Atrações em Montmartre
Paris, Montmartre - Foto Melina Castro
Atrações em Montmartre – Foto Melina Castro

Mapa de Montmartre

Atrações em Montmartre: pontos turísticos de maior interesse no bairro

Pigalle

A região embaixo da Butte, próxima do Bd.de Clichy (Places Pigalle e Blanche e rue d’Anvers) é famosa pelos seus cabarés, espetáculos de nus, shows eróticos, sex-shops e pela fama das “profissionais liberais” da vizinhança. (Por falar nisso, quem viu o filme baseado na obra de Henry Miller, Dias Tranquilos em Clichy?). À noite, algumas ruas de Pigalle são meio suspeitas; abra os olhos.

Na Place Blanche

(Praça Branca), cujo nome vem do cal extraído de Montmartre, que passava por ali e a deixava esbranquiçada, fica uma das mais famosas e antigas casas de shows de Paris, o Moulin Rouge. Inaugurado em 1885, foi frequentado por artistas famosos, como Toulouse-Lautrec, pintor e caricaturista que imortalizou em suas obras o cabaré, seus espetáculos, suas coristas mais famosas e seus habitués. O atual Moulin Rouge, entretanto, guarda apenas o nome do famoso cabaré, pois os velhos salões da época de Lautrec não existem mais.

Vídeo sobre Montmartre

Place du Tertre

Essa famosa praça já foi ponto de encontro de grandes pintores impressionistas, mas hoje é ocupada por “turististas”, interessados em retratar turistas. Alguns desses artistas são tão bons que fazem você sair parecido com você mesmo, mas mais jovem e bonito que na realidade! Pelo menos, faz bem para o ego… A praça em si é uma gracinha, cheia de prédios antigos, e tem vista para o Sacré Coeur e a igreja St-Pierre de Montmartre, mas se quiser apreciá-la com alguma tranquilidade chegue cedo e evite os finais de semana. Nela há restaurantes, cafés e bistrôs, frequentados principalmente por turistas, dentre eles o Mère Catherine, fundado em 1793, nos primeiros anos da Revolução. Nas proximidades da Place du Tertre existem várias galerias de arte de qualidade variável.

Sacré Coeur (basílica)

Bem mais nova que a maioria das igrejas parisienses, a Basílica do Sacré Coeur, bem no topo da Butte Montmartre, toda branca e de estilo indefinido, pendendo para algo que poderíamos chamar de neobizantino, começou a ser construída logo depois da guerra franco-prussiana e da Comuna de Paris, um período bastante conturbado da história da França. Ela foi feita para “expiar os pecados” dos communards e é considerada um reduto da ala mais conservadora da Igreja Católica na cidade. Consagrada em 1919, a basílica é imensa e sua cúpula tem 83 metros de altura, mas de longe, quando você vem subindo, parece ainda maior em razão da posição no alto da colina. No seu interior há esculturas em mármore, mosaicos e vitrais que, assim como o exterior da igreja, são de gosto discutível. Então por que todo mundo vai até a Sacré Coeur? É simples: primeiro, porque subindo pelas ruazinhas de Montmartre, você quase inevitavelmente acaba chegando lá. Segundo, porque de lá se tem uma das mais deslumbrantes vistas de Paris. Leve sua máquina fotográfica! Em frente à basílica, uma escadaria desce pelos jardins. Quem não quiser chegar à Sacré Coeur pela escadaria pode tomar o funicular aos pés da colina.

St-Pierre de Montmartre (igreja)

2, rue du Mont-Cenis  75018 M Abbesses. O único vestígio da abadia beneditina de Montmartre é esta igreja ao lado da Sacré Coeur, certamente uma das mais antigas da cidade. Ela foi construída no começo do século XII sobre uma capela, que por sua vez ocupava o lugar de um templo galo-romano erguido em homenagem ao deus Mercúrio. Muitas partes da igreja atual pertenceram à antiga capela ou são anteriores ao século XII, como as colunas de mármore do período galo-romano, que foram mantidas. Como a St-Pierre foi restaurada várias vezes, tem elementos de diferentes épocas; os vitrais, por exemplo, são contemporâneos. Foi nessa igreja que, em 1534, Santo Inácio de Loyola criou a Companhia de Jesus, que viria a ter grande influência na história dos séculos XVI e XVII. Na St-Pierre de Montmartre são realizados concertos de música clássica.

Cemitério de Montmartre

20,  Av. Rachel.  Assim como o Père Lachaise, o cemitério de Montmartre é muito visitado não só em razão das celebridades que ali repousam, mas também pela beleza dos túmulos. Dentre os defuntos famosos ali enterrados, estão o físico Ampère; o compositor Berlioz; o diretor de cinema Henri-George Clouzot (e sua mulher, a atriz brasileira Vera Clouzot); Dalida, a superstar francesa suicida; o editor Goncourt, que dá nome ao célebre prêmio literário; o pintor e escultor Degas; Alexandre Dumas Filho, autor de A Dama das Camélias; Alphonsine Plessis, prostituta e amante de Alexandre, morta de tuberculose, em quem ele se inspirou para criar A Dama das Camélias; Feydeau, autor de comédias teatrais; o escritor Théophile Gautier; Louise Weber, famosa dançarina de can-can conhecida como “La Goulue”, pintada por Toulouse-Lautrec; o grande bailarino Nijinski; Offenbach, compositor do Can Can; Charles Sanson, carrasco que guilhotinou Luís XVI; Henri Sanson, da mesma família de “profissionais”, que guilhotinou muitos outros durante o Terror; Adolphe Sax, inventor do saxofone; Stendhal, autor de O Vermelho e o Negro; o cineasta François Truffaut; e o escritor Émile Zola.

Musée de Montmartre

12, rue Cortot.  A sede deste museu é a Maison de Rosimond, pitoresca casa de campo do século XVII cercada por um jardim onde moraram diversos artistas, desde o ator Rosimond, da trupe de Molière, até outros mais recentes, como os pintores Renoir, Raoul Dufy e Maurice Utrillo e o compositor Eric Satie. Inaugurado em 1960, o museu tem em seu acervo obras de pintores que moraram em Montmartre, objetos, fotos e documentos sobre a história do bairro e até uma reconstituição de um bistrô típico da Belle Époque, o preferido de Utrillo, o Café de L’Abreuvoir. Site: Musée de Montmartre

Halle St-Pierre (Musée d’Art Brut, Art Singulier et Art Populaire Contemporain)

2, rue Ronsard 75018 M Anvers . Abre das 10h às 18h. 7,50 €. No pavilhão metálico do século XIX que abrigou durante muitos anos um museu de arte naïf funciona hoje um espaço dedicado a exposições temporárias de variadas formas e estilos de artes plásticas, que a própria entidade define como “singulares”. A livraria especializada em arte e o café são bons lugares para uma pausa durante seu passeio por Montmartre. Site: Halle St-Pierre

Espace Montmartre-Dali

11, rue Poulbot. Esculturas, pinturas, litogravuras e outras valiosas criações do surrealista Salvador Dali estão expostos nesse espaço. Uma curiosidade coerente com a excentricidade do artista: os trabalhos expostos mergulhados na escuridão são de repente iluminados por um sistema móvel de luzes que vão de uma obra para outra tendo como pano de fundo a voz do próprio artista. Site: Espace Montmartre-Dali

Musée de la Vie Romantique

16, rue Chaptal. O pequeno museu é um bom retrato do Romantismo, movimento cultural, artístico e literário do século XVIII que teve grande influência no Brasil. Sua coleção, que reúne, entre outras peças, objetos pessoais da escritora Georges Sand, tenta reviver a atmosfera da cidade nessa época. O museu funciona em um palacete de 1830, a Maison Rena-Scheffer, onde ficava o ateliê do pintor Ary Scheffer, e onde, além de trabalhar, ele recebia seus amigos romantistas Chopin, Liszt e Delacroix. Um salão de chá completa o charme do lugar. Site: Musée de la Vie Romantique

Place des Abbesses

-O nome Abbesses (“Abadessas”) vem da abadia medieval que ali existia, destruída durante a Revolução. Na praça, perto de casas de espetáculos e clubes de strip-tease, a estação de metrô Abbesses merece ser vista. Em estilo Art Nouveau, feita de vidro e ferro, criação de Hector Guimard, um dos mais famosos arquitetos da Belle Époque, ela é uma das poucas que resistiram aos ventos da modernização.

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