Gastronomia em New York
Rockefeller Center, New York, foto Barão
Rockefeller Center, New York, foto Barão

Os pratos da gastronomia em New York

Carnes

A carne bovina nos Estados Unidos é saborosa e macia, mas os preços não o são, particularmente se você quer comer um prime rib, o mais tenro e suculento entre os cortes americanos. O New York steak e o T-bone steak são especialidades. A carne “no ponto” chama-se medium; bem passada é well done e, mal passada, rare. Se você gosta de carneiro, aproveite! Você vai encontrar boas opções por toda a cidade, especialmente em restaurantes indianos, árabes, africanos, franceses e italianos.

Peixes e frutos do mar

A qualidade dos peixes, ostras, mariscos, lagostas, caranguejos e camarões é surpreendente. Nova York é um paraíso para os apreciadores que não devem perder, em especial, as lagostas do Maine e os king crabs.

Sanduíches

Os americanos são inventivos nessa área. Tanto os sanduíches frios (cold sandwiches) como os hot sandwiches podem ser acompanhados de fritas e saladas que valem por uma refeição. Pedir um sanduíche pode ser um grande desafio, já que as opções são variadíssimas para atender aos distintos gostos dos nova-iorquinos. Além dos extensos menus que você encontra em diners e coffee shops, nas delis e lojas como Au Bon Pain você pode escolher o tipo de pão, a carne, o queijo, com ou sem salada, com ou sem maionese, frio ou quente. E não se pode sair de Nova York sem experimentar um hot dog em uma esquina ou – o melhor da cidade – em um dos endereços do Gray’s Papaya. Pães de hambúrguer e de cachorro-quente são chamados buns. Quando você pedir um sanduíche, pode ser que perguntem se quer bun ou wrap. Este último é um pão bem fininho usado para “enrolar” o recheio, como em uma tortilla.

Massas e pizzas

Fazem parte do dia-a-dia dos nova-iorquinos. Como toda cidade de intensa colonização italiana, Nova York adotou lasanhas, raviolis, tortellinis e todo tipo de pasta em seu cardápio. As pizzas são boas, mas a massa pode não ser a mesma que se come no Brasil. O engraçado é que a pizza, que até a Segunda Guerra era um prato napolitano, acompanhou a marcha dos soldados americanos até Roma e de lá se espalhou pelo mundo.

Sobremesas

Não são tão variadas quanto no Brasil nem, em geral, tão boas. A impressão que se têm é que os americanos se preocupam mais com o colorido das sobremesas do que com seu gosto. As mais tradicionais são o cheesecake (torta de queijo coberta com geléia de morango ou outras frutas vermelhas), o chocolate cake (bolo de chocolate) e suas variedades como o Devil’s Food Cake (“comida do diabo”), a apple pie (torta de maçã) e taças de sorvetes como banana split. Os sorvetes industrializados (Ben & Jerry’s, Häagen Dazs) são os mais consumidos nos restaurantes.

O ritual da refeição

As refeições em restaurantes mais tradicionais acompanham o ritual europeu (principalmente o francês) e obedecem a uma ordem. O appetizer corresponde à nossa entrada; o main dish, main course ou entrée, apesar do que o nome sugere, é o prato principal (carne, peixe ou frango), com acompanhamento. Sobremesa, como em francês, é dessert.

O café servido no final do almoço ou do jantar pode ser o espresso, fechamento correto de qualquer refeição em um restaurante de verdade, felizmente cada vez mais corrente nos EUA.
Todos os restaurantes servem tap water (água da torneira, que lá é potável) gratuitamente. Só água mineral é cobrada.

Os vinhos

Os bons restaurantes geralmente têm carta de vinhos variada, com rótulos californianos, franceses, italianos, espanhóis, chilenos, argentinos, neozelandeses e australianos.
Americanos são menos rigorosos com horários que europeus, mas bem mais do que brasileiros quando se trata de um jantar. Quando for convidado para almoçar ou jantar na casa de amigos americanos, ou para ir a um restaurante, chegue no horário combinado e reserve bastante tempo… Em Nova York, só se come rápido em fast food. Como no Brasil, jantar fora, principalmente em um bom restaurante, é um evento social, um momento para bater papo com amigos, sem nenhuma pressa.

As refeições

Café da manhã (Breakfast)

Costuma-se tomar um farto café da manhã, com café ou chá, leite, sucos, cereais, ovos (mexidos, fritos, ou em omelete), bacon e linguiças. Embora sejam um prato “caipira”, as hash browns (batatas raladas ou cozidas e depois fritas) podem ser encontradas em alguns lugares. Essa refeição é a mais econômica do dia.

Almoço (Lunch)

Tradicionalmente, uma refeição leve, de cujo nome deriva a palavra “lanche”. Porém, em Nova York, o lunch frugal tende cada vez mais a ser substituído por um almoço copioso, como em outros países do Ocidente.

Brunch

Misto de breakfast com lunch, servido mais comumente nos finais de semana (quando muita gente acorda mais tarde), a partir das 10h. Tradicionais nos grandes hotéis, brunches são servidos em self-service a preço fixo. Têm de tudo, de salada de frutas a carnes. Você também vai encontrar brunch a preço fixo, que inclui um prato, café ou chá e suco, em restaurantes pequenos e tradicionais principalmente de Downtown. Os drinques favoritos para acompanhar essa refeição são a Mimosa (champagne e suco de laranja) e a Bloody Mary (vodka e suco de tomate). Quem acha que é cedo demais para bebidas alcoólicas pode pedir suco de laranja ou grapefruit.

Ovos são servidos de várias maneiras: eggs benedict (ovos pochês sobre pão torrado, com bacon e molho de manteiga), eggs florentine, (preparados como os benedict, mas com espinafre em vez de bacon), omeletes elaboradas (de espinafre e queijo de cabra, por exemplo) ou como frittata, um tipo de omelete italiana servida aberta.

Happy-hour

 Começa por volta de 17h. Em bons bares, os petiscos que acompanham os drinques e a cerveja são tão saborosos que há quem dispense o jantar.

Jantar (Dinner)

A tradição norte-americana que remonta à época anterior à luz elétrica manda jantar cedo; cedíssimo, aliás, para os padrões dos grandes centros urbanos brasileiros, às 17h30 ou 18h. Na Nova York atual, porém, os horários são extremamente flexíveis. Praticamente só se janta muito cedo quando se vai ao teatro ou a um show depois; diversos restaurantes têm menu especial, chamado pre-theather, para esse público.

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