Place de la Concorde
Place de la Concorde, em Paris
Place de la Concorde, Paris

Place de la Concorde: a mais bela praça de Paris?

Para muitos, sim. A Place de La Concorde faz parte da espetacular Voie Triomphale, que vai do Jardin du Carrousel ao Arco do Triunfo. Isso quer dizer que, olhando para o leste, você vê a deslumbrante avenida Champs Élysées, com o Arco ao fundo; a oeste, as Tuileries, o Arco do Carrousel e a pirâmide do Louvre.

Localização da Place de la Concorde

Ao sul, estão o Sena e a Pont de la Concorde, com vista para o prédio neoclássico da Assembleia Nacional. Na parte norte, dois prédios idênticos abrigam respectivamente a sede do Estado Maior da Marinha e o Hotel de Crillon, um dos mais luxuosos do mundo. Foi ali que, em fevereiro de 1778, a França, que ajudou os revolucionários americanos contra a Inglaterra, assinou um tratado de amizade com os Estados Unidos, reconhecendo sua independência.

Fontes e estátuas belíssimas enfeitam a Place de la Concorde

As duas fontes representam a navegação marítima e fluvial, respectivamente. As oito estátuas simbolizam as cidades francesas de Brest, Rouen, Estrasburgo, Lille, Marselha, Lyon, Nantes e Bordeaux e são obras de diferentes escultores. As duas estátuas de cavalos no início da avenue des Champs-Élysées são réplicas dos Chevaux de Marly que estão no Louvre.

O obelisco

É bem no meio da praça que está o seu maior tesouro: um imenso obelisco de granito de 3300 anos! Foi um presentinho de Muhammad Ali (não o lutador de box, e sim o vice-rei do Egito) ao povo francês em 1836 e parecia muito adequado para ser colocado na praça, pois não tinha qualquer conotação política. O monumento, que pesa 230 toneladas e tem 23 metros de altura, pertencia ao templo de Ramsés II em Luxor, no Egito. Imagine a façanha que foi trazer esse obelisco do interior do Egito até Paris na época.

O faraó jamais poderia pensar que sua biografia, talhada em pedra, seria exposta na capital de um país que estava muito longe de existir quando ele morreu. A Place de la Concorde, construída entre 1755 e 1775 e inicialmente denominada Place Luís XV, foi cenário de marcantes acontecimentos históricos. Com a Revolução Francesa, o povo derrubou a estátua equestre do rei que havia no centro da praça, e mudou seu nome para Place de la Révolution.

Era na Place de la Concorde que funcionava a guilhotina durante a Revolução Francesa

Durante o período mais radical da Revolução, entre 1793 e 1795, mais de mil pessoas foram guilhotinadas ali, inclusive o rei Luís XVI, a rainha Maria Antonieta, Danton, Robespierre e Mme. Roland, cujas últimas palavras tornaram-se célebres: “Liberdade, quantos crimes são cometidos em teu nome!” Passada a fase mais sangrenta, os próprios revolucionários deram ao lugar um nome mais pacífico: Praça da Concórdia. Essa praça foi o primeiro logradouro público de Paris a ter iluminação elétrica, em 1843. Ela é maravilhosa de dia, e mais ainda à noite, quando está totalmente iluminada (o que nem sempre acontece). É uma pena, porém, que a circulação de automóveis atrapalhe um pouco quem quer apreciar a beleza da praça, que seria bem melhor sem eles.

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