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Imagens do Glaciar Perito Moreno, na Patagônia Argentina

O glaciar (geleira) Perito Moreno

O Glaciar Perito Moreno, na Patagônia Argentina, junto da cidade de El Calafate, na fronteira com o Chile, é um dos grandes campos de gelo do mundo, uma importante reserva de água doce.

Há um lugar seguro de onde se pode observar o Glaciar, uma plataforma a duzentos metros do imenso paredão de gelo. Constantemente blocos inteiros de gelo se desprendem do Glaciar Perito Moreno caindo no lago. O espetáculo também pode ser obervado de barco, em mais de perto e com mais emoção.

Mapa do Glaciar Perito Moreno

O Glaciar represa as águas do Lago Argentino, que vão se acumulando e forçando o paredão da geleira, até que, periodicamente, ele se rompe. O espetáculo espetacular deixam os sortudos que tiveram a sorte de estar na hora certa no lugar certo.

É igualmente possível fazer trekking sobre o glaciar, em um grupo acompanhado de um guia e com uma bota especial para caminhar no gelo.

Dica importante

Talvez em El Calafate, onde todo mundo se hospeda para visitar a geleira, não esteja muito frio, mas em frente ao Glaciar Perito Moreno, as temperaturas são baixas. Há ainda passeios de barco ao lado do glaciar e caminhadas sobre ele. Sempre é bom trazer roupas quentes, gorro, luvas, sapatos adequados e meias de lã.

Bariloche, arredores
Excursões nos arredores de Bariloche

Passeios e excursões nos arredores

É nos entornos da cidade que se encontra a maior parte das atrações: estações de esqui, cerros (montanhas) acessíveis por estrada ou teleférico, mirantes, vilarejos e lagos. Para visitá-las, é preciso alugar um carro – alternativa que proporciona maior autonomia – ou pegar uma excursão – opção para os menos aventureiros. Vai do gosto de cada um. E, é claro, não esqueça sua máquina fotográfica. Antes de contratar uma excursão compare os preços e as vantagens oferecidas pelas agências, e verifique se as refeições e outros serviços estão incluídos ou devem ser pagos à parte. A maioria dos hotéis ou organizam excursões ou tem parcerias com agências: veja o que a recepção de seu hotel tem a propor.

Mapa de Bariloche e arredores

Circuitos Chico e Grande

Assim que você colocar os pés em Bariloche e pensar em visitar os arredores, ouvirá falar de Circuito Chico e Circuito Grande, dois roteiros de interesse turístico que podem ser feitos por conta própria (o ideal é alugar um carro) ou pegando uma excursão. É indispensável dar uma olhada no mapa para entender. Saiba mais.

Passeios a partir de Bariloche

Cerro Otto

A 6 km do centro. Acesso por teleférico ou de carro pela estradinha de rípia que começa no Km 1 da Av. de los Pioneros. No topo há um restaurante giratório, hiper turístico, claro, mas que proporciona vistas incríveis nos dias claros. Um toque kitsch são as réplicas da Pietà, do Davi e do Moisés de Michelangelo… Em tamanho natural! Na encosta do Cerro Otto funciona Piedras Blancas, um centro de esportes de inverno muito procurado por turistas que buscam a diversão do skibunda, modalidade que não exige prática nem habilidade: sente-se e deslize pela neve morro abaixo!

Cerro Catedral

A 20 km do centro. Há ônibus da linha Cerro Catedral. Acesso por teleférico. Nessa montanha funciona a estação de esqui mais famosa da Argentina. A subida ao topo é feita em duas etapas. Na metade do caminho, onde chega o primeiro teleférico, há uma lanchonete; no alto, existe outra, mesmo porque só com muito chocolate quente para encarar todo esse frio! Mesmo no verão, é preciso se agasalhar bem para subir. A vista, em compensação, é muito bonita. No inverno, só dá para encarar com roupas especiais para neve. Na base do Cerro Catedral formou-se o bairro de Villa Catedral, onde há lojas, hotéis e restaurantes. Nem é preciso dizer que, em julho, tudo fica lotado.

Cerro Campanario

A 17 km do centro. Tome o ônibus da linha 20 no Terminal Rodoviário ou na Rolando, esquina com Moreno, até a base do Cerro. Acesso por teleférico. Imperdível! A vista que se tem de lá é uma das mais espetaculares do planeta. É o que pensa a equipe da National Geographic Society, (e também nosotros do GTB!). Há passeios a cavalo até o alto. Informe-se nas agências de turismo receptivo.

Colonia Suiza

Entre o hotel Llao Llao e o Cerro Catedral. Tome o ônibus 10 no Terminal ou na Rolando esq. c/ Moreno. De interesse relativo, vale pelo passeio. Não é sequer uma cidezinha, nem tem realmente um centro digno desse nome. Trata-se de um vilarejo fundado por imigrantes suíços, formado por casas isoladas, restaurantes para turistas e uma feira de artesanato. Alimentos de produção local como tortas, doces e geléias fazem a alegria dos visitantes. Nos restaurantes, o prato típico é o curanto, uma espécie de cozido de diferentes carnes com batatas e milho, preparado em buracos na terra forrados por pedras em brasa, uma receita dos índios araucanos.

Llao Llao

Nessa península ficam o luxuoso Hotel Llao Llao e a graciosa Capilla San Eduardo. As vistas são de babar! Esse é talvez o mais famoso hotel argentino, erguido num quadro natural privilegiado e freqüentado pelos abonados e famosos do mundo todo.

Puerto Pañuelo  – Península de Llao Llao. Tome o ônibus 20 no Terminal ou na Rolando esq. c/ Moreno. Há ônibus de meia em meia hora aproximadamente. O pequeno porto é ponto de partida para passeios de barco que levam à Isla Victoria e Puerto Blest.

Isla Victoria

Os passeios, de meio dia, saem de Puerto Pañuelo, na Península de Llao Llao, a 20 km do centro de Bariloche. Para chegar a Puerto Anchorena, o porto onde você desembarcará em Isla Victoria, os barcos levam entre 40 minutos e 1h30, dependendo do tipo de embarcação. Esse é um dos passeios mais tradicionais da região, que também pode ser feito a partir de Villa La Angostura. É possível subir de teleférico até o Cerro Bella Vista, de onde se tem uma estupenda vista panorâmica do lago e da ilha. Os mais esportistas poderão subir a pé. Na ilha, sequóias gigantes trazidas da Califórnia misturam-se à flora local. O passeio à Isla Victoria geralmente inclui a visita à Península Quetrihué, onde fica o Parque Nacional de Los Arrayanes, mais perto de Villa La Angostura. Muitas vezes a visita começa pela Península Quetrihué e só depois segue para Isla Victoria.

Puerto Blest e Cascada de los Cántaros | Lago Frías

Passeio de um dia. Os barcos saem de de Puerto Pañuelo. O mais agradável é a navegação pelo Nahuel Huapi e a vista em 360° de suas paisagens de picos nevados refletindo-se no lago. As excursões entram no Brazo Blest e passam ao largo da Isla Centinela, onde fica o túmulo de Perito Moreno. Navegando durante uma hora você chegará a Puerto Cántaros, onde começa a trilha pela Selva Valdiviana, que leva ao Lago Los Cántaros e às quedas d’água de mesmo nome. Um pouco mais adiante fica Puerto Blest, um bom lugar para almoçar. Depois do almoço, você pode prosseguir por terra até o Lago Frias e lá tomar um barco que o levará até a fronteira com o Chile.

Cerro Tronador

Passeio de um dia. A 80 km do centro. A maneira mais agradável de se fazer esse passeio é alugar um carro. Há ônibus que partem do Club Andino Bariloche (* 20 de Febrero, esq. c/ Juramento) às 9h e voltam às 17h. Se for de carro, vá também pela manhã, uma vez que a estrada (na ida) pode ser fechada às 14h. Agências de Bariloche oferecem excursões nas quais parte da viagem é feita de barco, cruzando o Lago Mascardi e parando para almoçar no Hotel Tronador. O Cerro Tronador, na fronteira entre a Argentina e o Chile é um vulcão inativo de 3.478m de altura. A paisagem de florestas e lagos que você verá pelo caminho, na RN 258, é linda. A estrada acompanha o Lago Gutiérrez, com uma vista privilegiada do Cerro Catedral, passa pela margem leste do Lago Mascardi. De lá, toma-se o caminho de rípia de 10 km que leva à ponte sobre o rio Manso, onde bifurcam-se caminhos para o Cerro Tronador e à Cascada de Los Alerces, que você pode e deve incluir na visita.

Cruce de los Lagos

É a excursão mais espetacular e também a mais longa e cara que se faz a partir de Bariloche (US$ 175, somente ida), com alguns trechos de ônibus (entre os lagos Frías, na Argentina, e os de Todos os Santos e Lanquihue, no Chile) e outros de barco, que o levarão até Puerto Montt ou Puerto Varas, no Chile. A vista das montanhas nevadas, do Vulcão Osorno no lado chileno e dos lagos é belíssima. A excursão é cansativa, mas vale a pena e você terá tido o gostinho de por o pé no Chile. Alguns passeios permitem que você fique uns dois dias no Chile e já incluem hotel na cidade de Puerto Montt e/ou em Puerto Varas (esta última é bem mais agradável e fica à beira do belo lago Llanquihué).

Circulando pelos arredores de Bariloche

Para fazer boa parte dos passeios nos arredores de Bariloche você deve alugar carro ou contratar excursões. Porém, alguns lugares são acessíveis de ônibus. Durante o inverno, nevascas podem atrapalhar sua mobilidade.

Linha 20 – Ida Terminal Rodoviário, Av. 12 de Octubre, Diagonal Capraro, Moreno, Parador de Rolando esq.c/ Moreno, San Martín, Av. Bustillo, Melipal, Playa Bonita, Puerto Moreno, Bahía Serena, Teleférico Campanario, Península San Pedro, Hotel Llao-Llao. Volta Hotel Llao-Llao, Península San Pedro, Av. Bustillo Km 18, Teleférico Campanario, Bahía Serena, Puerto Moreno, Melipal, Av. San Martín, Juramento, Morales, Elflein, Elordi, Diagonal Capraro, Av. 12 de Octubre, Terminal Rodoviário.

Linha 10 – Ida Terminal Rodoviário, Av. 12 de Octubre, Diagonal Capraro, Moreno, Parador de Rolando esq. c/ Moreno, San Martín, Av. Bustillo, Melipal, Playa Bonita, Puerto Moreno, Bahía Serena, Teleférico Campanario, Camino Circuito Chico, El Trébol, Punto Panorámico/Las Cartas ou Beveraggi, Colonia Suiza. Volta Colonia Suiza, Beveraggi ou Punto Panorámico, El Trébol, Av. Bustillo Km 18, Campanario, Bahía Serena, Puerto Moreno, Melipal, Av. San Martín, Juramento, Morales, Elflein, Elordi, Diagonal Capraro, Av. 12 de Octubre, Terminal Rodoviário.

Linha Cerro Catedral Diagonal – Capraro esq. c/ Nueva Constitución, Moreno esq. c/ Onelli, Moreno, San Martín e Independencia. Na volta, só embarca passageiros na Base do Cerro Catedral.

Informações práticas

Hotéis na Argentina

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Classificação por ordem alfabética – principais localidades turísticas

Hotel em Buenos Aires • Hotel em Bariloche •  Hotel em Cafayate  
Hotel em Córdoba •  Hotel em El Calafate •  Hotel em El Chaltén •  Hotel em Jujuy
Hotel em Junin de los Andes •  Hotel em Las Leñas •  Hotel em Mendoza

Hotel em Puerto Madryn • Hotel em Humahuaca •  Hotel em San Rafael 
Hotel em Puerto Iguazú • Hotel em Rio Gallegos •   Hotel em Salta 
Hotel em San Martin de los Andes •  Hotel em Tilcara • Hotel em Ushuaia
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Álbum fotográfico com dezenas de fotos da
Argentina separadas em slide-shows
 sobre a as regiões mais interessantes do país.

Estrada próxima a Neuquén
Estrada próxima a Neuquén

Neuquén

O município de Neuquén, na parte leste da província de mesmo nome, faz parte da chamada Estepa de los Dinosaurios, formada por camadas geológicas de 70 a 100 milhões de anos. A área, hoje semi-desértica, foi úmida no passado, com lagoas e rios.
Fundada em 1904, Neuquén é um polo industrial importante e centro de uma região produtora de frutas, mas não é exatamente uma cidade turística. Tem interesse principalmente para quem é ligado em Paleontologia: é a Meca dos dinomaníacos na América do Sul. Além de possuir vários museus sobre o assunto, tem áreas de escavações em suas proximidades, que podem ser visitadas. A cidade pode ser também estratégica para os que viajam por terra pela Argentina.

Mapa de Neuquén

Como ir

Avião

De Buenos Aires (2h) há vôos diretos diários. O Aeroporto Presidente Perón fica a 8km da cidade; a corrida de táxi até o centro custa aproximadamente US$ 10.

Ônibus

Há ônibus diretos de Buenos Aires (13h30); de Mendoza (10h); e de Bariloche (5h).

Carro

De Buenos Aires (1.180 km) utilize a RN 5 até Santa Rosa, depois a RN 35 e em seguida a RN 152 ou (outra opção) pela RN 3 e pela RN 22; de Mendoza (800 km) pegue a RN 40 e a RN 143; de Bariloche (450 km) utilize a RN 40 e a RN 237.

Atrações e pontos turísticos em Neuquén

Mirador Balcón del Valle

No Parque Centenário. Mirante de 265m de onde se pode ter vista panorâmica da cidade e dos rios Limay e Neuquén, que depois irão formar o Rio Negro.

Museo Nacional de Bellas Artes

Mitre esq. c/ Santa Cruz (Parque Central). Instalado em um edifício especialmente construído para sediá-lo, funciona como uma espécie de filial do museu homônimo de Buenos Aires. Suas coleções compreendem telas renascentistas, barrocas, impressionistas e de artistas argentinos.

Museo Gregorio Alvarez

San Martín esq. c/ Brown (Parque Central). Funciona no prédio que era utilizado como oficina pela companhia ferroviária no final do século XIX, exibindo objetos variados, inclusive achados arqueológicos.

Passeios e excursões nos arredores

Centro Paleontologico Lago Barreales

Av. Megaraptor, 1450 (costa norte do Lago Barreales), na RP 51, km 65, a 90 km a noroeste de Neuquén. Uma rara escavação acessível a não cientistas. Os mais interessados podem até participar dos trabalhos de busca, extração e limpeza das peças sob orientação de paleontólogos e dormir por lá. Dê uma olhada no site do projeto. Você pagará para trabalhar… mas é possível que até ache isso divertido e sinta-se um participante de um documentário do National Geographic. Os menos dispostos a iniciar uma carreira como paleontólogos poderão simplesmente visitar o museu local e participar de um “dinotour” pelas escavações (entre 1h e 2h). Projeto Dino

Plaza Huincul

A 100 km de Neuquén pela RN 22. Conurbada com a cidadezinha de Cutral Có, Plaza Huincul, com cerca de 15.000 habitantes, fica junto ao Lago Barreales e possui um pequeno, mas rico museu de paleontologia, o Museo Carmen Funes (na entrada da cidadezinha, na RN 22 com a RP 17 . Abre de segunda a sexta-feira das 9h às 19h30 e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 21h).

Em colaboração com instituições argentinas e de outros países, o museu realiza pesquisas e trabalhos de campo sobre a rica fauna que habitou a região desde o Período Triássico até a extinção dos dinossauros, milhões de anos mais tarde. Podem ser vistas, além de achados originais, réplicas dos esqueletos do saurópode Argentinosaurus Huinculensis, do carnívoro Giganotosaurus carolinii (inclusive uma reconstituição de sua cabeça em tamanho natural), do ictiópode Caypullisaurus bonapartei e até mesmo um ninho com ovos de dinossauros.

Villa El Chocón

A 80 km de Neuquén. Siga para o sul pela RN 22 até Arroyitos e na bifurcação tome a RP 237. Situada na ponta norte do dique do mesmo nome e ao lado da Reserva Natural Valle Cretácico, a cidadezinha foi fundada em função da construção da barragem Ezequiel Ramos Mexía, no rio Limay. Quando a represa foi construída, ocupou o antigo Valle de los Dinosaurios, mas a movimentação de terras e rochas permitiu a descoberta, em suas margens, de pegadas (huellas) de dinossauros, árvores petrificadas e fósseis importantes tais como o Giganotosaurus Carolinii, o Argentinosaurus Huinculensis e outros espécimes. O material encontrado nas escavações pode ser visto no Museo Municipal Paleontologico Ernesto Bachmann.

Bodegas (Vinícolas)

Neuquén é uma região vinícola nova e menos reputada do que Mendoza, mas algumas de suas bodegas merecem destaque. São elas a Bodega del Fin del Mundo, a Familia Schroeder e a NQN. As três ficam em San Patricio del Chañar, a 60 km de Neuquén, e podem ser visitadas. As duas últimas possuem restaurantes.

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A Patagônia em imagens: uma viagem fotográfica pela Patagônia

Tanto a Patagônia chilena como a argentina têm paisagens grandiosas, com lagos, geleiras picos nevados e florestas de clima frio. Qual das duas? Não nos perguntem coisas difíceis: ambas são lindas. Lindas, mas diferentes. As paisagens chilenas e argentinas não são idênticas. Cada uma tem seu encanto. De carro você visita facilmente os dois lados da Patagônia.

Mapa da Patagônia (a partir de Puerto Natales)

Patagônia Chilena

A Patagônia, no Chile abrange um litoral emaranhado de ilhas, golfos e baías. Tem forma alongada, espremida (como o Chile todo, aliás), entre o mar e a montanha. Essa região, de colonização alemã, possui cidadezinhas encantadoras à beira de lagos. Pucón, na região dos lagos,  por exemplo, precisamos recomendar!

Gostou da Patagônia Chilena? Então veja as dicas e informações para organizar sua viagem

Patagônia Argentina

A Patagônia se divide, na Argentina, em Patagônia Atlântica e Patagônia Andina. A Patagônia Atlântica atrai por sua vida marinha selvagem, florestas petrificadas e passeios de barco. A Patagônia Andina, possui paisagens de lagos glaciais e montanhas com picos nevados. Abrange cidades como Bariloche e El Calafate, onde fica o Glaciar Perito Moreno, atração imperdível.

Gostou da Patagônia Argentina? Veja dicas e informações para preparar sua viagem para a Patagônia Andina ou para Puerto Madryn, na Patagônia Atlântica. Para quem gosta de ver fotos para ajudar a definir sua viagem:

Álbuns fotográficos sobre Argentina e Chile

Maquina fotografica

A Argentina em Imagens: Principais destinos na Argentina

O Chile em Imagens: Principais destinos no Chile

Informações práticas

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Patagônia Atlântica: o litoral sul da Argentina

Na Patagônia Atlântica, o principal atrativo é a fauna marinha. Na costa, você pode ver lobos e leões marinhos, pingüins, baleias, orcas, golfinhos, focas e muitos outros animais. Puerto Madryn é um balneário que atrai argentinos durante o verão, quando faz bastante calor, mas a água do mar é fria. Se, como praia, o lugar não agrada ao brasileiro, o mar ali tem outra qualidade: é excepcionalmente bom para mergulho (em castelhano, buceo). Em cidades patagônicas costeiras e próximas à costa, existe uma curiosa influência galesa (do País de Gales) no tipo físico das pessoas, nas construções e nos costumes: lá, a yerba mate é substituída pelo chá da cinco.

Mapa da região de Puerto Madryn, na Patagônia Atlãntica

Na Península Valdés, visitável a partir de Puerto Madryn você assiste um impressionante espetáculo: orcas chegam praticamente na praia para abocanhar filhotes de lobos -marinhos e devorá-los.

Vídeo: cenas impressionantes de orcas caçando, quase na praia, filhotes de focas

Trelew, a 8 km de Rawson, a capital da Província de Chubut, como outras cidades próximas, é fruto da colonização de galeses ocorrida na segunda metade do século XIX. Seu curioso nome significa, em galês, “cidade” (tre, em galês) “de Lew” (Lewis Jones, ganhador de uma concessão para construir uma ferrovia na região).

A importância turística de Trelew se deve à localização que permite tomá-la como base para visitas às principais atrações da Patagônia Atlântica, como a Península Valdés e Punta Tombo, e para atividades de ecoturismo.
A cidade é sede de um renomado museu de paleontologia, que agrada a adultos e crianças com seus fósseis de dinossauros.

Museo Paleontológico Egidio Feruglio

End Av. Fontana, 140 Um dos mais importantes museus de paleontologia do mundo. Se você gosta de assistir ao Nat Geo, sabe que, durante o Período Triássico, há aproximadamente 230 milhões de anos, a Patagônia era ligada à África e possuía características geofísicas muito diferentes das atuais, constituindo um habitat perfeito para os grandes répteis que dominavam a terra. Por isso mesmo, a região tem regalado os paleontólogos com fósseis de dinossauros de todos os tipos, dentre eles o esqueleto praticamente completo de um dinossauro carnívoro do período Jurássico, uma raridade. Quem se interessa pelo assunto não deve perder: tem dinos para todos os gostos. Museo Paleontológico Egidio Feruglio

Museo Pueblo de Luis

Av. Fontana esq. c/ Av. 9 de Julio. O pequeno museu instalado na antiga estação ferroviária reúne fotos, móveis e objetos que contam a história da cidade desde sua fundação por colonos galeses.

Passeios e excursões nos arredores

Punta Tombo

A 110 km ao sul de Trelew. Pode-se alugar carro ou, mais fácil, pegar uma excursão a partir de Porto Madryn (180 km)  ou Trelew (120 km)  Pela RN 3 (uns 70 km), depois pela Provincial 1. Parte da estrada, que está em obras, é de rípia: não abuse. O lugar é uma espécie de maternidade de pingüins de Magalhães, que chegam para botar seus ovos no final de setembro. Em abril, depois que “as crianças” nascem e trocam de plumagem, as aves desaparecem para só voltar na temporada seguinte.

Você pode andar no meio das aves; há mais ou menos 1,5 milhão delas (pode conferir!). Se estiver com seu filho, diga-lhe para não bulir com os pingüins (principalmente com os filhotes) nem se aproximadar demais dos ninhos para não se arriscar a levar umas bicadas. Aliás, esses bichos barulhentos (você ficará meio zonzo com sua gritaria) “discutem” muito entre si, trocando bicadas. Para distinguir os machos das fêmeas (sem bisbilhotar na intimidade dos bichos), saiba que “los varones” são maiores (pesam entre 4 e 5 kg) e têm bicos mais compridos e largos. Os machos, nada machistas, participam da incubação dos ovos e da defesa do ninho. Quando um dos pais sai para buscar alimento, o outro toma conta da casa. Dentro da pingüinera você verá guanacos (da mesma família das lhamas, alpacas, vicunhas e camelos) que perambulam livremente no meio da colônia.

Gaimán

A 20 km de Trelew. O vilarejo, colônia galesa como Trelew, conserva muitas construções de tijolinhos da época de sua fundação e alguns dos costumes do País de Gales, entre eles o chá da tarde acompanhado de bolos e doces que são verdadeiras tentações. As casas de chá já viraram atração turística; a mais famosa delas é a Try Nain, na praça principal. O Museo Regional Galés que funciona na antiga estação ferroviária de Gaimán.

Geoparque Bryn Gwin

A 8 km de Gaiman. Abre das 11h às 17h (durante o verão fecha uma hora mais tarde). Situado no Vale do Rio Chubut que, há 40 milhões de anos era ocupado pelo mar, o parque possibilita ao visitante observar as diferentes camadas geológicas e fósseis de exemplares da flora e fauna patagônicas naquela época.

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Glaciar Perito Moreno, Argentina

Uma visão fascinante

Embora não seja a maior geleira da Argentina, título que cabe ao glaciar (geleira) Upsalla, a geleira Perito Moreno, no Paque Nacional Los Glaciares, perto da cidade de El Calafate, na Patagônia Argentina, é a mais bonita, interessante e, consequentemente, a mais visitada delas. Fotos, filmes ou descrições feitas por amigos não conseguem transmitir a emoção do espetáculo ao vivo e em cores dos imensos blocos soltando-se de um gigantesco rochedo de gelo azulado encravado em montanhas e despencando no lago, onde flutuam como icebergs.

As pessoas ficam horas sem tirar os olhos daquele cenário, nas passarelas e mirantes montados na ribanceira bem em frente ao glaciar; de alguns pontos, a vista é panorâmica, de outros você aprecia a cena mais de perto. Nos pontos mais altos, o paredão alcança 80m de altura.

Todo o conjunto de passarelas é acessível para quem usa cadeira de rodas. Nossos parabéns à administração do Parque Nacional Los Glaciares!

Em razão do aquecimento global, o glaciar está avançando 2m por ano; o gelo formado no alto dos Andes vai deslizando montanha abaixo, formando uma espessa capa sobre o terreno.  É bom conhecer o Perito Moreno antes que acabe!

Um dique natural de gelo

O glaciar Perito Moreno tem 5 km de comprimento e 15km de extensão e bloqueia um braço Lago Argentino – o Brazo Rico – formando um dique natural. Com o aumento da pressão da água, ocorre por vezes o rompimento de pontos dessa barragem, provocando estrondos que podem ser ouvidos a quilômetros de distância. Foi assim às 22h50 do dia 13 de março de 2006, em plena lua cheia. Dez minutos depois, a enorme ponte de gelo despencava sobre o lago. Em março de 2018, novo rompimento aconteceu. Quem sabe, você pode ter a sorte de presenciar esse espetáculo da natureza quando estiver lá.

Passeios no glaciar Perito Moreno

Trekking sobre o Glaciar

Você pode fazer um mini-trekking ou um trekking mais longo no glaciar e vê-lo sob um ângulo bem diferente, tendo a experiência única de caminhar sobre ele. Os passeios são obrigatoriamente feitos com guias e podem ser contratados nas agências de turismo de El Calafate.

Para fazer o trekking, uma van busca você no hotel. Chegando ao Parque Nacional Los Glaciares, você toma um barco no embarcadouro de Bajo de las Sombras para cruzar o Brazo Rico e chegar ao refúgio-base. Do refúgio até o início da geleira, a caminhada toma uns 20 minutos. Ali, os guias colocam grampões especiais para caminhar sobre o gelo nos sapatos dos excursionistas.

Os trekkings não são adequados para crianças , idosos ou pessoas com qualquer dificuldade de locomoção.  Não é preciso ter prática nem conhecimentos especiais, mas os que não são habituados a exercícios físicos sofrerão um pouquinho no mini-trekking. Para fazer o trekking completo, não é preciso ser um atleta, mas boa forma física é indespensável.

Passeios de barco junto ao glaciar

Uma opção confortável de passeio, acessível e adequada a todas as idades, é a navegação no rio que circunda a geleira Perito Moreno.  Dá para ver o glaciar de perto, com aquela altura imensa se estendendo diante de você. Os barcos são fechados e aquecidos,  uma vez que o perto da geleira é, literalmente, gelado. Mesmo assim, para chegar até o barco ou ir à parte de fora do barco durante o passeio, é imprescindível usar roupas quentes, calçados adequados, gorro e luvas, senão você não aguenta o frio.

Existem passeios de barco de diferentes durações, roteiros e preços. Informe-se com detalhes para escolher o que mais lhe agrada: navegação simples e por aí vai.

Outros passeios de barco no Parque Nacional Los Glaciares

Não é só perto da geleira Perito Moreno que há passeios de barco. O parque tem outras paisagens incríveis e outras geleiras, inclusive. O mais interessante, que você não pode perder, é o passeio Rios de Hielo (Rios de Gelo), que leva a outras geleiras, a Upsall e a Spigazzini, ao percorrer um braço e canais do Lago Argentino. No caminho, você vê incríveis blocos de gelo azulado flutuando. 

Dicas super importantes! 

Procure reservar os passeios que quer fazer antes de ir para El Calafate, principalmente se você for para lá na alta estação (dezembro e janeiro). Não corra o risco de perder o melhor da festa.

Por falar em alta estação, lembre que, no inverno, que é a baixa estação, toda a oferta de turismo fica restrita, devido às temperaturas muito baixas, e que os dias são bastante curtos. Contudo, o Parque Nacional está aberto.

Como ir ao Glaciar Perito Moreno

Para visitar o Glaciar Perito Moreno, que fica no Parque Nacional Los Glaciares, você terá primeiro que ir até El Calafate.  Lá, terá que alugar um carro, contratar um passeio ou combinar uma corrida de táxi. Combine a corrida de ida e volta a preço fixo com um taxista, especificando quanto tempo deseja ficar no local. Uma opção menos cômoda mas mais econômica é tomar um ônibus ou van dentre as diversas opções oferecidas em El Calafate. O único inconveniente é que você não terá liberdade de escolha de horários de ida e volta.

 Como ir de avião até El Calafate

O Aeroporto Internacional de El Calafate, a 23 km da cidade, inaugurado no ano 2000, facilitou muito a visita ao Glaciar Perito Moreno.

Há voos de Buenos Aires, diretos (3h10) ou com escala em Río Gallegos (3h40); de Río Gallegos (0h45); de Bariloche (1h45); e de Ushuaia (1h10). É possível sair de São Paulo, ir para Buenos Aires e de lá para El Calafate, tudo no mesmo dia, sem dormir em Buenos Aires, se você planejar bem os horários dos voos. Muito provavelmente, será preciso trocar de aeroporto em Buenos Aires, indo do Aeroporto Internacional de Ezeiza para o Aeroparque, o que é muito simples e seguro tomando o ônibus da empresa Manoel Tienda León, que faz o trajeto entre ambos os aeroportos. O importante é deixar um bom tempo entre o horário previsto de chegada em Buenos Aires e o de partida para El Calafate.

Onde se hospedar

Nas redondezas do Glaciar Perito Moreno, existem poucos e luxuosos hotéis, para quem pode pagar por esse conforto e está disposto a ficar a algumas dezenas de quilômetros da cidade de El Calafate.

O mais cômodo e barato é fazer como a maioria dos mortais: hospedar-se em El Calafate, onde a variedade de oferta de hotéis de todos os preços e padrões é enorme.

Escolha e reserve seu hotel em El Calafate pelo Booking
Uma parceria Booking/Manual do Turista

Quem foi Perito Moreno?

Viajando pela Patagônia Andina, deparamos volta e meia com o nome de Francisco Pascaia Moreno (1852-1919), o “Perito Moreno” que dá nome à famosa geleira. Trata-se de justa homenagem ao pioneiro da exploração da Patagônia, o primeiro homem de origem europeia a chegar ao lago Nahuel Huapi. Ainda jovem, Moreno fez diversas expedições de cunho científico, sobretudo geográfico, trazendo à luz informações sobre um território ainda desconhecido. Obteve ainda dados valiosos sobre os povos nativos. 

Em razão da seriedade de seus estudos e descobertas, tornou-se o mais respeitado conhecedor da região, o que lhe valeu a designação, em 1897, de perito do governo argentino no litígio de demarcação da fronteira entre Argentina e Chile nessa acidentada região repleta de lagos, geleiras e montanhas. O rei britânico Eduardo VII, árbitro do conflito, acolheu seu laudo, vantajoso para a Argentina. Como recompensa pelos serviços prestados, Moreno recebeu do governo terras que doou em parte para a criação do que é hoje o Parque Nacional Nahuel Huapi. Os restos mortais de Moreno estão enterrados na Isla Centinela, no Lago Nahuel Huapi.

Lago Argentino perto de El Calafate

El Calafate é um agradável vilarejo fundado em 1927 às margens do Lago Argentino. Seu nome deriva de uma frutinha escura, abundante na região, com a qual se prepara uma geleia que nenhum visitante deixa de provar.

 

Como ir a El Calafate

 Avião

O Aeroporto Internacional de El Calafate, a 23 km da cidade, inaugurado no ano 2000, facilitou muito a visita ao Glaciar Perito Moreno. Há voos de Buenos Aires, diretos (3h10) ou com escala em Río Gallegos (3h40); de Río Gallegos (0h45); de Bariloche (1h45); e de Ushuaia (1h10). Há mais voos no verão; no inverno as opções são reduzidas pois muitos voos são cancelados devido às condições climáticas.

Carro

De Río Gallegos (300km), pela RP 5, a RN 40 e a RP 11. Esta última passa por El Calafate e vai até o Parque Nacional Los Glaciares. De Buenos Aires (2.790 km), pela RN 3. De Comodoro Rivadavia (980 km) utilize a RN 3, a RP 9 e um pequeno trecho da RP 11.

 Ônibus

Há ônibus de Río Gallegos (4h); de El Chaltén (4h); e de Puerto Natales, no Chile (5h).

Onde hospedar em El Calafate

A avenida El Libertador, que é a pincipal via da cidade, e suas imediações são as opções mais práticas. Ali ficam lojas, restaurantes e as agências de viagem que organizam excursões ao Glaciar Perito Moreno.

Porém, fora da cidade, sobretudo na região mais próxima à geleira Perito Moreno, a 80km dali, existem hotéis de altíssimo padrão e charme para quem prefere ficar mais perto da maior atração da região e pode arcar com o preços salgados.

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A melhor época para ir

A melhor época é o verão, mas é possível visitar o Glaciar Perito Moreno no final da primavera e no começo do outono.  Já o inverno deve ser evitado, se possível.

O que fazer em El Calafate e arredores

Na cidadezinha em si não há muito a ver ou fazer, exceto apreciar os incríveis tons de azul e verde das águas do lago, deliciar-se com as trutas, os cordeiros e os doces regionais ou andar a cavalo. O principal interesse de El Calafate é servir de base para visitas ao imperdível Glaciar Perito Moreno e outras atrações nas redondezas. Também é possível ver pinturas rupestres em grutas próximas ao Lago Argentino. Amantes do trekking poderão fazê-lo nas mais variadas trilhas, inclusive em geleiras, e quem gosta de cavalgar terá oportunidade de realizar ótimos passeios.

O pequenino centro de El Calafate praticamente se resume à Avenida del Libertador e ruazinhas próximas, onde estão as lojas, os restaurantes e os hotéis. Nas recepções dos hotéis, no escritório oficial de turismo da prefeitura ou em qualquer agência da cidade você poderá contratar passeios dos mais tradicionais aos mais “radicais”.

Não confunda Perito Moreno – o glaciar – com o Parque Nacional Perito Moreno, que fica centenas de quilômetros ao norte dali, nem com a cidade que tem o mesmo nome. Nem confunda El Calafate com Cafayate!

Glaciar Perito Moreno

Um inigualável espetáculo da natureza. Fica a 80 km de El Calafate. Saiba tudo sobre o Glaciar Perito Moreno.

Cuevas del Walichu (ou Gualicho)

A 8 km de El Calafate. Há excursões a partir de El Calafate, mas é fácil ir de carro. Agasalhe-se, pois o vento que sopra do lago é gelado.

A região de El Calafate é habitada há milhares de anos. As pinturas das cavernas de Walichu, à beira do Lago Argentino, foram feitas há aproximadamente 4.000 anos por tribos anteriores aos índios tehuelches, últimos habitantes do local antes da chegada dos brancos. Descobertas por Francisco Perito Moreno, as pinturas representam animais e seres humanos, além de mãos humanas.

Acredita-se que eram utilizadas em alguma espécie de rito mágico. A vista do lago e as formações rochosas formam um conjunto de beleza selvagem e desolada. Imagine como teria sido a vida dos nativos que ali habitaram logo após o período glacial…

Cavalgadas

Há várias opções de passeios a cavalo, com diferentes tempos de duração. A cavalgada pela Bahia Redonda, que margeia El Calafate é mais curto; já o passeio até Punta Bonita leva 6h e inclui almoço. Esses passeios, que incluem o guia e o aluguel do cavalo, podem ser contratados nas agências locais.

Navegação pelo Lago Argentino

Diversos passeios de barco podem ser feitos pelo Lago Argentino a partir do Porto Punta Bandera, a 50 km de El Calafate. De duração variada, às vezes de mais de um dia, incluem visitas aos glaciares próximos (Perito Moreno, Upsalla, Spegazzini), à Bahía Onelli, a estancias (fazendas) etc. Alguns deles incluem trajetos em veículos 4X4 e/ou a cavalo.

El Chaltén: paisagens deslumbrantes e muitas trilhas

El Chaltén é uma cidadezinha minúscula e recente (criada em 1985) junto do acesso norte ao Parque Nacional Los Glaciares, em razão do interesse turístico representado pelas belíssimas paisagens de montanha, sobretudo o famoso Fitz Roy (3.450m), que os índios da região chamavam de “chaltén” – “a montanha que fuma”. No auge da temporada, do final de dezembro até o Carnaval, a hospedagem é cara e difícil de se conseguir sem ter feito reserva. Fevereiro é um mês perfeito é alta temporada, mas há menos turistas.

Na via principal, a Av. San Martín, há vários hotéis simples, lojas de equipamentos de marcha, montanhismo e camping, elém de restaurantes e bares frequëntados por um pessoal de perfil aventureiro.

O tempo em El Chaltén muda num piscar de olhos; é preciso estar preparado para súbitas alterações de temperatura, ventos e precipitações durante o dia. Mesmo no verão, a temperatura máxima oscila entre uns 15°C e 20°C e as noites e manhãs são bem frescas.

Mapa de El Chaltén

Como ir para El Chaltén

 Carro

De El Calafate (215 km) pegue a RP 11, a RN 40 e a RP 23. A maior parte do caminho é de cascalho.

 Ônibus

De El Calafate (4h). Existem excursões “bate-e-volta” saindo de El Calafate, mas são cansativas e você não tem tempo de fazer nada em El Chaltén em um único dia. Não aconselhamos.

Avião

O aeroporto mais perto é o de El Calafate.

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Hospedagem

El Chaltén é minúscula, procure ficar no centrinho onde tem tudo.

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Melhor época

De maio a setembro. No inverno tudo fecha.

As trilhas próximas a El Chaltén

Em El Chaltén há uma enorme variedade de trilhas que podem ser feitas por conta própria. Algumas são indicadas para os mais comodistas; outras, apropriadas para os radicais de carteirinha, podem incluir escaladas. O tempo de duração dos passeios e excursões é bem variado e pode ser de algumas horas ou tomar vários dias. Para quem curte trekking ou montanhismo é uma experiência inesquecível e uma oportunidade de curtir paisagens grandiosas, que incluem florestas de clima frio e picos nevados. Muitos passeios e excursões podem ser feitos a cavalo, mas para chegar a alguns mirantes você terá que apear, deixar o brioso pastando e caminhar.

Quem for acampar – Comodistas, sbstenham-se e aluguem um bom chalé!) não deve ser demasiadamente amador e precisa ter espírito escoteiro. As tendas devem ser bem armadas, em lugares protegidos do vento para não acordar com a barraca desabando em cima de você com uma temperatura beirando zero grau lá fora.

Vídeo sobre El Chaltén

Pontos turísticos

Lago Viedma

A 17 km de El Chaltén. Nesse lago é possível fazer uma excursão de aproximadamente  6h, que pode incluir uma caminhada no glaciar Viedma, oportunidade de visitar cavernas de gelo. Inesquecível! É possível assistir, como no glaciar Perito Moreno, aos espetáculo dos blocos de gelo soltando-se das paredes da geleira.

Glaciar Huemul

Só pode ser visitado em excursão organizada, pois atravessa propriedade particular. Enquanto você caminha sobre a geleira, avista o Lago del Desierto e o Fitz Roy.

Lago del Desierto

A 37 km de El Chaltén pela estrada de cascalho que acompanha o Río de las Vueltas, de remise, de ônibus ou de carro <tel/>neste útimo caso, informe-se sobre o estado da estrada antes de se aventurar e lembre-se de que ela pode ser perigosa para motoristas imprudentes). Calcule umas 3h para ida e volta, já que na estrada de cascalho é preciso manter baixa velocidade. Apesar do nome, o lugar não é deserto; pelo contrário, o lago é cercado por uma rica vegetação. Mesmo para quem não quiser percorrer as trilhas que partem do lago, as lindas vistas do caminho já valem o passeio.

Laguna Capri

2 ou 3h de marcha a partir de El Chaltén. Nessa lagoa vivem patos e outras aves aquáticas. As paisagens, nem precisa falar…são esplêndidas. Fica no caminho do Acampamento Poincenot. É possível também dormir no Acampamento Laguna Capri se você tiver consigo equipamentos e alimentos.

Salto del Chorrillo

A 3 km de El Chaltén. Passeio relativamente fácil; pode ser feito a pé em 1h. A cascata cai de uma altura de 15m.

Laguna Torre

Caminhada de 5h a partir de El Chálten acompanhando o vale do rio Fitz Roy. Belo caminho de onde se tem vistas privilegiadas de Cerro Torre e dos glaciares Grande e Torre. Pode-se pernoitar no acampamento livre mas sem serviço nenhum) “Padre De Agostini”. Lembre-se de levar camping-gas, pois é proibido acender fogueiras.

Acampamento Poincenot

A 4h de marcha de El Chaltén. Vista panorâmica do Río de las Vueltas e do Fitz Roy.

Laguna de los Tres

Depois do Acampamento Poincenot. Trilha de 1,2 km com subida acentuada. O passeio demora aproximadamente 6h. Um certo preparo físico é imprescindível. Linda vista do Fitz Roy e do lago.

Glaciar Piedras Blancas

É o passeio mais longo de todos, de várias horas. Você pode dormir no  Acampamento Poincenot e continuar a viagem no dia seguinte. Uma alternativa é ir de carro pela RP 23 até a ponte sobre o Rio Blanco e pegar a trilha ao lado do rio na direção sudoeste. Calcule 1h30 de caminhada até o glaciar.

Dicas de viagem: antes de se aventurar, considere

1) O tempo disponível;
2) O custo financeiro da aventura, que em alguns casos pode ser alto;
3) Sua forma física e sua disposição para eventualmente enfrentar longos trechos de caminhada sob chuva e vento forte e gelado…
4) Se você dispõe das roupas e equipamentos necessários. Leve chapéu e protetor solar e, se for andar nos glaciares, use óculos escuros, pois o reflexo do sol no gelo pode causar danos aos olhos. É recomendável, mesmo no verão, levar roupas quentes e impermeáveis, inclusive botas impermeáveis e forradas, mesmo que você não pretenda participar de grandes aventuras. Se pensa em encarar programas mais longos, acampar etc., compre roupas do tipo “polar” em lojas especializadas. Uma bússola e mapas podem também ser úteis. Um canivete tipo suíço é obrigatório.

Informações práticas

Onde se hospedar em outras cidades na Argentina

Reserva pelo Booking.com

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso; é bem possível que pague menos do que reservando diretamente com o hotel. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos, provavelmente pagando menos e sem ter trabalho algum.

Hotel na Argentina

Classificação por ordem alfabética – principais localidades turísticas

Hotel em Buenos Aires • Hotel em Bariloche •  Hotel em Cafayate  
Hotel em Córdoba •  Hotel em El Calafate •  Hotel em El Chaltén •  Hotel em Jujuy
Hotel em Junin de los Andes •  Hotel em Las Leñas •  Hotel em Mendoza

Hotel em Puerto Madryn • Hotel em Humahuaca •  Hotel em San Rafael 
Hotel em Puerto Iguazú • Hotel em Rio Gallegos •   Hotel em Salta 
Hotel em San Martin de los Andes •  Hotel em Tilcara • Hotel em Ushuaia
Hotel em Villa La Angostura

A Argentina em imagens
Maquina fotografica

Álbum fotográfico com dezenas de fotos da
Argentina separadas em slide-shows
 sobre a as regiões mais interessantes do país.

Sobre Bariloche

Bariloche, o nome da cidade vem da palavra vuriloche, tribo indígena que habitou o local. Já o apelido “Brasiloche” ainda é objeto de estudos pelos filólogos… O fato é que entra ano, sai ano e Bariloche continua sendo o segundo destino mais procurado pelos brasileiros na Argentina. Localizada às margens do Lago Nahuel Huapi, numa região de grande beleza natural, possui atrativos que não encontramos aqui no Brasil, a começar pelos picos nevados que a rodeiam.

Mapa de Bariloche e arredores

Como ir a Bariloche

 Avião

Sem dúvida, a melhor opção. Há vôos diretos de Buenos Aires (ida e volta a partir de aproximadamente 2h15). De São Paulo não há vôos diretos, excesso eventuais charters. Você terá que passar por Buenos Aires e trocar de avião – e de aeroporto. Por isso mesmo você deve ter pelo menos 3h entre o horário de chegada a Buenos Aires e o da partida para Bariloche. O trajeto entre os aeroportos pode ser feito de ônibus ou táxi. Dependendo do vôo, será preciso dormir uma noite em Buenos Aires.

Veja passagens aéreas e pacotes

 Carro

É uma opção demorada e cansativa, que deve ser reservada àqueles que fazem questão de percorrer por terra o interior do país. Convém informar-se com o escritório de turismo ou na recepção de seu hotel sobre o estado das estradas no momento. Há longos trechos sem um só posto de gasolina. Previna-se. Leve água e lanches. De Buenos Aires siga até Neuquén (rota já mencionada em Como ir para Neuquén), depois pegue a RN 237 e a RN 40.

De Bariloche a:
El Bolsón, 125 km | Esquel, 300 km | Osorno (Chile), 250 km | Puerto Montt Chile), 390 km | San Martín de los Andes, 158 km (por Paso del Córdoba); 190 km (pelos Siete Lagos); ou 260 km (por Rinconada) | Villa La Angostura, 83 km

Ônibus

Alternativa econômica para quem tem muita disposição. No Terminal Rodoviário em frente à estação de trem chegam ônibus de Buenos Aires (22h), Mendoza (19h), Neuquén (7h30) e outras cidades argentinas. Há ainda linhas regulares entre Bariloche e Puerto Montt, no Chile (7h30).

Trem

O Tren Patagonico faz o trajeto Viedma-Bariloche duas vezes por semana.Os preços variam em função do conforto do assento escolhido. A viagem, que leva 14h, pode ser cansativa sem uma cabine, um bom livro e, principalmente, uma boa companhia. Infelizmente, os freqüentes atrasos têm gerado reclamações. Dizem que esse trem sai pontualmente, mas só chega a Bariloche quando Deus quiser…

Hospedagem

As proximidades do lago e da calle Mitre, bem como a região perto do escritório de turismo, são regiões perfeitas para se hospedar. Alguns hotéis, aliás, têm uma vista deslumbrante do lago. Se você estiver de carro (o que recomendamos!) pode escolher hotéis próximos à cidade na Avenida Bustillos.

Escolha e reserve seu hotel em Bariloche

Melhor época

Bariloche pode se visitada o ano todo, mas é óbvio que quem quer esquiar e ver neve deve ir no inverno. Pense em levar bagagem adequada.

Vídeo sobre turismo em Bariloche

Atrações turísticas em Bariloche

A paisagem urbana é peculiar: grande parte das construções é de pedras e madeira, com telhados de duas águas, no estilo “andino” criado pelo arquiteto Alejandro Bustillo (1889-1982), que se inspirou nos chalés alpinos. Tudo começou quando, em 1938, ele ganhou o concurso feito para escolher o projeto do centro turístico de Bariloche, que é hoje a sede do Hotel Llao Llao. Bustillo fez escola e até hoje o estilo por ele criado inspira obras não apenas na própria cidade mas em lugares distantes como a cidade paulista de Campos do Jordão.

Bariloche, um dos centros turisticos mais importantes do país, é o tipo de lugar para aproveitar, nos meses menos frios, as paisagens verdes, os lagos de cores surpreendentes e, no inverno, esquiar ou simplesmente curtir a neve.

Em qualquer estação, o lazer inclui apreciar as incríveis paisagens dos arredores, passear de barco pelo lago, ir a bons restaurantes e bares, comprar (ou apenas xeretar) roupas, artesanato e couro e saborear variadas guloseimas, a começar pelos deliciosos chocolates fabricados na cidade. Enfim, Bariloche é um lugar para passar férias de verdade!

No verão, a temperatura pode chegar a mais de 30°C e no dia seguinte despencar para 10°C. Nessa época do ano o sol se põe às 21h, uma delícia. Em qualquer caso (e em todas as épocas do ano), leve roupas quentes, protetor solar e óculos escuros. Paradoxalmente, é aconselhável levar capa de chuva (não custa se prevenir, já que nessa região o tempo sofre “viradas” súbitas.
Quem gosta de esportes radicais pode fazer trekking, rafting e cavalgadas, sem falar nos esportes de inverno.

Durante a alta temporada, Bariloche tem vida noturna animada e é bastante freqüentada por jovens; aliás, no final do ano, é tradição dos recém-formados comemorar em Bariloche a conquista do diploma.

Museu de la Patagonia “Francisco P. Moreno” End. Centro Civico Aborda a fauna local, com enfoque de História Natural, mas tem por tema também a presença humana na Patagônia da Pré-História aos dias atuais. Visitá-lo é uma oportunidade de conhecer algo sobre uma região que não se costuma estudar na escola. Por exemplo, você já ouviu falar nos índios mapuches (também chamados araucanos), que habitaram a região de Bariloche até o final do século XIX, quando foram dizimados pelos brancos?

Chocolaterias – Bariloche é famosa por seus chocolates. Você ficará impressionado não somente pela qualidade, mas também pela variedade dos chocolates oferecidos em mega-lojas de decoração alegre, como a Fenoglio e a Mamuschka (ambas na Mitre esq. c/ Rolando). Haja criatividade! Você encontra chocolates de todas as formas, cores, sabores, embalagens e recheios de amêndoa, cereja, conhaque, uísque… É para nenhum chocólatra botar defeito. E combina com o clima. Principalmente no inverno, você sentirá que uma força maior o conduzirá para dentro de uma dessas lojas. Informe-se no escritório de turismo sobre visitas às fábricas.
Catedral De construção relativamente recente, a catedral de Bariloche, erguida em 1946, conhecida como Nossa Senhora de Nahuel Huapi, é mais uma obra de Alejandro Bustillo, o arquiteto que criou o estilo regional adotado em boa parte das construções. Seus vitrais têm temática religiosa inspirada na Patagônia.

Atrações nos arredores de Bariloche

É nos entornos da cidade que se encontra a maior parte das atrações e estações de esqui, cerros (montanhas) acessíveis por estrada ou teleférico, mirantes, vilarejos e lagos. Saiba mais. Para visitá-las, é preciso alugar um carro – alternativa que proporciona maior autonomia – ou pegar uma excursão – opção para os menos aventureiros. Vai do gosto de cada um. E, é claro, não esqueça sua máquina fotográfica. Antes de contratar uma excursão compare os preços e as vantagens oferecidas pelas agências, e verifique se as refeições e outros serviços estão incluídos ou devem ser pagos à parte. A maioria dos hotéis ou organizam excursões ou tem parcerias com agências veja o que a recepção de seu hotel tem a propor.

Assim que você colocar os pés em Bariloche e pensar em visitar os arredores, ouvirá falar de Circuito Chico e Circuito Grande, dois roteiros de interesse turístico que podem ser feitos por conta própria (o ideal é alugar um carro) ou pegando uma excursão. É indispensável dar uma olhada no mapa para entender. Para mais informações e dicas acsse: “Bariloche e o Distrito dos Lagos“.

Cruzando fronteiras

Avião

Existem ligações aéreas regulares entre Bariloche e Puerto Montt (0h30) pela LAN.

Automóvel

Se for alugar um carro, saiba que é necessário possuir a documentação exigida para cruzar a fronteira. Avise a locadora e eles cuidam deses documentos.

Ônibus

 Há onibus diários da rodoviária de Bariloche para Puerto Montt. A passagem é relativamente barata e a viagem leva em torno de 5h (a não ser que haja trânsito para cruzar a fronteira). As companhias com linhas regulares entre Bariloche e Puerto Montt são Via Bariloche, Chilebus Norte e Andesmar. A passagem pode ser comprada na estação rodoviária, a uns 3 km do centro, ou na Calle Mitre, 32, no centro. Para efetuar a compra é preciso apresentar RG ou passaporte de todos os passageiros. Não esqueça disso se for comprar para um amigo.

Endereços e telefones úteis em Bariloche

Aeroporto de Bariloche 42-8388/8398

Locadoras de veículos

Avis  Av. San Martín, 162, loja 1, Bariloche
Budget – Mitre, 106, loja 4, Bariloche
Dollar – Villegas, 282, loja 2, Bariloche

Informações práticas

Onde se hospedar em outras cidades argentina

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A Argentina em imagens
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Álbum fotográfico com dezenas de fotos da
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Esquel, foto Gobierno del Chubut CCBY
Trelew, foto Gobierno del Chubut CCBY

 

Esquel, uma cidade de origem galesa

Fundada por povoadores vindos do País de Gales, esquel conserva traços da colonização galesa na arquitetura e no tipo físico de parte de sua população.

Esquel está situada junto do rio do mesmo nome e é rodeada por cerros como o La Zeta, o 21, o La Cruz e o Nahuel Pan, numa paisagem selvagem de bosques e rios de águas cristalinas e pequenos lagos.

Mapa de Esquel

Como ir a Esquel

Avião

Há vôos (não diários) de Bariloche (0h40m) e seis voos por semana de Buenos Aires (1h45), nem sempre diretos.

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Carro

De Bariloche e de El Bolsón (Río Negro), utilize a RN 40.

Ônibus

Há diversas ligações diárias entre Esquel e Bariloche (4h30) e El Bolsón (2h30).

Trem

O Viejo Expreso Patagónico (“La Trochita”), um trem turístico, liga Esquel a El Maitén, perto de El Bolsón (6h).

Hospedagem

O centro é uma boa região para se hospedar em Esquel.

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Melhor época

O auge do inverno deve ser evitado exceto por aqueles que vão esquiar.

Atrações turísticas em Esquel

No inverno, a atração principal é a estação de esqui de La Hoya, a 13 km do centro. No verão, o que atrai visitantes é o lindo Parque Nacional de Los Alerces.

O artesanato local compreende tecidos produzidos pelos descendentes dos índios que habitavam a região antes da chegada do homem branco. Como em toda cidade turística andina que se preza, em Esquel não faltam variados restaurantes de cozinha patagônica, internacional, italiana, suíça, confeitarias com doces incrivelmente bons, chocolaterias e discotecas lotadas durante a alta temporada.

Parque Nacional Los Alerces

A melhor maneira de conhecer esse parque é pegar em Esquel a excursão em que alguns trechos são feitos de barco e outros a pé. O passeio se inicia no ancoradouro de Limonao, percorre o lago Futalaufquen e o río Arrayanes até o Lago Verde, onde se inicia a trilha de menos de 1 km até o lago Menendez. Ali você tomará outra embarcação para continuar a jornada. Além das belas paisagens com picos eternamente nevados e a geleira azulada do Cerro Torrecillas, podem ser vistos alerces (árvores coníferas) anteriores à era cristã, algumas com mais de 3.000 anos.

Viejo Expreso Patagónico (La Trochita)

O passeio mais agradável na região é tomar o pitoresco trenzinho a vapor com vagões de madeira que vai de Esquel a El Maitén. A maioria dos viajantes estrangeiros limita-se a ir até a estação de Nahuel Pan (2h), um trecho de especial interesse turístico percorrido a apenas 40 km/h. O comboio atravessa verdadeiros desertos onde não se vê uma só árvore e vilarejos esquecidos no tempo. Entre Leleque e Nahuel Pan você verá guanacos (parentes das lhamas). Os horários de partida do trem variam a cada época do ano e não há trens todos os dias. Se for sua intenção fazer esse passeio, programe-se com antecedência. Viejo Expreso Patagónico

Vídeo sobre o Viejo Expresso Patagónico

La Hoya

A 13 km de Esquel. Embora menos badalada do que outras estações de esportes de inverno argentinas, La Hoya, com seus quase 20 km de pistas habilitadas, tem tarifas interessantes e uma situação geográfica que permite a conservação da neve até meados de outubro.

Trevelin

A 25 km de Esquel pela RN 259. Cidade de origem galesa como Esquel, onde foi construído o primeiro moinho da região. O lugarejo também possui casas de tijolinhos no estilo “inglês”. Lá, o programa é o de sempre: cavalgadas, passeios por lagos, caminhadas… Trevelin

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El Bolsón - vendedora de cervejas artesanais
Vendedora de cervejas artesanais em el Bolsón, Patagônia

 

El Bolsón: simpática, pequena e calma

A pequena e tranquila cidade, situada num quadro natural particularmente agradável, por ter preços mais acessíveis do que Bariloche atraiu inicialmente o público jovem estilo new-hippie, que se dedicou ao artesanato.

Mapa de El Bolsón

Como ir para El Bolsón

 Carro

De Bariloche (125 km) pela RN 40. Nesses trechos a estrada é boa, totalmente asfaltada e oferece aquele tipo de vista de lagos e picos nevados que os brasileiros tanto apreciam. Porém, há poucos lugares onde se pode comer ou abastecer o carro.

Ônibus

Há ônibus diretos de Bariloche (1h30) e de Esquel (2h).

Avião

Só com conexão em Buenos Aires

Como ir

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Hotéis em El Bolsón

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Melhor época

Se você n]ão gosta de esquiar, de neve ou frio evite o inverno.

Pontos turísticos em El Bolsón

Hoje, como centro turístico, é visitada, sobretudo nos meses mais quentes, por aqueles que querem praticar atividades ao ar livre, como trekking, cavalgadas, mountain bike e rafting. Os gulosos não têm do que reclamar: os doces e sorvetes à base de cerejas, morangos e framboesas e os chocolates caseiros de El Bolsón são famosos. A cidade produz também algumas das melhores cervejas artesanais da Argentina, raramente encontradas em outras regiões do país ou mesmo em Buenos Aires. Por isso mesmo, se você é “cervejólogo” declarado, não deve perder a oportunidade de experimentá-las, lembrando, é claro, de que, se estiver guiando, é melhor comprar umas garrafas e prová-las quando voltar ao hotel.

Feria Regional

Desde 1979, funciona às terças, quintas e sábados uma feirinha ao lado da Plaza Pagano. Particularmente animada no auge da alta estação, expõe artesanato em prata, couro, cerâmica e madeira, produtos hortifrutigranjeiros, mel e cervejas artesanais. Na praça, com sorte, você terá a oportunidade de assistir a grupos musicais amadores tocando jazz, música clássica ou popular. Espalhados pelo gramado, acompanhando o som, costuma haver jovens passando de mão em mão garrafas de cerveja artesanal (e às vezes algum cigarrinho também artesanal…).

Lago Puelo

A 20 km de El Bolsón. Junto ao lago, fica a aldeia do mesmo nome, com cerca de 8.000 habitantes. Pelo fato de estar a somente 140m de altitude e protegido por montanhas e colinas, o lugar tem um microclima ameno. Isso faz com que as águas do Puelo sejam menos frias que as de outros lagos situados na mesma latitude. Durante o verão, nadam nesse lago turistas europeus, bem como argentinos e chilenos <tel/>a fronteira fica a apenas 7 km dali). Mas quem está acostumado com a temperatura da água nas praias do nordeste brasileiro talvez não ache tanta graça na experiência.

Cerro Piltriquitrón

Com altitude de 2.260m, esta montanha domina o vale onde está situada El Bolsón. É preciso uma certa disposição, mas é possível escalá-la utilizando como base o refúgio que fica a 1.400m. Quem deseja ter uma bela vista do alto pode ir de carro ou mesmo de táxi ao mirante que fica no caminho, a apenas 13 km do centro.

Mirador del Azul e Cabeza del Indio

A 8 km do centro na estrada que leva ao Camping Los Alerces. Saia de El Bolsón pela Calle Azcuénaga em direção à Cabeza del Indio. Do Mirador del Azul, você vê o vale do Rio Azul, com o Lago Puelo e o Cerro Tres Picos como pano de fundo. A paisagem é considerada uma das mais belas da região dos lagos. Um pouco adiante está a Cabeza del Indio, uma pedra cujo formato lembra um perfil humano (de boca aberta…).

Cascada Escondida

A 10 km do centro. A mais bonita das várias cachoeiras dos arredores de El Bolsón. No caminho há um jardim botânico.

Gosta de cervejas diferentes?

El Bolsón produz cervejas artesanais deliciosas e diferentes daquels que você já experimentou. Não perca a oportunidade de prová-las.

Dica

Na Av. San Martín, que atravessa a cidade, há um posto YPF onde sócios do Automóvel Clube Argentino abastecem seus carros com desconto, provocando filas. Além do atendimento ser demorado, o uso dos toaletes é reservado aos associados. Prefira o posto da Petrobrás, que tem tudo, inclusive banheiros limpos e um mercadinho.

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Junin de los Andes
Junin de los Andes, Patagônia Andina

 

Junin de los Andes

Mapa de Junín de los Andes

Como ir a Junín de los Andes

Avião

O aeroporto Chapelco, o mesmo que serve San Martín de los Andes, fica a 20 km. Há vôos diretos de Buenos Aires (2h).

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Carro

De Villa La Angostura (123 km) e de San Martín de los Andes (42 km), pegue a RN 234. De Bariloche são 185 km por Paso del Córdoba e 224 km pela RN 40 e pela 234 (Ruta de los Siete Lagos).

Ônibus

Há ônibus diretos entre Junín de los Andes e San Martín de los Andes (0h35). Há ainda ônibus das localidades chilenas de Pucón, Villarica, Temuco e Valdivia.

Onde se hospedar

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Melhor época

Primavera, verão e outono. No inverno as temperaturas podem estar abaixo de zero.

Sobre Junin de los Andes

Embora seja a cidadezinha mais antiga da Província de Neuquén, fundada em 1883, Junín de los Andes é pequena e tranqüila, sem atrativos turísticos exceto o contato com a natureza, a pesca esportiva da truta e do salmão, o rafting, e o trekking e, acima de tudo, a visita ao lago Huechuláfquen, de onde se vê o majestoso vulcão Lanín.

A pacata Junín fica às margens do Rio Chimehuín, onde a população local se encontra para mergulhar nos dias mais quentes do verão, improvisando uma prainha. Mais modesta e rústica que as demais cidades da região, tem como grande trunfo servir também de ponto de partida para os passeios que se faz a partir de San Martín de los Andes (veja o capítulo correspondente) ao mesmo tempo em que oferece hospedagem mais barata.

O centro da pequena cidade é a região da Plaza San Martín, onde ficam lojas e restaurantes.

Atrações

Museo Municipal Mapuche

Ginés Ponte. Peças arqueológicas, objetos e instrumentos musicais da cultura mapuche.

Vídeo sobre o Parque Nacional Lanín

Parque Nacional Lanín

A 25 km da cidade. O mais fácil é alugar um carro. Esse é o mais belo passeio para você fazer nos arredores de Junín. Lanín significa “rocha morta” em língua mapuche. O parque, junto à fronteira com o Chile, criado em 1937, abrange uma área de quase 380 hectares de florestas, mais de vinte lagos, rios e picos nevados. O destaque é o vulcão Lanin, uma imagem grandiosa, com  seus 3.776m de altitude, 1.500m a mais do que os picos vizinhos. Seu topo permanece coberto de neve durante todo o ano.

Vulcão Lanín

O destaque é o vulcão Lanin, uma imagem grandiosa, com  seus 3.776m de altitude, 1.500m a mais do que os picos vizinhos. Seu topo permanece coberto de neve durante todo o ano. No lago Huechuláfquen podem ser feitos passeios de barco, ótima pedida nos dias de sol. Certas árvores do parque, como o pehuén, espécie de araucária, chegam a alcançar 45m de altura. Sua semente, o pinhão, faz parte até hoje da alimentação dos mapuches.

Comunidades Mapuches

Dentre as dezenas de comunidades mapuches existentes nas redondezas de Junín, Atreico (a  23 km de Junín), Chuiquilihuín (a 40 km) e Painefilú (22 km) são algumas das que podem ser visitadas. Nas duas primeiras, há mercados de artigos de lã e madeira. Em Painefilú, o “turismo étnico” se junta às práticas esportivas como trekking, pesca e cavalgadas.

Mirador Cerro de la Cruz

Para ter uma vista panorâmica de Junín, suba até o Cerro de la Cruz. Pegue a Lamadrid, rua lateral à praça principal, atravesse a estrada e continue pela Antártida Argentina.

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Sobre San Martin de los Andes

A cidade em si é uma graça: muito florida, cheia de roseiras bem cuidadas e casinhas de madeira. Os pontos turísticos são similares àquelas das demais cidades da região: paisagens, trekking, cavalos, artesanato, chocolates e boa mesa.

San Martín de los Andes foi fundada no final do século XIX junto ao Lago Nácar, bem aos pés dos Andes, na bela região dos Sete Lagos. Mais informal que Bariloche, e mais chiquita do que sua famosa vizinha, é tradicionalmente preferida pela moçada. Já há algum tempo San Martín de los Andes vem atraindo também outro tipo de visitante: o portenho que não quer mais saber do agito do Bariloche.

Mapa de San Martin de los Andes

Como ir a San Martin de los Andes

Avião

O Aeroporto Aviador Carlos Campos (Chapelco), que recebe vôos diretos de Buenos Aires (2h), fica a 22 km do centro.

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Onibus

Há ônibus diretos de Buenos Aires (21h). A maioria deles parte no final de tarde ou começo da noite e chega a San Martín de Los Andes entre 11h e 16h. Diversos ônibus diários de Bariloche (2h).

Carro

De Bariloche, há dois caminhos. O mais longo, porém mais rápido de ser percorrido, é pela RN 40 e em seguida pela RN 237 rumo ao norte. Depois de Collón Cura, siga pela RN 234 até San Martín, passando por Junín de los Andes. O outro trajeto, mais demorado e com trechos de cascalho (rípia) é via Villa La Angostura, tomando-se a RN 231 até lá e, em seguida, a RN 234. Essa é a famosa Ruta de los Siete Lagos. De Neuquén, utilize um pequeno trecho da RN 22, depois tome a RN 237, a  RN 40 e a RN 234, passando por Junín de los Andes.

De San Martín de los Andes a:

Junín de los Andes, 60 km | Pucón (Chile), 242 km | Villarrica (Chile), 217 km | Villa La Angostura, 85 km

Hotéis en San Martin de los Andes

Procure localidade central, se possível perto do lago.

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Atrações em San Martin de los Andes

Vídeo sobre San Martin de los Andes

No Lago Lácar, durante o verão, pode-se fazer esportes náuticos. Já no inverno, o Cerro Chapelco, nas proximidades, é muto procurado por sua estação de esqui.

No outono, a vista dos lagos rodeados de árvores de diversos tons de vermelho, cor de laranja e marrom é um espetáculo.

Por ficar às margens do lago Lácar, San Martín oferece como um de seus maiores atrativos os passeios de barco até Quila Quina e Hua-Hum. Além da passagem de barco você precisará pagar a entrada para o Parque Nacional Lanín, vendida no ancoradouro.

A cidade é um bom ponto de partida para excursões em outros lagos, como o Lolog,  o Curruhué Grande, o Curruhué Chico, o  Paimún, o Huechulafquen e o Epulafquen, perto de onde brotam águas termais.

Parque Nacional Lanín

Toda essa área integra o Parque Nacional Lanín, que tem sede em San Martín e possui na sua rica fauna animais como o condor, o puma, o guanaco, o zorro, o huemul (um cervídeo) e o huillín (um pequenino parente das lontras). Estas duas últimas espécies se encontram em extinção.
Comunidades de índios mapuches habitam o parque em assentamentos reconhecidos pelo governo muitos anos depois de sua expulsão e quase dizimação.

Cerro Chapelco

A 20 km de San Martín fica Chapelco, montanha de aproximadamente 2.000m de altitude que possui 29 pistas de esqui de todos os níveis de dificuldade. Um canil de huskies siberianos pode ser visitado; durante o inverno, uma das atrações é passear pela neve em um trenó puxado por esses lindos cães.

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Percorrer a Ruta de los Sietes Lagos

Este circuito de aproximadamente 400km, que inclui a imperdível Ruta de los Siete Lagos, pode ser feito de carro em no mínimo três dias, ficando o máximo ao gosto do freguês. A época ideal é de novembro a março; no inverno, alguns trechos podem ser fechados em razão das fortes nevascas. Dá para fazer quase todo o percurso pelo asfalto.

Mapa de Bariloche e arredores

Deixe Bariloche pela manhã

Saia cedo de Bariloche pela RN 40, a estrada principal, muito boa e toda asfaltada, seguindo para o norte na direção de Neuquén.  Continue pela RN 40, passando por Confluencia e por Collón Curá. (Não entre na estrada para San Martín indicada na altura de Colón Curá, que é a RP 49, de cascalho). Entre na RN 234 na altura de Rinconada, em direção a Junín de los Andes e San Martín de los Andes.

Vídeo sobre a Ruta de los Siete Lagos

Você pode dormir em Junín

Se pretender visitar atrações nos arredores no dia seguinte, ou seguir diretamente para San Martín, uns 60 km adiante. Durma ao menos uma noite em San Martín, às margens do lago Lácar. No dia em que partir, saia cedo e tome a RN 234 (Ruta de los Siete Lagos) na direção sul, rumo a Villa La Angostura. Uns 30 km depois, você pode, se quiser, desviar por estrada de cascalho uns 15 km até o Lago Meliquina, cujas margens começam a ser “urbanizadas”. Ali já existe um restaurante. De volta para a RN 234, você passará pelos lagos Machonico (praticamente à beira da estrada) e Hermoso, a 3 km à sua direita (oeste).

O caminho de volta para Bariloche

Os próximos lagos serão o Falkner à esquerda (leste) e o Villarino à direita (oeste). Você já terá percorrido aproximadamente 60 km, metade do caminho até Villa La Angostura, e estará prestes a entrar no trecho de cascalho (com expectativa de asfaltamento em breve). 20 km ao sul estará a entrada para Villa Traful, às margens do lago Traful; antes de decidir ir até lá, lembre-se de que serão 15 km na terra de ida e igual distância na volta. Ali há onde comer e se hospedar (se você não for exigente), bem como posto de gasolina. De volta à RN 234, ainda haverá três lagos – o Espejo, o Espejo Chico e o Correntoso – antes de chegar a Villa La Angostura, às margens do lago Nahuel Huapi – Durma lá no mínimo uma noite.
(Quantos lagos você contou até agora? Mais de sete, não foi?)

Precauções

Em todos os trechos de estrada desse roteiro, há raros lugares onde comer ou usar toaletes. Verifique pneus, água e óleo e encha o tanque do carro antes de pegar estrada. Tenha à mão água mineral, sanduíches, biscoitos e lenços de papel. O trecho em cascalho leva mais de uma hora para ser completado (fora eventuais desvios até Meliquina e Villa Traful que você decida fazer). Seja especialmente cuidadoso, pois a infra-estrutura de apoio é mínima. A beleza das paisagens faz com que se queira parar muitas vezes para curtir as vistas e tirar fotos. Veja bem onde você estaciona e não fique sobre a pista, para evitar batidas ou, pior, atropelamentos!

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Como ir

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Informação sobre os guias da série GTB (Guia do Turista Brasileiro)

Melhor época

A única época a ser realmente evitada é o inverno. Veja a melhor época para ir à Argentina.

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Villa la Angostura
Villa la Angostura, Patagônia Andina

 

Sobre Villa la Angostura

Villa La Angostura é uma cidade pequenina às margens do Lago Nahuel Huapi, situada na parte mais estreita (em castelhano, angosta) da Península Quetrihué.
Assim como Bariloche, é um lugar para curtir até a exaustão paisagens de lago, montanhas e neve e se empanturrar de fondues e chocolates. Por ser menor e menos movimentada, é preferida por parte da elite portenha, que considerada Bariloche muito invadida pelo turismo. Para usar uma palavra que os argentinos adoram, podemos dizer que Villa La Angostura é muito mais exclusiva que Bariloche.

A região comercial da cidade corresponde ao bairro de El Cruce, onde há lojas e restaurantes. A Av. Los Arrayanes, principal via da cidade, onde fica o Terminal Rodoviário, é na realidade um trecho da RN 231. O Barrio Norte é predominantemente residencial.

Mapa de Villa l’Angostura

Como ir à Villa la Angostura

Avião

O aeroporto mais próximo é o de Bariloche. Diversos hotéis, sobretudo aqueles localizados fora do centro, providenciam traslado do aeroporto para seus hóspedes. Informe-se ao fazer a reserva.

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Ônibus

De Bariloche partem ônibus regularmente (1h).

Carro

De Neuquén (500 km), pegue a RN 234 em direção sudoeste e, já bem próximo ao Lago Nahuel Huapi, a RN 231. De Bariloche (83 km), tome a RN 40, RN 231. De San Martín de los Andes, siga pela RN 234 (Ruta de los Siete Lagos) rumo ao sul e em seguida a RN 231.

Hoteis em Villa La Angostura

A cidade é pequena. Toda a avenida central e arredores é bem prática para se hospedar

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Pontos turísticos

Parque Nacional Los Arrayanes

Há excursões de barco a partir do porto de Villa La Angostura, um passeio que toma aproximadamente 2h30. Pode-se ir a pé ou de bicicleta e voltar de barco ou vice-versa, comprando passagem simples. Um bom exercício para aqueles que exageraram no consumo de barras de chocolate (aquelas com amêndoas e nozes… ). O parque, com entrada pelo lado setentrional da Península de Quetrihué, no lago Nahuel Huapi, foi criado em 1971 para proteger uma das mais importantes florestas de um espécime vegetal raro: o arrayán.

Apesar de parecerem árvores, os arrayanes são um tipo de arbusto que, nessa região, tem um crescimento anormal. Facilmente reconhecível, é característico da Patagônia Andina. Tem cor de canela e manchas brancas e costuma crescer perto de rios e lagos. Ao contrário do que acontece com muitos tipos de arbustos e de árvores, suas pequenas folhas verdes e brilhantes não caem no final do outono. A florada ocorre no verão, quando o bosque se tinge de flores brancas. Uma curiosidade:  toque os arrayanes e sentirá que eles são frios. Isso acontece porque não têm casca, que funciona como uma espécie de isolante térmico do vegetal; o que se toca é o caule.

Dentro do parque há diversos mirantes com lindas vistas dos lagos e dos Andes. É prudente levar um lanchinho, pois no parque existe apenas uma pequena e precária casa de chá que lota de turistas ao final de cada excursão, fazendo com que se formem filas no caixa e que um assento em uma das mesinhas se transforme em objeto de desejo dos mais cobiçados.

Isla Victoria

Do porto de Villa La Angostura, a 3 km do centro, saem os barcos para a Isla Vitoria, que também pode ser visitada a partir de Bariloche (Veja informações na página sobre Bariloche.)

Cerro Bayo

A 7 km de Villa La Angostura pela RN 231. A temporada de esqui em Cerro Bayo vai de junho a outubro. Dentre as 20 pistas, há opções para todos os níveis, do iniciante ao expert. Quem não for esquiar pode partipar de descidas em trenó e outras atividades.  Cerro Bayo

Curiosidade histórica

Perón frequentou Villa La Angostura em seus dias de glória. Depois do golpe militar, sua viúva Isabelita ficou em prisão domiciliar nessa cidade (em condições de hospedagem que os presos políticos levados para a tristemente famosa Escola de Mecânica da Marinha em Buenos Aires teriam invejado!). Site oficial de Villa La Angostura.

hotel em Buenos Aires

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Sobre o Circuito Chico e Circuito Grande, o que são?

Os Circuitos Chico (“pequeno”) e Grande são roteiros turísticos a serem feitos a partir de Bariloche. Em cada um deles há muitas atrações, a começar pelas próprias paisagens no caminho.

Mapa de Bariloche e arredores

Circuito Chico

É o roteiro básico. O Circuito Chico, de 60 km, pode ser feito em uma tarde, mas na correria. As excursões organizadas geralmente o fazem em 4h. O ideal seria ter o dia todo e almoçar no caminho. Ele vai de Bariloche ao Hotel Llao Llao, dando a volta na península e retornando pela mesma estrada. Boa parte do caminho acompanha o lago Nahuel Huapi, passa pelo Cerro Otto e pelo Cerro Campanario (cujos topos são acessíveis por meio de teleféricos) e pela Colonia Suiza. No Cerro Otto há, no alto, um restaurante giratório, mas a vista do Cerro Campanário é ainda mais linda. A Colonia Suiza, por sua vez, é um bom lugar para dar uma parada para o almoço. Há ônibus urbanos até o Cerro Campanário, o Hotel Llao Llao e a Colonia Suiza.

Circuito Grande

Já o Circuito Grande, de mais ou menos 280 km, vai de Bariloche a Villa La Angostura, passando pelo lago Traful. De Bariloche, siga pela RN 40 em direção norte. Esse trecho, de rara beleza, é conhecido como Valle Encantado. Entre à esquerda na RP 63, passe por Villa Traful (um bom lugar para fazer um pit-stop e beber algo). Continuando o Circuito Grande pela mesma estrada, você desembocará na RN 234 (Ruta de los Siete Lagos); entre à esquerda e prossiga até a RN 231. Entre novamente à esquerda para chegar a Villa La Angostura, lugar de parada obrigatória.  Em seguida, se você continuar pela RN 231, que acompanha o lago Nahuel Huapi, reencontrará a RN 40 onde, virando à esquerda, retornará a Bariloche.

Esse percurso pode ser feito em um dia, se você partir cedo e retornar à noitinha a Bariloche, mas dormir em Villa La Angostura e voltar no dia seguinte (ou alguns dias depois…) é bem melhor. A opção ao carro é uma excursão, o que pode ser interessante, desde que o guia não tenha Síndrome de Personal Trainer e queira que você visite tudo correndo. A vontade que dá é de poder admirar as paisagens sem ninguém lhe apressando: entrar numa chocolateria no caminho e saborear uma xícara de um inesquecível chocolate quente sem ficar olhando se os quinze minutos que lhe foram concedidos (“Mira vós, solo 15 minutos, me compreendes?”) para aquele momento de tranqüilidade já se passaram.

Como ir

Normalmente as pessoas percorrem esses circuitos partindo de Bariloche e passando por Villa La Angostura.

Veja preços de passagens e pacotes

Hotéis na região de Bariloche e lagos

No Distrito dos Lagos há maior oferta de hotéis em Bariloche. Mas, Villa La Angostura, San Martin de los Andes e Junín de los Andes ou em áreas rurais próximas também possuem boas opções.

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Pontos turísticos

Cerro Otto

A 6 km do centro. Acesso por teleférico ou de carro pela estradinha de rípia que começa no Km 1 da Av. de los Pioneros. No topo há um restaurante giratório, hiper turístico, claro, mas que proporciona vistas incríveis nos dias claros. Um toque kitsch são as réplicas da Pietà, do Davi e do Moisés de Michelangelo… Em tamanho natural! Na encosta do Cerro Otto funciona Piedras Blancas, um centro de esportes de inverno muito procurado por turistas que buscam a diversão do skibunda,  modalidade que não exige prática nem habilidade: sente-se e deslize pela neve morro abaixo!

Cerro Catedral

A 20 km do centro. Há ônibus da linha Cerro Catedral.  Acesso por teleférico. Nessa montanha funciona a estação de esqui mais famosa da Argentina. A subida ao topo é feita em duas etapas. Na metade do caminho, onde chega o primeiro teleférico, há uma lanchonete; no alto, existe outra, mesmo porque só com muito chocolate quente para encarar todo esse frio! Mesmo no verão, é preciso se agasalhar bem para subir. A vista, em compensação, é muito bonita. No inverno, só dá para encarar com roupas especiais para neve. Na base do Cerro Catedral formou-se o bairro de Villa Catedral, onde há lojas, hotéis e restaurantes. Nem é preciso dizer que, em julho, tudo fica lotado.

Cerro Campanario

A 17 km do centro. Tome o ônibus da linha 20 no Terminal Rodoviário ou na  Rolando, esquina com Moreno, até a base do Cerro. Acesso por teleférico. Imperdível! A vista que se tem de lá é uma das mais espetaculares do planeta. É o que pensa a equipe da National Geographic Society, (e também nosostros do GTB!). Há passeios a cavalo até o alto. Informe-se nas agências de turismo receptivo.

Colonia Suiza

Entre o hotel Llao Llao e o Cerro Catedral. Tome o ônibus 10 no Terminal ou na Rolando esq. c/ Moreno. De interesse relativo, vale pelo passeio. Não é sequer uma cidezinha, nem tem realmente um centro digno desse nome. Trata-se de um vilarejo fundado por imigrantes suíços, formado por casas isoladas, restaurantes para turistas e uma feira de artesanato. Alimentos de produção local como tortas, doces e geléias fazem a alegria dos visitantes. Nos restaurantes, o prato típico é o curanto, uma espécie de cozido de diferentes carnes com batatas e milho, preparado em buracos na terra forrados por pedras em brasa, uma receita típica dos índios araucanos.

Llao Llao

– Nessa península ficam o luxuoso Hotel Llao Llao e a graciosa Capilla San Eduardo. As vistas são de babar! Esse é talvez o mais famoso hotel argentino, erguido num quadro natural privilegiado e frequentado pelos abonados e famosos do mundo todo.

Puerto Pañuelo

Península de Llao Llao. Tome o ônibus 20 no Terminal ou na Rolando esq. c/ Moreno. Há ônibus de meia em meia hora aproximadamente. O pequeno porto é ponto de partida para passeios de barco que levam à Isla Victoria e Puerto Blest.

Isla Victoria

Os passeios, de meio dia, saem de Puerto Pañuelo, na Península de Llao Llao, a 20 km do centro de Bariloche. Para chegar a Puerto Anchorena, o porto onde você desembarcará em Isla Victoria, os barcos levam entre 40 minutos e 1h30, dependendo do tipo de embarcação. Esse é um dos passeios mais tradicionais da região, que também pode ser feito a partir de Villa La Angostura. É possível subir de teleférico até o Cerro Bella Vista, de onde se tem uma estupenda vista panorâmica do lago e da ilha. Os mais esportistas poderão subir a pé. Na ilha, sequóias gigantes trazidas da Califórnia misturam-se à flora local. O passeio à Isla Victoria geralmente inclui a visita à Península Quetrihué, onde fica o Parque Nacional de Los Arrayanes, mais perto de Villa La Angostura. Muitas vezes a visita começa pela Península Quetrihué e só depois segue para Isla Victoria.

Puerto Blest e Cascada de los Cántaros | Lago Frías

Passeio de um dia. Os barcos saem de de Puerto Pañuelo. O mais agradável é a navegação pelo Nahuel Huapi e a vista em 360° de suas paisagens de picos nevados refletindo-se no lago. As excursões entram no Brazo Blest e passam ao largo da Isla Centinela, onde fica o túmulo de Perito Moreno. Navegando durante uma hora você chegará a Puerto Cántaros, onde começa a trilha pela Selva Valdiviana, que leva ao Lago Los Cántaros e às quedas d’água de mesmo nome. Um pouco mais adiante fica Puerto Blest, um bom lugar para almoçar. Depois do almoço,  você pode prosseguir por terra até o Lago Frias e lá tomar um barco que o levará até a fronteira com o Chile.

Cerro Tronador

Passeio de um dia. A 80 km do centro. A maneira mais agradável de se fazer esse passeio é alugar um carro. Há ônibus que partem do Club Andino Bariloche (* 20 de Febrero, esq. c/ Juramento) às 9h e voltam às 17h. Se for de carro, vá também pela manhã, uma vez que a estrada (na ida) pode ser fechada às 14h. Agências de Bariloche oferecem excursões nas quais parte da viagem é feita de barco, cruzando o Lago Mascardi e parando para almoçar no Hotel Tronador. O Cerro Tronador, na fronteira entre a Argentina e o Chile é um vulcão inativo de 3.478m de altura. A paisagem de florestas e lagos que você verá pelo caminho, na RN 258, é linda. A estrada acompanha o Lago Gutiérrez, com uma vista privilegiada do Cerro Catedral, passa pela margem leste do Lago Mascardi. De lá, toma-se o caminho de rípia de 10 km que leva à ponte sobre o rio Manso, onde bifurcam-se caminhos para o Cerro Tronador e à Cascada de Los Alerces, que você pode e deve incluir na visita.

Cruce de los Lagos

É a excursão mais espetacular e também a mais longa e cara que se faz a partir de Bariloche (US$ 175, somente ida), com alguns trechos de ônibus (entre os lagos Frías, na Argentina, e os de Todos os Santos e Lanquihue, no Chile) e outros de barco, que o levarão até Puerto Montt ou Puerto Varas, no Chile. A vista das montanhas nevadas, do Vulcão Osorno no lado chileno e dos lagos é belíssima. A excursão é cansativa, mas vale a pena e você terá tido o gostinho de por o pé no Chile. Alguns passeios permitem que você fique uns dois dias no Chile e já incluem hotel na cidade de Puerto Montt e/ou em Puerto Varas (esta última é bem mais agradável e fica à beira do lago Llanquihué).

Cruzando fronteiras

Avião

Existem ligações aéreas regulares entre Bariloche e Puerto Montt (0h30) pela LAN.

Ônibus

Há onibus diários da rodoviária de Bariloche para Puerto Montt. A viagem leva em torno de 5h (a não ser que haja trânsito para cruzar a fronteira). As companhias com linhas regulares entre Bariloche e Puerto Montt são Via Bariloche e Andesmar. A passagem pode ser comprada na estação rodoviária, a uns 3 km do centro, ou na Calle Mitre, 32, no centro. Para efetuar a compra é preciso apresentar RG ou passaporte de todos os passageiros. Não esqueça disso se for comprar para um amigo.

Automóvel

Seja de automóvel próprio ou alugado, é necessário possuir a documentação exigida para cruzar a fronteira.

Cruce de los Lagos

(Excursão de ônibus, barco e van) O trajeto custa muito mais barato se você, no lugar de pegar uma excursão, tomar um ônibus por conta própria.. Esse valor, via de regra, só pode ser pago em dinheiro vivo.

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Sobre o Distrito dos Lagos

Embora corresponda geograficamente à porção noroeste da Patagônia, o chamado “Distrito dos Lagos” é, do ponto de vista turístico, uma região distinta, que se estende da capital da Província de Neuquén a Esquel, na província de Chubut. Suas paisagens “de cartão postal”, marcadas por montanhas, rios, florestas e, é claro, muitos lagos, são daquelas com as quais todo mundo sonha um dia ver de perto. Nelas há algo de idílico e, para nosotros do país tropical, também algo de muito pitoresco quando o inverno chega: a neve. É ela uma das principais responsáveis por fazer do Distrito dos Lagos, e principalmente de Bariloche, o segundo maior destino turístico dos brasileiros na Argentina.

Mapa de Bariloche e Região dos Lagos

Bariloche é a melhor base pra se visitar a Região dos Lagos

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Hotéis no Distrito dos Lagos

Sendo uma região turística, Bariloche e o Distrito dos Lagos possuem infra-estrutura hoteleira de qualidade com preços acessíveis, mesmo em época de dólar alto.

No Distrito dos Lagos há maior oferta de hotéis em Bariloche. Mas, Villa La Angostura, San Martin de los Andes e Junín de los Andes ou em áreas rurais próximas também possuem bons hotéis.

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Esportes de inverno

Nessa região ficam algumas das principais estações de esportes de inverno do país: Cerro Catedral, Cerro Bayo, Chapelco e La Hoya. Mesmo quem não pretende esquiar pode ter bons momentos apenas subindo aos cumes de teleférico e curtindo a vista.

Mas nem só de neve vive o turismo no Distrito dos Lagos. Longe disso! A Ruta de los Siete Lagos e cidades como San Martín de los Andes e Villa la Angostura, sem falar dos passeios de barco pelos lagos, são alguns dos pontos altos da região que podem ser curtidos em qualquer época do ano, tanto pelo turista mais convencional como pelo que curte esportes ao ar livre, radicais ou não. Aliás, com ou sem neve, as paisagens são espetaculares, a começar pelos picos nevados e seus reflexos em lagos azuis.

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Patagônia Andina e sua beleza selvagem

A região denominada Patagônia abrange toda a porção meridional da América do Sul, do paralelo 42 até a Terra do Fogo. Uma parte dela está em território argentino; a parte oeste pertence ao Chile. Esparsamente habitada e de clima ultra-seco (exceção feita à área montanhosa dos Andes na qual há umidade significativa, geralmente precipitada em forma de neve), a Patagônia evoca a idéia de paisagens desoladas, um mundo desconhecido, um deserto perdido na imensidão do extremo sul do continente.

Mapa da Patagônia

De fato, a Patagônia Central tem vastas áreas planas, de estepe, que correspondem exatamente a esse clichê, onde só costumam se aventurar, de carro ou moto, viajantes que não fazem questão de qualquer infra-estrutura turística – insuficiente, aliás – procurando em sua jornada justamente o isolamento e o contato com natureza.

A Patagônia que mais interessa à maior parte dos turistas é bastante diferente e, ao contrário, oferece incontáveis meios de hospedagem, restaurantes e estrutura bem organizada para se fazer passeios e excursões.

Na Patagônia Andina, encontram-se paisagens que figuram dentre as mais espetaculares do mundo, como a geleira Perito Moreno e o monte Fitz Roy. São lugares que valem, por si, a viagem à Argentina. Duas cidades servem de base pra você visitar o melhor da Patagônia Andina: Bariloche, na região dos lagos, e El Calafate, na porção sul da Patagônia Andina.

Como ir para a Patagônia Andina

Dois aeroportos modernos na Patagônia Andina recebem voos de Buenos Aires, o de Bariloche e o de El Calafate.

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Onde se hospedar na Patagônia Andina

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Escolha e reserve seu hotel em El Calafate

Escolha e Reserve seu hotel em El Chaltén

Escolha e reserve seu hotel em EL Bolsón

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Melhor época na Patagônia Andina

Para quem vai esquiar, é claro que a época certa é o inverno. Mas evite julho, mês de férias escolares, altíssima estação… A Patagônia andina é também agradável no verão, na primavera e no outono.

Bariloche

Bariloche fica na Região dos Lagos, na opinião de muitas a parte mais bonita da Patagônia. A partir de Bariloche há dois circuitos com paisagens soberbas, o Circuito Chico, e o Circuito Ancho. Outro passeio imperdível para quem tem mais tempo, é percorrer a Rua de los Siete Lagos.  Leia nossa página sobre Bariloche.

El Calafate

A cidade em si, não tem interesse turístico particular. Mas nos seus arredores há muito o que se ver, principalmente o famoso Glaciar Perito Moreno, visita absolutamente imperdível se você visitar essa parte da Patagônia.  Leia nossa página sobre El Calafate.

El Chaltén

É uma cidadezinha minúscula e recente (criada em 1985) junto do acesso norte ao Parque Nacional Los Glaciares, em razão do interesse turístico representado pelas belíssimas paisagens de montanha, sobretudo o famoso Fitz Roy (3.450m), que os índios da região chamavam de “chaltén” – “a montanha que fuma”.   Leia nossa página sobre El Chaltén.

El Bolsón

É também uma pequena cidade, mas situada ao sul de Bariloche, mais afastada um pouco. El Bolsón é bonita, animada, e também famosa por suas cervejas artesanais. Leia nossa página sobre El Bolsón.

A Argentina em imagens

ÁlMaquina fotograficabum fotográfico com dezenas de fotos da Argentina separadas em slide-shows  sobre a as regiões mais interessantes do país.