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Cidades em diferentes lugares do planeta são chamadas de “Veneza do Norte”, caso de Amsterdã, ou de “Veneza do Oriente”, como Bangkoc. Existe até uma “Veneza brasileira”, Recife. Todas têm seus canais, não são Veneza. Não existe no mundo algo que de longe se compare à sereníssima Veneza. Veneza é única.

Mapa da laguna de Veneza

Veneza

Ilhas da laguna de Veneza

Veneza é formada por diversas pequenas ilhas agrupadas, cortadas por canais e ligadas por pontes. Mas, há outras ilhas mais afastadas, que fazem parte da Laguna Veneziana. São elas Giudecca, Murano, Burano e outras.

Veja informações sobre Veneza, quando ir, o que visitar, dicas e muito mais…

Hotéis em Veneza

Veneza em qualquer época do ano, principalmente na alta estação, está sempre repleta de turistas. Aliás, em geral, não é muito fácil encontrar hotel sem reservar. Procure um estabelecimento próximo da estação ferroviária ou da Piazza Roma.

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Norte da Itália em imagens

Mapa da Itália

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Veneza e o Vêneto

Veneza, na região do Vêneto é única, particular, exclusiva. Não é possível comparar Veneza com nenhuma cidade do mundo. Goste você de Veneza, ou não goste, será obrigado a reconhecer que não existe outra cidade assim. Certo, existe Bangkok, a “Veneza do Oriente”, Amsterdã, a “Veneza do Norte”, e até Recife, a !”a Veneza brasileira” (deve ser piada!). O que distingue Veneza não é o fato de ser a única cidade do planeta totalmente ocupada por canais. Não existem ruas, carros, caminhões ou ônibus. Veneza tem lanchas, gôndolas e até ônibus-barco, o Vaporetto. Mas, o que distingue Veneza são seus belíssimos palácios espalhados por toda a cidade e especialmente no Canal Grande. É uma arquitetura capaz de deixar qualquer um de boca aberta.

Norte da Itália em imagens: Bolonha e região (Emilia-Romagna) e Milão e região (Lombardia)

Essas são algumas das regiões mais ricas e desenvolvidas da Itália, centros industriais importantes. Isso não impede que conservem um belo patrimônio arquitetônico de diferentes épocas e muitas atrações, além de ótimos museus. O centro histórico de Bolonha por exemplo é bem bonito. Milão possui um patrimônio arquitetônico menos importante  , mas é um centro de moda internacional. As duas regiões são também famosas por sua gastronomia, de primeira.

Norte da Itália em imagens: Piemonte e Trentino Alto-Adige

Essas regiões possuem menos patrimônio arquitetônico, mas paisagens de montanha de rara beleza, uma sucessão de picos com montanhas nevadas e vales verdejantes nos meses quentes. No Piemonte a influência francesa é visíveil. Muitos têm, incluisve o fancês como língua materna. O Trentino Alto-Adige, fronteira com a Áustria, é bilingue, muita gente fala alemão. A arquitetura é também de influência austríaca ou alemã, bem como a gastronomia.

Norte da Itália em imagens: Riviera Italiana

A Riviera Italiana, corresponde ao litoral da Ligúria, que tem Gênova como capital. A costa recortada abriga cidades bem cuidadas, com uma bela arquitetura mediterrânea, como Camogli, Sta Margherita Ligure, Rapello, e Portofino que, com seu porto escondido numa baía, é conhecida por ser ponto de encontro de ricaços, artistas e proprietários de iates de luxo.

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Deu vontade de conhecer? Então veja informações e dicas para organizar sua viagem ao Norte da Itália

Veja também álbuns fotográficos com dezenas de imagens de outras regiões italianasFacilita muito quando você não sabe ainda o que deseja visitar!

Sul da Itália em Imagens | Centro da Itália em Imagens

Informações práticas

Como ir

Todas as principais cidades do norte da Itália são servidas por linhas aéreas

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Veja as informações que você precisa ter para organizar sua viagem pelo  Norte da Itália

Mapa da Itália

Conheça o Centro da Itália

No centro da Itália estão algumas das mais belas cidades medievais do país. Em geral, quando se fala de regiões italianas, o turista se sente meio perdido. Campânia? Ligúria? O que é isso? Mas, regiões do centro da Itália, como a Toscana, por exemplo, já estão se tornando familiares ao brasileiro.

 Toscana

A zona rural toscana tem paisagens espetaculares. Procure visitá-la de carro. As cidades de maior interesse são as magníficas  Florença, Siena, Pisa, Lucca, San Gimignano e a Ilha de Elba. Mas há um sem-fim de pequenas cidades imperdíveis, como Monteriggioni, Montefalco, Chianti, Montepulciano e muitas outras.  Toscana

 Umbria

A Umbria é menos conhecida do que a Toscana, mas tem igualmente paisagens e cidades que deixam o visitante de boca aberta. Procure visitá-la de carro. As cidades de maior interesse são: Assis, PerugiaOrvieto, Gubbio, Spello, Spoleto, Todi.  Umbria

Vídeo sobre a Umbria

Lácio

É onde fica Roma. Reserve pelo menos uns cinco dias para conhecer a capital italiana. Perto dali fica Ostia Antica,que foi um importante porto na era romana.  Lácio

Marche 

Antigo território papal, tem cidades espetaculares como Ancona e UrbinoMarche

Abruzzo

Esta região fica em parte sobre a cadeia dos Apeninos. Da capital, L’ Aquila, você visita o Parque Nacional do Abruzzo e o Parque Nacional do Gran Sasso.  Abruzzo

Informações práticas

Como ir

As principais cidades do sul da Itália possuem conexões aéreas com os grandes centros do país.

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Onde se hospedar

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O Sul da Itália, principais atrações turísticas

O sul da Itália tem atrações que atraem turistas do mundo todo, como Pompeia, Herculano, Capri, muitas cidades da Sicília e um patrimônio arqueológico de deixar qualquer um de boca aberta.

Mapa da Itália

Basilicata

Pouco povoada, a Basilicata é uma região turística devido principalmente a importância de Matera com seus famosos sassi, considerados pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade.  No passado, com o nome de Lucânia, fazia parte da Magna Grécia. Depois foi ocupada por romanos, bizantinos e normandos. Matera, Castelmezzano, Melfi, Venosa. A região Basilicata.

Campania

Na Campania ficam as principais atrações do sul italiano: Nápoles (Napoli), Costa Amalfitana, Pompeia, Herculano e o Vesúvio, Capri, Ravello,  etc. A região Campania.

Puglia

A Puglia possui cidades grandes, como sua capital, Bari. Fértil e pouco acidentada, a região oferece a seus visitantes uma paisagem de grandes áreas cultivadas, olivais a se perder de vista e um extenso litoral banhado simultaneamente pelo Adriático e pelo Jônico.  Bari, Polignano a MareAlberobello, OstuniLecce etc.  A região Puglia

Vídeo sobre Alberobello, na Puglia

Sardenha

(Em italiano “Sardegna”), segunda maior ilha do Mediterrâneo, menor apenas do que a também italiana Sicília, tem resquícios arqueológicos que comprovam a presença do homem desde 1.700 a.C.. A partir da Antiguidade, foi ocupada por fenícios, cartagineses, romanos, pisanos e espanhóis, povos que imprimiram sua marca na cultura local. Cagliari, Costa Esmeralda etc.  A região Sardenha

Sicília

or ser uma ilha bem próxima à Península Itálica e, ao mesmo tempo, ficar relativamente perto da África, a meio caminho entre a Península Ibérica e o Oriente Médio, a Sicília ocupa uma posição estratégica do ponto de vista militar e comercial. Isso a tornou, ao longo dos séculos, alvo da cobiça dos mais diversos povos. Ela foi ocupada desde a Antiguidade por fenícios, gregos, romanos, bizantinos, árabes, normandos, franceses, espanhóis e, finalmente, passou a integrar a Itália. Palermo, Cefalù, Piazza Armerina, Erice, Agrigento, Siracusa, Taormina, o Etna, as Ilhas Eólicas etc.  A região Sicília.

Informações práticas

Como ir para o Sul da Itália

As principais cidades do sul da Itália possuem conexões aéreas com os grandes centros do país.

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Matérias especiais sobre a Itália: bagagem cultural

Curiosidades, história, arte, cultura, costumes e muito mais sobre a Itália.

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Val Camonica, Itália
Val Camonica, Itália

 

Val Camonica, o vale das inscrições rupestres

O Val Camonica, com suas encostas íngremes, é a continuação ao norte do vale profundo onde fica o lago de Iseo. Nessa linda região alpina está o Parco Nazionale delle Incisione Rupestri, cuja sede fica em Capo di Ponte. Pela quantidade e variedade das inscrições, das quais as mais antigas datam de 6000 a.C., o local integra o Patrimônio da UNESCO. Algumas inscrições, em que as figuras possuem um círculo em volta da cabeça, lembrando vagamente um escafandro (ou um capacete de astronauta?), têm inspirado teorias sobre a presença de extraterrestres, ao estilo de Eram os deuses astronautas?. Outras mostram aspectos da vida desses europeus primitivos, como as caçadas.

Mapa de Val Camonica

Val Camonica: como ir

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Carro

A partir de Milão (122 km) ou Veneza (257 km), pegue a A4 até Brescia. Siga em direção a Iseo e acompanhe o lago de Iseo pela S510. Depois de Pisogne, pegue a S42. Capo di Ponte fica na mesma estrada, alguns quilômetros depois de Breno.

Ônibus

Há linhas diretas de Milão e de Iseo para Capo di Ponte.

Trem

De Milão ou de Veneza, você terá que trocar de trem em Brescia. De Brescia, a viagem até Capo di Ponte (onde estão as inscrições rupestres e o parque nacional) demora 1h50. De Iseo, a viagem demora 1h15.

Melhor época

O verão, o final da primavera e o começo do outono.

Atrações turísticas no Val Camonica

As imagens de animais no Val Camonica, sendo atacados por cavaleiros demonstram que o cavalo já era domesticado na época. Quase como histórias em quadrinhos pré-históricas, as inscrições são um museu arqueológico a céu aberto. Ao norte, no mesmo vale, há dois parques onde os amantes da natureza vão se encantar com as paisagens, a flora e a fauna, que inclui cabritos monteses, cervos e camurças: o Parco dell’Adamello, com sede em Breno, e o Parco Nazionale dello Stelvio.

Dicas

Mesmo que a frescura do lugar engane, é respomendável levar boné e protetor solar. Utilize também sapatos confortávis pois há gtrilhas que devem ser percorridas a pé. E leve um blusão. Afinal… nunca se sabe!

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Trieste, capital do Friuli Venezia Hiulia, foto Xiquinhosilva CCB
Trieste, capital do Friuli Venezia Hiulia, foto Xiquinhosilva CCB

Sobre Friuli-Veneza

Entre o Adriatico e os Alpes

Dominada pelos Alpes ao norte, com extensas planícies ao sul e um litoral banhado pelo Adriático, onde fica Trieste, sua capital, a pequena Friuli-Venezia Giulia, que faz fronteira com a Eslovênia e a Áustria, goza do status de região autônoma.
Sua história é muito rica e peculiar. Quando foi território romano (o epíteto “Giulia” vem do nome de Júlio César), a capital regional era Aquileia, cidade que possui ainda resquícios dessa ocupação. Posteriormente caiu nas mãos dos lombardos, povo bárbaro vindo do norte da Europa, que estabeleceu a sede de seu governo em Cividale del Friuli.

Mapa de Friuli-Venezia Giulia

 Veneza Giulia na Idade Média

Durante a Idade Média, algumas de suas cidades, como Udine, tornaram-se independentes, até serem conquistadas pela vizinha República de Veneza. Quando Friuli-C foi incorporada ao Império Austro-húngaro, Trieste, cidade portuária, adquiriu enorme importância. Mas austríacos e húngaros perderam seu único e estratégico porto em 1918, quando, com a vitória na Primeira Guerra, a região passou a integrar definitivamente o território da Itália.
O passado deixou em Friuli-Venezia Giulia muitos vestígios e edificações de diferentes períodos históricos, que constituem suas maiores atrações.

Como ir

Trieste, sua capital, recebe voos de Milão e outras cidades.

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Onde se hospedar no Friuli-Veneza Giulia

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Como conhecer Friuli-Venezia Giulia

A partir de Trieste e de Udine, é possível visitar de trem as pequenas cidades mais interessantes das proximidades (como Palmanova) mas em alguns casos pode não ser prático. (A estação de trem Cervignano-Aquileia-Grado, que serve Aquileia, por exemplo, fica a cerca de 5 km do centro). As viagens não ultrapassam 2h de duração. A estação ferroviária de Trieste fica na Piazza della Libertà, ao lado da rodoviária.

A maioria das cidades são ligadas por linhas regulares de ônibus que, em certos casos, podem ser mais úteis do que o trem. É o caso das vizinhanças de Udine, servidas pela companhia SAF , e da região de Pordenone, servida pela ATAP .
O carro não é indispensável para percorrer a região, mas lhe dará mais mobilidade. As duas principais estradas são a A4, que acompanha o litoral, e a A23, que passa por Udine e leva até o extremo norte do país.

Sites de turismo sobre o Friuli-Venezia Giulia

 Friuli-Venezia Giulia: turismo. Oficial.

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Veneza, a incomparável

Cidades em diferentes pontos do mundo são intituladas “Veneza do Norte” (Amsterdã), “Veneza do Oriente” (Bangcoc) ou mesmo “Veneza brasileira” (Recife). Por mais que tenham seus canais e outros atrativos, não são Veneza. Nada existe que se compare à sereníssima e verdadeira Veneza. Por isso, nem fazem sentido perguntas como “Que cidade é mais bonita? Roma, Florença ou Veneza?”. Veneza é única, a começar pela sua situação geográfica e sua história. É uma poesia, com sol, chuva, calor, neve ou neblina; com o barulho das ruas repletas de turistas ou no silencioso deserto das ruelas e campi; cheia de vida ou com os fantasmas do seu passado; goste você dela ou não… Mas é difícil não gostar. Curta-a em pequenos goles, como se fosse uma taça do melhor vinho.

Mapa de Veneza

Como ir a Veneza

Avião 

Não há voos diretos do Brasil. Veneza é ligada às principais cidades italianas e europeias por diversos voos diários. O aeroporto Marco Polo fica perto da cidade de Mestre. Dele, pode-se chegar à Piazzale Roma, em Veneza, de ônibus, táxi, táxi aquático ou ainda de motoscafo, um barco de passageiros relativamente barato, mas muito lento. A opção mais econômica é o ônibus da empresa ATVO.

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Carro 

De Milão (270 km), pegue a A4; de Roma (500 km), a A1 até Bolonha (132 km) e em seguida a A13. Só compensa ir de carro quando o roteiro inclui outros lugares na mesma região. Carros não entram em Veneza. É preciso deixá-los em um estacionamento na entrada da cidade, onde termina a estrada (Piazzale Roma), ou em algum lugar próximo no continente (Mestre é a melhor opção; as outras são Tronchetto, Marghera, San Giuliano, Fusina, Tessera ou Cà Noghera). Nesse caso, você tomará um ônibus, trem ou barco até Veneza.

Trem

Há trens diretos para Veneza que partem de Milão (2h40 a 3h), Roma (4h30 a 5h30), Florença (aproximadamente 3h), Bolonha (2h) e outras cidades italianas. Veneza também é ligada aos grandes centros europeus por trens de alta velocidade. Para chegar à cidade você deve descer na estação Venezia–Santa Lucia. Para tanto, dependendo de onde estiver vindo, é necessário fazer uma baldeação na estação Venezia–Mestre, que fica no continente. Nada mais fácil: há trens entre ambas as estações dezenas de vezes por dia e a viagem dura em torno de dez minutos. Chegar a Veneza pela primeira vez de trem surpreende, pois assim que colocamos os pés para fora do moderno prédio da estação, já damos de cara com o Canal Grande. É como aterrissar em outro mundo.

Hotéis em Veneza

Veneza na alta estação está sempre lotada. Aliás, frequentemente, em qualquer época do ano, é difícil encontrar hotel sem reservar. Procure um estabelecimento próximo da estação ferroviária ou da Piazza Roma.

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Melhor época

Veneza pode ser visitada em qualquer época do ano. Mas de novembro a janeiro o vento frio incomoda e há risco de ocorrer a chamada aqua alta – inundação! Evite também agosto, quando o excesso de turistas incomoda não só aos venezianos, mas também aos demais visitantes! Veja mais informações sobre a melhor época para ir à Veneza.

Atrações turísticas

Vídeo sobre turismo em Veneza

Piazza San Marco

Para nós, do Manual do Turista, uma das mais belas e interessantes praças do mundo. Piazza San Marco

Ponte dos Suspiros

Fica junto da Piazza San Marco. Os condenados iam diretamente para a prisão atravessando a Ponte dos Suspiros, do século XVI, que liga o edifício do palácio ao da Nuova Prigioni (“Prisão Nova”), da qual é separado por um canalzinho. Ao contrário do que muitos imaginam, a ponte não tem esse nome por ser, originalmente, um lugar romântico. Hoje sem dúvida o é, depois de tantos filmes evocativos e de passeios de gôndola a dois por baixo dela. Porém, os suspiros que lhe deram nome não eram de amor, mas de pesar dos condenados, pois as prisões venezianas eram de segurança máxima, uma espécie de Alcatraz da época. Quase ninguém conseguia fugir. Um dos raros que alcançou a liberdade e rumou para Paris, onde continuou a ter sua boa vida, foi o escritor e aventureiro Casanova, no século XVIII. Um dos motivos da eficiente segurança das prisões venezianas era que o carcereiro que deixasse um prisioneiro escapar cumpriria a pena no lugar do fugitivo. (Imagine se isso fosse aplicado no Brasil!)

Canal Grande

Se Veneza tivesse uma avenida principal, essa seria o Canal Grande, que serpenteia pela cidade, dividindo-a em duas partes. O maior conselho que damos a quem estiver visitando Veneza pela primeira vez (ou pela décima!) é, logo ao chegar, entrar no primeiro vaporetto que passar e fazer um passeio por esse magnífico canal. De um lado e de outro, você verá alguns dos mais lindos palácios do mundo, construídos por ricos comerciantes e nobres na idade de ouro veneziana. Não existe nada igual em nenhum outro canto do planeta. Evite a hora do rush (quando os venezianos estão indo ou voltando do trabalho), instale-se na popa e viva essa aventura. Tenha sua câmera à mão e filmes ou cartões de memória de reserva, pois dá vontade de fotografar tudo.

Ca’ Pesaro

End. Santa Croce, 2070. Abre das 10h às 17h. Fecha às segundas-feiras. . O palácio barroco. planejado por Baldassarre Longhena, abriga o Museu de Arte Oriental e a Galeria Internacional de Arte Moderna de Veneza. Esta última, que acaba de passar por uma reforma que durou cinco anos e consumiu a bagatela de quatro milhões de euros, reúne, entre outras, obras de Klimt, Chagall, Kandinsky e Mirò, além de desenhos de Matisse e esculturas de Medardo Rosso. Já o Museu de Arte Oriental tem objetos, porcelanas, armas, esculturas e pinturas do Japão, China e Indonésia.

Ca’ d’Oro (Galleria Giorgio Franchetti)

End. Cannaregio, 3932.  O nome desse lindo palácio gótico veneziano significa “Casa de Ouro”. Originalmente, o edifício tinha mesmo detalhes em ouro na fachada. Sua construção, iniciada em 1421 por ordem do rico mercador Marino Contarini, levou quase 20 anos. Depois de atravessar um período de decadência e de reformas infelizes, a partir do século XVIII passou para as mãos do barão Giorgio Franchetti, amante das artes, que o doou ao Estado. O palácio, restaurado, abriga uma galeria com obras da coleção particular do barão: telas de Mantegna, Tiziano, Tintoretto e outras feras, além de peças e estátuas em bronze e mármore.

Ponte Rialto

Uma das inusitadas características de Veneza é que, embora sua via principal seja o Canal Grande e este divida a cidade em duas partes igualmente importantes, percorrendo um trajeto relativamente longo em razão das grandes curvas, só três pontes o atravessam. Uma delas fica quase em frente à estação ferroviária, onde começa o canal; outra, quase em San Marco, fica diante da Accademia. Isso explica a importância da Ponte Rialto, a única que liga as duas margens do Canal Grande no coração da cidade. É impressionante o número de pessoas que atravessam a Rialto todos os dias, sempre a pé, é claro. A atual Rialto é uma ponte parcialmente coberta, construída em pedra no fim do século XVI. Antes dela, outras pontes, de madeira, foram erguidas há séculos no mesmo local, centro nervoso do comércio veneziano. Com seu formato peculiar, quase como um V invertido, e arcadas que se encontram no vértice encimado por um telhadinho, a ponte é um dos maiores símbolos da cidade, aquele tipo de vista que todo mundo já conhece por fotos ou filmes. Porém todos se emocionam ao ver a ponte pessoalmente, sobretudo ao passar sob ela de vaporetto ao por do sol.

Ca’ Rezzonico (Museo del Settecento Veneziano)

End. Dorsoduro, 3136. <tel/> 041/2410100. Abre de abril a outubro das 10h às 18h e de novembro a março das 10h às 17h. Fecha às terças-feiras. 7 a. No lindo palácio iniciado no século XVII por Baldassarre Longhena (mas só completado mais de cem anos depois) funciona um museu inteiramente dedicado ao período setecentista, com arquitetura e decoração típicas. O salão de bailes é belíssimo e os tetos de vários cômodos possuem afrescos de inspiração neoclássica. O museu é repleto de objetos e móveis da época e nele não poderiam faltar pinturas de renomados artistas, dos quais os mais conhecidos pelo público brasileiro são Canaletto, Tiepolo e Tintoretto. Uma curiosa atração é uma antiga farmácia com objetos em cerâmica maiólica e frascos para medicamentos feitos em Murano.

Gallerie dell’Accademia

End.  Dorsoduro, 1023. <tel/> 041/5200345. Abre das 8h15h às 19h15 de terça-feira a domingo e até às 14h às segundas-feiras. 6,50 a. Quem gosta de arte não pode deixar de visitar este museu, um dos principais do país. As galerias da Accademia reúnem o melhor da arte veneziana dos séculos XIV ao XVIII, abrangendo desde obras realizadas na Idade Média até o período barroco. Nelas estão expostas pinturas de grandes mestres, como Giovanni, Gentile e Giacomo Bellini, Andrea Mantegna, Paolo Veronese (inclusive a monumental Festa na Casa de Levi), Giorgione (como a enigmática A tempestade, repleta de simbolismos), Tintoretto (dentre as quais uma de suas obras-primas, São Marcos libertando um escravo), Piero della Francesca, Carpaccio, Giorgio Vasari, Tiziano e Tiepolo. Mas o ponto mais alto da visita é, sem dúvida, o fabuloso Davi de Michelangelo! Site: Gallerie dell’Accademia

Museo Collezione Peggy Guggenheim (Palazzo Venier dei Leoni)

End. Dorsoduro, 704. Peggy Guggenheim nasceu em Nova York em 1898 em uma próspera família com apurado gosto pelas artes plásticas. Desde a juventude, interessou-se pelos movimentos que marcaram a primeira metade do século XX. Passou a frequentar, em Paris e Londres, os mais vanguardistas círculos de artistas da época, e a compor uma notável coleção de obras expressionistas, cubistas, abstracionistas e surrealistas.
Site: Museo Collezione Peggy Guggenheim

Igreja Santa Maria della Salute

End. Campo della Salute (Dorsoduro). O templo tem suas origens na promessa feita pelos venezianos de construir uma igreja dedicada à Virgem Maria se ela acabasse com a peste que assolava a cidade no século XVII. Quando a praga foi debelada, escolheram Baldassare Longhena para erguer essa bela igreja, que mistura elementos clássicos e barrocos, com duas cúpulas, uma delas bem grande, e duas torres. Toda branca e majestosa, Santa Maria della Salute teve sua silhueta incorporada ao cenário da cidade. No seu interior estão uma das obras mais famosas de Tintoretto, As Bodas de Caná, e pinturas do não menos famoso Tiziano. No dia 21 de novembro de cada ano, ocorre a Festa della Salute, quando uma ponte flutuante liga San Marco à igreja, do outro lado do Canal Grande.

Igreja Zanipolo

Igreja de São João e São Paulo) <end./> Campo Ss. Giovanni e Paolo ou Zanipolo. O esquisito nome dessa igreja é uma corruptela de “Giovanni e Paolo” em dialeto veneziano. Em estilo gótico, seu interior despojado possui obras de Giovanni Bellini, Tintoretto e, na Cappella del Rosario, telas de Veronese. Há também belas esculturas de Alessandro Vittoria e Pietro Lombardo.

Arsenale

 End. Campo Arsenale. O Arsenale, que desde o século XII já se dedicava à construção naval, foi, nos tempos áureos de Veneza, impulsionado pelo comércio marítimo e pelas cruzadas. Rodeado de muralhas, era onde trabalhavam centenas de artesãos e construtores navais de diversas especialidades. Foi um dos maiores e mais importantes estaleiros da História. Muitos séculos antes de Henry Ford pensar em linha de montagem, os venezianos já a utilizavam na construção de suas embarcações de guerra, e o faziam com uma qualidade invejável para a época.

Museo Storico Navale

End.  Castello, 2148. <tel/> 041/5200276. Abre de segunda a sexta-feira das 8h45 às 13h30 e aos sábados até as 13h. Fecha aos domingos e feriados. 1,55 a. Eis um programa diferente para aqueles que já se “intoxicaram” com pinturas e esculturas. Bem ao lado do Arsenale, o museu naval oferece uma boa coleção de réplicas de antigos navios mercantes e de guerra utilizados pelos venezianos, inclusive uma do Bucintoro, barco folheado a ouro que os dogi utilizavam no dia da Ascensão, na cerimônia das núpcias de Veneza com o mar.

Basilica dei Frari 

End.  Campo dei Frari (San Polo). O nome completo dessa igreja franciscana – a maior e uma das mais bonitas de Veneza – é Basilica Santa Maria Gloriosa dei Frari. O templo original, construído por frades seguidores de São Francisco a partir de 1250 sobre um terreno doado pelo doge da época, não existe mais. Em seu lugar foi erguido, no século XIV, o atual, em estilo gótico tardio, com elementos vêneto-bizantinos.

Scuola Grande di San Rocco

End. San Polo, 3052 (Campo San Rocco) O prédio desta scuola, do século XVI, possui um invejável tesouro que atrai muitos visitantes: paredes e tetos de suas faustosas salas foram pintados por Tintoretto. As obras, que representam cenas do Antigo e do Novo Testamentos, são das mais expressivas e dramáticas desse famoso pintor veneziano. Site: Scuola Grande di San Rocco

Ghetto e Museo Ebraico di Venezia (Cannaregio) Fecha aos sábados e durante os dias festivos hebraicos. O nome do antigo bairro judeu de Veneza, em Cannaregio, deu origem à palavra ghetto, ou gueto, cujo uso tornou-se corrente por muito tempo em diversos países europeus. Foi ali que os judeus venezianos foram obrigados a se isolar no início do século XVI. Além da grande importância histórica do Ghetto, ele é hoje um lugar agradável e interessante de passear.

Igreja San Sebastiano

End. Campo San Sebastiano (Dorsoduro). Esse é o endereço certo para quem adora as pinturas de Veronese, pois é como se fosse um museu especializado nas obras do artista. Elas estão em toda parte no seu interior: no teto, nas paredes, na nave, na sacristia… O próprio Veronese foi sepultado nessa igreja. Boa parte dos afrescos é dedicada à história de São Sebastião – para quem não sabe, um santo mártir, morto a flechadas no início da era cristã. Site: Museo Ebraico

Conheça também as ilhas da Laguna de Veneza, como Murano e Burano.

Dicas

Veneza é uma cidade composta por ilhas em uma laguna, ligada ao continente pela Ponte della Libertà, de apro­xi­madamente 5 km de comprimento, por onde trafegam veículos automotores e trens. A ponte começa na cidade de Mestre e termina em uma grande praça, no extremo oeste de Veneza: a Piazzale Roma, entrada da cidade e ponto de desembarque obrigatório para quem chega de carro, ônibus ou táxi. A estação ferroviária Venezia–Santa Lucia fica perto dali.

A partir da Piazzale Roma ou da estação, você só poderá chegar ao hotel a pé, de táxi aquático ou, dependendo da localização, fazendo um trecho de vaporetto (um ônibus–barco). Siga este conselho: na véspera da viagem, coloque em uma mala apenas aquilo que for realmente precisar durante sua estada na cidade. Leve só essa mala que, de preferência, deve ter rodinhas.

Passes turísticos

Veneza tem diferentes tipos de passes turísticos e de transporte: não deixe de consultar o site que estamos indicando para saber o mais indicado em seu caso.

Transportes em Veneza

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Uma verdadeira viagem fotográfica por cada região da Itália, com dezenas de imagens separadas por destinos

Centro da Itália em Imagens

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Burano, Veneza
Vêneto, Burano, Laguna Veneziana, Itália

Sobre o Vêneto

O Vêneto, região cujo nome tem origem no povo que habitava a laguna de Veneza, integra o rico norte da Itália. Na Idade Média, com o fortalecimento da República de Veneza, esta estendeu a todas as cidades-estado vizinhas sua influência, visível até hoje.

A maior parte do território é plano, mas há lindas áreas montanhosas, que incluem a impressionante barreira rochosa formada pelas Dolomitas, a noroeste, e pelos Alpes, ao norte. Também faz parte do Vêneto a margem oriental do belo lago de Garda.

Mapa do Vêneto

Como ir

Não há voos diretos do Brasil par nenhuma cidade da região. As conexões aéreas são feitas via Milão, de onde saem voos para Veneza.

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Onde se hospedar

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Vêneto, ama reião repleta de atrações

É uma pena que muita gente que vai ao Vêneto siga diretamente para Veneza e acabe não conhecendo o restante da região. Da capital é fácil e rápido visitar as lindas cidades históricas do Vêneto, particularmente aquelas que se formaram ao longo da rota comercial que, cortando o norte da Itália, ligavam sua capital regional a Gênova. Era por ali que passavam as preciosas mercadorias trazidas do Oriente pelos navegadores venezianos para, a partir do porto de Gênova, seguirem para o norte da Europa. Essa situação privilegiada favoreceu o florescimento de cidades como Pádua (Padova), Vicenza e Verona, que tiveram um grande desenvolvimento no passado e, por isso mesmo, conservaram um fabuloso patrimônio cultural e arquitetônico. São lugares repletos de monumentos romanos, medievais e renascentistas, villas, palácios, castelos, pontes e importantes museus.

A região, que tem uma excelente gastronomia, com muitos pratos à base de frutos do mar, utilizados também na preparação de risotos e massas, produz ótimos vinhos, como o Valpolicella, o Bardolino e o Soave, relativamente conhecidos no Brasil.

Como conhecer o Vêneto

Para visitar cidades de médio porte e próximas, o trem é a melhor opção. Das estações Venezia/Santa Lucia e Venezia/Mestre há várias partidas diárias para as principais localidades.

É evidente que quem vai apenas a Veneza não precisará de um carro, mas dispor de um veículo é vantajoso para percorrer o norte e o noroeste da região, bem como as Dolomitas e as pequenas localidades nas montanhas, onde é complicado depender de transportes públicos. Acompanhe as previsões do tempo, em especial no que diz respeito à ocorrência de nevascas.

O barco, inevitável para se locomover entre as ilhas da laguna, pode ser utilizado também para percorrer o Lago de Garda e para circular na cidade, onde é o único meio de transporte.

O Vêneto também dispõe de linhas de ônibus, mas dependendo de para onde se vai, é necessário fazer baldeações. Assim, não é uma boa opção de transporte para quem tem pouco tempo.

Uma verdadeira viagem fotográfica por cada região da Itália, com dezenas de imagens separadas por destinos

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Avigliana, no Piemonte
Avigliana, no Piemonte

Sobre o Piemonte

Como o próprio nome sugere, o Piemonte está situado “aos pés do monte” (ou seja, dos Alpes), no noroeste da Itália, junto à fronteira com a França. Após a queda do Império Romano, o Piemonte foi disputado na Idade Média por bizantinos e godos antes de ser anexado ao império de Carlos Magno. Com a ascensão de Federico Barbarossa, as cidades-estado piemontesas uniram-se à Liga Lombarda contra o imperador. Foi somente na segunda metade do século XVI que, sob o domínio dos Savoia, os piemonteses conseguiram consolidar um poder regional autônomo. A Casa de Savoia desempenharia alguns séculos mais tarde um papel de destaque na unificação da Itália, quando Turim tornou-se a primeira capital do país.
O Piemonte de hoje possui notável importância econômica e é, depois da Lombardia, a mais rica região italiana. É predominantemente agrícola, mas em Turim, a capital regional, estão as sedes de importantes multinacionais italianas, como a Fiat e a Olivetti.
A região reserva ao visitante lindas paisagens alpinas e um rico legado arquitetônico composto de construções barrocas, castelos medievais e ruínas romanas. Nas províncias do sul, mais planas, estão algumas das melhores vinícolas do país, especializadas na produção do Asti, um branco espumante, e do Barolo, um tinto encorpado, de excelente qualidade, dentre outros vinhos de grande reputação.

Mapa do Piemonte

Como ir

Não há voos diretos do Brasil. Você terá que trocar de avião em Milão e pegar um voo para Turim

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Onde se hospedar

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Principais localidades turísticas no Piemonte

Turim • Avigliana • Sacra di San Michele • Susa • Novara • Grotte di Bossea • Asti • Parque Nacional do Gran Paradiso

Vídeo de turismo sobre o Piemonte

Como conhecer o Piemonte

Você terá, provavelmente que começar pela capital, Torino, que tem ligações aéreas com o resto do país.

O Piemonte é muito bem servido por transportes ferroviários. O trem liga as cidades mais importantes da região. A linha que vai de Turim a Milão passa por Novara; uma segunda passa por Asti e Alessandria, dividindo-se em seguida em dois ramais: um em direção a Gênova, na Ligúria, e outro até Piacenza, na Lombardia. Uma terceira linha une Turim a Cuneo e chega à Riviera di Ponente (Ligúria).

Para as localidades menores e também entre as principais cidades há linhas de ônibus regionais. A estação rodoviária de Turim fica no Corso Vittorio Emanuele II, esquina com o Corso Inghilterra. A empresa SATTI (www.satti.it) serve o Vale de Susa e as principais localidades vizinhas de Turim.

O automóvel é prático para percorrer a região, cortada por três grandes estradas de alta velocidade: a A21, no eixo Alessandria-Asti-Turim, a A4, que segue na direção de Novara, e a A6, que vai para o sul. Durante os meses mais frios, atenção com as nevascas.

 Site oficial de turismo do Piemonte

A Itália em imagens

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Val d'Aosta, Itália

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Val d’Aosta, principais atrações

Situado no extremo noroeste da Itália e separado da Suíça e da França pelos Alpes, Valle d’Aosta é a menor região do país. Na Antiguidade, pertenceu ao Império Romano. Em alguns momentos de sua história, foi anexado à França. Parte de seus habitantes fala francês.
Durante a Idade Média, ao contrário de outras regiões italianas que mergulharam no caos e na decadência, o Valle d’Aosta prosperou em razão de sua situação privilegiada como rota comercial entre a Suíça e a França. O rico patrimônio arquitetônico composto de castelos e igrejas espalhados por todo o vale é uma herança dessa época.

O Valle d’Aosta possui belíssimas paisagens de montanhas e é ideal para prática de esportes de inverno. Conta com quase trinta estações de esqui, algumas bem famosas, como Courmayeur e Breuil-Cervinia, que atraem esquiadores de toda a Europa. Outra grande atração da região é o Parque Nacional do Gran Paradiso, que recebe muitos turistas durante o ano todo.

Mapa do Val d’Aosta

Como conhecer o Valle d’Aosta

A região é minúscula. Há ônibus que partem da Autostazione de Via Carrel, em Aosta, para todos os povoados vizinhos.
Alugando um carro, é possível em um ou dois dias conhecer praticamente tudo. A A5 é a única autoestrada que atravessa a região. No extremo noroeste, ela desemboca na SS26d, que passa por Courmayeur e leva até Chamonix, na França, atravessando um longo túnel sob o Monte Bianco (Mont Blanc). No inverno, é preciso usar pneus especiais para rodar na neve.

Avião

Há voos diretos de Roma para Aosta.

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Trem

Não há trens diretos de Milão (3h30) para Aosta; faça baldeação em Chivasso. De Turim (2h10) quase todos os trens são diretos.

Carro

De Milão (180 km) ou de Turim (100 km), utilize a A5.

Aosta, capital regional do Valle d’Aosta, situada em um belo cenário natural entre picos nevados dos Alpes, foi na Antiguidade um centro romano conhecido como Augusta Praetoria, nome que homenageia Augusto. Ainda conserva estrutura urbana típica das cidades imperiais e muitos resquícios da civilização romana, principalmente na arquitetura, motivo pelo qual é chamada de “Roma dos Alpes”. Aosta é hoje um centro industrial e uma passagem obrigatória para quem entra na Itália pelo túnel Monte Bianco, bem como para os turistas que desejam conhecer os Alpes italianos. <comp./> www.comune.aosta.it Cidade de Aosta. Oficial.

Atrações em Aosta

Collegiata del Sant’Orso

End. – Via del Orso. Datado do século VI, esse conjunto erguido originalmente em estilo românico foi dedicado ao padroeiro da cidade. A igreja, reformada em estilo gótico no século XI, conserva em sua cripta o túmulo de Sant’Orso e afrescos do século XI. O claustro, cujo acesso se dá pela porta ao lado da cripta, mantém o estilo original. Seus capitéis são decorados com esculturas que têm por tema passagens bíblicas.

Ruínas Romanas

Aosta tem diversos vestígios da época imperial. A Porta Praetoria é formada por três passagens em forma de arco, sendo a maior para os carros e as outras duas para os pedestres. O Teatro, localizado próximo à Porta Praetoria, encontra-se em ótimo estado de conservação. O Arco di Augusto, símbolo da cidade, construído no século I a.C., representa a vitória dos romanos sobre os salassi, um povo bárbaro. O Fórum hoje se limita a um corredor subterrâneo cuja saída encontra-se em um jardim na Piazza Papa Giovanni XVIII.

Cattedrale

A catedral erguida durante o século XII passou nos séculos seguintes por várias reformas, que mudaram sua aparência; a fachada atual é neoclássica. A decoração interna compreende mosaicos e elementos góticos. Na sacristia funciona o Museo del Tesoro, com peças de arte sacra.

Piazza Chanoux 

A elegante praça retangular, cujo nome homenageia um herói da resistência local, fica no coração de Aosta. Nela funciona a Prefeitura, instalada em um palácio neoclássico erguido em 1839.

Atrações nos arredores de Aosta

Parque Nacional do Gran Paradiso

De Aosta, tome as direções Valli di Cogne, Savarenche e Rhemes. Ocupando uma área de montanhas entre os altos picos dos Alpes e muito procurado devido às paisagens, à flora composta por espécies vegetais raras e à fauna alpina típica, o Gran Paradiso, antiga reserva de caça da família real de Savoia, é o mais antigo dos parques nacionais italianos. Situado entre o Piemonte e Valle d’Aosta, pode ser visitado o ano todo e é ideal para caminhadas a pé quando a temperatura está agradável. O verde dos meses mais quentes é substituído, durante o inverno, por um tapete branco de neve, quando o parque atrai praticantes de esqui e patinação no gelo.

Monte Bianco (Mont Blanc)

O teleférico parte de La Palud, uma aldeiazinha a 18 km de Aosta. Localizado na fronteira entre a Itália e a França, o Monte Bianco é famoso por ser o ponto culminante dos Alpes e por abrigar a estação Courmayeur, principal centro de esqui da região, com uma ótima infraestrutura turística que compreende lojas, bares e restaurantes. Mesmo que você não pratique esportes de inverno, deteste frio e queria visitar o Valle d’Aosta em pleno verão, esse é um passeio que não deve perder.

O teleférico, que é dividido em três seções, vai de La Palud até Pointe Helbronner, a mais alta das estações, situada a 3.462m de altitude. No caminho você pode parar para almoçar ou tomar um chocolate quente na estação Pavillon, a 2.173m (para se recuperar desse esforço sobre-humano que acaba de fazer…) e curtir, no belvedere, o magnífico panorama. Prossiga até o Refugio Torino, a 3.375m, ou continuar a subida até Pointe Helbronner.

Necessário dizer que, mesmo que o percurso completo saia caro (32 a por pessoa), é dessa última estação, pertinho do céu, que se tem um panorama inesquecível do Mont Blanc, das geleiras de Aiguille Blanche (“Agulha Branca”), do Dent du Géant (“Dente do Gigante”) e de outros picos alpinos, a mais ou menos 4.000m de altitude. Se a brincadeira lhe agradar, poderá ir ainda mais longe e tomar um outro teleférico (Telecabine Panoramic), que percorre 24 km de Pointe Helbronner até a estação de Aiguille du Midi, na França, a 3.840m. Você estará “sobrevoando” os Alpes em uma cabine de teleférico!

Castello di Fénis e Castello d’Issogne 

A 12 km e 38 km de Aosta, respectivamente. Há diversos castelos próximos à Aosta, mas esses dois são os mais interessantes. Antigas fortalezas, foram utilizados como residências feudais e têm seu interior decorado com mobiliário de época, objetos de uso cotidiano e afrescos, permitindo que se tenha noção do modo de vida (dos ricos, pelo menos!) no final da Idade Média. O primeiro, mais imponente, conservou sua arquitetura medieval, enquanto o d’Issogne, reformado no final do século XV, tem aspecto renascentista.

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Isola Bella, Lombardia
Isola Bella, Lombardia

Sobre a Lombardia

A próspera Lombardia tem por capital Milão, principal centro cultural, financeiro e industrial italiano. Grosso modo, a cosmopolita Milão está para a Itália como São Paulo está para o Brasil. O nome da região deriva das tribos que ali se fixaram após a queda do Império Romano – os longobardos ou lombardos, que fizeram de Pavia sua capital. Os romanos tinham ocupado Milão em 222 a.C.

Pavia

É perto de Milão, fácil de ser visitada e tem muitas atrações. Saiba mais.

Patrimônio arquitetônico romano, medieval, renascentista

Apesar de muitas cidades lombardas datarem da era romana, elas são repletas de construções medievais e renascentistas, suas maiores atrações. Bergamo, Mântua e outras passam quase despercebidas do turismo de massa, mas quem percorre a Lombardia fica estarrecido com os tesouros artísticos e históricos espalhados por todo canto.

A planície do Rio Pó

Boa parte do território lombardo corresponde à planície do longo rio Pó. Ao norte, nos contrafortes dos Alpes, existem belíssimas regiões de montanha e graciosas cidadezinhas à beira dos lagos de Como, Maggiore, d’Iseo e de Garda. Todos eles têm aquele tipo de paisagem que olhamos babando ao folhearmos revistas especializadas em turismo. Não há quem não se deslumbre ao visitar os lagos lombardos, cujas margens e ilhas estão repletas de lindos palacetes e jardins. Pelos atrativos naturais, culturais e – por que não? – gastronômicos, cada vez mais pessoas têm se interessado, depois de conhecer os lugares mais badalados da Itália, em visitar a Lombardia.

Mapa da Lombardia

Como ir

Há voos diretos de São Paulo para Milão, a capital da Lombardia, pela Alitalia e pela TAM.

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Melhor época

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Principais localidades turísticas da Lombardia

MilãoLago MaggioreLago de ComoBergamo • Lago d’IseoBresciaVal CalmonicaLago de Garda • CremonaMântuaSabbioneta

Vídeo de turismo sobe a Lombardia

Como conhecer a Lombardia, atrações

Milão é ponto de partida quase inevitável de sua viagem pela Lombardia. Para começar, é provavelmente o lugar onde você desembarcará ao chegar do Brasil.
A região é particularmente bem servida por linhas de trem. Há ligações diretas de Milão para as maiores cidades da região. A capital lombarda tem três grandes estações ferroviárias: Centrale, Cadorna (Nord) e Porta Garibaldi.

A Lombardia possui muitas linhas de ônibus que servem diversas localidades, como a região dos lagos e as cidades do Vale do rio Pó. A maioria deles parte da estação rodoviária (autostazione) da Piazzale Freud, em frente à estação ferroviária de Porta Garibaldi, mas há ônibus que partem da Piazza Castello e de outros locais. Os da companhia SITA que saem da Piazza Castello passam também pela estação Centrale.

Quem vai ficar apenas em Milão não tem nenhuma necessidade de alugar um carro. Aliás, seria até um estorvo. Entretanto, um automóvel pode ser bastante útil para percorrer a região dos lagos (onde não é muito prático depender de transportes públicos). Muitas vezes há neblina nas estradas próximas aos lagos. Apesar de existirem trechos lindos, nem todos o são, e perde-se algum tempo para contornar os lagos e visitar cidades que ficam em margens opostas.
Quando se toma uma cidade à beira do lago como base para conhecer as demais, o barco é o meio de transporte perfeito. Confortáveis e seguras, as embarcações oferecem várias opções de horários e itinerários, bem como paisagens capazes de deixar qualquer um de boca aberta.

Sugestão de roteiro circular pela Lombardia

Veja roteiro de viagem circular pelas mais belas regiões e cidades da Lombardia

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Trentino-Alto Adige, Itália
Trentino Alto Adige, Itália

Trentino-Alto Adige, perfil

Colonizado pelos romanos, governado na Idade Média pelos grandes senhores do Tirol e ocupado pelos austríacos até ser incorporado ao território italiano, o Trentino-Alto Adige, excluído das rotas turísticas tradicionais dos brasileiros, merece ser conhecido, principalmente por quem visita Veneza e Verona, muito próximas dali. As paisagens de montanha que oferece são de cortar a respiração: picos nevados, céu azul, ar puro, bosques de pinheiros, pequenos lagos, aldeias pitorescas e vales que, floridos na primavera, tornam-se de um branco imaculado no inverno. Sem falar no lindo rio Adige (o mesmo que passa em Verona), que corta o território com suas límpidas águas verde-claro do degelo dos Alpes. O Trentino possui cidades muito bonitas, de forte influência germânica, como Trento, a capital, • Madonna di Campiglio • Rovereto • BolzanoMerano • Bressanone • Brunico.

Mapa do Trentino Alto-Adige

Como ir

Há aeroporto em Trento e Bolsano.

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Castelos medievais

Há castelos medievais espalhados pelo território e a inconfundível cultura tirolesa está presente em muitos lugares. Casinhas de madeira muito enfeitadas, que parecem feitas para bonecas, homens de calças curtas, suspensórios e chapéus de feltro adornados com penas coloridas, senhoras com longas saias e aventais bordados, pastores chamando suas ovelhas e cabras com cornetas feitas de chifres. Não é clichê, é realidade!

Clima ameno

O Trentino-Alto Adige surpreende por seu clima ameno. Embora, é claro, faça frio no inverno, essa parte do território italiano é muito ensolarada. Outra surpresa é que, no Alto Adige, onde a maioria do povo fala alemão e a cultura é tirolesa, tem-se a sensação de não estar na Itália. Tudo, a começar pelas placas de rua, tem duas versões: uma em italiano e outra em alemão. Em razão de suas particularidades culturais, linguísticas e históricas, o Trentino-Alto Adige goza do status especial de região autônoma.   www.trentino.to Trentino-Alto Adige: turismo. Oficial.

Vídeo sobre turismo no Trentino Alto-Adige

Como conhecer o Trentino-Alto Adige

O trem liga Trento à fronteira austríaca, passando por Bolzano, mas diversas localidades do território não são servidas por ferrovias.
Linhas de ônibus locais complementam o transporte ferroviário. Em Trento, a rodoviária fica na Via Pozzo, 21, e a principal companhia de ônibus é a Atesina. Em Bolzano, o terminal rodoviário fica na Via Perathoner, de onde partem ônibus das companhias SAD para Brunico e Bressanone e SASA para Merano e outras cidades.

O meio de transporte ideal é o carro, que permite que você percorra vales e montanhas desfrutando vistas maravilhosas. Convém lembrar que neva no inverno, quando as estradas podem se tornar perigosas. Nesse caso, além de dirigir com atenção redobrada, você deve circular com um veículo equipado com pneus especiais para a neve.

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