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Pescaria em Panorama

Por Ivan Miraldo

Boas pescarias nem sempre são sinônimo de desconforto ou de longas viagens, com trajetos aéreos e horas de estrada. Quem mora em São Paulo, no Paraná ou no Mato Grosso do Sul e dispõe de apenas um final de semana pode pensar em uma pescaria em Panorama, no interior do estado de São Paulo, fronteira com Mato Grosso do Sul. É uma ótima opção de pesca em um lugar preservado, com paisagens lindas e boa infraestrutura. E, é claro, muito peixe!

Panorama

Mapa de Panorama

Panorama fica às margens do rio Paraná, na divisa com o Estado do Mato Grosso do Sul, onde já participei de grandes pescarias. Ali podem ser encontrados dois mais cobiçados  peixes de água doce do nosso país: o tucunaré, conhecido como Embaixador de nossas águas, e o dourado, conhecido como o Rei do rio. Devido à construção da Hidroelétrica Sérgio Motta  em meados de 1998, a região ganhou uma grande represa, conhecida como Porto Primavera, que  tem sete vezes o tamanho da baía de Guanabara e 25 mil hectares a mais que o lago de Itaipu. O lago tornou-se um habitat perfeito para proliferação de espécies como o tucunaré.

A viagem

Tenho sempre meus projetos de pesca logo no início do ano. Desta vez me bateu a vontade de retornar à cidade de Panorama, localizada no Oeste Paulista, distante 670 km da capital.  Escolhi, com meu irmão Davi, a data para a pescaria e reservamos duas vagas no Hotel Paranoá para o mês de março. Sabíamos que o rio estaria bem alto e que teríamos mais dificuldade para localizar os peixes. Mas, não tinha jeito.  Era a única possível para nós dois. Nos dois meses que antecederam nossa viagem, chequei a tralha de pesca inúmeras vezes.  Não podíamos esquecer nada.

Numa sexta-feira à noite nos reunimos com outros pescadores em frente à Point Pesca,  empresa que organiza viagens de pesca. Após guardar as malas e tomarmos um bom café da manhã fomos direto para a marina encontrar nosso guia Odair. Ele já nos esperava com seu humor inigualável e com o barco pronto para procurar os grandes peixes que vivem nas lagoas que margeiam o rio Paraná. Três metros de água cobriam os campos de pastagem.

O primeiro dia: manhã

Eu, como sempre, preferi iscas de superfície e optei por uma Fury Ninja 95, cor branca.  Meu irmão, que cobria meus arremessos,  escolheu uma isca de meia água, branca, de cabeça vermelha, destinada aqueles peixes mais manhosos que não sobem à flor da água. Dez minutos depois, o primeiro tucunaré mordeu a isca de meu irmão. Foi fisgado, fotografado e, logo em seguida, solto.

Pouco depois, outro peixe abocanhou a isca. Assim foi durante toda a manhã, quando traíras e piranha também foram atraídas pelas iscas. Por volta de meio-dia fomos almoçar em velho rancho a beira da represa com alguns outros pescadores da excursão.  Foi uma oportunidade para saborear o famoso “Bentô”, preparado pelo hotel. Fazia muito calor e tínhamos sede.  Bebemos muita água e refrigerantes pois naquele clima hidratar-se é fundamental. Durante o almoço conversando com os demais guardei todas dicas e macetes, anotando os pontos já batidos e até as iscas utilizadas.

O primeiro dia: tarde

Às duas da tarde, saímos de novo para pescar, mas optamos por umas galhadas um pouco ao sul de onde estávamos. Elas ficam no meio da represa e, mesmo com um vento forte e o horário desfavorável foi uma ótima escolha. Logo no meu primeiro arremesso um imenso vulto abocanhou, guloso, a minha isca. Mesmo fisgado, meteu-se no meio da galhada. A única coisa que puder fazer foi tentar desenroscar minha linha e ao menos salvar a isca, já considerando o peixe como perdido.  Finalmente, depois de muito esforço, consegui não só tirar minha isca, como capturar um lindo tucunaré azul de 4,5kg.  que brigou muito antes de se entregar, mas fez com que eu batesse meu recorde pessoal: um peixe de 4,3 kg na mesma represa.

Depois das fotos, soltamos o peixe e resolvemos arremessar em uma galhada bem próxima. Conseguimos em um feito inédito, pois fisgamos um triple de tucunas com o meu azul de 4 kg, meu irmão com um azul de 2,5 kg e o guia Odair com um amarelo de 1,8 kg, trazendo muita alegria ao barco.

Na sequência, capturei outro amarelo de 3,0 kg, muito forte, pego com uma isca de meia água de cor branca. Continuamos a pescar no mesmo local até às 18h, tendo fisgado mais uns vinte tucunarés que pesavam entre 500grs e 1,5 kg, uns no bait e outros no fly, sendo um azulão de 2,0 kg o maior deles.

O segundo dia

No dia seguinte, após o banho e um churrasco fomos dormir, pois no domingo iríamos atrás dos dourados. Para esse tipo de pescaria é necessário sair mais cedo, pois os pontos de pesca ficam mais longe. Assim, às 5h estávamos prontos na marina, onde encontramos o Odair e subimos o rio durante uma hora até o ponto dos dourados,  um local onde havia grandes corredeiras, hoje submersas devido à criação da represa.

Varas prontas e tuviras iscadas, começamos a primeira rodada. Logo senti a primeira mordida de um peixe que, após fisgado, correu freneticamente para o fundo do rio, uma reação típica dos grandes pintados e jaús. Isso fez com que o leader e  a multifilamento ralassem na pedra e viessem a estourar a linha. Num segundo momento, Odair fisgou outro peixão. Depois de muita briga e saltos, um dourado de 4 kg foi embarcado.

Em seguida foi a vez do Davi anunciar que fisgara outro peixe. Eu ia recolher minha linha para não atrapalhá-lo, quando Odair me disse para não fazê-lo, pois poderia haver mais peixes ali.  Como se fosse por mágica, em menos de um minuto senti uma pancada forte e uma boa levada de linha, sinal de peixe bom em minha vara. Mais um dourado fora fisgado. Os dois pesavam 5 e 6 kg.

O final da pescaria

Continuamos a rodar e muitas piranhas apareceram para acabar com a festa, com ataques a nossas iscas, fazendo com que às 9h30 encerrássemos a pesca dos dourados. Rumamos de volta ao hotel para um descanso e almoço, pois de tarde voltaríamos para os tucunas. Às 14h30 descemos para a marina. Um forte vento nos impedia de alcançar alguns bons pontos e impossibilitava também a pesca com fly, fazendo com que navegássemos para o conhecido varjão, local bem em frente ao hotel e típico dos amarelos, pequenos azuis e casa de muitas piranhas.

Naquela tarde, cada um de nós três pescou em torno de 15 peixes, mas nenhum acima dos 2 kg. Muitas traíras resolveram aparecer na superfície com ataques rentes à margem para destruir mais algumas de nossas iscas.

Com nossa pescaria em Panorama encerrada às 17h30, voltamos para o hotel para arrumarmos nossas malas, pois voltaríamos para São Paulo às 20h. Na segunda-feira voltaríamos ao dia-a-dia apenas com lembranças e fotos daquele paraíso.

Dicas para famílias: esposas, maridos e filhos de pescadores, mesmo que não curtam a ideia de participar de uma pescaria em Panorama, podem viajar juntos e se hospedar no Hotel Paranoá, que dispõe de piscina com toboágua, parquinho e ótima área de lazer. Bem próximo ao hotel ainda temos um Balneário Municipal que possui quadras de vôlei, futebol de salão e de areia, campo society, cancha de bocha, área para camping, quiosques com churrasqueiras, marina de barcos e salão de festas. Isso sem falar da principal praça de eventos da região, com capacidade para até 15 mil pessoas.

Material utilizado para pesca de tucunarés

Antares dc7 vara Shaula  20lbrs

Scorpion 1000mg e Lesath 12lbrs

Curado 100 e vara Shaula 16 lbrs

Scorpion 1000 e vara Esmeralda SS 12lbrs

Ambas com multi 20lbrs e leader de 30libras de fluorcarbono

Iscas mais utilizadas

Fury Ninja  95 : COR OSSO – AYU
BANZAI 70F :  COR OSSO  – BRANCA DE CABEÇA VERMELHA

Material utilizado para pesca de dourados

CALCUTA 200 e vara saint platinum 30

CALCUTA 200 e vara fleming 25lbrs

ABU GARCIA 5500 e vara team daiwa eliminator 25lbrs

ABU GARCIA 6500 e vara saint platinum 40lbrs

Ambas com multi 30lbrs / monofilamento0,50mm e leader de 3 metros de fluorcarbono 40lbrs

Anzol 6/0 com chumbada de 30 gramas

Agradecimentos a “Iscas Fury Fishing”

POINT PESCA : (11) 5062-7201

PARANOÁ RESTAURANTE HOTEL: www.paranoarestaurantehotel.com.br

Hotel em São Paulo- Foto Porto Bay CCBY
Hotel no Estado de SP – Foto Porto Bay CCBY

Hotel no Estado de São Paulo

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos. E, provavelmente pagará menos do que negociando diretamente com o hotel.

Grande São Paulo

São Paulo São Bernardo do Campo

Interior

Atibaia  Boituva   Campos do Jordão Eldorado (Cav. do Diabo) • São Luiz do Paraitinga

Litoral

Bertioga • Caraguatatuba  Guarujá  Ilha Bela • Santos •  São Sebastião • Ubatuba

Caraguatatuba, uma pequena grande cidade no Litoral Norte

 Sobre Caraguatatuba

Distante quase 190 km da cidade de São Paulo, Caraguatatuba está em localização relativamente estratégica para quem quer seguir para Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela e São José dos Campos. Caraguá, como a maioria das pessoas se refere à cidade, tem em sua parte mais urbanizada uma excelente infraestrutura e vários condomínios de apartamentos, um ao lado do outro, que acompanham toda essa parte moderna da orla.

Caraguá também mostra, ao longo da estrada que segue para Ubatuba, praias quase desertas. Essa região faz parte do Parque Estadual da Serra do Mar.

As praias do sul, como Romance e Porto Novo, são urbanizadas e tranquilas.  Martin de Sá e Indaiá são frequentadas pela moçada que gosta de agito.

Se você prefere sossego e gosta de belezas naturais, siga para as praias do norte, rumo a Ubatuba. Praias como Cocanha, Tabatinga e Massaguaçú

Como ir a Caraguatatuba?

Mapa de Caraguatatuba

De ônibus, de São Paulo

Vários ônibus diários de São Paulo, da Rodoviária Tietê para Caraguatatuba pela Viação LitorâneaConsulte preços e horários.

De ônibus, do Rio de Janeiro

Algumas partidas diárias da Rodoviária Novo Rio pela empresa Util. para Caraguatatuba. Duração da viagem 6h40. Consulte preços e horários.

De carro, de São Paulo

Acesso pela Rodovia Ayrton Senna até a Mogi-Bertioga e, por fim, Rio-Santos. Essa opção de trajeto é mais longa, porém, a mais bonita, pois percorre toda a costa, e você pode ir parando pelas praias. As mudanças constantes nos limites de velocidade pedem muita atenção, pois em trechos mais urbanizados a velocidade máxima é de apenas 40 km/h.

Você também pode  ir até Caraguatatuba pela Rodovia Ayrton Senna até São José dos Campos e, depois, pela Rodovia dos Tamoios.

Vídeo sobre Caraguatatuba

Onde se hospedar em Caraguatatuba

Caraguá tem muitas opções de hospedagem. Na temporada e em feriados prolongados, principalmente Ano Novo e Carnaval, a cidade recebe muitos turistas, e conseguir um cantinho sem ter feito reserva fica quase impossível. Reserve com certa antecedência.

Escolha e reserve seu hotel ou pousada em Caraguatatuba

Melhor época em Caraguatatuba

Quem quer tranquilidade deve evitar feriados, como o Carnaval e o Ano Novo, e fugir da alta temporada – as férias escolares de janeiro, quando tudo é bem mais caro, há filas em todo lugar, o calor é forte e chove muito.

Já se sua intenção é justamente o agito, o melhor é o contrário!

Veja também “Rio-Santos, uma roteiro de viagem de Santos ao Rio, pelo litoral com direito a paisagens maravilhosas.

Localidades de interesse turístico a menos de cem quilômetros de Caraguatatuba

A menos de uma hora de estrada de Caraguatatuba ficam três cidades cercadas de praias de rara beleza. Ubatuba é a premiada, com mais de setenta praias de todo tipo: muitas de águas calmas para famílias com crianças, mas também outras com  ondas que fazem qualquer surfista babar. Além disso Ubatuba é também conhecida por seus restaurantes e barzinhos na orla da praia, onde, à noite a paquera rola solta. Ilha Bela por sua vez, é um encanto, com praias deliciosas, com ótima infraestrutura e barzinhos com mesas na areia. Ali você saboreia excelente quitutes de frutos do mar ou um peixe frito.
São Sebastião tem praias bonitas, ao sul da cidade. Na realidade, esse trecho do litoral norte paulista você pode visitar tendo Caraguatatuba como base ; um dia você investiga a região sul (Ilha Bela e São Sebastião), no dia seguinte segue na direção norte, acompanhando um dos mais lindos trechos do litoral brasileiro, repleto de praias que rivalizam em beleza entre si, até alcançar Ubatuba.

Veja onde se hospedar em outras cidades paulistas de interesse turístico no Estado e São Paulo:

Hotel no Estado de SP

Ilhabela, a joia da Rio-Santos

Ilhabela possui características diferenciadas de outras estâncias balneárias e cidades da Rio-Santos. Para começar, o acesso só é feito por balsa, a partir de São Sebastião. Em segundo lugar, é, talvez, o mais encantador dos destinos turísticos da Rio-Santos.

Mapa de Ilhabela

Como ir a Ilhabela?

De ônibus

De São Paulo – Vários ônibus diários da Rodoviária Tietê pela empresa  Litorânea. Consulte preços e horários.

De carro

Acesso pela Rodovia dos Trabalhadores, depois, a Mogi-Bertioga e, por fim, Rio-Santos, até São Sebastião, e de lá fazer a travessia pela balsa. Fique atento às mudanças constantes de velocidade, pois em trechos mais urbanizados, a velocidade é de apenas 40 km por hora.

Também dá para ir pela Rodovia dos Trabalhadores e, depois, pela Tamoios até Caraguatatuba e seguir pela Rio-Santos até São Sebastião e fazer a travessia.

Melhor época

Durante os feriados, férias e  Carnaval, a cidade fica lotada. Bom, talvez, para quem quer agito e paquera, mas bagunça demais para quem quer sossego. No verão, alta estação, que corresponde às férias escolares tudo é mais caro, a qualidade dos serviços cai bastante, o calor é intenso e chove demais.

Onde se hospedar em Ilhabela?

O que não faltam são opções de hospedagem, que vão desde campings e aluguel de casas para temporada e fins de semana até pousadas e hotéis espalhados por toda a ilha. Muito procurada na alta temporada, a dica sempre útil é fazer a reserva antecipadamente.
Escolha e reserve seu hotel ou pousada em Ilhabela

Atrações e pontos de interesse

Ilhabela tem uma infinidade de praias, a maioria delas, com areia branca, águas muito azuis e ladeadas de coqueiros. O paraíso tropical que você sempre procurou.

Ilhabela oferece ampla variedade e opções de hospedagem, desde pousadinhas simples a hotéis sofisticados, e excelentes restaurantes, bares e quiosques que oferecem pratos à base de peixes e frutos do mar.

A maioria das praias estão no Canal de São Sebastião, com águas tranquilas, algumas delas com acesso por trilhas. Se você quiser, pode alugar um barco para conhecer as praias que ficam do outro lado, no Atlântico, como Bonete e Castelhanos.

Dica: leve repelente de insetos, pois em Ilhabela, apesar de bela, há uma verdadeira população de borrachudos, sempre prontos a darem as “boas-vindas”.

Veja fotos e informações sobre os principais destinos na Rio-Santos

SantosGuarujá | Bertioga | São Sebastião | Caraguatatuba | Ubatuba
Trindade | Paraty |  Angra dos Reis |  Ilha Grande | Rio de Janeiro

Veja também Rio-Santos, um roteiro de viagem de Santos ao Rio, pelo litoral com direito a paisagens maravilhosas.

Veja onde se hospedar em outras cidades paulistas de interesse turístico no Estado e São Paulo:

Hotel no Estado de SP

São Sebastião e suas praias

As belíssimas praias de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, distante cerca de 200 km da capital paulista, proporcionam lazer e diversão para todos os gostos e todas as tribos. Suas mais de 30 praias oferecem desde bares, restaurantes e boates badalados e até refúgios desertos para quem prefere tranquilidade.

Se você for praticante de ecoturismo, poderá explorar as várias trilhas, cachoeiras e outras belezas naturais existentes na exuberância verde da Mata Atlântica. Para quem gosta de esportes náuticos, passeios de barco, surfe, windsurf e vela são excelentes pedidas.

Mapa de São Sebastião

As praias de Juquhey, Maresias e Cambury oferecem vida noturna intensa, boa gastronomia e sofisticação para quem gosta de agitação e glamour. Se você prefere tranquilidade e areia e águas mansas e cristalinas, o ideal são Juréia, Barra do Una, Barra do Sahy e Santiago. E não deixe de apreciar o pôr-do-sol na praia de Boiçucanga, considerado o mais belo do Litoral Norte.

Como ir a São Sebastião

De ônibus

De São Paulo

Vários ônibus diários de São Paulo, da Rodoviária Tietê para São Sebastião pela viação Litorânea. Consulte preços e horários.

Do Rio de Janeiro

Algumas partidas diárias da Rodoviária Novo Rio para São Sebastião. Duração da viagem 6h40. Consulte preços e horários.

De carro

Acesso pela Rodovia Ayrton Senna, depois, a Mogi-Bertioga e, por fim, Rio-Santos. Essa opção de trajeto é a mais longa, porém, a mais bonita, pois percorre toda a costa, e você pode ir parando pelas praias. Fique atento às mudanças constantes de velocidade, pois em trechos mais urbanizados, a  velocidade máxima é de 40 km por hora.

Também dá para ir pela Rodovia Ayrton Senna e, depois, pela Tamoios até Caraguatatuba e seguir pela Rio-Santos até São Sebastião.

Vídeo sobe São Sebastião

Onde se hospedar em São Sebastião

De pequenas pensões a hotéis sofisticados, São Sebastião tem opções das mais variadas e de todos os preços. Na temporada e em feriados prolongados, principalmente Réveillon e Carnaval, as praias ficam absolutamente cheias e, consequentemente, a dificuldade em conseguir reserva é maior. Dessa forma, reserve sua estadia com certa antecedência.
Escolha e reserve seu hotel ou pousada em São Sebastião

Melhor época em São Sebastião

Quem quer quer tranquilidade deve evitar feriados, Carnaval, e viajar por lá durante a alta temporada, as férias escolares de janeiro. Tudo é mais caro, é difícil achar mesa em um restaurante, o calor é demasiado e chove muito.

Veja fotos e informações sobre os principais destinos na Rio-Santos

Santos |Guarujá | Bertioga | São Sebastião | Ilhabela | Caraguatatuba | Ubatuba
Trindade Paraty |  Angra dos Reis |  Ilha Grande | Rio de Janeiro

Veja também Rio-Santos, um roteiro de viagem de Santos ao Rio pelo litoral, com direito a paisagens maravilhosas.

Bertioga, de aldeia indígena a bairro planejado

A Estância Balneária de Bertioga, com seus mais de 30 km de praias e de exuberância verde, é muito mais do que apenas mais uma cidade do litoral paulista. Além das belas praias, você pode praticar ecoturismo em suas muitas trilhas espalhadas pela Mata Atlântica e fazer passeios de barco pelo canal, entre outras atrações.

Bertioga é considerada como a porta de entrada para o litoral norte e está a 120 km de São Paulo, com acesso pelas rodovias Rio-Santos – passando por Santos e Guarujá – e Mogi-Bertioga, e também pela balsa que faz a travessia do Canal de Bertioga. Entre suas praias estão Boraceia e Riviera de São Lourenço, que merecem destaque pelas suas particularidades.

Mapa de Bertioga

Boraceia é a última praia de Bertioga e conserva uma aldeia Guarani com cerca de 500 indígenas que cultivam palmito e plantas ornamentais e também produzem artesanato, além de promover e reforçar sua cultura com exposições, apresentações de dança e culinária típica.

A Praia de São Lourenço foi a escolhida para a construção de um bairro planejado de Bertioga e começou sua história no final da década de 1970. Hoje é um empreendimento que tem toda a infraestrutura possível e imaginável, que vai desde condomínios de casas e apartamentos até hipermercado e bancos.

 Como ir a Bertioga

De carro

O Balneário fica a 120 km de São Paulo e tem acesso fácil pela Rio-Santos e pela Mogi-Bertioga. Também é possível fazer a travessia do Canal de Bertioga de balsa, pelo Guarujá.

De ônibus

Do Terminal Jabaquara, em São Paulo, os ônibus saem com intervalos de 2h30. As passagens podem ser compradas pela internet ou nos guichês das companhias de turismo.
Veja preços e horários.

Hospedagem

A Estância tem infraestrutura hoteleira bem diversificada, com várias opções de hospedagem. Para evitar o estresse na temporada, nas férias ou em feriados prolongados e concorridos, é aconselhável pesquisar os preços e reservar a sua estadia com antecedência.

Escolha e reserve seu hotel ou pousada em Bertioga  

Como circular em Bertioga

Há transportes urbanos que cobrem todo o município e chegam às principais praias.

Veja fotos e informações sobre os principais destinos na Rio-Santos

Santos | Guarujá | São Sebastião | Ilhabela | Caraguatatuba | Ubatuba | Trindade | Paraty | Angra dos ReisIlha Grande | Rio de Janeiro

 Guarujá

Guarujá, vizinha de Santos, pode ser o ponto de partida para uma encantadora viagem pela Rio-Santos rumo ao litoral norte de São Paulo e surpreender pela beleza e diversidade das suas praias e paisagens.

Guarujá vem passando por rápido desenvolvimento urbano, iniciado na década de 1970. Não se surpreenda com a quantidade de resorts, condomínios e mesmo arranha-céus que dominam boa parte de suas praias, principalmente Enseada, Astúrias e Pitangueiras.

Algumas décadas atrás, a cidade era elitizada e repleto de casas e apartamentos de veranistas mais abastados, principalmente paulistanos.  Guarujá oferece a vantagem de ter belas praias, desde as mais badaladas até as quase desertas, cujo acesso só pode ser feito por trilha ou barco, como a Prainha Branca.

Ao mesmo tempo, Guarujá fica próximo e dispõe de acesso facílimo da capital pelas rodovias Anchieta e Imigrantes e, depois, Cônego Domênico Rangoni. A velha balsa de Santos perdeu um pouco a sua função.

Mapa da Baixada Santista

Como ir ao Guarujá 

De carro

O balneário fica a 100km de São Paulo e dispõe de acesso fácil pela Anchieta ou Imigrantes e, depois, Cônego Eugênio Rangoni.

De ônibus

Do Terminal Jabaquara, em São Paulo, há muitos ônibus diários, e as passagens podem ser compradas pela internet ou nos guichês das companhias que atendem o destino. A viagem toma uma hora aproximadamente. Veja preços e horários.

Onde se hospedar no Guarujá

O balneário conta com imensa infraestrutura turística e oferece opções de hotéis, resorts, hostels, para todos os gostos e bolsos, na orla e mais afastados dela. Muito procurado para férias de verão, feriados como Carnaval e Réveillon e mesmo em finais de semana, costuma ficar lotado, portanto é sempre bom pesquisar e fazer sua reserva com antecedência. Você garante sua estadia e, provavelmente, vai pagar mais barato por ela.

Escolha e reserve seu hotel ou pousada em Guarujá

Como circular no Guarujá

Há ônibus do centro para as principais praias.

Veja fotos e informações sobre os principais destinos na Rio-Santos

Santos |Guarujá | Bertioga | São Sebastião | Ilhabela | Caraguatatuba | Ubatuba
Trindade Paraty |  Angra dos Reis |  Ilha Grande | Rio de Janeiro

Veja também Rio-Santos, um roteiro de viagem de Santos ao Rio pelo litoral, com direito a paisagens maravilhosas.

Embu das Artes, a cidade do artesanato

Embu das Artes, ou apenas Embu, como muita gente diz, próxima de São Paulo,  tornou-se conhecida como a cidade do artesanato. Em Embu das Artes funcionam galerias de arte, lojas de decoração e fábricas de móveis,  além de estabelecimentos dedicados à produção de cervejas artesanais (sabor jabuticaba ou mel, por exemplo). A opção de restaurantes é quase ilimitada.

Essas terras, antes pertencentes aos índios, foram tomadas em 1607 por Fernão Dias – não o bandeirante, mas seu tio. Alguns anos depois, foram doadas à Companhia de Jesus.

Mapa de Embú das Artes

A inclinação artística de Embu das Artes teve início por volta de 1937, quando Cássio M’Boy, santeiro de Embu, foi agraciado com o 1º Grande Prêmio na Exposição Internacional de Artes em Paris. Cássio, que incentivou a vocação artística da cidade, recebia em sua casa alguns dos principais expoentes do Movimento Modernista de 1922 e artistas de São Paulo, como Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, Menotti Del Picchia e Yoshiya Takaoka.

 

Como ir a Embu das Artes

De carro

De São Paulo, pegue a BR 116 – Régis Bitencourt (direção sul) e siga por aproximadamente 25 km. Ali já verá indicações para Embu das Artes.

De transporte público

Ônibus EMBU CENTRO: sai da estação Campo Limpo.

Ônibus ENGENHO VELHO: sai do Largo da Batata, em Pinheiros.

Ônibus executivo EMBU DAS ARTES: sai do Anhangabaú, no centro de são Paulo.

Hospedagem

Muita gente vai a Embu das Artes em um bate-e-volta a partir de São Paulo. Recomendamos fazê-lo de quinta-feira a sábado. Ou aos domingos, se você não se incomodar com o fato de que a cidade pode estar lotada de gente.

Dormir na cidade pode valer a pena para quem está decorando ou comprando móveis. Nesse caso, evite os domingos (lotados) e as segundas-feiras (quando muitas lojas fecham).

Escolha e reserve seu hotel em Embu das Artes

Melhor época para ir a Embu das Artes

Embu das Artes pode ser visitada em qualquer época do ano, mas no verão, quando a temperatura ultrapassa facilmente os 30ºC, subir suas múltiplas ladeiras não é algo muito divertido. Evite dias chuvosos, pois quase toda a diversão é ao ar livre.

Atrações turísticas em Embu das Artes

Sobrou pouquíssimo do patrimônio arquitetônico colonial. A principal atração é a feirinha de artesanatos, lotada aos domingos.

Feirinha de artesanato

Nessa feira na praça principal você encontra roupas, cestos, cerâmicas, artesanato em madeira e pedra sabão, bijuterias, objetos de decoração, esculturas, pinturas, barraquinhas de doces e salgados etc.

Praça de alimentação

A Praça de Alimentação de Embu das Artes é um conjunto de quiosques que oferecem boa variedade de lanches, pratos rápidos, salgadinhos, doces variados, sucos, sanduíches etc. Muitos deses quiosques têm mesas e cadeiras.
Endereço: Avenida Elias Yazbek, 104
Horário de abertura:  de quinta-feira a domingo, a partir das 9h.

Instituto Portucale

Seu acervo é composto por peças de cerâmica portuguesa do final do século XVIII ao início do século XX. O Instituto Portucale é composto por uma equipe de ceramistas e restauradores.
Endereço: Rua Taji Takahashi, 785
Telefone: (11) 4704-4072
Horário de abertura: visitas só mediante agendamento prévio por telefone.
Site: pt.institutoportucale.com.br

Casa do Artesão

A Casa do Artesão, dedicada a desenvolver e promover o artesanato local, faz parte da Cooperativas de Embu das Artes.
Endereço: Rua Siqueira Campos, 100
Telefone: (11) 4781-9387
Horário de abertura:  de terça a sexta-feira das 9h às 17h e aos sábados, domingos e feriados das 10h às 18h.
Site: www.casadoartesaoembu.com.br

Cidade das Abelhas

A Cidade das Abelhas em Embu das Artes ocupa uma ampla área de preservação ambiental de 150 mil m² na Mata Atlântica. Destinado à visita de adultos e crianças, permite compreender a vida desses insetos e o funcionamento de colmeias.
Endereço: Estrada da Ressaca, Km 7
Telefone: (11) 4703-6460 / 4614-0609
Horário de abertura: de terça-feira a domingo, das 8h30 às 17h.
Site: www.cidadedasabelhas.com.br

Museu de Arte Sacra dos Jesuítas

No conjunto erguido pelos jesuítas na época colonial, do qual faz parte a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, funciona o Museu de Arte Sacra. Sua arquitetura colonial é característica do estilo barroco paulista. O acervo do museu é composto por estatuário de madeira e terracota, representando diferentes santos, arcanjos e personagens bíblicos. A maioria das peças data do séculos XVII e XIX.
Endereço: Largo dos Jesuítas, 67
Telefone: (11) 4704-2654
Horário de abertura: de terça-feira a domingo, das 9h às 17h.

Parque Rizzo

Com uma área superior a  200 mil m², é uma antiga área de extração de areia, transformada em um espaço verde com um enorme lago, onde dezenas de espécies de peixes foram reintroduzidas.
O parque possui viveiro de mudas, pistas de cooper, academia de ginástica ao ar livre, um parque infantil,  brinquedoteca, biblioteca voltada para temas ambientais, viveiro de mudas etc. O lugar conta com quiosques que vendem doces e salgados, sucos e refrigerantes.
Endereço: Rua Alberto Giosa, 390 (km 282 da Rodovia Regis Bittencourt).
Telefone: (11) 4704-4710
Horário de abertura: todos os dias das 6 às 21h.

Museu do Índio

Trata-se de um centro de pesquisas  relacionadas aos povos indígenas brasileiros.
Aborda os principais grupos étnicos, sua cultura e costumes alimentares, idiomas, religiões,  o funcionamento das comunidades indígenas no dia a dia, seus rituais, vida comunitária etc.
Endereço: Rua Águas Marinhas, 209 (Próximo à portaria do Hotel Almenat).
Telefone: (11) 4704-3278
Horário de abertura: de terça-feira a domingo das 10h às 12h30 e das 14h às 17h30. Visitas mediante agendamento.

Campos do Jordão, a estância de inverno dos paulistas

Campos do Jordão é a principal estância turística de montanha do Estado de São Paulo. Faz muito frio no inverno, a alta estação, mas é muito raro nevar. Quando muito, os campos ficam brancos em razão da geada nessa estação. Mas é a oportunidade para muitos de curtir uma lareira e uma fondue acompanhada de um bom tinto. A maior parte do agito, principalmente à noite, acontece no centro turístico do Capivari, onde funcionam lojas de souvernirs e malhas de lã de produção local, barzinhos e restaurantes.

Mapa de Campos do Jordão

Como ir

De São Paulo pegue o completo Dutra-Imigrante até São José dos Campos e em seguida a 050. Outra opção é seguir pela Dutra até Taubaté e entrar na 383.

Onde se hospedar

Escolha e reserve seu hotel em Campos do Jordão

Pontos turísticos

A maioria das atrações ficam fora da cidade e o ideal é estar motorizado. Algumas, entretanto não ficam longe do centro.

Mosteiro das Irmãs Beneditinas

Fica próximo do centro.  O Mosteiro São João  das Irmãs Beneditina, rodeado pela paisagem muito verde, pode se visitado. As irmãs vendem artesanatos produzidos por elas. Diariamente às 17h 45 min, pode -se escutar o coral das irmãs e seus cantos gregorianos. Av. Dr. Adhemar de Barros, 330 – Vila Abernéssia.
Abre diariamente, das 9h às 11h; depois das 13h 30 às 15h e das 15h 30 às 17h 30.

Vídeo de turismo sobre Campos do Jordão

Palácio da Boa Vista (Palácio de Inverno)

O Palácio do Governo, é a moradia oficial de inverno do governador do Estado de São Paulo. O Palácio possui um museu com obras de pintores renomados, como Portinari, Di Cavalcanti, Camargo Freire, Tarsila do Amaral,  e outros mestres. Abriga igualmente um acervo de pratarias, tapeçarias e móveis do século XVIIIRua Adhemar de Barros, 3100 – Vila Alto da Boa Vista. Aberto a visitação de quarta-feira a domingo e feriados das 10 às 12h e das 14 às 17h.

Auditório Cláudio Santoro

É o mais importante centro cultural de Campos do Jordão e palco do Festival de Inverno. É onde acontecem musicais, espetáculos teatrais, shows e outros  eventos. Sua arquitetura, que aproveita o relevo do terreno, é ultra-moderna. O auditório tem  capacidade para mais de oitocentas pessoas. Rua Arrobas Martins, 1800 – Alto da Boa Vista. Aberto todos os dias, exceto às 3ª feiras, das 10 às 18h.

Museu Felícia Leirner

O museu Felícia Leiner, inaugurado em  em 1979, expõe ao ar livre mais de 90 peças da escultora, que doou suas obras de cobre e o cimento branco ao Estado de São Paulo. As esculturas espalham-se em espaço de 350 mil metros quadrados. Rua Arrobas Martins, 1800 – Alto da Boa Vista. Aberto todos os dias, exceto às 3ª feiras, das 10 às 18h.

Cervejaria Baden Baden

A cervejaria Baden Baden é aberta à visitação. Durante a visita você poderá apreender como são fabricadas as cervejas artesanais super-premium de Campos do Jordão e degustar os  chopes Baden Baden Bock e Cristal.
Av. Matheus da Costa Pinto, 1856 – Vila Santa Cruz. Aberta à visitação todos os dias das 10h às 17h, com acompanhamento de monitor e agendamento prévio.

Centro de Lazer Tarundu

O Centro Tarundu oferece opções de lazer que agrada sobretudo aos mais esportistas. Pode-se andar a cavalo, realizar escaladas, praticar arborismo numa tirolesa de mais de 400 metros de comprimento, a velocidade de 80 km/h, ou ainda descer uma encosta em um orbit ball (bola gigante que desce montanha abaixo com a pessoa no seu interior). Durante a alta temporada pode-se patinar no gelo. Av. José Antonio Manso, 1525 – Vila São Cristóvão.

Fazenda Lenz

A Fazenda da Lenz é visitável e dispõe de um mirante com vista privilegiada da Serra entre o Vale Paraíba e Campos do Jordão. Na fazenda existe uma cachoeira que também atrai visitantes. Rua Ernesto Diederischsen – Gavião Gonzaga. Aberta à visitação de 2ª a 6ª: das 8h às 17h e 30 min e nos fins de semana e feriados das 9h às 19h, com

Borboletário Flores que voam

Perto do Horto Florestal, existe um borboletário com  35 espécies de borboletas existentes da região serrana.

Horto Florestal

O Parque Estadual de Campos do Jordão, a 13 km do centro possui uma área de preservação ambiental de 8300 hectares. Nele pode-se visitar o viveiro de plantas e uma a serralheria movida a roda d’ água, passear no Trenzinho da Floresta (que agrada sobretudo às crianças…) ou fazer trilhas no interior do parque.

Fábrica de chocolate

A fábrica do Chocolate Araucária, possui um museu do chocolate, onde as pessoas poderão ver, através de um vidro como são fabricados os chocolates. No local funciona também a loja da chocolateria. Rua Amadeu Carletti Junior, 255 – Jaguaribe, com visitação em horário comercial das 9 às 18h, todo o dia.

Pedra do Baú

O Complexo da Pedra do Baú, fica na vizinha cidade de São Bento do Sapucaí, com acesso por Campos do Jordão. O complexo é formado por um maciço rochoso de mais de 1.900 de altitude.  Da Pedrinha (Pedra Menor), você já avista a Pedra do Baú, maior e mais imponente, parte do Vale do Paiol Velho e até mesmo áreas situadas no Sul de Minas. Para conhecer a Pedra do Baú é recomendável o acompanhamento de guias especializados. Altus: (12) 3663-4122 e Corpo de Guias (12) 8133-7666

Pico do Imbirí

O Pico do Imbirí é mais um dos mirantes de Campos do Jordão. Do alto você avista a Serra da Mantiqueira no Sul de Minas, a Pedra do Baú. O Pico do Imbirí fica a uns quatro quilômetros do centro, pela estradinha que leva à Pedra do Baú.

Estrada de Ferro Campos do Jordão

A velha estrada de ferro de Campos a Pindamonhagaba oferece diferentes dois passeios:
Emílio Ribas – São Cristóvão: o trajeto de 8 km liga a Estação Emílio Ribas à Estação São Cristóvão, na periferia de Campos do Jordão.
Campos do Jordão – Santo Antonio: Trajeto de quase vinte quilômetros. O trenzinho sai da Estação Emílio Ribas e desce a serra até a Estação de Santo Antonio.

Teleférico / Morro do Elefante

O Morro do Elefante, a 1800 metros, situado perto centro comercial,  é um dos mirantes mais visitados de Campos do Jordão. Do alto tem-se uma vista panorâmica de Capivari. O Teleférico, do Parque da Estrada de Ferro,  na Vila Capivari leva as pessoas até o cume da montanha. Essa diversão esta aberta, nos finais de semanas e feriados, das 9h às 17h.

Pico do Itapeva

O Pico fica na cidade vizinha de Pindamonhagaba, mas é acessível a partir de Campos do Jordão. Do alto, nos dias claros,  pode-se avistar sete cidades do Vale do Paraíba.  No local funciona um comércio de roupas de lã, como pulovers, meias, gorros e luvas.

Localidades turísticas no Estado de São Paulo

Cidade de São Paulo •  Campos de Jordão • AtibaiaSão Luiz do ParaitingaSantos • UbatubaCaverna do DiaboEmbu das Artes • Bananal

Paranapiacaba, um final de semana diferente

Paranapiacaba, junto da Serra do Mar, mas ainda no município de Santo André,  é aquele programa do tipo bate-e-volta no mesmo dia ou indicado para um final de semana, passando a noite por lá, o que recomendamos.

O núcleo, de Paranapiacaba, instalado em plena Serra do Mar em 1867, tinha localização estratégica entre Jundiaí e o porto de Santos, que seriam ligados pela ferrovia. A vila, erguida no meio de neblina da serra, destinava-se a abrigar  os numerosos engenheiros britânicos encarregados de construir a primeira ferrovia paulista. Com eles vieram imigrantes de outros países e também trabalhadores brasileiros. Conta-se, talvez em tom de anedota, que a escolha de Paranapiacaba para a construção da vila, frequentemente imersa na neblina semelhante ao fog londrino, teve como motivo o desejo dos ingleses de não se sentirem tão longe de casa…

Mapa de Paranapiacaba

Como ir

De trem

O chamado Expresso Turístico, inaugurado em abril de 2009, sai da Estação da Luz em São Paulo. É a opção mais interessante e diferente para se visitar Paranapiacaba, na antiga Rota do Café. O trajeto, de menos de 50 km, é realizado apenas aos domingos, mas não em todos. No segundo domingo do mês não funciona.

O embarque, na Estação da Luz corre às 8h30 da manhã. Quem preferir pode embarcar às 9h na estação Prefeito-Celso Daniel-Santo André. O trajeto a partir da estação da Luz toma 1h30 e para, depois de Santo André, em duas estações: Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, tombadas recentemente pelo patrimônio histórico de São Paulo. Ambas foram projeto da São Paulo Railway ― antiga empresa britânica SPR, construtora da primeira ferrovia na então Província de São Paulo, inaugurada em 1867. O desembarque ocorre na Estação Alto da Serra, toda restaurada.

Vídeo – reportagem da TV Globo sobre Paranapiacaba

Essa excursão oferecida pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) bate-e-volta, pode ser ncômoda para alguns. Os trens partem de Paranapiacaba às 16h30, de volta para São Paulo. É uma pena que não existam mais opções de partidas de São Paulo, no sábado, por exemplo, e horários de retorno mais confortáveis. Site: www.cptm.sp.gov.br

De carro

Pela Via Anchieta, siga até o km 29 mantendo-se pista marginal, na direção Riacho Grande. Depois entre na Estrada Velha do Mar (SP-148, direção Ribeirão Pires) e em seguida na Rodovia Índio Tibiriçá (SP 31) até o KM 45,5, no acesso para a Rodovia Antobio Adib Chamas (SP 122) até o estacionamento a alguns quilômetros de Paranapiacaba. Um pequeno ônibus transporta os passageiros até Parananapiacaba, onde não entram veículos. Paranapiacaba fica a 35 km de Santo André. A opção pelo carro lhe permite passar a noite na cidade e voltar a São Paulo no dia seguinte a hora que desejar.

De ônibus

Embarque no Terminal Rodoviário de Santo André.  A linha 040  da Viação Ribeirão Pires liga Santo André a Paranapiacaba.

Onde se hospedar em Paranapiacaba

Escolha e reserve seu hotel em Paranapiacaba

Pontos de Interesse em Paranapiacaba

A coisa mais agradável a fazer, em primeiro lugar, ao chegar em Paranapiacaba, é percorrer suas ruazinhas e visitar a pé a pitoresca vila de arquitetura inglesa instalada no alto da Serra. Vale a pena prestar atenção especial à arquitetura de casas de madeira, algumas transformadas em restaurantes, lojas, ou barzinhos. Repare que existem basicamente três tipos de construções erguidas para fins residenciais. As moradias habitadas pelos engenheiros e suas famílias eram de padrão superior. De madeira, eram de bom tamanho e possuíam agradáveis varandas. Além disso, as plantas-baixas eram individualizadas, ao gosto de seus moradores. Os telhados eram cobertos com telhas de fibro-cimento.

As casas de trabalhadores solteiros eram simples e conhecidas como “barracos”. Possuía dormitórios, banheiros e cozinha e abrigavam o grande número de ferroviários solteiros que chegavam para trabalhar em Paranapiacaba. Os banheiros eram poucos, uma vez que os ferroviários trabalhavam em turnos.

Os ferroviários  que possuíam família, habitavam casas com maior número de quartos. Eram construções também de madeira, com telhados de zinco. Essas casas eram geralmente geminadas numa única construção, com uma residência para cada família. A influência da arquitetura inglesa é visível particularmente na grande torre com um relógio erguido em 1898, uma réplica do Big bem, de Londres…

O material empregado nessas construções  era geralmente o  pinho de riga, madeira nobre importada dos países bálticos.

Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba

Situada sobre uma elevação, a Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba data de 1889 e hoje acolhe a Festa do Padroeiro, a mais antiga e tradicional de Santo André.

Museu do Sistema Funicular

Exibe trens da São Paulo Railway Company e vagões do período imperial. Alguns deles foram utilizados pelo imperador D. Pedro II e seu séquito.

Passeio de Maria Fumaça

Funciona apenas nos finais de semana e percorre um pequeno trecho de 1,5 quilômetro da ferrovia. Só para, as crianças principalmente, sentirem o que é andar de trem… Telefone: 2695-1151.

Museu Castelo

A mansão de arquitetura vitoriana construída em 1897 fica no alto de uma elevação e é visível de longe. O palacete apelidado de “castelo” era a residência do engenheiro chefe da da Vila de Paranapiacaba, Frederic Mens. Dizem que de sua varanda ele acompanhava os trabalhos que estavam sendo realizados na ferrovia, no vale logo abaixo e vigiava a atividades dos ferroviários no pátio de manobras.  Transformada numa espécie de museu, o palacete conserva objetos, móveis de época, fotografia, documentos e equipamentos ferroviários.

Paranapiacaba fica num vale entre colinas. Na parte mais baixa estão algumas atrações, como o Clube União Lira Serrano, que abriga festas e espetáculos musicais e o Antigo Mercado, transformado em centro cultural.

Uma longa passarela sobre a via férrea liga a área mais antiga de Paranapiacaba à parte alta da vila, onde fica a igreja de Bom Jesus, erguida em 1889. Do alto da passarela pode-se ter uma visão de todo o parque ferroviário.

A animação noturna

À noite há inúmeros barzinhos animados (em alguns, nos finais de semana, pode rolar um som) e restaurantes que servem pratos típicos, muitos deles à base de cambuci, a frutinha típica da Serra do Mar.

Trilhas e passeios a partir de Paranapiacaba

Há diversos passeios para quem gosta de trilhas. Alguns passeios tomam apenas uma hora e meia ou duas horas. É o caso da trilha do Poço Formoso. Já a trilha Volta na Serra, toma oito horas ida e volta.  A trilha Raiz da Serra, chega a Cubatão, na baixada e demora oito horas para ser percorrida, somente no trajeto de ida. As trilhas devem ser percorridas com guias credenciados, que podem ser contratados em agências locais. Um passeio mais fácil é dar uma volta pelo Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba.

Dica

Lembre-se de utilizar tenis ou sapatos confortáveis, protetor solar e chapéu leve ou boné. No inverno pense em trazer um blusão ou pulóver. Faz frio!

Roteiros oferecidos pelas agências locais

Circuito Cultural: “Vila Inglesa” e “Nos Trilhos da SPR”

Circuito Histórico/Ambiental: “Expresso Paranapiacaba”

Circuito Ecológico: “Nascentes do Rio Grande”

Circuito Ecológico: “Nas Trilhas da Serra do Mar”

Festivais

Festival de Inverno

Todos os anos, no mês de julho ocorre em Paranapiacaba O Festival de Inverno. É quando a vila torna-se palco de shows musicais que atraem numeroso público e artistas da MPB, rock e música clássica.

Festival do Cambuci de Paranapiacaba

Ocorre anualmente entre 18 e 21 de abril no Antigo Mercado. É a oportunidade de experimentar pratos feitos à base de uma frutinha da serra, muito comum na região, o cambuci. Durante o festival ocorrem para exibições musicais.  No Mercado funciona também uma feira de produtos gastronômicos.

Centro de informação turística – Largo dos Padeiros na Parte Baixa
Tel: 4439-0237

Sobre Ubatuba,  cidade das praias

Ubatuba, no litoral norte de São Paulo nasceu de uma aldeia tupinambá conhecida como Iperoig. A cidade, durante o período colonial foi porto de embarque do café plantado no Vale do Paraíba. Foi em Ubatuba que o padre José de Anchieta permaneceu como refém durante vários meses, enquanto Manoel da Nóbrega se empenhava em pacificar os índios em Angra dos Reis.

Durante séculos a cidade permaneceu semiesquecida, até ser descoberta pelo turismo. No começo era um lugar ainda virgem com belas cachoeiras, onde o povo vivia principalmente da pesca. Com o asfaltamento das rodovias dos Tamoios entre Caraguatatuba e a Oswaldo Cruz até Taubaté e a construção da rodovia Rio Santos ocorreu um boom imobiliário, com a criação de apartamentos e condomínios que se estendem por boa parte de suas praias, alcançando (e tirando a beleza) dos morros juntos da praia. Hoje milhares de pessoas de São Paulo e do Vale do Paraíba lotam suas praias nos finais de semana e temporada. Enfim, a cidade, com mais de 70 praias oferece opções para todos os gostos. Algumas praias, como a Vermelha do Norte, é uma das preferidas dos surfistas, enquanto a Praia Grande e a Praia da Enseada, por exemplo tem águas calmas, e são mais adequadas a banhistas. Em toda a orla há barracas que vendem bebidas e salgados.

Mapa de Ubatuba e arredores

Como ir

De ônibus

Do Rio de Janeiro – Várias partidas diárias da Rodoviária Novo Rio. Tempo de viagem de aproximadamente 3h40 h.
Consulte preços e horários: Viação Costa Verde |  Útil

De São Paulo – Várias partidas diárias da da Rodoviária Tietê. Tempo de viagem de aproximadamente 6 h.
Consulte preços e horários:   Viação Reunidas Paulista |  Viação Litorânea

De carro

De São Paulo – Siga pela Dutra até São José dos Campos, pegando a Rodovia dos Tamoios, direção Paraibuna e Caraguatatuba. Em Caraguatatuba siga pela Rio-Santos na direção de Ubatuba. Na longa faixa em frente ao mar condomínios, casas de férias, estabelecimentos comerciais, restaurantes e bares tornam o trânsito congestionado nos finais de semana por vários quilômetros. Outra opção é seguir até Taubaté pela Dutra e pegar a Rodovia Oswaldo Cruz. Ubatuba fica a uns 240 km de São Paulo.

Do Rio de Janeiro – Tome a Rio-santos e vá em frente. por 315 km.

De ônibus

De São Paulo Há vários ônibus da Viação Litorânea de São Paulo para Ubatuba Litorânea partindo do Terminal Tietê. A viagem toma um pouco mais de quatro horas.

Do Rio de Janeiro – Alguns ônibus partem diariamente da Rodoviária Novo Rio em direção a  Ubatuba. A viagem toma aproximadamente 5h.

Hospedagem

Existem hotéis no centro e muitos outros espalhados por uma infinidade de praias, algumas mais movimentadas, outras mais tranquilas.

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Melhor época para visitar Ubatuba

Ubatuba fica lotada nos finais de semana, mesmo fora de temporada. Se puder evite feriados prolongados e a temporada de férias de verão. Trechos de muitos quilômetros da Rio-Santos, principalmente o trecho entre Caraguatatuba e Ubatuba ficam congestionados.

Como circular

Há ônibus do centro para as principais praias. Informe-se sobre horários e tenha-os consigo para facilitar seus deslocamentos.

A Caverna do Diabo, no PETAR (Parque Estadual e Turístico do Alto Ribeira), município de Eldorado, a aproximadamente 3 horas de São Paulo, é um bom programa para um final de semana. A visita oferece a oportunidade de conhecer uma caverna por dentro, com estalactites e estalagmites que formam as mais curiosas formações calcáreas. Algumas dessas formações recebem nomes que refletem sua semelhança com animais ou objetos: trono, rinoceronte, Pão de Açúcar, caveiras etc.

Espeleólogos (estudiosos de cavernas) criticaram a iluminação e a construção de passarelas e escadarias dentro da Caverna do Diabo, mas não há dúvida de que isso permitiu a qualquer um visitá-la, mesmo sem preparo físico especial. No PETAR existem outras cavernas praticamente intactas, abertas à visitação, mas para conhecê-las você precisa, além de um guia, de equipamentos e preparo físico. E corre o risco de um perigoso escorregão…

Mapa do Parque Estadual da Caverna do Diabo

Como ir

O caminho mais fácil é por Eldorado. De São Paulo, pegue a via Régis Bittencourt (BR 116), direção Taboão, Embu das Artes, Registro ou Curitiba. Deixe a Régis Bittencourt  em Jacupiranga, a 180 km de São Paulo e pegue a indicação Eldorado. Na Régis Bittencourt, ignore placas com a indicação “Caverna do Diabo”, que indicam a saída para a estrada que leva a Eldorado, de onde se pega uma estrada secundária até a caverna. Você rodará por 24 km de Jacupiranga  até Eldorado. Na entrada da cidade, há um arco imitando uma caverna. Um pouco à frente, do lado direito, há um posto de informações turísticas. Há placas indicando. A Caverna do Diabo fica a  40 km de Eldorado por uma estradinha secundária que corre ao lado do rio Ribeira. A 35 km a frente há uma rotatória com a indicação Caverna do Diabo, à sua esquerda. Rode mais 5 km até uma grande construção com terraços sobre uma elevação. Estacione ali.

No local há um restaurante e sanitários limpos. À esquerda, uma trilha de 300 m, que você terá que subir a pé, o levará até a porta da caverna. Ali você comprará um ingresso que custa aproximadamente metade do preço de uma entrada de cinema. Talvez tenha que esperar uns quinze minutos até formar um grupo de pelo menos meia dúzia de pessoas que visitarão a caverna acompanhados de um guia.

Onde se hospedar

Para visitar a Caverna do Diabo, o mais fácil é se hospedar em Eldorado. Na cidade de Iporanga, também no Vale da Ribeira, há outras opções de hospedagem. O acesso se dá por  por Cajati, junto da Régis Bittencourt, uns 20 km depois de Jacupiranga. Dali, você terá ainda que rodar cerca de 30 km por uma estradinha secundária para chegar a Iporanga. De Iporanga até a Caverna do Diabo são aproximadamente 22 km.

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Para visitar a Caverna do Diabo

As visitas, que podem ser feitas de terça-feira a domingo das 8h às 17h, sempre com um guia, têm a duração de uma hora.

Não importa o tempo que esteja fazendo. Dentro da caverna, a temperatura é sempre a mesma, em torno de 22ºC o ano todo.

A Caverna do Diabo recebe anualmente 30 mil visitantes em média, sendo que desses 95% são brasileiros. A visitação no interior da caverna é feita por grupos de até 12 pessoas, com permanência de uma hora.

A melhor época para visitar a Caverna do Diabo

A Caverna pode ser visitada em qualquer época do ano mas, se possível evite dias chuvosos.

Outras atrações

Existem várias cachoeiras e trilhas no PETAR; é um bom roteiro para os amantes do ecoturismo. Dentro do parque há monitoria para visitação do Mirante do Governador e da cachoeira Meus Deus e outras.

Na cidade de Iporanga, também no Vale da Ribeira, há outras opções de hospedagem. O acesso se dá por  por Cajati, junto da Régis Bittencourt, uns 20 km depois de Jacupiranga. Dali, você terá ainda que rodar cerca de 30 km por uma estradinha secundária para chegar a Iporanga. De Iporanga até a Caverna do Diabo são aproximadamente 22 km.

Onde comer

Almoce no Centro de Recepção a 3oo metros da entrada da caverna. A cozinha é caseira e muito bem servida. Um prato de peixe, carne ou frango vem acompanhado de farofa, feijão, arroz, salada e fritas. Não se aceitam cartões de crédito ou débito; só dinheiro ou cheque.

Em Eldorado, sobretudo nas imediações da pracinha da igreja, há lanchonetes, restaurantes e pizzarias. As pousadas que ficam fora da cidade costumam servir refeições.

Dicas

Você encontra combustível na Régis Bittencourt, entrada de Jacupiranga; há um posto de gasolina antes e outro depois da ponte.

Na estrada, tome muito cuidado com romeiros a cavalo, pedestres que não olham para atravessar e animais soltos.

Site oficial da cidade de Eldorado: www.eldorado.sp.gov.br

Para saber mais: www.cavernadodiabo.com.br

Sobre Santos: o maior porto da América Latina

A cidade com o maior porto da América Latina,  movimentado por cargueiros e transatlânticos de luxo, também possui o maior jardim de praia do mundo, segundo o Guinness Book. O município que teve seu apogeu econômico na era de ouro do café, agora vislumbra um novo destino: capital administrativa do pré-sal da Bacia de Santos. Grande parte dos 231,6 Km2 restantes conserva vegetação de Mata Atlântica, com surpresas no campo do ecoturismo.

Mapa da Baixada Santista

Como ir

Há dois tipos de ônibus de São Paulo para Santos partindo do Terminal Rodoviário de Jabaquara. São onibus comuns, tipo ônibus urbanos. Há outro tipo, os” rodoviários”, mais confortáveis e mais caros. O terminal rodoviário central em Santos fica na <end./> Praça dos Andrades, 45, Há um terminal rodoviário também  em São Vicente, cidade conurbada com Santos. : R Frei Gaspar 2577 – Parque São Vicente (13) <tel/> 3467-6194

Hospedagem

Procure se hospedar na orla da praia ou em ruas próximas. Gonzaga, Boqueirão e Embaré são os mais cômodos.

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A melhor época

Santos pode ser visitada em qualquer época do ano, mas o verão é sempre lotado e muito quente e abafado.

Ver e conhecer

  As igrejas

As igrejas de padrões barrocos são alguns atrativos, como o Santuário de Santo Antônio do Valongo, a  Igreja do Convento do Carmo e a Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Já a Catedral segue os moldes neogóticos.

Pantheon dos Andradas

Ao lado das igrejas carmelitas fica o Pantheon dos Andradas, jazigo de José Bonifácio de Andrada e Silva e de seus irmãos. O Patriarca da Independência é novamente homenageado no edifício da Prefeitura, o Palácio José Bonifácio.

Outeiro de Santa Catarina

Marco inicial da povoação da cidade, assim como o prédio da Câmara Municipal, têm muros com ameias que lhes dão aparência de castelo.

Cadeia Velha

Nela são ministradas oficinas de arte. A Casa de Frontaria Azulejada contabiliza sete mil peças novas, restauradas artesanalmente.

Casa do Trem Bélico

O imóvel serviu no passado de depósito de armas e munições, hoje conta com exposição do Sistema de Defesa do Porto no século XVIII.

Museu do Café

A importância do café no progresso do município é retratada na Rua XV, reurbanizada com aspecto antigo. É lá que fica o Museu do Café, instalado no prédio da ex Bolsa Oficial de Café, em que se destacam  a Sala de Pregões e a  cafeteria com os melhores cafés do Brasil.

Estação do Valongo

A estação da ferrovia Santos-Jundiaí ou Estação do Valongo, com sua arquitetura de inspiração vitoriana, agora abriga a  Secretaria de Turismo e o único restaurante-escola do litoral paulista. A edifícação está perto do porto, onde se situa o Terminal Marítimo de Passageiros.

Teatro Coliseu

As artes cênicas têm espaço garantido no Teatro Coliseu, cuja tecnologia deu um salto desde a inauguração (1909) até o restauro (2006). Já o Teatro Guarany foi reconstruído com elementos tanto neoclássicos como atuais.

O bondinho de Mont Serrat

Embora plana, a cidade é cercada por 19 morros. No morro de São Bento acha-se o Mosteiro de mesmo nome, com o Museu de Arte Sacra. No Monte Serrat fica a  Capela de Nossa Senhora do Monte Serrat, padroeira da cidade, e um prédio com mirante e terraços de onde se avista boa parte do município. Para chegar ao pico há um bondinho que funciona sobre trilhos e uma escadaria com 402 degraus, intercalados com nichos com quadros da via-sacra.

Orla Marítima

Ao longo da areia estende-se o “solo sagrado” do santista. São quase 5.500 Km de gramado com cerca de 1.750 árvores, mais arbustos e flores. No ano 2000 ele foi enaltecido no Guinness Book como o maior jardim de praia do mundo.
A praia parece um ginásio ao ar livre, onde a população se exercita pedalando na extensa ciclovia, caminhando, correndo, jogando futebol, voleibol, tamboréu ou então nadando, velejando e surfando no mar.

Santos possui uma longa praia de 7 Km, que é separada por sete canais e vai recebendo o nome dos bairros por onde passa. Começa na divisa com o município de São Vicente, pelo bairro do José Menino, seguido por Pompeia, Gonzaga, Boqueirão, Embaré e Aparecida, para terminar na Ponta da Praia, de onde partem as balsas para o Guarujá. Obras de engenharia semelhantes a pequenos rios, esses canais de drenagem das águas pluviais são ladeados por avenidas e servem como ponto de referência para qualquer lugar em que se deseje chegar.

Pista e museu do surf

Quase na divisa com São Vicente, na praia do José Menino, o Emissário Submarino ganhou um parque com escultura de Tomie Otake pelos 100 anos da Imigração Japonesa. Conta com pista e Museu do Surfe.

O orquidário

No mesmo bairro encontra-se o Orquidário, parque zoobotânico com vegetais e animais silvestres.

Boqueirão

Sob as marquises modernistas do Boqueirão acontece, aos sábados,  a Feira de Artesanato. Na mesma  praia estão a Pinacoteca Benedito Calixto, uma das  únicas  remanescentes das mansões dos ‘barões do café’, e a Basílica Menor de Santo Antônio do Embaré, de linhas neogóticas.

Os museus da Ponta da Praia

Na Ponta da Praia localizam-se o Aquário, o Museu de Pesca, o Museu do Mar e o Museu Marítimo. No primeiro vivem mais de 200 espécies e cerca de 2 mil animais de águas doce e salgada do Brasil e do exterior. O Museu de Pesca exibe o esqueleto de uma baleia de 23 metros. Já o Museu do Mar tem como foco a biologia marinha, enquanto o Marítimo se compõe de peças resgatadas de naufrágios.

Passeio de escuna

Na Ponta da Praia também se acha a Ponte Edgard Perdigão. Dali é só pegar um barquinho e atravessar o mar para conhecer a  Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, situada em terras do Guarujá. A partir da mesma ponte pode-se fazer um interessante passeio de escuna por toda a orla marítima.

Na zona entre a praia da Pompeia e o Centro, na famosa Vila Belmiro, ficam  o Estádio Urbano Caldeira e o Memorial das Conquistas do Santos Futebol Clube. Bem perto encontra-se o Memorial Necrópole Ecumênica, considerado o maior cemitério vertical do mundo.

Passeios pela cidade

A Linha Conheça Santos oferece microônibus com guia de excursão e ar-condicionado, num roteiro circular pela cidade. Tem início e término na Praça das Bandeiras (final da Av. Ana Costa, praia do Gonzaga), com desembarque e reembarque no Orquidário, Memorial das Conquistas e Praça Mauá. (Funciona aos sábados, domingos e feriados, e de terça a domingo e feriados durante as férias, das 10 às 16h).

Roteiro ecolôgico

Além do Parque Marinho da Laje de Santos, localizado a 45 Km da costa, o ecoturismo desenvolve-se na área continental, onde se preserva a Mata Atlântica.

Depois de trajeto de barco e bondinho o visitante chega à Vila de Itatinga. A área conserva 70 casas e a usina hidrelétrica que gera  energia para o porto. Já nos Caminhos de Jurubatuba as atenções voltam-se para a abundância das águas do rio e o sistema de captação existente.

Fora do centro

A 27 Km do Centro, a Estância Diana tem como singularidade a criação de búfalos, enquanto mata, córregos e cachoeira compõem as trilhas da Fazenda Cabuçu. A 2 Km da Cabuçu fica o Mirante do Caetê, de onde podem ser admirados manguezais, matas, área urbana de Santos e Canal de Bertioga.

A história de Santos

Fundada entre 1543 e 1546 por Brás Cubas, teve como semente o  porto e a Santa Casa da Misericórdia de Todos os Santos, criada para atender os marinheiros que chegavam doentes.
Pode se considerar “por fora” quem ainda associa a cidade somente à ideia de praia. Ao perceber-se histórico, o município começou a resgatar o passado, a partir da restauração do Centro. Porque é ali que se encontram mais de 40 pontos de interesse cultural, em parte servidos pela Linha Turística de Bonde (Funciona de terça a domingo, das 11 às 17h, com embarque na Praça Mauá.

Site de turismo de Santos

Sobre Atibaia, a cidade dos esportes radicais

Atibaia, próxima de São Paulo,  tornou-se uma cidade de esportes radicais. Você pode saltar de asa delta ou paraglider do alto da Pedra Grande ou assistir de perto aos voos.

Mapa de Atibaia

Como ir

De São Paulo pegue a via Dutra até Guarulhos. Nessa cidade siga as placas Fernão Dias. Para ir até a Pedra Grande, interesse principal da visita passe Atibaia, siga em frente até a Rodovia Dom Pedro e pegue a direção Jacareí, à sua esquerda. Alguns quilômetros adiante você encontrará uma indicação “Pedra Grande”, numa espécie de trevo logo após dois grandes postos de gasolina e um restaurante”Frango Assado de cada lado da Dom Pedro I. A estrada para Pedra Grande é de terra, mas é e possível subir até a Pedra Grande por esse caminho com veículo de passeio comum (desde que não esteja chovendo…). O ideal seria um veículo 4 x 4.

Hospedagem

Escolha e reserve seu hotel em Atibaia

Melhor época

Atibaia pode ser visitada em qualquer época do ano, mas no alto da pedra grande ou aqueles que vão voar em paraglider ou asa delta devem trazer roupas quentes, apropriadas.

Atrações turísticas

Assistir ou ou participar dos voos é a principal atração de Atibaia. A Pedra Grande realmente gigantesca, um rochedo 1.300 m de altura,  com uma vista espetacular dos arredores. A pedra oferece uma rampa perfeita para voos de paraglider e asa delta. Todo dia por volta das 11 da manhã o pessoal começa a chegar com seus apetrechos e a montá-los. Isso toma aproximadamente uma hora. Alguns saltos são duplos. Associações realizam saltos duplos nos quais você participa como o” passsageiro”, com um treinamento básico mais do que suficiente. Porém para fazer voos solo você terá que fazer um curso. É possível fotografar as pessoas lançando-se da pedra e já no ar. São sempre belas fotos. Para aproveitar melhor a luz certa, posicione-se do lado direito do local utilizado para saltos.

Para fotografia a hora mais bonita do dia é o final da tarde.

Para participar dos voos

Os voos devem ser agendados por meio dos sites que mencionamos abaixo. Um mínimo de forma física é recomendável.

Para voar de paraglider: Paraglider Brasil

Para voar de asa delta: Academia de Voo Livre de Atibaia

Dicas

Hospedagem

Embora na cidade de Atibaia existam vários hotéis e pousadas, muita gente prefere ficar nas proximidades da Pedra Grande porque pretende voar de paraglider ou asa delta.

Há uma pousada nessa estrada de terra que leva a Pedra Grande:

Pousada Pedra Grande

Onde comer

Mais ou menos no começo da estrada de terra para Pedra Grande há um pequeno restaurante do lado direito, o Recanto das Pedras.  Comida caseira de qualidade, com porções bem servidas.

A mais brasileira das cidades paulistas

Incrustrada em um mar de montanhas, nos contrafortes da Serra do Mar,  São Luiz do Paraitinga com seus quase 11 mil habitantes, é “a mais brasileiras das cidades paulistas”, e preserva com carinho seu rico passado de tradição, religiosidade e encanto.

Mapa de São Luiz do Paraitinga

Como ir a São Luiz do Paraitinga de São Paulo

Carro

A cidade está localizada na Rodovia Oswaldo Cruz (SP 125), no km 42 entre Taubaté (saída 111 da Rodovia Presidente Dutra) e Ubatuba (BR 101).

Ônibus

Tome um ônibus em São Paulo na Rodoviária Tietê até o terminal rodoviário de Taubaté onde há diversas conexões para São Luiz

Taubaté x São Luiz do Paraitinga : 07:00 – 09:30 – 10:30 – 14:00 – 15:30 – 17:00 – 18:30 – 23:00

São Luiz do Paraitinga x Taubaté: 05:30 – 06:30 – 7:55 – 11:00 – 13:00 – 14:25 – 17:00 – 18:00

Como ir a São Luiz do Paraitinga do Rio de Janeiro

Utilize a Rio-Santos até a cidade de Ubatuba. Em Ubatuba não entre na cidade, mas vire à direita e pegue a Rodovia Oswaldo Cruz.

Hospedagem

Escolha e reserve seu hotel em São Luiz do Paraitinga

Melhor época

São Luiz do Paraitinga tem um clima agradável e não é quente como as cidades litorâneas entre Santos e Rio de Janeiro. No inverno é bom pensar em ter consigo um blusão quente. A noite a temperatura cai bastante.

Ver/conhecer/fazer

Arquitetura colonial

A arquitetura colonial de São Luiz do Paraitinga, é típica do séc. XIX, retrata o legado dos ciclos econômicos do ouro e do café, gravados no contorno de seus casarões, que guardam a singularidade do estilo daquele período, resultando no maior acêrvo arquitetônico colonial de São Paulo. Este patrimônio constituido por 437 edificações preservadas na área urbana, todas tombadas pelo Condephaat, não é uma mera coleção de fachadas, pois abriga muitas das famílias de seus descendentes, o que atribui maior importância à sua história e conservação.

Na zona rural, ainda é possível se encontrar uma ou outra fazenda centenária, com suas sedes de taipa e pedra, caiadas de azul e branco.

Esportes radicais e trilhas

Rafting

Pode seer praticado no Rio Paraibuna e conforme o trecho a ser encarado, tem níveis diferentes de dificuldade. Os raftings no rio Paraibuna tem em média 5 horas de duração. Geralmente as agências que organizam os programas oferecem um lanche aos aventureiros.

Cavalgada em Catuçaba

Muitas fazendas históricas nos arredores de São Luiz oferecem passeios de cavalo de duração variável.

Duck

O duck (pato) é um tipo de caiaque inflável para ser utilizado por uma ou duas pessoas.  Os níveis de dificuldade variam segundo o rio escolhido: o rio Paraitinga que passa pelo o centro histórico da cidade é calmo. Mas há corredeiras mais difíceis em certos trechos do rio Paraibuna.

Cicloturismo

Há percursos que partem do centro histórico de São Luiz e cortam a região por simpáticas estradinhas rurais que acompanham o rio Paraitinga. O trajeto de pouco mais de meia hora é oferecido pelas agências locais. Tem início no centro histórico de São Luiz e passam por estradas rurais, seguindo pela margem do rio Paraitinga. Alguns passeios incluem um passeio de duck.

Estação Radical 90 Graus

O lugar, a menos de 500 metros do centro de São Luiz do Paraitinga, é utilizado normalmente para a prática do arvorismo. O percurso de 1.300 metros toma em média uma hora e meia. Umtrecho é feito a 70 metos de altura, o outro, mais emocionante, a 300 m. Para participar você deve agendar com a agência responsável, a Estação Radical.  <end./> Rua Antônio Benildo Vaz de Campos, 90. | <tel/>  (12) 3671-2358.

Rapel na Cachoeira do Tacuja

Os praticantes de rapel costumam utilizar a cachoeira do Tacuja, a uma hora e meia da Vila de Catuçaba, para suas aventuras. O trajeto de ida e volta até a Cachoeira do tacuja é feita a cavalo.

Agências que realizam raftings, cavalgadas, rapel e outros esportes em São Luiz do Paraitinga: Cia de Rafting |  Paraitinga Turismo |

Os filhos mais famosos de São Luiz do Paraitinga

Na galeria dos luizenses mais ilustres, sobressaem o cientista Oswaldo Cruz, o geógrafo Aziz Nacib Ab’Saber e o músico e compositor Elpídio dos Santos.
“Entre um mar de morros, minha cidade.”
(Aziz Ab’Saber, geógrafo)

As festas que animam a cidade de São Luiz do Paraitinga

Festa do Divino Espírito Santo

A tradicional Festa do Divino Espírito Santo lhe oferece a oportundide de experintar a gastronomia típica da cidade. Nessa comemoração, que se dá há mais de duzentos anos séculos, há o encontro das bandeiras, a novena do Divino e  a cavalhada.

Carnaval

É uma das festas populares mais famosas de São Luiz, ao som de música carnavalesca com quase todo mundo fantasiado.

Arraiá do Chi Pul Pu

Festa tipicamente caipira, que acontece no mês de junho, com pratos típicos, danças locais e gente fantasiada com personagens do folclore brasileiro.

Veja onde se hospedar em outras cidades paulistas de interesse turístico no Estado e São Paulo:

Hotel no Estado de SP

São Paulo

Paulistanos que raramente vão ao centro da cidade de São Paulo ficam surpreendidos com a quantidade de turistas que visitam a cidade. Muitos são brasileiros de outras cidades e estados da federação, outros são estrangeiros. Alguns vêm a negócio e aproveitam para visitar a cidade. Muita gente vem a São Paulo para fazer compras, principalmente brasileiros do interior de São Paulo e de outros estados.

Mapa da cidade de São Paulo

Como ir a São Paulo

De avião

O Aeroporto de Congonhas, na cidade de São Paulo, recebe voos de diversas cidades brasileiras. O Aeroporto de Guarulhos é um grande aeroporto internacional situado a uns 20 km de São Paulo. Bem maior do que o Congonhas, destina-se a receber voos de longa distância para todo o o Brasil e também para um grande número de destinos no exterior.

Do aeroporto de Guarulhos há ônibus da “Airport Bus Service” até São Paulo, estação de metrô Tatuapé. O ponto fica em frente ao desembarque. O restante do trajeto será feito tomando o metrô. O acesso aos Terminais Rodoviários do Tietê e da Barra Funda também pode ser feito de metrô.

O Aeroporto de Viracopos, mais distante da capital, também serve São Paulo.

Veja passagens aéreas e pacotes para São Paulo.

De carro

Por inúmeras estradas. Recomendamos olhar o mapa para entender. De qualquer forma, principalmente se você não conhece bem a cidade, a melhor coisa é estacionar e tomar transportes públicos e táxi.

Hospedagem

O centro da cidade pode ser prático para quem viaja a São Paulo a negócios, mas à noite não é nada agradável.

A região da Av.  Paulista, entre a Av. da Consolação e o bairro do Paraíso, é bem servida de metrô e ônibus, tem shoppings, cinemas e muita vida cultural.

Há boas opções de hotéis em bairros na zona sul como Jardins e Itaim Bibi.

Escolha e reserve seu hotel em São Paulo

A melhor época

O verão em São Paulo é muito quente e chuvoso. Se puder, evite-o.

O que ver e fazer em São Paulo

O Centro Histórico

O centro de São Paulo é dividido em duas regiões distintas, separadas pelo Vale do Anhangabaú. O chamado Centro Histórico corresponde à Praça da Sé, o Pátio do Colégio, o Mosteiro de São Bento, com belos prédios históricos, muitos deles em estilo Art Deco, restaurados. O Pátio do Colégio é onde a cidade começou e é um lugar agradável de se visitar. Seu café semi-aberto fica lotado aos domingos. Há também atrações no Centro Histórico, como o Centro Cultural Banco do Brasil, onde estão sempre acontecendo exposições. Saiba mais.

O Centro Novo

O Centro Novo fica em volta da Praça da República e arredores. Nessa praça acontece todos os domingos feiras de artesanato. Bem perto fica o Edifício Itália, o mais alto da cidade, com um restaurante e bar panorâmicos no alto. O terraço está aberto à visitação de segunda à sexta-feira das 15h às 16hs. A vista de São Paulo do alto é espetacular.
Saiba mais

Vida cultural e vida noturna

São Paulo é também uma cidade com excelente vida cultural e noturna. Possui um grande número de cinemas, teatros, exposições culturais e museus. Alguns de seus bairros, como Moema, Itaim Bibi, Vila Olímpia e Vila Madalena são famosos por seus bares badalados e restaurantes com todo tipo de culinária.

A região da Luz

Outro lugar interessante é a Estação da Luz e seus arredores. A estação, toda restaurada, é um exemplar da arquitetura do final do século XIX. Vale conhecer. Do outro lado da avenida fica o Parque da Luz, todo sombreado, um lugar agradável para dar uma parada e descansar. Bem do lado do Parque da Luz situa-se a Pinacoteca do Estado, onde sempre ocorrem exposições. Perto fica o sombrio prédio do antigo DOPS (Depto. de Ordem Política e Social) da época da ditadura onde tantos brasileiros estiveram presos, torturados e alguns, assassinados. O local, por isso mesmo, transformou-se em “Memorial da Repressão” e reúne livros, cartas manuscritas de antigos prisioneiros políticos, obras de arte inspiradas nesse período sombrio da nação brasileira, fotografias e outros testemunhos.

A cidade possui também um bom número de parques muito frequentados pela população nos finais de semana, como o Ibirapuera, o Burle Marx, o Parque da Aclimação, o Horto Florestal e o Parque Villa-Lobos. Na maioria deles existem atrações culturais e espaço para as mais diversas atividades esportivas.

Dica de hospedagem

Quarto de suite independente no Itaim Bibi, bairro nobre de São Paulo pelo sistema Air BNB – Reservar

Onde comer e beber

Restaurantes em São Paulo

Bares em São Paulo

Localidades turísticas no Estado de São Paulo

Cidade de São Paulo •  Campos do JordãoAtibaiaSão Luiz do ParaitingaSantos • Ubatuba • Caverna do DiaboEmbu das Artes • Bananal

As “Cidades Mortas”

Quem chega a Bananal (Estado de São Paulo, próximo à divisa com o Estado do Rio de Janeiro) volta no tempo, entrando no mundo das “Cidades Mortas” evocadas por Monteiro Lobato, onde, nos tempos de glória, o Império ia buscar, junto aos barões do café, aval para seus polpudos empréstimos aos bancos ingleses.

O café se dera relativamente bem no Rio de Janeiro e era plantado na Baixada Fluminense utilizando técnicas agrícolas predatórias que esgotavam o solo. A constante necessidade de novas terras levou à subida do planalto, rumando para o sul, à procura de áreas virgens. Assim, as plantações que chegaram a Bananal (e também às suas vizinhas São José do Barreiro e Areias), durante algumas décadas, criaram muita riqueza. Quando as terras começaram a se esgotar, a fronteira agrícola foi avançando em direção ao interior paulista.

Bananal, como ir

Bananal fica no extremo leste do Estado de São Paulo, a 160 km do Rio de Janeiro e a 310 km de São Paulo. Se você quiser passar pelas demais cidades “do fundo do vale”, Areias e São José do Barreiro, saia da Via Dutra na altura de Queluz (a a última cidade paulista antes da divisa com o Estado do Rio de Janeiro). São apenas 70 km, mas dificilmente o trajeto é feito em menos de 1h30, pois a estrada, embora asfaltada, está em más condições em razão do constante tráfego de caminhões pesadíssimos das madeireiras que atuam na região. (Aliás, é notória a indignação dos moradores com a ação dessas companhias, que criam poucos empregos e prejudicam o transporte e o turismo). Outra opção é sair da Via Dutra em Barra Mansa (RJ) e seguir em direção a Bananal. O trecho em estrada vicinal é bem mais curto e o asfalto está melhor.

Mapa de Bananal

 

As fazenda cafeeiras

Bananal nasceu de uma capelinha erguida em 1783, mas consolidou-se como município em 1832. Durante o ciclo do café, tornou-se, por volta da metade do século XIX, a maior produtora brasileira do chamado “ouro negro”; a região era responsável por aproximadamente 50% de toda a produção nacional! A zona rural da cidade foi ocupada por fazendas com belíssimas “casas grandes”, decoradas por seus abastados proprietários com móveis franceses, tapeçarias belgas, pratarias, mármores, lustres de cristal e finas louças trazidas da Europa. A riqueza do café pagava tudo: Bananal chegou a cunhar sua própria moeda.

Com o dinheiro correndo solto, o centro da cidade encheu-se de lindos casarões de até três andares. Felizmente, para a sorte da memória histórica brasileira – e talvez por milagre – boa parte deles resistiu ao tempo. Construídos junto à rua, conservam, à moda da época, o branco nas paredes e cores fortes nas portas e janelas. As treliças nas janelas permitiam aos moradores observar a rua sem serem vistos pelos passantes. O curioso adorno em forma de abacaxi que se vê em suas fachadas simbolizava prosperidade.

A “Arquitetura do Café”

]Diversos dos imóveis típicos da chamada “Arquitetura do Café”, do século XIX, ficam na Praça da Matriz (Praça Pedro Ramos), como a casa de dona Laurinha , o Hotel Brasil e a bela igreja matriz. Nessa praça existem ainda um chafariz e um antigo coreto, que reforçam o ar provinciano de Bananal.

Outras das construções dignas de nota são a Santa Casa, a mansão do Comendador Luciano José de Almeida e o antigo Teatro Santa Cecília (hoje ocupado pela Secretaria Municipal de Turismo), na Rua Manoel de Aguiar, onde outras fachadas da época áurea da cidade foram conservadas. Na Praça do Rosário fica o Solar Aguiar Vallim, lindo casarão onde o próspero Vallim recepcionava gente graúda da corte do Rio de Janeiro e ou personagens importantes que chegavam da Europa.

Seguindo pela rua ao lado da Igreja do Rosário, depois de passar pelo prédio da Prefeitura, chega-se a uma praça onde ainda existe uma antiga estação ferroviária pré-fabricada, toda de ferro, que foi trazida desmontada da Bélgica. Em frente a ela, ainda se pode ver uma das Marias-Fumaça que operavam na linha que ligava Barra Mansa a Bananal, cortando uma rica região agrícola que movimentava verdadeiras fortunas. Em Barra Mansa, os produtos desciam em lombo de burro para o Rio.

A antiga estrada de ferro

A história dessa estrada é interessante. Nascida da iniciativa conjunta dos fazendeiros, no final da década de 1870, demorou muito para ser construída e só foi inaugurada em 1888. Tarde demais! A região, cuja prosperidade durara apenas 50 anos, de 1836 até 1886, já estava em decadência quando a estrada foi concluída.

Os trilhos foram simplesmente desmontados e levados embora quando o governo Jânio Quadros mandou desativar ramais secundários, como era o caso do Ramal Bananalense, de 28km, que já no começo do século XX se tornara deficitário. Desativada em 1964, a estação foi tombada pelo Patrimônio Histórico em 1969. Por iniciativa dos habitantes, foi recuperada (felizmente sem muita dificuldade, já que o ferro belga galvanizado é muito resistente) e aproveitada pela Prefeitura como centro de informação turística.

É uma pena que essa linha, que hoje poderia ter grande importância na implantação de um “turismo ferroviário” (como o que existe entre São João del Rey e Tiradentes, em Minas Gerais), já não exista. Que delícia seria percorrer, em um trenzinho puxado por uma Maria Fumaça, as lindas paisagens entre Bananal e Barra Mansa!

Quem conhece “de fio a pavio” a história dessa estrada de ferro (e também da cidade) é Seu Plínio, um ícone de Bananal. Ele se lembra de quando a estrada Rio-São Paulo passava em frente à Pharmacia Popular, que pertence à sua família desde 1922. “ Bananal era outra coisa ”, diz ele. ” Depois fizeram a Dutra e a cidade parou do dia para a noite ”. Ele conta também sua luta, como prefeito de Bananal na época, para preservar a estação belga que, por pouco, não foi transformada em sucata. A farmácia de Seu Plínio é, aliás, uma das atrações de Bananal, muito curiosa e de grande valor histórico.

Farmácia Popular

Fundada em 1830 por um farmacêutico francês, é a mais antiga do Brasil em funcionamento, cuidadosamente preservada, com piso de mosaicos franceses, balcões em pinho de riga, antigos frascos, caixa registradora do tempo do onça, balanças de precisão e outros aparelhos utilizados na preparação de remédios, móveis e compêndios de medicina, a maior parte em francês. Ela pode ser visitada por dentro, e o próprio Seu Plínio serve como guia. A módica contribuição solicitada é revertida nas despesas de conservação desse verdadeiro museu que, lamentavelmente, não conta com patrocínio nem apoio do governo. Visite antes que acabe!
Nas redondezas de Bananal, pode ser visitada a Fazenda Resgate, uma das maiores do ciclo do café. Era onde o imperador D. Pedro II se hospedava quando visitava a região.

Seu proprietário Manoel de Aguiar Vallim, falecido em 1878, foi um dos homens mais ricos do Brasil. Restaurada em 1970, continua sendo enriquecida com móveis e objetos de época. A fiel reconstituição de época faz com que a fazenda seja constantemente utilizada como cenário de filmes e de novelas da TV Globo, dentre elas, a recente versão de “Cabocla”, onde a Resgate pertence ao personagem Justino, interpretado por Mauro Mendonça.
Em razão de sua proximidade com a Serra da Bocaina, Bananal atrai também um público voltado para o turismo ecológico e caminhadas por suas trilhas, cheias de cascatas e paisagens de grande beleza natural. É possível percorrer trechos pavimentados com pedra da antiga Trilha do Ouro na Mata Atlântica.


Vídeo sobre Bananal

Compras

Bananal é rica em artesanatos em cerâmica e madeira, mas sua maior especialidade é o crochê. Roupas, bolsas, carteiras, cortinas e tudo o mais que se possa imaginar é encontrado nas lojinhas do centro histórico, a preços convidativos.

Onde comer

Como a cidade é pequena e a maioria dos turistas se hospeda em hotéis-fazenda das proximidades, em regime de pensão completa, há pouquíssimos restaurantes. O melhor endereço é o Habeas Copus, restaurante e choperia de ambiente agradável e cardápio variado, ao lado da Igreja do Rosário (tel. 12 3116-5667).

Onde se hospedar

Certas fazendas históricas antes habitadas pelos barões do café estão em lamentável estado, enquanto outras, bem conservadas, foram transformadas em hotéis. Se você considerar que no valor das diárias estão incluídas refeições, verá que os preços são razoáveis pelo conforto que oferecem. Os hóspedes são alojados na própria sede da fazenda ou em chalés vizinhos. As opções de lazer são variadas, de banhos de piscina ou de cachoeira a caminhadas e passeios a cavalo. Você pode sentar-se na varanda e saborear um café, vendo a tarde cair, como faziam os barões nos tempos do Império… Apesar de antigas, as fazendas oferecem conforto moderno aos seus hóspedes, quartos com banheiros privativos e boa comida.

Hotel Fazenda Boa Vista

Data de 1780 e é tão tradicional quanto a Resgate. Por isso mesmo, também foi utilizada como cenário na novela “Cabocla”, desta vez como a casa do fazendeiro Boanerges, interpretado por Tony Ramos. A Boa Vista nos tempos de glória dos barões do café era uma mini-cidade com várias outras construções (que foram posteriormente demolidas), como uma capela e uma marcenaria. Os belos móveis de seus salões foram confecionados com madeira de lei na própria fazenda por artesãos habilidosos. Sua transformação em hotel, com quartos dotados de todo conforto (TV a cabo, telefone, frigo-bar), não a descaracterizou. A velha marcenaria foi transformada em restaurante. As antigas louças, feitas na Europa especialmente para o Barão de Caxias, com o brasão da família, não são utilizadas, mas podem ser vistas nos armários do salão. Possui diversas opções de lazer. A 11 km de Bananal. Rodovia dos Tropeiros, Km 11. Tel. (12) 3116-1539. Hotel Fazenda Boa Vista

Hotel Fazenda Independência

Sua sede, construída em 1822, já hospedou ilustres personagens da história do Brasil, como D. Pedro I e o presidente Washington Luís. As suítes têm decoração de época e o hotel soube, conservar seu mobiliário dos tempos do Império. A 5 km de Bananal. Rodovia Resgate (SP-064 para Barra Mansa). Tel. (12) 3116-1110. Apartamentos duplos a R$ 220 (meia-pensão) e R$ 240,00 (pensão completa). Chalés duplos a R$ 230 (meia-pensão) e R$ 270 (pensão completa).

Hotel Fazenda 3 Barras

Situada no pé da Serra da Bocaina, conta com um quadro natural privilegiado. A sede, que data de 1813, mantém arquitetura e mobiliário de época: os confortos modernos não prejudicaram a decoração e objetos dos tempos do Império. Nela já se hospedaram D. Pedro I e Juscelino Kubitschek. Além dos quartos na sede, há chalés. Possui piscina. A 5 km de Bananal. Rodovia dos Tropeiros, km 22 (SP 068 para Barra Mansa). Tel. (12) 3116-1356. Diária com pensão completa para duas pessoas: R$ 180. www.hotelfazendatresbarras.com.br

Pousada Amiga

Familiar e simples, é uma opção econômica na cidade, a duas quadras da Praça da Matriz. Quartos bem cuidados, com banheiro privativo. Café da manhã servido pela gentil proprietária, Dona Graci. R. Leopoldo Carneiro, 41. Pousada Amiga

Veja onde se hospedar em outras cidades paulistas de interesse turístico no Estado e São Paulo:

Hotel no Estado de SP

Boituva: a cidade do paraquedismo

Boituva é uma cidadezinha quase desconhecida, a 100 km da capital: Boituva, que se tornou uma atração para os que querem viver emoções mais fortes. Estamos falando de uma opção de turismo que faz alguns franzirem a testa, algo que, quem já experimentou nunca esquece e que a maioria não sabe como funciona: saltar de paraquedas.

Mapa de Boituva

Como ir para Boituva

O campo onde são realizados os saltos de paraquedas fica no km 116 da Rodovia Castelo Branco, onde funciona a Brasil Paraquedismo. Os saltos são realizados às sextas-feiras, sábados, domingos e feriados e devem ser agendados por telefone pelo site www.paraquedismobrasil.com.br.

Contatos telefônicos: Nextel (11)  (15) 7812-3908 ID 119-59365 | Nextel (11) 7768-6362 ID 119-84601 | TIM (11) 9 8354-1050 | Vivo(11) 9 7390-1060 | OI (11) 9 6055-1040 | Claro (11) 9 4559-0505 | Fixo (15) 3263-5449

Onde se hospedar em Boituva

Escolha e reserve seu hotel em Boituva

Melhor época

Boituva é agradável em qualquer época do ano. No inverno se for subir na Pedra Grande leve um agasalho

Vídeo sobre salto duplo em Boituva

Atrações turísticas

Paraquedismo: salto duplo

Trata-se de um turismo diferente, você pode ir e voltar no mesmo dia ou dormir por lá. É uma experiência única e “adrenalínica” que você pode experimentar acompanhado por um instrutor. Adultos, adolescentes e crianças de ambos os sexos têm experimentado a sensação única da queda livre. Muitos gostam tanto que voltam para pular novamente ou até resolvem fazer um curso completo de paraquedismo. Há quem volte todo final de semana, um pessoal que tem, na maioria, entre 18 e 40 anos e até gente de mais de 70 anos.

O salto duplo exige apenas uns 15 minutos de instrução. Quem se preocupa com todos os detalhes são os instrutores, todos eles com mais de dez anos de experiência sem um só acidente. O equipamento utilizado é de total segurança. Você só tem que fazer o que o instrutor lhe falar. Não tem mistério.

Como funciona o salto duplo no paraquedismo

Já equipado, você embarca em um pequeno avião. No ar são colocado cinturas especiais cruzadas que o manterá atachado ao instrutor. Ele indicará o momento em que ambos se jogaram juntos no vazio. A experiência entre o momento de subir no avião, saltar e chegar ao solo novamente demora 15 minutos, com 50 segundos de queda livre e 6 minutos com o pára-quedas aberto. A impressão (quem já experimentou garante!) é que demora muito mais!

O instrutor Adriano Rodrigues que já realizou saltos em vários países no mundo, diz que muitos têm medo de saltar. Alguns garantem que nem amarrados o fariam, outros não o fazem por julgarem a aventura perigosa. Na realidade porém, o paraquedismo é muito mais seguro do andar de moto, por exemplo. Os acidentes são raríssimos. Para quem salta pela primeira vez, o momento de alívio é quando o paraquedas se abre… Ufa!!!! O que muita gente não sabe é que existe um segundo pára-quedas para emergências, mas Adriano diz que nunca precisou usá-lo.

Segundo o instrutor Adriano Rodrigues, crianças são mais corajosas do que muitos adultos. “Se têm medo, parecem não demonstrar”. Ele lembra que recentemente, duas gêmeas de 9 anos saltaram e… acharam o máximo. Adoraram! As mulheres também têm se comportado de forma corajosa.

Adriano diz que é difícil alguém se atrapalhar na hora. “Você só tem que fazer o que o instrutor indica”. Alguns dos instrutores têm mais de mil saltos e muitos já venceram campeonatos de paraquedismo.

Apesar de os profissionais serem extremamente cuidadosos com as regras de segurança, é possível que você se espante com seus apelidos bem engraçados, como Insano (Adriano), Doido, Sangue e Mico. Eles garantem que saltar dá uma extrema sensação de liberdade, você não se sente caindo, mas voando porque você com movimentos do corpo até direciona o “vôo”.

Como é o salto

A velocidade da queda é de 250 km por hora. É necessário usar óculos de proteção. Com o pára-quedas aberto, a velocidade de queda é de 40 km por hora. Somente no momento do pouso ela é diminuída por meio de uma espécie de freio, quando o instrutor puxa para baixo as hastes do pára-quedas. Ao contrário dos antigos pára-quedas que você vê em filmes da Segunda Guerra, os atuais são manobráveis: você aterrisa no lugar previsto (não há risco de você ir parar a quilômetros de Boituva!).

As restrições

Infelizmente pessoas com mais de 120 kg não podem participar dos saltos duplos e quem tem mais de 99 kg tem que pagar uma taxa extra.

Você não precisa ser um atleta, mas deve estar em forma física normal.

Há um limite máximo de peso para o passageiro: exatamente 100 kg.

Para crianças e adolescentes de até 18 anos, é obrigatória a autorização dos pais.

Salto Solo

Saímos do terreno do turismo e passamos para o de esportes radicais. Para começar a saltar sozinho você terá que fazer um curso de 10 horas de aula teórica antes do primeiro salto, que é obrigatoriamente duplo, com instrutor.

Estado de São Paulo

O mais “trabalhador” dos estados brasileiros, “locomotiva do Brasil”, que já foi a próspera terra do café para depois se tornar, no século XX, o maior pólo industrial, comercial e de serviços do país, sem perder sua tradição agrícola, é uma das mais atraentes regiões para brasileiros e estrangeiros que buscam lazer, diversão e cultura.
O quadro natural privilegiado do Estado de São Paulo é variado compreende desde as espetaculares paisagens montanhosas e cidades de ar europeu da serra da Mantiqueira até as lindas praias de um litoral onde está boa parte do que resta de nossa Mata Atlântica.

Mapa do Estado de São Paulo

Como ir

A cidade de São Paulo, capital do Estado do mesmo nome, tem ligações rodoviárias e aéreas praticamente com todo o país. O aeroporto de Guarulhos a 25 km da capital é a principal porta de entrada do país.

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Vídeo sobre turismo no Estado de São Paulo

Hospedagem

O centro novo pode ser prático para quem viaja a São Paulo a negócios, mas à noite não é muito agradável. A região da av.  Paulista, entre a av. da Consolação e o Paraíso, é bem servida de metrô e ônibus, tem shoppings, cinemas, teatros, museus. A rua Augusta no trecho próximo à av. Paulista possui alguns bons hotéis. A Augusta mais próxima do centro, porém, não é bem frequentada. Há também opções de hotéis em diversos bairros na zona sul e na zona oeste da cidade.

Onde se hospedar em São Paulo

Escolha e reserve seu hotel em São Paulo

Melhor época

O verão paulista é quente demais na maior parte do estado e também na capital. O inverno é suave.

As opções

O Estado de São Paulo possui diversas estâncias hidrominerais, muitas opções de turismo ecológico em matas, trilhas e montanhas, locais adequados para a prática de esportes radicais, hotéis-fazenda onde se pode desfrutar tranqüilidade e até mesmo uma hidrovia; você sabia que em boa parte navegável do rio Tietê são feitos passeios de barco?

Seja para agitar com os amigos, comer bem, apreciar paisagens, descansar com a família, namorar, fazer compras, curtir um show de jazz, escalar montanhas, surfar, andar a cavalo ou até – quem sabe? – pular de paraquedas, o Estado de São Paulo apresenta opções para todos os gostos, sempre com uma excelente infraestrutura turística.

A capital paulista

A capital paulista, a cidade de São Paulo, é um caso à parte. Uma verdadeira metrópole, cheia de contrastes, como se sabe, mas dotada da características inigualáveis: possui a mais variada rede de restaurantes de alto padrão do Brasil, com culinária de todos os cantos do planeta, excelentes museus, uma agenda cultural de Primeiro Mundo em todos os ramos da arte, da música à dança, das artes plásticas ao cinema, e uma vida noturna insuperável que vai dos “botecos” às danceterias. Sem falar em suas atrações arquitetônicas e históricas, muitas das quais têm sido merecidamente restauradas e revalorizadas.

Localidades turísticas no Estado de São Paulo

Cidade de São Paulo •  Campos de Jordão • AtibaiaSão Luiz do ParaitingaSantos • UbatubaCaverna do DiaboEmbu das Artes • São Luiz do Paraitinga

Litoral

No litoral do Estado de São Paulo estão algumas cidades com lindas praias de todos os tipos, desde algumas bem tranqüilas, até outras com ótimas ondas que fazem a alegria de surfistas. É o caso de Guarujá, Bertioga, São Sebastião, Ilha Bela, Caraguatatuba e Ubatuba, no litoral norte, lotadas nos feriados e no verão. No sul do Estado de São Paulo temos a Praia Grande, Cananéia, Peruibe e Itanhaem.

O Estado de São Paulo possui também diversas estações de água, como Águas de São Pedro, uma cidadezinha pacata, famosa por seus doces.

A Serra da Mantiqueira

Campos de Jordão, na Serra da Mantiqueira, lota no inverno, quando muita gente é atraída pelas baixas temperaturas. Na estrada entre Taubaté e Ubatuba fica São Luiz do Paraitinga, cidadezinha da época do Império, procurada pelos que querem fazer caminhadas e rafting. O Estado de São Paulo tem muitas lugares perfeitos para quem curte turismo radical como paraquedismo e outras modalidades, como é op caso de Americana e Boituva.

Hospedagem

O Estado de São Paulo dispõe de excelente infra estrutura de hospedagem, com hotéis de todos os tipos – tanto para quem vem a negócios, como para que visita suas atrações. Além de hos, você encontra pelo interior do Estado ótimas pousadas, hotéis-fazenda etc. Na cidade de São Paulo há uma ampla gama de opções de hospedagem: hotéis, pousadas, pensões, flats.

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Site de turismo sobre o Estado de São Paulo

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