Arquivo da tag: paris

Pont des Arts, Paris

Conheça a Paris medieval que ainda existe no século XXI

Para João Carlos Pires

A história da cidade de Paris é tão rica e variada que há, por toda a cidade, e em alguns pontos bem próximos, lugares que exalam memórias de épocas remotas. A Idade Média, dentre elas, mais fascina o viajante que se aventura a ultrapassar a fronteira do turismo convencional e se dispõe a conhecer a materialidade e o espírito presentes em obras humanas que sobrevivem a seu tempo histórico.

A esses viajantes, para o começo de um gostinho pelo assunto, dedicamos estas dicas:

• O Musée du Moyen Âge (Museu da Idade Média), no Hôtel de Cluny, no coração do Quartier Latin, repleto de tesouros históricos. No museu, que funciona em um edifício medieval onde viviam monges cistercieneses da ordem beneditina de Cluny, podem ser vistas preciosidades como as tapeçarias com o tema da Dame à la Licorne (A Dama e o Unicórnio),  que dão asas à imaginação pelas possibilidades do simbolismo de seu mito, e as cabeças de pedra das estátuas dos reis bíblicos que  adornavam a fachada da Notre-Dame e foram arrancadas  pelos revolucionários antimonarquistas de 1789, que achavam que as cabeças eram de reis da França. Essas cabeças foram encontradas muito tempo mais tarde, enterradas em pontos variados do centro da cidade.

• Os emocionantes vestígios de Lutécia e da Paris medieval na Cripta Arqueológica que fica em frente à catedral de Notre-Dame (É subterrânea, tem que procurar a entrada!). Escavações arqueológicas revelaram ali trechos de ruas e fundações de casas das eras romana e medieval.

• A Notre-Dame, um dos principais exemplares da arquitetura medieval na França e, provavelmente, a igreja gótica mais conhecida do mundo  – sem falar na sua importância histórica. Fachada espetacular, interior com tudo o que se imagina de uma estupenda catedral gótica,  vitrais de hipnotizar. Quem tem disposição deve subir a pé os muitos e muitos degraus de uma das torres da catedral para aceder ao topo e chegar perto das famosas gárgulas. Mas o melhor, claro, por mais interessantes que sejam as gárgulas, é a vista que se tem de Paris! O tesouro da catedral também é digno de se conhecer, dá para fazê-lo em 30 ou40 minutos; a não ser que o tempo de permanência em Paris seja curto demais.

• A Sainte-Chapelle (“Capela Santa”), outra obra-prima gótica. Foi construída pelo rei Luís IX, mais conhecido como São Luís, para abrigar a (suposta) coroa de espinhos de Cristo por ele trazida do Oriente  pdelos idos do século XIII.

• A Conciergerie, que foi, na Alta Idade Média, sede da “polícia real” e serviu de prisão para traidores e similares de origem nobre. (Não que, sendo nobres, tenham sido muito bem tratados ali!) O significado histórico do lugar impacta todos que conhecem um pouco dos acontecimentos de Paris desde a Idade Média até a Revolução Francesa.

• O Museu Carnavalet e seu surpreendente acervo sobre a história de Paris, no Marais. Não importa quais são as épocas histórias de interesse de quem visita, ali é para visitar pelo menos 2 horas.

• As ruelas do bairro do Marais, a serem percorridas sem pressa. Ali, além do traçado medieval labiríntico das ruas, os mais observadores encontrarão, como destaques:

  • Vestígios da muralha construída pelo rei Felipe Augusto no fim do século XIV para cercar a cidade, cujos limites orientais, naquela época, terminavam ali. Podem ser vistos nos seguintes lugares: 15, rue de Ave Maria; 9 a 15, rue de Charlemagne; e, principalmente, 17, 19 e 21, rue des Jardins-Saint-Paul.
  • O Cloître (claustro) des Billettes, o único claustro da Idade Média que ainda existe em Paris. Billettes era o nome pelo qual eram conhecidos os freis da Ordem da Caridade de Nossa Senhora.  24, rue des Archives.
  • O Hôtel de Sens, um “castelinho” do século XIV onde moraram pessoas interessantes, dentre as quais se destaca Marguerite de Valois, mais conhecida como Margot, rainha da França, mulher de Henrique IV. (Para saber mais sobre essas duas pessoas de enorme importância histórica, recomendamos assistir ao filme “A Rainha Margot”). Fica no nº 1 da Rue du Figuier.
  • Casas medievais típicas? Paris ainda tem! Para vê-las, basta ir até a rue François Miron (ainda no Marais). São exatamente o que se imagina ao pensar em casas da Idade Média na Europa, porém ao vivo e em cores.

• O “miolinho” do Quartier Latin, perto do rio e do Boulevard St-Michel. Hoje, por ali proliferam lojinhas de suvenires e restaurantes turísticos de péssima qualidade! O que deve levar alguém até ali é apenas o interesse pelos meandros 100% medievais do pedaço próximo ao rio Sena.

• As igrejas medievais. Que bom que há várias!

  • No Quartier Latin, as que mais tocam o coração pela singeleza e beleza são as de St-Sevérin e de St-Julien-le Pauvre. Nas duas, costuma haver recitais e concertos de música erudita, gratuitos ou a preços acessíveis. Uma experiência fantástica.
  • Em St-Germain, é claro, o destaque é para a igreja de St-Germain-des-Prés, uma preciosidade que sofreu reformas posteriormente, mas tem sua origem no século V.
  • Em Montmartre, onde, infelizmente, a maioria dos visitantes se concentra na Basílica de Sacre-Coeur e não se esforça para conhecer o bairro a fundo, fica a igreja de St-Pierre de Montmartre, do século XII.

• É Paris ou não é? Formalmente, St-Denis não é Paris. São municípios distintos. Mas isso não tem a menor importância, já que se chega de metrô a St-Denis, encostada em Paris, onde fica a excepcional basílica medieval em cuja cripta estão enterrados vários reis da França. Para quem curte Idade Média, não tem como não visitar!

Roteiro de viagem pela Europa Central – organização da viagem

por Lúcio Martins Rodrigues

O roteiro de viagem pela Europa central:  durante a viagem por países da Europa central prometi a todos que disponibilizaria no site do Manual do Turista as informações que recolhesse  durante essa viagem. Nas postagens, separadas por cidade, passarei links com dicas e fotos que poderão ajudar os que desejam fazer um roteiro semelhante pela Europa central.

Mapa do roteiro: Praga ( República Tcheca), Viena, Salzburgo, Innsbruck (Áustria), Vaduz (Liechtenstein ), Zurich, Lucerna (Suíça). Volta ao Brasil via Paris.

Compra da passagem

Pesquisei muito na internet, meses antes. A CVC tinha bons preços, mas horários inconvenientes. Ida pela KLM e volta pela Air- France. Viagem diurna pela Air-France de Paris a Amsterdã, com apenas uma hora  para trocar de avião em terminal diferente, para tomar o voo para São Paulo. A Zupper me custou uns U$ 20  a mais, mas era voo noturno (menos cansativo, dieto de Paris). Fechei com a Zupper. Em Gaurulhos a funcionária da KLM me avisou que passaríamos a imigração em Praga. Informação errada. Passamos a imigração em Amsterdã. A gate assinalada no boarding pas nem sequer existia. Tivemos que descobrir isso com alguma dificuldade em Amsterdã. A bagagem foi encaminhada para Praga e chegou direitinho.

Passagem aérea, cara na alta temporada

Parti dia 23 de setembro 2017 e voltei ao Brasil no dia 28 do mesmo mês.  Setembro é alta temporada e paguei caro a passagem (U$ 1.200). Na baixa estação custaria uns U$ 600 apenas.  Primeira dica, anotem: as vantagens e desvantagens de viajar na baixa temporada.  Mesmo pagando mais caro tivemos que optar por setembro em razão do frio, que começa mais cedo em alguns regiões da Europa central. É fundamental escolher a melhor época para sua viagem.  Vejas as dicas sobre esse assunto nesta página: a melhor época para a sua viagem.

Reserva de hotel

Fizemos todas nossas reservas de hotel pelo nosso próprio site, pelo Booking.com. Funcionou super bem e o preço talvez tenha sido inferior ao que pagaríamos, negociando diretamente com o hotel. Escolhemos sempre opções econômicas, mas lugares limpos, quartos com banheiro privativo e, quase sempre confortáveis. Demos especial atenção à localização do hotel. Quase sempre pudemos ir a pé do hotel ao centro histórico. Não só por economia, mas também por conforto, optamos por comprar leite, pão, queijo, nescafé etc em mercados e tomar o café da manhã no quarto, ainda de pijama, no horário que quiséssemos..

Dica: pesquisar muito e organizar cronograma ao organizar sua viagem

A primeira coisa que recomendo é que recolham informações e vejam fotos da região que desejam visitar. Esta postagem pode ajudá-los a organizar uma viagem.

Um detalhe importante é ter um cronograma de viagem com a data de partida do Brasil, quantos dias pretende ficar em cada lugar. O ideal seria não ter data para chegar ou partir de algum lugar. Mas isso é reservado aos que podem ficar meses viajando. Quem tem apenas um período de 20 ou 30 dias de viagens precisa ter cronograma, sobretudo se pretende ter hotel reservado. É preciso ter a data de chegada em cada destino, ver quantos dias vai ficar e quando deve deixar a cidade. Considere que o dia em que vc se desloca de um lugar para outro nem sempre pode ser bem aproveitado.

Nosso roteiro de viagem pela Europa central

Começaremos esta viagem por Praga, em seguida, Viena, Salzburgo, Innsbruck, Liechtenstein , Zurich, Lucerna, onde tomaríamos o trem para Paris, nosso último destino nessa viagem. Reservamos uma semana em Paris, que não fica na Europa central, mas que sempre incluímos em qualquer roteiro. Não só porque amamos Paris, mas também porque de Paris temos boas opções de preços nas passagens aéreas do Brasil para a Europa.

A sequência da viagem:

Roteiro de viagem, Europa Central, Praga“.

Jardin des Tuileries, Paris Foto Sylvain Collet
Atrações em Paris, Jardin des Tuileries, Paris Foto Sylvain Collet

Atrações em Paris

São inumeráveis as atrações em Paris, das antigas às modernas, das culturais às de lazer. Selecionamos neste post as principais de interesse turístico, que costumam agradar à maioria dos visitantes brasileiros.

A Rive Gauche

Perto do coração da cidade está o Quartier Latin, junto do rio Sena, bairro fundado pelos romanos e ponto de encontro de artistas, intelectuais, universitários e boêmios de todo gênero que se espalham pelos bistrôs e cafés dos boulevards St-Michel e St-Germain. A famosa universidade Sorbonne fica bem no meio do Quartier Latin e é tradicionalmente tida como um centro de agitação política e manifestações estudantis. Lá ficam também o Panthéon,  onde estão enterrados franceses ilustres, belas construções do século XVIII, igrejas antigas e o Museu da Idade Média, além de ruas e praças animadas, como a rue Mouffetard e a place de la Contrescarpe, cheias de lojas, bares e restaurantes.

Na mesma margem do Sena (Rive Gauche), além do famoso bairro boêmio, as principais atrações em Paris ficam por conta da Torre Eiffel, dos Invalides (edifício que abriga a capela onde está o túmulo de Napoleão), do Jardim de Luxemburgo, do Museu Rodin e do Museu d’Orsay, cujo prédio, uma antiga estação de trem, já é interessante por si. Nele estão reunidas muitas das principais obras do impressionismo francês.
Saiba mais sobre a Rive Gauche.

A Rive Droite

Dentre as atrações em Paris situadas do outro lado do Sena, na margem direita (Rive Droite), perto da Île de la Cité, está o rebuscado Hôtel de Ville (prefeitura) do século XIX e, não muito longe, o Centre Georges Pompidou no bairro de Les Halles-Châtelet todo em aço e vidro, que abriga um precioso acervo de arte moderna. Outro bairro antigo – e um dos mais encantadores – de Paris, na Rive Droite, é o Marais, que também tem bonitas praças (a mais famosa é a Place des Vosges, toda simétrica) e edifícios do século XVIII, recentemente restaurados.

Mapa de Paris

É no Marais que fica o Musée Carnavalet, sobre a história de Paris. Bastante animado, principalmente à noite, é o bairro da Bastille, onde ficava a famosa prisão atacada durante a Revolução Francesa. Ainda na Rive Droite há uma incrível sucessão de deslumbrantes atrações. Sim, é literalmente uma “sucessão”, pois onde uma termina já começa a outra: no bairro de Palais Royal e Louvre está o Museu do Louvre, os jardins des Tuileries, a place de la Concorde, a avenue Champs-Élysées, o Arco do Triunfo. Perto da Opéra Garnier, também na Rive Droite, está o Museu de Cera Grévin. Opera fica bem ao lado dos grands boulevards, largas artérias comerciais, repletas de cafés, lojas e restaurantes. Era também no sul de Paris, durante a Idade Média que se instalou a Ordem dos Templários. Mais ao norte, na Rive Droite existem dois bairros elegantes, cheios de lojas sofisticadas e belas praças: Madeleine e Concorde.

O Palais Chaillot, no Trocadéro, exatamente em frente à Torre Eiffel, na Rive Droite, é seguramente o melhor lugar para apreciar o maior símbolo de Paris.

De Montmartre, bairro charmosíssimo situado numa colina no norte da cidade, tem-se uma visão privilegiada da cidade nos degraus da imensa basílica de Sacré-Coeur.

No norte de Paris fica a Cité des Sciences, um projeto futurista interativo, com cine 3D e 180º, sensacional. Nos arredores da capital, o bairro moderno de La Défense, no qual foi construído um gigantesco “arco”, na verdade um prédio comercial, é um contraponto à Paris tradicional. Saiba mais sobre a  Rive Droite.

As ilhas de Paris

A cidade nasceu sobre duas ilhas no Sena. Na Île de la Cité ficam a mundialmente famosa catedral gótica Notre-Dame e muitos lugares históricos, como a Sainte-Chapelle e a Conciergerie. A Île St-Louis, por sua vez, é hoje o bairro mais chique da cidade, no qual moram celebridades da música e do cinema. Saiba mais sobre a Île de la Cité e a Île Saint-Louis.

Informações práticas

Transportes públicos em Paris

Curiosidades: você conhece a Marseillaise, o hino nacional Francês?

Saiba sobre sua história. Conheça a letra, ouça a música, assista ao vídeo.

 

Guia de Paris GTB • Índice de bairros e atrações

Ver sumário

A
Arco do Triunfo • Arènes de Lutèce • Arts Décoratifs • Arts et Métiers
Assemblée Nationale • Atelier Brancusi • Auteuil  • Avenue des Champs-Élysées

B
Bagatelle • Bastille • Bois de Boulogne  • Boulevard St-Michel • Buttes-Chaumont

C
Café de la Paix • Canal St-Martin • Carnavalet • Catacombes de Paris 
Cemitério de Montmartre • Cemitério de Montparnasse • Cemitério Père Lachaise
Centre Georges Pompidou •  Champs-Élysées • Château de Fontainebleau
Château de Vincennes  Cité de la Musique • Cité des Sciences et de l’Industrie
Cité Universitaire Internationale • Cluny • Colonne de Juillet • Conciergerie

D
Disneyland Paris

E
École des Beaux-Arts  Espace Montmartre-Dali  Eugéne Delacroix

F
Fontaine des Innocents • Fontaine Stravinski • Forum des Halles  Fürstenberg

G
Galerie Colbert  Galerie Vero-Dodat • Galerie Vivienne  Grands Magasins 
Galliera • Georges Brassens • Grand Palais • Grand Rex • Grand Trianon
Grande Arche • Grande Mosquée de Paris • Grands Boulevards
Grévin • Guimet

H
Hôtel de Beauvais • Hôtel de Clisson • Hôtel de Lamoignon  • Hôtel de Rohan
Hôtel de Sandreville  Hôtel de Sens • Hôtel de Soubise • Hôtel de Sully
Hôtel des Invalides

I
Île de la Cité  Île St-Louis • Invalides

J
Jacquemart-André • Jacques Coeur  Jardin d’Acclimatation • Jardin de Luxembourg
Jardin de Montsouris • Jardin des Plantes e Grande Galerie de l’Évolution
Jardin du Carrousel  • Jardins des Tuileries • Jeu de Paume

L
La Défense • Le Grand Rex

M
Madeleine • Maison de Victor Hugo • Marais  Marché de Buci • Marché Ste-Catherine
Marmottan Monet • Mémorial de la Déportation • Montmartre • Montorgueil
Montparnasse • Musée Bourdelle • Musée Carnavalet • Musée Cognacq-Jay
Musée d’Art et d’Histoire du Judaïsme • Musée de Cluny • Musée de la Chasse
Musée de la Contrefaçon • Musée de la Magie • Musée de la Marine • Musée de la Mode
Musée de la Monnaie • Musée de la Parfumerie • Musée de la Publicité
Musée de la Vie Romantique  Musée de l’Armée  Musée de l’Erotisme
Musée de l’Histoire de France • Musée de l’Histoire de la Ville de Paris
Musée de l’Homme • Musée de l’Orangerie  Musée de Montmartre
Musée des Années Trente • Musée des Arts Décoratifs  • Musée des Arts et Métiers
Musée des Beaux-Arts de la Ville de Paris • Musée des Carrosses
Musée des Collections Historiques de la Préfecture de Police • Musée d’Orsay
Musée du Jeu de Paume • Musée du Louvre • Musée du Monde Arabe
Musée Eugéne Delacroix • Musée Galliera • Musée Grévin  Musée Guimet 
Musée Jacquemart-André • Musée Marmottan Monet • Musée National d’Art Moderne
Musée National du Moyen Âge • Musée Nissim de Camondo • Musée Picasso
Musée Rodin

N
Nissim de Camondo • Notre-Dame  Notre-Dame des Blancs-Manteaux 

O
Opéra Bastille  Opéra Garnier  Orangerie (Paris) • Orangerie (Versalhes)

P
Palais de Chaillot • Palais de la Découverte • Palais Royal • Panthèon
Parc André Citroën • Parc Astérix • Parc Buttes-Chaumont • Parc de Bagatelle
Parc Georges Brassens • Parc Monceau • Paristoric • Passage des Panoramas
Passage du Commerce St-André • Passage Jouffroy • Passage Molière
Passage Verdeau • Passages de Paris • Petit Palais • Petit Trianon • Place Dauphine
Place de la Concorde • Place de la Madeleine • Place de l’Hôtel de Ville
Place des Victoires • Place des Vosges • Place du Châtelet
Place du Marché Ste-Catherine • Place du Pont Neuf • Place du Tertre
Place Vendôme • Pont Alexandre III  Pont des Arts • Pont Neuf
Port de Plaisance/Arsenal • Promenade Plantée

Q
Quai de la Mégisserie  Quai de Montebello  Quai des Grands Augustins
Quartier Latin • Quincampoix

R
Richelieu • Rue Quincampoix • Rue de Buci • Rue Pavée • Rue des Archives 
Rue des Rosiers • Rue Fürstenberg  • Rue Jacob • Rue Montorgueil 
Rue Mouffetard • Rue Pavée • Rue Royale  Rue St-André-des-Arts
Rue St-Honoré • Rue de Seine • Rue Ste-Croix-de-la-Bretonnerie
Rue Vieille du Temple

S
Sacré Coeur • Sainte Chapelle • Sorbonne • Square des Innocents
Square du Temple • St-Denis • St-Étienne-du-Mont • St-Eustache
St-Germain-des-Prés • St-Germain-des-Prés (igreja)
St-Gervais-St-Protais • St-Julien-le-Pauvre • St-Louis-en-l’Île •  St-Merry
St-Pierre de Montmartre • St-Séverin • St-Sulpice  Stade de France
Ste-Croix-de-la-Bretonnerie • Stravinski

T
Tour Eiffel • Tour Jean Sans-Peur • Tour Montparnasse  Trianon
Trocadéro • Tuileries

V
Val de Grâce • Vero-Dodat • Versailles  Village St-Paul 

Parisiense

Os parisienses

Apesar do fortíssimo senso de identidade nacional, os franceses são diferentes em cada região quanto aos costumes, à história e à própria origem. Então, vamos começar deixando claro o seguinte: o parisiense é um francês muito particular! Bastante orgulhoso de sua cidade (que a maioria das pessoas acha a mais bonita do planeta), ele tem acesso ao que há de melhor em termos de cultura e de tudo o que existe de mais sofisticado no mundo.
De qualquer forma, metade dos habitantes da cidade não é parisiense, ou seja, não nasceu em Paris e sim em outros lugares da França e do mundo. Os estrangeiros representam aproximadamente 15% da população da cidade.

Os parisienses são realmente mal-humorados?

Existe um clichê de má fama dos parisienses quanto à simpatia e educação com visitantes estrangeiros, mas isso é muito relativo. É claro que você pode topar pela frente com alguém que se levantou com o pé esquerdo ou que é “grosso” de verdade (e em muitos casos nem  é parisiense); isso acontece em qualquer cidade do mundo. Antes de cair nesse lugar-comum (“a tia-avó do meu vizinho disse que os parisienses são isto e aquilo…”), use seu senso crítico. Será que os turistas são sempre muito educados?

O comportamento dos turistas

O problema é que muita gente considera posturas antipáticas ou rudes por parte dos parisienses a reação deles a uma conduta indelicada do turista: barulho em lugares públicos, excesso de intimidade no trato com desconhecidos, falta de polidez ou desrespeito às normas de interesse público (como pisar na grama onde é proibido, falar alto atrapalhando os outros dentro de um museu ou querer entrar de bermuda numa igreja).
Em Paris, se quiser ser respeitado, seja educado e respeite. Isso não significa portar-se de forma humilde; pelo contrário, responda sempre no mesmo tom.

Muito importante

Nunca deixe de cumprimentar alguém antes de lhe dirigir a palavra e nunca use a palavra “tu” com pessoas com as quais você não tem  intimidade. Lembre-se também de não se dirigir a alguém em inglês ou em outro idioma que não seja francês, sem antes perguntar em francês se a pessoa fala aquela língua.

Valores tradicionais

O parisiense tem valores próprios e hábitos arraigados. A baguete embaixo do braço, por exemplo, não é folclore: é uma coisa corriqueira. Até dentro do metrô você encontra pessoas carregando pão! O parisiense que se preza come bem, aprecia bons vinhos, valoriza sua cultura e história, é politizado e bem informado.

População de nível cultural elevado

Graças à qualidade do ensino público, o nível cultural da população em geral é muito bom. Todo trabalho é respeitado, inclusive as tarefas mais humildes e braçais. Apesar do ar aparentemente sisudo, o parisiense sabe se divertir e aproveita muito o que sua cidade oferece. O visitante pode até estranhar ao vê-lo fazendo aquilo que imaginava ser “programa de turista”: indo a museus, tomando sol à beira do Sena…

O encontro do tradicional e do moderno

A força da preservação dos costumes e o ar meio provinciano que se vê no dia-a-dia de muitos bairros (como nas épiceries — quitandas — onde senhores de terno, gravata e avental servem madames que vão fazer compras levando suas cestinhas) não decorrem só do espírito parisiense. Deve-se levar em conta que a cidade tem 2,4 milhões de habitantes, ou seja, é uma grande cidade, mas não uma cidade grande se comparada a outras metrópoles.

Outro de seus paradoxos é a convivência do passado com o ultramoderno. A contradição, porém, é apenas aparente, pois o respeito que os parisienses têm pela sua história não pode ser confundido com conservadorismo. O avanço tecnológico e o gosto pelo novo também são parte da personalidade parisiense.

O trauma da ocupação nazista e o parisiense atual

Os mais idosos, que passaram pelos horrores da Segunda Guerra, quando a cidade foi ocupada pelos alemães, vão dando lugar a gerações que têm pouco do que se queixar. Em uma pesquisa realizada há poucos anos por uma revista de grande circulação, apurou-se que a maioria da população se considera feliz, o que é um grande mérito para qualquer cidade do mundo.

A imigração

Nas últimas décadas, o perfil do habitante de Paris vem mudando, em virtude da presença de imigrantes, vindos principalmente da Ásia e do norte da África. Em alguns bairros, os estrangeiros já são predominantes. Hoje a França é uma sociedade multirracial.
Há quem seja contra as facilidades da imigração para o território francês, mas no fim das contas o nacionalismo se rende ao espírito de liberdade e de solidariedade (afinal, o país acolhe tradicionalmente perseguidos políticos do mundo inteiro!). Acaba não existindo uma xenofobia tão forte quanto em alguns outros países europeus.

As leis francesas sobre nacionalidade

Não só os filhos de franceses têm nacionalidade francesa. Vigora também a lei do solo (jus soli): quem nasce em território francês tem a nacionalidade francesa, independentemente daquela de seus pais. Muitos franceses hoje são filhos de imigrantes, e estão se acirrando os conflitos sociais, principalmente nas periferias das grandes cidades, em razão das diferenças que começam a existir não só entre franceses e imigrantes mas sobretudo com relação aos filhos de imigrantes. Todos têm acesso ao mesmo sistema de saúde, às mesmas escolas. Mas os contrastes culturais e religiosos, como ficam? E as diferenças quanto à situação econômica? Para usar um termo da moda, a “exclusão” em Paris não é nem de longe comparável à que existe no Brasil. Mesmo assim, resolver essa questão é talvez o maior desafio que a cidade enfrenta neste começo de milênio.

Informações práticas sobre Paris

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes

Onde dormir em Paris

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos

Escolha e reserve seu hotel em Paris

Maquina fotografica

Paris em imagens  Fotos dos lugares de especial interesse turístico.

A França  em imagens  Verdadeira viagem fotográfica pela França. Dezenas de fotos das regiões Sul, Norte e Centro da França.

Île de la Cité, Paris
Paris para quem não tem pressa, Île de la Cité, Paris

Paris para quem não tem pressa

Quem pode ficar em Paris um bom tempo ou já conhece o essencial tem muitas opções de passeios. Aqui vão algumas sugestões:
• Explore alguns dos incontáveis e variados museus da cidade.
• Ande pelo Marais por algumas horas para conhecer suas antigas ruas e hôtels particuliers (palacetes), dê uma paradinha em um bistrô e faça uma bela refeição.
• A partir da Place de la Contrescarpe, desça a rue Mouffetard, uma das mais antigas e animadas de Paris.
• Assista a um concerto de música clássica em uma igreja antiga (St-Germain-des-Prés, Notre-Dame, St-Séverin, St-Julien-le-Pauvre etc.).
• Curta St-Germain-des-Prés: pare num café, fuce uma livraria, veja as vitrines dos antiquários, sinta o clima da Place St-Sulpice, coma numa brasserie, vá até a beira do Sena para apreciar a vista.
• Vá a um mercado ao ar livre (rue de Buci, rue Cler ou rue Mouffetard) ou à rue Montorgueil e escolha um bom vinho, compre um pão, uma terrine, um daqueles queijos de cabra que derretem na boca e faça sua festa particular no quarto do hotel.
• Tome um sorvete Berthillon no Quai d’Orléans curtindo a vista da Île de la Cité.
• Descubra o clima da Belle Époque nas passages e galerias do Palais Royal e dos Grands Boulevards.
• Conheça as pracinhas mais charmosas da cidade: a do Marché Ste-Catherine, no Marais; a Fürstenberg, em St-Germain-des-Prés; e a Dauphine, na Île de la Cité.
• Faça um passeio de barco pelas eclusas do Canal St-Martin e sinta-se na Paris dos anos 30.
• Passeie pelos parques e jardins parisienses; são tantos que é difícil escolher por qual começar!
• Caminhe pela Promenade Plantée com direito a uma parada para um drink no Viaduc Café.
• Explore os cemitérios históricos de Paris, a começar pelo famoso Père Lachaise.
• Visite os grands magasins, templos do consumo à la française.
• Ande a pé por Auteuil e descubra seus edifícios Art Nouveau.
• Leve um livro ou um jornal para ler no Square du Vert Galant ou no Jardin du Palais Royal — e sinta-se um verdadeiro parisiense!
• Tome um chá de menta na Mesquita de Paris.
• Conheça a necrópole dos reis franceses em St-Denis.
• Divirta-se na Cité des Sciences et de l’Industrie, em La Villette.
• Tome o RER até La Défense e conheça esse bairro futurista.

Mapa de Paris

A História de Paris lhe interessa?

Veja todas as postagens sobre a história de Paris

Informações práticas sobre Paris

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes

Hotéis em Paris

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos

Escolha e reserve seu hotel em Paris

Melhor época em Paris

Veja informações sobre a melhor época para visitar Paris

Paris na Idade Média

Antes da ocupação romana, a região de Paris era ocupada pela tribo dos parísios, que viviam nas ilhas do rio Sena. Na época da chegada dos romanos à cidade, que passou a ser chamada de Lutetia (Lutécia), teria apenas uns 5.000 habitantes.

Foram os romanos que construíram a cidade na margem esquerda do Sena (Rive Gauche), com ruas perpendiculares, no estilo romano, e dotando-a de termas, anfiteatros e templos. Na margem direita (Rive Droite), que passou a ser habitada na Idade Média, e nas ilhas, era tortuoso o traçado medieval das ruas e ruelas. Bairros como o Marais mantêm o traçado medieval até hoje.

Com o enfraquecimento do Império Romano, Paris foi ocupada pelos francos, que fizeram dela sua capital no começo do século C a.C. e ali se mantiveram até o século VIII. Um dos maiores obstáculos à sobrevivência da cidade foram os ataques dos vikings, que a partir de  845 passaram a subir o Sena com suas embarcações de guerra (dracares),  obrigando os habitantes de Lutetia a abandonar a cidade. Incursões vikings ocorreram até o início do século X.

Quando Felipe Augusto subiu ao poder, em 1180, Paris já tinha se tornado um dos mais importantes centros comerciais da Europa. Foi durante seu reinado que a cidade ganhou uma muralha, da qual ainda podem ser vistos vestígios no Marais.  Felipe ergueu a fortaleza do Louvre (onde funcionaria, bem mais tarde, um dos maiores museus do mundo)  e o mercado de Les Halles, na margem direita do Sena (Rive Droite).

Paris medieval: uma cidade bem suja!

Paris nessa época era imunda. Não havia esgotos. O lixo de toda espécie, inclusive os dejetos humanos, eram despejados na rua pelas janelas. Porcos, galinhas, cabras e cães vagavam soltos. Diz-se que o próprio rei, olhando pela janela de seu palácio, não aguentou o cheiro fétido que subia da rua em frente. Foi quando tomou a decisão de mandar pavimentar algumas das ruas mais importantes da cidade.

Como moravam as pessoas

As casas, em geral, eram sobrados. No andar de cima morava a família, geralmente em um só cômodo, onde dormiam os donos da casa, seus filhos e eventuais empregados. Uma cama podia servir para todo mundo. Privacidade não existia. O sexo era praticado em silêncio, na calada da noite. No térreo, funcionava um ateliê (de sapateiro, costureiro, ferreiro etc) ou uma lojinha. As casas não tinham jardim ou quintal. Todas eram geminadas e davam diretamente para a rua. Um pesado tampo horizontal de madeira que era erguido pela manhã e fechado à noite, à guisa de janela, permanecia abaixado durante o dia, servindo de balcão para clientes.

A primeira universidade de Paris

Em 1200, por iniciativa de Felipe Augusto, foi inaugurada a primeira universidade parisiense, e que daria origem à Sorbonne. Assim, se a Île de la Cité era a sede do poder político e, a Rive Droite, o pólo comercial, o Quartier Latin (“Bairro Latino”), na Rive Gauche, passou a ser o centro intelectual da cidade. O famoso bairro ganhou esse nome porque passou a ser frequentado por professores e estudantes, que falavam e escreviam em latim, a língua erudita da época.

Paris suja, mas toda branca

Um detalhe urbanístico interessante: apesar da sujeira, Paris era nessa época toda branca, uma vez que as casas eram construídas com pedras claras e madeirame cruzado no estilo colombage, com os vãos preenchidos por alvenaria e argamassa. Esse estilo existe ainda hoje na Normandia e na Alsácia. Nos tempos de Felipe Augusto, as casas passaram a ter brasões de identificação. A numeração só foi instituída bem mais tarde, no início do século XIX.

As vestimentas

Nessa época, muitas pessoas não dispunham sequer de uma camisa de algodão, mas somente de uma veste de lã, que muito raramente era lavada. Só os ricos dispunham de várias mudas de roupas, que eram lavadas com alguma frequência. Em Paris, como em toda a Europa, usavam-se roupas costuradas no corpo ou fechadas por meio de laços. O botão, introduzido a partir do século XII, foi inicialmente considerado uma vulgaridade e um convite ao pecado. (Isso porque eles não conheciam o zíper!)

A alimentação em Paris na Idade Média

A base da alimentação dos parisienses era o pão, nem sempre de trigo, uma vez que, nas épocas de maior penúria, era feito até de sorgo e de outros cereais destinados ao gado. A batata só chegaria bem mais tarde, depois da descoberta da América.

Os mais afortunados tinham acesso ainda a uma pequena variedade de legumes, frutas e carne, que podia ser bovina, suína e até equina. Aves, caça, peixes e ovos completavam o cardápio. Tomava-se vinho e cerveja, que era muito diferente da que se bebe hoje.

Como em outros lugares da Europa, até mesmo os nobres comiam com as mãos. Não existiam talheres; no máximo era utilizada uma faca para cortar carnes e um grande garfo para se servir. Era considerado muito fino que um homem e uma mulher se servissem num prato comum e bebessem no mesmo copo. O ato de supremo cavalheirismo era deixar o melhor bocado para a dama, que não era necessariamente a esposa. Obviamente, nem todos gostavam de ver sua mulher comer no prato do vizinho!

A Peste Negra

Por volta de 1328, a população parisiense já alcançava cerca de  200 mil pessoas, o que a tornava uma das cidades mais populosas da Europa. Mas, em 1348, a Peste Negra (peste bubônica) dizimou boa parte de seus habitantes. Pulgas e ratos eram comuns nas casas, o que facilitou a propagação da doença, transmitida por pulgas que viviam nos pêlos dos ratos. Gatos, principalmente os pretos, foram acusados de ajudar feiticeiros e passaram a ser caçados impiedosamente, o que facilitou a propagação de ratos, os verdadeiros portadores da peste.

A Peste Negra foi apresentada pela Igreja como punição divina contra uma população inclinada ao pecado e que, às vezes, nem comparecia às missas. Apavoradas, as pessoas se reuniam nas igrejas para rezar, contaminando-se umas às outras. Ou seja, quanto mais rezavam, mais morriam! Agravava a situação a falta de higiene pois, na Europa, naquela época, não era costume dos cristãos tomar banhos, já que a Igreja considerava que o contato com o próprio corpo podia levar ao pecado. Só judeus e muçulmanos tomavam banho com certa regularidade.

Vamos comparar?

Compare Paris com Londres na Idade Média.

 

Paris em imagens

Selecionamos fotos de alguns dos lugares de maior interesse turístico em Paris. Conheça Paris em imagens!

Mapa de Paris

As ilhas e o Rio Sena

Esta é uma das mais belas regiões de Paris, onde a cidade nasceu.  É formada pela Île de la Cité, onde fica Notre-Dame, a Conciergerie, a Sainte-Chapelle e outros edifícios históricos da cidade, além da super aristocrática e tranquila Île Saint-Louis, habitada por artistas famosos.

Veja fotos de toda França

A Rive Droite (margem direita do Sena)

A maioria dos bairros da Rive Droite têm um perfil mais tradicional. A região abriga o famoso Teatro Opéra Garnier e lojas de griffes famosas na avenue de l’Opéra, Madeleine e na chiquérrima Place de la Concorde. Por outro lado, ficam na Rive Droite, bairros que, de conservadores, não tem nada. É o caso do Marais, com suas ruas de traçado medieval e  animada vida noturna, o preferido da comunidade gay.

A Rive Gauche (margem esquerda do Sena)

A Rive Gauche ganhou famosa de “contestadora” principalmente depois dos acontecimentos de maio 1968 no Quartier Latin. Saint-Germain-des-Prés, bairro vizinho, ficou famoso por ser ponto de encontro filósofos existencialistas. Sartre e Simone de Beauvoir eram assíduos frequentadores dos cafés boêmios de Saint-Germain-des-Prés.

 © Manual do Turista/Editora Conteúdo. Todos os direitos reservados.
Havendo interesse em reproduzir essas imagens, fale conosco.

Saiba mais sobre Paris

Informações, dica sobre Paris

A história de Paris lhe interessa?

Veja todas as postagens sobre a história de Paris

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes para Paris

Onde dormir em Paris

Escolha e reserve seu hotel em Paris

Melhor época

Veja a melhor época para ir a Paris

Imagens

A França  em imagens 

Verdadeira viagem fotográfica pela França. Dezenas de fotos das regiões Sul, Norte e Centro da França.

Por que ir a Paris?

Bem, Paris é chique. Boêmia. Histórica. Moderna. Charmosa. Artística. Heroica. Intelectual. Revolucionária. Divertida. Nobre. Pitoresca. Sensual. Clássica. Linda. Deliciosa. Única.
Lá nasceram os ideais da Revolução Francesa, o Existencialismo, o Romantismo, a Belle Époque. Lá aconteceram o primeiro voo homologado da história da aviação (feito por um brasileiro), o romance de Abelardo e Heloísa, o movimento dos estudantes de 68, as cenas dramáticas ou cômicas de tantos filmes inesquecíveis… A primeira exibição do cinematógrafo, a heroica Resistência contra os nazistas, Les Années Folles (os Anos Loucos), a Copa do Mundo de 1998…

Mapa de Paris

Paris, uma cidade repleta de atrações turísticas, cultura e arte

Em  Paris (e só lá!) estão a Tour Eiffel. A Notre-Dame. O Café de la Paix. A Sorbonne. O Louvre. As maiores obras de Monet e de Rodin. Uma culinária maravilhosa, bem como os melhores queijos e vinhos do mundo. A romântica Pont Neuf. A chique Place Vendôme. O monumental Arco do Triunfo. Os sorvetes da Berthillon. O rio Sena, suas pontes e suas margens (declaradas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO). Bistrozinhos cheios de charme. A mais moderna arquitetura do mundo. Vestígios do Império Romano. O Fantasma da Ópera. O Corcunda de Notre-Dame. O Moulin Rouge.

Lá viveram (ou ainda vivem)

Napoleão. Jean-Paul Sartre. Simone de Beauvoir. Dom Pedro II. Marcel Proust. Albert Camus. La Fontaine. Baudelaire. São Luís. Felipe, o Belo. Sigmund Freud. Joséphine Baker. Richard Wagner. Trotsky. Thomas Jefferson. Ernest Hemingway. Coco Chanel. Fréderic Chopin. Jules Verne. Geraldo Vandré. Jorge Amado. Zélia Gattai. Charles de Gaulle. François Mitterrand. Juscelino Kubitschek. Nureyev. Barishnikov. Victor Hugo. Rousseau. Voltaire. Auguste Comte. François Villon. Robespierre. Danton. Marat. Molière. Racine. Henry Miller. Anaïs Nin. Yves Montand. Pablo Picasso. Simone Signoret. Modigliani. Toulouse-Lautrec. Marc Chagall. Salvador Dali. Rodin. Monet. Renoir. Musset. Verlaine. Mallarmé. Rimbaud. Georges Moustaki. André Malraux. Charles Aznavour. Édith Piaf. Alain Delon. Jean-Luc Godard. Heitor Villa-Lobos. Boris Vian. Jacques Prévert. Juliette Greco. Balzac. Catherine Deneuve. Abelardo. Heloísa. D’Alembert. Diderot. Mao Tsé-Tung. Lenin. Oscar  Wilde. James Joyce. Pierre e Marie Curie. F. Scott Fitzgerald. Gabriel Garcia Márquez. Marx. François Truffaut. Van Gogh. Émile Zola. Flaubert. E até nós, os autores do guia de viagem PARIS, da Série GTB e coordenadores deste site.

Vídeo sobre Paris

Já foi dito sobre Paris

Já foi dito que “Paris vale uma missa” (Henrique IV), que “Paris é uma festa ambulante” (Ernest Hemingway), que “Em Paris, a arte é uma filosofia” (Elisabeth Barrett Browning)… E muito mais há o que dizer. Só indo lá para sentir.
Mas se tudo isso não for suficiente para convencê-lo, lembre-se: a vida é curta demais para você não ir a Paris.

Informações práticas sobre Paris

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes

Onde dormir em Paris

Escolha e reserve seu hotel em Paris

Curiosidades: você conhece a Marseillaise, o hino nacional francês?

Saiba sobre sua história. conheça a letra, ouça a música, assista ao vídeo.

Rive Droite: principais atrações

• Les Halles – Châtelet • Centre George Pompidou • Palais Royal • Musée du Louvre • Opéra • Les Grands Boulevards • Madeleine • Place de la Concorde • Marais • Bastille • Champs-Elysées

Mapa de Paris

Informações e dicas sobre os bairros da Rive Droite

Les Halles e Châtelet

Essa é uma das primeiras regiões ocupadas pelos habitantes de Paris na margem direita do Sena, perto da Île de la Cité. Châtelet é como se chamava a antiga fortaleza medieval que protegia a entrada da cidade e também fazia as vezes de prisão, da qual nada restou. O nome Les Halles vem do enorme mercado que – fundado na Idade Média – ali funcionava até algumas décadas atrás. Os comerciantes e artesãos agrupavam-se de acordo com o tipo de mercadoria que vendiam. Daí derivam os nomes de várias de suas antigas ruas, como a rue de la Ferronnerie (rua da ferragens), a rue de la Verrerie (da vidraçaria), a rue des Orfèvres (dos ourives), etc. Hoje duas monumentais construções moderníssimas contratastam com os velhos imóveis do bairro: o Forum des Halles, um centro comercial agitadíssimo e o Centre George Pompidou , um centro cultural muito frequentado em Paris. Les Halles e Châtelet

Palais Royal e Louvre

Bem no meio do 1º arrondissement, no centro de Paris, a região do Louvre e do Palais Royal reúne muita herança histórica e vários museus, a começar pelo insuperável Louvre. Palais Royal e Louvre

Opéra e les Grands Boulevards

Esse bairro de vocação comercial, que tem no extremo oeste a famosa Opéra Garnier, deve seu nome aos “grandes boulevares”, na verdade uma única avenida vai até a Place de la République, na região leste de Paris, mudando de nome seis vezes: bd de la Madeleine, bd des Capucines, bd des Italiens, bd Montmartre, bd Poissonnière, bd de Bonne Nouvelle e bd St-Martin. Ufa! Opéra e les Grands Boulevards

A origem dos boulevards é interessante: a partir de 1660, as antigas muralhas que cercavam Paris ao norte foram demolidas e transformadas em alamedas arborizadas – os boulevards. Embora fossem pavimentados desde a década de 1780, os boulevards, que até então ficavam praticamente na periferia de Paris, foram urbanizados na segunda década do século XIX por Haussmann, que introduziu a iluminação a gás e propiciou o crescimento comercial da região. Na região funciona o famoso Museu de Cera Grévin.

Madeleine e Concorde 

Este é um bairro elegante e relativamente novo, como outros da zona oeste da cidade. Hoje é bastante central, mas na Idade Média sequer ficava no perímetro urbano parisiense. A região só começou a ser valorizada no final do século XVII, quando Luís XIV mandou construir a Place Vendôme. Um século mais tarde, outra grande praça, a Luís XV (atual Place de la Concorde), foi construída ali perto, à beira do Sena, ao lado do Jardin des Tuileries. A Igreja de Ste-Marie de la Madeleine, ou simplesmente Madeleine, como todo mundo a chama, é uma das mais famosas igrejas parisienses. Com seu frontão triangular e 52 colunas coríntias de 20m de altura, ela mais parece um imenso templo da Grécia clássica do que uma igreja católica. Uma curiosidade: repare que ela não tem nenhuma cruz no alto. Madeleine e Concorde

Marais

Esse bairro, que já teve muitos altos e baixos, conserva ainda suas ruas de traçado medieval e lindos imóveis antigos. Animadíssimo a noite é o lugar perfeito para se flanar a qualquer hora do dia. A história do Marais é um pouco a história de Paris. Marais

Champs-Élysées

Os Champs-Élysées, um bairro relativamente novo de Paris, tem regiões residenciais bem elegantes, mas é predominantemente comercial e turístico. Sua história está muito ligada à da avenida que tem o mesmo nome. Nele ficam diversas embaixadas, escritórios, hotéis de alto padrão e boa parte das butiques mais luxuosas de Paris. Estas concentram-se principalmente no chamado Triangle dOr (“triângulo de ouro”), formado pelas avenidas Montaigne, François I e Champs-Élysées, um verdadeiro delírio consumista para quem está com o bolso cheio. Bons restaurantes, bares e cinemas ajudam a tornar o Champs-Élysées um bairro movimentado e, principalmente aos sábados à noite, um dos lugares preferidos dos parisienses. Champs-Élysées

Trocadero

Muita gente visita o bairro (onde há ótimos museus!) para ter, de seu belo jardim,  uma vista privilegiada da Tour Eiffel, do outro lado do rio Sena. Trocadero

Informações práticas

Como ir a Paris?  Compare preços e reserve seu voo

Veja passagens aéreas e pacotes

Maquina fotografica

Paris em imagens  Fotos dos lugares de especial interesse turístico.

A França  em imagens  Verdadeira viagem fotográfica pela França. Dezenas de fotos das regiões Sul, Norte e Centro da França

Rive Gauche: informações e dicas sobre os bairros

 Tour Eiffel • Invalides • St-Germain-des-Près • Musée du Moyen Âge • Panthéon • Quartier Latin • Rue Mouffetard

Trocadero – Tour Eiffel

Neste bairro residencial novo e chique do oeste de Paris, na Rive Gauche, todo haussmanniano, estão alguns dos mais importantes museus e monumentos da cidade, dentre os quais a mais famosa torre do mundo, símbolo de Paris: a Tour Eiffel (Quer mostrar elegância? Pronuncie corretamente: eiféle e não êifeu). De outro lado do Sena, bem em frente à torre, há uma pequena colina, onde ficam o Palais de Chaillot e o Jardin du Trocadéro. É impossível ir a Paris e não passar por lá. Saiba mais sobre o bairro de Trocadéro

Invalides                   

No mais fino arrondissement de Paris da Rive Gauche, o 7ème, o bairro dos Invalides é marcado pela grande quantidade de prédios públicos, principalmente ministérios. Hôtels particuliers do século XVIII e uma população abastada reforçam seu clima de sobriedade e elegância. As obras-primas do Impressionismo estão no Musée d´Orsay e no Musée Rodin, dois dos mais importantes museus de arte de Paris. Saiba mais sobre o bairro de Invalides

Musée Rodin – 77, rue de Varennes, Invalides, Paris, 75007 Auguste Rodin foi um dos mais importantes escultores do mundo, e é talvez, dentre os estrangeiros, o mais famoso e querido no Brasil. Em Paris, pertinho do Bd. des Invalides, um museu que leva seu nome está instalado desde 1919 numa magnífica mansão com três hectares de jardins. Fazem parte do acervo do museu os principais trabalhos do artista (entre eles Le Penseur, La Porte de l’Enfer, La Main de Dieu, Le Baiser, Balzac, Orphée e Les Bourgeois de Calais) etc. Site: Musée Rodin

Assemblée Nationale – (Assembléia Nacional) 33, Quai d’Orsay, Paris, 75007 O prédio neoclássico do Palais Bourbon, à beira do Sena, em frente à Pont de la Concorde, que é hoje sede da Assembléia Nacional, uma das mais importantes instituições republicanas, tem, por ironia, sua história muito ligada à monarquia. Foi construído pela filha de Luís XIV, a Duquesa de Bourbon, comprado por Luís XV e depois pelo Príncipe de Condé; finalmente, foi reformado por Napoleão, que mandou colocar as colunas coríntias e o frontão triangular.

Hôtel des InvalidesMusée de l´Armée  Invalides, Paris, 75007 – Ocupa a maior parte do Hôtel des Invalides. Seu acervo é composto de documentos, fotos, armas, armaduras, uniformes e artefatos militares usados nas diferentes guerras através da História, até os dias de hoje.

Musée d’Orsay – Quai Anatole France, Paris, 75007. Desde sua inauguração, em 1986, o Orsay é um dos principais museus de arte da Europa e um enorme sucesso de público. Seu acervo é composto por obras, sobretudo pinturas, produzidas por artistas ocidentais de 1848 a 1914. São aproximadamente 4 mil obras espalhadas por 80 salas e galerias, vindas na maior parte do Louvre, do Jeu de Paume e do antigo Museu de Arte Moderna e visitadas por mais de 2,3 milhões de pessoas por ano. Site: Musée d’Orsay

St-Germain-des-Prés

Também na Rive Gauche, um dos mais charmosos bairros de Paris e um dos melhores lugares para você ter uma idéia de como era a cidade nos tempos da Revolução. Berço do existencialismo, até hoje, St-Germain-des-Prés faz o gênero “intelectual-chic” e é o lugar preferido de estudantes, professores, artistas, filósofos, pseudofilósofos, gauchistas-caviar e outros curiosos espécimes do folclore parisiense, mas também tem um lado bem “burguês” e vem sendo escolhido por estilistas famosos para a instalação de seus ateliers ou filiais. Seu comércio é variado e elegante: moda, livros, objetos de arte, antigüidades, tudo o que há de mais branché (na moda, in) em Paris pode ser encontrado por lá. Saiba mai sobre Saint-Germain des Prés

Musée Eugéne Delacroix 6, rue de Fürstenberg, St-Germain-des-Prés, Paris 75006. O museu possui obras e objetos pessoais de Eugène Delacroix (1798-1863), um dos maiores expoentes do Romantismo nas artes plásticas.

École des Beaux-Arts

 Rue Bonaparte 75006 14, rue Bonaparte, St-Germain-des-Prés, Paris 75006. Entre o Sena e a igreja de St-Germain-Na esquina com o quai Malaquais, em frente ao Sena, funciona uma das mais famosas escolas de belas artes do mundo: a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris, principal referência acadêmica francesa de estudos artísticos.

Pont des Arts Paris

 Conhecida também como “Pont des amoureux” ou “Ponte dos apaixonados” (é romântica mesmo, devemos reconhecer!), foi construída por ordem de Napoleão. É mais exatamente uma passarela para pedestres, ladeada por elegantes lampiões, de onde se pode desfrutar de uma das melhores vistas do Sena e da Île de la Cité e tirar ótimas fotos.

Théâtre National de l’Odéon

 1, pl. Paul Claudel, St-Germain-des-Prés. Esse teatro de linhas neoclássicas é um dos mais antigos de Paris. Construído em 1779, foi sede da Comédie Française. Mais recentemente, durante o movimento de 1968, foi palco de atritos entre a polícia e os estudantes, que o ocuparam e fizeram bons estragos no belo imóvel histórico. Francamente, o que é isso, companheiro?!

Musée de la Monnaie

 (Museu da Moeda) 11, Quai de Conti 75006 St-Germain-des-Prés, Paris 75006. Hôtel de la Monnaie, construído em 1777, abriga a antiga Casa da Moeda francesa, que até hoje produz medalhas e moedas de coleção. Nele funciona um museu com milhares de peças e uma exposição sobre as técnicas de fabricação de moedas.

St-Germain-des-Prés

 (igreja) Pl. St-Germain-des-Prés St-Germain-des-Prés, Paris 75006 É o templo católico mais antigo de Paris e sua história está intimamente ligada à do bairro. A primeira igreja levantada nesse local data do século VI, e a atual, construída no século XI, passou por profundas reformas no século XIX.

St-Sulpice

 (igreja) 75006 Pl. St-Sulpice, St-Germain-des-Prés, Paris 75006 Apesar de não ser uma das mais antigas de Paris, essa igreja chama a atenção pelo desenho muito original, com duas grandes torres diferentes uma da outra.

Jardin de Luxembourg

St-Germain-des-Prés, Paris 75006. Esse belo parque cuja frente dá para o Bd. Saint-Michel foi aberto ao público no século XIX. Muito arborizado e localizado entre dois dos bairros mais agradáveis da cidade, é procurado pelos parisienses..

Quartier Latin

Foi nesse bairro de Paris, às margens do rio Sena, na Rive Gauche (Margem Esquerda), ao lado da Île de la Cité que, no século I, os romanos se estabeleceram e construíram, segundo seu plano urbanístico padrão, casas, anfiteatros, fórum, termas, etc. Pouca coisa sobrou, além do nome – Quartier Latin significa bairro latino. Mas ainda há ruínas bem preservadas das termas e alguns vestígios das arenas. Saiba mais sobre o Quartier Latin.

Desde a Idade Média a presença da elite intelectual da época e a concentração de professores influiu decisivamente no desenvolvimento do Quartier Latin e na sua tradição universitária, que ainda persiste depois de mais de 700 anos. Esse bairro de Paris entrou em evidência em maio de 1968, quando um movimento estudantil paralisou as faculdades e obteve maior repercussão do que qualquer outro na história, estendendo-se pela França inteira, com reflexos em vários países, dentre os quais o Brasil.

St-Séverin (igreja) 1, rue des Prêtres St-Séverin, quartier Latin, Paris 75005 Muito antiga, a igreja foi destruída pelos normandos e reconstruída, na Idade Média, em estilo gótico-flamboyant, com gárgulas, arcobotantes e vitrais.

St-Julien-le-Pauvre – (igreja) 1, rue St-Julien-le-Pauvre Paris 75005 Esta minúscula igreja perto do Sena, ao lado do Square Viviani, foi erguida em 1250 sobre os restos de uma ainda mais antiga, do século VI, destruída pelos invasores normandos. Sua história é bem interessante: ela fez parte de um conjunto de albergues de peregrinos que iam para Santiago de Compostela e foi sede de agitadas reuniões de estudantes da Sorbonne (no século XVI, bem antes da UNE…).

Musée de Cluny – (Musée National du Moyen Âge) 6, Pl. Paul Painlevé, Quartier Latin, Paris 75005. Quem se interessa por História, em particular pela Idade Média, não pode perder este museu. Instalado em 1843 no antigo Hôtel de Cluny, seu rico acervo contém exemplares de escultura gótica, pinturas, iluminuras, vitrais, jóias, marfins, tapeçarias, tecidos, bordados, armas, armaduras, pratos esmaltados, cerâmicas, enfim, tudo o que pode imaginar relativo à era medieval. Musée Nationale du Moyen Âge

La Sorbonne – Bd. St-Michel, Paris 75005. Em 1257, Robert de Sorbon fundou, aos pés da colina Ste-Geneviève, uma escola de teologia, inicialmente destinada aos seminaristas pobres, que acabaria por se tornar uma das mais renomadas universidades do mundo. Sua fama atraiu grande número de estudantes e professores para o bairro e seu poder era imenso; lá funcionava até um tribunal eclesiástico, com poderes quase equivalentes aos do Papa.

Panthéon – Pl. du Panthéon, Quartier Latin, Paris 75005. Essa imponente construção em estilo clássico, que mais parece, por fora, um templo grego da época de Péricles, foi construída por ordem de Luís XV em 1758 para ser uma nova igreja de Ste-Geneviève, sobre o mesmo lugar da original: no topo da colina, no Quartier Latin. Seu imenso interior é ricamente decorado com afrescos e, no frontão, está gravada a frase: “Aux Grands Hommes, la Patrie Reconnaissante” (“Aos Grandes Homens, a Pátria Agradecida”). Estão enterrados ali Rousseau, Voltaire, Émile Zola, Jean Jaurès, Jean Moulin, Condorcet, Louis Braille, Victor Hugo, Pierre e Marie Curie e André Malraux, dentre outros.

St-Étienne-du-Mont – (igreja) Pl. Ste-Geneviève, Quartier Latin, Paris 75005. A igreja no alto da colina de Ste-Geneviéve, bem atrás do Panthéon, foi construída no século XIII para os servos da Abadia de Ste-Geneviève, que ficava ali ao lado. O edifício passou por várias reformas que se estenderam de 1492 a 1624. Talvez pelas diferentes influências arquitetônicas, a St-Étienne-du-Mont é bem diferente de qualquer outra igreja parisiense.

Rue Mouffetard – Começa na Place Monge, Quartier Latin, Paris. Conhecida como Mouffe, é uma das ruas mais antigas de Paris: originalmente, era o começo da estrada que ligava Lutécia a Roma. Suas últimas quadras são reservadas para pedestres; é lá que existe um dos bons mercados de alimentação ao ar livre de Paris. A região da Mouffe tem casas antigas, com brasões anteriores à numeração oficial, estabelecida em 1805. Saiba mais sobre a Rue Mouffetard.

Place de la Contrescarpe – Quartier Latin, Paris. construída em meados do século XIX, é mais conhecida pelos cafés, freqüentados pelos escritores americanos que viveram em Paris depois da Primeira Guerra, como Ernest Hemingway, John Dos Passos e Henry Miller, nos tempos que eles ainda viviam pobremente.

Val de Grâce (igreja) 277 bis, rue St-Jacques, Quartier Latin, Paris 75005 RER Port-Royal. A abadia fundada em 1621 por Ana da Áustria, mulher de Luís XIII, tem uma igreja cuja planta é atribuída a Jules Hardouin-Mansart, construída entre 1645 e 1665. Sua cúpula em estilo barroco, toda decorada com afrescos, é inspirada na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Durante a Revolução, a abadia foi transformada em hospital militar. O claustro original ainda existe.

Grande Mosquée de Paris – 2 bis, pl. du Puits-de-l’Ermite, Quartier Latin, Paris, 75005. A mesquita de Paris começou a ser construída a partir de 1926 em estilo mourisco espanhol. O arquiteto do projeto foi o francês Maurice Mantou, mas 450 artesãos árabes participaram ativamente da obra. Embora não possa ser comparada às grandes edificações islâmicas antigas, a mesquita de linhas harmoniosas adornada com bonitos mosaicos é um bom exemplo da arquitetura árabe.

Musée du Monde Arabe -1, rue des Fossés St-Bernard, Quartier Latin, Paris 75005. PMP. O Instituto do Mundo Árabe foi criado em 1980 pela França em conjunto com vinte nações árabes. Seu edifício, inaugurado em 1987 à beira do Sena, concilia modernidade com motivos tradicionais da cultura islâmica. A estrutura é toda de vidro e alumínio.
Museu du Monde Arabe

Arènes de Lutèce – (Arenas de Lutécia) 47, rue Monge, Quartier Latin, Paris 75005. As Arenas de Lutécia, que remontam aos tempos do Império Romano, foram o maior anfiteatro da antiga Gália. Construídas entre os séculos I e II, com 130m de comprimento e 100m de largura, podiam receber mais de 15 mil pessoas.

Jardin des Plantes e Grande Galerie de l’Évolution – (Jardim Botânico e Grande Galeria da Evolução) Fica entre as ruas Valhubert, Bufon, Geoffroy de St-Hilaire e Cuvier, Quartier Latin, Paris. Criado por Luís XIII em 1626, é, na verdade, um grande parque, muito agradável para passear, onde funcionam atualmente, além do jardim botânico, um zoológico e o Museu de História Natural. No Museu de História Natural fica a Grande Galeria da Evolução, a enorme exposição sobre a evolução das espécies.
Jardin des Plantes

Jardin de Montsrouris – Bem no sul de Paris está o Jardin de Montsouris, um dos mais lindos parques parisienses e um dos preferidos dos estudantes; ele fica exatamente em frente à Cité Universitaire (Cidade Universitária).

Informações práticas sobre Paris

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes

Onde dormir em Paris

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos

Escolha e reserve seu hotel em Paris

Maquina fotografica

Paris em imagens  Fotos dos lugares de especial interesse turístico.

A França  em imagens  Verdadeira viagem fotográfica pela França. Dezenas de fotos das regiões Sul, Norte e Centro da França

Bairros de Paris: informações e dicas

Mapa de Paris

Quartier Latin e Saint-Germain-des-Prés

Foi nesses dois bairros às margens do rio Sena, na Rive Gauche, ao lado da Île de la Cité que, no século I, os romanos se estabeleceram e construíram, segundo seu plano urbanístico padrão, casas, anfiteatros, fórum e termas. Os dois bairros vizinhos têm famosa tradição boêmia e intelectual.  Quartier Latin e Saint-Germain-des-Prés

Marais

O Marais era uma região insalubre de pântanos (em francês, marais) na Rive Droite, próximo às duas ilhas do Sena.A partir do século XII, seus terrenos foram drenados e passaram a ser cultivados. Um pouco a oeste do Marais fica Bastille. O nome Bastille vem da famosa prisão da Bastilha, construída na segunda metade do século XIV, onde eram trancados os opositores do regime e os desafetos dos reis da França. Marais

Les Halles-Châtelet

O bairro foi uma das primeiras regiões ocupadas pelos habitantes de Paris na margem direita do Sena, perto da Île de la Cité. Châtelet é como se chamava a antiga fortaleza medieval que protegia a entrada da cidade e também fazia as vezes de prisão, da qual nada restou. Les Halles-Châtelet

Champs-Élysées

Os Champs-Élysées, um bairro relativamente novo, tem regiões residenciais bem elegantes, mas é predominantemente comercial e turístico. Os Champs-Élysées, um bairro relativamente novo, tem regiões residenciais bem elegantes, mas é predominantemente comercial e turístico. Champs-Élysées

Invalides

No 7ème, o mais fino arrondissement da Rive Gauche, o bairro dos Invalides é marcado pela grande quantidade de prédios públicos, principalmente ministérios. Palacetes do século XVIII e uma população abastada reforçam seu clima de sobriedade e elegância. Invalides

Trocadéro

Neste bairro residencial novo e chique do oeste parisiense, todo haussmanniano, estão alguns dos mais importantes museus e monumentos da cidade, dentre os quais a mais famosa torre do mundo, símbolo da capital francesa: a Torre Eiffel (Pronuncia-se “eifél”). Trocadéro

Opéra e Madeleine

Os bairros de vocação comercial, que tem no extremo oeste a famosa Opéra Garnier, deve seu nome aos “grandes boulevares”, na verdade uma única avenida que começa na Place de la Madeleine e vai até a Place de la République.  Opéra e Madeleine

Île St-Louis e Île de la Cité

Île de la Cité é o coração de Paris, onde a cidade nasceu a partir de um povoado celta. Linda e impregnada de História, foi durante séculos sede do poder na França. Por isso, lá estão concentrados, em uma área relativamente pequena, edifícios públicos de grande importância histórica e a famosíssima catedral de Paris: a Notre-Dame. A atual Île St-Louis, hoje vizinha à Île de la Cité, não existia até o comecinho do século XVII. Em seu lugar, havia duas ilhotas: a Île Notre-Dame e a Île aux Vaches (“Ilha das Vacas”), que não passava de um pasto. A união de ambas em uma única ilha formou a Île St-Louis, ligada ao Marais pela Pont Marie. Île St-Louis e Île de la Cité

Montmartre

Montmartre é o único bairro parisiense localizado no topo de um monte. Da Butte Montmartre pode-se desfrutar uma vista panorâmica de Paris: a cidade está literalmente aos seus pés. O nome Montmartre possivelmente é uma corruptela de “Mont des Martyrs” (“Monte dos Mártires”), pois diz a lenda que St-Denis e outros mártires teriam sido decapitados ali por volta do ano 250. Montmartre

Informações práticas sobre Paris

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes

Onde dormir em Paris

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos.

Castelo de Chantilly, Picardia
Castelo de Chantilly, Picardia, França

Picardia e seus castelos

No nordeste da França, a Picardia (Picardie) tem por capital Amiens, famosa pela catedral de Notre-Dame e por St-Leu, um pitoresco bairro cortado por canais. Belas catedrais não faltam na região; a de Beauvais e a da pequena Senlis também merecem ser visitadas. Mas o principal interesse turístico da Picardia reside em seus castelos.

Mapa da Picardia

Como ir para a Picardia

Há trens de Paris para as diversas cidades da Picardia. De carro utilize a A1, direção norte.

Hotéis na Picardia

Escolha e reserve seu hotel na Picardia

Melhor época

Evite o auge do inverno, o resto do ano, principalmente primavera e outono, as temperaturas são em geral agradáveis. Veja:  Melhor Época para ir à França

Vídeo de turismo sobre a Picardia

Atrações

• Amiens • Chantilly • Compiègne • Pierrefonds • Compiègne

Chantilly

 A apenas 40 km ao norte de Paris, Chantilly é o terceiro lugar mais visitado na Picardia, depois de Versalhes e Fontainebleau. A principal atração da cidade de Chantilly é seu castelo; rodeado de água, de uma beleza comparável aos do Vale do Loire. Ele é dividido em duas partes, construídas em diferentes épocas. No castelo de Chantilly funciona o museu Condé, com um acervo artístico excepcional em qualidade e quantidade (mais de 800 pinturas, centenas de aquarelas, aproximadamente 300 miniaturas, e 3 mil outras peças). O parque e a floresta em torno do castelo de Chantilly são perfeitos para se passear a pé, mas pode-se também fazer uma passeio de barco no canal do parque ou subir num balão cativo, preso a um cabo, do qual se tem uma belíssima vista dos arredores.

Compiègne

 Mais ao norte fica Compiègne, onde pode ser visitado um enorme castelo outrora habitado pela realeza francesa, cuja aparência atual é fruto de grandes ampliações e reformas feitas por Luís XV e da restauração feita por Napoleão. Perto de Compiègne, pode-se visitar Pierrefonds, uma imensa fortaleza medieval.

Informações práticas sobre Paris

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes

Onde dormir em Paris

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos

Escolha e reserve seu hotel em Paris

Maquina fotografica

Paris em imagens  Fotos dos lugares de especial interesse turístico.

A França  em imagens  Fotos da França e suas regiões.

Rio Sena, Paris, França
Île-de-France- Paris

Île-de-France: cidades onde ficam os principais pontos turísticos

• Paris • Versalhes • (Versailles) • Saint Denis • Fontainebleau • Provins • St-Germain-en-Laye • Malmaison• Royaumont • Auvers-sur-Oise

Mapa de Île-de-France


A Île-de-France: tem por capital Paris.  É conhecida como Île-de- France, por ser considerada como o berço da França. Nela estão algumas das principais atrações do país.

Versalhes

Sonho e glória dos últimos reis franceses do Antigo Regime, Versalhes é uma das maiores maravilhas do mundo ocidental e o maior ícone do Absolutismo, capaz de deixar boquiaberto mesmo quem já visitou diversos outros palácios europeus. Versalhes

Saint-Denis

Embora do ponto de vista administrativo St-Denis seja outra cidade, na prática é como se fosse um bairro de Paris, onde se pode ir de metrô. O lugar é famoso por sua basílica gótica do século XII, onde estão os túmulos dos reis da França, e também pelo moderno Stade de France, o estádio onde ocorreram os principais jogos da Copa de 98 (de triste memória para os brasileiros!)

Fontainebleau

Habitado seguidamente durante oito séculos por soberanos franceses, Fontainebleau, palco de importantes acontecimentos históricos, é um dos mais luxuosos castelos da França. Veja informações e dicas sobre Fontainebleau

Vaux-le-Vicomte

O lindo castelo de Vaux-le-Vicomte e seus jardins são o resultado dos delírios de grandeza de Nicolas Fouquet, ministro das finanças de Luís XIV. Encarregado de obter fundos para o tesouro do Estado, ele foi acusado de ter desviado uma boa fatia da arrecadação para seus próprios bolsos (essas práticas improbas eram muito comuns entre os ocupantes de altos cargos públicos naquela época… ).

Os suntuosos jardins, o quarto preparado para o rei e jamais utilizado, os apartamentos de Fouquet e de sua esposa, com móveis de época, bem como os salões e até mesmo a cozinha do castelo de Vaux-le-Vicomte podem ser visitados. Nos meses mais quentes, há visitas noturnas, com o castelo todo iluminado à luz de 2 mil velas e, durante o dia, espetáculos de jatos d água no jardim.

St-Germain-en-Laye

Nessa cidade próxima a Paris fica o castelo renascentista do mesmo nome, construído durante o reinado de Francisco I. Acessível por RER, a cidade foi muito tempo uma das moradias da realeza; Luís XIV, o Rei-Sol, morou lá antes de ir para Versalhes.
Veja informações e dicas sobre Saint-Germain-en-Laye

Malmaison

Conhecido como o castelo de Josefina, primeira mulher de Napoleão Bonaparte, que o comprou e o reformou no estilo Império, Malmaison foi o último refúgio do imperador após sua derrota em Waterloo, antes de seguir para a ilha de Santa Helena. O tempo em que os dois viveram no castelo de Malmaison foram os anos mais felizes do casal e, mesmo depois de seu divórcio, Josefina permaneceu em Malmaison. Hoje, Malmaison pertence ao Estado e nele funciona o Musée du Château de Malmaison, que possui uma das mais importantes coleções de peças de arte, móveis, objetos e quadros do Primeiro Império.

Disneyland

Paris Também conhecida como EuroDisney, a Disneyland Paris é parecida com a americana, embora menor. Ela se divide em diferentes setores, cada qual com suas atrações: Main Street USA, uma rua americana do começo do século XX; a Frontierland, terra dos cowboys; a Adventureland, com seu exotismo à la Indiana Jones; a Fantasyland, terra dos clássicos infantis de Disney; e a futurista Discoveryland. Evidentemente, além das diversões do parque em si há uma enorme infra-estrutura composta de lojas, restaurantes, lanchonetes e hotéis.

Abadia de Royaumont

Royaumont, construída por São Luís em 1228, foi a mais importante abadia cisterciense da Île-de-France. O rei-santo tornou-a famosa por ter ali convivido humildemente em meio aos monges, a quem inclusive servia refeições. Visitando Royaumont, pode-se ter uma boa idéia do modo de vida dos monges na época de São Luís; ainda existem, bem preservados, o claustro, a sacristia, a cozinha e o refeitório, onde concertos de música clássica são promovidos pela fundação que hoje administra a abadia de Royaumont.

Auvers-sur-Oise

Esta cidadezinha tornou-se conhecida por ter sido o lugar favorito de alguns dos mais importantes pintores impressionistas, como Daubigny, Cézanne e, sobretudo, Van Gogh, que viveu seus últimos dias ali, atraído pela luminosidade e pelo ambiente bucólico da região. A pintura da bela catedral gótica de Auvers-sur-Oise é um de seus quadros mais conhecidos. O artista morou ali só por dois meses, mas mesmo assim fez a fama da cidade. Ele e seu irmão Théo, mortos prematuramente em um curto intervalo de tempo, estão enterrados lado a lado no pequeno cemitério da cidade de Auvers-sur-Oise.

A chamada “casa de Van Gogh”, hoje atração turística, nunca foi sua casa; é, na verdade, o Auberge Ravoux, pensão onde ele morou no fim da vida, onde seu quarto pode ser visitado. Na cidade de existe também o Castelo de Auvers-sur-Oise, não tão bonito quanto outros castelos da Île-de-France ou do Loire mas que, pegando carona na fama de Van Gogh e outros, oferece como atrativo um percurso audiovisual pela França do tempo dos impressionistas. Veja dicas e informações sobre Auvers-sur-Oise

A França em imagens

Veja álbum fotográfico sobre as principais pontos turísticos na França

Paris em imagens

Veja álbum fotográfico sobre as principais atrações turísticas em Paris

Informações práticas

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes

Onde dormir em Paris

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos

Escolha e reserve seu hotel em Paris

Melhor época para ir a Paris

Île-deFrance, corresponde a Région Parisienne. É o mesmo clima que a capital.
Veja a melhor época

Maquina fotografica

Paris em imagens  Fotos dos lugares de especial interesse turístico.

A França  em imagens  Verdadeira viagem fotográfica pela França. Dezenas de fotos das regiões Sul, Norte e Centro da França

ônibus - Paris, França


Transportes em Paris: metrô, ônibus, RER

Circulando por Paris

Paris é uma das cidades mais bem servidas no mundo em transportes públicos. Existem ônibus, metrôs e trens que vão para tudo quanto é canto e até um barco-ônibus que navega pelo Sena. Mas há outras formas de se locomover e de passear, que atendem a todos os gostos e orçamentos e que você poderá considerar atraentes, seja para ir de um ponto a outro ou simplesmente para curtir a cidade.

metrô de ParisMetrô

Este é, sem dúvida, o meio mais prático e rápido de se locomover por Paris. Porém, evite os horários de pico (pela manhã e final da tarde), quando os vagões ficam lotados.
Com 14 linhas e 297 estações, a rede de metrô cobre hoje toda a cidade e os subúrbios.
Saiba mais

Ônibus em Paris peqÔnibus: linhas urbanas regulares

Os ônibus parisienses São eficientes e começam a funcionar às 5h30 da manhã. Saiba mais

City Tours de ônibus

Há City Tours bem práticos onde você pode descer onde quiser, visitar o que deseja e tomar o próximo com o mesmo passe. Saiba mais

Passes de transporte

Há passes que dão direito, durante seu período de validade, a tomar quantos metrôs, ônibus e RER desejar por um período determinado. Embora muito prático, esse tipo de passe nem sempre vale a pena para quem está hospedado numa região central da cidade, onde estão as principais atrações, e só utiliza ocasionalmente os transportes públicos. Sai mais barato, nesse caso, comprar um carnê de dez bilhetes, que você vai usando à medida de suas necessidades. Não esqueça de que, com baldeações, você vai para qualquer lado com um só bilhete.

Onde comprar – Você pode obter todo tipo de informação sobre custo de bilhetes para ônibus e metrô bem como sobre os passes que oferecem vantagens e duração variada, no site oficial da RAPT, a companhia parisiense de transporte.

Atenção – Não perfure passes semanais ou mensais na maquininha do ônibus ou os inutilizará; apenas os apresente, com a respectiva carteira, ao motorista ou ao fiscal.

Validade – O passe semanal Navigo começa a valer na segunda-feira, portanto não compensa adquiri-lo no meio da semana. O forfait mensal vale do primeiro ao último dia do mês (e não durante quaisquer 30 dias seguidos). Para adquirir a carte talvez você precise se expressar um pouco em francês. Essa carte é pessoal e intransferível e para tirá-la é preciso apresentar uma fotografia 5×7 e preenchê-la com seus dados e com o endereço onde você está hospedado. Você usa bigodes e é moreno? Então não peça emprestada a carta de sua namorada loira, pois em caso de fiscalização, o passe será apreendido e você será multado. Mesmo falando um excelente francês, você ficará ruborizado ao explicar como conseguiu sair tão diferente na foto! À venda nas estações de metrô ou, mais fácil, pelo site da RATP.

Há passes que valem também para regiões vizinhas, mas são mais caros. O preço varia dependendo da zona abrangida.

Os passes mais baratos são os de zonas 1 a 3; com eles, além de Paris, você pode ir a La Défense, Vincennes e St-Denis. Com os de zonas 1 a 5, você pode ir a Versalhes, Auvers-sur-Oise, Malmaison, Saint-Germain-en-Laye, e aos aeroportos Charles de Gaulle e Orly. Para ir também a lugares mais distantes, como Fontainebleau e Rambouillet, precisará do passe que cobre as zonas 1 a 8.

Táxi

Como o sistema de transportes públicos é bastante eficiente, você provavelmente só vai usar táxi para ir e voltar do aeroporto ou para se locomover à noite. A tarifa para rodar na zona suburbana é mais cara do que na zona urbana. A bandeirada também é mais cara das 19h às 7h e aos domingos.

Uma corrida de táxi dentro de Paris não é muito cara. É claro que depende da distância e do trânsito. Muitos motoristas se recusam a transportar mais do que três pessoas.

Ao tomar um táxi, tenha sempre dinheiro trocado e muitas moedas com você; os motoristas parisienses nunca têm troco. Seja objetivo ao indicar onde quer ir (endereço, arrondissement e alguma referência, como o metrô mais próximo) e fique na sua.

Empresas de rádio-táxi

Taxi Bleu  Tel. 08/91701010 ou 01/49362948
Taxi G7 Tel. 01/41276699 (atendimento em inglês) ou 01/47394739

Quando for pegar um avião, principalmente de manhã, e aos sábados, domingos e feriados, peça para a recepção do seu hotel fazer a reserva do táxi na véspera.

Automóvel

É melhor alugar um elefante branco, ou de qualquer outra cor, do que um automóvel para circular em Paris. O trânsito não é nenhuma maravilha, é difícil encontrar lugar para estacionar e os estacionamentos são caros. As multas também!

A História de Paris o interessa?

Veja todas as postagens sobre a história de Paris

Informações práticas sobre Paris

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes

Hotéis em Paris

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos

Escolha e reserve seu hotel em Paris

Maquina fotografica

Paris em imagens  Fotos dos lugares de especial interesse turístico.

A França  em imagens  Verdadeira viagem fotográfica pela França. Dezenas de fotos das regiões Sul, Norte e Centro da França

Paris para cada um

Paris essencial

Há coisas em Paris que você não pode perder. Veja o que é essencial conhecer em Paris

Paris para quem não tem pressa

Se você tem bastante tempo para curtir Paris vai poder aproveitar muito mais. Veja as opções.

Paris para quem pode gastar

Paris sempre é bom. Se você tem um orçamento de viagem confortável, melhor ainda.
Veja as dicas.

Paris econômica

Veja dicas específicas para curtir Paris sem abusar do bolso

Paris romântica

Paris é uma das cidades mais românticas do mundo para casais de todas as idades. Veja nossas sugestões.

Paris GLS

Paris, palco de amores de Verlaine, Rimbaud, Oscar Wilde, Gertrude Stein e Alice B. Toklas, é uma das cidades mais liberais do mundo no que diz respeito às opções sexuais de cada um. Dificilmente duas pessoas do mesmo sexo serão alvo de discriminação se resolverem pedir um quarto com cama de casal. Saiba mais sobre para para a comunidade gay.

Paris cultural e histórica

Se o que você busca é cultura e arte, Paris é uma das cidades mais bem servidas do planeta. Paris inteira exala história. Veja algumas dicas sobre Paris cultural e romântica.

Paris para quem fala francês

Veja as vantagens de saber falar francês ao visitar Paris

Paris para crianças

Veja tudo o que Paris tem a oferecer para a criançada

Mapa de Paris

Informações práticas sobre Paris

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes

Hotéis em Paris

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos

Escolha e reserve seu hotel em Paris

Melhor época em Paris

Veja a melhor época para visitar Paris

Paris: para entender a cidade

Paris, para entender a cidade: é fácil, Paris é cortada pelo rio Sena. Ao norte do rio, fica a Rive Droite (margem direita) e, ao sul, a Rive Gauche (margem esquerda). Bem no meio da cidade — e do Sena — há duas ilhas. A maior é a Île de la Cité; a outra, ao lado dela, é a Île St-Louis. As duas margens e as ilhas são ligadas por diversas pontes de diferentes épocas e estilos.
A capital francesa é relativamente compacta, fácil de ser percorrida a pé ou por qualquer meio de transporte coletivo, e tem como excelentes pontos de orientação o rio Sena e as estações de metrô. Sabendo onde está o rio, você não se perde; conhecendo a estação de metrô mais próxima, você acha qualquer lugar. Outras referências podem ser úteis: a Torre Eiffel e a Torre Montparnasse, por exemplo, são visíveis de bem longe.

Mapa de Paris

Uma cidade plana

A cidade é plana, com exceção de Montmartre, uma colina ao norte de Paris, bem como da Montaigne Ste-Geneviève e de Montparnasse, elevações suaves na Rive Gauche.
Uma imensa avenida circular e bem movimentada, a périphérique, circunda a capital. Se você alugar um carro e sair de Paris, será inevitável passar por ela. É da périphérique que saem as estradas para todas as direções da França. A zona urbana que fica na área limitada pela “périph”, como os parisienses apelidaram a avenida, é conhecida como Paris “intramuros”.

Como Paris é dividida

Paris é dividida administrativamente em 20 arrondissements, que não são propriamente bairros, mas sim distritos. Um bairro pode pertencer a dois distritos diferentes, da mesma forma que um arrondissement pode englobar mais de um bairro.
Os arrondissements, denominados por números (1er, 2ème, ou seja, primeiro, segundo etc.) são dispostos em forma de caracol em volta da Île de la Cité, onde está o marco zero da cidade. Quanto mais baixo o número, mais próximo do centro. Nos endereços parisienses você sempre encontrará indicadores equivalentes aos CEPs brasileiros. Quando o número começa com 75, significa que aquele endereço fica em Paris. Os algarismos seguintes indicam o arrondissement: 75001para o primeiro, 75002 para o segundo e assim por diante.

A numeração das ruas

Parais, para entender a cidade: a numeração dos imóveis em Paris não é por metro, como aquela a que estamos habituados na maior parte das cidades brasileiras. Os números são sempre seqüenciais, independentemente da distância entre um endereço e outro. Se um edifício público que fica no nº 20 de uma rua ocupar uma quadra inteira, o nº 22 ficará na quadra seguinte, e sabe-se lá a que distância poderá estar o nº 50! Cuidado, portanto, para não se enganar com as distâncias, principalmente se estiver a pé.

Informações práticas sobre Paris

Como ir a Paris

Veja passagens aéreas e pacotes

Hotéis em Paris

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos

Escolha e reserve seu hotel em Paris

Melhor época

Veja a melhor época para visitar Paris

Maquina fotografica

Paris em imagens  Fotos dos lugares de especial interesse turístico.

A França  em imagens  Verdadeira viagem fotográfica pela França. Dezenas de fotos das regiões Sul, Norte e Centro da França

Museu Rodin
Paris, Museu Rodin

Paris

Quase toda construída em um estilo arquitetônico homogêneo, repleta de imponentes e incontáveis monumentos, praças, avenidas, igrejas e museus com ricos acervos, lindos parques, bairros charmosos e, como se não bastasse, o majestoso rio Sena, cujas pontes e margens oferecem vistas de tirar o fôlego, Paris é mesmo uma festa, desde a Belle-Époque. E, apesar de alguns criticarem os parisienses, julgando-os arrogantes, é porque não cruzou com as pessoas certas. Por isso mesmo é bom saber mais sobre Paris e os parisienses.

A capital francesa é uma das cidades que tem os mais bonitos e bem cuidados parques e jardins do mundo, particularmente lindos na primavera, quando estão completamente floridos, e no outono, quando as copas das árvores assumem tons avermelhados. As pontes parisienses também são especiais, a começar pela Alexandre III, e o melhor jeito de admirá-las é passeando pelo rio Sena em um dos vários barcos que fazem trajetos turísticos. Existem tantos motivos para ir a Paris!

Mapa de Paris

Como ir a Paris

Há voos diretos que partem diariamente de São Paulo, operados pelas companhias Air France e TAM. Você desembarcará no aeroporto Charles De Gaulle. Um voo direto São Paulo/Paris leva 11h. Se você está com bagagem muito pesada, tem um orçamento de viagem relativamente folgado ou está acompanhado por mais uma ou duas pessoas (os táxis parisienses dificilmente aceitam mais do que três), não pense duas vezes: tome um táxi. Calcule uns 40 minutos de táxi do centro da cidade ao aeroporto, dependendo do trânsito. Quem está com bagagem leve e muita disposição e vai se hospedar perto das estações da linha B pode optar pela alternativa mais barata e rápida que existe: o trem da RER (Rede Expressa Regional). Os RERs, que partem do aeroporto Charles de Gaulle a cada 10 minutos, das 5h às 24h, podem levá-lo até perto de dezenas de hotéis, sem precisar fazer nenhuma correspondance (baldeação), se você desembarcar nas estações Châtelet, Saint-Michel ou Luxembourg.

Escolha e reserve seu voo ou pacote para Paris

Hotéis em Paris

Bairros centrais, não muito longe do Sena, são os mais interessantes. Na Rive Gauche recomendamos Quartier Latin, Saint-Germain e Invalides, como bairros mais práticos. Na Rive Droite os bairros Les Halles-Châtelet, Marais, Palais Royal são bem centrais. Há bairros um pouco mais afastados do centro, que podem ser uma segunda opção, como Montparnasse ou Bastille, Champs-Elysées ou Trocadéro.

Seleção de hotéis por categorias e bairro

Melhor época

As melhores épocas do ano para a viagem são o final da primavera (junho) e o final do verão (setembro)! Saiba mais sobre a época ideal para sua viagem.

Você pode visitar Paris por conta própria ou pegar pacotes e excursões. Veja as dicas.

O que fazer em Paris

Veja as atrações turísticas selecionadas por bairro e o que há de melhor pra se fazer em Paris

Informações práticas

Transportes públicos

Curiosidades: você conhece a Marseillaise, o hino nacional Francês?

Saiba sobre sua história. conheça a letra, ouça a música, assista ao vídeo. 

Maquina fotografica

Paris em imagens  Fotos dos lugares de especial interesse turístico.

A França  em imagens  Fotos da França e suas regiões.