Gastronomia nos USA, o ritual das refeições
Resturante italiano Ângelo Bellini
Gastronomia nos USA, o ritual das refeições, o restaurante italiano Ângelo Bellini em New York

O ritual da refeição

Gastronomia nos USA: o ritual da refeição em New York em restaurantes mais tradicionais acompanham o europeu (principalmente o francês) e obedecem a uma ordem. O appetizer corresponde à nossa entrada; o main dish, main course ou entrée, apesar do que o nome sugere, é o prato principal (carne, peixe ou frango), com acompanhamento. Sobremesa, como em francês, é dessert.

O café servido no final do almoço ou do jantar pode ser o espresso, fechamento correto de qualquer refeição em um restaurante de verdade, felizmente cada vez mais corrente nos EUA.
Todos os restaurantes servem tap water (água da torneira, que lá é potável) gratuitamente. Só água mineral é cobrada.

Os vinhos

Os bons restaurantes geralmente têm carta de vinhos variada, com rótulos californianos, franceses, italianos, espanhóis, chilenos, argentinos, neozelandeses e australianos.
Americanos são menos rigorosos com horários que europeus, mas bem mais do que brasileiros quando se trata de um jantar. Quando for convidado para almoçar ou jantar na casa de amigos americanos, ou para ir a um restaurante, chegue no horário combinado e reserve bastante tempo… Em Nova York, só se come rápido em fast food. Como no Brasil, jantar fora, principalmente em um bom restaurante, é um evento social, um momento para bater papo com amigos, sem nenhuma pressa.

As refeições

Café da manhã (Breakfast)

Costuma-se tomar um farto café da manhã, com café ou chá, leite, sucos, cereais, ovos (mexidos, fritos, ou em omelete), bacon e linguiças. Embora sejam um prato “caipira”, as hash browns (batatas raladas ou cozidas e depois fritas) podem ser encontradas em alguns lugares. Essa refeição é a mais econômica do dia.

Almoço (Lunch)

Tradicionalmente, uma refeição leve, de cujo nome deriva a palavra “lanche”. Porém, em Nova York, o lunch frugal tende cada vez mais a ser substituído por um almoço copioso, como em outros países do Ocidente.

Brunch

Misto de breakfast com lunch, servido mais comumente nos finais de semana (quando muita gente acorda mais tarde), a partir das 10h. Tradicionais nos grandes hotéis, brunches são servidos em self-service a preço fixo. Têm de tudo, de salada de frutas a carnes. Você também vai encontrar brunch a preço fixo, que inclui um prato, café ou chá e suco, em restaurantes pequenos e tradicionais principalmente de Downtown. Os drinques favoritos para acompanhar essa refeição são a Mimosa (champagne e suco de laranja) e a Bloody Mary (vodka e suco de tomate). Quem acha que é cedo demais para bebidas alcoólicas pode pedir suco de laranja ou grapefruit.

Ovos são servidos de várias maneiras: eggs benedict (ovos pochês sobre pão torrado, com bacon e molho de manteiga), eggs florentine, (preparados como os benedict, mas com espinafre em vez de bacon), omeletes elaboradas (de espinafre e queijo de cabra, por exemplo) ou como frittata, um tipo de omelete italiana servida aberta.

Happy-hour

 Começa por volta de 17h. Em bons bares, os petiscos que acompanham os drinques e a cerveja são tão saborosos que há quem dispense o jantar.

Jantar (Dinner)

A tradição norte-americana que remonta à época anterior à luz elétrica manda jantar cedo; cedíssimo, aliás, para os padrões dos grandes centros urbanos brasileiros, às 17h30 ou 18h. Na Nova York atual, porém, os horários são extremamente flexíveis. Praticamente só se janta muito cedo quando se vai ao teatro ou a um show depois; diversos restaurantes têm menu especial, chamado pre-theather, para esse público.

Informações práticas

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