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O Chile essencial

Chile essencial deve ser separado por regiões. Mesmo assim, indicar o básico a ser visitado no Chile não é tarefa fácil. Aliás, basta olhar o mapa: as atrações ficam a milhares de quilômetros umas das outras. Por razões climáticas, a época perfeita para se conhecer o norte do Chile não é ideal, por exemplo, para visitar a Patagônia.  Chile essencial deve ser também separado por regiões.
Vamos dividir o país em macrorregiões segundo o interesse turístico de cada uma, considerando que nem sempre em uma só viagem você poderá visitar tudo o que existe de mais interessante no país andino. O avião quebra um galho, é claro, mas não se trata só de distâncias, mas de clima, frio, chuva e de seu próprio interesse pelo tipo de atraçõse oferecidas por cada região chilena.

Mapa do Chile

Centro do Chile

Basicamente, o centro do Chile corresponde à região de Santiago e o Vale Central. As principais atrações são a própria cidade de Santiago, que tem regiões bem interessantes, vida noturna e boa gastronomia. Bem próximo de Santiago ficam as vinícolas, abertas à degustação e que podem ser visitadas. Próximas de Santiago ficam também as estações de inverno, bonitas em qualquer época do ano, embora a maioria dos brasileiros queiram praticar esportes de inverno ou simplesmente “ver neve”.

Muita gente não curte frio excessivo e não pretende esquiar. Por isso mesmo opta para visitar as estações de inverno em qualquer época do ano. A primavera, com suas paisagens floridas e o outono, com seus tons amarelo-avermelhados, são épocas muito bonitas nas montanhas próximas a Santiago.

Fazem igualmente parte da região central do Chile Viña del Mar (a praia dos chilenos)  Valparaíso, a terra de Pablo Neruda e Concepción.

Norte do Chile

La Sereña, Valle del Elqui, Deserto do Atacama.
Ilha de Páscoa
A ilha, denominada na língua local de Rapa Nui.

Sul do Chile

Chillán, Região dos Lagos, Chiloé
Puerto Montt, Chiloé, Puerto Varas, Valdívia, Pucón, Osorno, Villarica.
Patagônia e Terra do Fogo
Torres del Paine, Puerto Natales e suas geleiras, Puntas Arenas.

Informações práticas

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Melhor época

Veja a melhor época para ir ao Chile

 

Sumário do guia GTB Chile Online  •  Índice remissivo do guia GTB Chile

Para entender o Chile

Mapa do Chile

O Chile, um país com menos de vinte milhões de habitantes, na costa ocidental da América do Sul, possui uma geografia curiosa: é uma faixa de terra entre o Oceano Pacífico e a Cordilheira dos Andes, mais alta no norte do país. Com quase 4.200 km de comprimento, seu território se estende de 30º a 90º de latitude sul, entre os paralelos 17 e 56, mas tem apenas 180 km de largura média, no sentido leste-oeste. (Na desembocadura do rio Choapa, essa largura é de apenas 90 km!)

Climas de extremos

Por isso mesmo, o país possui um clima de extremos: é seco e quente no norte, temperado no centro e frio e chuvoso no sul. Como, além disso, o Chile possui altas áreas montanhosas e outras a poucos metros do nível do mar, as paisagens chilenas são muito variadas, com desertos, picos do período Terciário, lagos, rios de montanha, geleiras e praias.

As ilhas

 Fazem parte do território chileno a Ilha de Páscoa (Rapanui), o arquipélago de Juan Fernández e as ilhas San Félix, San Ambrosio, Salas e Gómez.

As fronteiras

A leste, a nação andina limita-se com a Argentina (uma fronteira de 3.500 km!), a nordeste com a Bolívia e ao norte com o Peru.

AS quinze regiões administrativas

Arica y Prinacota (capital: Arica); Taracapá (capital: Iquique); Antofagasta (capital: Antofagasta); Atacama (capital: Copiacó); Valparaíso (capital: Valparaíso); Metropolitana (capital: Santiago); O’Higgins (capital: Rancagua); Maule (capital: Talca); Biobío (capital: Concepción); Los Lagos (capital: Puerto Montt); Aysén (capital: Coyhaique); Magallanes (capital: Punta Arenas). Não confunda as regiões administrativas com as divisões geográficas: Norte Grande, Norte Chico, Vales Centrais, Região dos Lagos e Chiloé (sul do país), Patagônia e Terra do Fogo (extremo sul).

A geografia chilena

O norte do Chile

 É árido, dominado pelo Atacama, considerado o deserto mais seco do mundo.

A região central

O Centro do Chile tem vales férteis, perfeitos para o cultivo de frutas, principalmente da uva, o que faz do Chile um dos grandes produtores mundiais de vinho.

A Patagônia

Já mais ao sul, na Patagônia, onde os Andes são mais baixos e o Atlântico é mais próximo, a umidade é maior. O extremo sul – a Patagônia e a Terra do Fogo – são regiões geladas, sujeitas a nevascas durante vários meses do ano, do final do outono ao começo da primavera. Na chamada Patagônia Andina, você irá se deparar com paisagens de cartão postal: lagos e vulcões com picos nevados o ano todo, florestas, lagos e geleiras milenares. Uma boa porção do sul do país, a partir de Puerto Montt, é fragmentado em milhares de ilhas de todos os tamanhos.

A Terra do Fogo

A Terra do Fogo, o extremo sul da América do Sul, é constituída por uma grande ilha (a Isla Grande de Tierra del Fuego) e um grande número de ilhotas. A corrente marítima de Humboldt, de águas frias, acompanha a costa chilena de norte a sul e interfere no clima. Por isso mesmo regiões bem ao norte, com latitudes semelhantes ao Rio de Janeiro, por exemplo, são bem mais frescas do que as do litoral carioca. Assim, o Chile possui praias ensolaradas, mas a água é sempre fria.

A economia chilena

País rico em minérios, um dos grandes produtores mundiais de cobre, o Chile é também um importante exportador de pescado, frutos do mar, vinhos, que são quase sempre excelentes, e frutas.

A distribuição da população 

Apesar da importância do setor agrícola e minerador, mais de 80% dos chilenos moram em cidades. Quase 3/4 da população habita o centro do país.
Um triunfo chileno é a alta taxa de alfabetização de sua população: apenas 4% dos chilenos não sabem ler.

Desenvolvimento sustentável e igualdade social

O país está investindo pesado na industrialização e modernização de sua infraestrutura, visando garantir um desenvolvimento sustentável, e tem uma das mais altas taxas de crescimento da América Latina. Mas a desigualdade social é, como no Brasil, gritante: um grande número de chilenos vive em favelas, enquanto a renda dos mais ricos vem crescendo. Essa desigualdade social aumentou muito durante a ditadura de Pinochet. Em 1990, quando o país retornou à normalidade democrática, quase 40% dos chilenos viviam abaixo da linha de pobreza. Ainda hoje, uma igual porcentagem de chilenos não tem nenhum tipo de seguro social.

Informações práticas

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Melhor época no Chile

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O Chile em imagens

A melhor maneira de saber se um destino turístico lhe interessa é ver imagens do lugar.

Selecionamos os  fotos de pontos turísticos de maior interesse turístico no país: conheça o Chile em imagens.

Mapa do Chile

O Deserto do Atacama

O Deserto do Atacama é considerado o mais seco do mundo. Além de dumas, possui formações rochosas incomuns, sobretudo no Valle de l Muerte, onde existem também  e lagunas salgadas onde vivem flamingos cor de rosa que se alimentam de músculos camarões, que conferem a cor rosada às aves.

O único centro urbano um pouco maior existente no deserto do Atacama é a cidadezinha de San Pedro de Atacama, o centro do agito, onde existem restaurantes lojinhas e hotéis. É De San Pedro de Atacama que partem as excursões para os vulcões, pra o Valle de La Muerte e para os espetaculares gêiseres a quase cinco mil metros de altitude, no Altiplano.

Veja informações e dicas para sua visita ao deserto do Atacama

Como ir, como visitar, informações, dicas

A Região dos Lagos

A região dos lagos é a um turismo tradicional para os chilenos de Santiago, muito dos quais possuem casas em Pucón, a principal cidade da região pu em lugares como Villa

Veja informações e dicas para sua visita à Pucón e região dos lagos, no Chile

Como ir, como visitar, informações, dicas

Torres del Paine

 Veja informações e dicas para sua visita à Torres del Paine

Como ir, como visitar, informações, dicas

A Patagônia chilena

 Veja informações e dicas para sua visita à Patagônia Chilena

Como ir, como visitar, informações, dicas

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Melhor época para sua viagem ao Chile

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Patagônia chilena e Terra do Fogo: o extremo sul do Chile

Uma região fria, mas com incríveis belezas naturais, glaciares e montanhas nevadas.

Mapa da Patagônia e Terra do Fogo chilena

Como ir para a Patagônia Chilena

Avião

O aeroporto mais próximo é o de Punta Arenas, a pouco mais de 4h de voo de Santiago. Calcule umas 3 horas de carro ou de ônibus até Puerto Natales. Outra possibilidade é via Argentina, passando por El Calafate, a 4h30 de viagem de Puerto Natales

Ônibus

Há vários ônibus por dia de Punta Arenas a Puerto Natales. (Tempo de viagem: 3h30).
Carro Há locadoras em Puntas Arenas e em Puerto Natales. A estrada de Punta Arenas até Puerto Natales (250 km) é bonita e tranquila.

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Onde se hospedar na Patagônia Chilena e em Santiago

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Melhor época

Do final da primavera até o começo do outono. O verão é, porém a época ideal, mesmo que a presença de turistas seja maior. Veja mais detalhes sobre a melhor época para ir ao Chile

Dê uma olhada no item “Bagagem“.

Video sobre o Sul do Chile

Atrações turísticas

A Patagônia e a Terra do Fogo correspondem ao extremo sul do país, uma região de rara beleza, onde o litoral chileno parece se dissolver em milhares de ilhas e ilhotas de todas as dimensões. Faz frio até no verão e o clima muda bruscamente. Ficam ali alguns dos mais belos parques nacionais chilenos e enormes campos de gelo formados há mais de 30 mil anos, como a Laguna San Rafael, que atrai visitantes do mundo todo.

Parque Nacional de Torres del Paine

Um dos mais extraordinários parques nacionais do planeta, onde você verá lagunas de tons verde esmeralda, tendo ao fundo os picos das famosas torres que deram nome ao lugar, ou irá se deparar com rebanhos de guanacos selvagens e com uma enorme geleira. É um lugar para se fazer trekking, andar a cavalo ou, se preferir, circular de automóvel pelo parque, visitando seus diversos lagos e lagunas.

Puerto Natales

– No litoral, é uma cidadezinha encantadora de casinhas de madeira coloridas. É dela que partem diariamente os barcos que levam os turistas até as geleiras. Puerto Natales

Glaciar Serrano e o Glaciar Balmaceda, que podem ser vistos de perto.

Terra do Fogo

É constituída pela Isla Grande de la Tierra del Fuego, uma ilha metade chilena, metade argentina (capital Ushuaia), várias ilhotas e uma área no extremo sul do continente americano. De sua capital, Punta Arenas, partem excursões que percorrem o Estreito de Magalhães, onde se podem avistar toda sorte de animais marinhos, gigantescas colônias de pinguins e até caminhar perto das aves. Mais ao sul ainda fica a Laguna San Rafael, acessível por excursão.

Página introdutória do Chile, com link para o país todo: Chile, informações e dicas

O Chile em imagens

Maquina fotografica

 Álbum fotográfico com dezenas de fotos do Chile separadas em slide-shows  sobre a as regiões mais interessantes do país.
Ver imagens do Chile

Moais, Ilha de Páscoa
Moais, Ilha de Páscoa

Ilha de Páscoa, uma ilha que guarda muitos mistérios

Ninguém sabe direito explicar como foi colonizadas, o que provocou sua decadência…

Mapa da Ilha de Páscoa

Como ir

 Avião

Só a companhia LAN Chile voa para a Ilha de Páscoa. Há dois voos por semana e quase sempre lotados. Reserve com antecedência. A passagem é cara. Se você for para lá do Brasil, procure utilizar a LAN Chile também de São Paulo a Santiago, onde você terá que trocar de avião. Sai mais barato. (Tempo de viagem: 5 horas). O aeroporto Mataveri fica ao lado de Hanga Roa, a única cidade da ilha.

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Onde se hospedar na Ilha de Páscoa

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Melhor época

O clima na Ilha de Páscoa é subtropical úmido; as estações correspondem às brasileiras. As chuvas são regulares, o que significa que sempre pode chover, mas que mesmo nos períodos mais úmidos as chuvas nunca são excessivas. Maio é o mês mais chuvoso. Setembro e outubro, os mais secos. A temperatura média anual é de 20º C.

Hospedagem

Escolha e reserve seu hotel na Ilha de Páscoa

Atrações turísticas

Páscoa, uma ilha misteriosa longe de tudo

A Ilha de Páscoa, ou Rapanui, como é conhecida por seus habitantes, é um dos lugares mais isolados do planeta. Fica no meio do Oceano Pacífico, entre o Chile (3.750 km) e o Taiti (4.100 km). Suas praias selvagens são bonitas, mas não se comparam às do Caribe e nem mesmo às do Nordeste brasileiro. Apesar disso, a ilha é famosa em razão de suas misteriosas estátuas de pedra, conhecidas como moais, de pé nas encostas das montanhas. A ilha possui forma triangular e tem menos de 170 km quadrados, com um comprimento de apenas 23 km, por 12 km de largura.

O povo rapanui tem um tipo diferente dos chilenos do continente, brancos ou de origem índia. A teoria mais aceita é que essa população de origem polinésia tenha desembarcado em Páscoa há mais ou menos mil e quinhentos anos. Quando olhamos no mapa a longa travessia realizada em frágeis embarcações, orientando-se apenas pelas estrelas, chegamos a duvidar que isso tenha sido possível.

Hanga Roa

A única cidade da ilha é Hanga Roa, onde estão situados quase todos os serviços: hotéis, restaurantes, agências de viagem, locadoras de veículos, restaurantes e mercados. Hoje, além da população local, vivem em Hanga Roa muitos chilenos do continente e o espanhol é mais utilizado do que a língua local. Repare no tipo físico nativo, diferente dos chilenos do continente, brancos ou mestiços.
A maior parte de seu território é recoberto por vegetação rasteira. As poucas árvores – eucaliptos e coqueiros, vieram do continente.

Os misteriosos moais

A principal atração de Páscoa, que interessa aos visitantes do mundo inteiro são suas famosas e gigantescas estátuas de pedra, os moais, destinadas provavelmente a honrar os espíritos dos ancestrais de cada clã. Sabe-se que existem aproximadamente 900 e que foram esculpidos por volta do ano 800 da Era Cristã e que as tribos que habitavam a ilha competiam para ver quem construía os maiores. Os mais altos têm quase dez metros de altura e pesam mais de setenta toneladas.

L’ahua Tahai

Sítio arqueológico mais próximo de Hanga Roa, junto do mar, após o cemitério. Nele há dois moais, sendo um deles o mais completo da ilha, com o pukao um curioso chapéu sobre algumas das esculturas e olhos de corais, que foram arrancados na maioria dos outros moais de Pascua.

Museo Antropologico Sebastián Englert

End. Fica ao norte de Hanga Roa, junto do centro cerimonial de Tahai. Nos finais de semana abre das 9h30 às 12h30. O museu guarda uma importante coleção de peças arqueológicas reunidas durante três décadas pelo padre Sebastián Englert. O acervo é composto por estatuário, plaquetas com misteriosas inscrições rongorongo e diversas armas de obsidiana, além de um raro moal feminino.

Vulcão Rano Kau

Não é necessário ser um atleta para subir até a cratera, mas um mínimo de condicionamento físico é recomendável, sobretudo para aqueles turistas mais idosos. Também não é preciso se preocupar com o risco de alguma erupção inesperada: o vulcão está morto há 10.000 anos! Sua caldeira tem uma largura aproximada de 1.600 m e 200 m de profundidade. Nela existem pequenos lagos parcialmente ocupados por totora, um tipo de junco aquático. Até 1973 as pessoas iam com cavalos e tonéis para buscar água dentro da cratera. Imagine a trabalheira! Após alguns acidentes as autoridades da ilha proibiram os turistas de descer até o lago.

Vila de Orongo

No extremo oeste de Rapanui. É um centro cerimonial aos pés do vulcão Rano Kao. Sabe-se que o sítio é dedicado ao culto do homem-pássaro, uma tradição do século XVI, destinada a homenagear os ancestrais de cada tribo. A vila, situada no alto de uma falésia, comporta três complexos de ruínas arqueológicas.

Rano Raraku

Vulcão de onde eram extraídos os blocos de pedra para a fabricação dos moai. Esse é um dos sítios de Rapa Nui onde há maior concentração de moais – cerca de 400. Arqueólogos consideram que o lugar era o principal centro de fabricação das estátuas, construídas com rochas vulcânicas. Muitas foram encontradas parcialmente esculpidas ou prontas, sendo transportadas para outro local, onde eram erguidas.

Ahu Moai

Nesse sítio se concentram cerca de 300 altares conhecidos com ahu. Infelizmente a maioria está destruída pelo tempo e pela ação do homem.

Ko Te Riku

  O sitio arqueológico mais completamente restaurado. Fica na aldeia de Hanga Roa. Podem-se ver plataformas com moais. Ao lado há um mole construído inteiramente de pedras.
Ahu Tongariki O lugar, próximo a Rano Raraku (olhe o mapa para entender), além de suprender por sua beleza natural, possui 15 esculturas em pé, cuidadosamente restauradas pelo arqueólogo Claudio Cristino.

Ahu Nau Nau praia de Anakena

Essa praia de areia fina é uma das mais belas da ilha e é uma das raras que conserva seus coquerais. Nela há sete estátuas restauradas nos anos 1970 pelo arqueólogo Sergio Rapu, natural da ilha. Seus moais despertam a atenção em razão de algumas curiosidades, como tatuagens, chapéu (pukao) e vestimentas. Um olho encontrado no local está em exposição no museu arqueológico da ilha.

Ahu Vinapu

Perto do aeroporto. A curiosidade de seu ahu, a plataforma de oferendas, é o ajuste das pedras, que lembram as construções incas. Essa característica fez alguns arqueólogos desconfiarem de alguma ligação entre o povo rapanui e tribos andinas.

Gruta de Te Pahu

No caminho do ahu Te Peu, essa caverna, de formação vulcânica, tem cerca de 300 m de comprimento. Alguns pontos do teto desabaram, permitindo a entrada de alguma luminosidade (apesar disso, se for visitá-la, traga uma lanterna).

Ana Kai Tangata

  A caverna de Ana Kai Tangata fica junto do aeroporto e muito próxima de Hanga Roa. No teto existem pinturas estilizadas de andorinhas. Infelizmente, muito mal conservadas. Mal dá para perceber do que se trata. Alguns arqueólogos acham que as pinturas têm a ver com o culto ao homem-pássaro.

Mercado Artesanal de Hanga Roa

Em frente à igreja Sagrado Corazón. É o único centro importante para comprar artesanato local: reproduções de inscrições rupestres, miniaturas de moais conhecidas como rongorongo, tecidos, colares feitos de conchas etc.

Petroglifos de Papa Vaka

  Aos pés do vulcão Poike (há uma placa com indicação). É possível distinguir alguns dos desenhos esculpidos na pedra, como um tubarão, um atum ou uma canoa. Esses são os mais importantes petroglifos descobertos na ilha.

O Chile em imagens

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Laguna San Rafael, Chile
Laguna San Rafael, Chile

Laguna San Rafael, uma aventura no frio

A Laguna de San Rafel no extemo sul do Chile é um dos lugares mais isolados da Terra, mas de rara beleza.

Mapa da Laguna de San Rafael

Como ir à Laguna San Rafael

A Laguna San Rafael é um dos lugares mais isolados do planeta e de acesso particularmente difícil e caro. Para visitar o parque é preciso pegar uma excursão ou um cruzeiro marítimo. Operadoras de turismo em São Paulo, em Santiago ou em Puerto Montt oferecem ambas as opções.

Excursão

Implica em tomar um vôo de Santiago ou de Puerto Montt até o aeroporto de Balmaceda. Do aeroporto uma van da operadora cuidará do traslado até o Puerto Chacabuco, onde você ficará hospedado. De Chacabuco partem catamarans para o parque, uma excursão que toma o dia todo e retorna a Chacabuco no final do dia. Geralmente o programa compreende mais algum passeio nas proximidades. As refeições a bordo estão incluídas. Existem bar e cafeteria no catamaran.

Cruzeiros marítimos

Tem duração de cinco ou seis dias e partem de Puerto Montt, onde aterrisam os voos de Santiago. São navios de verdade, embora não muito grandes. Em todo caso, são embarcações bem maiores do que os catamarans. Dispõem de cabines confortáveis, de diversos tipos, algumas com vistas (cabines externas) e outras sem (cabines internas). Todas as refeições estão incluídas. Essa opção é a mais cara, porém não se limita apenas à visita à Laguna de San Rafael, mas é uma viagem pelos canais do arquipélago patagônico, navegando junto a fiordes e icebergs. Geralmente o programa inclui paradas em povoados de pescadores e banhos termais em Quitralco.

Vídeo: Excursão de barco pela Laguna San Rafael

Melhor época

O verão, sem dúvida! Os cruzeiros e excursões são realizados geralmente entre novembro e março. Mesmo no verão as temperaturas são baixas. Dentro do navio você não sente frio, tudo é aquecido, mas ao botar o nariz para fora você sente um choque térmico. A temperatura beira o zero grau. Por isso mesmo é indispensável ter em sua bagagem roupas quentes, gorro de lã, botas forradas, luvas, minhocão de lã etc. Perto da geleira ou quando você sai de bote, o frio é bravo.

Atrações turísticas

A principal atração é o próprio Parque Nacional Laguna de San Rafael, que ocupa um território de mais de um milhão e setecentos mil hectares localizado na costa norte da Patagônia Chilena. Aproximadamente metade dessa área é permanentemente coberta por uma camada de gelo, o Campo de Hielo Norte, um dos mais extensos do mundo.

A Laguna é o principal centro de interesse turístico, porém, todo o parque tem especial importância ecológica, como área de preservação de uma grande extensão de floresta fria, com uma fauna muito rica que inclui mamíferos marinhos, raposas, veados e outro animais. Por isso mesmo é considerado Reserva de Biosfera pela UNESCO.

Passeios

As embarcações mantém uma distância segura dos paredões de gelo com algumas dezenas de metros de altura, de onde se desprendem pesados blocos que caem no mar com grande estrondo e se transformam em icebergs. Lanchas menores pertencentes aos navios de cruzeiro passam ao lado dessas massas de gelo flutuante, um sensação impressionante para quem está a bordo.

A cor da água do mar nessa área, resultado do degelo tem um tom esverdeado, leitoso, incomum.
Os botes dos navios também conduzem grupos que fazem excursões por trilhas no meio da floresta, algumas com direito a parada para um churrasco.

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Sobre Torres del Paine

Torres del Paine, na Patagônia Chilena, é um dos mais espetaculares parques nacionais do mundo. Sua beleza exótica supera as expectativas de qualquer um que o visita. Se você tirar fotos de alguns lugares no parque, principalmente de certas lagunas, seus amigos podem pensar que você deu um trato nas fotografias, que acentuou as cores no Photoshop ou fez algum outro truque. De fato diante de certos quadros, você se pergunta se o que tem diante de si é mesmo verdade, ou se está sonhando.
Para começo de conversa, o parque é enorme, você pode levar uma hora para atravessá-lo. São lagos, riachos, rios turbulentos, glaciares, montanhas nevadas distribuídos por mais de 240 mil hectares.

Mapa de Torres del Paine

Como ir

Torres del Paine não é um lugar de fácil acesso. Há várias opções, nenhuma delas muito cômoda. De Punta Arenas pode-se alugar um carro ou tomar um ônibus até o parque. De Puerto Natales (150 km) há mais opções de transportes até o parque. Outra possibilidade é ir via Argentina. Tome um avião até Buenos Aires e outro até El Calafate. De lá atravesse a fronteira por Río Turbio.

Avião

O aeroporto mais próximo fica a 360 km, em Punta Arenas. (Tempo de viagem de Santiago: 4 horas).

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Ônibus

Há ônibus de Puerto Natales até o parque. (Tempo de viagem: 2 horas). Duas companhias fazem o trajeto Punta Arenas-Puerto Natales, a Buses Fernandez  e a Buses Pacheco). (Tempo de viagem: 3h30). Na alta temporada há duas partidas diárias de Punta Arenas para Torres del Paine pela Buses Pacheco. (Tempo de viagem: 5h30).

Carro

Você pode alugar o carro em El Calafate, na Argentina, em Punta Arenas ou em Puerto Natales. As estradas são de rípia, mas consolidadas. Só não abuse.

Vídeo de turismo sobre Torres del Paine

Hospedagem

O Parque Nacional de Torres del Paine é lindo e enorme. Os hotéis ficam espalhados por todos os cantos do parque.

Escolha e reserve seu hotel em Torres del Paine

Como circular em Torres del Paine

A liberdade que o carro lhe proporciona

Só o carro lhe possibilita visitar alguns dos lugares mais bonitos dentro do parque por conta própria. Você poderá estacionar para apreciar paisagens inesquecíveis ou parar para fotografar um rebanho de guanacos, no meio da estrada. Enfim, viverá sua aventura intensamente, sem estar acompanhado por um bando de turistas e com um guia apressando-o. Se você veio de tão longe, gaste um pouco mais, alugue um automóvel. O caminho até o parque para quem vem da Argentina também é bonito, vale a viagem de 5 horas. Aviso aos navegantes Só fique atento com o marcador de combustível. Abasteça sempre que possível.

Excursão

A outra possibilidade é pegar uma excursão. Ela pode ser reservada por uma agência de viagens aqui no Brasil, em Punta Arenas ou em Puerto Natales. Algumas excursões contratadas em Puerto Natales são de apenas um dia. Dá para se ver o básico. A vantagem é escapar das diárias caríssimas cobradas pelas hosterias em Torres del Paine. Infelizmente esse esquema é cansativo e tem desvantagens: você terá vontade de ficar mais tempo. Há também excursões de vários dias, mas bem mais caras. As excursões contratadas em agências de Puerto Natales podem incluir duas, três ou mais noites em um hotel no parque. O próprio hotel onde você se hospedar organiza passeios, visita a glaciares etc. Mas sempre em grupos e com guia.

Mapas

Os mapas obtidos nas portarias nas entradas do parque são completos, com todas as trilhas e estradas, com detalhes impossíveis de serem assinalados na página de um guia de viagem. O mapa que fornecemos aqui tem como objetivo fazê-lo compreender o parque.
Finalmente, há linhas de ônibus para Torres del Paine. Porém, no interior do parque os serviços de transportes são um tanto irregulares, mesmo na alta estação.
Os bons hotéis tem esquemas também para passeios a cavalo ou de barco para ver de perto as geleiras, caminhadas sobre o gelo etc. Claro, nada disso é barato.

Melhor época

Embora seja possível visitar o parque em qualquer época do ano, a época ideal para fazê-lo é no verão, final de primavera ou começo do outono. No inverno tudo é mais complicado, o frio é bravo, muitos hotéis estão fechados, as opções de transporte são poucas. Mesmo no verão o clima é imprevisível. Você pode desfrutar de um dia azul e ensolarado, como deparar com um céu cor de chumbo, enfrentar vendavais assustadores ou rápidas nevascas. Por isso, em qualquer época do ano, mesmo no auge do verão, coloque em sua bagagem, roupas quentes, botas impermeáveis de marcha, meias de lã, blusão, pulover, gorro que proteja bem a cabeça e as orelhas. É no verão que você terá a oportunidade de pegar dias bonitos. Veja mais detalhes sobre a melhor época para ir ao Chile.

Temperaturas médias aproximadas (em ºC)
Primavera        máxima: 18 | mínima: 2
Verão            máxima: 20 | mínima: 5
Outono            máxima: 10 | mínima: 0
Inverno            máxima: 06 | mínima: -2

Atrações

Glaciar Grey

É um paredão de gelo com algumas dezenas de metros de altura, absolutamente impressionante. A melhor maneira de visitá-lo (e a mais confortável) é pegar o catamarã no Refúgio Grey. Há dois passeios por dia e ele pode geralmente ser reservado em seu próprio hotel, caso não esteja incluído em sua excursão. A geleira também pode ser avistada da estação florestal do Refúgio Grey. Não há acesso rodoviário; a caminhada é de uns 10 km.

Laguna Amarga

Uma das vistas mais espetaculares de Torres del Paine, com suas águas cor de esmeralda, tendo ao fundo os picos nevados de Torres del Paine. Na “praia” em volta da laguna pode-se ver guanacos pastando e flamingos cor de rosa. Dá para visitar de carro.

Laguna Azul

Também acessível de automóvel. Seu nome vem dos tons azulados de suas águas. Voce verá rebanhos de guanacos selvagens em todo o trajeto, ou, ocasionalmente, cruzará com algum zorro (não o herói de histórias em quadrinhos, mas com um tipo de raposa comum na Patagônia).

Lagos

Também é possível visitar de carro os lagos Nordenskjöld, o Toro, o Grey, o Pehoé e o Sarmiento. Neste último siga a trilha até a cachoeira de Salto Grande, onde a neblina forma curiosos arco-íris.

Passeios a cavalo

 Muitos hotéis possuem cavalos e realizam passeios. Informe-se ao reservar.

Dicas importantes

Onde comer – Para almoçar e jantar a melhor alternativa é fazer suas refeições no seu hotel ou em outro hotel no caminho. Quase todos servem refeições também para quem não está hospedado no estabelecimento. A outra opção é preparar sua própria refeição se estiver hospedado em um camping. Procure comprar mantimentos em Puerto Natales. Há raros lugares onde comprar comida em Torres del Paine e é sempre caro. Nesse caso traga mantimentos, camping-gás etc.

Câmbio

Leve pesos chilenos (o ideal) ou pelo menos dólares cash. Não há caixas eletrônicos nem onde trocar cheques de viagem, a não ser em Puerto Natales ou em Punta Arenas. Os grandes hotéis aceitam cartões de crédito.

Ao volante

Muito cuidado com lombadas seguidas de curvas fechadas, uma surpresa na estrada de rípia do parque. Quando não tiver visibilidade, buzine.

Se vier da Argentina

A viagem via El Calafate, na Patagônia Argentina, compensa, principalmente se você for visitar também o Glaciar Perito Moreno. Encha o tanque do automóvel completamente em El Calafate, depois em La Esperanza e novamente em Rio Túrbio, perto da fronteira. Se vier da Argentina lembre-se: é proibido entrar no Chile com qualquer alimento não industrializado. Uma mera maçã já pode lhe causar problemas. Se vier de Punta Arenas faça o mesmo e depois abasteça novamente em Puerto Natales. A gasolina no parque é caríssima e há raros lugares onde achar combustível.

Se for fazer caminhada

Peça um mapa na entrada do parque com a localização das trilhas, informe-se sobre o grau de dificuldade de cada uma, onde fica cada refúgio e o conforto que oferecem. Evite fazer caminhadas sozinho. Tenha consigo lanterna, roupas quentes, sapatos de marcha, água e algo para comer. Avalie também sua forma física.

Informação sobre os guias da série GTB (Guia do Turista Brasileiro)

 

O Chile em imagens

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Puerto Natales

Colonização só começou no final do século XIX

Devido à presença de índios hostis, o território só foi colonizado no final do século XIX por ingleses e alemães dedicados à criação de ovelhas. Porém, apenas em 1911 a cidade foi oficialmente fundada. É também em Puerto Natales que se podem trocar mais facilmente divisas estrangeiras e contratar excursões em algumas de suas numerosas agências. Aliás, quase sempre os hotéis cuidam de tudo para você: reservam passagens, passeios de barcos, excursões etc.

Mapa do Chile

O primeiro nome de Puerto Natales: Ultima Esperanza

Puerto Natales, situada a mais de 2 mil km ao sul de Santiago, não é uma cidade de grande interesse turístico. Mas é a melhor base para conhecer Torres del Paine e os glaciares Serrano e Balmaceda em seus arredores. Além disso, Puerto Natales é graciosa, com suas casinhas de madeira coloridas. Seus bares e restaurantes são, durante a alta temporada, animados por turistas vindos do mundo todo.
Os primeiros espanhóis a chegarem à região tentavam encontrar uma passagem para o estreito de Magalhães. Desesperados, chamaram o lugar de Última Esperanza.

Mapa de Puerto Natales

Como ir

Avião

O aeroporto mais próximo é o de Punta Arenas, a pouco mais de 4h de voo de Santiago. Calcule umas 3 horas de carro ou de ônibus até Puerto Natales. Outra possibilidade é via Argentina, passando por El Calafate, a 4h30 de viagem de Puerto Natales.

Veja preços de pacotes e passagens aéreas para o Chile

Ônibus

Há vários ônibus por dia de Punta Arenas a Puerto Natales. (Tempo de viagem: 3h30).

Carro

Há locadoras em Puntas Arenas e em Puerto Natales. A estrada de Punta Arenas até Puerto Natales (250 km) é bonita e tranquila.

Hotéis em Puerto Natales

Puerto Natales é uma cidade pequena. No centro ou junto à costa há várias opções de hotéis.

Escolha e reserve seu hotel em Puerto Natales

Melhor época

Veja a melhor época para ir a Puerto Natales

Pontos turísticos

Museo Historico -End.  Bulnes, 285 (ao lado do escritório municipal de turismo)  O pequeno museu aborda principalmente a história das etnias indígenas da região. O acervo é constituído por objetos ritualísticos e de uso diário das tribos e por pinturas rupestres.

Atrações nos arredores

Visita aos glaciares

Glaciares Serrano e Balmaceda Para visitar as geleiras você será obrigado a pegar uma excursão. Os barcos deixam Puerto Natales pela manhã e retornam no final do dia. A excursão inclui um almoço numa estância patagônica. A paisagem nesse trecho de mar é a mais desolada possível, mas de uma impressionante beleza, repleta de ilhas de todos os tamanhos. Nesse trecho de litoral extremamente recortado, o mar passa de um verde intenso para tons cinzentos num piscar de olhos, o sol desaparece, o barco some no meio da neblina cinza. Depois, repentinamente o sol aparece e com ele os picos nevados das margens, destacando-se contra um céu de azul intenso.

Glaciar Balmaceda

É visível do baro: um tapete de gelo chegando quase até o mar. A embarcação aproxima-se até uma centena de metros da geleira.

Glaciar Serrano

Você descerá do barco e fará uma pequena caminhada por uma trilha junto de um lago até um belvedere, onde você avista a parede de gelo a uns cento e cinquenta metros à sua frente. É possível, de bote, chegar bem do lado da muralha branca azulada, com algumas dezenas de metros de altura, uma sensação emocionante. Quase sempre é possível reservar essa excursão no próprio hotel. Mas você pode também ir diretamente nas agências e fazê-lo por conta própria. O custo provavelmente será o mesmo.

Cueva del Milodón

A 25 km de Puerto Natales. Para visitá-lo você pode ir com carro próprio ou pegar uma excursão. A caverna, com 30 metros de altura e 200 de profundidade, fica na mesma estrada que o levará a Torres del Paine. Logo na entrada da cueva, você irá se deparar com uma réplica em tamanho natural do milodón, que, quando de pé, atingia, 3m de altura. Essa espécie de preguiça gigante que teria vivido há 10 mil anos, herbívora e inofensiva, teria sido caçada até a extinção pelos primeiros povoadores que teriam chegado a essa região. Outros acreditam que foram modificações climáticas que afetaram as fontes de alimento do animal.

Torres del Paine

A 115 km de Puerto Natales. Há excursões (quase sempre no verão) que podem ser contratadas tanto no Brasil, como em Santiago, que incluem avião, traslado e hotéis. Elas podem ser feitas também pelas agências de Puerto Natales e em Punta Arenas. De Puerto Natales há excursões rápidas de um dia só, de ônibus ou de van, tipo bate e volta. Veja o capítulo específico sobre “Parque Nacional de Torres del Paine”.

Endereços e telefones úteis

Agências que organizam excursões

Onas –  End.   Señoret, 383 / Onas

Los Glaciares de Patagonia – End. Angamos, 600 cjs. 7 e 8, Pueblo Artesanal  Los Glaciares de Patagonia 

Pumatour – End.  Baquedano, 414   www.pumatour.com

Servitur – End.   Arturo Prat, 353  >   www.servitur.cl

Tour Express – End.    Manuel Bulnes, 769    www.tourexpress.cl

Turismo 21 de Mayo – End.    Eberhard, 560   www.turismo21demayo.cl

Locadoras de veículos

Avis – End.  Manuel Bulnes, 632
Easy Terra – End.  Eberhard, 547  www.easyterra.com

Companhias de ônibus

Bus Sur- End. Baquedano, 668
Pacheco – End. Eleuterio Ramírez, 24
Fernandez – End. Eleuterio Ramirez, 399

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O Chile em imagens  Fotos dos lugares de especial interesse turístico.

 

Chiloé, Chile
Chiloé, Chile

Chiloé, uma ilha com uma cultura própria

Chiloé, é um arquipélago, com uma ilha principal de mesmo nome. Tem apenas 180 km de comprimento por uns 50 km de largura, mas isolada do continente, tem uma cultura própria, a chilote, diversa do resto do país. O povo tem um tipo físico diferente, os costumes são outros, a culinária também. A ilha, um dos últimos bastiões do domínio colonial espanhol, só foi integrada ao Chile em 1826, e o país já havia declarado sua independência em 1818. Até seu folclore é muito especial, cheio de personagens mitológicos bem curiosos.

Mapa de Chiloé

Chiloé: como ir

Avião

Não há voos comerciais para Chiloé. O aeroporto mais próximo fica a 90 km em Puerto Montt.

Compare preços de passagens aéreas e faça sua reserva

Carro

De Santiago pegue a Panamericana Sul, até Puerto Montt, onde há ferries para Chiloé.

Ônibus

Há vários ônibus por dia de Puerto Montt para Chiloé. Há também ônibus diretos de Santiago a Castro, a capital da ilha. (Tempo de viagem: 17 horas).

Onde se hospedar: hotéis em Chiloé

Escolha e reserve seu hotel em Chiloé

Onde comer

Boa parte dos turistas come em seu próprio hotel, pois quase todos têm bons restaurantes.

Kurantón –  (Ancud) Culinária chilena e internacional com opções de massas, grelhados, frutos do mar e peixes.  Av. Prat, 94

La Pincoya – (Ancud). Culinária chilena e chilote. Fica de frente para o mar, local agradável. Av. Prat, 61

El Cangrejo (Ancud) Culinária chilote. Boa relação preço-qualidade. A especialidade é peixes. Dieciocho, 155

Brisas del mar (Castro) Culinária chilote tradicional. Muito frequentado pela gente do lugar, fica ao lado do mercado. Palafito nº 1.

Don Octávio (Castro) Um dos melhores restaurantes da ilha, com ótimas opções de frutos do mar e vinhos brancos. Pedro Montt, 261.

El Sacho  (Castro) Especialidades chilotes e peixes. Experimente o salmão da casa. Tem vista da baía. End. Thompson, 213

Melhor época

Faz frio em Chiloé: procure visitar a ilha entre o final de maio e o final e setembro. Veja mais informações sobre a melhor época para ir ao Chile

Endereços, sites e telefones úteis

Agências que organizam excursões (em Ancud)

Transtour – Costanera, 630 ( 62-4349
Tours Don Hugo – Comandante Godoy, 706 ( 62-3070
Austral Adventures Turismo – Av. Costanera, 904 ( 62-5977
Patagón Chiloé – Bellavista, 491 ( 62-2128

Locadoras de automóveis

Salfa Rent a Car (Castro) Gabriela Mistral, 499 ( 63-0422

ADS Rent a Car (Castro) Esmeralda, 260 ( 63-7777

Atrações em Chiloé

Chiloé tem diferentes pontos de interesse turístico, espalhados pelas cidades da ilha. Veja “Atrações em Chiloé”

Dicas para conhecer Chiloé

Existem três opções para se visitar Chiloé:

Excursão – Tem as suas vantagens e desvantagens. Muitas excursões são curtas demais, você não tem liberdade de ficar mais tempo em um lugar que tenha gostado, é obrigado a seguir o roteiro estabelecido pela agência etc.

Transportes públicos – Há ônibus entre as cidades da ilha, mas é preciso ter tempo pela frente, pois nem sempre terá a sorte de encontrar transporte na hora que deseja.

Carro – A opção a nosso ver ideal é alugar um carro. Nesse caso você visita o que quer, escolhe onde comer, tem a liberdade de poder parar se desejar fotografar algo e outras vantagens. A ilha é cortada de norte a sul pela Rodovia Panamericana, toda asfaltada. Não tem muito como se perder. As estradinhas secundárias, de rípia, não são muito boas, mas não chegam a ser um problema. Ancud é a principal cidade e porta de entrada de Chiloé, mas Castro pode ser mais estratégica. Tudo depende de seu roteiro e do tempo que você dispõe.

Distâncias em km a partir de Ancud

Achao, 100 | Castro, 87 | Chacao, 32 | Dalcachue, 7 | Chonchi, 108 | Quellón, 178

Curiosidades: os bichos-papões de Chiloé

Os curiosos personagens que povoam o folclore chilote parecem o resultado de uma fusão de antigas crenças medievais com lendas nativas, somada a muita criatividade. Cada uma dessas figuras mitológicas parece competir entre si em matéria de bizarrice.

O Basilisco  Parece o cruzamento de galináceo com serpente. Ele nasce de um ovo que teria sido chocado por um galo. À noite sai para se alimentar da saliva das pessoas, que vão se tornando cada vez mais fracas, até perecerem. Ninguém escapa.

El Coo Lembra uma coruja. É uma das formas assumidas por bruxos. Quando é avistado em uma casa, significa que um de seus moradores vai morrer.

O Cuchiovilu É um monstro de lugares pantanosos, com uma cara mista de porco com veado e corpo de serpente. Tente imaginar! É odiado pelos pescadores porque destrói as reservas de pesca.

El Trauco É uma espécide de hominídeo, com menos de meio metro de altura, que vive na florestas e tem sempre consigo um machado capaz de derrubar facilmente qualquer árvore. Apesar de muito feio, consegue seduzir qualquer virgem que encontra vagando pelos bosques.

La Fiura É a versão feminina do trauco e consegue seduzir qualquer homem.

La Pincoya é uma mulher de extraordinária beleza que executa uma espécie de bailado sobre as ondas. Diz a lenda que quando ela dança de frente para o mar a pescaria será farta. Quando é vista dançando voltada para a terra, os pescadores voltarão de redes vazias.

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Puerto Montt, Chile
Puerto Montt, Chile

Sobre Puerto Montt, o dinâmico centro do sul

Puerto Montt, fundada em 1853, não tem especial interesse turístico. Porém, como recebe voos diretos de Santiago, é uma ótima base para conhecer o sul da Região dos Lagos e o arquipélago de Chiloé, ou para realizar cruzeiros para a Laguna San Rafael.

Mapa de Puerto Montt

Como ir

 Avião

Há voos diários de Santiago (tempo de viagem: 1h45), de Valdivia (tempo de viagem: 1h30) e de Punta Arenas (tempo de viagem: 2h10). O aeroporto fica a 15 km da cidade. Há táxis e ônibus para o centro.

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 Ônibus

Há ônibus diretos de Santiago para Puerto Montt. Tempo de viagem: 13 horas. Se puder tome ônibus leito. Há ônibus também de Puerto Varas (tempo de viagem: 0h20), de Osorno (tempo de viagem: 1h40), de Valdivia (tempo de viagem: 3h30), de Pucón (tempo de viagem: 5h), de Concepción (tempo de viagem: 9h).

 Carro

São mais de 1.000 km de Santiago a Puerto Montt. A estrada (Panamericana) é boa, mas é uma longa viagem. Puerto Montt fica a 340 km de Pucón.

Hotéis em Puerto Montt

Puerto Montt não é uma metrópole, mas uma cidade grandinha. Os hotéis na Plaza de Armas e vizinhanças são bem localizados.

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Melhor época

Final da primavera até o começo do outono. Saiba mais sobre a melhor época para ir ao Chile

Onde comer

Club de Yates –  Restaurante do iate clube local, moderno, com vista para o mar e culinária sofisticada. End. Juan Soler Manfredini, 200
Deli – Café-restaurante, com massas, sanduíches e cozinha típica chilena, com preços acessíveis. End. Carlos Antonio Varas, 486
Club Alemán  Culinária germânica. End. Carlos Antonio Varas, 264
Fogón del Leñador –  Especializado em carnes grelhadas. End. Rancagua, 246

Atrações turísticas

Também é de seu porto que saem os ferries para as cidades do sul patagônico. É bom saber: essa embarcações não são confortáveis navios de cruzeiro. As opções são o deque ou cabines para quatro pessoas.
Puerto Montt recebeu colonizadores alemães e conserva residências antigas de madeira. É uma pena que a cidade tenha sido, como Valdivia, devastada pelo terremoto de 1960, seguido de tsunami.

 Cruzeiros marítimos

É bom saber: essa embarcações não são confortáveis navios de cruzeiro. As opções são o deque ou cabines para quatro pessoas.
Puerto Montt recebeu colonizadores alemães e conserva residências antigas de madeira. É uma pena que a cidade tenha sido, como Valdivia, devastada pelo terremoto de 1960, seguido de tsunami.

Museo Municipal Juan Pablo II

End.   v. Diogo Portales, 997  Abre das 10h às 19h. O nome do museu é uma homenagem ao papa João Paulo II, que visitou a cidade em 1987, mas não é dedicado nem ao papa, nem à Igreja e sim à história da região e de seus habitantes. Seu acervo reúne peças pré-colombianas, do período espanhol, da época da colonização alemã e de tempos mais recentes. São ferramentas, armas, objetos de uso diário, móveis antigos etc.

Plaza de Armas (Plaza Buenaventura Martinez)

A praça remodelada em diferentes ocasiões, tem um aspecto moderno. Nela fica a catedral construída em 1853, em estilo neoclássico.

Angelmó

End.    Av. Angelmó, s/nº. Esse mercado oferece uma incrível variedade de frutos do mar e peixes, muitos dos quais a maioria de nós nunca viu. Bem ao lado, sobre palafitas, há restaurantes. É o melhor lugar para saborear frutos do mar e pratos à base de peixe na cidade. Quase sempre têm boa carta de vinhos brancos. Perto há pequenos ateliês onde artesãos vendem esculturas de madeira e ponchos de lã.

Atrações nos arredores de Puerto Montt

Parque Nacional Alerce Andino

End.  A 40 km a sudeste de Puerto Montt pela RN7. Alerce é uma árvore gigante, com várias dezenas de metros de altura. Só existe na Patagônia. Seus troncos podem atingir de 3 a 4 metros de diâmetro. No parque há lagos, rios e trilhas que podem ser percorridas sem dificuldade, como as que levam às lagoas Fria e Sagaso.
Isla Tenglo. End.   Em frente a Angelmó. Rápida travessia de barco até a ilha de onde, subindo a trilha que leva ao alto do morro, se tem uma vista panorâmica de Puerto Montt e dos vulcões vizinhos.

Matérias especiais

História do Chile da Guerra Fria aos dias de hoje | Cinema chileno
Pablo Neruda |Salvador Allende e o 11 de Setembro chileno

Relatos de viagem

De Santiago a Chiloé de carro

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Puerto Varas

Mapa de Puerto Varas

Como ir

 Avião

Não há aeroporto em Puerto Varas, mas há voos diários de Santiago para Puerto Montt, super perto.

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Carro

De Santiago são mais de mil quilômetros pela Ruta 5, a Panamericana. Todo trajeto é asfaltado. Há pedágios.

 Ônibus

Há ônibus diretos de Santiago. (Tempo de viagem: 13h). Se puder tome ônibus leito noturno.

Hospedagem

Todos os hotéis da região em volta do lago Villa Rica e proximidades são bem localizados.

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Melhor época

De final de junho a começo de setembro. Veja dicas sobre a melhor época para viajar ao Chile.

Atrações turísticas

Puerto Varas, junto do Lago Llanquihue, fundada em 1854 por imigrantes alemães, é a melhor base para visitar a belíssima região de lagos e vulcões. Possui boa infraestrutura turística e fica bem do lado da Panamericana. Nas proximidades existem outras cidades bem graciosas, como Frutillar e Puerto Octay. Toda a região é de colonização germânica: mais de 150 famílias católicas (uma exigência do governo chileno) mudaram-se para lá a partir de 1850. Repare na original arquitetura das construções de madeira, muitas delas centenárias.

Lago Llanquihue

A praia de areia escura junto do Lago Llanquihue fica lotada no verão, mas para um brasileiro não impressiona, a não ser pela vista do vulcão. As águas do lago, diga-se de passagem, são muito frias em qualquer época do ano. Não vamos exagerar e dizer que os chilenos acham praias assim o máximo. É simplesmente o que eles têm. Da mesma forma que eles têm o que não temos: lindas paisagens de lagos e vulcões com seus cumes cobertos de neve.

Barrio Historico

Nas ruas Miraflores, Prat e Decker existe um conjunto interessante de imóveis do início do século XX e fins do XIX.

Iglesia del Sagrado Corazón de Jesús

Verbo Divino, esq. c/ San Francisco. Diferente e graciosa, é uma réplica de uma igreja alemã. Foi inspirada na igreja de Baden-Wurtemberg em estilo neo-românico, com interior barroco. É classificada como Monumento Nacional.

Atrações nos arredores de Puerto Varas

Lindos passeios

Cada um dos passeios (a Frutillar e Puerto Octay ao norte, e a Petrohue e ao Parque Nacional Vicente Perez Rosales, na direção oeste, pela estrada para Bariloche, na Argentina), pode ser feito em um dia, com tranquilidade. À noite você estará de volta para jantar em Puerto Varas. Aliás, o sol se põe tarde no verão, a época ideal para se visitar a região.

Parque Nacional Vicente Rosales

A 70 km de Puerto Varas pela Ruta 225, direção de Ensenada, depois direção de Petrohué, junto do Lago de Todos Los Santos. Há ônibus de Puerto Varas até o Parque, mas o carro é mais prático. Há várias trilhas curtas que podem ser percorridas sem dificuldade e que conduzem ao Lago de Todos Los Santos, de linda cor esmeralda, e aos saltos do Rio Petrohué, com o Vulcão Osorno ao fundo.

Existem também trilhas para trekking de vários dias. Há no parque, junto do lago, um hotel charmoso, o Petrohué Lodge, instalado num casarão de madeira, em estilo germânico (www.hotelpetrohue.cl), que oferece várias opções de canyoning e rafting. Não é barato, confira no site. Para quem não pode ou não quer gastar muito existem campings equipados, onde é possível chegar de carro.

Frutillar

É uma encantadora cidadezinha de colonização alemã, com 15 mil habitantes, a 25 km de Puerto Varas, também às margens do Llanquihué. Tanto em Frutillar como às margens da estrada entre as duas cidades, vemos diversas casas em estilo germânico, sempre de madeira e muito graciosas. Algumas são sedes de pequenas propriedades rurais. Frutillar tem uma das mais belas vistas do lago e do vulcão Osorno e é um lugar agradável para passear. Sua principal atração é o Museo Colonial Alemán, onde se pode conhecer uma casa em tamanho natural, mobiliada como na época da colonização, com oficinas e até um moinho hidráulico igual aos utilizados pelos primeiros colonizadores. (Av. Vicente Perez Rosales, esq. c/ Arturo Prat).

Puerto Octay

A 50 km de Puerto Varas, na extremidade norte do lago. Outro povoado fundado por colonos alemães, ainda menor do que Frutillar: sua população é de apenas 10 mil habitantes. A cidade tem o privilégio de oferecer as melhores vistas do lago e dos vulcões Osorno, Pontiagudo (facilmente reconhecível por sua forma) e Calbuco. Além de suas antigas casas de madeira semelhantes às de Frutillar, possui um pequeno museu colonial com objetos, ferramentas e móveis de época.

Passeio de barco em Petrohué

A aldeia é minúscula e não tem nada de especial, mas é de onde saem os barcos que navegam pelo Lago de Todos los Santos, de águas cor de esmeralda, considerado o mais belo da região. Os barcos deixam o povoado às 11h da manhã, porém, é melhor chegar antes das vans de excursão e garantir seu lugar, principalmente na alta estação. Os passeios podem tomar apenas duas horas ou se estender até o final da tarde. Os mais longos incluem almoço em Peulla, um lugarejo às margens do lago.

Cruzar para Bariloche, na Argentina

Há um passeio famoso oferecido pelas agências de viagem, em parte por terra, em parte cruzando os vários lagos, em território chileno e argentino. Sobe na van, desce da van, embarca, cruza um lago, embarca de novo na van, toma outro barco e assim vai até chegar a Bariloche. Não é preciso dizer que as vistas e o próprio passeio são espetaculares e obviamente, caros. Porém, há ônibus diretos para Bariloche por muitíssimo menos, mas inteiramente por estrada de rodagem. Essa viagem você pode fazer também de carro. São uns 350 km. Todo o caminho é asfaltado. Como você atravessará trechos de montanha, e terá que encarar as formalidades de alfândega e imigração, calcule pelo menos umas cinco horas de viagem.

Escalada de vulcões

Um dos vulcões mais escalados a partir de Puerto Varas é o Osorno. Não é necessário ser alpinista experiente para fazê-lo, mas é preciso passar por uma agência especializada e realizar essa aventura acompanhado de um guia e com equipamentos adequados. No inverno os cuidados devem ser redobrados e serão necessários apetrechos especiais.

Osorno

Osorno é uma cidade maior, com 130 mil habitantes. Não tem nada de especial. O nome, porém, confunde muita gente: não é o lugar ideal para conhecer os lagos. Sua principal atração é o forte Reina Luisa, construído no final do século XVIII. Merece apenas uma rápida visita se você estiver indo ou voltando de carro de Santiago.

Dicas

Agências que organizam excursões

Puerto Varas é um dos principais centros turísticos do sul do país. Cada agência tem sua especialidade: passeios de caiaque, rafting, passeios de barco, escalada, trekking etc.

Pachamagua – Rosario, 1111

Turis Tour –  San Juan, 430

Alsur –  Aconcágua, 8

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Valdívia, a colonização alemã no sul do Chile

Valdivia, relativamente próxima do Oceano Pacífico, fica na confluência dos rios Calle Calle, Cau Cau e Valdivia. A cidade foi oficiamente fundada em 1552, mas a ocupação efetiva do território só ocorreu bem mais tarde, quando os espanhóis conseguiram, no final do século XVI, vencer os aguerridos mapuches.

Mapa de Valdívia

Como ir

Avião

Há voos diários de Santiago. Há também partidas diárias de Puerto Montt e de Punta Arenas. (Tempo de viagem dos voos: aproximadamente 1h30). O aeroporto fica a 32 km de Valdivia. Aeroporto de Valdívia Tel  27-2295

Veja passagens aéreas e pacotes

Carro

Valdivia fica a 840 km de Santiago pela Panamericana, rodovia asfaltada. O trajeto de carro é um tanto longo e monótono. Se pretende visitar de carro os arredores de Valdivia e a Região dos Lagos, o melhor é tomar um ônibus leito ou um avião na capital chilena e alugar o automóvel ao chegar a Valdivia.

Ônibus

Há ônibus diretos de Santiago para Valdivia, a melhor opção pelo preço e pelo conforto. O ideal é tomar ônibus leito noturno. (Tempo de viagem: 9 horas). Você adormece em Valdivia e acorda em Santiago. Há partidas também de Pucón (tempo de viagem: 2 horas e 30 minutos), Osorno (tempo de viagem: 1 hora e 45 minutos) e Puerto Montt (3 horas e 40 minutos). Terminal Rodoviário Tel. Anfión Muñoz, 360. Terminal Rodoviário de Valdívia

Hospedagem

Escolha e reserve seu hotel em Valdívia

Melhor época

Valdívia fica no sul do país. A época quente e seca corresponde ao verão, quando as temperaturas são mais agradáveis.  Saiba mais sobre a melhor época para ir ao Chile

Atrações Turísticas

A região era objeto de cobiça por parte da Holanda, que tentou ocupá-la em 1600 e em 1660. Para proteger sua possessão os espanhóis construíram cerca de 17 fortes nos arredores de Valdivia. Sobraram apenas alguns, entre eles o Niebla, o forte de Mancera, o de Corral e o de Armagos, cujas ruínas viraram atração turística.

Na segunda metade do século XIX Valdivia passou a receber grandes levas de imigrantes, a maioria deles alemães, cuja contribuição foi de vital importância para o desenvolvimento da cidade.

Barrio historico

Nas ruas Yungay e General Lagos, próximo do centro da cidade, existe um conjunto de interessantes imóveis do início do século XX, que sobreviveram ao terremoto de 1960. Vale a pena dar uma olhada para se ter uma ideia de como era a cidade antes da destruição provocada pelo abalo sísmico.

Centro Cultural El Austral

End. Yungay, 733 ( 21-3658. Abre de terça-feira a domingo, das 10h às 13h e das 16h às 19h.Funciona numa bela construção em estilo germânico, de madeira, da década de 1870. Seu mobiliário e decoração reproduzem o interior das casas dessa época. O centro serve de local de exposições temporárias e permanentes de artistas contemporâneos.

Torreones españoles

Esq. c/ Yerbas Buenas. As duas torres datam de 1774 e serviam de porta de entrada da cidade, que na época era cercada por muralhas.

Museo Historico y Antropologico Maurice Van de Maele

 End.  Los Laurenes, Isla Teja  O museu fica à beira do rio Valdivia, na ilha Teja. Está instalado em uma linda construção colonial alemã, declarada Monumento Nacional, que pertenceu a Carlos Anwanter, fundador da primeira cervejaria do Chile, em 1860. Além de uma sala da época colonial, o museu possui uma interessante seção sobre a cultura mapuche.
Museo Historico y Antropologico Maurice Van de Maele 

Fiera Fluvial

End.   Av. Arturo Prat, s/nº. A variedade de seus produtos dão um colorido especial a este mercado, o mais importante da cidade, junto do rio Valdivia, onde desembarcam as embarcações pesqueiras. Repare na variedade dos frutos do mar: é provável que alguns deles você nunca tenha visto antes: ouriços do mar, caranguejos gigantes, locos, mariscos, vieiras, camarões, além de uma enorme variedade de peixes. Uma curiosidade são as plataformas em frente ao mercado onde se instalam leões-marinhos alimentados com restos de peixe atirados pelos feirantes. Alguns chegam perto das pessoas, mas é prudente não tocá-los.

Museo de Arte Contemporaneo

End.   Los Laurenes, Isla Teja (ao lado do do Museo Historico) Fica junto às ruínas da antiga cervejaria Anwanter. Exposição de pinturas, esculturas e fotografias de artistas contemporâneos, em sua maioria chilenos.

Atrações nos arredores de Valdívia

Fuertes coloniales

 As principais atrações de Valdivia são seus fortes da época do domínio espanhol. Pode-se chegar às fortalezas de carro, mas a melhor maneira, a mais agradável, pelo menos, é visitá-las de barco. As lanchas saem de Casi Schuster, junto da Feria Fluvial. Basta chegar no mercado, você verá as embarcações. Os principais fortes, ou o que restou deles, são ode Niebla, de 1671, o de Corral construído em 1645, e o Castelo de Mancera, da mesma época. Durante o verão, praticamente todos os dias, pode-se ver uma encenação da tomada do forte em Corral, com os soldados vestidos com uniformes utilizados na época, e com direito até a tiros de canhão.

Cervejaria Kunstmann

End.  Entre Valdivia e Niebla. Facilmente acessível de carro. É onde funciona o Museo de la Cerveza, interessante para os que nunca acompanharam o processo de fabricação da bebida. A visita é uma oportunidade de conhecer os mais diversos tipos de cervejas: claras, escuras, bocks avermelhadas, algumas bem exóticas, com um toque de mel. As canecas nas quais são servidas são enormes. Na cervejaria funciona um restaurante onde são servidos pratos típicos alemães e deliciosas küchens (tortas de frutas).

El Valdiviano

End. Estación de Ferrocarriles de Valdivia  Av. Ecuador, 2.000)
Viagem em um velho trem a vapor que fazia a linha de Valdivia a Antilhue, passando pelas estações de Huellelhue, Pishuinco e Arique. Almoço incluído no programa. Funciona apenas no verão. Confirme horários no escritório de turismo.

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Mapa de Pucón e região dos lagos chilena

Sobre Pucón

Pucón, em frente ao Lago Villarrica e ao vulcão de mesmo nome, é a cidade na parte norte da Região dos Lagos que mais atraí turistas, principalmente chilenos. Nas suas proximidades ficam importantes estações de águas termais. É onde os mais abastados possuem casas de temporadas.

Como ir

Avião

O aeroporto mais próximo com voos regulares de Santiago é o de Temuco, a cerca de 120 km. De Temuco você consegue traslado para Pucón e Villarrica. Há voos diretos de Santiago, Punta Arenas, Puerto Montt e outras cidades chilenas. Outra opção é tomar um voo de Santiago até Valdívia, lugar de interesse turístico, a 150 km de Pucón.

Veja passagens aéreas e pacotes

Carro

De Santiago pegue a Panamericana Sul, direção Temuco – Freire – Villarrica. Quem vem do sul utiliza também a Panamericana em direção ao norte. Pucón, fica a 785 km de Santiago.

Ônibus

Há vários ônibus por dia de Santiago para Pucón. As empresas com linhas para Pucón operam de diferentes terminais: Terminal San Borja, Terminal Alameda ou Terminal de Buses Estación Central. (Tempo de viagem: 10h30). Se puder tome ônibus leito noturno. De Pucón e da vizinha Villarrica há linhas de ônibus de Valdívia, Puerto Montt e outras cidades da Região dos Lagos.

Hospedagem

Toda a região próxima ao Lago Villarica é muito simpática. A área central tem agências de viagens, restaurantes, bares e lojas.

Escolha e reserve seu hotel em Pucón

Melhor época

Pucón é mais agradável no verão, final da primavera e começo do outono. Mas quem quer ir esquiar deve ir no inverno, de junho a agosto, mas evitar julho, o pico da alta estação,  mês de férias escolares quando tudo está lotado e caro.  Veja mais detalhes sobre a melhor época para ir ao Chile.

Vídeo sobre Pucón

Pontos turísticos em Pucón

Pucón, em frente ao Lago Villarrica e ao vulcão de mesmo nome, é a cidade na parte norte da Região dos Lagos que mais atraí turistas, principalmente chilenos. Nas suas proximidades ficam importantes estações de águas termais. É onde os mais abastados possuem casas de temporadas. Cheia de opções de lazer, centro de esqui e de esportes radiciais de todo tipo, é conhecida por suas águas termais. Tem ótimos hotéis, restaurantes e barzinhos animados, frequentados pela juventude dourada santiaguina.

De uns anos para cá tem sido descoberta pelos brasileiros que viajam para o Chile. No auge da temporada de verão (janeiro e fevereiro) seus hotéis ficam lotados e nem sempre é fácil achar acomodação. Por isso muita gente prefere se instalar em Villarrica, mais tranquila e a apenas 25 km dali, onde há hotéis mais baratos e mais possibilidade de encontrar vaga.

Esportes radicais, esportes de inverno e de aventura

Qualquer agência receptiva em Pucón possui ampla gama de opções de lazer, como navegar de caiaque por seus lagos, passeios guiados a cavalo, trekking pelos parques nacionais vizinhos e subida de vulcões (que sempre envolve risco, é nosso dever alertar). Note que essas atividades podem ser praticadas também a partir de Villarrica, mas são mais fáceis de Pucón, onde há mais opções. Para a maioria desses programas você precisa passar por uma agência. Muitos deles demandam guias e equipamentos especiais.

Passeio de barco pelo Lago Villarrica

Vale a pena porque nos permite conhecer o lago e as maravilhosas vistas de seus arredores. O passeio de meia hora é realizado em um catamarã e, ocasionalmente, se você tiver sorte, em um velho vapor do começo do século, o Chacao, supercharmoso, uma verdadeira relíquia.

Museo Mapuche

Caulopicán  De interesse relativo. Trata-se de um pequeno museu com artefatos de uso diário dos índios mapuches, instrumentos musicais, esculturas de pedras, máscaras etc.

Pontos turísticos nos arredores de Pucón

Ojos de Caburga

A 20 km a leste de Pucón. Os Ojos de Caburga são olhos d’água, poços naturais coloridos, que surgem do solo no meio da floresta. Pode-se ir a pé, de bicicleta ou de carro. Para ir dirija-se ao Lago Caburga e siga as indicações. São 15 km até os poços naturais por uma tortuosa estradinha de rípia.

Subida ao topo do Vulcão Villarrica

Esse é o tipo de programa que você terá que fazer quase obrigatoriamente por meio de uma agência de viagens, acompanhado de um guia. Um dos motivos é que é necessário o uso de sapatos, roupas e equipamentos adequados, como luvas, óculos especiais etc. Saiba que terá que encarar uma subida de mais ou menos quatro horas e uma descida (para baixo todo santo ajuda…) de duas. Mesmo no verão você atingirá as neves eternas do vulcão. Não é necessário dizer que as vistas são espetaculares. Porém, é necessário que quem esteja disposto a encarar essa aventura tenha um mínimo de condicionamento físico. No inverno poderá descer de esqui ou de snowboard, mas é preciso, é claro, ter prática nesse tipo de esportes.

Termas de Pucón

As famosas termas de Pucón são várias, com diferentes tipos de instalações e indicadas no mapa. Você pode pegar uma excursão, mas o ideal mesmo é alugar um carro, que lhe dará liberdade de visitar mais de uma por sua conta, sem depender de guia.

Termas de Quimey-co 

A 30 km de Pucón, na direção do Lago Caburga. A estrada foi recentemente asfaltada. Pelo caminho você pode aproveitar para visitar os Ojos de Caburga. Possui spa, piscinas cobertas e ao ar livre e cafeteria.

Termas de Huife

Situada a três quilômetros adiante, é a melhor estação termal de Pucón, com duas piscinas quentes cobertas e uma fria, sauna e banheiras individuais. O quadro natural também é lindo: as termas ficam ao lado de um rio de águas cristalinas. No local funciona o Hotel Termas de Huife.

Termas de Los Pozones

Dois quilômetros mais adiante, pela mesma estrada. São as mais simples, mas têm seu charme porque ficam ao ar livre e os poços são escavados na rocha.

Termas de Palguín

 A 31 km de Púcon, na direção de Curarrehue. Possui três bacias termais cobertas, com temperaturas entre 36 e 52 graus e águas com sais de potássio, enxofre e lítio, indicadas para diferentes tratamentos. Dispõe de 15 poços termais em casinhas de madeira e uma piscina ao ar livre. Possui hotel para quem desejar dormir no local.

Parques Nacionais

Antes de se aventurar, se sua intenção é fazer trilhas, passe no escritório da CONAF (Corporación Nacional Forestal de Chile) de Pucón (<end./> Lincoyan, 336 <tel/>  44-3781 e solicite mapas com trilhas e todo tipo de informação. Há trilhas que podem ser feitas rapidamente em uma tarde, outras que tomam dias e que exigem mais preparo. Algumas podem ser feitas a cavalo.

Parques nacionais é o que mais tem no Chile; faça a sua escolha e veja o que mais combina com você. Quem faz essas trilhas passará ao lado de lagunas, riachos e cascatas e desfrutará de lindas vistas do Vulcão Villarrica. Em muitos lugares não há refúgios e você terá que ter consigo uma tenda, equipamento de camping e víveres. Queremos insistir nesse ponto: certas trilhas podem ser longas e árduas e não devem serem encaradas no oba-oba.

Parque Nacional Villarrica

A 12 km de Pucón. É o mais perto de Pucón, e o mais fácil de ser vistado. No seu interior ficam alguns dos mais belos vulcões da Região dos Lagos, como o Villarrica, com 2.847 m, o Lanin, com 3.760 m e o Quetrupillán, com 2.300 m. Você pode chegar aos parques de carro ou pegando uma excursão, opção menos divertida.

Parque Nacional Huerquehue

A 35 km de Pucón, no caminho de Caburga. Acesso de ônibus ou de carro (mais recomendável). Magnífica reserva natural dominada por florestas de araucárias, algumas anteriores à era cristã. Há trilhas relativamente fáceis de serem percorridas. Para quem deseja dormir no parque há um camping com duchas quentes e refúgios, além de um hotel, o Lodge Puerto Parque Tinquilco, caro, mas confortável e com restaurante. Possibilidade de passeios a cavalo e aluguel de caiaque.
Parque Nacional Huerquehue

Villarrica

A 25 km de Pucón. Mais tranquila do que sua vizinha chique. Também fica de frente para o Lago Villarrica e para o vulcão. É uma opção de hospedagem na alta estação, se Pucón estiver lotada. Villarrica é famosa por suas esculturas em madeira. Há numerosas delas espalhadas pela cidade.

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Chillán
Chilan, Chile

Chillan: muitas opções de esportes de inverno

Chillán, cidade onde nasceu Bernardo O’Higgins, que conduziu o país à independência, é uma cidade de pouco interesse turístico, mas um bom lugar para parar e tomar um fôlego.

Mapa de Chillán

Como ir

Avião

Só há voos regulares na alta temporada (Tempo de viagem: 1h).

Veja passagens aéreas e pacotes

Carro

De Santiago são 410 quilômetros pela Ruta 5, a Panamericana. Todo trajeto é asfaltado

Ônibus

Há ônibus diretos de Santiago (Tempo de viagem: 5h). A Tur Bus tem ligações regionais e com Santiago.

Trem

trens diários de Santiago a Chillán. (Tempo de viagem: 4h30 a 5h)

Hotéis em Cillan

Escolha e reserve seu hotel em Chillan

Pontos turísticos

Chillán é um lugar agradável para dar uma descansada se você está viajando por terra de Santiago rumo à Patagônia ou à Região dos Lagos. Além disso, não longe de Chillán, a uns 80 km a sudoeste, ficam as Termas de Chillán, lugar famoso por suas piscinas aquecidas de águas minerais e por sua excelente estação de esqui.

Chillán é uma cidade antiga, fundada em 1565, mas a maioria de suas construções são recentes, já que a cidade foi arrazada pelo terremoto de 1939. Na Plaza de Armas de Chillán, uma gigantesca cruz lembra os mortos do cataclisma. Cerca de 200 km mais ao sul começa a Região dos Lagos propriamente dita.

Mercado artesanal

End.   Arturo Prat, esq. c/ 5 de abril. É um lugar agradável para passear e comprar artesanatos os mais variados: túnicas bordadas, ponchos de lã, cerâmicas, chapéus, artigos de couro e objetos esculpidos em madeira. Também é onde se pode comer pratos regionais em pequenos restaurantes, sem gastar muito.

Escuela México

End. O’Higgins, 520. Essa escola primária, um presente do México aos chilenos depois do terremoto de 1939, chama a atenção por seus enormes painéis modernistas que abordam a luta pela independência em ambos os países, obra dos artistas mexicanos David Alfara Siqueiros e Xavier Gerrero. Um dos painéis tem um nome bem expressivo: Muerte al Invasor.

Atrações nos arredores de Chillán

Termas de Chillán

O resort, situado junto ao vulcão Chillán Nuevo, consegue reunir um conjunto de atrações em um só lugar. Possui fontes termais e quase trinta pistas de esqui, entre elas a mais longa do Chile. Por isso mesmo atrai visitantes o ano todo. O resort compreende dois hotéis, de excelente padrão. Ambos trabalham com pacotes para vários dias e diárias completas, o Gran Hotel e o Hotel Pirimahuida, em Las Trancas. Um pouco mais afastado fica outro hotel elegante, o Pirigallo. Os pacotes para as Termas de Chillán podem ser comprados por agências de turismo no Brasil ou em Santiago e incluem traslado.

Obviamente, o resort não é um lugar barato. Os hotéis são de luxo. Uma opção mais em conta é alojar-se na cidade de Chillán e chegar às termas de carro. É possível, para não hóspedes, quando o resort não está lotado, utilizar as termas e a pista de esqui. Nesse caso há um ingresso que deve ser pago a parte. Pode-se também almoçar nos restaurantes do resort, mas não existem esquemas econômicos por lá. Por outro lado, em Valle de las Trancas, a caminho das termas, entre os km 69 e 74, você verá ao longo da estrada lugares onde comer e se alojar por muito menos.

Salto de Laja

 Ao sul de Chilán, localiza-se o Salto de Laja, impressionantes quedas d’água, uma espécie de Foz do Iguaçu chilena. É formado por quatro quedas d’água do Rio Laja que caem de uma altura de até 55 m e formam um canyon com 4 km de comprimento. Existem hotéis e áreas de camping em Salto de Laja, mas é possível, para quem está hospedado em Chillán, visitar o Salto e voltar no mesmo dia. A parte superior do rio Laja, afastada das quedas, não é funda, e no verão pode-se banhar em suas águas.

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San Pedro de Atacama, uma aldeia no meio do deserto

San Pedro do Atacama é um povoado que se tornou a base para se visitar o Deserto do Atacama, considerado o deserto mais seco do mundo, repleto de paisagens fascinantes.

Mapa do Atacama

Como ir

Avião

Não há aeroporto em San Pedro de Atacama; o mais próximo é o de Calama, a 100km. Há 3 voos diários de Santiago para essa cidade (tempo de viagem: 1h30 + 1h10 até San Pedro, por terra). Aeroporto de Calama tel. 36-3004.

Veja passagens aéreas e pacotes

Carro

Para os que têm tempo para essa aventura: se partir do Brasil com carro próprio, o mais fácil é por Foz do Iguaçu. Depois siga para Tucumán, no noroeste da Argentina; e suba até Salta e Jujuy. Pegue a RN 34, direção da Quebrada de Humahuama, e entre à esquerda, na RN 52. Essa estrada passa por Pumamarca e sobe para a Puna (o Altiplano argentino), até Susques, o último lugar onde há combustível, um hotelzinho e comida. A estrada de Susques para San Pedro é asfaltada. Embora um carro ofereça liberdade de movimentos, alguns passeios são quase impossíveis de serem feitos sem um guia porque você terá que rodar por trilhas mal sinalizadas e corre o risco de se perder no deserto.

Ônibus

Há vários ônibus diários a partir de Santiago para Calama. A Turbus é a única companhia que tem ônibus diretos de Santiago para San Pedro. Há 3 ônibus semanais para San Pedro a partir de Jujuy (tempo de viagem: 9h) e Salta (tempo de viagem: 11h), na Argentina, via Paso de Jama pelas empresas Geminis e Pulmann Bus (reserve com antecedência).

Hospedagem

San Pedro de Atacama é uma cidade pequena. Hotéis perto do centro são práticos, mas há excelentes hotéis nas imediações da cidade.

Escolha e reserve seu hotel em San Pedro de Atacama

Melhor época

O deserto do Atacama pode ser visitado em qualquer época do ano. Apesar de estar situada na mesma latitude do Rio de Janeiro, a cidadezinha de San Pedro de Atacama tem clima muito diferente. Embora quente durante o dia, é frio (mesmo no verão) pela manhã e à noite. Mas por volta das duas da tarde o calor pode superar os 27º nos meses mais quentes e os 20 ºC no inverno. Veja mais detalhes sobre a melhor época para ir ao Atacama.

Vídeo de turismo sobre o Atacama

Atrações em San Pedro de Atacama

San Pedro em si não tem muitas atrações. É um lugarejo de ruas de terra e casas de adobe. Mas vale a pena dar uma olhada em sua singela igrejinha do século XVII situada na Plaza de Armas e a Casa Incaica, de 1540, que abrigou Pedro de Valdívia, o fundador da cidade. O movimento em San Pedro concentra-se em duas ou três ruas perto da pracinha da prefeitura, onde fica o escritório de informações turísticas. Na rua principal (a Broadway do lugar) você se depara com pessoas de tudo quanto é nacionalidade. Nesse centrinho funcionam também as agências que organizam excursões pelas redondezas, lojinhas de souvenirs, alguns hotéis e muitos barzinhos e restaurantes que, à noite, são frequentados por um pessoal descontraído, que inclui desde turistas endinheirados, mas de espírito aventureiro, até moçada de orçamento apertado. San Pedro tem opções de hotéis para todos os bolsos.

Feria Artesanal

 Entre a Plaza e a Calle Licancabur. Bijuterias, mantas, ponchos de lã de alpaca, camisas bordadas semelhantes às bolivianas (ou que vieram de fato da Bolívia).

Museo Arqueológico Gustavo La Paige

Junto à Plaza. Abre das 9h às 12h e das 14h às 18h. O Museo Arqueologico de San Pedro foi fundado pelo padre belga Gustave La Paige. Entre as peças de seu acervo há um bom número de múmias pré-incaicas, armas de pedra, cerâmicas e objetos que nos permitem entender os mais de dez mil anos de evolução da cultura atacamenha.

Atrações no deserto do Atacama

As grandes atrações no Atacama ficam fora de San Pedro. Elas podem ser visitadas em alguns casos a pé, de bicicleta, a cavalo, de carro ou tomando-se uma excursão. Quase sempre o próprio hotel organiza excursões ou indica quem o faça. Passeios de bicicleta podem ser feitos a lugares próximos. É possível em um pequeno grupo fazer passeios por conta própria para atrações mais afastadas, mas quase todos exigem carros com tração 4×4.

Tulor

A menos de 10 km de San Pedro. Essas ruínas neolíticas foram descobertas somente em 1982, resultado de escavações realizadas no local. Estima-se que o sítio já era habitado em aproximadamente 800 anos a.C. Descobertas em 1957 pelo padre La Page, as ruínas são construções circulares protegidas por muralhas.

Valle de la Luna

Situado a menos de 20 km de San Pedro de Atacama, na Cordilheira de Sal. O passeio até o início da trilha pode ser feito de van, a cavalo ou de bicicleta. As paisagens são realmente “lunares”, com curiosas formações rochosas, dunas gigantescas e cavernas. É uma das excursões que você não pode perder no Atacama. Do alto da Duna Mayor, a principal, tem-se uma vista privilegiada dos vulcões.

Pozo Tres

A 3 km a sudeste de San Pedro. É um piscinão de águas termais alimentado por fontes subterrâneas, ao qual se chega em uma caminhada de uns 15 minutos.

Pukara de Quitor

A 3 km ao norte de San Pedro, sobre uma colina. São ruínas de uma fortaleza do século XX. Não estão bem conservadas, mas têm importância histórica por ser onde os espanhóis, comandados por Francisco de Aguirre, venceram os índios atacamenhos, exterminando centenas deles. Do alto tem-se uma bela vista dos vulcões e do vale abaixo.

Gêiseres de El Tatio

Em pleno Altiplano, a 4.300m, a quase 100 km de San Pedro. Excursão guiada de meio dia, geralmente com visita às termas na volta (por isso mesmo, leve traje de banho). É o mais interessante de todos os passeios e também, no que tange ao quesito conforto, o mais “inca” dos programas. As erupções mais espetaculares dos gêiseres só podem ser apreciadas ao nascer do sol. Depois a temperatura sobe rapidamente e os jatos de vapor que saem do interior da terra perdem sua força. Mesmo com um veículo 4×4, desaconselhamos vivamente fazer a visita aos gêiseres por conta própria, pegue uma excursão. Os guias já avisam: não saiam das trilhas demarcadas. Há quem já afundou o pé na água escaldante e sofreu queimaduras graves. Há um lago de água quente junto a um dos gêiseres, onde um monte de gente vai se banhar. O vapor que sobe da água ameniza o frio.

Termas de Puritama

 A 30 km de San Pedro. Ficam à beira da estrada que leva aos gêiseres. O ideal é visitá-las na volta dessa excursão, quando o dia já amanheceu. Situadas a 3.000 m, o frio é suportável, não apenas porque o lugar é menos alto, mas também porque à medida que o tempo passa os raios solares vão se tornando mais fortes.

Lagunas Cejar

A 18 km de San Pedro. Podem ser visitadas facilmente de bicicleta. Têm águas cristalinas, onde você pode nadar, mas são tão salgadas quanto o Mar Morto no Oriente Médio. Por isso mesmo você flutua facilmente e não se afoga, nem se tiver brigado com a/o namorada/o e estiver de mal com a vida. Suas águas são geladas e, ao sair, a sensação dessa verdadeira salmora sobre a pele não é nada agradável. Algumas agências que realizam excursões no local levam água doce para as pessoas tirarem o sal do corpo depois do mergulho. Se visitar o lugar por conta própria e pensar em entrar na água, leve um galão com água.

Valle de la Muerte

A poucos quilômetros de San Pedro, excursão de meio dia no meio do deserto. É recomendável ir acompanhado de guia. Leve cantil. O nome – Valle de la Muerte – já é sugestivo. A caminhada de 4 km pelo platô não é tão dura. O mais cansativo é andar sobre areia fofa, onde você parece patinar, sobretudo nas subidas. Embora não seja um dos programas mais hard, um mínimo de forma física é indispensável. A vista de San Pedro no meio do vale, com as montanhas nevadas como fundo, é um espetáculo inesquecível. Depois, do alto do platô, você desce por uma enorme duna que o levará ao Valle de la Muerte, com formações rochosas curiosíssimas.

Salar de Atacama

A aproximadamente 70 km de San Pedro. A visita pode ser feita de carro por conta própria. Situado a 2.300m, é o maior salar do Chile. Quem conhece as Salinas Grandes do lado argentino dos Andes ou o Salar de Uyuni na Bolívia se surpreenderá com esse do Atacama. Não é liso como os outros, mas todo rugoso, cheio de pedras ásperas e cortantes de sal. É impossível caminhar sobre ele.

Observatório de Cerro Paranal

Caracoles, 166. A 2.600m de altitude, esse observatório astronômico, um projeto conjunto de americanos, europeus e japoneses, é o mais moderno do mundo. Você deve contratar o passseio, que é guiado e compreende a observação de estrelas e um audiovisual. Um chocolate ou café quente é oferecido aos participantes. O passeio, que começa por volta de 20h, tem duração proximada de 3h. Leve agasalho. Vamos repetir: faz frio à noite no deserto! Observatório de Cerro Paranal

Lagunas de Miscanti-Miñiques

A mais ou menos 120 km ao sul de San Pedro. Passeio para o dia todo, ou quase. São lagunas que fazem parte da Reserva Natural Los Flamencos, em pleno Altiplano, a 4.000 m de altitude. A paisagem impressiona pelo contraste das águas azul-esmeralda, tendo ao fundo a cordilheira nevada, onde se destacam os vulcões Miscanti e Miñiques. É uma das mais belas cenas que você poderá ver no Atacama.

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La_Serena, Chile
La Serena, Chile

La Sereña: o norte do Chile

La Sereña pAra os chilenos é um balneários reputado. Mas suas águas, para nós brasileiros são frias.

Mapa de La Sereña

Como ir

Avião

Quatro voos diários de Santiago (Tempo de viagem: 1h). O aeroporto fica a 6 km da cidade, há traslados regulares.

Veja passagens aéreas e pacotes

Carro

De Santiago são 480 quilômetros pela Ruta 5, a Panamericana. Todo trajeto é asfaltado. Há pedágios. De Calama (para quem visitou San Pedro de Atacama e está indo do norte), são 1.100 km. Há trechos em que nem sempre é fácil abastecer ou achar onde comer. Mantenha cheio o tanque de combustível, tenha consigo água e algo para comer.

Ônibus – Há ônibus direto de Santiago (Tempo de viagem: 8h).

Hospedagem

Escolha e reserve seu hotel em La Sereña

Melhor época

La Sereña pode ser visitada em qualquer época do ano. No verão as águas são menos frias. Mas você não saiu do Brasil para ir à praia no Chile, não?  Veja mais detalhes sobre a melhor época para visitar o Chile.

Atrações turísticas em La Sereña

La Sereña, nos últimos anos tornou-se um dos principais balneários chilenos, apesar de ficar bem mais afastada de Santiago do que Viña del Mar. A cidade é agradável para passear, nem pequena, nem grande demais. Tem praias de areia branca e mar azul, mas suas águas são frias.

Fundada em 1544, conserva ainda muitas igrejas e construções coloniais. Porém, um bom observador irá reparar que diversos imóveis não são de fato tão antigos e sim em estilo neocolonial, resultado de uma política urbana implantada na década de 1940, pelo presidente Gabriel Videla, que nasceu em La Sereña.

Pode ser um ponto de parada simpático para quem está subindo a costa rumo ao Atacama. Mas, se você está em busca daquelas paisagens que buscamos no Chile, como desertos, vulcões, lagos, esqueça.

Plaza de Armas

É uma bela praça, bem arborizada, com jardins e uma fonte. Nela ficam a catedral e construções neocoloniais, como a Municipalidad (Prefeitura) e o edifício dos Tribunales de Justicia, além da mansão do ex-presidente Videla, construída no final do século XIX. A Plaza de Armas é um dos principais pontos de referência da cidade.

Avenida del Mar

Essa longa avenida começa no Faro Monumental e se estende por sete quilômetros ao longo da costa. É o centro do agito durante o dia, ou a noite, sobretudo durante o verão, que corresponde à alta estação. Nela estão os principais restaurantes, barzinhos animados na alta estação e danceterias.

Mercado La Recova

Cienfuegos esq. c/ Cantournet. É um bom lugar para aqueles que buscam artesanatos. Suas tiendas expõem esculturas de madeira e de pedra, ponchos de lã de alpaca, camisas bordadas e cerâmicas. No primeiro andar há restaurantes onde se come bem e que são muito mais baratos que os da Avenida del Mar.

Museo Arqueologico  Cienfuegos

Esq. c/ Cordovez. Exibe artefatos pré-colombianos do norte do Chile e da Ilha de Páscoa, entre elas um moai rapanui trazido da ilha. Outra peça meio impressionante é uma múmia encontrada no Atacama e que teria cerca de 1.500 anos.

Museo Mineralogico Ignacio Domeyko  – Benavente, 980 As coleções reúnem uma fabulosa quantidade de minerais de todos os tipos oriundos de vários países do mundo, como cobre, prata, ouro, cristais de rocha, lápis-lazúli e até fragmentos de meteoritos.

Atrações nos arredores de La Sereña

Valle del Elqui

A 60 km de La Sereña. É um vale fértil ocupado por videiras e outras árvores frutíferas, famoso pela qualidade de seu pisco, marca disputada com os peruanos. A principal cidade do vale, (24 mil habitantes) é Vicuña, com suas casas de adobe. O lugarejo, onde nasceu Gabriela Mistral, prêmio Nobel de Literatura, possui um museu dedicado à poetisa. A 9 km a nordeste de Vicuña, nos contrafortes dos Andes, fica o Observatório Astronômico Cerro Mamalluca. Há visitas guiadas de aproximadamente 2 horas. Reservar no centro turístico de Vicuña ( Gabriela Mistral, 260

Pisco Elqui

Outra atração do vale é o povoado de Pisco Elqui, a 1.280 m acima do nível do mar, principal centro de fabricação do famoso destilado de uva. Visitas guiadas à Destileria Pisco Mistral mostram o processo de produção e engarrafamento da bebida, seguida de uma seção de degustação. Há ônibus do Terminal de La Sereña para Vicuña e Pisco Elqui, mas o mais prático é alugar um automóvel.

Reserva Nacional Pinguino de Humboldt

A 120 km ao norte de La Sereña. A reserva, criada em 1990 para a proteção da fauna local, é composta por tres ilhas: Chañaral, Choros e Damas. Além dos pinguins de Humboldt, ela é habitada também pelos de Magalhães, e outros animais marinhos, como focas e golfinhos. Há excursões oferecidas pelas agências de La Sereña para a visitar a reserva. O passeio é feito em barcos pesqueiros e tem duração de apenas 20 minutos, para não estressar os animais que nadam junto às embarcações.

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Viña del Mar, Chile
Praia de Viña del Mar, no Chile

Sobre Viña del Mar, a Copacabana dos chilenos

A cidade, um dos principais balneários chilenos, não tem nada de especial e nem um terço do charme de Valparaiso. Sua praia, para nós, brasileiros, não é grande coisa. As águas são frias e, em alguns lugares, poluídas.

Mapa de Viña del Mar

Como ir

Avião

Não há aeroporto na cidade. Do aeroporto de Santiago há traslado para Viña del Mar.

Veja passagens aéreas e pacotes

Carro

De Santiago, 115 km pela Ruta 5, a Panamericana. Todo trajeto é asfaltado. Há pedágios.

 Ônibus

Ônibus diretos de Santiago a cada quinze minutos. (Tempo de viagem: pouco mais de uma hora).

Hospedagem

Toda região à beira-mar, sobretudo a mais central, é prática e agradável.

Escolha e reserve seu hotel em Viña del Mar

Melhor época

Viña del Mar pode ser visitada em qualquer época do ano. Dá para pegar uma praia no verão. O sol é quente, mas as águas são frias.  Veja mais detalhes sobre a melhor época para visitar o Chile.

Atrações turísticas

Como a praia mais próxima de Santiago, lota durante o verão, como Copacabana, no Rio de Janeiro. O trânsito na avenida litorânea, ponto de paquera, torna-se intenso. Por outro lado, se você pretende visitar Valparaiso, bem do lado, vale a pena tomar um ônibus urbano ou mesmo dar uma caminhada até Viña del Mar. Ao contrário de sua vizinha, Viña del Mar é uma cidade de aspecto moderno, mais limpa, plana, com avenidas largas, boas lojas, shoppings, restaurantes finos e agradáveis hotéis com vista para o mar. A cidade, fundada em 1874, foi durante muito tempo uma área ocupada por vinhedos, o que explica seu nome. Durante sua época áurea belas residências e palacetes foram construídos pelos chilenos ricos de Santiago. A cidade também é conhecida por ser palco do Festival Internacional de Cinema, realizado anualmente.

Quinta Vergara

nd.  Erráruriz, 563.  Essa magnífica área verde, muito bem cuidada, com jardins decorados com espécies exóticas e estátuas greco-romanas, abriga o Palácio Vergara, construído no começo do século XX. Todo em estilo gótico veneziano, é uma obra-prima de arquitetura que por si só justifica a visita à Quinta. No palácio funciona o Museo Municipal de Bellas Artes, um dos melhores do Chile. A Quinta Vergara é também famosa por sediar o Festival Internacional de la Canción de Viña del Mar.

Museo de Antropologia y Historia Antonio Fonck

End. 4 Norte, 784 Abre em janeiro e fevereiro de segunda-feira a domingo, das 10h às 19h; de março a dezembro, de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h e aos domingos, das 10h às 14h. Quem se decepcionou com os reduzidos acervos dos pequenos museus de antropologia existentes em quase todas as cidades do sul do país se surpreenderá com esse. Suas coleções são particularmente interessantes e reúnem uma grande variedade de peças pré-colombianas oriundas de vários países do continente americano, como México e Guatemala, Peru e da Ilha de Páscoa, entre elas um autêntico moai rapa nui na entrada do imóvel.
Museo de Antropologia y Historia Antonio Fonck

Palacio Rioja

End.  Quillota, 214 ( 248-3664. Abre de terça-feira a domingo das 10h às13h30 e das 15h às 17h30. Construída em 1907, essa linda mansão estilo Belle Époque, abriga o Museo Decorativo. Seu interior mostra como era a residência na sua época áurea, com seus móveis, objetos de decoração, quadros, estátuas e pratarias. O palácio é rodeado de um belo jardim, muito agradável.

Palacio Carrasco

End.  Av. Libertad, 250 ( 226-9708. Abre de segunda-feira a sexta-feira das 9h às 18h e aos sábados das 9h às 13h e das 14h às 19h. Sua construção iniciada em 1912 só terminou em 1923. No mesmo estilo do anterior, serve de sede para o Centro Cultural de Viña del Mar.

Plaza José Francisco Vergara

End. É a mais central e bela praça de Viña del Mar. Nela ficam alguns imóveis que são verdadeiros ícones da cidade, como o Teatro Municipal, em estilo neoclássico e dois hotéis de luxo, o Viña del Mar, inaugurado em 1913, e O’Higgins, umas construção elegante da década de 1930.

Castillo Wulff

End.  Av. Marina, 37 Tel. 26-9714. Abre de terça-feira a domingo das 10h às 13h e das 15h às 17h. Capricho de um milionário alemão, o castelinho de inspiração medieval, foi erguido em 1905 aos pés do Cerro Castillo, quando Viña del Mar começou a se tornar um lugar chique. Atualmente sedia exposições temporárias.

Playa Reñaca

A 5 km de Valparaiso. Apesar de distante do centro, é mais tranquila e bonita do que a praia da cidade. Tem águas muito mais limpas. É uma das praias preferidas da juventude dourada de Santiago.

Informações práticas

Como ir ao Chile

Veja passagens aéreas e pacotes

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Escolha e reserve seu hotel em Valparaíso (ao lado de Viña del Mar)

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História do Chile da Guerra Fria aos dias de hoje | Cinema chileno
Pablo Neruda |Salvador Allende e o 11 de Setembro chileno

O Chile em imagens

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 Álbum fotográfico com dezenas de fotos do Chile separadas em slide-shows  sobre a as regiões mais interessantes do país.
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Valparaíso, a cidade do poeta

Valparaiso, a cidade de Pablo Neruda, tem um charme inigualável. O poeta nunca deixou de cantá-la em seus versos. A cidade é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
Fundada em 1543 por espanhóis que iniciavam suas explorações em território chileno, Valparaiso tornou-se um dos mais importantes portos das Américas. Era passagem obrigatória para os navios que desciam até o Estreito de Magalhães para cruzar do Atlântico para o Pacífico e vice-versa. Essa posição estratégica gerou intensa atividade comercial que beneficiou o desenvolvimento da cidade.

O porto de Valparaíso e o Canal do do Panamá

Seu porto atraía marinheiros do mundo todo, aventureiros em busca de fortuna e prostitutas. A abertura do canal do Panamá, que poupava os navios de contornar toda a América do Sul para passar de um oceano a outro, mergulhou Valparaiso em um período difícil. O movimento do porto diminuiu muito. Mesmo assim, a cidade continuou a ser o principal porto chileno e ainda recebia navios que navegavam pela costa do Pacífico, mas perdeu muito de sua importância.

Mapa de Valparaíso

Como ir

Avião

Não há aeroporto em Valparaiso; o mais perto é o de Santiago. De Santiago há transfers para Valparaiso.

Veja passagens aéreas e pacotes

Carro

De Santiago são 115 quilômetros pela Ruta 5, a Panamericana. Todo trajeto é asfaltado. Há pedágios.

 Ônibus

Há  ônibus diretos de Santiago a cada quinze minutos para Valparaiso (tempo de viagem: 1h).

Saiba mais: Transportes no Chile

Hotéis em Valparaíso

Se for se instalar na parte alta da cidade procure hotel não muito longe dos elevadores (“ascensores”) ou, na parte baixa na Plaza Sotomayor e suas proximidades.

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Escolha e reserve seu hotel em Valparaíso

Melhor época

Valparaíso pode ser visitada em qualquer época do ano. Saiba mais:  Melhor época para visitar o Chile.

Dicas sobre Valparaíso

Valparaíso e Viña del Mar são cidades vizinhas. Há metrô e ônibus urbanos entre elas. Quem gosta de caminhar pode ir a pé de uma para a outra. Por isso mesmo é possível, por exemplo, almoçar em Valparaiso e dormir em Viña del Mar ou vice-versa. Valparaiso é mais interessante. Porém, é uma cidade mais complicada para se circular. Os hotéis podem ficar no alto dos cerros. Você tem que encarar ladeiras e escadarias intermináveis ou tomar um elevador. Estes, à noite, não são muito seguros. A criminalidade em Valparaiso existe, embora não se compare à das grandes cidades brasileiras.

Existem excursões para Valparaiso que saem cedo de Santiago e regressam à capital à noite. Mas é tudo a toque de caixa. Você não tem tempo para curtir à cidade. Recomendamos pegar um ônibus e ir por conta própria. Valparaiso merece pelo menos dois dias inteiros, ou mais. Alugar carro para visitar a cidade não compensa. Os lugares mais interessantes de Valparaiso ficam em colinas (os famosos cerros) que são verdadeiros labirintos.

Matérias especiais

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Relatos de viagem

De Santiago a Chiloé de carro

Maquina fotografica

O Chile em imagens Fotos dos lugares de especial interesse turístico.

Santiago do Chile, uma capital aos pés dos Andes

No centro do Chile, fica Santiago, a capital política, administrativa, econômica e cultural do país. Em Santiago, uma cidade agradável e moderna, grande sem ser uma megalópole, ficam os mais importantes museus chilenos, teatros, bares, restaurantes, lojas.
Santiago espreme-se entre a Cordilheira dos Andes e a Cordilheira da Costa, mais baixa, ocupando um vale cortado pelo rio Mapocho. Dois cerros (colinas) destacam-se na paisagem urbana quase toda plana: o San Cristóbal e o Santa Lucía.

Em suas vizinhanças localizam-se algumas das atrações mais procuradas pelos brasileiros. As estações de esporte de inverno Valle Nevado, El Colorado, Farellones e Lagunillas e as diversas vinícolas abertas à visitação, como a Concha y Toro e a Cousiño Macul.

Mapa de Santiago de Chile

Como ir

 Avião

Veja detalhes em Chile.

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 Ônibus

A cidade de Santiago de Chile recebe ônibus de todo o país, da Argentina e mesmo do Brasil, diretos. Cuidado apenas para não se confundir: existem na capital chilena quatro terminais de onde chegam e parte os ônibus (omnibuses, em espanhol).

Terminal rodoviário Alameda: Av. Bernardo O’Higgins 3570, metrô Universidad de Santiago. Serve vários destinos;. Para Valparaíso e Viña del Mar parte ônibus a cada 15 minutos. Telefone: (2) 7762424

Terminal rodoviário Santiago (ex Terminal Sur): Alameda e Nicasio Retamales, a 150 mt ao oeste do terminal rodoviário Alameda; todas as empresas fazem viagens à costa, ao sul e a destinos internacionais. Telefone: (2) 3761750

Terminal rodoviário Los Héroes: Tucapel Jiménez e Alameda, perto da estação de metrô Los Héroes; várias empresas com destino ao norte do país. Telefone: (2) 4200099

Terminal rodoviário San Borja (ex Terminal Norte): San Borja e Alameda, perto da estação de trem Estación Central: ao norte do país e dentro da região Metropolitana. Telefone: (2) 7760645

 Hospedagem

No centro do Chile fica Santiago, a capital política, administrativa, econômica e cultural do país. Em Santiago, uma cidade agradável e moderna, grande sem ser uma megalópole, é a mais populosa e importante cidade do país.

As opções de hospedagem

Escolha e reserve seu hotel em Santiago do Chile: seleção por categorias

Melhor época

Santiago do Chile pode ser visitada em qualquer época do ano. Mas para quem vai praticar esportes de inverno, o ideal é junho ou agosto. Em julho também se pode esquiar, mas é a alta estação e está tudo lotado e caro.  Veja mais detalhes sobre a melhor época para visitar o Chile.

Atrações turísticas em Santiago

Centro Histórico

As principais atrações culturais e e históricas de Santiago ficam em seu centro histórico, a parte mais interessantes da cidade. Aliás, procurar hospedar-se no centro histórico de Santiago é uma boa ideia. Você está perto de tudo: atrações, comércio, escritório de informações turísticas, bons restaurantes, bares, lojas etc. Saiba mais sobre as atrações no centro histórico de Santiago.

Barrio París Londres

É um minibairro projetado em 1922. Agradável de passear, possui construções e mansões de diferentes estilos: clássico, neoclássico, renascentista etc. Uma salada, mas que bela salada! Um bom lugar para almoçar ou tomar café.

Cerro Santa Lucía

(Alameda, altura do número 500) Destaca-se no meio da agitação de Santiago como um oásis de paz e tranquilidade. Sua situação elevada foi aproveitada por Pedro de Valdívia para resistir aos ataques dos mapuches. Foi transformado em parque em 1871 pelo prefeito Benjamin Vicuña, que mandou construir escadarias e embelezou o local com jardins, fontes e estátuas.

Torre Mirador

Quem sobe até  alto  pode apreciar uma vista panorâmica da cidade. Na Calle Santa Lucía esquina com a Huérfanos há um elevador (que nem sempre funciona!) até o jardim circular, no alto. Junto do Cerro Santa Lucía fica o bairro Lastarría, uma pequena região em volta da Calle Lastarría, cheia de lojinhas, pequenas galerias de arte, cafés e restaurantes. Na Plaza Mulato Gil de Castro funciona, às quinta-feiras e sábados, uma feira de antiguidades.

Barrio Bellavista

O bairro, junto do Cerro San Cristobán, é um dos mais agradáveis de Santiago, com suas casinhas coloridas. As ruas de maior interesse são a Fernando Márquez de la Plata, a Avenida Bellavista, a Calle Constituición e Avenida Pio Nono. É onde se concentra o buxixo à noite, com uma infinidade de barzinhos, pequenos restaurantes, danceterias e cafés. Bellavista não é um bairro gay, mas é onde há mais tolerância e é o preferido do público GLS.

La Chascona

Foi comprada por Pablo Neruda em 1955. Era onde ele se instalava quando ia a Santiago. A casa foi bastante modificada depois de sua aquisição, e muitos detalhes foram criação do poeta, como portas secretas e escadarias.  A casa foi saqueada e parcialmente destruída por elementos da extrema-direita após o golpe de Estado de Pinochet e da morte do poeta. Hoje, transformada em fundação, ela abriga a maior parte dos objetos de arte, quadros e esculturas comprados por Neruda, livros e mesmo objetos pessoais do escritor. La Chascona

Cerro San Cristóbal

Situado a 880 m de altitude, fica a 300 m acima do centro histórico e oferece uma das mais belas vistas da cidade. Faz parte do Parque Metropolitano de Santiago, um pulmão verde no centro da capital, ocupado por jardins e árvores. Suas rampas de acesso têm inclinação suave. O mais agradável, entretanto, é tomar o funicular que parte da Plaza Caupolicán (em frente à Calle Pio Nono junto ao bairro de Bellavista) e vai até a Estacíon Superior, próximo da estátua de la Virgen, passear pelos caminhos do parque e descer pelo teleférico até a Estación Cumbre.

Barrio Concha y Toro

 Entre Brasil e Maturana. Este era um dos bairros burgueses de Santiago da década de 1920, com uma arquitetura inspirada nas regiões nobres de capitais europeias, como Paris. Os chilenos ricos que habitavam o bairro mudaram-se faz tempo, mas os belos palacetes continuam lá, como testemunho de uma época.

Museo Interactivo

Esse é outro museu voltado para a ciência, com experiências interativas surpreendentes, que agradarão às crianças, até àquelas de cabelos brancos. Cada sala aborda um tema diferente: luz, ecologia, física, água etc. Museo Interactivo

Visita às vinícolas próximas a Santiago

Embora você possa visitá-las por conta própria, de carro, essa não é a melhor opção. Normalmente é preciso reservar e o staff que acolhe os visitantes dedica mais sua atenção aos grupos do que às pessoas isoladas. É possível reservar a visita às vinícolas com seu agente de viagens no Brasil ou com agências em Santiago. Saiba mais sobre as vinícolas próximas a Santiago.

Vida noturna

Santiago não oferece ao visitante uma vida noturna tão intensa quanto a de Buenos Aires, mas tem bairros bem animados, com barzinhos, danceterias cheias de gente bonita e cafés lotados nos finais de semana. É lá que estão os restaurantes mais sofisticados do país, onde se pode experimentar o melhor da gastronomia chilena e da alta cozinha internacional. saiba mais sobre a vida noturna em Santiago do Chile.

Informações práticas

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