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Museu de História Natural
American Museum of Natural History, New York

American Museum of Natural History

Mais divertido do que muita gente imagina, o Museu de História Natural nova-iorquino (American Museum of Hatural History) fascina crianças e adultos, principalmente por causa de seus fósseis de dinossauros e do planetário. Gigantesco, ele possui seções com atrações das mais variadas sobre vida animal, antropologia, paleontologia e astronomia. Tem ainda um cinema em 3D com telas gigantes e efeitos especiais extraordinários.

Localização do American Museu of Natural History em New York

Anne and Bernard Spitzer Hall of Human Origins

Seção que mostra a evolução da espécie humana desde os mais primitivos hominídeos, há 7 milhões de anos, até o homem moderno, com reconstituições da aparência que tinham e de como foram ocorrendo as transformações.
Culture Halls Bem interessantes, permitem saber como era a vida dos povos primitivos na América, na Oceania, na África e na Ásia mediante a exibição de utensílios da vida diária, fotografias, reconstituições e até uma gigantesca canoa utilizada por índios canadenses.

Fossil Halls

Fósseis e reconstituições de esqueletos (na verdade, quase sempre reproduções em fibra de vidro) de diversas espécies de dinossauros, animais que habitaram o planeta há milhões de anos e foram extintos, provavelmente, em consequência do impacto de um gigantesco asteróide que atingiu a Terra no final do período Cretáceo. O mais impressionante é o esqueleto (verdadeiro) de um Tyrannosaurus rex de 65 milhões de anos. Dentre dinossauros do mundo todo, você poderá ver o pterossauro Anhangüera, que habitou o Brasil há mais ou menos 110 milhões de anos. Esse “diabo velho” (significado da tradução literal de seu nome) capturava peixes em vôos rasantes.

Vídeo sobre o Museu de Historia Natural de Nova York

Hall of The Planet Earth

Área destinada à exposição temática sobre a história da Terra desde seus primórdios, as recentes mudanças climáticas, a importância da biodiversidade, o aquecimento global, a constante extinção de espécies animais, suas conseqüências para a vida no planeta e a necessidade de preservação do meio-ambiente. (Os políticos americanos anti-ambientalistas deveriam visitar essa seção. Os Estados Unidos, os maiores poluidores do mundo, têm se recusado a assinar protocolos que regulam a emissão de poluentes!). Na mesma seção, o Dynamic Earth Globe permite enxergar nosso planeta como os astronautas o vêem do espaço.

Rose Center for Earth and Space

Nele funciona o Hayden Planetarium, um planetário fora de série, que dá de dez a zero em qualquer outro. Há apresentações ultra-realistas no Space Show sobre como funciona o universo, o que foi o Big Bang etc.
Imax Cinema com tela 180° e programação variada que privilegia justamente filmes que ficam ainda mais espetaculares vistos em telas desse tipo. Central Park West, da 77th até a 81st St. /  Imax Cinema

Dica

Os ingressos dão direito à visita a diferentes atrações. Não compre mais do que você pode ver. Não adianta pagar um ingresso que dá direito a tudo, se você só tiver tempo de ver duas ou três atrações. Para ver o principal, calcule um dia inteiro. O museu possui um restaurante, o Diner Sauros, e uma lanchonete, a Ocean Life Coffee, que funciona sob uma baleia azul de fibra de vidro.

O que você conhece sobre este bairro?

Além do Museu de História Natural o Upper West Side têm outras atrações. É um bairro interessante, que merece ser visitado.

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Frick Collection, New York - foto de Roel Wijnants CCBY
Frick Collection, New York – foto de Roel Wijnants CCBY

 Frick Collection

A Frick Collection serve para comprovar que não são apenas os grandes museus que merecem ser visitados. Apesar de incomparavelmente menor do que o Met e o MoMA, em  razão da qualidade das peças expostas, se você gosta de arte e tem apenas uma tarde para visitar um museu em Nova York, talvez seja mais razoável optar por este.

Localização da Frick Collection

O museu está instalado em uma linda mansão senhorial

A sofisticada mansão erguida em 1913, destinada a servir de moradia para Henry Clay Frick e abrigar sua coleção de obras de arte, foi conservada praticamente como era quando o magnata e sua família habitavam o imóvel. Por testamento, Frick, um dos maiores milionários americanos do ferro e do aço, determinou que a mansão fosse transformada em museu após sua morte e a de sua esposa. As obras de arte – pinturas, esculturas, porcelanas, móveis e objetos de decoração – estão distribuídas pelas salas do palacete.

Boucher Room

 A sala é decorada como um boudoir do século XVII, com pinturas de François Boucher encomendadas por Madame de Pompadour (amante de Luís XV, rei da França), diversas peças de porcelana de Sèvres e móveis franceses do século XVIII.

O pintor da corte, o predileto das fofocas em Versailles

O francês François Boucher, um dos pintores mais presentes na Frick Collection, foi um conhecido artista do século XVIII, identificado com o estilo rococó e influenciado por Peter Paul Rubens. Tendo se tornado o pintor da moda na corte de Luís XV, e protegido de Madame de Pompadour, colecionadora de arte, manjada e influente amante do rei, Boucher retratou vários membros da corte. Seus quadros requintados, alguns inspirados na mitologia clássica, possuem forte tonalidade erótica. Exemplos disso são L’Odalisque e Fille allongée, retrato de Louise O’Murphy que, com apenas 14 anos, foi modelo e amante de Boucher (e também do rei, depois de ter sido selecionada por Madame de Pompadour, que a essa altura se tornara apenas amiga do monarca e sua assessora para esses assuntos). Em ambas as obras, as modelos nuas são retratadas de bruços. Em L’Odalisque, segundo fofocas da corte francesa da época, o rosto teria sido inspirado na esposa de Boucher, mas o bumbum seria o de Madame de Pompadour… Na Frick Collection estão expostas outras obras de Boucher, inclusive um retrato da Madame de Pompadour.

Vídeo sobre a Frick Collection em New York

Dining Room

Nessa elegante sala de jantar, Frick recebia seus amigos, políticos e outros milionários. Ali estão expostas pinturas inglesas do século XVIII. Você verá The Mall in St-James Park, de Gainsborough, e retratos de J. Reynolds, George Romney e William Hogarth.West Vestibule

Decorado com as Quatre Saisons de Boucher: quatro pinturas, cada uma representando uma estação do ano, encomendadas em 1755 por Madame de Pompadour.

Fragonard Room

O principal interesse dessa sala são as onze pinturas de Jean-Honoré Fragonard que compõem Le Progrés de l’Amour (O Progresso do Amor). As maiores delas foram pintadas para Madame du Barry, outra amante de Luís XV: O assédio, O encontro, O amante premiado e Cartas de amor. Belos móveis de Riesener e porcelanas de Sèvres complementam a decoração.

South Hall

Exibe uma cômoda e uma escrivaninha francesas do século XVIII e pinturas de Vermeer, Renoir e Boucher. Deste último, a obra é um retrato de sua esposa.

Living Hall

Decorado com telas do século XVI de El Greco (São Jerônimo), Giovanni Bellini (São Francisco), Tiziano (O Homem de Chapéu Vermelho) e do pintor alemão Hans Holbein (retratos de Thomas Moore e de Thomas Cromwell). A sala é mobiliada com móveis de Charles Boulle e decorada com um tapete Ispahan e porcelanas chinesas.

West Gallery

Este grande salão, com móveis em estilo renascentista, reúne algumas das obras favoritas de Henry Frick, telas das mais importantes escolas européias (inglesa, francesa, espanhola, holandesa). Entre as pinturas você poderá apreciar o Cavaleiro Polonês e um auto-retrato, de Rembrandt; Cologne: The Arrival of a Packet-Boat e The Harbor of Dieppe, de Joseph Mallord William Turner; A Forja, de Goya, e obras de El Greco, Van Dyck, Velásquez e Constable. No arco de entrada para a Enamel Room há um São João Evangelista, de Piero della Francesca.

Oval Room

Ali há obras de Van Dyck, Gainsborough e Renoir.

End. 1 E 70th St., esq. c/ 5th Ave. M 68th St. ( 212/288-0700. Crianças com menos de 10 anos não são admitidas. Adolescentes de até 16 anos só podem entrar acompanhados dos pais. Abre de terça-feira a sábado das 10h às 18h e domingo das 11h às 17h. US$ 15. :
www.frick.org

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As coleções do Metropolitan Museum of Art (Met), em New York. Arte
Foto: www.metmuseum.org

As coleções do Metropolitan Museum of Art. Arte

Localização do Met

American Decorative Arts

Uma das mais ricas coleções do Metropolitan, composta por móveis, porcelanas, cristais e pratarias. É classificada por períodos, com salas inteiras decoradas com objetos de época. Compare, por exemplo, os pesados móveis e utensílios dos primeiros tempos da colonização com os dos séculos seguintes, cada vez mais elegantes, de inspiração inglesa e francesa.

American Paintings and Sculptures

Reúne obras de temática variada, nas quais você reconhecerá as mais diversas influências. Pinturas de artistas como Thomas Cole e Frederic Church são inspiradas nas líricas e grandiosas paisagens da América do Norte; as de George Caleb Bingham, da escola clássica, retratam a conquista do Oeste e a vida dos pioneiros; retratos como o de George Washington, pintado por Gilbert Stuart, e obras da segunda metade do século XIX são influenciadas pelas escolas europeias. Em algumas pinturas, como as de Mary Stevenson Cassatt, essa influência é tão evidente que, se um de seus quadros estivesse na ala consagrada ao impressionismo francês, você se confundiria.

Ancient Near Eastern Arts

Altos-relevos, esculturas, cerâmicas, bronzes e joias das antigas civilizações da Mesopotâmia, como a assíria e a persa.

Vídeo sobre o Metropolitan Museum of Art

Arms and Armors

Coleção composta por aproximadamente 15 mil armas brancas (espadas, adagas, bestas e lanças), armas de fogo (mosquetes e arcabuzes), capacetes, escudos e armaduras de todas as partes do mundo. Algumas delas, com incrustações de pedras preciosas, são verdadeiras obras de arte; pertenceram a reis e imperadores, ou têm importância histórica.

Arts of Africa, Oceania and the Americas

Máscaras, joias, cerâmicas, esculturas, objetos de uso diário ou destinados a rituais religiosos, em madeira, pedra, prata, ouro, bronze e marfim, utilizados por tribos africanas, da Oceania e de culturas pré-colombianas das Américas, como a mochica, a maia e a incaica.

Asian Art

Pinturas, esculturas, joias, porcelanas e tecidos antigos oriundos principalmente do Japão e da China, da Pré-história aos dias de hoje. Você poderá ver a reconstituição de um cômodo de uma casa da época Ming, com um delicioso jardim oriental. Fazem ainda parte da coleção peças provenientes do Nepal, do Cambodja e da Birmânia.

Drawings and Prints

Mais de 4.000 obras de artistas ímpares como Michelangelo, Da Vinci, Rembrandt e Van Gogh, apresentadas alternadamente.

Egyptian Art

Organizada por dinastias, esta é uma das maiores coleções de arte egípcia do mundo: cerâmicas, papiros, pinturas murais, máscaras funerárias, esculturas, relevos de tumbas, sarcófagos… Até um templo inteiro, o de Dendur, presente do governo egípicio, foi levado para os Estados Unidos em 1965, cuidadosamente desmontado, pedra por pedra, antes de ser iniciada a construção da barragem de Assuã, que iria submergir a área onde se encontrava o monumento. Simplesmente um Luxor, diria alguém.

European Paintings

Esta é uma das seções mais representativas do museu e reúne obras de praticamente todos os grandes mestres europeus, sobretudo flamengos, franceses, italianos, espanhóis e ingleses, das principais escolas (renascentistas, neoclássicos, realistas, impressionistas e outros istas). Andando pelos salões você deparará com obras de Rembrandt, Vermeer, Rubens, Manet, Monet, Renoir, Degas, Van Gogh, Giotto, Raphael, Botticelli, El Greco, Goya, Reynolds, Gainsborough… Só para citar alguns. É de fazer o queixo cair.

European Sculpture and Decorative Arts

O destaque, como não poderia deixar de ser, são as estátuas de Rodin, favorecidas por uma iluminação particularmente feliz. Rodin, diga-se de passagem, é um dos escultores favoritos dos brasileiros. Aproveite.

Greek and Roman Art

O Metropolitan possui a maior coleção de esculturas romanas fora da Itália, além de peças em bronze e mármore que vão do período arcaico da velha Grécia ao esplendor do período clássico. Merecem ser vistos os lindos murais coloridos que pertenceram à Villa de Fannius Synistor, uma residência patrícia próxima a Pompeia, cidade soterrada pelo Vesúvio.

Islamic Art

Esta seção com peças provenientes da Ásia, do Norte da África e da Espanha (que foi ocupada pelos mouros durante séculos) exibe tapeçarias, objetos de vidro, vasos, lâmpadas a óleo, jóias, cerâmicas e bronzes, decorados com arabescos e motivos geométricos, já que o islamismo não permite representações de formas animais ou vegetais. As peças mais antigas da coleção islâmica do Met datam do século VII; as mais recentes, do século XIX. A maior atração dessa seção é a Nur al-Din, magnífica sala de uma rica família que viveu na Síria durante o período otomano, quando o país estava ocupado pelos turcos. Erguida em 1707, tem paredes e teto finamente trabalhados.

Medieval Art

 Parte do acervo de arte medieval do museu encontra-se no Cloisters (em outro local, por incrível que pareça, um antigo mosteiro em estilo medieval em Nova York!). As coleções exibidas no próprio Met compreendem mais de 4 mil peças: tapeçarias, joias e esculturas da Alta Idade Média (a partir da queda de Roma) ao final da Baixa Idade Média (que terminou com o Renascimento), abrangendo os períodos paleocristão (“cristão-antigo”), bizantino, românico e gótico. A apresentação, bem bolada, permite acompanhar a evolução da arte medieval através da História.

Modern Art

 Esta seção reúne algumas das melhores obras de arte do mundo produzidas desde o começo do século XX. Ali há pinturas de artistas europeus como Pablo Picasso, Salvador Dali, Juan Miró, Marc Chagall, Henri Matisse, Amedeo Modigliani, Giorgio De Chirico e Constantin Brancusi, norte-americanos como Jackson Pollock e Willem De Kooning (holandês de nascimento) e até latino-americanos, como Botero, além de outros menos conhecidos do público brasileiro. No terraço superior, com esplêndida vista de Manhattan, são expostas esculturas.

Musical Instruments

A coleção é composta por uma enorme variedade de instrumentos de corda, percussão e sopro dos quatro cantos do planeta. É provável que você nem saiba que existem ou existiram muitos deles. Sabe, por exemplo, o que vem a ser um nyonganyonga tocado pelo povo Barwe ou um double virginal da segunda metade do século XVI? Há instrumentos musicais indianos, europeus, chineses, antigos, modernos, de civilizações já desaparecidas, simples, complexos, esculpidos, construídos com todo tipo de material. Mais de 40 mil deles.

Costume Institute

Tem por tema a evolução do vestuário em todas as partes do mundo, do século XVII aos dias de hoje. São mais de 70 mil peças de roupas e acessórios, de vestidos usados pelas damas da corte francesa às lingeries ousadas dos dias de hoje. Como o acervo é gigantesco, as peças são expostas alternadamente.

Libraries

Soberba coleção de livros raros com preciosidades como I Quattro Libri dell’Architettura de Andrea Palladio, de 1570, e Il Ritratto di Venezia, de Domenico Martinelli, de 1684 (um espécie de guia da cidade de Veneza, ancestral do GTB…).

Robert Lehman Collection

Uma das mais ricas coleções particulares dos Estados Unidos, com móveis de época, peças antigas e pinturas de grande valor, como quadros de mestres italianos pré-renascentistas e renascentistas, apresentados numa atmosfera intimista. Você poderá apreciar obras de Goya, El Greco, Rembrandt e outros artistas do Velho Mundo não compreendidas na seção de arte européia do museu. Duas Meninas ao Piano, de Renoir, é um dos tesouros dessa coleção.

Antonio Ratti Textile Center

Inaugurada em 1995, essa seção possui uma riquíssima coleção de tecidos e tapeçarias orientais e ocidentais de diferentes civilizações e períodos históricos, de 3.000 a. C. à atualidade.

Metropolitan Museum of Art

Informações práticas sobre a visita ao Metropolitan Museum of Art (Met)

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Museum Ojf Modern Art - MOMA - Foto Flora 2009 - CCBY
Museum Ojf Modern Art – MOMA – Foto Flora 2009 – CCBY

 

Museum of Modern Art (Moma), New York

O Museum of Modern Art (Moma), New York é o mais importante museu de arte moderna do mundo. Assim como o Metropolitan, o MoMA teve sua criação financiada por fundos privados de milionários com vocação de mecenas e entusiastas da arte moderna, como Abby Aldrich Rockefeller (esposa de John D. Rockefeller Jr.), Mary Quinn Sullivan e Lillie Bliss.

Localização do Museu of Modern Art

Obras dos mais importantes mestres de arte moderna

O museu foi crescendo com doações de coleções particulares e outras contribuições em dinheiro, e adquiriu obras dos mais importantes mestres de arte moderna, desde os impressionistas até os contemporâneos. Seu acervo compreende mais de cem mil peças de diferentes escolas européias e norte-americanas do final do século XIX e de todo o século XX. Além de exibir seu prodigioso acervo permanente, o museu realiza importantes exposições temporárias. Para os apreciadores, visitá-lo é uma chance de conhecer a obra de artistas modernos norte-americanos.

Uma visita que toma tempo

Só não esqueça que o MoMA não é o tipo de museu que você possa visitar por inteiro em poucas horas. O ideal é, para uma visita mais detalhada, dispor de pelo menos dois dias.

Vídeo sobre o Museum of Modern Art

As coleções são separadas por andares

A dica é subir até o 5º andar, o mais rico, e explorá-lo ao máximo. Se você não tem tempo de ver tudo, não pense duas vezes. Concentre-se nesse andar, onde estão as cerejas do bolo: a coleção de pinturas e esculturas do período entre 1880 e 1940, obras-primas como Les Demoiselles d’Avignon, de Picasso; Noite Estrelada, de Van Gogh; Balzac, de Rodin; Dança, de Matisse; Gato e Pássaro, de Klee; Aniversário, de Chagall; A Persistência da Memória, de Dali (aquele com os relógios derretendo)… Só para citar algumas. É também nesse andar que você encontrará pinturas de Miró, Monet, Seurat, Cézanne, De Chirico, Braque e Magritte.
Moma

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US Intrepit - foto Eric Salard CCBY
US Intrepit – foto Eric Salard CCBY 

USS Intrepid, New York

O (Intrepid Sea-Air-Space Museum) Lançado ao mar em 1943, este porta-aviões de 275m de comprimento e 93m de largura, hoje atracado em Manhattan, foi transformado em museu. O Intrepid tem uma longa folha de serviços.

Localização do US Intreprid

Segunda Guerra

Com capacidade para mais de cem aviões de combate, participou da campanha do Pacífico, contra o Japão, durante a Segunda Guerra, quando sofreu vários ataques de kamikases (aviões pilotados por suicidas e repletos de explosivos).

Vietnã

Depois serviu de base para o bombardeio aéreo das cidades do Vietnã do Norte, numa campanha de terror que causou milhares de mortes entre a população civil do país, mas não deu em nada; os americanos, que haviam encarado com ironia a derrota francesa na Indochina, também tiveram que deixar o Vietnã correndo, pendurados em seus helicópteros.

O porta-aviões vigiou submarinos soviéticos durante a Guerra Fria e posteriormente recuperou as cápsulas espaciais Mercury e Gemini.

Vídeo sobre o US Intrepid

No interior do Intrepid – Há no interior da embarcação, dividido em áreas temáticas nas quais podem ser vistas de perto cerca de 25 aeronaves militares. Entre elas estão, além de helicópteros, o famoso Blackbird, avião de espionagem capaz de voar a três vezes a velocidade do som, e um exemplar do avião supersônico de passageiros franco-britânico Concorde, aposentado por consumir demais e ser barulhento.

Um submarino nuclear  no interior do Intrepid

A visita permite conhecer a sala dos oficiais e até testar suas habilidades como piloto num simulador de vôo. No Intrepid há ainda um autêntico submarino nuclear, o USS Growler. É possível almoçar a bordo, pois no museu existe restaurante. Procure comprar o ingresso antecipadamente, pelo site, ou chegar cedo; há sempre uma multidão disposta a conhecer o navio. Site do USS Intrepid

Armas ou alimentos?

Pode ser interessante a visita ao porta-aviões, mas isso nos faz pensar. A despesa mundial com armas subiu 6% em 2007, alcançando a soma de 1,4 trilhões de dólares, segundo o Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo (SIPRI). 45% desse total corresponde aos gastos dos Estados Unidos. Por outro lado, a ONU estima que de 1,5 a 1,7 bilhões de pessoas não têm acesso sequer a água potável, o que provoca 30.000 mortes por dia. Cerca de 180 bilhões de dólares anuais durante 10 anos resolveriam o problema. Provavelmente metade do que se gasta em armas hoje transformaria o mundo: acabaria com a fome, o analfabetismo e a submoradia e daria atendimento médico adequado a toda a população do planeta.

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Greenwich Village

Washington Square

O Washington Square era nos tempos coloniais um pântano onde os habitantes da região iam caçar patos selvagens. Posteriormente, foi lugar de duelos e execuções.

Lozalização do Washington Square

A construção da praça em 1826

A praça que só foi construída em 1826, logo se tornou um dos pontos de encontro dos nova-iorquinos e foi enfeitada pelo Washington Arch e por uma fonte.

A estátua de Graibaldi

Posteriormente, em 1888, a praça foi ainda decorada pela estátua de Giuseppe Garibaldi, que nós, brasileiros, conhecemos melhor que os americanos. Até séries de TV foram feitas no Brasil sobre o velho guerreiro e sua companheira Anita Garibladi.
A obra do escultor Giovanni Turini, uma homenagem ao “herói dos dois mundos”, mostra o apreço que a maioria dos italianos tinha pela figura de Garibaldi. A escultura foi um presente da colônia italiana, já então bem numerosa, à cidade de Nova York.

A valorização de toda a região em torno do Washington Square

A criação da praça valorizou seus entornos, onde foram construídos palacetes de tijolinhos vermelhos, ocupados por famílias ricas. Mas isso foi há muito tempo… Em um passado recente, Washington Square foi um dos locais favoritos de traficantes, desaparecidos em razão da vigilância policial.

Washington Square atualmente

Hoje muita gente vai lá para inofensivos jogos de xadrez. Jovens universitários da New York University (NYU) lêem, estudam e namoram em seus bancos, enquanto artistas de rua tentam levantar uns trocados tocando jazz ou fazendo acrobacias.

Washington Square Outdoor Art Exhibit

De junho a setembro, a praça vira um pequeno museu a céu aberto. É quando ocorre a exposição de obras de novos talentos.

Washington Square no cinema

A praça aparece em filmes como The Heiress, de 1949, adaptação do romance Washington Square, de Henry James (pelo qual Olivia de Havilland ganhou o Oscar que, curiosamente, não recebera por “E o Vento Levou” e em Barefoot in the Park (“Descalços no Parque”), de 1967, deliciosa comédia com Robert Redford e Jane Fonda. O mais recente, I Am Legend (“Eu Sou A Lenda”), com Will Smith e a brasileira Alice Braga, mostra a praça em diversas de suas cenas. A praça tem, naturalmente cenas ali rodadas para diversos seriados norte-americanos passados em New York. Enfim, a praça é uma referência em New York e merece pelo menos uma rápida olhada. De qualque modo, o Washington Square é uma espécie de porta de entrada em Greewich Village.

Greenwich Village tem muito mais…

Saiba mais sobre outros pontos de interesse e atrações em Greenwich Village

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Central Park, Manhattan, NY
Arações turísticas no Central Park, Manhattan, NY -Foto www.nycgo.com

Mapa do Central Park

As principais atrações no Central Park, em New York

Grand Army Plaza

O nome da praça no canto sudeste do parque, inaugurada em 1916, evoca o exército do Potomac, comandado pelo General Sherman durante a Guerra da Secessão. Sherman, homenageado no local com uma estátua, é um herói para os yankees. Para os sulistas, porém, ele é uma encarnação do diabo, que somente para “dar uma lição” aos confederados, incendiou fazendas e cidades inteiras em estados do Sul.
End.  59th St. esq. c/ 5th Ave.

Wollman Rink

No inverno, você pode patinar no gelo nesse rinque ao ar livre, apreciando uma vista espetacular dos entornos. Durante o verão, funciona no local um pequeno parque de diversões. End.  Na altura da 62nd St. Entre pela 5th Ave.

Vídeo sobre o Central Park em New York

Central Park Zoo

O que há de mais legal nesse zoológico são os animais das zonas árticas e temperadas, em especial pandas vermelhos, leões-marinhos, focas, ursos polares, lontras e os pingüins não-conformistas do desenho animado Madagascar. Ao lado funciona o Children’s Zoo, especial para os bem pequeninos, que podem ter contato com animais como cabritos, porquinhos e carneiros.

Carrossel

Crianças podem ter a inesquecível experiência de andar em um carrossel de verdade, daqueles antigões, com cavalos e tudo o mais. Ainda bem que é baratinho, pois vão querer mais… End.   Na altura da 64th St., no meio do parque.

Mall

Por essa alameda ladeada de olmos, onde hoje a garotada anda de skate, desfilava impecável a elite nova-iorquina. Como diz Bob Dylan, The times they are a-changing…
End. Na altura da 66th até a 72nd St., no meio do parque.

Loeb Boathouse

Nesse lugar encantador à beira do lago, onde há um restaurante, você pode alugar barcos a remo e bicicletas, bem como contratar passeios de gôndola. Tudo isso em dias quentes e secos, bem entendido. Leve passaporte e dinheiro vivo.
End.  Na altura da 74th St. Entre pela 5th Ave.

Strawberry Fields

Nascido em Liverpool, Inglaterra, em 9 de outubro de 1940, o compositor, músico, cantor, pacifista – e acima de tudo, Beatle – John Lennon perdeu a vida quarenta anos mais tarde, a poucos metros do Central Park, quando foi assassinado por um psicopata na porta do prédio em que morava desde que deixara seu país natal para viver, por opção, em Nova York. Bem, para quem é fã, ou mesmo não sendo, teve de alguma forma sua vida tocada pela música e pela “mensagem” dos Beatles, tudo o que se disser sobre a vida, a morte e a obra de Lennon é pouco. A cidade de Nova York arranjou um jeito bonito de homenageá-lo: uma lei promulgada em 1981 denominou uma pequena área do Central Park próxima ao local do crime, Strawberry Fields, nome de uma das muitas canções creditadas a Lennon & McCartney que na realidade foi composta só por John. Um belo mosaico com a palavra Imagine, título de outra de suas mais conhecidas músicas, de cunho explicitamente pacifista, composta enquanto os EUA ainda insistiam em mandar seus jovens morrerem à toa no Vietnã (e massacrarem milhares de pobres diabos vietnamitas), foi colocado no chão e um pequeno jardim foi criado. Strawberry Fields foi inaugurado no dia em que Lennon completaria 45 anos e desde então, a cada 9 de outubro, é visitado por quem quer deixar flores ou apenas fazer um minuto de silêncio, pensando no mal praticado por malucos armados no mundo todo. End.  Na altura da 71st St. até a 74th St. Entre pelo lado oeste (72nd St.)

Bethesda Terrace e Bethesda Fountain

Esse é o lugar mais bonito do parque! E você certamente já o viu em fotos ou filmes (as tomadas de lá que aparecem em Mighty Aphrodite, de Woody Allen, são maravilhosas). Do terraço, todo restaurado, com uma construção de detalhes intrincados em pedra e cerâmica, você tem vista do lago e da fonte, no meio da qual existe uma famosa estátua de bronze de um anjo. Imperdível para quem vai ao Central Park.
End.  Na altura da 72nd St. (dá para chegar de táxi) ou na ponta norte do Mall.

Belvedere Castle

No “castelinho” restaurado funciona o Henry Luce Nature Observatory, misto de um pequeno museu de história natural com centro de observação de aves, inclusive pássaros migratórios que dão uma paradinha em Nova York no outono. Pudera, do Belvedere Castle, como diz seu nome, você vê tudo em volta – e tudo é belo. <end./>  Na altura da 79th St., no meio do parque.

Great Lawn

Nesse “grande gramado”, mega eventos da cidade acontecem, desde o show de Simon e Garfunkel até a missa de João Paulo II (que reuniu 125 mil fiéis, número respeitável para um país predominantemente protestante). É ali também que todos os anos, durante o verão, a New York Philarmonic e a Metropolitan Opera fazem apresentações gratuitas. Nessas noites, o gramadão fica coberto por toalhas e cestas de piquenique, pois vários nova-iorquinos desfrutam os espetáculos tomando vinho (discretamente, já que é proibido consumir álcool na rua e em parques) e apreciando uma boa comida. Não se preocupe em arranjar companhia se for assistir a uma delas: você não estará sozinho! É um show no palco e uma festa no gramado.
Fica na altura da 79th até a 85th St., no meio do parque, atrás do Metropolitan.

Turtle Pond

Na “lagoa das tartarugas” vivem também peixes, pássaros aquáticos e alguns anfíbios, mas a atração, claro, são os répteis encarapaçados. O lugar é tranqüilo, agradável para uma pausa no passeio. End.  Na altura da 79th St., no meio do parque, perto do Belvedere Castle.

Shakespeare Garden

Rosas, violetas, lírios e diversas outras flores compõem este jardim que só contém espécies mencionadas por Shakespeare em suas obras. Para visita apenas na primavera ou no verão, claro. End.  Na altura da 79th St. Entre pelo lado oeste.

Obelisco

Apelidado de Cleopatra’s Needle (“Agulha de Cleópatra”), esse obelisco foi presente do governo egípcio e não tem nada a ver com a famosa rainha, exceto o fato de ter sido feito no Egito Antigo, por volta de 1500 a. C. Em 1879, foi levado aos Estados Unidos, o que deu uma trabalheira, pois a peça pesa 244 toneladas. Só para transportá-la do porto até o local onde se encontra, levou quatro meses.

Sobre o Central Park, como foi construído, sua história

O Central Park foi uma das grandes obras públicas de New York, empregando multidões de trabalhadores, criando lago e alterando seu relevo natural. Saiba mais sobre como foi construído o Central Park de New York

Dicas

Faça um passeio de charrete no parque. Custa cerca de US$ 40 e pode ser contratado na Central Park South.
Depende de quanto você pode gastar mas, se puder, vá almoçar, jantar ou ao menos tomar um drink no ultraturístico, meio kitsch e divertidíssimo Tavern on the Green.

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Ellis Island Museum - www.nps

Ellis Island

Localização de Ellis Island

Ellis Island e Immigration Museum

A Ellis Island foi utilizada como forte pelo exército americano na guerra de 1812 contra os ingleses e depois transformada em alfândega. Entre 1892 e 1954, foi posto de triagem de imigrantes: a primeira terra do Novo Mundo pisada por milhões de europeus.

Um povo formado por imigrantes de diversas origens

Calcula-se que quase metade da população dos EUA tem pelo menos um bisavô que passou pela ilha. Cerca de 12 milhões de pessoas desembarcaram ali.

No belo edifício construído em 1900, todo restaurado e com a aparência que tinha em 1918, funciona o interessante Immigration Museum, com fotos, baús, cestos, velhas malas empilhadas e todo tipo de objetos pessoais deixados por imigrantes, de panelas a brinquedos.

Video sobre Ellis Island. Nos faz pensar o momento que estamos vivendo atualmente

Há também diversos testemunhos dos que chegaram para viver “o sonho americano”. Do lado externo, no Hall of Honor, estão os nomes de cerca de mais de meio milhão de pessoas que por ali passaram.
Os barcos para visitas à Liberty Island e à Ellis Island partem de Battery Park South.

Causa estranheza que muitos políticos da direita republicana, boa parte deles descendentes de imigrantes,  mostrem-se agora tão rigorosos com pobres diabos que querem apenas ter a mesma oportunidade que seus ancestrais tiveram. Alguns topetudos aloprados (estamos nos referindo a uma milionário particularmente ridículo que você já deve ter advinhado o nome…) falam em construir um muro na fronteira com o México para evitar a entrada de latinos no território americano (território que foi, diga-se de passagem, surrupiado ao México.

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African Memorial Ground, New York - Photo Michael Fleshman CCBY
African Memorial Ground, New York – Photo Michael Fleshman CCBY

Localização do African Burial Ground

African Burial Ground

Nova York foi durante muitos anos a principal porta de entrada de escravos trazidos de diferentes regiões da áfrica para trabalhar na lavoura, sobretudo nos estados do sul dos Estados Unidos, que precisavam de muita mão de obra para suas fazendas de plantação de algodão.

New York, porto de entrada de escravos

Por isso mesmo, Nova York foi durante muito tempo uma das cidades com maior quantidade de escravos nos Estados Unidos. Até a abolição da escravidão em 1827, os escravos representavam cerca de 20% da população. Mesmo assim, a maior parte dos negros que desembarcavam em New York, não ficavam na cidade, mas eram encaminhados para os latifúndios algodoeiros do sul do país.

  O African Burial Ground

O African Burial Ground é um cemitério, com uma área de mais de seis acres que foi propositalmente instalado no sul da ilha da Manhattan, fora dos limites de New York. Àrea não demarcada, o cemitério, que recebia todo tipo de aterro, foi desativado em 1790. A partir daí, foi praticamente esquecido e apagado da memória da cidade. No entanto abrigou os corpos de mais de 15 mil escravos.

A redescoberta do Burial foi obra do acaso 

Foi redescoberto  somente em 1991 quando, durante escavações para a construção do Federal Office Building, os operários depararam com numerosos esqueletos de homens, mulheres e crianças. Estudos arqueológicos revelaram a origem das ossadas.

A mobilização da comunidade negra 

Devido à mobilização da comunidade negra que, com razão, queria preservar o local de inegável importância histórica, as obras foram, interrompidas, gerando muitas controvérsias. O projeto foi modificado para acolher um memorial em homenagem aos que ali foram enterrados em covas comuns, sem um túmulo e nem mesmo caixões e sem qualquer identificação.  

O engajamento dos negros e a participação dos setores liberais novaiorquinosde outras etnias levou a cidade a tomar consciência da importância histórica e humana daquele cemitério quase clandestino. Assim, o Burial Ground Africano classificado em 1993, como marco histórico nacional em 1993. Em 2006 foi transformado em monumento nacional.

As ossadas encontradas no cemitério mereceram finalmente um enterro digno em outubro de 2003 em um evento oficial. Saiba mais a respeito do African Burial Ground

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South Street South Port, New York - Foto Tomás Fano CC BY

Localização do South Street Seaport

South Street Seaport

O velho porto funcionou até meados do século XIX, com intenso movimento de veleiros de todos os cantos da Terra; nessa época, Nova York já era uma das mais importantes cidades portuárias do mundo. No South Street Seaport ocorreram fatos históricos relevantes. Em 1814, Robert Fulton inaugurou ali sua linha de ferries a vapor entre Manhattan e o Brooklyn. Pioneiro da navegação a vapor, Fulton já havia realizado, em 1807, a primeira viagem fluvial da História em uma embarcação desse gênero, indo de Nova York a Albany. Também foi no South Street Seaport que Thomas Alva Edison inaugurou sua primeira estação de energia elétrica, em 1882. Saiba mais

A recuperação do área portuária

 Feios e decadentes, os antigos armazéns do South Street Seaport estavam para ser demolidos na década de 1960 quando a mobilização de um grupo de cidadãos conseguiu que o lugar fosse preservado, restaurado e convertido em área de lazer. A recuperação custou quase 300 milhões de dólares, mas transformou as docas em um pólo comercial e turístico com restaurantes, lojas, um museu e um calçadão onde, no verão, artistas de rua realizam apresentações ao ar livre. Do calçadão, lugar perfeito para os amantes da fotografia, vêem-se a ponte do Brooklyn e o East River. O Pier 17, um edifício de vidro e aço, é uma espécie de shopping center, com restaurantes e cafés. Do topo, tem-se vista panorâmica dos arredores. Franklin D. Roosevelt Dr., perto da Fulton St. M Fulton St.

Video sobre South Street Port

South Street Seaport Museum

O museu do porto exibe telas de marinas, quase todas elas de pintores norte-americanos ou que emigraram para os Estados Unidos, como James Edward Buttersworth, Duncan McFarlane, John Rubens Smith e Antonio Nicolò Gasparo Jacobsen. Mais de 1.000 modelos em escala de navios de diferentes épocas, pôsteres, velhas fotos e cartazes comemorativos também integram o acervo. O mais interessante no museu é visitar as antigas embarcações ancoradas no porto, como o Ambrose, lançado ao mar em 1908; o Helen McAllister, construído em 1900; o Lettie G. Howard, de 1893, restaurado e utilizado em cruzeiros educacionais; o Wavertree, construído na Inglaterra em 1885; e o W.O. Deckerum, um rebocador de madeira de 1930, todo restaurado. Passeios em barcos do museu, que agradam a crianças e adultos, acontecem ocasionalmente e permitem vistas excepcionais de Nova York, impossíveis de outros lugares. Você vê a cidade do mar e de diferentes ângulos. Não esqueça a máquina fotográfica. Leve agasalho, pois o vento que vem do mar é forte.
South Street Seaport Museum

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Indios americanos

National Museum of the American Indian

O National Museum of the American Indian é, mantido pelo famoso Smithsonian Institution de Washington e instalado em uma linda mansão estilo Beaux-Arts, em mármore branco, esse museu tem seu acervo exibido de forma rotativa.

Localização do National Museum of the American Indian

Um vasto acervo de peças

Não poderia ser de outra forma pois as peças desse museu são tantas que não podem ser todas expostas ao mesmo tempo. Há armas, cerâmicas, camisas de pele bordadas, objetos de culto e até canoas.

As coleções foram em boa parte amealhadas pelo colecionador George Gustav Heye em suas viagens pelo continente americano, que ele percorreu de norte a sul em suas viagens pela pradarias selvagens, na época ocupadas por grandes rebanhos de bisontes.

As coleções

O acervo do museu abrange 10 mil anos da história dos povos indígenas e compreendem peças da América do Norte, da América do Sul e do Caribe.

Os diferentes níveis de desenvolvimento de cada cultura

Um dos aspectos interessantes desse museu para nós, brasileiros, é poder comparar o estágio de desenvolvimento das tribos que viviam no Brasil à época da chegada dos portugueses com aquele dos índios da América do Norte, bem mais avançados. Basta observar a qualidade dos artefatos produzidos por eles.

O resgate da culturas indígenas nas Américas

O museu, de certa forma, resgata parte da cultura dessas tribos, muitas das quais já desapareceram, e presta homenagem aos povos que habitaram as Américas.

A destruição da cultura índígena na conquista do oeste

Além dos massacrescometidos pelos brancos, estes também transmitiram doenças às populações nativas e mataram, apenas para aproveitar a pele, abandonando as carcassas demilhares de bisontes, espécie de bois peludos que habitavam as pradarias e constituíam a base da alimentação das tribos do este do continente. .National Museum of the American Indian

Me Zorro, you Tonto

Apesar de ainda existirem nos Estados Unidos aproximadamente um milhão e meio de índios (muitos dos quais vivem em Nova York e em outras grandes cidades), como aconteceu nos territórios dos atuais Brasil, Argentina, Peru, Bolívia, México e outros países, a ocupação pelo homem branco resultou no genocídio mais extenso já cometido no mundo ocidental.
O extermínio dos índios não foi provocado apenas por massacres, mas também por doenças transmitidas pelo homem branco e pela destruição do meio ambiente e da fauna. Na América do Norte, caçadores brancos abatiam bisontes aos milhares com rifles de repetição, para comercializar as peles. A matança desses animais, um dos principais alimentos das tribos das pradarias, que caçavam apenas o suficiente para comer, só parou quando os bisontes já beiravam a extinção.
Não é de se espantar que quando os espanhóis quiseram comemorar a chegada de Colombo às Américas, as comunidades indígenas tenham estrilado: comemorar o que, mesmo?
Nos filmes norte-americanos produzidos até por volta de 1960, os índios eram vilões e os brancos, bonzinhos. O único índio legal era o subserviente ajudante do justiceiro Zorro que, por sinal, se chamava Tonto… Só recentemente Hollywood começou, a mudar esse enfoque (vide o politicamente honesto Dança com Lobos).

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Brooklyn Bridge, sobre o rio Hudson
Brooklyn Bridge, sobre o rio Hudson

Brooklyn Bridge

Inaugurada em maio de 1883, depois de 14 anos de obras que consumiram 18 milhões de dólares, a famosa ponte de 2 km de comprimento liga Manhattan ao bairro do Brooklyn, do outro lado do East River.

Uma das primeiras pontes suspensas construídas no país

A Brooklyn Bridge foi durante vinte anos a mais longa ponte pênsil do mundo, segura por cabos de aço de 40 cm de espessura. Um pouco de tecnologia: seria dificílimo erguer cabos tão pesados e extensos. Cada um deles, entretanto, é formado por vários cabos bem finos, erguidos um a um.

Localização da Ponte do Brooklyn

Trinta pessoas morreram em acidentes durante sua construção

A construção da ponte do Brooklyn foi um desafio que provocou a morte de quase 30 pessoas, inclusive de seu arquiteto John Augustus Roebling que, depois de ter o pé esmagado no canteiro de obras, morreu de gangrena. Seu filho Washington Roebling prosseguiu a obra, mas ficou inválido pelo mesmo motivo que causou a maior parte das mortes: o trabalho em campânulas de ar comprimido submersas, que impediam a entrada da água. Mesmo tendo o cuidado de passar por descompressão progressiva, muitos operários tiveram seus tímpanos estourados ou ficaram paralíticos como Washington, que passou a comandar os trabalhos em um quarto instalado no local das obras, com a ajuda de sua esposa Emily Warren Roebling.

A desconfiança inicial

Depois de pronta, ao que parece, a imensa estrutura ainda não inspirava confiança em muita gente. Quando uma mulher escorregou ao caminhar por ela e gritou, todo mundo à sua volta entrou em pânico e saiu correndo, achando que a ponte ia desabar. Cerca de doze pessoas morreram pisoteadas e houve um grande número de feridos.

Como demonstrar aos nova-iorquinos que a ponte era segura?

Não adiantaria a palavra de engenheiros e, muito menos, das autoridades. Naquele tempo, as pessoas não acreditavam na palavra de políticos… O mérito coube a Phineas Taylor Barnum, proprietário do famoso circo P. T. Barnum, que não entendia nada de engenharia mas era um excelente marqueteiro. Para provar a solidez da obra – e fazer publicidade gratuita para seu negócio – ele fez 21 elefantes de seu circo desfilarem pela Brooklyn Bridge, sob olhares maravilhados da população.

Um desafio para malucos e suicidas

Além de atrair pessoas que queriam acabar com a própria vida, com direito a alguns minutos de fama (ou pelo menos uma breve menção na imprensa…), a ponte tornou-se um desafio para malucos dispostos a provar que era possível saltar lá de cima e sobreviver. Foi o caso de Steve Brodie, um bookmaker do Brooklyn que em julho de 1886 encarou a aventura e não apenas saiu com vida, mas ganhou dinheiro e fama.

Quer comprar essa ponte?

No começo do século XX, alguns incautos ainda caiam em golpes de estelionatários que lhes propunham a venda da ponte do Brooklyn. Dois desses espertalhões foram William McCloundy, de 68 anos, e George C. Parker, de 58, ambos condenados à prisão perpétua em 1928 (claro que pelo conjunto da “obra” de cada um, não apenas por venderem a ponte; eram malfeitores contumazes).

Uma ponte tem dois níveis

Um desses níveis é destinado a veículos motorizados,o outro a pedestres e ciclistas. Ela oferece as melhores vistas de Manhattan, da Estátua da Liberdade e do Brooklyn. De perto se vê o quanto ela é grandiosa.

A travessia da ponte a pé

Essa travessia sobre o Hudson  toma uma boa meia-hora, mas é um dos mais belos passeios a se fazer em Nova York. Boa oportunidade para fotografar a cidade! A melhor luminosidade você terá pela manhã e ao anoitecer, quando as luzes de Manhattan começam a se acender.

Como chegar à ponte

De Manhattan, para chegar à ponte, cruze a Park Row na altura do City Hall. Acesso para pedestres no final na Centre St. ou pela estação de metrô Brooklyn Bridge-City Hall.

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Nova York, Estados Unidos

 Visitas às atrações turísticas em New York

Antes de visitar qualquer atração, leve em consideração o seguinte:

• Dias e horários de abertura e preços citados neste guia podem ser alterados sem prévio aviso. Portanto, devem sempre ser confirmados antes de você sair do hotel, para não correr o risco de dar com o nariz na porta. Além dos dias de fechamento semanal assinalados, muitas atrações também não abrem em feriados. O horário de funcionamento costuma ser reduzido — ou simplesmente pode não haver funcionamento — durante os meses mais frios.

Mapa de New York

• A venda dos ingressos costuma se encerrar de meia hora a uma hora antes do horário de fechamento.

• Exige-se o uso de trajes compatíveis. Em certas igrejas, por exemplo, não se pode entrar de bermudas, de minissaia ou de ombros de fora.

• Muitas vezes existem tarifas reduzidas para estudantes, jovens, crianças e idosos. As mencionadas no GTB são as integrais.

• Geralmente não é permitido usar flash ou tripé para fotografar obras de arte. Em certos locais, não se autoriza tirar qualquer fotografia. Na dúvida, pergunte antes a um segurança.

• Em diversos locais, é proibido entrar portando volumes, inclusive bolsas, sacolas e mochilas; nesses casos, costuma haver um guarda-volumes na entrada. Essas precauções estão se tornando cada vez mais corriqueiras no mundo todo em razão do risco de atentados terroristas.

• É claro que você já sabe disso: é rigorosamente proibido tocar em obras de arte e peças de valor histórico. Evite constrangimentos.

Confira a programação

Praticamente todos os dias do ano rolam em Nova York exposições, shows, concertos e festivais dos mais variados.
Como ficar sabendo de tudo que estará acontecendo durante sua permanência na cidade? É fácil: além das informações que podem ser obtidas nos escritórios oficiais de turismo, existem publicações especializadas com a programação semanal completa da cidade para todos os gostos. Por meio delas, você ficará informado sobre exposições temporárias, uma apresentação de jazz gratuita em um dos parques da cidade, um megashow de rock, um festival de teatro, os filmes que estão passando…

Onde consultar a programação cultural

Faça como os nova-iorquinos: confira a programação. A programação cultural de Nova York pode ser consultada em diversas publicações e sites na Internet como os relacionados abaixo:
• seção Arts & Entertainement do site nycvisit.com
• seção Goings on about town da revista semanal The New Yorker ou sua versão online newyorker.com
• seção Entertainement da revista New York Magazine ou sua versão online nymag.com
• seção Arts do jornal New York Times ou sua versão online nytimes.com

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História da Estátua da Liberdade 

Harlem, New York - Foto neverything CC BY
Harlem, New York – Foto neverything CC BY

Atrações turísticas no Halem

Mapa do Harlem

Atrações

The Cloisters

Embora integre a seção de Arte Medieval do Metropolitan Museum of Art, o Cloisters fica no norte da ilha de Manhattan, à beira do rio Hudson, na região denominada Washington Heigts. O imóvel, construído em 1938 sobre um terreno oferecido à cidade de Nova York pela família Rockefeller, reproduz em detalhes um convento medieval italiano, com claustros, capelas e salões com elementos arquitetônicos e decorativos góticos e românicos. É fácil confundi-lo com uma verdadeira construção do século XIV.

O Acervo do museu

O acervo do Cloisters abrange uma ampla coleção de peças religiosas e de uso doméstico da Idade Média, provenientes, em boa parte, do sul da França, doadas também pelos Rockefeller. Entre estas estão as famosas tapeçarias flamengas plenas de simbologia que retratam a Caça ao Unicórnio, um dos pontos altos do museu. A visita é interessante não somente pelas peças, mas também pela arquitetura: é curioso dar de cara com um mosteiro medieval em Manhattan! End. Fort Tryon Park, perto da Broadway

Dica

O Café Trie, que serve pratos leves, funciona no Cloisters de terça-feira a domingo, das 10h às 16h15, de maio a outubro.

Video Tour no Harlem, em New York

Morris-Jumel Mansion

Esta casa histórica, sede do quartel-general de George Washington em 1776, durante as guerras da independência, foi construída em 1765 para servir de residência para o coronel inglês Roger Morris. O nome Jumel vem do rico comerciante francês Stephen Jumel, que comprou o imóvel em 1810. Sua esposa, Eliza Bowen Jumel, famosa por seus casos extraconjugais (e, dizem as más línguas, por seu passado como prostituta, que o marido ignorava), aprontou o diabo e, depois da morte de Stephen em 1832, casou-se com o vice-presidente Aaron Burr, na época com 78 anos. Ele morreu dois anos depois, no mesmo dia em que o divórcio do casal foi concedido. A mansão é um dos mais antigos imóveis residenciais da cidade. O interior conserva decoração de época, com móveis americanos do século XVIII e franceses do século XIX.
End.  65 Jumel Terrace. Site oficial da Morris-Jumel Mansion

Cathedral St. John the Divine

A catedral anglicana de Nova York, apesar de ainda não terminada (e falta muito!), com 183m de comprimento e 44m de largura, é considerada a maior do mundo. O projeto dos arquitetos George Lewis Heins e John LaFarge, aprovado em 1888, previa um templo nos estilos romano e bizantino. As obras começaram em dezembro de 1892, mas depois de ser erguido o domo central em 1909, a nave adotou um estilo gótico francês e a torre atual, em obras, também será gótica. Ou seja, virou uma salada…

A construção, interrompida durante a Segunda Guerra, só foi retomada em 1979. Na ocasião, o prefeito de Nova York, Ed Koch, chegou a caçoar: “Disseram-me que as grandes catedrais tomaram mais de 150 anos para serem construídas. Quero lembrar que nós estamos apenas nos 100 primeiros anos.” Hoje a igreja é conhecida pelos nova-iorquinos como St.John the Unfinished, (São João, a Inacabada). Em 1990, por falta de fundos, os trabalhos foram novamente suspensos, com exceção do portal principal da fachada oeste, concluído em 1997. A decoração interior é, no mínimo, curiosa, com estátuas de São Paulo, George Washington e Lincoln; os vitrais são inspirados simultaneamente na Bíblia e na história dos Estados Unidos… Imaginem a catedral de Brasília ou a Sé de São Paulo com cenas da chegada de D. João VI ao Brasil (e D. Carlota Joaquina pondo a boca no mundo) ou de Duque de Caxias na Guerra do Paraguai. A visita vale a pena pela curiosidade e pela imensidão da nave. End.  1047 Amsterdam Ave.
Cathedral St. John the Divine

Hispanic Society of America

Esse museu tem especial interesse para aqueles que apreciam as obras de Goya, Velásquez, El Greco e outros mestres, sendo conhecido por possuir a mais expressiva coleção de arte ibérica fora da Espanha. Também fazem parte do acervo peças fenícias, romanas e medievais recolhidas na Espanha e em Portugal. End. Audubon Terrace, na Broadway entre a 155th e a 156th Sts. Hispanic Society of America

Columbia University

A prestigiosa universidade nova-iorquina foi fundada em 1754, no final da era colonial, com o nome de King’s College. Em 1897, a Columbia University instalou-se nos Morningside Heights, próximo ao Upper West Side. Seu campus possui muitos belos edifícios e gramados. Visitá-lo é uma oportunidade de conhecer uma universidade norte-americana.
End.  Entrada principal: 116th St. junto à Broadway Columbia University

Sobre o Harlem

O Harlem é um bairro que tem uma história interessante. Saiba mais sobre a história do Harlem

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Quinta Avenida
A Quinta Avenida, New York

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Quinta Avenida (5th Avenue): a avenida mais famosa do mundo

A 5th Avenue (Quinta Avenida), em New York, que corta quase toda a ilha de Manhattan de norte a sul, é considerada a mais elegante e cara avenida do planeta. Em termos de fama, ela supera até à Avenue des Champs-Élysées, em Paris.
Assim como ocorre com a Avenida Paulista, em São Paulo, a Quinta Avenida é o local em que tradicionalmente são realizados grandes eventos da cidade, como a Easter Parade, a Macy’s Thanksgiving Day Parade, a St. Patrick’s Parade e a Hispanic Day Parade. Ela serviu também de cenário para livros como The Age of Innocence (A Idade da Inocência), de Edith Wharton, publicado em 1920, que lhe valeu o prêmio Pulitzer de Literatura.

Mapa da Quinta Avenida e região

O trecho da Upper East Side

No Upper East Side, no trecho em frente ao Central Park, a 5th Avenue é principalmente residencial e ocupada por palacetes e prédios aristocráticos de milionários e gente famosa da política e do cinema, representações diplomáticas e museus como o Metropolitan Museum of Art e o Guggenheim.

Em Midtown

Ao sul do Central Park, em Midtown, está a área comercial mas igualmente sofisticada da Quinta Avenida, ocupada por lojas finas e famosas como Tiffany’s, Cartier, Burberry, Hermès, Bergdorf Goodman, Ermenegildo Zegna, Gucci, Louis Vuitton, Chanel, Versace, Prada, Salvatore Ferragamo, Bulgari, Armani, Escada, Christian Dior, Victoria’s Secret, Lacoste, Takashimaya, Henri Bendel, Emmanuel Ungaro, Hugo Boss e até uma filial da brasileira H. Stern. A Trump Tower também fica ali.

Vídeo sobre a Quinta Avenida em New York

Embora, muitas vezes, você possa encontrar o mesmo produto, que custa uma pequena fortuna na 5th Avenue, por metade do preço em outro local, a clientela endinheirada que frequenta a avenida e faz questão de atendimento vip não liga para isso.
Ainda na parte da Quinta Avenida situada em Midtown existem marcos de Nova York como a New York Public Library, o Rockefeller Center e a St. Patrick’s Cathedral.

Um pouquinho mais ao sul, estão a loja de departamentos Lord & Taylor e o emblemático Empire State Building. Se você continuar caminhando algumas quadras, chegará a Greenwich Village pela Washington Square, onde poderá descansar da Nova York fashion no descontraído e animado bairro dos estudantes.

O outro lado da moeda: lojas da 5th Avenue que discriminam clientes…

Comenta-se, não sem razão, que certas lojas da Quinta Avenida, para preservar seu status e sua clientela chic, preferem não vender para “qualquer um”, e que se pudessem impediriam a entrada de compradores “bregas” ou “pobres” em suas lojas… O que podemos dizer? Lamentável! Nosso desejo: que percam toda a clientela!

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História da Estátua da Liberdade

Estátua da Liberdade, Manhattan, Nova York
Estátua da Liberdade, Manhattan, Nova York

A Estátua da Liberdade: uma das maiores atrações de New York

A Estátua da Liberdade (Statue of Liberty) por mais “turística” que seja (de 4 a 5 milhões de pessoas a visitam anualmente!), é aquele tipo de programa que você não deve perder. Erguida na Liberty Island, uma ilhota ao sul de Manhattan, foi presente dos franceses aos norte-americanos pelo centenário da independência dos Estados Unidos.

Desde sua inauguração em 1886, a Estátua da Liberdade é o mais expressivo símbolo não só nova-iorquino, mas também dos Estados Unidos. Ela foi incluída na lista do Patrimônio da Humanidade da UNESCO em 1984. O custo de sua construção alcançou 800 mil dólares, uma fortuna na época.

Localização da Estátua da Liberdade

Uma estátua com 43m de altura

Com 46m de altura (93m contando-se o pedestal), a Estátua da Liberdade tem na mão esquerda a Declaração de Independência dos Estados Unidos e, na direita, uma tocha. Ela representa a Liberdade iluminando o mundo. A coroa de raios simboliza os sete mares e continentes. Aos pés da Estátua da Liberdade, visível apenas de longe, uma corrente quebrada alude ao fim da escravidão.

Para criar o rosto da Estátua da Liberdade, é provável que Bartholdi tenha se inspirado no perfil severo de sua própria mãe (Freud talvez encontrasse uma explicação para a escolha…). Enfim, compare o perfil de Dona Bartholdi na Internet e julgue você mesmo. Bartholdi nunca desmentiu a informação.

O City Tour até a Estátua da Liberdade

Uma mãozinha de Gustave Eiffel

O problema técnico de manter em pé uma estátua tão grande (só a cabeça da Estátua da Liberdade tem mais de 4m de altura) foi resolvido por Gustave Eiffel, craque no assunto, que criou uma estrutura capaz de aguentar o pesado revestimento de bronze.

Antes de fazê-la na dimensão definitiva, Bartholdi construiu modelos menores da Estátua da Liberdade, um dos quais pode ser visto na Île des Cygnes, no rio Sena, em Paris.

No pedestal neoclássico construído pelo arquiteto americano Richard Morris Hunt em cimento armado e granito, que tem praticamente a altura da estátua, funciona um museu que conta a história da construção do monumento.

Após o 11 de setembro

O pedestal é a única parte visitável da Estátua da Liberdade. Mas em razão de sua altura, do andar superior do pedestal já se tem uma ótima vista de Nova York. O próprio trajeto de barco de cerca de 15 minutos é bem interessante e permite apreciar tanto a Estátua da Liberdade vista do mar como o skyline de Manhattan.

Como visitar a Estátua da Liberdade

Os barcos para visitas à Liberty Island e à Ellis Island partem de Battery Park South, de julho a setembro das 8h30 às 15h30, a cada 30 minutos, e nos demais meses do ano, das 9h30 às 15h15, a cada 45 minutos. Evite levar consigo pacotes e bolsas volumosas.

Página oficial da Estátua da Liberdade

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Metropolitan Museu of Art, New York - Foto Barão
Metropolitan Museu of Art, New York – Foto Barão

Metropolitan Museum of Art (Met)

Localização do Metropolitan Art Museum

Um dos mais importantes museus do mundo

Esse museu, apelidado carinhosamente de Met, só pode ser comparado ao Louvre de Paris e ao British Museum de Londres. O Met possui um dos maiores acervos de mundo de pinturas norte-americanas e de diversos países, de diferentes épocas, esculturas, arte decorativa, arte clássica antiga, oriental, egípcia etc. Da Pré-História até os dias de hoje, tudo o que o homem concebeu como artes plásticas você encontra no Met.

Acervo mais de dois milhões de peças

Mantido com fundos privados e coleções doadas por famílias milionárias como os Rockefeller, Morgan, Altman, Astor e Lehman, o Met tem dinheiro e isso ajuda muito. O museu conseguiu reunir um extraordinário acervo de mais de 2 milhões de peças. Por isso mesmo, nem sonhe em “reservar uma tarde para conhecer todo o Metropolitan”. Se olhasse por 8 horas diárias durante apenas 30 segundos para cada peça, você precisaria de mais de um mês para conseguir ver todas… Portanto, a primeira coisa é decidir o que você deseja ver. Há no saguão principal, logo na entrada, uma central de informações. Como o museu é gigantesco, com vários andares e um sem-número de salas, o melhor é perguntar onde fica o que você quer ver. O museu tem um site muito bem organizado e mesmo que seu inglês não seja dos melhores, dá para dar uma navegada, ver fotos das peças e obter informações sobre sua localização. Veja mais informações no final do post.

Vídeo sobre o Metropolitan Art Museum

Um museu bem projetado

Felizmente, o Met não apenas possui um fabuloso acervo mas também é um dos museus melhor projetados do mundo, com excelente iluminação, peças bem expostas e espaços agradáveis, onde é possível dar uma parada e tomar fôlego. Se houver diversas obras que você deseja ver situadas em salas diferentes, estude com calma o mapa do museu que lhe será fornecido quando comprar o ingresso e organize um itinerário lógico. O museu é dividido em seções.

As coleções

O Metropolitan Museum of Art é um dos maiores museus do mundo, comparado ao British Museum e ao Louvre. De fato, são tantas seções sobre temas ou mais variados que é difícil ver tudo num mesmo dia. Talvez vocês seja obrigado  a escolher o que mais lhe interessante e ficar nisso. Conheça as diferentes coleções do Metropolitam Museum of Art

Dicas para visitar o Met
  • Se um dos seus principais interesses de sua viagem a Nova York é visitar o Met, procure viajar durante a baixa estação. Mais de 5 milhões de pessoas visitam o Met anualmente e, na alta temporada, são grandes as chances que um grupo de excursionistas vindo da Alta Ezogobóvia se coloque na frente daquele Rembrandt que você sempre sonhou conhecer.
  • Como a visita ao Met é demorada, chega um momento em que você precisa dar uma parada para descansar as pernas, comer e beber. Para isso existem no museu restaurante self-service, bar e cafés. Uma ótima escolha quando o clima permite, entre maio e outubro, é o Roof Garden Café, no último andar do Met, com vista linda do Central Park.
  • O Met aceita CityPass; é um bom meio de se livrar de filas e economizar.
  • Modere-se na “bagagem”. Não é permitido entrar no museu com mochilas, malas, pacotes, sacolas, bolsas nem guarda-chuvas. Para guardá-los existe uma chapelaria que, porém, não aceita objetos muito grandes. Se pensa em fazer compras no mesmo dia, visite o museu antes.
  • Fotografias sem uso de flash são permitidas, mas é proibido filmar dentro do museu.
  • O Met é acessível a cadeirantes e há entradas no nível da rua na 5th Ave. e na 81st St.
  • O museu abre todos os dias da semana. Fecha apenas em alguns dos principais feriados.
  • Antes de ir, selecione o que ver no site www.metmuseum.org (escolha o idioma Português e clique em Coleção).
Essas coisas acontecem…

As civilizações que se desenvolveram na Mesopotâmia alguns milênios antes de Cristo foram das mais importantes da Antigüidade. Caso você tenha alguma dúvida quanto a isso, poderá constatar ao vivo as qualidades dos sumérios, acádios, hititas, babilônios, assírios e persas pelo material reunido pelo Met. Um riquíssimo acervo sobre essa civilização encontrava-se no Museu de Bagdá quando o país foi invadido por tropas norte-americanas. Na época, o então Secretário de Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, mandou que os soldados defendessem os poços de petróleo, mas não deslocou um só homem para proteger esse museu, que foi alvo da cobiça de ladrões. Questionado pelos meios culturais americanos e de outros países, horrorizados com a pilhagem de um patrimônio que, afinal, é de toda a humanidade, Rumsfeld, com sua habitual sensibilidade, retrucou: “Nas guerras, essas coisas acontecem…”

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Broadway, New York
Broadway, New York

Shows Broadway

Por Matthew Thomas

Um dos grandes interesses da vida noturna para quem visita Nova York são os famosos musicais da Broadway.
Primeiramente, é preciso saber que há musicais de diferentes categorias. Off-Broadway, por exemplo, são encenações de baixo orçamento (em termos norte-americanos…), produzidas por profissionais, mas exibidas em pequenos teatros. Por não contarem com muitos recursos financeiros, fazem sucesso entre o público mais alternativo, justamente por adotarem um estilo mais livre e criativo.

Mapa da Broadway

Pegue o extremo oposto e você terá o musical tradicional nova-iorquino, com mais brilho e perícia cênica do que em qualquer corte real européia. E como diferenciar a nata dos musicais dentre tantos que são exibidos na Broadway? Fácil, são aqueles que estão há mais tempo em cartaz. Os top five são The Phantom of the Opera (encenado mais de 7.750 vezes e ainda em cartaz), Cats (7.485 apresentações), Les Miserables (apresentado 6.680 vezes), A Chorus Line (6.137 encenações) e Oh! Calcutta! (encenado 5.959 vezes). Compondo o top ten estão Beauty and the Beast, Rent, Chicago, Miss Saigon e The Lion King.

Embora rostos e nomes estejam sempre mudando na Broadway, há musicais atualmente em cartaz que têm sido muito aclamados pela crítica.
Chicago Ambientada na Chicago dos anos 1920, o musical conta a história de Roxie Hart, uma ambiciosa atriz disposta a tudo para fazer sucesso no show business. No Ambassador Theater <end./> 219 W 49th St.  www.chicagothemusical.com

Hairspray Conta a história de Tracy Turnblad, uma adolescente gordinha da década de 1960 que exagera no laquê e é apaixonada por dança. Tracy começa a viver um conto de fadas quando consegue participar de um programa de TV em Baltimore e mostrar suas habilidades. No Neil Simon Theatre 250 W 52nd St. www.hairspraythemusical.com

Mamma Mia!

Sophie Sheridan vai se casar e quer que o pai a conduza ao altar. Porém, um pequeno detalhe: ela não conhece o pai e sua mãe se recusa a contar detalhes do passado. Bisbilhotando o diário da mãe, Sophie encontra o nome de três homens e os convida para a cerimônia a fim de tentar descobrir se algum deles é seu pai. No Winter Garden 1634 Broadway  www.mamma-mia.com

The Lion King

É a versão da Broadway para Rei Leão, o conhecido desenho animado da Disney sobre o árduo trajeto percorrido por um filhote de leão para chegar à idade adulta e se transformar no rei da floresta. No Minskoff Theatre 1515 Broadway <comp./> disney.go.com/theatre/thelionking

The Phantom of the Opera

Um dos maiores clássicos da Broadway. O fantasma que esconde sua repulsiva aparência atrás de uma máscara e assombra a Opéra parisiense apaixona-se por uma das atrizes e a ajuda a se tornar uma estrela. Porém, quando a pupila rejeita o seu amor, uma série de assassinatos é desencadeada. No Majestic Theater 247 W 44th St. www.thephantomoftheopera.com

Stomp

Uma produção originalmente inglesa que, ao contrário dos demais musicais, não possui uma história como pano de fundo. Trata-se de uma série de atos durante os quais o grupo formado por oito atores produz incríveis seqüências de sons e ritmos a partir de objetos do cotidiano. No Orpheum Theater <end./> 126 2nd Ave.  stomponline.com

Wicked

Na Terra de Oz, muito antes da pequena Dorothy e seu cachorrinho aparecerem por lá, já viviam Elphaba e Glinda, duas meninas que mais tarde se tornariam a Bruxa Má do Oeste e a Bruxa Boa do Norte, respectivamente. Wicked é a versão do livro de mesmo nome que conta, entre outras coisas, como e porque Elphaba tornou-se má. No Gershwin Theatre 222 W 51st St.  www.wickedthemusical.com

Em 2008, o Brasil e a Broadway presenciaram algo inédito no Tony Awards, cerimônia que prestigia a cada ano tudo o que de melhor passou pelos palcos: o brasileiro Paulo Szot recebeu o prêmio de melhor performance de ator principal por sua atuação em South Pacific, musical de Rodgers e Hammerstein.

Quem tem dificuldade para compreender o inglês cantado nos musicais não precisa se preocupar, pois agora existe o ShowTrans. O aparelho não traduz palavra por palavra, mas fornece informações detalhadas sobre os enredos em diversas línguas, inclusive o português. O ShowTrans, cujo aluguel custa US$ 10, é ativado automaticamente pelas luzes do teatro. Agora, então, você pode escolher que musical assistir e entender o que acontece no palco, ao invés de apenas ver um bando de gatos dançando para lá e para cá…

Importante: Antes de viajar veja a programação da semana no site de turismo da prefeitura de Nova York

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Empire State building, New York, foto Barão
Empire State building, New York, foto Barão

Cento e vinte milhões de visitantes por ano

O Estado-Império

Seu nome, aliás, vem do apelido de Nova York: “o Estado-Império”. Seus dois observatórios, um no 86° andar e o outro no 102°, já receberam quase 120 milhões de visitantes. Até a construção do World Trade Center, o Empire State foi o edifício mais alto da cidade e voltou a sê-lo após os atentados de 11 de setembro de 2001. Hoje é ainda um dos maiores do mundo.

Localização do Empire State Building

Estilo Art Déco

Construído na década de 1930 em estilo Art Déco, o Empire State é resultado da rivalidade de dois empresários milionários, John Jakob Raskob, da General Motors, e Walter Chrysler, da Chrysler Corporation, que disputaram a construção do edifício mais alto do mundo. Pode parecer “coisa de americano”, mas não é. Na Itália medieval, cada cidade já tentava fazer o campanário de sua igreja mais alto do que a do vilarejo vizinho. Coisa de ser humano…

O edifício começou a ser levantado em plena Recessão de 1930

Apesar do péssimo momento escolhido, em que os EUA estavam mergulhados na Grande Depressão provocada pela queda da bolsa de Nova York em 1929, Raskob iniciou os trabalhos em janeiro de 1930. A construção tomou apenas um ano e 45 dias. Somada ao custo do terreno em um dos locais mais nobres de Nova York, consumiu 41 milhões de dólares. Por um lado, a Depressão ajudou Raskob, que se beneficiou da queda dos preços do aço, do cimento e de outros materiais de construção e do barateamento da mão-de-obra. Os operários, pobres diabos, arriscavam suas vidas pendurados em andaimes a centenas de metros do solo, dando graças a Deus por terem arranjado emprego.

Por esses fatores, a construção do prédio progrediu no incrível ritmo de quatro andares e meio por semana e custou aproximadamente a metade do previsto. O reverso da moeda foi que ninguém tinha condição financeira de se instalar no sofisticado edifício, que acabou apelidado de Empty (“vazio”) State Building e foi vendido em 1951 por um valor que não cobriu sequer os custos de sua construção.

Vídeo sobre o Empire State Building

Cinquenta e sete e meio milhões de dólares

Seu atual proprietário pagou 57,5 milhões de dólares pelo edifício Depois disso o edifício passou por várias mãos, até ser comprado pelo seu atual proprietário, Peter Malkin, um homem de negócios que pagou por ele a “modesta” soma de US$ 57,5 milhões de dólares. No Empire State trabalham hoje 15 mil pessoas. Sua administração emprega 250 funcionários, muitos dos quais empenhadas em cuidar do sistema de iluminação, cujas cores variam conforme acontecimentos marcantes e datas festivas. No dia 11 de setembro, o topo aparece iluminado com as cores da bandeira dos EUA.

A homenagem a Sinatra

Quando Frank Sinatra faleceu, em maio de 1998, o topo ficou azulado em homenagem aos famosos blue eyes do cantor. Anualmente, no Dia de St. Patrick, as luzes são verdes, cor da Irlanda; na época do Natal, as luzes são vermelhas, brancas e verdes, e assim por diante. Caso você esteja em Nova York no dia 7 de setembro, poderá ver as cores da bandeira brasileira iluminando o céu da cidade. Quando nada de especial está acontecendo, as cores são brancas, e nas épocas de migração de pássaros, as luzes são apagadas para não desorientar as aves. Para consultar a programação das cores que iluminarão o topo do Empire State Building enquanto você estiver em Nova York, entre no site www.esbnyc.com e clique em Lighting Schedule.

Os quinze minutos de fama

Anualmente, com participantes de muitos países é realizada uma corrida do térreo até o observatório do 86° andar. Haja fôlego! O recorde até o momento é de um australiano que, em 2003, subiu 1576 degraus em 9 minutos e 33 segundos. A corrida é um acontecimento autorizado, mas um prédio como o Empire State atrai todo tipo de aspirante a 15 minutos de fama: gente que deseja se aventurar. Assim, em abril de 1986, dois pára-quedistas ingleses conseguiram saltar do topo do edifício. Um deles foi preso e o outro escapou.

Quebrando regras: saltar de para-quedas do Empire tate Building

Em outubro de 1998 outros dois malucos saltaram do 86° andar e, no solo, simplesmente eclipsaram-se antes que a polícia aparecesse. Já em abril de 2006, Ray Corliss, outro pára-quedista, empregado do Discovery Channel, teve menos sorte: tentou saltar do alto do arranha-céu, mas foi detido antes que conseguisse fazê-lo. O inexplicável é que Corliss, apesar das severas medidas de segurança, reforçadas após o 11 de setembro, tenha conseguido entrar no Empire State Building com pára-quedas e equipamento de filmagem. O Discovery Channel negou qualquer implicação no caso.

Em 1994, o edifício foi escalado, sem nenhum equipamento, pelo francês Alain Robert, apelidado de Spiderman, que já fez a mesma proeza na Tour Eiffel – e no Edifício Itália, no centro de São Paulo, em janeiro de 2008.

O edifício favorito dos suicidas

Também há quem drible a segurança do Empire State com outras intenções: embora o resultado prático seja o mesmo, por algum motivo, certos suicidas não se contentam em se atirar do alto de um lugar qualquer. Querem fazê-lo em grande estilo e escolhem locais famosos para saltar para a morte. Apesar das grades de proteção, cerca de trinta pessoas já se atiraram do Empire State. Duas sobreviveram. Thomas Helms, aos 26 anos, saltou do 86° andar em 1977, mas não tomou impulso suficiente; caiu no beiral do andar de baixo. Para não passar pela mesma experiência, em 1979, Elvita Adams tomou impulso, mas uma forte lufada de ar jogou-a de volta para dentro do edifício. Quebrou apenas uma perna. As curiosidades em torno do Empire State não param por aí.

Eletricidade estática

A eletricidade estática no topo do edifício é tal que, quando o ar está bem seco, pode ser sentida quando você passa a mão sobre a grade de proteção. Comenta-se que provoca também choquezinhos nos lábios dos casais que se beijam ali. Confira pessoalmente.

A neblina em Nova York pode ser um problema

Em uma manhã de julho de 1945, o piloto de um bombardeiro americano que sobrevoava Nova York anunciou pelo rádio: “At the present time, I can’t see the top of the Empire State Building” (“Neste momento, não consigo ver o topo de Empire State.”) Foram suas últimas palavras. Pouco depois, o aparelho colidiu com o 79° andar do edifício. Quatorze pessoas morreram. Entre as que escaparam está Betty Oliver, que despencou 75 andares no interior do elevador e sobreviveu. Foi para o Guinness, claro. Ao contrário do que aconteceu com as torres do World Trade Center, o Empire State não teve sua estrutura abalada, mesmo porque o bombardeiro era muito menor do que os Boeings que atingiram as torres gêmeas.

Melhor horário

O horário ideal para subir ao observatório é o final da tarde: você vê Nova York durante o dia, o por-do-sol e a noite. Do alto, dá para ver as pontes que ligam Manhattan ao continente, o Central Park, a Estátua da Liberdade e toda a Big Apple. Só a neblina pode estragar a festa. Por isso mesmo, na entrada há um painel que indica a visibilidade no alto (idéia inteligente!). A indicação é em milhas (1 milha = 1,6 km). Quando ela for inferior a 10 milhas, a subida pode não valer tanto a pena.

O Empire State no cinema

Nenhum prédio do mundo foi cenário de tantos filmes É impossível esquecer a cena do clássico King Kong, filmado em 1933, em preto e branco, com o gigantesco macaco encarapitado no alto do prédio, sendo atacado por aviões bimotores. Saiba mais sobre os filmes rodados no Empire State

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Central Park, o grande oásis de Manhattan

Imagine um gigantesco oásis verde bem no centro de uma metrópole, ocupado por árvores, trilhas, gramados, pontes, lagos artificiais, pistas de patinação no gelo, reserva natural, zoológico e um dos principais museus do mundo. Isso existe: é o Central Park. Com a forma de um retângulo de 4,5 km por 800m, ele se estende verticalmente no meio da ilha de Manhattan, da 59th até a 110th Streets, ali chamadas respectivamente Central Park South e Central Park North. É ladeado a oeste pela 8th Avenue que, previsivelmente, ganha nesse trecho o nome de Central Park West, e a leste pela 5th Avenue (que, sabe-se lá por que razão, não é chamada Central Park East).

Mapa do Central Park

Inauguração em 1873

 O parque nova-iorquino foi inaugurado em 1873, depois de treze anos de obras que consumiram cerca de 500 milhões de dólares em moeda de hoje. Diversamente de outros grandes parques urbanos como o Bois de Boulogne ou o Ibirapuera, o Central Park não teve origem na preservação de mata nativa; foi inteiramente planejado pelos arquitetos Calvert Vaux e Frederick Olmsted, seguindo um projeto que conciliava as necessidades e os gostos da época. Se os lagos e o relevo do parque parecem naturais, cabe a eles o mérito.

Terreno pantonoso

Na realidade, o terreno desapropriado para a construção era em parte pantanoso e ocupado por grandes rochedos, que precisaram ser explodidos com dinamite. A tarefa de dragar os extensos pântanos ocupou mais de 30.000 operários, que trabalhavam 14 horas por dia, já que a jornada de 8h ainda não fora implantada, e centenas de animais de carga.

A implantação do parque

Aproximadamente 1600 pessoas viviam em povoados pobres naquela área, muitas das quais criavam cabras e porcos. Apesar da resistência dos moradores, acabou todo mundo expulso e as aldeias foram desmanteladas.
No terreno já prepararado, foram plantadas cerca de 500 mil árvores, abertos caminhos e construídos lagos artificiais. Em 1880, o prestigioso Metropolitan Museum of Art foi inaugurado do lado leste do parque, embora a fachada atual do edifício só tenha sido concluída em 1926.

Vídeo de turismo sobre o Central Park em New York

Os ricos e suas carruagens

Logo de cara, o Central Park atraiu os ricos que, para mostrar “quem era quem”, percorriam o parque em luxuosas carruagens. (Afinal, ainda não havia Mercedes nem BMWs!). Os não tão ricos e a classe média passeavam a pé mesmo, fazendo no Mall (a alameda central) o footing que se faz até hoje nas praças das cidades mais provincianas e nos shopping centers das maiorzinhas – que, não por acaso, em inglês também são chamados malls.

A decadência do parque

Porém, já no final do século XIX, em razão do desleixo das autoridades, o Central Park era um lugar perigoso e decadente, utilizado como depósito de lixo ou fonte de lenha para alimentar fogões e lareiras.

Em 1934, durante a gestão do prefeito LaGuardia, e nas décadas posteriores, o parque recebeu melhorias, mas continuou sendo inseguro a qualquer hora do dia. Ali agiam gangues, trombadões e até estupradores. Nas décadas de 1960 e 70, com o status de principal área verde da cidade, era escolhido para grandes manifestações, marchas pacifistas contra a guerra do Vietnã e eventos hippies, como se vê no filme Hair.

A tentativa de recuperação

Devido a pressões para que o parque fosse mais bem cuidado, finalmente em 1980 o prefeito Edward Koch atribuiu sua administração à Central Park Conservancy, uma espécie de fundação que obteve doações de ricos moradores das redondezas, como Jacqueline Kennedy Onassis.
Diversos grandes nomes da música mundial se apresentaram no Central Park ajudando, em muito, a revalorizar a imagem do lugar. Elton John foi o primeiro, em 1980. Em 1981, o histórico show da dupla Simon e Garfunkel reuniu no Central Park cerca de meio milhão de pessoas. Em 1983 foi a vez de Diana Ross, só para mencionar alguns exemplos.
Milhões de dólares coletados permitiram a restauração do parque, a introdução de melhorias e reformas no Belvedere Castle.

A questão da segurança

Com as severas medidas tomadas pela prefeitura no final do século XX contra a criminalidade, o parque ganhou policiamento próprio e tornou-se muito mais seguro. Uma centena de delitos (a maioria deles, de menor gravidade) ainda ocorrem a cada ano; é pouco se comparado ao que acontecia na década de 1970. Mesmo assim, à noite, mesmo atualmente, o parque não é lugar adequado para se passear, inclusive porque o policiamento vai apenas até as 21h.

25 milhões visitantes por ano

O Central Park tem recebido cerca de 25 milhões de pessoas por ano, dentre elas turistas e gente engravatada que trabalha nos arredores e se acomoda em seus bancos na hora do almoço para tomar lanche. Outros vão tomar sol, patinar, namorar, andar de bicicleta ou passear de barco.

Ao passear pelo parque, leve sua câmera para registrar cenários memoráveis, como a ponte que liga as duas margens do lago perto da Bethesda Fountain. Aliás, o parque é tão fotogênico e nova-iorquino que tomadas de ótimos filmes foram feitas ali. Se você é admirador de Woody Allen, deve se lembrar que o parque apareceu em Annie Hall (Noivo Neurótico, Noiva Nervosa), Everyone Says I Love You (Todos Dizem Eu Te Amo) e Hannah and Her Sisters (Hannah e Suas Irmãs), dentre outros. A criançada de todas as idades também vai se lembrar do ratinho Stuart Little e do baile que o garoto dá no trapalhão Joe Pesci e em seu comparsa em Home Alone II  (Esqueceram de Mim II) .

Principais atrações turísticas

O Central Park, além de ser uma enorme área de lazer, com lagos e muito verde é também local de shows, espetáculo e eventos (no verão normalmente) e possui um grande número de atrações para todas as idades. Saiba mais sobre as atrações do Central Park

Dica

Durante verão, quando o parque recebe o maior número de visitantes, são realizados diversos shows gratuitos.

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Anoitecer em New York, foto Barão
Vid noturna em New York, foto Barão

New York: onde sair à noite

A variedade de programas noturnos em Nova York é enorme. Há city tours, ótimos restaurantes, nightclubs animados pelos mais badalados DJs para dançar até o sol raiar, teatros, os famosos musicais da Broadway, casas de jazz, óperas na Metropolitan Opera House, shows de música, pubs com centenas de tipos de cervejas, bares em funcionamento há mais de dois séculos, botecos latino-americanos onde se pode ouvir bossa nova, samba ou ritmos caribenhos… E esses são só alguns exemplos!
Há desde lugares “para ver e ser visto” até cafés super informais onde se toma um aperitivo numa mesinha na calçada.

Mapa de New York

Tem Nova York para todo mundo

 Cada bairro possui uma personalidade bem particular e isso se reflete na vida noturna. Por exemplo, em Greenwich Village, há um grande número de bares e danceterias voltadas para o público GLS, mas o bairro também atrai heterossexuais. O SoHo tem um perfil sofisticado, o East Village é mais descontraído e assim por diante.
Em Nova York, poucos bares têm longa vida. Por isso, selecionamos lugares mais consolidados, evitando os “sucessos do momento” que, possivelmente, daqui a poucos meses estarão fechados e esquecidos.

Nova York tem suas tribos

Considere que danceterias, casas noturnas e certos bares não são direcionados a turistas, mas aos nova-iorquinos, e cada qual tem o seu público, que se veste de uma determinada forma e adota uma “ideologia existencial” facilmente identificável.
Não se trata de estar “bem vestido”. Na porta há leões-de-chácara (bouncers) que identificam e barram os outsiders e quem não combina com o ambiente. Você pode vestir seu paletó Hugo Boss e ser barrado se tiver 50 anos e tentar entrar numa boate dark onde toda a moçada se veste de negro, tem uma corrente pendurada no nariz e usa cabelos pintados de verde. Em outros lugares, como o Campbell Apartment, você não entrará se estiver vestido de modo desleixado.
O importante é estar de acordo com a faixa de idade, o comportamento e o visual dos freqüentadores; pertencer – ou pelo menos aparentar pertencer – à mesma tribo. Sioux não entram em festa de apaches e ponto final. Discutir ou tentar subornar o porteiro é pior ainda.

Dicas para evitar ser barrado

1) Tenha consigo seu passaporte. Sem ele você não entra em lugar algum, mesmo que o porteiro já o conheça. Até os habitués têm que mostrar documento de identidade.
2) Dê uma passada pelo local (antes de meia-noite não adianta), repare no público na porta e volte no dia seguinte com o look certo (deve haver em Nova York lojas que vendem rabo de cavalo postiço para homens que buscam um look underground…). Outra idéia é dar uma olhada no site dos estabelecimentos que indicamos e estudar se a tribo que freqüenta o local tem a ver com você.
3) Se você tem amigos por lá que já conhecem as manhas, vá com eles.
4) Muitos desses bares e boates também têm restaurantes. Fazer uma reserva para jantar é uma boa maneira de escapar do filtro.
5) Chegue cedo, quando a casa ainda não começou a encher, pois quanto mais lotado fica o lugar, mais seletivos os porteiros se tornam.
6) Tudo fica mais fácil se você, sendo homem, estiver acompanhado de sua namorada ou de sua esposa. Se tiver mais uma mulher bonita com vocês, fica ainda mais fácil. Um grupo de homens sem mulheres provavelmente será barrado. Já um grupo de mulheres bonitas e desacompanhadas será praticamente sugado para dentro da boate.
7) Não tem nada demais ser turista, mas não chegue a uma boate usando tênis e com máquina fotográfica na mão. É pedir para ser barrado.
8) Se conseguiu entrar, evite aborrecimentos. Algumas tribos mais radicais, mesmo que se vistam para chocar e épater les bourgeois, odeiam que curiosos invadam sua praia e, mais ainda, que fiquem tirando fotos.
9) Seja educado, evite intimidade com porteiro, não fique dando explicações nem puxe papos furados.
10) Danceterias têm filtro mais rigoroso que bares.

O efeito mariposa

Estudiosos do assunto garantem que a quantidade de mulheres bonitas em qualquer ambiente tem sobre o público masculino um efeito semelhante ao da luz sobre as mariposas. Obviamente, não pode haver um excesso de “mariposos”. O filtro serve também para isso: homens demais “queimam” o estabelecimento (exceto, é óbvio, se for um local gay).
Se for barrado, paciência. Não dê bola, procure um outro local e não deixe que detonem seu ego. Considere que você é um ser evolutivamente mais avançado do que o público que freqüenta o lugar. Se sobrarem seqüelas morais, na volta ao Brasil você liga para seu analista.

Importante

Em Nova York, não se vendem bebidas alcoólicas a menores de 21 anos. Para entrar em bares, casas noturnas ou outros lugares que servem bebidas alcoólicas (exceto restaurantes), você precisa mostrar seu passaporte para provar que é “maior de idade”. Mesmo que tenha cabelos brancos!

A gorjeta em bares é de US$ 1 por drink.

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