco à Renascença: cerâmicas, terracotas, esculturas em mármore, moedas e joias. O museu conta ainda com uma coleção de pinturas toscanas dos séculos XIII a XIX.

San Michele in Foro

End. Piazza San Michele. Toda branca, com quatro andares de lindas colunas de mármore trabalhado e um enorme São Miguel que parece pronto para levantar voo, rodeado por dois anjos, essa igreja em estilo românico-pisano chama a atenção por sua imponência e originalidade. Tal impressão é realçada por se tratar de uma construção isolada, e não parte de um conjunto. O nome in foro alude ao fato de ali ter existido, na Antiguidade, um fórum romano. O interior da San Michele é simples, no mais puro estilo românico e sem maiores atrativos, salvo pela Madonna con Bambino, de Andrea della Robbia, em terracota, e pelas pinturas de Filippo Lippi.

Casa di Puccini

End. Via di Poggio, 9 A casa onde o grande compositor de ópera Giacomo Puccini nasceu em 1858 e a coleção de objetos que a ele pertenceram interessam principalmente àqueles que apreciam sua obra, em particular, ou a música clássica em geral. Em frente à casa, no meio de uma pracinha, uma estátua homenageia o ­músico.

Palazzo Pfanner 

End. Via degli Asili, 33. Para conhecer o jardim e a residência. Trata-se de um belíssimo edifício construído na segunda metade do século XVII, com uma magnífica escadaria e um jardim todo enfeitado por estátuas, que é a principal atração do palácio. Visitá-lo é uma oportunidade de conhecer uma verdadeira villa toscana. No seu interior pode-se apreciar uma interessante coleção de roupas utilizadas pela nobreza dos séculos XVIII e XIX, a maior parte delas em seda pura.

Saiba mais sobe Lucca, veja informações e dicas

Melhor época para ir à Itália

O Centro da Itália em imagens

Arezzo Foto - s9-4pr.,CCBY

 

Arezzo

A cidade de Arezzo, na Toscana, centro da Itália, remonta ao tempo dos etruscos. Com a ascensão de Roma, tornou-se uma das mais importantes cidades do império e um grande centro comercial, famoso por suas cerâmicas. Poderosa durante a Idade Média, passou a ser governada pelos florentinos em 1384.

A cidade dos afrescos de Piero de Francesca

Muita gente visita a cidade só para ver os afrescos de Piero della Francesca na igreja de San Francesco, mas Arezzo oferece muito mais.

A destruição na Segunda Guerra

Apesar de ter sido danificada durante a Segunda Guerra Mundial, Arezzo conserva ricos testemunhos de seu passado, como belas igrejas e construções medievais e renascentistas em seu centro histórico, que podem ser apreciadas em um passeio a pé. Da Fortezza Medicea tem-se uma bela vista panorâmica.

A cidade também é conhecida por suas joalherias e pela gastronomia. As especialidades locais incluem o faisão com trufas e as alcachofras recheadas com presunto e cogumelos.

Arezzo: Site oficial de turismo de Arezzo.

Mapa de Arezzo

Como ir

Veja pacotes e passagens aéreas para a Itália

Trem

Há trens diretos de Florença (35 minutos a 1h30 de viagem) e de Roma (1h30 a 2h30).

Carro

De Florença (80 km) utilize a A1.

Vídeo de turismo sobre Arezzo

Principais atrações turísticas de Arezzo

San Francesco/Cappella Bacci

Na Piazza San Francesco. Essa igreja do século XIII, composta por uma só nave, passou por diversas reformas nos séculos seguintes. Seu aspecto atual apresenta alguns detalhes barrocos. Ela é famosa pelos afrescos da Cappella Bacci, que retratam a Leggenda della Vera Croce, do mestre Piero della Francesca, uma das maiores obras-primas da Renascença italiana. Iniciados em 1452, os afrescos só foram terminados 14 anos depois. Sua longa e trabalhosa restauração foi concluída em 2000.

IMPORTANTE! É obrigatório comprar o ingresso antecipadamente pelo site http://www.pierodellafrancesca-ticketoffice.it/

Piazza Grande

A principal praça do centro histórico de Arezzo encanta pelo seu charme. Ela é rodeada por predinhos medievais geminados e por grandes obras como as Logge del Vasari, projetadas por Giorgio Vasari, um dos ilustres artistas nascidos em Arezzo. Na mesma praça vê-se a abside a Pieve di Santa Maria e, nas proximidades, há agradáveis ruelas de traçado medieval.

Giostra del Saracino

É na Piazza Grande que acontece todos os anos, em junho e em setembro, a tradicional Giostra del Saracino, um torneio medieval com músicas de época e cavaleiros reunidos em grupos que representam os diversos bairros da cidade. Sua meta é atacar um boneco giratório vestido de sarraceno, de braços abertos, que pode derrubar os cavaleiros menos ágeis.

Pieve di Santa Maria

Corso Italia, 7. Estando em Arezzo, não deixe de ver este importante exemplar da arquitetura românica. Erguida no século XI, possivelmente sobre um templo paleocristão, ela é uma das mais antigas igrejas da Itália. Um tanto desgastada pelos anos, conservou sua estrutura original. A fachada em estilo pisano, acrescentada posteriormente, chama a atenção por seus três andares sobre colunas, cada qual com uma decoração diferente. O campanário é de 1330.

Duomo

Piazza Duomo. Em estilo misto românico-gótico-toscano, o Duomo de Arezzo fica a noroeste da Piazza Grande. Sua construção se estendeu de 1278 até o começo do século XVI. O campanário alongado, bem mais recente, só foi terminado em 1937.

Museo Statale d’Arte Medievale

Via San Lorentino, 8 (Palazzo Bruni Ciocchi). Abre de terça a domingo das 9h às 19h e aos domingos e feriados das 9h às 13h. Fazem parte do acervo desse museu esculturas, terracotas, cerâmicas maiólicas, móveis, joias, armas e pinturas toscanas do século XIII, além de pinturas neoclássicas e dos macchiaioli, do século XIX.

Museo Archeologico Mecenate

Via Margaritone, 10 (Convento di San Bernardo). Abre todos os dias das 8h30 às 19h30. Funciona em um antigo convento do século XIV e reúne peças desde a pré-história até o tempo dos etruscos e romanos, principalmente bronzes, terracotas e mosaicos provenientes de pisos.

Arredores de Arezzo

Cortona

A 30 km ao sul de Arezzo pela S71. Há trens diretos a partir de Arezzo (20 minutos). Cidadezinha extremamente charmosa, com ruelas e construções medievais, dentre as quais o Palazzo Pretorio, do século XIII, na Piazza Signorelli, onde hoje funciona um museu de arte etrusca. O Museo Diocesano reúne pinturas e esculturas toscanas de artistas importantes, inclusive uma obra de Fra Angelico e várias de Luca Signorelli, que nasceu em Cortona. Turismo Cortona: site oficial.

Sansepolcro

A 38 km a nordeste de Arezzo pela E78. Com pouco mais de 15 mil habitantes, menor que Cortona, é a terra natal de Piero della Francesca. Pitoresca e rodeada de muralhas, tem um museu com algumas obras desse mestre da pintura.

Explorando a Toscana sem pressa

Pouca gente tem tempo para, durante sua viagem a um país europeu, explorar a fundo determinada região, pois isso significa deixar de conhecer outras… É uma pena! Quem já visitou as principais cidades italianas, aprecia gastronomia e bons vinhos, gosta de viajar tranquilamente por paisagens rurais e remotos vilarejos, ou planeja uma viagem de puro lazer, sem correrias nem visitas a grandes centros urbanos, deve considerar seriamente a ideia de passar um bom tempo na Toscana sem pressa. É surpreendente a quantidade de lugares maravilhosos que estão fora dos roteiros turísticos mais comuns.

Mapa da Toscana

Destinos imperdíveis na Toscana

Florença (a capital regional), Siena, Pisa, Lucca e  San Gimignano

Como percorrer a Toscana

Isso pode ser feito em excursões promovidas por agências de viagens locais (que oferecem possibilidades diversas, como tours pela rota dos vinhos, passeios de bicicleta, tomando trem ou ônibus, canoagem e até passeios de balão). Aqueles que querem curtir uma experiência mais aventureira podem passear pela região de Siena a cavalo, em excursões promovidas pela Associazone Provinciale dei Cavalieri Senesi ( Strade delle Volte Alte, 39, tel. 0339/1857530). Os escritórios de turismo da região podem orientar aqueles que desejam participar de aventuras diferentes.

O carro, entretanto, é quase sempre a melhor opção para percorrer essa região italiana, embora seu acesso seja proibido em todos os centros históricos de suas cidades medievais. Há sempre um estacionamento do lado de fora das muralhas (quase todas são rodeadas por muralhas). Você precisa ter à mão moedinhas em quantidade suficiente para utilizar nos parquímetros dos estacionamentos e poder visitar com calma cada cidade.

Vídeo: uma viagem virtual pela Toscana

Quer fazer algo bem diferente, como percorrer a Toscana num carro super transado?

Para passear por conta própria, basta alugar um carro e, a partir de Siena, explorar todo o maravilhoso sul da região.
Não é barato, mas para quem é apaixonado por automóveis antigos pode ser uma aventura inesquecível. Você vai se sentir como um personagem do filme La Dolce Vita! Atenção: alugar uma preciosidade dessas e deixá-la no parcheggio (estacionamento) não é uma boa ideia. Esses carros são destinados ao agriturismo, isto é, para aqueles que vão percorrer as estradinhas toscanas e hospedar-se na zona rural. Para isso existem agências que alugam carros como o Alfa Romeo Giulietta, o Alfa Romeo Duetto, o Renault Sport Spider, o MGA, o Triumph Spitfire ou mesmo o fusca conversível. Não é barato: um Giulietta, o mais caro deles, custa em torno de 600 a por um fim de semana e de 1.600 a por uma semana toda. A agência também oferece pacotes que incluem hospedagem na zona rural.

A Toscana para quem gosta de vinhos

Os apreciadores de bons vinhos não podem deixar de conhecer Montalcino e a região de Chianti — com lugarejos como Castellina in Chianti, Radda in Chianti, Castelnuovo Beradenga e Gaiole in Chianti —, localizada em meio a colinas, vinhedos e antigos castelos. Não é necessário anunciar que vinhos de qualidade comprados diretamente nas vinícolas são muito mais baratos. Aproveite. Algumas são abertas à degustação e têm até restaurantes com pratos com combinam maravilhosamente com os vinhos.

Estações termais

A Toscana tem ainda diversas estações termais bem aparelhadas, não só para tratamento de saúde mas principalmente para “desestressar” ou fazer um tratamento de beleza e voltar revigorado ao Brasil. Algumas dessas termas são Chianciano Terme, Bagni San Filippo, Bagno Vignoni, Montepulciano (a cidade do famoso Vino Nobile), Rapolano Terme e San Casciano dei Bagni.

Como ir a Toscana

Não há voos diretos do Brasil. Tome uma conexão em Milão.

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Onde se hospedar na Toscana

Todas cidades Toscanas tem ótima estrutura hoteleira, mas sobretudo no verão é mais seguro reservar.

Escolha e reserve seu hotel na Toscana

Onde se hospedar em outras regiões da Itália

Estabelecimentos listados por região

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A Itália em imagens

Uma verdadeira viagem fotográfica por cada região da Itália, com dezenas de imagens separadas por destinos

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Ilha de Elba
Ilha de Elba, Itália

Ilha de Elba: ruínas de velhos castelos e praias arenosas

Elba é principalmente um lugar para apreciar paisagens. Tem ruínas e fortalezas, mas o que atrai visitantes, principalmente os europeus, são as praias arenosas, os penhascos, as pequenas baías e os campos plantados com vinhas e oliveiras. A ilha tem também interesse para aqueles que curtem História.

Mapa da Ilha de Elba

Ilha de Elba, como ir

Veja pacotes e passagens aéreas

Barco

É o único jeito de chegar lá. De Piombino, um porto no sul da Toscana, partem diversos barcos diariamente para Portoferraio, a principal cidade da ilha. A viagem dura entre 30 minutos e 1h, dependendo do tipo de embarcação.

Melhor época

De abril a outubro, evitando-se agosto.

Vídeo de turismo sobre a Ilha de Elba

Atrações turísticas na Ilha de Elba

Foi em Elba que Napoleão passou seu primeiro período de exílio, de maio de 1814 a fevereiro do ano seguinte, com relativo conforto e tendo direito até a uma guarda pessoal, desde que se mantivesse comportado – o que, como sabemos, não aconteceu. Napoleão já se foi faz tempo, mas sua memória continua rendendo dividendos turísticos, como o pequeno Museu Napoleônico, em Portoferraio, e a Villa Napoleone de San Martino, onde o imperador francês morou.

O teleférico até Madonna del Monte

Um bom programa é fazer uma volta por Elba, a partir de Portoferraio, a capital, e dar uma espiada em Marciana Marina e em Madonna del Monte, de onde é possível subir de bondinho os mil e poucos metros do monte Capanne, onde a vista é magnífica.

O contorno da ilha

Contornando a ilha pode-se chegar à Marina di Campo, situada em um pequeno e pitoresco golfo, a Capoliveri, com uma linda vista do mar, e aos povoados pesqueiros de Porto Azzurro e Rio Marina.

Dica

Alugar um carro é a melhor maneira de se visitar a Ilha de Elba, mas reserva com alguma antecedência.  Site de turismo sobre a ilha de Elba

A Itália em imagens

Maquina fotograficaÁlbum fotográfico com dezenas de fotos da Itália separadas em slide-shows  sobre a as regiões mais interessantes do país.

 

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Siena, a cidade do Palio

Construída no alto de colinas e cercada de antigas muralhas, com um fabuloso centro histórico, é um daqueles lugares que não podem de modo algum faltar em um roteiro de viagem pela Toscana. A cidade é hoje bem conhecida por seu famoso Palio, uma corrida de cavalos de volta da oval praça central da cidade, quando Siena fica lotada. Sem reservar com antecedência, você não consegue hotel.

Mapa de Siena

Como ir para Siena

Veja preços de pacotes e passagens

Carro

De Florença, pegue a S2. De Roma, pegue a A1 e, logo depois de Val di Chiana, a S326.

Ônibus

Vários ônibus partem diariamente de Florença e outras cidades italianas para Siena. A viagem demora mais ou menos 1h15. A estação rodoviária fica num subterrâneo, na Piazza San Domenico, pertinho do centro histórico. O acesso à bilheteria se dá por um elevador no meio da praça.

Trem

Há trens para Siena, mas esse não é o meio de transporte mais prático, pois a estação fica longe do centro histórico e, quer você parta de Florença, quer parta de Roma, terá que fazer uma baldeação.

Onde se hospedar em Siena

Todo o centro histórico, sobretudo as imediações da Piazza del Paglio, são excelentes localizações porque você terá que visitar tudo a pé. Carros não circulam pelas apertadas ruelas medievais do centro histórico.

Escolha e resserve seu hotel em Siena

A melhor época

O Palio ocorre nos dias 2 de julho e 16 de agosto, a alta estação. Se não for visitar Siena especialmente por causa do Palio, escolha outra data na primavera ou outono. Veja melhor época na Itália

Vídeo de turismo sobre Siena

Atrações turísticas em Siena

A principal atração turística de Siena é a própria cidade. De sua época de glória restaram muitas construções e obras de arte, que podem ser apreciadas em meio ao cenário ainda medieval do centro, dominado pela Piazza del Campo. O visitante também não deve perder a excelente culinária e os vinhos locais, sem falar na enorme variedade de delicio­sos biscoitos e doces típicos – como o famoso panforte –, que podem ser comprados nas diversas confeitarias existentes nas ruas em torno da praça principal.

Piazza del Campo

A imensa e curiosa praça do século XII, toda pavimentada de pedras e tijolos e abaulada no centro, é marca registrada de Siena. Nela estão o Palazzo Pubblico, com sua alta Torre del Mangia, e vários outros edifícios antigos, bem como restaurantes e lojas. É lá que ocorre o famoso Palio. Do lado oposto ao Palazzo, a bela fonte Gaia não deve passar despercebida.

Palazzo Pubblico e Museo Civico

O Palazzo Pubblico de Siena, construído no finalzinho do século XIII, em estilo gótico característico, com sua fachada com janelas em arco, separadas por colunas, foi durante muito tempo sede do poderoso governo sienense. Sua Torre del Mangia, com 102 metros de altura, é uma das mais altas torre medievais da Europa. A vista lá de cima é espetacular. A riqueza da decoração do palácio e seu valor histórico e artístico fizeram com que ele fosse transformado em um museu composto por diversas salas, algumas das quais abrigam quadros de diferentes épocas.

Duomo

Abre de segunda a sábado das 7h30 às 19h30 e aos domingos das 13h30 às 19h30. 3 a. Sem nenhum exagero, o Duomo de Siena, uma imensa catedral do fim do século XII, é imperdível. A igreja teria sido maior ainda se dificuldades de diversas naturezas não tivessem prejudicado os trabalhos. Sua fachada em mármore negro, branco e cor-de-rosa, adornada com alguns mosaicos, é uma obra-prima do gótico-românico italiano. O que mais impressiona no interior é o pavimento.

Museo dell’Opera del Duomo (Museo dell’Opera Metropolitana)

Piazza Duomo, 8 Um espaço foi adaptado numa ala da igreja (inacabada em razão de problemas econômicos e da peste que abalou a cidade em meados do século XIV) para receber peças que originalmente estavam dentro do Duomo ou em seu exterior. A obra mais famosa do acervo é a Maestà, de Duccio di Buoninsegna, mas veja também as estátuas de grandes mestres como Nicola e Giovanni Pisano, Donatello e Jacopo della Quercia e as tapeçarias, objetos e manuscritos antigos. No alto do campanário, chamado de Facciatone, desfruta-se um lindo panorama da cidade.

Pinacoteca Nazionale

Via San Pietro, 29. A pinacoteca nacional de Siena está instalada no Palazzo Buonsignori, de meados do século XIV. Nela estão expostas obras dos mais importantes pintores sieneses dos séculos XIII a XVI, como Duccio di Buoninsegna, Pietro Lorenzetti, Ambrogio Lorenzetti e Simone Martini.

San Domenico

Piazza San Domenico. A igreja gótica de San Domenico, do começo do século XIII, é muito visitada em razão de nela estar a capela com relíquias de Santa Catarina, padroeira da Itália, nascida em 1347.

Atrações turísticas nos arredores de Siena

Há lugarejos e aldeias medievais bem interessantes próximos de Siena que devem ser incluídos no roteiro daqueles que querem ficar mais tempo na Toscana. Todos esses lugares são facilmente acessíveis de carro, mas complicados para quem depende de transporte público. Como são várias cidadezinhas, a visita completa dura, no mínimo, três dias.

Monteriggioni

Há trens de Siena (12 minutos), até a estação “Castellina Scala Monteriggioni”, que fica a 3 km de Monteriggioni.A 19 km a noroeste de Siena pela S222. Um antigo burgo medieval fortificado, todo cercado por muralhas e torres de defesa, fincado no alto de uma elevação. É chamado até hoje de “Monteriggioni Castello”, embora já não exista castelo nenhum ali. É um lugar para uma visita rápida, que pode combinar com um almoço e uma pausa para comprasde produtos regionais,particularmente o vinho de produção local.

Abadia de Monte Oliveto Maggiore

Fica a 36 km a sudeste de Siena pela S2. Em Buonconvento, pegue a S451. Em estilo gótico-tardio, do começo do século XIV, construída com tijolinhos avermelhados, a abadia tem afrescos de Lucca Signorelli sobre a vida de São Benedito. Na farmácia estão expostos antigos frascos de licores.

Abadia de San Galgano

A 30 km a sudoeste de Siena pela S73. Acredita-se que essa foi a primeira abadia em estilo gótico construída por religiosos franceses. Suas ruínas, interessantes até pelo próprio quadro natural, resumem-se às altas e grossas paredes no meio do arvoredo.

Massa Marittima

A 35 km a sudoeste de Siena pela S73 até Bivio di Madonnino e depois pela S441. A cidade já foi uma república independente e um rico centro de mineração no passado, e conserva ainda hoje ruelas e edifícios medievais.

Montalcino

A 40 km a sudeste de Siena pela S2. Na altura de Buonconvento, vire à direita e siga as indicações.Quem não ouviu falar do famoso vinho toscano Brunello de Montalcino? Pois é, essa é a terra dele: uma minúscula cidade do século X, fincada no topo de uma colina, cheia de construções medievais, deliciosa para um passeio a pé. Ela conserva suas muralhas do século XIII, com torres de defesa e uma fortaleza do século XIV, La Rocca.

Pienza

A 50 km de Siena pela S2 e, em seguida, pela S146. Foi planejada pelo papa Pio II no século XV e nunca chegou a ser concluída. Hoje possui menos de três mil habitantes. Embora essa Brasília renascentista não tenha ido para a frente, a bela catedral e o palácio Piccolomini ainda existem.

Montepulciano

Há trens diretos a partir de Siena (1h). De Siena utilize a S2 e, em seguida, a S146. Fica a alguns quilômetros depois de Pienza.Pequena cidade de origem etrusca, dominada pela Florença dos Medici, conta hoje com 14 mil habitantes. Para chegar ao seu centro histórico e à Piazza Grande, com edificações em diferentes estilos – o centro monumental da cidade –, entre pela Porta al Prato. Nessa praça está o Palazzo Comunale, do século XV, de cuja torre se tem uma vista espetacular da cidade e do vale. Na Via di Voltaia nel Corso há belos edifícios medievais e renascentistas. O Duomo, do século XVI, também merece uma olhada. A cidade é famosa por seu vinho Nobile de Montepulciano.

Chiusi

Há trens diretos a partir de Siena (1h25). Fica um pouco depois de Montepulciano, pela mesma estrada.É outra cidadezinha bem agradável, em estilo semelhante a Montepulciano. Perto dali está a igrejinha renascentista de San Biaggio, do famoso arquiteto Antonio de Sangallo.

Dicas

Siena é uma cidade para percorrer a pé mesmo (de carro, nem pensar!), ou eventualmente de bicicleta, mas as ladeiras atrapalham um pouco. Há diversos estacionamentos fora do centro histórico. Por outro lado, alugar um carro é uma ótima opção para visitar a vizinhança.

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San Gimignano: povoado etrusco do século III

Em uma elevação sobre o Valle d’Elsa, a meio caminho entre Florença e Siena, San Gimignano tem sua origem em um povoado etrusco do século III a.C.. Para ter uma ideia da sua importância no passado, basta dizer que Florença teve lá um embaixador… Ninguém menos que Dante Alighieri! Depois, na segunda metade do século XIV, apeste contribuiu para a decadência da cidade, que caiu, como tantas outras, sob o domínio dos florentinos.

Mapa de San Gimignano

San Gimignano: como ir

Veja preços de pacotes e passagens

Carro

Partindo de Florença (40 km) ou de Siena (28 km), pegue a S22 até Poggibonsi e depois acompanhe as placas. Deixe o carro no estacionamento ao lado da muralha.

Ônibus

Vários ônibus partem diariamente de Florença e de Siena e param perto do muro da cidade, próximo à porta que dá acesso à Via San Giovanni. Na ida ou na volta, dependendo do horário, talvez você seja obrigado a trocar de ônibus em Poggibonsi – o que não é complicado. A viagem, quando direta, demora aproximadamente 1h15.

Hospedagem

Escolha e reserve seu hotel em San Gimignano

Melhor época

Evite se puder o auge do inverno e o mês de agosto onde há tanta gente que nem lugar para estacionar você consegue. Veja melhor época na Itália

Vídeo de turismo sobre San Gimigano

Atrações turísticas em San Gimignano

San Gimignano, Patrimônio da UNESCO, ainda é completamente medieval, com ruelas, praças, igrejas, palácios e, o que é muito curioso, diversas torres construídas pelas grandes famílias rivais, o que faz com que seja conhecida como “a Nova York da Idade Média”. (A diferença é que as “torres gêmeas” de San Gimignano, que ficam na Piazza del Duomo, têm resistido melhor aos acontecimentos históricos que as nova-iorquinas…) As torres eram dezenas; hoje, as poucas existentes se destacam pela altura em relação aos demais edifícios, criando um cenário incomum quando vistas de longe.

Além de visitar as principais atrações, o melhor a fazer em San Gimignano é simplesmente passear a pé. A cidade é minúscula: entrando nela pela Porta San Giovanni chega-se à Via San Giovanni, longa e estreita rua que leva ao “centrinho”, que nada mais é que Piazza della Cisterna e a Piazza del Duomo, uma ao lado da outra. Em todo esse trajeto, e também na Via San Matteo, ao norte da Piazza del Duomo, há restaurantes, cafés e muitas lojas de produtos locais, como o Vernaccia, excelente vinho branco fabricado em San Gimignano, o delicioso salaminho de javali e irresistíveis doces típicos.

San Gimignano foi uma cidade fortificada, mas sua fortaleza (a “Rocca”) e as torres de defesa foram destruídas, provavelmente pelos florentinos. Atrás do Duomo dá para ver um pouco do que restou. Nos limites da cidade ainda existem as antigas Porta San Matteo (a noroeste) e Porta delle Fonti (a nordeste).

Piazza della Cisterna

Para quem não sabe, “cisterna” é poço. Nessa pracinha rodeada de torres e outras construções medievais, as pessoas iam buscar água; isso tornou-a um ponto de encontro dos habitantes, que iam lá também para saber das novidades, fofocar (pois não existiam jornais nem TV!) e trocar seus produtos.

Duomo 

Piazza del Duomo. O Duomo de San Gimignano, em estilo românico, é antiquíssimo (de 1148) e foi sede de uma das mais importantes e ricas paróquias da Toscana, na época em que a cidade era uma poderosa república independente. Seu interior tem belas e interessantes obras de arte; veja os afrescos que retratam o Juízo Universal, de Taddeo di Bartolo (sua visão do inferno chega a ser divertida; confira pessoalmente); o Martírio de São Sebastião, de Benozzo Gozzoli, e São Gregório, de Domenico Ghirlandaio. Há ainda esculturas de Jacopo della Quercia. Nessa igreja estão as relíquias de San Gimignano, o santo padroeiro da cidade, que a teria salvo de uma invasão de bárbaros. Ele é festejado no dia 31 de janeiro.

Palazzo Comunale

Também chamado de Palazzo del Popolo, é um lindo edifício medieval, construído em 1288. Nele funciona o Museu Civico, com obras de grandes artistas dos séculos XIII e XIV. Entrando nesse palácio, os mais decididos poderão encarar os 54 metros de subida até o topo da Torre Grossa, de 1311. É menos cansativo do que se imagina, pois há trechos planos que ajudam a recuperar o fôlego… A vista é esplêndida; dá para observar bem a cidade, apreciar sua arquitetura, avistar os campos que a rodeiam e tirar boas fotos.

Sant’Agostino

 No extremo norte da cidade, pela Via San Matteo, chega-se a uma igreja de arquitetura bem singela, construída em uma só nave, famosa pelos afrescos da segunda metade do século XV, de Benozzo Gozzoli (um mestre nessa arte, embora pouco conhecido pela maioria dos brasileiros). O claustro medieval ao lado da igreja, bem típico, é uma gracinha.

A Itália em imagens

Uma verdadeira viagem fotográfica por cada região da Itália, com dezenas de imagens separadas por destinos

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Batistério de Pisa, Itália
Batistério de Pizza

 

Pisa e sua famosa torre

Pisa foi, desde os tempos do Império Romano, um importante porto do Mediterrâneo. Depois, como cidade-estado independente, tornou-se uma das afamadas repúblicas marítimas italianas e chegou a ser tão importante quanto Gênova, Veneza e Amalfi. Os pisanos apoiaram o imperador Federico Barbarossa, mas na guerra contra os genoveses e florentinos, do partido guelfo, foram derrotados. Perderam a Sardenha e a Córsega e caíram sob o domínio de Florença.

Como ir a Pisa

Veja passagens aéreas e pacotes

Trem

Há trens que partem da estação central Santa Maria Novella, em Florença, diretamente para Pisa. A viagem dura pouco mais de 1h. Em frente à estação há um grande mapa da cidade; é muito fácil chegar a pé à Piazza del Duomo (Piazza dei Miracoli), onde estão a famosa torre e outras das principais atrações.

Carro

De Florença (95 km), pegue a A11, que segue para o litoral toscano. Se quiser cortar caminho, em Lucca (20 km), pegue a S12. Carros não podem entrar no centro histórico de Pisa.

Hospedagem

Carros não pode trafegar pelo centro histórico. Procure hotéis não longe da Piazza dei Miracoli onde estão as principais atrações, inclusive a torre inclinada. Pisa recebe turistas o ano todo, por isso mesmo é recomendado reservar.

Escolha e reserve seu hotel em Pisa

A melhor época

Qualquer época do an, mas se puder evite o auge da ala temporado (julho/agosto), pois a cidade fica lotada. Você não consegue nem fotografar a torre sem um esquimó ou um viking na frente! Veja melhor época na Itália

Atrações turísticas

As espetaculares obras arquitetônicas de Pisa são da época do apogeu de sua riqueza e glória. Naquele tempo, correspondente ao final da Idade Média, Pisa teve tantos e tão influentes artistas que deu nome a um importante estilo: o pisano, uma espécie de gótico com reflexos islâmicos. Certamente isso se deveu às relações comerciais com o norte da África e com a Espanha, então dominadas pelos árabes.

Piazza del Duomo (Piazza dei Miracoli)

Os ingressos para as atrações da Piazza del Duomo têm diferentes combinações, que custam de 2 a (visita apenas ao Duomo) a 10,50 a (visita a todos os monumentos, exceto a torre). Para subir na torre de Pisa, você deverá desembolsar, à parte, 15 a. O local é acessível a pé em 30 minutos a partir da estação de trem. Há estacionamento nas proximidades.

Nessa gigantesca praça estão os quatro monumentos mais importantes da cidade de Pisa: a famosa torre, o Duomo, o batistério e o Campo­santo, que formam um monumental conjunto arquitetônico medieval sem paralelo no mundo ocidental. A sensação de amplidão que se tem lá (apesar das hordas de turistas…) só é superada pela admiração e pelo impacto que as obras causam.

Duomo

Nos meses de março e outubro abre de segunda-feira a sábado, das 10h às 17h30 e aos domingos e nos feriados das 13h às 17h30. Nos meses de abril a setembro fecha às 19h40. Em janeiro, fevereiro, novembro e dezembro abre de segunda a sábado, das 10h às 12h45 e das 15h às 16h30 e aos domingos e nos feriados somente das 15h às 16h30.Enorme, imponente e com uma majestosa fachada de quatro andares de colunas, o duomo de Pisa é seguramente uma das mais belas igrejas do país. Ele foi feito em mármore branco, em estilo românico-pisano, e tem o formato de uma cruz. Começou a ser construído em 1063 e levou cerca de 40 anos para ser terminado; para a época, até que foi rápido! Sua planta é obra de Buschetto di Giovanni, também conhecido como Buschetto Pisano, mas a fachada é de outro pisano: Rainaldo. O interior da igreja, dedicada a Santa Maria Assunta, com colunas e detalhes em mármore branco e verde, chega a ser solene. O púlpito, todo decorado com lindos baixos relevos, é obra de Giovanni – mais um pisano!

Torre de Pisa

Salvo, talvez, a torre Eiffel, em Paris, não há no mundo torre mais famosa. Ela é um ícone da Itália, conhecida nos quatro cantos do planeta. Apesar de sua indiscutível beleza, a principal razão da fama da torre de Pisa, como todos sabem, é o fato de ela ser inclinada. O motivo para tal é que essa torre cilíndrica, construída para ser um campanário no estilo românico-pisano, com seis andares e quase 56 metros de altura, teve um alicerce que penetrava apenas dois metros num terreno arenoso e úmido.

A obra começou provavelmente em 1173. Antes mesmo de terminada, a torre começou a inclinar para o sul. Quando foi concluída, em 1350, a inclinação já tinha se acentuado bastante, e aumentou nos séculos seguintes. Parece um milagre que essa torre até hoje não tenha desabado.

A escada em torno da torre passa a impressão de ser construída em forma de caracol, mas trata-se apenas de uma ilusão de ótica provocada pelo fato de a torre ser inclinada. (Ela tem 293 degraus; pense nisso antes de comprar seu ingresso!) A torre de Pisa está novamente aberta à visitação pública desde 2001. Do alto tem-se uma maravilhosa vista dos arredores e estar lá em cima é uma grande emoção. O problema é que turistas do mundo inteiro também pensam assim. Portanto, as filas são enormes. Se você estiver disposto a subir na torre, arme-se de paciência e reserve para isso algumas horas.

Battistero

O batistério pisano dedicado a São João Batista foi construído a partir de meados do século XII, mas a obra foi interrompida e retomada mais de cem anos depois por Nicola Pisano, com a ajuda de seu filho Giovanni. Imponente, de forma circular, com 55m de altura e um diâmetro de 35,5m na parte interna, o edifício é uma obra-prima da arquitetura toscana, com seus mármores em diferentes tons. No seu interior, a pia batismal impressiona. O púlpito é atribuído ao próprio Nicola Pisano.

Museo dell’Opera del Duomo

Seu acervo é composto por pinturas, esculturas e objetos ligados à história da cidade do século XII ao XIX e que até 1986, quando o museu foi inaugurado, estavam espalhadas por outros museus e entidades. Dentre as esculturas expostas estão obras dos principais mestres locais, como Guglielmo, Rainaldo, Nicola, Nino e Giovanni todos “pisanos”… Este último é autor da preciosa estatueta em marfim chamada Madonna con il Bambino. O museu tem ainda uma seção arqueológica, com peças romanas, etruscas e egípcias, e uma pequena coleção de arte islâmica.

Camposanto

O Camposanto é um cemitério, mas não um cemitério comum. Ele é um edifício branco, localizado ao lado da catedral, com 130m de comprimento e 44m de largura, cujas obras foram iniciadas em 1278 e onde foram reunidos, como em um museu funerário, sarcófagos da época dos romanos. Já havia um cemitério mais antigo no local e, de acordo com a lenda, o prédio foi construído sobre terra transportada de Jerusalém, em cinco navios, após a cruzada de 1023. Essa terra teria uma característica especial de decompor os corpos: diz-se que os mortos enterrados ali viravam esqueletos em apenas 24 horas, como se tivessem sido dissolvidos em ácido. (Por via das dúvidas, não ande descalço ali…)

Museo delle Sinopie

De novembro a fevereiro, abre das 9h às 16h30; em março e outubro, das 9h às 17h30; e de abril a setembro, das 8h às 19h30.O nome desse museu tem sua origem em um tipo de pigmento elaborado com terra vermelha da cidade de Sinopia, no Mar Negro, usado na preparação de afrescos. No museu pode-se conhecer exemplos da arte mural da Idade Média e ter-se uma ideia das técnicas então utilizadas. <comp./> www.opapisa.it  Piazza del Duomo. Oficial. Belas fotos.

Piazza dei Cavalieri

O nome dessa praça homenageia os cavalieri (cavaleiros ou cruzados). Ela foi cenário de acontecimentos importantes da cidade e abriga belos exemplos da arquitetura pisana, como o Palazzo dei Cavalieri, um edifício da segunda metade do século XVI, ocupado hoje pela Universidade de Pisa, e a igreja de Santo Stefano, obra de Vasari (o mesmo do Corredor Vasariano), em cujo interior estão bandeiras muçulmanas capturadas pelos cruzados.

Lungarno

(Margens do Rio Arno)A fama da Piazza del Duomo e de sua torre acaba por ofuscar outras atrações de Pisa. O visitante olha para a torre, tira uma foto, entra no Duomo e acha que já viu tudo… Não é bem assim. O Lungarno, ou seja, as margens do rio Arno (o mesmo que passa por Florença), é um belo passeio para quem dispõe de um pouco mais de tempo. Na margem direita, principalmente, estão alguns palácios que merecem uma olhada, entre eles o Toscanelli (<end./> Lungarno Mediceo, 17), onde Lord Byron se instalou para escrever Don Juan. É bom lembrar que Pisa era considerada “o paraíso do exilados”. A vida devia ser tão interessante por lá quanto em Paris na década de 1970…

Museo Nazionale di San Matteo 

050/541865. Abre de terça-feira a sábado das 9h às 19 e aos domingos e feriados das 9h às 14h. Funciona em um mosteiro medieval na margem direita do Arno e reúne esculturas, pinturas e cerâmicas do século XII ao fim da Idade Média. É interessante para o brasileiro que deseja ver um pouco da arte toscana medieval, quase desconhecida deste lado do oceano. Entre as obras ali expostas estão Angelo Annunciante e La Madonna del Latte, de Nino Pisano, L’Annunciata, de Andrea Pisano, um políptico da Virgem, de Simone da Martini, e um Cristo que, acredita-se, é de autoria de Fra Angelico.

Santa Maria della Spina

 Toda branca, pequenina e graciosa, localizada na margem esquerda do rio Arno, essa igrejinha tem sua origem em um oratório construído por volta de 1230, que foi mais tarde reformado e amplia­do. No seu interior há esculturas de Andrea e Nino Pisano. O nome “della Spina” vem do fato de que, no passado, ali teria sido guardado um espinho pertencente à coroa de Cristo. Enfim, que se dizia ser da coroa de Cristo. É uma questão literalmente espinhosa, uma vez que se sabe que os bizantinos conseguiam vender qualquer coisa aos cruzados contando uma boa ­história…

Dicas

Estacione ao lado da Piazza del Duomo e esqueça o carro. Circula-se facilmente a pé ou de bicicleta, que muitas vezes pode ser alugada no próprio hotel.

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Uma verdadeira viagem fotográfica por cada região da Itália, com dezenas de imagens separadas por destinos

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Lucca, a cidade das grossas muralhas

Lucca, fundada por volta do século II a.C., era na sua origem um campo militar romano. Durante a Idade Média, foi uma pequena república independente e um grande centro de comercialização da seda; depois, como aconteceu com outras cidades italianas, ficou durante muito tempo, de 1400 a 1530, sob o domínio de uma só família, os Guinigi.

Mapa de Lucca

Como ir a Lucca

Veja preços de passagens e pacotes aéreos

Carro

De Florença (75 km) pegue a A11, que segue para o litoral toscano. Carros não podem entrar no centro histórico de Lucca; é preciso estacionar do lado de fora das muralhas. Utilize sempre um mapa rodoviário.

Trem

Há trens diretos de Florença, que partem da estação Santa Maria Novella (1h20). Quase em frente à estação há uma passagem meio escondida para atravessar a muralha e entrar na cidade.

Onde se hospedar

O centro histórico, a parte mais interessante de Lucca é toda cercada por muralhas. Procure hotel no interior dos muros da cidade. Essa região deve ser percorrida a pé ou alugando-se uma bicicleta.

Escolha e reserve seu hotel em Lucca

Melhor época

Lucca pode ser visitada o ano todo, mas se pude prefira a baixa estação, primavera e outono. Veja mais informações sobre a melhor época para ir à Itália.

Principais atrações

Cercada até hoje por muralhas, que são uma de suas maiores atrações, a cidade tem um centro histórico bem preservado e tranquilo, por onde se pode caminhar sem pressa e admirar belosedifícios medievais e renascentistas. Igrejas, palácios e museus complementam seu ­encanto. Saiba mais sobre atrações em Lucca

Dicas: circulando em Lucca

No centro histórico, ou seja, no interior das muralhas, anda-se a pé ou de bicicleta, veículo perfeito para passear em uma cidade muito tranquila e onde há restrição à circulação de automóveis. Você pode alugar uma na Piazzale Verdi, na Piazza Santa Maria, na Piazza del Anfiteatro ou, frequentemente, no próprio hotel onde estiver hospedado.

Informações práticas

Onde se hospedar em outras cidades italianas

Reserva pelo Booking.com

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos.

Veja listagem de estabelecimentos acompanhada de comentários sobre cada hotel. Escolha e reserve seu hotel nas principais cidades italianas

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Monteriggioni, Toscana, Itália
Monteriggioni, Toscana, Itália

 

Mapa de Florença e região

Arredores de Florença

Fiesole

Fica tão perto de Florença – a apenas 8 km – que dá até para os mais dispostos encararem a caminhada. O que desanima (inclusive para ir de bicicleta) é a subida. Outra opção é pegar o ônibus nº 7 em Santa Maria Novella ou na Piazza del Duomo. Fiesole fica no alto, o que garante uma magnífica vista de Florença. O próprio caminho para lá, entre olivais e vinhas, já vale o passeio. Por incrível que possa parecer nos dias de hoje, essa cidadezinha fundada no século VII a.C. foi uma poderosa rival de Florença, até que, no século XII, caiu sob a dominação florentina.

Zona arqueológica 

A cidade, de apenas 15 mil habitantes, tem muitas atrações: a zona arqueológica, com ruínas de um anfiteatro romano e de outros edifícios, além de um pequeno museu; o singelo convento de San Francesco, no alto de uma colina; as ruínas de uma muralha etrusca; o Duomo, do século I, que foi muito modificado nos séculos XIII e XIV e que, no século passado, teve sua fachada completamente reformada; a Badia Fiesolana, uma antiga abadia beneditina que, embora tenha sua origem no século I, passou por ampliações e reformas que lhe deram um aspecto românico-renascentista com o uso do mármore verde e branco característico da Toscana; e San Domenico de Fiesole, uma igrejinha famosa pela obra Virgem com o Menino e os Santos, de Fra Angelico (no povoado de mesmo nome, a 2,5 km de Fiesole).

Prato

Pode-se ir de trem, saindo da estação Santa Maria Novella, ou de carro, pela A11.Hoje um centro industrial, Prato foi uma próspera cidade medieval graças à fabricação de tecidos. Seu centro histórico conserva um Duomo com ricos afrescos e um museu onde podem ser vistas obras que originalmente o adornavam. Também merecem uma olhada a igreja renascentista de Santa Maria delle Carceri e, ao lado dela, o Castello del Imperatore, do século XIII. Trata-se do único castelo-forte da época do domínio dos invasores suábios, de origem germânica, existente no norte da Itália.  Prato

Pistoia

Pode-se ir de trem, saindo da estação Santa Maria Novella, ou de carro, pela A11.Seu centro histórico tem muitas construções antigas. Veja, na Piazza Duomo, a Cattedrale di San Zeno e o Palazzo del Comune. O nome da cidade é familiar para os brasileiros pois lá foram enterrados nossos pracinhas mortos na Segunda Guerra Mundial. Seus restos mortais já foram trazidos para o Brasil. Pistoia

Vinci

O melhor é ir de carro, pela S67, sair na altura de Empoli e pegar a direção Vinci ou Pistoia. De ônibus você terá que descer em Empoli ou em Montelupo e de lá tomar outro ônibus.Vinci é um vilarejo de apenas 1,5 mil habitantes cuja fama se deve a seu mais ilustre filho: Leonardo, é claro. Além da casa onde o artista e inventor nasceu, é muito interessante visitar o pequeno Museo Leonardiano, instalado em um castelo do século XI. Nele podem ser vistas várias das invenções de Da Vinci, inéditas e inimagináveis na sua época, como equipamentos de construção civil, tanques de guerra, escafandros, páraquedas e até uma de suas máquinas ­voadoras. Vinci

Como ir

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Onde dormir

Escolha e reserve seu hotel em Florença

Quando é melhor viajar pela Toscana

Veja a melhor época para viajar pela Itália

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Vista Panorâmica de Florença
Vista Panorâmica de Florença, foto de Chico Spagnuolo

Florença: transportes, as opções para visitar a cidade

Florença é uma cidade ideal para andar a pé, pois o centro histórico é pequeno. É raro precisar usar transportes em Florença. Só uma ou outra atração precisa eventualmente ser visitada de ônibus. Apesar da quantidade de turistas, o trânsito é relativamente organizado e algumas ruas são reservadas apenas para pedestres.

Mapa de Florença

Ônibus urbanos

Há bilhetes com validades extremamente variáveis entre 1 h (aproximadamente 1,20 a) e 3 dias (aproximadamente 12 a). Pense bem antes de comprar um bilhete, pois é possível que você utilize pouco os transportes públicos. As principais linhas de ônibus de utilidade para o turista são:

7: vai da Piazza Stazione (estação central S. Maria Novella) a Fiesole.

A: vai da Piazza Stazione à Piazza Beccaria. Percorre todo o centro histórico.

B: circular que percorre toda a margem do Arno, em especial sua parte mais bonita, e passa ao lado dos Uffizi e da Ponte Vecchio.

C: vai de Santa Maria Soprarno (perto da Ponte Vecchio) à Piazza San Marco. Passa por Santa Croce e pelo museu arqueológico.

D: parte da Piazza Stazione, atravessa o Arno e percorre boa parte da margem esquerda, passando perto do Palazzo Pitti para, em seguida, acompanhar novamente o rio.

Táxi Pouco útil na visita à cidade. Pode ser prático para quem desembarca na estação com um monte de malas ou em alguma situação particular (bolhas nos pés, por exemplo…).

Carro 

O automóvel é absolutamente desnecessário para visitar Florença, mesmo porque não é permitido aos não-residentes circular – e muito menos estacionar – nas ruas da região turística. Os estacionamentos custam no mínimo 12 a por período de 24 horas (às vezes, muito mais). Os mais centrais são o da estação Santa Maria Novella (público) e a Garage Nazionale (privado), na Via Nazionale, 11r. É aconselhável para quem vai a Florença de automóvel verificar se o hotel onde vai se hospedar oferece estacionamento (geralmente cobrado à parte) ou consultar previamente, no site www.firenzeparcheggi.it, qual é o estacionamento mais próximo.

Informações práticas

Como ir

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Hotéis em Florença

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Florença, a cidade-museu

Como ir

Avião 

Não há voos diretos do Brasil. A capital da Toscana tem conexões aéreas com as mais importantes cidades da Itália e de outros países europeus. O aeroporto Americo Vespuccio fica a 4 km da cidade. Uma corrida de táxi até o centro não é cara. Há ônibus diretos do aeroporto até a estação Santa Maria Novella, no centro. Muitos voos chegam ao aeroporto Galileu Galilei, em Pisa, de onde existem trens diretos para Florença, localizada a 80 km dali.

Veja passagens aéreas e pacotes

Carro 

A partir de Roma (280 km), Bolonha (105 km) ou Milão (300 km), pegue a A1. De Veneza (255 km), a A13 e, ao chegar a Bolonha, a A1. De Gênova (225 km), indo pelo litoral, utilize a A12 e depois a A11.

Trem 

Florença é ligada por trens a Roma (1h30 a 2h30), Bolonha (1h30), Milão (2h45 a 4h) e Veneza (1h30 a 2h). Também tem conexões ferroviárias com outras cidades toscanas.

Ônibus 

Há ônibus diretos de Roma e Milão para Florença. Eles o deixarão ao lado da estação Santa Maria Novella, no centro histórico.

Como circular por FlorençaVejas dicas sobre transportes em Florença

Hotéis em Florença

Embora existam em Florença hotéis instalados em belas vilas históricas na periferia, o centro histórico, sobretudo as proximidades do Duomo é a área mais prática para se hospedar e fica perto de tudo: pontos turísticos, comércio, restaurantes. Organize roteiros para optimizar seu tempo pois em Florença há realmente muito para se visitar.

Escolha e reserve seu hotel em Florença

Melhor época

Florença pode ser visitada em qualquer época do ano, mas evite o auge da alta estação: o verão europeu. Há turistas demais, tem filas para visitar museus, o serviço dos restaurantes perde qualidade, tudo se torna mais caro. Se puder, viaje na primavera ou no outono, a baixa estação. Veja mais informações sobre a melhor época para ir à Itália.

Atrações turísticas em Florença

Não é novidade para ninguém que a Itália é o país das artes. A região da Toscana é uma das que mais se destacam pelo volume e riqueza do patrimônio artístico. A concentração de obras de arte na capital toscana é simplesmente um escândalo!.
A capital toscana tem tantas atrações turísticas de primeira grandeza, que somos obrigados a separar informações sobre a cidade, das atrações, em páginas diferentes. A listagem de pontos de interesse é interminável! Veja “Atrações em Florença“.

Dicas

A cidade é perfeita para se visitar a pé, não de carro. O carro serve apenas (embora não seja realmente necessário), para visitar outras atrações na Toscana, próximas. É o caso de Siena, Lucca, Pisa, San Gimignano, acessíveis de trem ou de ônibus. O trajeto entre Florença e cada uma dessas cidades, que podem ser visitadas em um bate-e-volta, é de aproximadamente meia hora. É proibido estacionar no centro histórico e os estacionamentos são  caríssimos. Poucos hotéis, exceto os de luxo, possuem garagem própria.

A cidade renascentista merece no mínimo uns três dias para se visitar o básico. Para visitar seus inúmeros museus e principais atrações, o ideal seria dispor de pelo menos uma semana. Calce sapatos confortáveis pois vai caminhar muito. Se puder evite a alta temporada quando a cidade é invadida por multidões de turistas do mundo todo.

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Sobre a Toscana

Com justa razão, a Toscana é uma das regiões da Itália mais visitadas por gente do mundo inteiro. Nela ficam muitas das mais belas e interessantes cidades italianas, como a esplêndida Florença (a capital regional), Siena, Pisa, Lucca e San Gimignano, todas repletas de obras de arte.

É uma deliciosa experiência percorrer a Toscana pelas estradinhas que cortam olivais, vinhedos e bosques de ciprestes, atravessar vales e colinas, desfrutar de bucólicas paisagens que inspiraram tantos artistas e surpreender-se com uma sucessão de minúsculos vilarejos de ar ainda medieval.

Mapa da Toscana

Como ir

Não há voos diretos do Brasil. O mais fácil é voar para Roma ou Milão e tomar uma conexão. O aeroporto de Florença não recebe aviões grandes. Pode ser mais prático tomar o trem.

Veja passagens aéreas e pacotes

Onde se hospedar

Todas cidades toscanas tem ótima estrutura hoteleira, mas sobretudo no verão é mais seguro reservar.

Escolha e reserve seu hotel na Toscana

História da Toscana

Embora a História toscana remonte à época do antiquissimo povo etrusco, várias de suas cidades foram fundadas ou incorporadas pelo Império Romano, como a própria Florença. Mais tarde, na Idade Média, muitas delas prosperaram com governos independentes, exercidos por ricas famílias de comerciantes e banqueiros que disputavam acirradamente o poder sobre a região.

As guerras de guelfos e gibelinos

No século XIII, os toscanos foram abalados por guerras entre os guelfos, partidários do papa, e os gibelinos, que apoiavam o imperador do Sacro Império Românico-germânico, Federico Barbarossa. Mais tarde, sob o domínio da poderosa família Medici, Florença acabou por submeter praticamente todas as cidades vizinhas, seguindo-se um período de grande desenvolvimento das artes – a Renascença –, que deu ao mundo gênios como Leonardo da Vinci e Michelangelo, além de dezenas de outros menos conhecidos dos brasileiros.

Vídeo sobre a Toscana

Um fabuloso acervo artístico e arquitetônico

Hoje, provavelmente não há outro lugar no mundo onde a concentração de obras de arte medievais e renascentistas seja maior que na Toscana. Não estamos falando só de pinturas e esculturas, mas também de obras arquite­tônicas: palácios, igrejas e até mesmo torres, como a de Pisa. Vestígios da cultura etrusca são encontrados em vários museus, e heranças do Império Romano podem ser vistas aqui e acolá, bem como muralhas e ruínas de fortalezas que remontam ao início da Idade Média.

Culinária toscana

Mesmo para quem não pensa em fazer uma viagem de cunho cultural, a Toscana é, além de bela, literalmente saborosa. A excelente culinária, os vinhos, os doces e os produtos agropecuários locais dão água na boca de qualquer um.

Dica

Você tem curiosidade de saber como era viver na Toscana na época dos Medici? Leia A Vida Cotidiana – A Itália no Tempo de Maquiavel (Paul Larivaille, Companhia das Letras, São Paulo, 1988).

Como conhecer a Toscana

A melhor opção para quem não tem muito tempo é utilizar Florença como base. A cidade fica no centro da região e de lá há transporte para todos os lugares. Os principais pontos de interesse são tão próximos entre si que os mais apressados podem visitar mais de uma cidade por dia.

Percorrer a Toscana

É extremamente fácil e barato viajar pela Toscana de trem. Da estação Santa Maria Novella, em Florença, partem trens para as principais cidades.

Bem ao lado da estação ferroviária fica a SITA, companhia de ônibus que complementa os itinerários para os lugares onde a estação ferroviária fica longe do centro histórico. Via Catarina da Siena 17r

Apesar de a Toscana ser muito bem servida por transportes públicos, é mais fácil e agradável alcançar de carro os povoados rurais mais isolados. Essa alternativa, aconselhável para os que querem explorar melhor a região e têm tempo, é excelente para aqueles que já conhecem as cidades mais famosas e desejam ter uma experiência diferente, como hospedar-se em fazendas e praticar o agroturismo, que está muito em moda na Itália. Não é demais lembrar: alugar automóvel só compensa nessas circunstâncias.

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