Rive Droite

Rive Droite: principais atrações

• Les Halles – Châtelet • Centre George Pompidou • Palais Royal • Musée du Louvre • Opéra • Les Grands Boulevards • Madeleine • Place de la Concorde • Marais • Bastille • Champs-Elysées

Mapa de Paris

Informações e dicas sobre os bairros da Rive Droite

Les Halles e Châtelet

Essa é uma das primeiras regiões ocupadas pelos habitantes de Paris na margem direita do Sena, perto da Île de la Cité. Châtelet é como se chamava a antiga fortaleza medieval que protegia a entrada da cidade e também fazia as vezes de prisão, da qual nada restou. O nome Les Halles vem do enorme mercado que – fundado na Idade Média – ali funcionava até algumas décadas atrás. Os comerciantes e artesãos agrupavam-se de acordo com o tipo de mercadoria que vendiam. Daí derivam os nomes de várias de suas antigas ruas, como a rue de la Ferronnerie (rua da ferragens), a rue de la Verrerie (da vidraçaria), a rue des Orfèvres (dos ourives), etc. Hoje duas monumentais construções moderníssimas contratastam com os velhos imóveis do bairro: o Forum des Halles, um centro comercial agitadíssimo e o Centre George Pompidou , um centro cultural muito frequentado em Paris. Les Halles e Châtelet

Palais Royal e Louvre

Bem no meio do 1º arrondissement, no centro de Paris, a região do Louvre e do Palais Royal reúne muita herança histórica e vários museus, a começar pelo insuperável Louvre. Palais Royal e Louvre

Opéra e les Grands Boulevards

Esse bairro de vocação comercial, que tem no extremo oeste a famosa Opéra Garnier, deve seu nome aos “grandes boulevares”, na verdade uma única avenida vai até a Place de la République, na região leste de Paris, mudando de nome seis vezes: bd de la Madeleine, bd des Capucines, bd des Italiens, bd Montmartre, bd Poissonnière, bd de Bonne Nouvelle e bd St-Martin. Ufa! Opéra e les Grands Boulevards

A origem dos boulevards é interessante: a partir de 1660, as antigas muralhas que cercavam Paris ao norte foram demolidas e transformadas em alamedas arborizadas – os boulevards. Embora fossem pavimentados desde a década de 1780, os boulevards, que até então ficavam praticamente na periferia de Paris, foram urbanizados na segunda década do século XIX por Haussmann, que introduziu a iluminação a gás e propiciou o crescimento comercial da região. Na região funciona o famoso Museu de Cera Grévin.

Madeleine e Concorde 

Este é um bairro elegante e relativamente novo, como outros da zona oeste da cidade. Hoje é bastante central, mas na Idade Média sequer ficava no perímetro urbano parisiense. A região só começou a ser valorizada no final do século XVII, quando Luís XIV mandou construir a Place Vendôme. Um século mais tarde, outra grande praça, a Luís XV (atual Place de la Concorde), foi construída ali perto, à beira do Sena, ao lado do Jardin des Tuileries. A Igreja de Ste-Marie de la Madeleine, ou simplesmente Madeleine, como todo mundo a chama, é uma das mais famosas igrejas parisienses. Com seu frontão triangular e 52 colunas coríntias de 20m de altura, ela mais parece um imenso templo da Grécia clássica do que uma igreja católica. Uma curiosidade: repare que ela não tem nenhuma cruz no alto. Madeleine e Concorde

Marais

Esse bairro, que já teve muitos altos e baixos, conserva ainda suas ruas de traçado medieval e lindos imóveis antigos. Animadíssimo a noite é o lugar perfeito para se flanar a qualquer hora do dia. A história do Marais é um pouco a história de Paris. Marais

Champs-Élysées

Os Champs-Élysées, um bairro relativamente novo de Paris, tem regiões residenciais bem elegantes, mas é predominantemente comercial e turístico. Sua história está muito ligada à da avenida que tem o mesmo nome. Nele ficam diversas embaixadas, escritórios, hotéis de alto padrão e boa parte das butiques mais luxuosas de Paris. Estas concentram-se principalmente no chamado Triangle dOr (“triângulo de ouro”), formado pelas avenidas Montaigne, François I e Champs-Élysées, um verdadeiro delírio consumista para quem está com o bolso cheio. Bons restaurantes, bares e cinemas ajudam a tornar o Champs-Élysées um bairro movimentado e, principalmente aos sábados à noite, um dos lugares preferidos dos parisienses. Champs-Élysées

Trocadero

Muita gente visita o bairro (onde há ótimos museus!) para ter, de seu belo jardim,  uma vista privilegiada da Tour Eiffel, do outro lado do rio Sena. Trocadero

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