Atrações em Lisboa
Castelo São Jorge, Lisboa
Atrações em Lisboa, Castelo São Jorge, Lisboa

Atrações em Lisboa

Alfama e Graça

Entre as atrações em Lisboa estão alguns bairros famosos. Alfama ocupa as encostas da colina que vai da Baixa ao Castelo de São Jorge. Suas pracinhas, becos e ruelas tortuosas formam um verdadeiro labirinto que lembra uma medina árabe. Muitas dessas ruas são escadarias; outras são tão estreitas que não permitem passagem de veículos. Saiba mais sobre o bairro.

Mapa de Lisboa

Largo da Sé.  A catedral de Lisboa, de estilo românico e aspecto maciço como o de uma fortaleza, foi construída por ordem de Afonso Henriques, no século XII. Quando ocorreu o terremoto de 1755, que colocou abaixo tantas outras igrejas lisboetas, a catedral perdeu apenas a torre do relógio e parte do coro. O templo é uma herança dos tempos medievais, com a parte interna em forma de cruz latina; os traços góticos no seu sóbrio interior foram acrescentados posteriormente. Na sua pia batismal teria sido batizado o lisboeta Santo António. No seu jardim foram encontrados indícios da presença fenícia do século VIII a.C. e as ruínas de uma mesquita moura do século IX. Uma escada do lado direito dá acesso ao tesouro da igreja, que abriga objetos trabalhados em metais preciosos e vestimentas religiosas ricamente decoradas.

Igreja de Santo António

R. Pedras Negras. Ônibus 37, bonde 28. Dedicada ao santo casamenteiro, essa igreja que mistura em sua fachada elementos barrocos e neoclássicos foi construída no século XVIII no lugar em que ficava a casa de Santo António de Lisboa (também conhecido como Santo António de Pádua, por ter vivido a maior parte de sua vida naquela cidade italiana). Ao visitá-la talvez você note uma ou outra jovem mais conservadora, ajoelhada, fazendo suas preces a Santo António na esperança de conseguir um casamento. (As mais modernas preferem tentar sua chance na internet!)

Museu do Teatro Romano

R. de São Mamede, 3 Pátio do Aljube, 5. Esse museu, instalado em um imóvel so século XVII, inaugurado em 2001,pretende resgatar a história do teatro romano nos tempos em que a cidade ainda se chamava Olisipo.

Feira da Ladra

Ao lado da Igreja de Santa Engrácia, no Campo de Santa Clara. Funciona de terça-feira a sábado. Bonde 28. Nesse mercado das pulgas você encontra brinquedos antigos, roupas retrô, velhos livros, gravuras, LPs de fado, cerâmicas, velhos azulejos e toda uma série de objetos que incluem máquinas fotográficas antigas e cachimbos. Mesmo que você não pretenda comprar nada, é um passeio pitoresco que atrai turistas e colecionadores. Não se iniba e regateie os preços.

Casa do Fado e da Guitarra Portuguesa

Largo do Chafariz de Dentro, 1 Os três andares desse pequeno museu nos permitem navegar pela história do fado, escutá-los, conhecer os instrumentos musicais utilizados pelos cantores e até saber a origem e o processo de fabricação das típicas guitarras portuguesas. Se você visitá-lo durante a alta estação, com sorte poderá participar de uma visita cantada, isto é, acompanhada por cantores de fado. Site: Casa do Fado e da Guitarra Portuguesa

Museu Militar 

Largo do Museu de Artilharia ( 218 842 569 Abre de terça-feira a domingo das 10h às 17h. Ônibus 4, 9, 39 e 90. No local funcionava uma oficina de fundição de canhões do arsenal real. Fazem parte do acervo uniformes, armas e painéis sobre a rota das Índias. O pátio é decorado com painéis de azulejo que contam a história de Portugal. O museu começou a ser organizado em 1842 e conta hoje com 34 salas. Apresenta a evolução do armamento, numa perspectiva cronológica, e reúne pinturas e azulejarias que retratam as conquistas portuguesas no além-mar. Site: Museu Militar

Museu de Artes Decorativas

O Palácio dos Viscondes de Azurara, uma bela construção seiscentista, que por si só, já vale a visita ao museu, abriga as coleções doadas por Ricardo do Espírito Santo, um banqueiro amante das artes que adquiriu o palácio em 1947. Entre as peças expostas estão antigo mobiliário português e indo-lusitano, azulejos raros, porcelanas chinesas, tapeçarias orientais e pinturas, a maioria delas de artistas portugueses. Uma oportunidade de ter uma ideia do fausto em que vivia a elite portuguesa na época. Site: Museu de Artes Decorativas

Largo das Portas do Sol

Esse largo com um nome tão romântico, do lado oposto à igreja de Santa Luzia, foi uma das portas da antiga cidadela muçulmana. Seu belvedere oferece uma linda vista da cidade e do Tejo.

Escadinhas de Santo Estêvão

O verdadeiro ziguezague de escadinhas entre passagens sombreadas e sobradinhos passa pela parte dos fundos da igreja de Santo Cristovão. O alto da escadaria, que leva ao Beco do Carneiro, oferece uma vista panorâmica do porto.

Mosteiro de São Vicente de Fora

A igreja atual foi erguida a partir de 1582 por iniciativa de Dom Afonso Henriques e terminada em 1627. O antigo refeitório dos monges foi transformado pelo rei Dom João IV em panteão dos Bragança. Quase todos os reis dessa dinastia estão enterrados nessa igreja, com exceção de Maria I e Dom Pedro I (para os portugueses, Dom Pedro IV), enterrado em São Paulo. Dois belos paínéis de azulejo do século XVIII chamam a atenção do visitante: os do claustro, inspirados nas fábulas de La Fontaine, e o grande painel da portaria.

Baixa

Antes de ser devastada pelo terremoto de 1755, a área baixa e plana entre a Alfama e a “nova” parte elevada da cidade era ocupada por casinhas de palafitas ao longo de um riacho. A completa destruição causada pelo sismo foi um bom pretexto para Pombal transformá-la, com um moderno projeto urbanístico de ruas paralelas com largura mínima de 12 m. Saiba mais sobre o bairro.

Rossio

Se você perguntar a alguém em Lisboa onde fica a Praça Dom Pedro IV, talvez seu interlocutor pense um momento, depois diga: “Ah, o Rossio?”. A praça onde ocorreram episódios significativos da história portuguesa fica na parte norte da Baixa. O Rossio que você vê hoje não tem nada a ver com o da época anterior ao terremoto. Repare na estátua no centro da praça e veja se reconhece o personagem retratado em bronze: Pedro IV. Difícil, mesmo porque está no alto de uma coluna de quase 30 metros de altura. Pois é, o personagem homenageado pelo monumento inagurado em 1870 é o nosso Dom Pedro I, que em Portugal se tornou Pedro IV.

Praça dos Restauradores

A praça dos Restauradores, na ponta sul da avenida da Liberdade, liga a Baixa à Praça Marquês de Pombal. Tem esse nome em homenagem aos que lutaram pela independência de Portugal, até 1640 submetido ao domínio espanhol. É fácil reconhecê-la: tem no centro um enorme obelisco com duas figuras de bronze que representam a Vitória e a Liberdade. Nela ficam alguns edifícios elegantes do século XIX, como o Palácio Foz e os hotéis Avenida Palace e o Orion Palace.

Museu do Chiado

Instalado num antigo convento. Seu acervo reúne obras de artistas portugueses da segunda metade do século XIX à atualidade. A concepção moderna das obras expostas torna ainda mais agradável a visita a esse museu. No alto há um terraço onde funciona um café. Museu do Chiado

Museu Nacional de Arte Antiga

R. das Janelas Verdes, 1249. É um dos principais museus de arte portugueses. Instalado num palácio do século XVII,o museu ganhou um anexo moderno. Suas principais seções são de pintura e artes decorativas europeias; mobiliário português; ourivesaria portuguesa, indo-portuguesa e europeia; belas peças de faiança portuguesa e islâmica; porcelanas chinesas; e peças de arte luso-asiáticas. O museu possui restaurante e jardim com esplanada sobre o rio Site:  Museu Nacional de Arte Antiga

Parque das Nações

O futurista Parque das Nações, concebido para acolher a Expo 1998, ocupa uma área de cinco quilômetros ao longo do Tejo, cheio de espaços verdes e diferentes atrações. O modernismo do lugar já é visível quando você desembarca na arrojada Estação Oriente. O local possui atrações, um oceanário gigantesco, lojas, restaurantes com culinárias de vários países, inclusive brasileira, lojas e bares. Site: Parque das Nações
Teleférico – Um passeio divertido e ao mesmo tempo interessante a ser feito é cruzar toda a extensão do parque junto ao Tejo num teleférico para ter uma visão do conjunto.
No parque fica o Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva, museu interativo permite uma série de experiências científicas sobre luz, temperatura, eletricidade, magnetismo etc., que agradam não apenas aos adultos, mas também às crianças. Existe um espaço denominado Brincar Ciência destinado especialmente à criançada.

Oceanário de Lisboa

Esplanada Dom Carlos I. Gigantesco, é o segundo aquário do mundo e pode ser visto de dois andares diferentes em ângulos envidraçados de 180 graus. O Oceanário de Lisboa apresenta quatro habitats com suas fauna e flora: o Atlântico, o Pacífico, a Antártida e o Oceano Índico. Divisões de acrílico no interior do aquário passam a ilusão de que estão interligados. Todo um espaço é também dedicado a anfíbios. No total, o Oceanário apresenta quase quinze mil espécies de animais em seus ambientes naturais. Site: Oceanário de Lisboa

Aqueduto das Águas Livres

Visitas apenas mediante agendamento. Construído no século XVIII a mando do rei Dom João V, com o dinheiro dos impostos extras pagos pela população portuguesa por mais de cem anos. Pelo menos resolveu-lhes o crônico problema de abastecimento de água. Sua canalização tem 19 km de comprimento. O aqueduto, sustentado por 35 arcos de pedra, tem a altura de 65 metros e estende-se da nascente de Canecas a Amoreiras.

Museu Nacional do Azulejo

End. Largo da Madre de Deus, 4. Visita imperdível para aqueles que se encantam com a azulejaria portuguesa. Instalado em um antigo convento do começo do século XVI, quase todo reconstruído, mas que conserva ainda seu claustro e um belo portal manuelino original. Nas reformas realizadas posteriormente, o imóvel ganhou detalhes barrocos e renascentistas. Repare no magnífico painel do século XIIII no claustro: você verá como era Lisboa antes do terremoto de 1775. Outras peças lhe permitirão conhecer uma incrível variedade de azulejos de todos os tipos, cores e temas. A visita é uma oportunidade para você aprender mais sobre a história do azulejo, sua origem mourisca e até o processo de fabricação. No museu existe um belo café decorado com azulejos do século XIX.  Museu Nacional do Azulejo

Museu Calouste Gulbenkian

End. Av. de Berna 45. O Calouste Gulbenkian, um dos mais importantes museus de arte europeus, é para Lisboa o que o Louvre é para Paris. Instalado em um prédio moderno em torno de dois jardins interiores, tem amplas janelas de vidro. A iluminação adequada valoriza a exposição. O acervo é composto por cerca de 6.000 peças que pertenceram ao milionário colecionador armênio Calouste Gulbekian (1869-1955). As coleções estão distribuídas em dois circuitos, um voltado para a arte oriental e greco-romana e outro para as artes plásticas europeias do século XI até meados do século XX. No primeiro circuito você verá cerâmicas, porcelanas, tapeçarias, altos-relevos egípcios e esculturas do período clássico greco-romano. A seção dedicada à arte europeia inicia-se com peças medievais, objetos, esculturas, iluminuras, pinturas e tapeçarias, e estende-se até obras de artistas renascentistas e de períodos mais recentes, como Monet, Renoir e Lalique.   Museu Calouste Gulbenkian

Centro de Arte Moderna

End.  R. Nicolau Bettencourt. Pertencente à Fundação Calouste Gulbenkian, reúne as mais expressivas obras de artistas portugueses de 1910 aos nossos dias, como José Almada de Negreiros, Eduardo Viana, Paulo Rego e Teresa Magalhães. Centro de Arte Moderna

Museu da Cidade

End.  Campo Grande, 245. O museu funciona no Palácio Pimenta, um casarão construído em meados do século XVIII que por si só é uma atração, uma vez que alguns de seus cômodos conservam a decoração de época, com paredes cobertas de azulejos. Painéis de azulejos e pinturas mostram a evolução da cidade, começando com a ocupação da região nos tempos paleolíticos e chegando até o começo do século XX. A exposição cronológica permite entender os períodos visigodo, romano, mouro e cristão da história lisboeta. A maquete da cidade mostra como era Lisboa antes do terremoto de 1755, enquanto pinturas demonstram a violência da catástrofe. Museu da Cidade

Palácio Fronteira 

End.  Largo de São Domingos de Benfica, 1. O Palácio Fronteira, junto do Parque Florestal de Monsanto, construído entre 1671 e 1672, servia como pavilhão de caça para o primeiro Marquês de Fronteira, Dom João de Mascarenhas. Embora o palácio ainda seja habitado pelo 12º marquês, Fernando de Mascarenhas, boa parte do imóvel e seus jardins podem ser visitados. Algumas de suas salas, como a Sala da Batalha, são decoradas com belos painéis de azulejos. Outros salões, como a Sala Juno e a Sala Império, são ornamentados com afrescos. Além disso, o próprio palácio possui uma arquitetura particularmente graciosa que justifica a visita. Uma curiosidade: o atual marquês, um homem progressista, apoiou e participou da Revolução dos Cravos, que derrubou a ditadura salazarista.

Museu da Música 

End. R. João Freitas Branco O acervo desse museu é composto por cerca de 1.400 instrumentos fabricados nos séculos XVI ao XX: flautas, cravos, pianos, guitarras portuguesas, violoncelos etc. Há principalmente instrumentos musicais europeus, mas existem também peças oriundas da Ásia e África. Fundado em julho de 1994, funciona no átrio da estação de Metrô Alto dos Moinhos. Museu da Música

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