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Argentina, tango em Buenos Aires
A melhor época para ir a Buenos Aires. Na foto, tango em Buenos Aires

Melhor época para visitar Buenos Aires

Quando ir: temperaturas, chuvas, clima

As estações do ano

As estações do ano na Argentina correspondem às brasileiras. Buenos Aires, com um clima temperado oceânico, é uma cidade que pode ser visitada sem problemas em qualquer época do ano, mas os meses mais agradáveis são os da primavera e do outono. Melhor época para visitar Buenos Aires corresponde aos meses são abril, maio, setembro e outubro.

O auge do verão

O auge do verão não é recomendável para quem não curte muito calor, pois, apesar de ficar junto ao mar, Buenos Aires não é uma cidade de praia onde se anda de short e havaianas. Aliás, janeiro em Buenos Aires é como em São Paulo: a população local desaparece. Se você quiser encontrar um portenho nessa época, vá para uma praia em Santa Catarina!

Mapa de Buenos Aires

Primavera

Uma época super agradável. Abril e maio são os melhores meses. Os parques de Buenos Aires estão lindos nessa época.

Verão

Igual ao brasileiro, muito quente. Aliás, parece que não combina com Buenos Aires. Dezembro, janeiro e fevereiro não são os melhores meses para se visitar Buenos Aires.

Vídeo sobre Buenos Aires

Outono

Época agradável, que começa dia 21 março e se estende até o solstício de inverno austral, dia 22 de junho de junho. O começo do outono tem temperaturas amenas, o começo de dezembro já é meio frio.

Inverno

O inverno só é incômodo para aqueles que detestam frio, pois as temperaturas não chegam a ser excessivamente baixas. Para quem curte pode ser gostoso aquele friozinho “europeu” do inverno portenho. Com um pouco de imaginação, você pode se sentir em Paris!
O inverno é a época mais seca. Nevar mesmo, só aconteceu uma vez, em junho de 1918, quando a cidade amanheceu toda branca.
As chuvas são regulares quase o ano todo, com um ligeiro aumento das precipitações em março e em dezembro.

Temperaturas médias em Buenos Aires

Médias de temperaturas (°C) máximas
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
30   29     26    23   19    16  15   17   19   23     25    28

Médias de temperaturas (°C) mínimas

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
20   19    17   14    10     08   07   09   10   13     16   18

Precipitações médias em Buenos aires

Médias de precipitações (mm)
Jan  Fev  Mar  Abr  Mai  Jun  Jul  Ago  Set  Out  Nov  Dez
122  123  154  107    92      50   53     63   78    139   131  108

Dicas
  • Agora que você sabe a época do ano em que vai a Buenos Aires, veja a bagagem que deve levar.

Informações práticas

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Fachada no Centro Histórico de Estocolmo

O Centro de Buenos Aires

Reunimos sob essa denominação a Av. 9 de Julio e suas vizinhanças, em um quadrilátero que vai da Av. Córdoba, ao norte, até San Telmo, ao sul; e de Puerto Madero, a oeste, até a altura do Congreso Nacional, a leste (Av. Callao). É nessa região, composta por diversos pequenos bairros (Microcentro, Tribunales, Montserrat e San Nicolás) que se concentra a maior parte dos edifícios e monumentos históricos da cidade, bem como da atividade comercial portenha.

Mapa de Buenos Aires

Av. 9 de Julio

Ao construir essa avenida, os portenhos quiseram criar um eixo monumental que cortasse a área central de Buenos Aires, do Retiro a San Telmo. Para isso, resolveram exagerar: com 125m de um lado ao outro, a 9 de Julio é tida como a mais larga avenida do mundo. Sua parte central começou a ser construída em 1937, mas as obras só foram concluídas quarenta anos depois.

Obelisco

O obelisco no cruzamento da Av. 9 de Julio com a Av. Corrientes (local que a bandeira argentina foi hasteada pela primeira vez) está para Buenos Aires como a Torre Eiffel está para Paris. Com 67m de altura, o principal monumento portenho foi inaugurado em maio de 1936 para comemorar o quarto centenário da cidade. Em seu topo (acessível mediante a subida de mais de 200 degraus…), janelas proporcionam vista panorâmica.

Vídeo sobre Buenos Aires

Av. Corrientes

Rua famosa. Seus arredores são uma região cheia de cafés, lojas, livrarias, casas de espetáculos e teatros de revista que ainda hoje fazem sucesso. O comércio fecha tarde e a boemia avança madrugada adentro. É o espírito Corrientes, que pode ser apreciado a pé em uma curta caminhada. O passeio começa na esquina com a Bouchard, onde fica o Estadio Luna Park. Bem no começo da Corrientes, na esquina com a Leandro Alem, fica o prédio dos Correios, inaugurado em 1928. Ao lado fica a Plazoleta del Tango, onde há uma feirinha de livros usados. O n° 348 da Corrientes ficou famoso por causa do tango A media luz: “Corrientes, tres cuatro ochoSegundo piso, ascensor… No hay porteros, ni vecinos, adentro cóctel de amor…”. A parte interessante da avenida termina no centro cultural e comercial Paseo la Plaza.

Av. de Mayo

A Avenida de Mayo é um dos principais eixos viários de Buenos Aires, foi construída sobre o traçado de uma importante via do período colonial e inaugurada em 1894. A Av. de Mayo começa na Plaza de Mayo e vai até a Plaza del Congreso, onde fica o Congresso Nacional, cruzando a Av. 9 de Julio. Caminhando-se por ela em um agradável trajeto de aproximadamente 1,5 km veem-se diversos edifícios antigos, a maioria deles do final do século XIX e do começo do XX, herança arquitetônica de uma era de esplendor da economia e da sociedade portenhas. No n° 829 fica o famoso Café Tortoni. Ao passear pela Av. de Mayo é difícil deixar de lembrar da Gran Via de Madri; é ali que se sente que, apesar de toda Buenos Aires ser um pouco europeia, ela lembra mais a capital espanhola do que qualquer outra cidade da Europa.

Palacio Municipal

(Prefeitura) End. Pl. de Mayo esq. c/ Av. de Mayo. Esse belo edifício de jeitão francês foi concluído em 1902 para sediar o governo da cidade.

Casa de la Cultura

End. Av. de Mayo, 575. Inagurada em 1896, tem um Salón Dorado que é imitação da Galeria dos Espelhos de Versailles. No edifício que foi sede do jornal La Prensa funciona hoje a Secretaria Municipal de Cultura, onde são há atividades culturais com entrada franca.

Café Tortoni

O mais famoso café de Buenos Aires – O tradicionalíssimo Café Tortoni (Av. de Mayo, 829) foi fundado em 1858 por um francês que se inspirou num café do Boulevard des Italiens, em Paris, frequentado por intelectuais e artistas, para dar nome ao estabelecimento. No final do século XX, o café passou para as mãos de seu compatriota, Celestino Curutchet, um personagem peculiar, que deu nova vida ao lugar. Em 1926 instalou-se no subsolo do café uma peña animada por um grupo de músicos, escritores e outros artistas.

Frequentadores famosos – O café, que conserva sua decoração de época, foi frequentado por Jorge Luis Borges e Carlos Gardel, além de ilustres visitantes estrangeiros como o dramaturgo Luigi Pirandello e Garcia Llorca, que passou uma temporada na Argentina (onde devia ter ficado, pois, ao retornar para a Espanha foi assassinado pelos fascistas…). Por ser um ícone de Buenos Aires e, claro, pelo prazer de saborear um delicioso chá da tarde ou petiscos com chopp em meio à linda decoração Art Decô, o Tortoni é uma visita obrigatória. Café Tortoni

Plaza de Mayo

Essa praça é para os portenhos o que foi a Ágora para os atenienses na Antiguidade. O lugar, onde foi formado o primeiro governo nacional, é ainda uma espécie de centro nervoso político do país. É lá que estão o Cabildo, a Casa Rosada, a catedral. É também onde ocorrem grandes manifestações populares, o lugar onde se reúnem as Madres de la Plaza de Mayo, mães e avós dos que desapareceram durante o regime militar (elas continuam a se encontrar ali todas as quintas-feiras à partir das 15h30), a praça onde o povo se dirigia para escutar os discursos de Perón e Evita, onde também milhares de argentinos se reuniram para apoiar a desastrosa aventura das Malvinas. A pirâmide que você vê foi construída sobre terra trazida de quatro extremos do país e simboliza a união dos argentinos. É na Plaza de Mayo que ocorrem as comemorações das grandes partidas de futebol.

Estação Perú

Essa estação de metrô (subte) conserva-se igual a como era quando foi construída em 1913. Tornando-se uma curiosidade turística, recebeu uma decoração condizente: cartazes publicitários e objetos da época.

Catedral

End.Plaza de Mayo (Av. Rivadavia esq. c/ Av. San Martin). A catedral portenha começou a ser construída no final do século XVII, mas só foi concluída em 1751. Todavia, sua imponente fachada, de construção posterior, é neoclássica, com doze colunas que representam os apóstolos e um frontispício triangular. No interior da catedral está o túmulo de San Martín, herói da independência.

Cabildo

End. Plaza de Mayo (esq. c/ Bolívar). O Cabildo foi uma instituição da era colonial que representava os interesses locais em contraposição aos do império e tinha sede em um edifício erguido no mesmo local do atual, em 1609. A construção sofreu reformas em diferentes épocas e foi restaurada na década de 1940 para recuperar seu aspecto original. Por isso, é um dos raros exemplares de arquitetura colonial espanhola em Buenos Aires. Repare no pátio interno. No Cabildo existe um pequeno museu. Ao lado, às quintas e sextas-feiras funciona uma pequena feira de artesanato e há apresentações de músicos de rua e dançarinos de tango.

Pasaje Roverano

Av. de Mayo, 506. Esta curiosa pasaje com vitrais e detalhes em bronze atravessa o andar térreo de um edifício construído em 1878, reformado depois, quando foi aberta a Av. de Mayo. É a única construção da avenida com entrada independente para a linha A do subte.

Palácio Barolo

End. Av. de Mayo, 1370. Erguido em 1923, foi o prédio mais alto de Buenos Aires até ser suplantado pelo Kavanagh em 1934. O arquiteto Mário Palanti, construtor do palácio, um fanático pela obra de Dante Alighieri, inspirou-se na Divina Comédia para dividir o edifício em três seções: Inferno, Purgatório e Paraíso. Haja criatividade!

Casa Rosada

Sobre a sede do governo argentino – End. Plaza de Mayo. O famoso edifício, que sofreu muitas reformas e modificações ao longo da História, é sede do governo argentino desde 1810, quando a Primeira Junta tomou o poder. Foi sob o presidente Sarmiento (1868-1874) que ganhou a cor rosada, que simboliza a fusão do branco (cor do partido unitarista) com o vermelho (cor do partido federalista). O fato de o Executivo estar sediado na praça em que tradicionalmente ocorrem acaloradas manifestações populares – tanto de festejo e apreço quanto de reivindicação e repúdio – é uma faca de dois gumes. Para Perón e Evita, que usavam o balcão para discursar diante de uma multidão embevecida, foi ótimo, mas a situação é potencialmente incômoda para os governantes… Que o diga o presidente Fernando de La Rúa, que precisou fugir da Casa Rosada de helicóptero em 20 de dezembro de 2001, no auge da crise econômica que levara boa parte da população à miséria. A Casa Rosada não pode ser visitada por dentro, mas de hora em hora você pode assistir à troca da guarda, que usa uniformes iguais aos das tropas do libertador San Martín.

Teatro Colón

Um teatro igual aos europeus na época – End. Entre Av. 9 de Julio e Pl. Lavalle. O edificio possui diversas entradas. Na segunda metade do século XIX, com a maciça chegada de imigrantes italianos, a crescente prosperidade da Argentina e a moda da ópera correndo solta, era inevitável que se pensasse em construir em Buenos Aires um requintado teatro, nos moldes da parisiense Ópera Garnier e do milanês La Scala. O Teatro Colón, na realidade, já existia, em um edifício bem mais modesto, em local diverso de sua situação atual mas, para atender aos anseios dos amantes de música e dança e igualar-se às grandes cidades europeias, Buenos Aires não deixou por menos: fez construir um rebuscado prédio de quase 40.000m2 que veio a ser o mais importante teatro da América Latina.

A programação – A programação atual do Teatro Colón continua fiel aos clássicos e compreende espetáculos de ópera, balé e música erudita. Quem aprecia esses gêneros artísticos não deve deixar de consultar a programação antes de viajar para lá (no site Teatro Colon) e providenciar seus ingressos com a maior antecedência possível (bem como lembrar de colocar na mala roupas adequadas a esse tipo de evento). Porém mesmo aqueles que não prendem assistir a espetáculos devem conhecer o Colón. Com elementos neorenascentistas e neoclássicos, mas de estilo indeterminado, é um teatro típico da época de sua construção.

Visita guiada – A visita guiada permite conhecê-lo por dentro. A obra, rica em detalhes em estuque e com belos vitrais franceses, utilizou os melhores mármores europeus, como se pode ver no grande hall de entrada, decorado com mármore de Verona, e na escadaria, em mármore branco de Carrara. A elegância do Salón de los Bustos (assim chamado por expor bustos de compositores como Mozart, Rossini, Verdi e Wagner) e do Salón Dorado é sublime. A enorme sala de espetáculos em forma de ferradura, também ricamente decorada e capaz de abrigar quase 2.500 espectadores, é famosa por sua excelente acústica. Para ter uma ideia de suas dimensões, basta lembrar que a cúpula é adornada com pinturas que cobrem mais de 300m2 e o lustre de bronze, construído na França, tem 7m de diâmetro – e 700 lâmpadas! Nas visitas guiadas, você verá roupas usadas pelos artistas e tudo quanto é calçado que pode imaginar.

Manzana de las Luces

O Quarteirão das luzes – End. Entre Perú, Bolívar, Moreno e Alsina. Os jesuítas se instalaram nesse local em 1661. Ali passou a funcionar o Colegio San Ignacio e logo começou a construção da igreja do mesmo nome, a mais antiga da cidade, consagrada em 1734. Em 1767, com a expulsão dos jesuítas, instalaram-se no local instituições ligadas ao saber e ao conhecimento, o que fez o jornal El Argos denominar o local de “Quarteirão das Luzes”, numa alusão ao Iluminismo francês. De fato, o quadrilátero abriga a antiga sede da Universidade de Buenos Aires e o Colegio Nacional.

Interesse histórico – Porém seu interesse hoje é histórico – e turístico – em razão da existência não apenas da antiga igreja mas também de vestígios da Procuradoria de las Misiones (sede da autoridade máxima dos jesuítas na Argentina antes da expulsão); das Casas Virreinales (da época do vice-reinado); da Sala de Representantes (sede do Legislativo a partir de 1821, onde também era empossado o chefe do Executivo); e das curiosas galerias subterrâneas que ligavam o Cabildo e a Catedral com igrejas e conventos. Supõe-se que serviam para a defesa da cidade, mas não se tem certeza de nada, nem sobre quem os fez construir. No local, hoje um centro cultural, funciona um mercado de artesanato e antiguidades.

Museo de la Ciudad e Farmacia La Estrella

Alsina, 412. Abre de segunda a sexta-feira das 11h às 19h e aos domingos das 15h às 19h. O museu, instalado num casarão do começo do século XIX, expõe fotos e objetos relativos à história de Buenos Aires e à vida cotidiana dos antigos porteños. No térreo fica a Farmacia La Estrella, fundada em 1834, que conserva a decoração e instrumentos da década de 1900, com pisos de mosaico italiano e mobiliário de madeira trabalhada.

Igreja de San Francisco

End. Alsina esq. c/ Defensa. Construída em 1730 juntamente com um convento jesuíta. Sua fachada, porém, é do começo do século XX. Enquanto na frente da igreja há estátuas de Dante, Colombo e São Francisco, na pracinha ao lado esculturas simbolizam a astronomia, a geografia, a indústria e a navegação.

Congreso

Av. Entre Rios. O monumental edifício do Congresso Nacional, inaugurado em 1906, tem elementos clássicos e a maior cúpula da cidade. Nele funcionam o Senado e a Câmara de Deputados. Há visitas guiadas.

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Foto: Gobierno de la Provincia de Buenos Aires
Puente de la Mujer, Puerto Madero. Foto: Gobierno de la Provincia de Buenos Aires

Puerto Madero, o velho cais que se tornou chique

Em razão da pouca profundidade de suas águas costeiras, durante muito tempo Buenos Aires teve problemas em receber navios maiores, que tinham que permanecer longe da costa e desembarcar mercadorias e passageiros em lanchas.
Assim, em 1887, iniciaram-se ao lado do estuário do Plata as obras de um projeto de Eduardo Madero (que não era engenheiro e sim comerciante…) destinadas a solucionar essa situação por meio de diques e pontes, finalizadas em 1897. Infelizmente, apenas dez anos depois, o novo porto ficou obsoleto, uma vez que os navios tornavam-se cada vez maiores.

Mapa de Puerto Madero

Antes de 1990, lugar feio e perigoso

Até o começo da década de 1990, Puerto Madero era um lugar feio, perigoso e meio abandonado, com docas caindo aos pedaços e construções utilizadas como depósitos.
Com vultosos investimentos públicos, um projeto de recuperação inteligente – o mais importante desse tipo realizado até hoje na capital argentina, similar àquele implantado nas docas de Lisboa – transformou o lugar em um dos mais caros da cidade. Nos prédios reformados das antigas docas funcionam hoje lojas finas, restaurantes e bares sofisticados, pizzarias e churrascarias. Foram construídos prédios comerciais modernos e hotéis, dentre os quais se destaca o Hilton.

Puerto Madero hoje

Puerto Madero é hoje um local arejado, agradável e seguro: um dos favoritos não apenas dos turistas estrangeiros mas também dos portenhos quando querem jantar à luz de velas ou simplesmente dar uma volta a pé. Nos finais de semana, seus barzinhos ficam lotados.
Embora a crise que atingiu o país entre 1999 e 2002 tenha paralisado temporariamente alguns projetos, a recente recuperação permitiu a conclusão de grandes obras, dentre elas torres residenciais, algumas das quais, como a Renoir, chegam a atingir 170m de altura.

Vídeo sobre Puerto Madero

As atrações em Puerto Madero

Puerto Madero é dividido em quatro diques. No dique 2, funciona a Universidad Catolica Argentina. É na Av. Alicia Moreau de Justo que fica a maioria dos restaurantes.

Navio-museu Corveta Uruguay

Dique 1. Abre das 10h às 20h. Construído na Inglaterra, esse navio de 85m de comprimento e mais de 13m de largura foi comprado pelos argentinos em 1872 e passou a ser utilizado como navio-escola, função que cumpriu até 1961. A corveta deu várias voltas ao mundo e seu casco de ferro original foi reforçado para permitir a navegação em regiões polares. A maior aventura vivida a bordo do Uruguay foi o resgate da tripulação do navio sueco Antartic que afundou após ter sido retido pelo gelo, em 1901. Transformado em museu, pode ser visitado por dentro.

Molino Porteño

Margem oriental do dique 2. Construído em 1891 e utilizado como moinho de trigo até 1956, é interessante por sua arquitetura. Encontra-se restaurado e foi declarado Patrimônio Histórico Nacional.

Puente de la Mujer

Dique 3. A ultramoderna ponte de pedestres sobre o dique, inagurada no final de 2001, custou a bagatela de 6 milhões de dólares. Ela possui um sistema que lhe permite girar 90º para dar passagem a embarcações. Doada aos portenhos pela Espanha, a ponte foi transportada desmontada até Buenos Aires. Suas linhas representam, em um desenho estilizado, um casal dançando tango: o mastro é o homem e a estrutura curva da ponte, a mulher.

Navio-museu Fragata Sarmiento

Dique 3. Abre das 9h às 20h. Navio-escola da Marinha Argentina, o Presidente Sarmiento foi construído em 1898. Embora tivesse motor a vapor, possui três mastros, de modo a permitir aos jovens marinheiros aprender a manejar velas. A fragata que navegou até o começo da década de 1960 é hoje um museu, com móveis e apetrechos de época. Podem ser visitados cabines, ponte de comando, sala de máquinas e outros cômodos.

Monumento a Cristóvão Colombo

Av. de la Rábida, atrás da Casa Rosada, na altura do dique 3. Por trás da construção desse monumento inaugurado em 1921 está a figura de Antonio Devoto, um endinheirado imigrante italiano. Entusiasmado com a ideia da homenagem ao navegante genovês, Antonio organizou em seu país de origem um concurso para a escolha do escultor, vencida por Arnaldo Zocchi. A estátua de Colombo, feita em mármore de Carrara, tem mais de 6m de altura e está colocada sobre um grande pedestal. O conjunto foi enviado à Argentina em peças para ser montado. Em junho de 1955, o monumento foi atingido por balas disparadas de aviões durante a sublevação militar que resultou na queda de Perón.

Reserva Ecológica

(Costanera Sur) A área entre Puerto Madero e o Rio da Plata é uma pequena reserva ecológica, lugar agradável para caminhar, correr ou simplesmente flanar enquanto se observa o skyline da cidade. Aliás, a não ser que você chegue a Buenos Aires de navio, esse é um dos raros lugares onde poderá ver o famoso estuário; a capital argentina é tão “continental” que chega-se a esquecer que ela fica à beira d’água.

Cassino

Dársena Sur. Abre 24h por dia. Casino si, pero legal! São proibidos jogos de azar no solo de Buenos Aires… Mas só no solo! É o governo argentino que mantém esta casa de jogos flutuante destinada sobretudo a atrair turistas. Instalado em um navio que é réplica daqueles que se veem em filmes passados no sul dos EUA deslizando pelo Mississipi ao som de Old Man River, o cassino portenho limita o valor máximo das apostas e prioriza a diversão.

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Buenos Aires: quase um terço da população argentina

Buenos Aires situa-se na margem sul do largo estuário chamado Rio de la Plata, onde o Rio Paraná se abre para o Oceano Atlântico. A capital argentina em si possui mais ou menos 3 milhões de habitantes, enquanto a “Grande Buenos Aires” ultrapassa os 12 milhões, o que representa quase um terço da população do país.

Mapa de Buenos Aires

As manzanas

A dimensão da cidade não é problema para o visitante, que costuma se restringir à zona onde se concentram os atrativos turísticos. É muito fácil circular por ali, uma vez que as ruas, na maior parte, formam quadras (manzanas) regulares de aproximadamente 100m. Aliás, os portenhos nunca dizem que tal lugar fica a 400m de outro, mas a quatro manzanas. Isso é prático porque olhando o mapa você pode ter ideia das distâncias contando as quadras e avaliar se dá para ir a pé ou se precisará tomar táxi ou metrô para chegar a determinado lugar.

Vídeo sobre turismo em Buenos Aires

A numeração das ruas no sentido norte/sul

A numeração dos imóveis não é contada a partir de um centro geográfico ou ponto central, mas por um sistema bem portenho: no sentido leste/oeste, a numeração começa às margens do Rio de la Plata (Puerto Madero) e, no sentido norte/sul, a partir da Av. Rivadávia. Algumas ruas importantes trocam seus nomes a partir dessa avenida.
A Av. 9 de Julio atravessa a zona central da cidade – mais próxima ao Rio de la Plata – no sentido norte-sul. Diversas longas avenidas quase paralelas entre si a cortam perpendicularmente e levam até os bairros mais distantes da costa.
Por falar em costa, da cidade praticamente não se vê o Rio de la Plata, que banha as áreas verdes da Costanera Sur e da Costanera Norte.

Desenvolvimento urbano precoce

Nas primeiras décadas do século XX, quando as maiores cidades latino-americanas ainda mantinham um ar terceiro-mundista, Buenos Aires era uma ilha de civilização, com uma classe média numerosa e mais igualdade social. Ou seja, uma metrópole de verdade, com lojas finas, restaurantes sofisticados, intensa vida cultural, boulevares e cafés, que nada ficava a dever às capitais europeias.
Enquanto nos demais países da América do Sul o transporte urbano ainda se limitava a bondes puxados por burros, Buenos Aires já possuia metrô, o primeiro existente nessa região do planeta.

 

A qualidade de vida

Mesmo após a recente crise que abalou a Argentina, Buenos Aires disputa com Montevidéu a melhor qualidade de vida entre as capitais da América Latina.
Além de inúmeros jardins e praças arborizadas, Buenos Aires possui um verdadeiro pulmão verde na região de Palermo, em cujos parques em estilo francês, com arvoredos, estátuas e espelhos d’água, os portenhos passam horas preguiçosas, lendo, namorando, passeando com os filhos ou tomando sol, como fazem os parisienses no Jardin de Luxembourg…

Patrimônio histórico e arquitetônico

Ao contrário de metrópoles como São Paulo, cujo crescimento importou em sacrifício de boa parte do patrimônio histórico e arquitetônico, Buenos Aires preservou seus lindos edifícios do século XIX no centro e nos bairros onde vive a população mais favorecida.
São essas construções que lhe conferem o tão falado “ar europeu”, acentuado pelos os cafés sempre cheios de pessoas lendo jornais ou falando sobre o que mais gostam: política e futebol, temas que por vezes geram acaloradas discussões!

As pasajes de Buenos Aires

Como são as pasajes – Como Paris, Buenos Aires tem pasajes – ruelas que cortam quarteirões ao meio – construídas no começo do século passado para melhor aproveitamento de terrenos compridos que alcançavam metade da quadra, permitindo que se abrisse uma saída pelos fundos das propriedades ou ali se erguesse outra edificação.

A maioria das pasajes atravessa o quarteirão de ponta a ponta; algumas chegam até o meio, formando becos; e há ainda aquelas em formato de “U”, caso da Pasaje de la Piedad, que começa no número 1573 da Bartolomé Mitre e termina no número 1525 da mesma rua. Há pasajes na diagonal dos quarteirões, como a Pasaje Azucena Butteler, em forma de “X”, no bairro de Boedo (com entrada pela Av. La Plata, Av. Cobo, ou pelas ruas Zellarrayán e Senillo). No ponto onde as duas vias se cruzam há uma pequena praça, chamada pelos moradores de “pracinha escondida”.

Casarões do começo do século XX – A maioria dessas pasajes – dentre as dezenas espalhadas pela cidade – é ainda pouco conhecida dos turistas (e mesmo dos portenhos!).
Embora muitas vezes mal-cuidadas e esquecidas, as pasajes conservam imóveis construídos por volta de 1910 para abrigar operários. Muitas dessas construções, que começam a ser restauradas, têm uma arquitetura interessante de estilo parisiense ou andaluz.

Flanar pelas pasajes – Se você tiver tempo livre, aproveite para flanar por elas e descobrir aspectos inusitados de Buenos Aires. Algumas das pasajes são fechadas a não moradores, mas diversas podem ser visitadas, como as quatro paralelas de Palermo (Cabrera, Soria, Santa Rosa e Russel, que saem da Borges e da Serrano).
Outras que merecem uma olhada são a Rue des Artisans, entre Libertad, 1240 e Arenales, 1239; a Dr. Rivarola, entre Mitre, 1325 e a Perón, com um certo ar parisiense; a Pasaje Santamarina, no bairro de Montserrat, entre Chacabuco, 641 e México, 750, em linhas neoclássicas; e a General Paz, entre Ciudad de la Paz, 561 e Zapata, 552, no bairro de Colegiales, que lembra uma ruela de Sevilha.

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Matérias especiais

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Os grandes dinossauros que habitavam a Argentina

Passeio de barco no Rio Tigre, Buenos Aires
Passeio de barco no Rio Tigre, Buenos Aires

Passeios e excursões nos arredores de Buenos Aires: barco, trem, tours

Tigre

É uma cidade a aproximadamente 30 km a noroeste de Buenos Aires, uma espécie de Veneza portenha (exagerando um pouco…), com canais, ilhotas e belas residências. O mais interessante não é a cidade em si, mas o passeio até ela, que é muito bonito. Além disso, de Tigre é possível fazer excursões pelo delta do rio Paraná. Para ir a Tigre, você tem que, na estação Retiro, tomar um trem até a estação Mitre. A viagem dura meia hora. Lá você desce e toma o Tren de la Costa, um trem turístico, um pouco mais caro (mas bem abordável) que atravessa os subúrbios de Buenos Aires, acompanhando a costa. Você pode descer numa das estações, dar uma volta e prosseguir. Outra opção é tomar um trem comum, também no Terminal de Retiro (1h de viagem). Chegando a Tigre você tem novamente duas opções: pegar uma excursão em catamarã ou em um barco comum. Você pode comprar um bilhete de ida e volta. O passeio demora aproximadamente 4h, mas é interessante porque você viaja com pessoas do lugar e acompanha seu estilo de vida; melhor do que estar rodeado apenas de turistas. Claro que tanto tempo dentro de um barco cansa. Por isso mesmo, você pode descer, almoçar e continuar a viagem.
Tren de la Costa

Mapa de Buenos Aires

San Isidro

Embora grudada em Buenos Aires, San Isidro é na realidade outra cidade, onde se pode chegar tomando o Tren de la Costa. Famosa pela feira de artesanato da Plaza Mitre, que funciona desde 1971 nos finais de semana, San Isidro recebe turistas estrangeiros e portenhos. Uma de suas atrações, além de das ruas que conservam construções coloniais, é a catedral em estilo neo-gótico terminada de construir em 1898, com uma torre de 68m. San Isidro tem também um museu histórico, o Museo Municipal Pueyrredón, que funciona na antiga chácara onde morou o militar e político Juan Martín de Pueyrredón, construída no fim do século XVIII. No local são realizadas exposições temporárias de artistas contemporâneos e mostras sobre temas históricos.

Parque de la Costa

End. Av. Vivanco, 1509. Abre de terça-feira a domingo das 11h às 19h. Tomar o trem na Estación Mitre. Quem toma o Tren de la Costa até a estação final chega ao Parque de la Costa, um enorme parque de diversões com montanhas russas e outras atrações que agradam principalmente às crianças. No local também funciona uma enorme feira ao ar livre que vende artesanatos e suvenires (hiper turísticos, diga-se de passagem).
Parque de la Costa

Colônia do Sacramento e Montevidéu (Uruguai)

Tomar barco no Terminal Dárserna Norte em Puerto Madero. Este é um passeio “internacional” que se pode fazer a partir de Buenos Aires. Há 4 barcos diariamente para Montevidéu. A viagem toma aproximadamente 3h. Há também jet-foils até Colônia; a viagem demora 0h40. De Colônia partem ônibus para Montevidéu (2h). Há ferries comuns e o ônibus de Colônia até Montevidéu. Colônia do Sacramento tem um centro histórico tão interessante que foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Montevidéu, a capital uruguaia, também tem seus encantos. Informações: Buquebus

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 sobre a as regiões mais interessantes do país.

Show de Tango - Foto - www.showdetango.com.J PG
Show de Tango, Buenos Aires

Bares e casas noturnas em Buenos Aires, a variedade de opções

Mapa de Buenos Aires

Bares e cafés

Centro

Barbaro – Tradicional, funciona desde 1969. O espaço é aberto para atividades culturais e exposições. A cozinha é espanhola e toca-se principalmente flamenco; há danças flamencas às sextas e sábados à noite. End. Tres Sargentos, 415  Barbaro

Petit Colón – Frequentado à noite pelo pessoal de teatro. De dia, lembra um café vienense onde se reúnem advogados e juízes, pois fica perto dos Tribunales. End. Libertad, 505 –Petit Colón

Café Tortoni – Um dos mais tradicionais de Buenos Aires, um verdadeiro ícone da noite porteña. Veja box sobre o famoso café no capítulo BAIRROS E ATRAÇÕES / CENTRO. End. Av. de Mayo, 829 Café Tortoni

Vídeo sobre tango em Buenos Aires

Recoleta

La Biela – Café elegante e super tradicional, com mesinhas na calçada. Frequentado pela elite portenha, artistas, estilistas de moda. Ótimos doces, comidinhas rápidas, chás. End. Av. Quintana, 596 – La Biela

Buller Pub & Brewery  – Um dos pubs mais badalados de Buenos Aires. A casa fabrica suas próprias cervejas, excelentes. Público na faixa dos 25 aos 35. End.  Roberto M. Ortiz, 1827 Buller Pub & Brewery

Gran Bar Danzón – Wine bar com ar novaiorquino. Música variada, com noites especiais de jazz. * Libertad, 1161 ?/ Gran Bar Danzón 

Hard Rock Cafe – Bar temático da famosa rede. Suas paredes são decoradas com tudo o que diz respeito ao rock: guitarras elétricas, roupas de roqueiros famosos, pôsteres, capas de discos etc. Público jovem. End. Av. Pueyrredón, 2501, 2° andar (Shopping Buenos Aires Design ) / Hard Rock Cafe

Milion – Casarão construído em 1913 com decoração de época. Serve tapas (aperitivos) e pratos. End. Paraná, 1048 / Million

Retiro

Café Molière – Café com decoração criativa, onde se pode escutar boa música. End. Chile, 299 / Café Molière

Palermo

 Ink Buenos Aires (ex-MAO ROOM) Lounge-bar com cozinha internacional. End. Niceto Vega, 5635 ?  Ink Buenos Aires

Mundo Bizarro Público variado. Abre para happy hour. Cozinha norte-americana. End.Guatemala, 480 / Mundo Bizarro

San Telmo

Café Molière  Enorme, decoração rústica de bom gosto, boa música. Fica no coração do bairro boêmio. Tem filial em Retiro. End. Chile, 299 / Café Molière

Frodos Bar – Restaurante, danceteria, shows. A cada dia rola uma programação diferente. End. Balcarce, 605 / Frodos Bar 

Seddon Decoração anos 30/40. Jazz e blues. Abre para happy hour. End. Defensa, 695 /Seddon

Outros bairros

El C.O.D.O. – (Almagro) Disco bar com boa cozinha internacional.
End. Guardia Vieja, 4085 / El C.O.D.O

Citybar – (Martinez) Bar roqueiro com música ao vivo de bandas locais badaladas. * Fondo de la Legua, 2550 / Citybar

Danceterias

Palermo

Biceto Clube – Casa de espetáculos onde é possível assistir a apresentações de jazz e de vários outros tipos de música (até pós-punk…), dançar e comer. End. Niceto Vega, 5510
Niceto Club
The Rossi Bar – Música eletrônica, decoração clean, uma das preferidas do público mais jovem. End. Gorriti, 5568 / The Rossi Bar

San Telmo

Club Museum Discoteca, restaurante e shows. End. Peru, 535 / Club Museum Discoteca

Trastienda Pub, discoteca e casa de shows, instalado num casarão histórico de San Telmo. Opções musicais variadas: tango, rock, jazz, salsa e blues. End. End.Balcarce, 460 /
Club Museum

Outros bairros

La Diosa – (Ezeiza) Discoteca badalada, público variado. End. Av. Rafael Obligado, 3731 / La Diosa

Frere (Belgrano) Tem três ambientes: discoteca, lounge bar e restaurante. Música eletrônica, público de 25 a 35 anos. End. Olleros, 1775 / Frere

Casas de tango

O tango não é mais a preferência musical dos jovens argentinos, que há muito tempo têm preferido dançar rock, techno ou ritmos latinos. Entretanto, a partir de Astor Piazzolla, o tango voltou à moda e muita gente passou a se interessar em dançá-lo e ouvi-lo, fazendo com que em muitos bares e locais tradicionais o público não se restrinja apenas a pessoas de meia idade ou idosos.

Os diferentes tipos de “casas de tango” – Há três tipos de “casas de tango”: lugares para dançar, casas de shows e bares mais intimistas onde se assiste a música e dança. Nas grandes casas de espetáculos, coreografia e cenários são de primeira. É como um show de samba com mulatas, no Brasil, direcionado a turistas. A maioria das casas tem sites próprios; dê uma navegada neles para conhecer o jeitão da casa e conferir os preços dos espetáculos.

Centro

Piazzola Tango – Edifício da década de 1910, estiloso. Shows com ceia em ambiente Bell End. Florida, 165 / Piazzola Tango

El Querendi – Fundado em 1920. Elegante e tradicional. Bons artistas dão um show de tango enquanto você janta. End. Peru, 302 / El Querendi

San Telmo

Bar Sur – Uma das casas mais tradicionais de Buenos Aires, que reúne turistas e portenhos. Tem apresentações de tango nas quais os mais ousados poderão dar seus passos. Decoração anos 1930. End. Estados Unidos, 299 / Bar Sur

Centro Cultural Torquato Tasso Público – Público entre 25 e 40 anos. O lugar também é frequentado por turistas. Aulas e milongas. Tem restaurante. End.  Defensa, 1575 / Centro Cultural Torquato Tasso

 Michelangelo Catedral del Tango – Funciona em um dos imóveis mais antigos da cidade, o Armazén Huerco, construído no terreno do Convento de Santo Domingo Michelangelo. End. Balcarce, 433  / Michelangelo Catedral del Tango

Taconeando em las veredas – Shows com jantar. End. Balcarce, 725 / Taconeando em las veredas 

La ventana – La Shows de tango com dança e música ao vivo.
End.  Balcarce, 431 / La ventana

El Vieje Almacén  – Instalada num antigo casarão, atrai principalmente turistas. Tem ”pacote” com ceia e um show que poderia ser chamado de “tango acrobático”. Os artistas e a coreografia são excelentes. End.  Av. Independencia, 330/ El Vieje Almacén 

Palermo

 La Viruta –  Shows de tango ao som de orquestras consagradas. Tem restaurante e oferece aulas de tango. Depois da aula, começa o baile. End. Armenia, 1366 / La Viruta

Outros bairros

Esquina Carlos Gardel – (Abasto) Instalado num casarão do final do século XIX. Turístico mas ao mesmo tempo intimista, oferece shows de qualidade e ceia. End. Carlos Gardel, 3200 /  Esquina Carlos Gardel 

Sabor a tango -(Balvanera) Jantar com espetáculo. Uma das maiores casas de shows de tango de Buenos Aires, conta com excelentes dançarinos. Ambiente Belle-Époque. * Tte. Gral. Perón, 2535 / Sabor a tango

Señor tango – (Barracas) Instalada num casarão histórico, é uma das melhores casas de tango de Buenos Aires. End. Hipolito Vieytes, 1655 /  Señor tango

UM RESTAURANTE BEM ORIGINAL
Te Mataré Ramirez –  Quando jovens, os sócios desse restaurante saiam com um amigo mais velho e boa pinta (o Ramirez…), que acabava ficando sempre com as minas mais bonitas. Desanimados com a concorrência, diziam-lhe: “Te mataré, Ramirez!”. Daí o nome desse restaurante com ótima cozinha e pratos com nomes como “Esculpido entre gemidos y sudores” ou “Poseída en encantador y inapropriado lugar”. Num telão são exibidos nus ousados (mas de bom gosto) e imagens eróticas de antigas culturas. Há shows (eróticos, por supuesto) em alguns dias de semana; telefone para confirmar. Público adulto e não demasiadamente pudico. Reserve. End.  Gorriti, 5054 ( 4831-9156 (Palermo Soho)

Público GLS

Centro

Inside – Resto-bar, bons drinks, e boa cozinha, strippers e shows variados. Público mais maduro. End. Mitre, 1572 / Inside

San Telmo

Outros bairros

Amerika  – (Almagro) A maior discoteca gay de Buenos Aires. End.  Gascon, 1040 /   Amerika

Bulnes (Abasto) Lounge bar. End.Bulnes, 1250 Bulnes

Contramano – (Recoleta) Misto de pub, bar e café. End. Rodríguez Peña, 1082 / Contramano

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Lojas em Buenos Aires

Mapa de Buenos Aires

Livrarias, livros

A maioria das boas livrarias fica na Av. Corrientes e vizinhanças. Muitas delas são também cafés-literários.

Antígona (Centro) Famosa e tradicional.  Av. Corrientes, 1555

El Ateneo (Centro) Excelente, embora sem o “esplendor” da filial.  Florida, 340

El Ateneo Grand Splendid (Barrio Norte) Esta megalivraria, filial da Ateneo da Calle Florida, funciona em um cinema que foi todo reformado com muito bom gosto. O lugar onde ficava a tela foi transformado em bar (lugar bom para ver e se visto…) Tem, além de livros – uma variedade fabulosa – CDs e DVDs. Vale visitá-la, mesmo que você não pense em comprar nada. Av. Santa Fe, 1860

Losada (Centro) End.  Av. Corrientes, 1551

Camelot Comics Store (Centro) Endereço quente para os fanáticos por HQ. Av. Corrientes, 1388

Clásica y Moderna (Centro) Uma das mais antigas da cidade. End.  Callao, 892

Distal Libros (Centro) End.  Av. Corrientes, 913

Fausto (Centro) End.  Av. Corrientes, 1243. Tem filial nas Galerias Pacífico.

Gandhi (Centro) End. Av. Corrientes, 1743

Hernandez (Centro) End.  Av. Corrientes, 1411 e 1436

Prometeo (Centro) Índice temático bastante amplo. End.  Av. Corrientes, 1916

Rodriguez (Caballito) Oferece boa variedade de títulos em inglês. Sarmiento, 835

Dica Livros de quadrinhos de Quino (que tem outros títulos além da clássica Mafalda) e de Maitena (autora da excelente série Mujeres alteradas) podem ser bons presentes para você mesmo, para aqueles amigos mais “cabeça” ou para suas amigas mergulhadas em elucubrações existenciais pós 30 anos.

CDs

Dê uma olhada na Av. Corrientes (entre Cerrito e Callao), na Av. de Mayo (entre Bolívar e Uruguay) e na feira do Parque Rivadavia, no bairro de Caballito, que acontece aos domingos. Uma boa ideia para presentear seus amigos (e a você mesmo) são clássicos de Gardel e do inovador Piazzola que, nos anos 60, revolucionou o tango com pitadas de jazz e de música clássica.

Musimundo End.  Florida, 770

Zival’s Especializada em tango. End.  Callao, 395

Artigos de couro

Além dos shoppings, há muitas opções na Calle Florida, entre a Av. de Mayo e a Plaza San Martín. Há também lojas na Calle Murillo altura do número 600, perto da Calle Malabia, no bairro de Villa Crespo. Ali você encontrará artigos de couro mais em conta do que os endereços badalados de Florida, Palermo e Recoleta. Sonde e compare os preços antes de comprar: a variedade é tanta que você se confunde. Verique sobretudo a qualidade dos produtos.

Moda e acessórios

O design de moda e a a alta costura estão em alta na Argentina. Os preços ainda não são tão absurdos quanto os de grifes europeias (mas estão chegando lá…).
Os melhores endereços de alta costura argentina e internacional estão concentrados ao longo da Av. Alvear, no bairro de Recoleta, e nos bons shoppings.
Moda jovem e “descolada” você encontra na Av. Cabildo, perto da Av. Juramento, ou em Palermo Viejo, território de novos talentos argentinos na área de design de moda. Saldos e boas ofertas você encontra na Av. Corrientes, entre a Pueyrredón e a Callao. Vale arriscar pedir um descuento (mas insistir pode ser indelicado). Os outlets ficam na Av. Cordoba, entre as ruas Scalabrini Ortiz e Godoy Cruz.

Caro Cuore (Centro) Roupa íntima e esportiva. Florida, 376 | Também nos principais shoppings. Caro Cuore

Jazmin Chebar (Palermo) Moda feminina. El Salvador, 4702 | Patio Bullrich
Jazmin Chebar

Las Pepas Moda feminina jovem. Paseo Alcorta | Alto Palermo Shopping | Av. Santa Fe, 1631

Allo Martinez (Palermo) Moda feminina com modelitos bem criativos. Calle Armenia, 1637

María Cher (Palermo) Uma griffe argentina que tem inovado na moda clássica feminina. El Salvador, 4714

Menage à trois Moda feminina de bom gosto. Av. Alvear, 1854 (Recoleta) Jerónimo Salguero, 2812 (Palermo)

Oxdans (Palermo) Jeans transados, com design próprio. Libertador, 826

Trosman (Palermo) Moda feminina de bom gosto para quem pode pagar. Armenia, 1998

Varanasii (Recoleta) Moda feminina jovem. Libertad, 1696

Dicas
Na Fashion Buenos Aires, que ocorre anualmente em março, famosos estilistas lançam suas coleções de outono e inverno e são realizados desfiles de moda.

Decoração e antiguidades

São imperdíveis os antiquários do bairro de San Telmo, onde, aos domingos, é realizada a tradicional feira na Plaza Dorrego. Também na Av. Santa Fé, perto da Callao e em Palermo Viejo (este último mais elegante), há lojas de decoração e uma grande variedade de produtos para casa, alguns deles muito criativos.

Patio de los Ezeiza (San Telmo) Lojas de antiguidades com objetos impensáveis. Defensa, 1179

Calma Chicha! (Palermo) Super conhecida. Decoração criativa que abusa das cores.   Honduras, 4925 – Calma Chicha!

Capital (Palermo Viejo) Objetos criativos para decoração e presentes. Honduras, 4958

Gropius (Palermo Hollywood) Objetos de coleção dos anos 1920 e de móveis de época. Honduras, 5851

Vinhos

Gran Cru (Barrio Norte) Vinhos argentinos, franceses, espanhóis e italianos. Rodriguez Peña.  Gran Cru

Ligier Vinos (Recoleta) Vinhos argentinos e de outros países. Tte. Gral. Perón, 1621 Ligier Vinos

La Botica Del Vino (Retiro) Variedade de marcas. End.  Florida, 971 –  La Botica Del Vino

Winery Grande rede com diversas lojas na cidade. Av. Juan B. de Justo 1401 esq. c/ El Salvador (Palermo) | Belgrano, 300 esq. c/ Balcarce (San Telmo) – Winery

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Parque no bairro de Palermo, em Buenos Aires
Parque no bairro de Palermo, em Buenos Aires

Hotel em Buenos Aires: as opções de hospedagem

Conheça as expressões que indicam o tipo de quarto (habitación):

  • con baño privado = com banheiro privativo
  • con baño comun = com banheiro coletivo (no corredor)
  • double = para duas pessoas (“duplo”) (com duas camas de solteiro)
  • de matrimónio = com cama de casal

Hotel em Buenos Aires

Mapa de Buenos Aires

Hotéis de cinco estrelas

Puerto Madero *****

HILTON BUENOS AIRES Da famosa rede internacional, em um edifício moderníssimo. Macacha Güemes, 351.

Centro *****

PANAMERICANO BUENOS AIRES Elegante, oferece muitos serviços. Perto da 9 de Julio e do Obelisco. Carlos Pellegrini, 551.

INTERCONTINENTAL Hotel de rede internacional. Grande edifício numa área central de Buenos Aires. Moreno, 809.

CLARIDGE Superestiloso e bem situado, junto à Calle Florida. Tucumán, 535.

Retiro *****

PLAZA HOTEL BUENOS AIRES Grande hotel de rede numa zona comercial, junto à Plaza San Martin. Florida, 1005.

LOI SUITES ESMERALDA Aparthotel.  Marcelo T. de Alvear, 842.

Recoleta *****

ALVEAR PALACE O mais elegante e charmoso hotel de Buenos Aires, onde se hospedam presidentes e superstars. Além de diversos outros confortos, tem bar e um ótimo restaurante de culinária internacional.  Av. Alvear, 1891.

FOUR SEASONS Hotel de rede, instalado numa torre moderna, com um anexo charmoso em estilo Belle Époque.  Posadas, 1086.

THE BRICK HOTEL Pertence a uma conhecida rede internacional. Localização nobre.  Posadas, 1232.

LOI SUITES RECOLETA Aparthotel no centro do bairro da Recoleta.  Vicente López, 1955.

EMPERADOR Novo, luxuoso e bem localizado.  Av. Libertador, 420.

Outros bairros *****

ABASTO PLAZA Hotel temático voltado para o tango. A algumas quadras do Obelisco.  Av. Corrientes, 3190.

Hotéis de quatro estrelas

Centro ****

COLON A apenas uma quadra do Obelisco.  Carlos Pellegrini, 507.

UNIQUE EXECUTIVE CENTRAL Muito confortável e central. A rede internacional possui outros três endereços na Recoleta.  Roque Saens Peña, 1174.

BRISTOL Mais central é impossível: fica bem em frente ao Obelisco.  Cerrito, 286.

CONTE Super central, junto da 9 de Julio.  Carlos Pellegrini, 101.

CARSSON Grande hotel em estilo neoclássico bem ao lado da Florida.  Viamonte, 650.

CASTELAR Imponente, instalado em um edifício neoclássico, numa das principais avenidas da cidade.  Av. de Mayo, 115.

Retiro ****

DOLMEN Junto da Av. Santa Fé e da Plaza San Martin.  Suipacha, 1079.

BISONTE PALACE Localização elegante a uma quadra da Av. 9 de Julio.  Av. Marcelo T. de Alvear, 910.

ASPEN TOWERS Entre a Calle Florida e a Av. 9 de Julio. Paraguay, 857.

EL CONQUISTADOR Localização estratégica ao lado da Av. 9 de Julio.  Suipacha, 948.

DORÁ Grande hotel em estilo clássico, bem próximo à Plaza San Martin.  Maipú, 963.

CRILLON Tradicional. Ao lado da Plaza San Martin. Um dos melhores endereços de Buenos Aires.  Av. Santa Fé, 796.

PRINCIPADO Confortável, localizado numa região agradável e comercial, perto da Calle Florida e da Plaza San Martin.  Paraguay, 481

FIAMINGO APART HOTEL Quartos grandes, equipados com pequena cozinha. Boa opção para famílias e grupos de até 4 pessoas.  Talcahuano, 120.

Recoleta ****

UNIQUE EXECUTIVE CHATEAU Confortável e bem situado, porém sem refinamento. Talcahuano, 1253.

UNIQUE LUXURY PARK PLAZA HOTEL Perto da elegante Av. Parera, 183.

UNIQUE ART ELEGANCE Da mesma rede dos anteriores e com localização privilegiada.  Av. Pueyerredón, 1940.

WILTON PALACE Possui estrutura adequada para turismo de negócios.  Av. Callao, 1162.

Hotéis de três estrelas

 Centro ***

GRAN HOTEL ARGENTINO Supercentral, ao lado da 9 de Julio e da Av. de Mayo.  Carlos Pellegrini, 37.

SAVOY HOTEL  Bem próximo à Corrientes. Instalado num prédio charmoso da década de 1910.  Av. Callao, 181.

GRAN HOTEL DE LA PAIX Grande hotel tradicional nas proximidades da Av. 9 de Julio.  Av. Rivadavia, 1155.

HOTEL BEL AIR O Bel Air apresenta uma arquitetura neo-barroca impressionante no badalado bairro da Recoleta, a 700 m da Estação de Metrô Callao e do Teatro Colón. A propriedade dispõe de suítes clássicas e um buffet de chá da tarde. Para sua comodidade, o WiFi gratuito está disponível.

PUNTO CERRO Central, funcional, instalado num prédio do começo do século XX.  Av. Rivadavia, 1777.

DIPLOMAT  Em estilo moderno. A uma quadra da Florida e das famosas Galerias Pacífico.  San Martin, 918.

COLUMBIA Muito central, a quatro quadras do Obelisco.  Av. Corrientes, 1533.

AMERICANO Entre o Obelisco e o Congreso.  Rodrigues Peña, 265.

Recoleta ***

IMPALA Embora situado na Recoleta, fica nas proximidades da 9 de Julio e da estação de ônibus de Retiro.  Libertad, 1215.

PLAZA FRANCIA Instalado em uma área sofisticada da Recoleta, com muitas áreas verdes.  Eduardo Schiaffino, 2189.

Retiro ***

ASPEN SUITES Quitinetes equipadas.  Esmeralda, 933.

GRAN HOTEL ORLY Prédio anos 1950, reformado. Bem central, perto das Galerias Pacífico.  Paraguay, 474.

WALDORF Ao lado do anterior e do mesmo padrão.  Paraguay, 450.

Palermo ***

ALPINO  Localização agradável em bairro nobre.  Cabello, 3318.

Hotéis de duas estrelas

Puerto Madero **

PLAZA ROMA A uma quadra da Av. Corrientes, em boa localização.  Lavalle, 110.

Centro **

GRAN HOTEL HISPANO Uma das melhores relações preço/qualidade de Buenos Aires. Em estilo colonial, quase na esquina da Av. de Mayo com a 9 de Julio.  Av. de Mayo, 861.

VEDRA Central, simples, prático.  Av. de Mayo, 1350.

MARBELLA Central e econômico.  Av. de Mayo, 1261.

AVENIDA Central, econômico, boa relação preço/qualidade.  Av. de Mayo, 623.

GRAN HOTEL LIBERTAD Tem flats equipados. Grande e tradicional, localizado próximo ao Obelisco.  Libertad, 249.

Retiro **

CENTRAL CORDOBA Perto das Galerias Pacífico.  San Martin, 1021.

Recoleta **

AYACUCHO A três quadras da Av. Santa Fé.  Ayacucho, 1408.

Outros bairros **

AYAMITRE (Balvanera) A algumas quadras do Congreso.  Ayacucho, 106.

ATLANTIC (Abasto) Um pouco longe do Centro, porém a apenas  algumas quadras do Shopping Abasto.  Castelli, 45.

MARI PLAZA Situado em um prédio do século XVIII. Os quartos têm área de estar, aquecimento, ar-condicionado, wi-fi gratuito. A recepção pode organizar translados para o aeroporto e funciona 24 horas. Bartolomé Mitre 2021, Balvanera, 1039.

Hotéis de uma estrela

Centro *

MILAN Perto da Av. de Mayo.  Montevidéo, 337.

FROSSARD Funciona em um charmoso casarão em estilo francês.  Tucumán, 686.

EL CABILDO Opção econômica e bastante central.  Lavalle, 748.

MAJESTIC No bairro de San Nicolás.  Calle Libertad, 121.

PALACE SOLIS A seis quadras do Obelisco, perto do Congreso.  Solís, 352.

HOTEL SIENA Muito bem localizado e com quartos climatizados, todos com banheiro privativo e TV a cabo. Wi-fi gratuito nas áreas comuns e recepção 24 horas. Tte. Gral. Juan D. Peron, 1554.

Recoleta *

ALFA Sem luxo, mas com localização nobre.  Riobamba, 1064.

Retiro *

PRINCE HOTEL Perto de restaurantes e bares da moda.  Arenales, 1627.

Palermo *

HOTEL ARIES PALERMO  Bem localizado, o hotel tem quartos confortáveis, com ventilador de teto, cofre e banheiro privativo. A recepção do hotel funciona 24 horas e dispõe de depósito para bagagem e balcão de turismo. Gascon 1147.

Hospedajes, posadas e B&Bs

Centro

ANCON A uma quadra da Av. Santa Fé e próximo à Recoleta.  Marcelo T. Alvear, 2223

EUROPA Perto da Av. de Mayo e do Obelisco.  Bartolomé Mitre, 1290.

GRAN VIA Hospedaje a 300m do Obelisco.  Sarmiento, 1450.

San Telmo

DE LA LUNA Posada bem localizada.  Peru, 565.

LINA’S TANGO GUEST HOUSE B&B bem cuidado e diferenciado, oferece cursos de tango e organiza milongas.  Estados Unidos, 780.

BOHEMIA Oferece mais serviços que a maioria dos estabelecimentos de sua categoria. A poucas quadras da Pl. Dorrego. Peru, 845.

Albergues da Juventude e similares

Os Albergues da Juventude em Buenos Aires têm boa relação preço-qualidade, são limpos e bem situados. São bons lugares para viajantes solitários fazerem novas amizades e se ambientarem na cidade.

A acomodação em dormitório coletivo custa em torno de US$ 10 por pessoa, enquanto quartos duplos com banheiro privativo têm diárias em torno de U$ 35. Em diversos AJs há quartos triplos e quádruplos que podem ser uma boa para amigos que viajam juntos.

Centro

MILHOUSE Localização privilegiada, perto da 9 de Julio.  Hipólito Yrigoyen, 959.

HOSTEL ESTORIL Próximo do metrô, este hostel bem localizado tem quartos arejados, e alguns deles têm banheiro privativo. Aproveite o terraço na cobertura para fazer um churrasco e apreciar a vista para o centro da cidade. Recepção 24 horas. Av. De Mayo 1385, 1 piso, 1085.

Recoleta

PETIT RECOLETA HOSTEL Casa do século XIX, reformada, com  localização nobre.  Pte. José Evaristo Uriburu, 1183.

San Telmo

THE HOSTEL INN BUENOS AIRES Imóvel do começo do século XX, num dos bairros mais charmosos da cidade.  Humberto I, 820.

AMERICA DEL SUR HOSTEL BUENOS AIRES No bairro tradicional de San Telmo, o hostel tem  quartos com banheiros privativos ou coletivos e Wi-Fi gratuito. Chacabuco, 718.

Palermo

BELGRANO HOSTEL  Próximo do centro, este hostel tem quartos simples, porém com aquecimento, e oferece serviço de limpeza incluído. Alguns dormitórios têm ar-condicionado e mesa de trabalho. Na área comum, piscina ao ar livre, jardim com churrasqueira e Wi-fi gratuito. Santos Dumont 2570, Palermo, 1426.

Hospedagem de charme

Palermo

MALABIA (Palermo Viejo) B&B de alto padrão. Localização nobre.  Malabia, 1555.

BO-BO (Palermo Soho) O nome soa estranho… mas é um hospedaje transado, num bairro agradável. Tem restaurante.  Guatemala, 4870.

SOLAR SOLER (Palermo Hollywood). Instalado numa charmosa casa colonial, esta é uma posada de bom padrão, condizente com os preços das diárias.  Soler, 5676.

Apartamentos mobiliados para locação

www.apartmentsbaires.com.ar  Muitas opções de apartamentos mobiliados em vários bairros. Tem fotos dos imóveis e preços.

Recoleta

AYRES DE RECOLETA Quem fica mais dias paga menos. Apartamentos equipados, ao lado do cemitério da Recoleta.  Pte. José Evaristo Uriburu, 1756.

Dicas para economizar na hospedagem

Os hotéis portenhos geralmente têm diárias acessíveis, mas se não quiser ter uma surpresa ao fechar sua conta, tome algumas precauções:

1) Ao fazer a reserva, indague se as taxas governamentais estão incluídas no valor da diária.

2) Reserve com antecedência.

3) Evite utilizar produtos do frigobar. Compre água mineral e refrigerante no mercado, onde é muito mais barato.

4) Evite telefonar para o exterior do quarto do hotel.

Informações práticas

Onde se hospedar em outras cidades argentinas

Classificação por ordem alfabética – principais localidades turísticas

Hotel em Buenos Aires • Hotel em Bariloche •  Hotel em Cafayate  
Hotel em Córdoba •  Hotel em El Calafate •  Hotel em El Chaltén •  Hotel em Jujuy
Hotel em Junin de los Andes •  Hotel em Las Leñas •  Hotel em Mendoza

Hotel em Puerto Madryn • Hotel em Humahuaca •  Hotel em San Rafael 
Hotel em Puerto Iguazú • Hotel em Rio Gallegos •   Hotel em Salta 
Hotel em San Martin de los Andes •  Hotel em Tilcara • Hotel em Ushuaia
Hotel em Villa La Angostura

Buenos Aires, Shopping Pacifico
Buenos Aires, teto do Shopping Pacifico

Compras em Buenos Aires: qualidade e preços atraentes

A cada vez que nossa moeda se encontra valorizada em face do peso argentino, Buenos Aires se torna um paraíso de consumo para brasileiros, que circulam maravilhados pela Calle Florida e arredores, procurando malhas de lã, artigos de couro, lingeries e cosméticos. Isso, sem falar nos diversos shopping centers, que nada ficam a dever aos melhores do mundo. Mesmo quando o peso está equilibrado com o real, certos produtos argentinos são boas compras em razão de sua excelente qualidade, sobretudo os artigos de lã e de couro.

Mapa de Buenos Aires

Devolução do IVA

Brasileiros têm direito à devolução do IVA (imposto sobre compras) ao sair do país; para isso, procure as lojas que anunciam “tax free” e cumpra a burocracia indicada por elas.
Em bairros como Palermo e San Telmo, muitas lojas só abrem no período da tarde e ficam de portas abertas até de madrugada. A maioria trabalha com roupas e acessários, mas há também lojas de decoração e galerias de arte.

Centros de compras

Os shopping centers, alguns dos quais permanecem abertos até as 22h, oferecem grande variedade de produtos, alguns de grifes internacionais ou argentinas. Como no Brasil, têm lojas finas e caras e são lugares agradáveis, com atendimento de primeira linha, praças de alimentação e atrações como cinemas, cybercafés etc. Embora os preços possam ser salgados, às vezes você encontra artigos em promoção que valem a pena. Basta procurar.

Galerías Pacífico

(Centro) Super famoso, antigo e elegante, esse ícone do comércio portenho tem butiques de grifes internacionais e lojas finas de artigos de couro. Por ser decorado com belas pinturas murais, é praticamente uma atração turística. End.Florida esq. c/ Av. Córdoba. Galerías Pacífico

Abasto Shopping

(Abasto) Este shopping com praça de alimentação, cinemas, butiques e todo tipo de loja é um dos mais novos da cidade. End. Av. Corrientes, 3200. Abasto Shopping

Patio Bullrich

(Recoleta) Pequeno e elegante, inagurado em 1989, foi o primeiro shopping center de verdade de Buenos Aires. Reúne algumas das melhores grifes argentinas e internacionais. End. Posadas, 1269. Patio Bullrich

Alto Palermo Shopping (Palermo)

Um bom endereço para quem quer comprar roupas finas; tem também lojas que oferecem uma variada gama de produtos. Inaugurado no começo da década de 1990, possui salas de cinema e praça de alimentação. End. Av. Santa Fé, 3200. Alto Palermo Shopping

Buenos Aires Design

(Recoleta) Shopping dedicado exclusivamente a decoração e design. Vale a pena conhecer. O Paseo del Pilar, um terraço voltado para a elegante Plaza Francia, tem restaurantes com mesinhas ao ar livre. End. Pueyrredón, 2501. Buenos Aires Design

El Solar de la Abadía (Belgrano)

O caçula dos shoppings portenhos. Tem lojas chiques, cinemas e praça de alimentação com bons restaurantes. End. Av. Luis María Campos, 940. El Solar de la Abadía

Village Recoleta (Recoleta) Pequeno centro comercial com lojas, restaurantes e cafés. End. Vicente López esq. c/ Junín

Paseo Alcorta

(Palermo) Lojas finas de roupas, decoração, cosméticos e outros produtos. Restaurantes variados. End.  Salguero esq. c/ Av. Figueroa Alcorta. Paseo Alcorta

Galeria Güemes (Centro)

Fundada em 1915. Decorada com vitrais e relevos em bronze, tem lojas de grifes argentinas e estrangeiras. end. Florida, 165. Galeria Güemes

Feiras e mercados

Feira de San Telmo

(San Telmo) Misto de feira de antiguidades e brechó, é uma das grandes atrações da cidade. Tem de tudo, inclusive apresentações de tango. Os bares em volta ficam lotados. Aos domingos, na Plaza Dorrego.

Plaza Francia (Recoleta)

Feira de artesanato, com objetos de prata, cerâmicas, couro etc. Aos sábados, domingos e feriados das 11h às 18h na Plaza Francia.

Plaza Manuel Belgrano (Belgrano)

Uma espécie de Montmartre porteño, com pintores de rua, alguns bem talentosos. Aos sábados e domingos das 10h às 20h, nas avenidas Juramento e Cuba.

Parque Rivadavia (Caballito)

Feira de livros e CDs usados. Um endereço para os que se interessam por música e leitura, mas não têm o bolso recheado de dólares. Às vezes por alguns poucos pesos você compra uma coleção inteira da Malfada! Fica meio fora do centro e acontece aos domingos na Av. Rivadavia, 4800.

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Passeio de barco pelo Rio Tigre, Buenos Aires
Arredores de Buenos Aires, passeio de barco pelo rio Tigre, próximo a Buenos AIres

Buenos Aires, arredores, principais atrações

Tigre • San Isidro • Parque de la Costa • Parque de la Costa • Colônia do Sacramento
•  Montevidéu

Mapa de Buenos Aires

Tigre

É uma cidade a aproximadamente 30 km a noroeste de Buenos Aires, uma espécie de Veneza portenha (exagerando um pouco…), com canais, ilhotas e belas residências. O mais interessante não é a cidade em si, mas o passeio até ela, que é muito bonito. Além disso, de Tigre é possível fazer excursões pelo delta do rio Paraná. Para ir a Tigre, você tem que, na estação Retiro, tomar um trem até a estação Mitre. A viagem dura meia hora. Lá você desce e toma o Tren de la Costa, um trem turístico, um pouco mais caro (mas bem abordável) que atravessa os subúrbios de Buenos Aires, acompanhando a costa. Você pode descer numa das estações, dar uma volta e prosseguir.

Outra opção é tomar um trem comum, também no Terminal de Retiro (1h de viagem). Chegando a Tigre você tem novamente duas opções: pegar uma excursão em catamarã ou em um barco comum. Você pode comprar um bilhete de ida e volta. O passeio demora aproximadamente 4h, mas é interessante porque você viaja com pessoas do lugar e acompanha seu estilo de vida; melhor do que estar rodeado apenas de turistas. Claro que tanto tempo dentro de um barco cansa. Por isso mesmo, você pode descer, almoçar e continuar a viagem.

San Isidro

Embora grudada em Buenos Aires, San Isidro é na realidade outra cidade, onde se pode chegar tomando o Tren de la Costa. Famosa pela feira de artesanato da Plaza Mitre, que funciona  desde 1971 nos finais de semana, San Isidro recebe turistas estrangeiros e portenhos. Uma de suas atrações, além de das ruas que conservam construções coloniais, é a catedral em estilo neo-gótico terminada de construir em 1898, com uma torre de 68m.  San Isidro tem também um museu histórico, o Museo Municipal Pueyrredón, que funciona na antiga chácara onde morou o militar e político Juan Martín de Pueyrredón, construída no fim do século XVIII. No local são realizadas exposições temporárias de artistas contemporâneos e mostras sobre temas históricos.

Parque de la Costa

Av. Vivanco, 1509.Tomar o trem na Estación Mitre. Quem toma o Tren de la Costa  até a  estação final chega ao Parque de la Costa, um enorme parque de diversões com montanhas russas e outras atrações que agradam principalmente às crianças. No local também funciona uma enorme feira ao  ar livre que vende artesanatos e suvenires (hiper turísticos, diga-se de passagem).  www.parquedelacosta.com.ar

Colônia do Sacramento e Montevidéu

(Uruguai). Tomar  barco no Terminal Dárserna Norte em Puerto Madero. Este é um passeio “internacional” que se pode fazer a partir de Buenos Aires. Há 4 barcos diariamente para Montevidéu. A viagem toma aproximadamente 3h. Há também jet-foils até Colônia; a viagem demora 0h40. De Colônia partem ônibus para Montevidéu (2h). Há ferries comuns e o ônibus de Colônia até Montevidéu. Colônia do Sacramento tem um centro histórico tão interessante que foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Montevidéu, a capital uruguaia, também tem seus encantos.

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Buenos Aires, Argentina
Feira no bairro de la Recolta, Buenos Aires

 

Buenos Aires, outros bairros, o essencial

• Feira de Mataderos • Museo Casa Carlos Gardel • Museo Español Enrique Larreta • Tierra Santa • Tranvia histórico • Museo Participativo de Ciencias • Calle Zalaya

Mapa de Buenos Aires

Feira de Mataderos

Av. de los Corrales, 6500 (Abasto). Aos domingos e feriados das 11h às 20h. No local são realizados exposições e concursos de animais de raça, rodeios e feiras de artesanato com centenas de barraquinhas. Aos domingos à tarde, quando espetáculos folclóricos atraem um grande público, são vendidos pratos típicos regionais.

Museo Español Enrique Larreta

Juramento, 2291 (Belgrano) O museu funciona no palacete onde habitava o escritor e colecionador Enrique Larreta. O imóvel, com um belíssimo pátio andaluz e fontes, já é por si mesmo uma atração. O acervo do museu é composto por esculturas, mobiliário, cerâmicas e objetos de arte espanhóis dos séculos  XVI e XVII.

Parque Tierra Santa

 Av. Costanera Rafael Obligado, 5790 (Nuñez)  Esse curioso parque temático de inspiração religiosa mostra Jerusalém na época de Cristo.

Tranvia historico

Emilio Mitre esq. c/ José Bonifácio (Caballito). Partidas nos fins de semana e feriados. Veja horários no site www.tranvia.org.ar. Inusitado e divertido: um serviço de bonde de bitola normal oferece um passeio turístico de 2km.

Museo Casa Carlos Gardel

Jean Jaurès, 735 (Abasto). Funciona na casa onde o famoso cantor viveu e conserva objetos ligados à sua vida.

Calle Zelaya

(Abasto) Por iniciativa do artista Marino Santa María, que motivou os moradores da Calle Zelaya, no bairro de Abasto, onde morou Carlos Gardel, a maioria das casas tiveram suas paredes pintadas com temas alusivos ao tango e ao seu grande ídolo. Por exemplo, o mesmo retrato de Gardel, com seu eterno sorriso, pintado em cores diferentes. É uma pena que as pinturas não estejam bem conservadas.

Estação de metrô Carlos Gardel

Esta estação de metrô tem painéis que homenageiam o espírito tangueiro do bairro de Abasto, com destaque, é claro, para Gardel.

Cemitério de Chacarita

End. Av. Triunvirato (Chacarita). O gigantesco cemitério tem por principal interesse o túmulo de Carlos Gardel. Sua estátua em bronze em tamanho natural o mostra sorrindo e, entre seus dedos costuma haver um cigarro colocado por algum fã. Os eternos admiradores não deixam faltar flores no túmulo do cantor. No dia 11 de dezembro, Dia Nacional do Tango, o cemitério fica lotado de fãs.

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Bairro de La Bocca, Buenos Aires
La Bocca, Buenos Aires

La Boca, o essencial

A Boca fica bem no sul da cidade; é mais fácil tomar um táxi para ir lá. O tradicionalíssimo bairro popular junto ao antigo porto foi onde se fixaram muitos imigrantes que desembarcavam em Buenos Aires, a maioria deles italianos da região da Ligúria, onde fica Gênova. Tornou-se realmente famoso (e em decorrência disso, turístico) em razão do tango Caminito, nome de uma pequena rua do bairro, e do time de futebol Boca Juniors.

Hoje continua sendo uma região habitada pela população menos favorecida e por imigrantes não mais europeus e sim sul-americanos, vindos sobretudo da Bolívia e do Paraguai. Também é, infelizmente, um lugar onde a concentração de turistas atrai delinquentes. Fique atento (mas sem neuras…) e evite se afastar muito do circuito turístico.

Mapa de La Boca

Atrações

Calle Caminito

Diversamente do que muita gente imagina, o tango Caminito (“Caminito que el tiempo ha borrado, que juntos un dia nos viste pasar…”) não foi composto em homenagem à ruela que fica na Boca. Foi o contrário. O pintor Quinquela Martin, morador do bairro, atribuiu à rua o nome de um tango composto por um amigo seu que falava de um outro Caminito: a vila de Olta, entre La Rioja e San Luis. Apesar de ser “turisticamente criado”, o Caminito é simpático e de visita obrigatória.

Uma dica para os fotomaníacos: é um lugar excelente para se fotografar. Nessa rua de casinhas coloridas que atrai mais turistas do que todas as demais do bairro, passava antigamente os trilhos de um ramal ferroviário. Pinturas nos muros das casas coloridas fizeram o resto e transformaram um lugar pobre, com casas de chapas metálicas, numa rua-museu, onde artistas de rua expõem suas obras. Como marketing turístico, funciona muito bem! Na verdade, as casas do Caminito são coloridas há muito tempo; desde que a rua era habitada por imigrantes desfavorecidos, que não tinham dinheiro para comprar tinta para suas casas. Reza o folclore que as tintas usadas para pintar as fachadas eram obtidas dos marinheiros, que davam sobras aos moradores – o que explicaria a fantasia multicor das paredes.

Calle Magallanes

O trecho dessa rua entre a Plazoleta de los Suspiros e a Calle Garibaldi possui muitos pequenos ateliês de artistas plásticos pouco conhecidos. De interesse relativo, exceto se você pretende levar um quadro de presente ou para decorar sua casa.

Vuelta de la Rocha

Esse calçadão junto ao rio é uma área histórica tombada, onde existiu um arsenal da marinha. A pracinha era conhecida como Plazoleta de los Suspiros, porque era ponto de encontro dos genoveses saudosos de sua terra natal. Hoje abriga lojinhas de suvenires e alguns bares e restaurantes.

Museo Quinquela Martín

Pedro de Mendoza, 1835. Foi fundado por Benito Quinquela Martin, um artista nascido na Boca que se tornou famoso e rico na década de 1930. O acervo compreende cerca de 200 quadros do pintor e de outros artistas argentinos.

Estadio do Boca Juniors e Museo de la Pasión Boquense

Brandsen, 805. Visitas das 11h às 18h. O Boca é uma espécie de Corinthians ou Flamengo argentino: “o time das massas”. Seu estádio é conhecido como La Bombonera (caixa de bombons) em razão do formato. Quando tem jogo, a animação pode fugir ao controle. Pode ser interesssante assistir a um jogo para entender o clima. Nesse caso, coloque uma camisa amarela e azul. O museu da “paixão boquense” conta com objetos e fotos relativos ao clube desde sua fundação. Um dos destaques é uma exibição sonorizada e em 360º de um jogo, que dá a sensação de estar no meio do gramado.

Museo Histórico de Cera

E. del Valle Iberlucea, 1261. No antigo casarão onde está instalado o museu, se reunia, até o comecinho do século XX, o Comitê Socialista, dirigido pelo Dr. Alfredo Palacios, o primeiro parlamentar socialista da Argentina.Estão representados em figuras de cerao ditador Juan Manuel de Rosas e outros chefes militares, escritores, um manjado comentarista de futebol e variados personagens argentinos famosos. Site: Museo Histórico de Cera

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San Telmo
Bar em San Telmo, Buenos Aires

San Telmo: o essencial

Plaza Dorrego • Calle Defensa • Mercado • Calle Balcarce • Casa Mínima • Museo de Arte Moderno de Buenos Aires • Pq. Lezama • Canto al Trabajo  • Igreja Ortodoxa Russa • Museo Histórico Nacional • Museo del Títere • El Zanjón

Mapa de San Telmo

Bairro preferido pelos portenhos mais abastados até o final do século XIX, San Telmo foi abandonado pela elite, que se deslocou para os novos bairros modernos no norte da capital por ocasião do surto de febre amarela que assolou a cidade. Os antigos imóveis, desvalorizados, passaram a ser ocupados pela classe média baixa. O barrio só se recuperou quando foi notado por boêmios, intelectuais e artistas, que reformaram seus casarões históricos, logo transformados em antiquários, ateliês, bares e casas de tango.

Assim, guardadas as devidas proporções, San Telmo virou o equivalente portenho do Marais parisiense. É interessante notar que esse tipo de fenômeno tem sido comum em diversas cidades: velhos bairros decadentes acabam sendo restaurados e conquistando espaço junto a um público descolado.

Durante o dia, San Telmo é um lugar tranquilo, perfeito para flanar, olhando vitrines e observando detalhes da arquitetura dos casarões. Aos domingos, a animada feira de antiguidades da Plaza Dorrego atrai muita gente; quando o tempo está bom, fica lotada.

O charmoso San Telmo é também um dos bairros mais agradáveis para se curtir a noite portenha, paquerar ou acompanhar o buxixo tomando uma copa de vinho. Ali há cafés, bares e casas de tango, das mais tradicionais às mais turísticas, que ocupam antigos imóveis.

Atrações

Plaza Dorrego

É nessa praça rodeada de um casario do final do século XIX que ocorre todos os domingos uma feira de antiguidades, com todo tipo de objetos: rádios, abajures, livros antigos e raros, caixinhas, pratarias, roupas de época etc. É nesse local que ocorrem também demonstrações de tango com bons dançarinos. É também um lugar para se parar para um chopp ou um vinho. À noite, é lugar de encontro de amigos e de paquera.

Calle Defensa

Abriga lojas de antiguidades e de artigos como pôsteres e cartazes, velhos discos de tango etc.

Pasaje La Defensa

Defensa, 1179. O palacete construído em 1880 pela tradicional família Ezeiza foi transformado em um charmoso minishopping ocupado por antiquários e lojas de suvenires. Há três pátios no térreo: Patio del Árbol,  Patio del Tiempo e Patio de los Ezeiza.  Mesmo que você não pretenda comprar nada, vale a oportunidade de conhecer uma mansão da aristocracia portenha do século XIX.

Mercado de San Telmo

Entre Bolívar, Carlos Calvo, Defensa e Estados Unidos. Este é o único remanescente dos antigos mercados ainda em funcionamento na capital argentina.  Foi inaugurado em 1897 no estilo arquitetônico da época, com estrutura de ferro e vidro.

Calle Balcarce

Mais intessante à noite, é onde ficam algumas das principais casa de tango de Buenos Aires.

Casa Mínima 

Pasaje San Lorenzo. A curiosa construção, da década de 1820, é a última no gênero existente na cidade. Conta-se que foi feita por um escravo liberto que teria recebido de seus amos um minúsculo terreno ao lado da casa senhorial; parece que essa espécie de doação era um costume na época. A largura da casa é de menos de 2,30m de frente por 13m de fundo.

Museo de Arte Moderno de Buenos Aires

Av. San Juan, 350. O acervo abrange obras de artistas argentinos contemporâneos de diferentes escolas. O museu funciona em um antigo depósito de tabaco construído com tijolinhos vermelhos. Os argentinos, à maneira dos europeus, estão sabendo reutilizar de forma inteligente seus antigos edifícios.
Museo de Arte Moderno de Buenos Aires

Parque Lezama

A área desse parque, que pertenceu ao comerciante José Gregorio Lezama, havia sido alojamentos de escravos africanos no século XVIII. Depois foi palco de combates entre portenhos e ingleses em 1806. A viúva de Lezama vendeu o imóvel à prefeitura para que fosse transformado em um parque com o nome de seu marido, falecido em 1889.

Museo Histórico Nacional

Parque Lezama. Está instalado num antigo palacete. Seu acervo compreende objetos pré-colombianos e dos períodos colonial e republicano, peças de artilharia, documentos e quadros históricos.

Canto al Trabajo

 Paseo Colón, 800. Esse conjunto de 14 esculturas de bronze de pessoas arrastando uma grande pedra representa a união em torno do trabalho.

Igreja Ortodoxa Russa

Calle Brasil, 315. Bela igreja num estilo que lembra a das velhas catedrais russas, com cúpulas azuis. Interior em estilo bizantino.

Museo del Títere (Museu de Marionetes)

Piedras, 905. O museu possui uma interessante e variada coleção de marionetes de todos os tipos e origens, retratando personagens famosos. Para crianças e adultos. www.museoargdeltitere.com.ar

El Zanjón

Defensa, 755. Quem olha a fachada do casarão não pode imaginar que, em seu subsolo, uma extensa área revela construções que remontam aos primórdios da história de Buenos Aires, no começo do século XVI. Sua recuperação só foi possível graças a escavações que também trouxeram à luz variados objetos antigos, hoje em exibição. A visita é interessante, principalmente para aqueles que curtem História.

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Palermo, Buenos Aires
Palermo, Buenos Aires

Palermo: o essencial

SoHo • Hollywood • Las Cañitas • Floralis • Parque 3 de Febrero • Jardin Botanico • Jardin Zoológico • Jardin Japonês • Planetário • Museo de Artes Plásticas Eduardo Sívori • Museo Evita Perón • MALBA – Museo de Arte Latino-Americano de Buenos Aires • Museo de Arte Decorativo de Buenos Aires • Centro Cultural Islâmico Rei Fahd.

Mapa de Palermo, Buenos Aires

Até hoje se discute se o nome desse bairro é uma homenagem à capital da Sicília ou a um dos primeiros que ali se estabeleceram, Giovanni Domenico Palermo, um siciliano. O lugar, na época uma região pantanosa e pouco valorizada, converteu-se num bairro residencial cheio de jardins, com uma imensa área verde, largas avenidas e belas mansões, depois que Rosas, o Governador da Província de Buenos Aires, passou a habitá-lo.

Palermo é um bairro extenso que compreende denominações diversas em áreas cuja divisão não é bem definida. Por vezes esses nomes são mais devidos a modismos do que a limites reais. Palermo Chico (“Pequeno Palermo”), projetado pelo paisagista franco-argentino Charles Thays no começo do século XX, é uma zona de residências luxuosas, embora ali fique também o imperdível MALBA. Palermo Viejo (“Velho Palermo”), ao redor da Plaza Itália, divide-se em duas áreas separadas pelos trilhos do trem. Palermo SoHo é ao mesmo tempo o lugar onde se concentram restaurantes, bares e casas noturnas e reduto dos alternativos, inclusive artesãos chiques. Já o local frequentado pelo pessoal que atua no ótimo cinema argentino é conhecido como  Palermo Hollywood. Possivelmente, se em algum canto de Palermo vierem a se reunir músicos eruditos, o lugar passará a ser conhecido como Palermo Viena, e se alguém começar a criar cangurus, vai virar Palermo Austrália…

A sucessão de parques, jardins e bosques de Palermo começa em Palermo Chico, perto da Recoleta, a leste, e se estende até o Rio de la Plata.

Atrações

Palermo SoHo

A região da Plaza Julio Cortázar (ou Serrano), no cruzamento da Honduras com a Jorge Luis Borges, é conhecida como Palermo SoHo, numa alusão ao SoHo novaiorquino. La placita, rodeada de restaurantes, bares, cafés, ateliês e butiques de moda de vanguarda, é o centro do agito, que se estende madrugada adentro. Deixe a visita da região para o final da tarde ou a noite (as lojas só abrem depois do almoço e permanecem abertas até de madrugada.) Nos finais de semana, artistas expõem suas obras numa feira ao ar livre. É no SoHo que ficam as pasajes Cabrera, Russel, Santa Rosa e Soria, travessas da Borges e da Serrano.

Palermo Hollywood

 Essa região, no quadrilátero formado pelas ruas Dorrego, Fitz Roy, Cabrera e Costa Rica, é um lugar de bares abertos para o happy hour, restaurantes de cozinha criativa e lojas de roupas transadas. À noite suas danceterias lotam. Na Av. Córdoba  ficam outlets de grifes famosas de roupas e artigos de couro.

Las Cañitas

Buenos Aires é uma cidade novidadeira. Próxima aos belos parques de Palermo, uma micro região  está se tornando badalada: Las Cañitas, entre as ruas Baéz e  Migueletes, onde butiques, restaurantes, sorveterias e lojas atraem um público relativamente jovem, beirando os trinta anos. Ali, como acontece com Palermo Soho e Hollywood, o buxixo se estende até o dia clarear.

Floralis

Pl. Naciones Unidas. O arquiteto Eduardo Catalano foi o generoso doador da escultura Floralis Generica, uma imensa obra de metal em forma de flor, cujas pétalas se abrem e se fecham conforme a hora do dia.

Parque 3 de Febrero

Criação do paisagista franco-argentino Charles Thays, o parque que data de 1875 foi inspirado no Bois de Boulogne de Paris. Passear por ele é um programa que não se deve perder. O parque tem recantos encantadores, como o Jardín de los Poetas, o Pátio Andaluz e o Jardín de las Rosas (El Rosedal), um roseiral com quase 1.200 diferentes espécies. Elegante, com lagos por onde deslizam pedalinhos e aves aquáticas e decorado com estátuas, ele é cheio de pequenos caminhos arborizados entre gramados e canteiros e realmente lembra os belos parques parienses. Nos finais de semana, o parque recebe famílias, casais, grupos de amigos e mesmo pessoas desacompanhadas que chegam para caminhar, fazer ginástica, andar de bicicleta ou tomar sol.

Jardin Botánico

Av. Santa Fé esq. c/ Av. Las Heras. Obra do paisagista Charles Thays, o Jardin Botânico de 80.000m² começou a ser construído em 1892 e reúne aproximadamente 5.500 tipos diferentes de espécies vegetais. Com espelhos d’água e arvoredos, é uma ilha de tranquilidade; um agradável refúgio nos dias quentes do verão portenho.

Jardin Zoológico

Av. Sarmiento esq. c/ Av. Las Heras.Programão para crianças e adultos. Grande variedade de mamíferos, aves, peixes, anfíbios e répteis de diversas partes do mundo. Pinguins, tubarões, lobos marinhos e outros animais incomuns nos zoológicos brasileiros, como o urso polar e o canguru, são algumas das maiores atrações. O bem cuidado zoológico portenho possui aspectos arquitetônicos criativos, como a casa dos elefantes, que imita um templo hindu.

Jardin Japonés

Av. Carlos Casares esq. c/ Figueroa Alcorta. Foi oferecido à cidade pela comunidade japonesa (menos expressiva do que a de cidades brasileiras como São Paulo). Bem conservado, possui cascatas, arbustos podados, arranjos de pedras, laguinhos com carpas e outros detalhes do paisagismo nipônico, que une harmonia com suavidade. Tem restaurante, mas se for almoçar lá prefira um dia de semana, quando está mais vazio.

Planetário Galileo Galilei

Av. Belisario Roldán esq. c/ Av. Sarmiento. A primeira sessão do Planetário de Buenos Aires ocorreu em junho de 1967. Desde então, a abóbada onde são projetadas cerca de 8.900 estrelas tem atraído argentinos e turistas estrangeiros. Um meteorito metálico descoberto no Chaco em 1965 está em exibição na rampa de acesso ao planetário. Lá funciona um museu de astronomia onde é exibido um pedaço de rocha lunar trazido à Terra pela Apolo XI. Dê uma olhada na escultura Sorprendida, do escultor italiano Nicolás Ferrari, que fica no lago vizinho ao Planetário. O monolito vizinho é uma homenagem ao astrônomo Copérnico.

Museo de Artes Plásticas Eduardo Sívori 

Infanta Isabel, 555. As coleções deste museu são compostas exclusivamente por obras de artistas plásticos argentinos, sobretudo pintores. O enorme acervo, que inclui o principal da arte argentina desde o século XIX até a atualidade, é imperdível para os apreciadores.

Museo Evita Perón 

Calle Lafinur, 2988. Não poderia existir algo mais legitimamente argentino do que esse museu dedicado a Evita, inaugurado em  julho de 2002. É espantoso que tenha levado décadas para que surgisse em Buenos Aires um museu com esse tema – e que só exista um deles…  Com mais de uma dezena de salas de exposição, o museu é uma aula sobre a vida de Eva Duarte de sua infância até sua morte prematura aos 33 anos, no auge da glória. O acervo mostra sua máscara mortuária, roupas que pertenceram a ela, sapatos, bolsas, objetos pessoais e os originais de seu livro La razón de mi vida. Fotos e frases suas estapam as paredes do imóvel. O museu funciona em um palacete do começo do século XX, que foi utilizado como albergue de passagem para mulheres das províncias argentinas que desembarcavam desamparadas em Buenos Aires.

Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (MALBA)

  Av. Figueroa Alcorta, 3415.  Inaugurado em 2002, o MALBA é voltado inteiramente para a arte latino-americana moderna e contemporânea (do começo do século XX até os dias de hoje). Sua coleção permanente, uma das mais importantes do mundo desse gênero de arte, imperdível para os apreciadores, inclui obras de artistas como Diego Rivera e Frida Kahlo e os brasileiros Di Cavalcanti, Hélio Oiticica, Lígia Clark e Tarsila do Amaral. Aliás, é lá que está O Abaporu. O museu funciona em um edifício especialmente concebido para abrigá-lo, de arquitetura clean e funcional, que valoriza a iluminação natural, criando um ambiente perfeito para se admirar as obras. Malba

Museo Nacional de Arte Decorativo 

Av. del Libertador, 1902. Este museu de artes decorativas não podia ter sede mais apropriada: um palacete em estilo francês do começo do século XX, classificado como Monumento Histórico e Artístico. Seu acervo engloba mais de 4.000 peças europeias e orientais, esculturas, pratarias, móveis e objetos de decoração. A coleção de miniaturas russas dos séculos XVI a XX é uma das principais atrações do museu. Confira.  Museo Nacional de Arte Decorativo

Centro Cultural Islâmico Rei Fahd

Av. Bullrich,  55. Mulheres, ajustem-se aos costumes islâmicos: saias abaixo dos joelhos e nada de decotes ousados).  Centro cultural árabe com arquitetura típica: minaretes e pátios com fontes. Um cenário no mínimo inusitado em uma metrópole latino-americana!

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Plaza Francia, bairro de la Recoleta, Buenos Aires
La Recoleta, Buenos Aires Plaza Francia,

Sobre La Recoleta

A Recoleta foi uma região de chácaras, pouco habitada, até que, na década de 1800 os franciscanos recoletos ali ergueram uma igreja e um convento.  Só a partir da década de 1870 foi que, com a epidemia de febre amarela atingindo o sul da cidade, muitas famílias de posse decidiram se mudar para lá e construíram as primeiras mansões na região, considerada mais salubre. O bairro que hoje se espalha em volta da famos a Plaza Francia continua sendo um dos preferidos pelos portenhos mais abastados.

Mapa de La Recoleta

Pontos turísticos

Plaza Carlos Pellegrini • Cemitério de la Recoleta  • Igreja Nuestra Señora del Pilar • Plaza Alvear • Centro Cultural Recoleta • Plaza Francia • Palais de Glace • Museo Nacional de Bellas Artes • Buenos Aires Design Center

Plaza Carlos Pellegrini

A linda praça dá ideia do que deve ter sido a Buenos Aires dos áureos tempos. Ela é rodeada por luxuosos imóveis, entre eles o Palacio Pereda, onde funciona a Embaixada do Brasil. Construído em 1920, o edifício foi inspirado na mansão que é sede do museu Jacquemart-André, em Paris. O Palacio Ortiz Basualdo, que abriga a Embaixada da França, fica ao lado e escapou por pouco de ser demolido quando abriram a Av. 9 de Julio.

Cemitério de la Recoleta

 No aristocrático cemitério estão os túmulos de argentinos ricos e famosos. Quer saber quem é a elite argentina? Olhe os túmulos. Alguns dos monumentos funerários são verdadeiras obras de arte e, como tais,  foram declarados Monumentos Históricos Nacionais. Entre eles está o de Evita. Repare: no seu túmulo há sempre flores. É incrível como persiste sua popularidade entre os argentinos.

Igreja Nuestra Señora del Pilar

Ao lado do cemitério e também construída pelos recoletos, na mesma época que o convento onde hoje funciona o Centro Cultural. O exterior não impressiona, mas por dentro a graciosa igreja é decorada em estilo barroco argentino.

Plaza Alvear

Esta elegante praça defronte ao cemitério e à igreja é o lugar perfeito para se sentar no famoso café La Biela e deixar o papo correr…

Centro Cultural Recoleta

Junin, 1930. Este Centro Cultural funciona desde 1980 em um dos edifícios mais antigos da cidade. Construído em 1732 pelos padres franciscanos recoletos, já abrigou um asilo de mendigos e  outro destinado a idosos. Nele acontecem exposições temporárias, peças de teatro, exibições de filmes e espetáculos de dança, inclusive aulas de tango. (Olha a dica se você quiser começar sua carreira de dançarino!). No centro cultural funciona o Museu Participativo de Ciências, onde experiências interativas que interessam principalmente às crianças permitem uma abordagem de temas científicos de forma agradável. Centro Cultural Recoleta

Plaza Francia

Essa grande área verde com árvores e um extenso gramado é palco de apresentações de rock, exibições de artistas de ruas e de dançarinos de tango, sobretudo nos finais de semana e nos feriados, quando também rola uma feira de artesanato de jeitão meio “hippie”. A praça é ponto de encontro da moçada, que se reúne para papear e de namorados, que se sentam no gramado. Há diversos bares em volta da praça, com mesinhas na calçada; très parisien

Palais de Glace

Posadas, 1725. O edifício em estilo francês, com cúpula de vidro, inaugurado em 1911, foi assim denominado – “Palácio de Gelo” – por abrigar uma pista de patinação no gelo, hobby da burguesia portenha na época. Quando a patinação começou a sair de moda, o palácio foi transformado em salão de danças, frequentado por Carlos Gardel que, certa vez, ao final de uma milonga, foi atingido por uma bala, num episódio mal explicado, quando saía do local. A bala que atingiu seu pulmão esquerdo nunca foi retirada. Em 1931, o Palais de Glace tornou-se sede da Direção Nacional de Belas Artes e local de exposições.

Museo Nacional de Bellas Artes

Av. Libertador, 1473. Este é provavelmente o mais importante museu de arte da Argentina e um dos principais da América Latina. Funciona em um prédio neoclássico de fachada imponente. O acervo compreende pinturas de Goya, Velázquez, Tintoretto, Klee, Kandinsky, Picasso, Rembrandt, Sisley, Van Gogh, Toulouse-Lautrec, Manet, Monet, Miró, Modigliani, Renoir, Rubens, De Chirico, Chagall, Cézanne, Degas, Delacroix, Gauguin, Léger, e dos argentinos Pellegrini, Pueyrredón e Quinquela Martin, bem como esculturas de Rodin e Bourdelle, só para mencionar os mais conhecidos. É o tipo de lugar que quem gosta de arte não deve perder.  www.mnba.org.ar

Buenos Aires Design Center

Pueyrredón, 2501. Conjunto que reúne diversas lojas com o que existe de mais moderno e sofisticado no design argentino na área de decoração. Mesmo que os preços não sejam particularmente acessíveis, quem estiver decorando sua casa pode dar uma olhada, pelo menos para se inspirar.

Dicas

Recomendamos a quem tiver tempo suficiente, dar uma volta a pé pelas calles Junin, Ayacucho, Posadas e pelas avenidas Alvear e Quintana, para sentir o ambiente elegante do lugar. Repare na influência “haussmanniana” de certos edifícios das avenidas Quintana e Alvear, que lembram os da capital francesa. Um destaque é o Hotel Alvear, o mais tradicional da cidade, na esquina com a Ayacucho. Nele funcionam o Lobby Bar, um lugar elegante para se tomar um drink (desde que você não esteja de tênis e camiseta) e o La Bourgogne, um dos mais renomados restaurantes do país. Lojas de grifes famosas, restaurantes finos e belos palacetes, alguns deles ocupados por embaixadas, estão espalhados pelo bairro.

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Retiro, Buenos Aires
Retiro, Buenos Aires

Retiro: o essencial

Pl. San Martin • Calle Florida • Ed. Kavanagh • Galerias Pacífico • Museo de Arte Hispano-americano Isaac Fernández Blanco • Museo de Armas de la Nación • Palácio San Martín • Palácio Paz • Torre de los Ingleses

Mapa do bairro de Retiro, Buenos Aires

A leste da Recoleta e ao norte do centro está o bairro do Retiro, um misto de zona residencial e comercial. Algumas de suas ruas são movimentadas em razão das lojas, galerias de arte, escritórios e hotéis chiques, enquanto outras, mais tranquilas, são agradáveis para passear a pé. O Retiro é um dos lugares favoritos da cidade para um happy hour e à noite seus bares, restaurantes e pubs ficam abertos até de madrugada, atraindo um público variado de portenhos e turistas. É na parte norte do bairro que ficam a estação ferroviária e a enorme rodoviária onde todo mundo que viaja por terra pela Argentina acaba embarcando ou desembarcando.
Atrações

Plaza San Martin

Nessa grande praça com gramados e arvoredos, no final da Calle Florida, estão o monumento a San Martin, herói nacional da Argentina, e o monumento aos mortos na guerra das Malvinas. Por ironia, bem próximo dali, em frente à estação ferroviária, fica a Plaza Britania – hoje chamada Plaza Fuerza Aerea Argentina – onde está a Torre de los Ingleses (ou Torre Monumental), cópia em tamanho reduzido da torre do Big Ben, presente de ingleses à Argentina quando de seu primeiro centenário como nação independente, em 1916.

Calle Florida

Nos momentos em que a moeda brasileira está valorizada em relação ao peso argentino, a Florida é coqueluche de muitos de nossos compatriotas, que chegam a Buenos Aires pensando em comprar, comprar e comprar. A rua perdeu muito de seu esplendor de outrora (principalmente depois da débacle econômica recente) mas conserva vitrines com artigos elegantes e caros, além das históricas Galerias Pacifico.

Edifício Kavanagh

Florida, 1065. Construído em 1934, é um belo exemplar arquitetônico e um marcante símbolo dessa época áurea de Buenos Aires.

Galerias Pacífico

Florida, 753. De linhas italianas e inspiradas na Vittorio Emmanuele II de Milão, as galerias foram inauguradas com o nome Bon Marché, inspirado no famoso grand magasin parisiense. Passaram a se chamar Pacífico quando o Ferrocarril Buenos Aires al Pacífico, que buscava uma sede para a empresa, comprou o edifício em 1908. Na década de 1940, o edifício foi remodelado e ganhou as pinturas do interior da cúpula, responsáveis por boa parte de sua fama. As Galerias Pacífico caíram no abandono até serem declaradas Monumento Histórico Nacional em 1989. Hoje, completamente restauradas – e com mais belas pinturas murais – são sede de um shopping center agradável, ótimo lugar para passear ou comprar artigos de couro e de grandes grifes argentinas e estrangeiras. As galerias contam com praça de alimentação e abrigam ainda o Centro Cultural Borges e a Escola de Dança Clássica Julio Bocca.

Museo de Arte Hispano-americano Isaac Fernández Blanco

Suipacha, 1422. Instalado no Palácio Noel, construído na década de 1920, com jardins em estilo espanhol, o museu expõe o acervo que pertenceu ao rico colecionador Don Isaac Fernandéz Blanco, que compreende variadas peças produzidas não apenas na América Espanhola, mas também no Brasil, desde o início da era colonial: objetos de uso diário, mobiliário, vestimentas, pinturas, esculturas etc.

Museo de Armas de la Nación

Av. Santa Fé, 702. Mais de 2.000 de armas brancas e de fogo de diferentes épocas, desde a Idade Média até a era contemporânea: armaduras, espadas, adagas, pistolas, fuzis, canhões etc. O acervo, embora não seja de agrado dos pacifistas, possui interesse histórico.

Palacio San Martin

Arenales, 761. Esse belo edifício concluído em 1909 é hoje sede do Ministério das Relações Exteriores da Argentina.

Palacio Paz (Circulo Militar)

Av. Santa Fé, 750. O edifício que, com justiça, é chamado de palácio, foi construído por José Camilo Paz, fundador do jornal La Prensa. Compensa apreciá-lo por fora ou, para quem tem tempo, fazer uma visita guiada pelo seu rico interior que mais parece o de uma residência da monarquia europeia dos tempos de antanho. Desde 1938, funciona no local a sede do Circulo Militar, mas isso não é motivo para deixar de visitá-lo: a Argentina não faz mais militares como os de antigamente!

Torre de los Ingleses (Torre Monumental)

Plaza de la Fuerza Aerea Argentina. Em 1916, ingleses residentes em Buenos Aires resolveram oferecer à cidade essa torre de 60m de altura, com um grande relógio de mais de 4m de diâmetro e sinos de bronze. Apesar de ter na porta a inscrição “Al gran pueblo argentino”, em 1982, após a guerra das Malvinas, a construção foi rebatizada de “Torre Monumental”, nome que, ao que parece, não pegou, pois todo mundo continua a chamá-la de Torre dos Ingleses.
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Metrô de Buenos Aires, foto Miguel CCBY
Metrô de Buenos Aires, foto Miguel CCBY

 

Como funcionam os transportes em Buenos Aires

A Grande Buenos Aires, que inclui distritos periféricos, é gigantesca. Porém, como os visitantes raramente se afastam do centro e de bairros próximos, a maioria acaba tomando táxis e andando bastante a pé. Já que a cidade é plana, caminhar por ela não exige esforço.
Os transportes públicos portenhos funcionam bem; ocasionalmente, se você for visitar lugares distantes, pode compensar tomar metrô ou, se for para um subúrbio, trem.
Um mapa completo da cidade, dobrável, pode ser obtido gratuitamente no aeroporto, no escritório oficial de turismo ou na recepção de seu hotel. Leve-o com você ao sair para passear. A vantagem desse tipo de mapa é ser bem maior do que os existentes neste ou em qualquer outro livro, sempre limitado pelo tamanho da página.

Mapa de Buenos Aires

Táxis

Quem não estiver viajando com o dinheiro contado e, como a maioria da pessoas, viajar acompanhado, deve tomar táxi, que não é caro: a bandeirada custa menos de US$ 1. Aliás, a quase totalidade dos brasileiros que visitam Buenos Aires nunca toma ônibus nem no Brasil!
Os táxis são numerosos: há mais de trinta mil deles. Evite os clandestinos. Pode acontecer nos táxis comuns alguma esperteza do motorista (como no Brasil).
Se você for a um restaurante ou assistir um show, a recepção do seu hotel cuidará de achar um táxi para você; na volta o próprio estabelecimento onde você foi jantar ou se divertir cuidará disso. Os táxis são sempre pretos em baixo e amarelos na parte superior, fáceis de se distinguir de longe. Raramente você terá dificuldade em encontrar um, salvo, excepcionalmente, nos horários de pico. Há também radio-táxis, um pouco mais caros, utilizados principalmente pelos grandes hotéis. Ao tomar táxi na rua, prefira aqueles que têm o nome da companhia escrita na parte traseira do veículo.
O remis, transporte tipicamente argentino, é uma espécie de táxi que parece um carro comum. Não possui taxímetro e o custo da corrida é tabelado, devendo ser perguntado antes da corrida.
Costuma-se deixar uma pequena propina (gorjeta) para os motoristas. Talvez Buenos Aires lembre Paris, mas os taxistas, simpáticos e falantes, lembram mais os napolitanos do que os parisienses!

Metrô (Subte)

O subte (metrô) portenho é o mais antigo da América Latina: sua primeira linha, a A, inaugurada em 1913, possui vagões e estações construídos naquela época.
Hoje o sistema compreende 5 linhas urbanas (A, B, C, D e E). As linhas A, B , D e E, quase paralelas entre si, correm sob as principais avenidas que convergem para o centro da cidade, enquando a C, a única que cruza as demais, acompanha a Av. 9 de Julio, ligando o Retiro à estação de trem Constitución, perto de San Telmo. Ou seja, apesar de passar por boa parte dos locais onde se concentram hotéis e lojas, a rede não cobre toda a cidade. Há poucos pontos de baldeação entre as linhas. É o caso da linha A, que acompanha uma enorme extensão da Av. de Mayo, e da linha B, que acompanha a Corrientes. São paralelas mas só são cortadas por outra linha, a C, já em pleno centro. Portanto, se você estiver numa da extremidades da linha B ou da A, terá que voltar ao centro para fazer baldeação, dando uma enorme volta. Para o visitante, portanto, já que táxis são baratos e há milhares deles, o metrô é mais uma atração turística (pois algumas atrações antigas são bem charmosas) do que uma utilidade.
O subte funciona de segunda-feira a sábado, das 5h ou 6h, conforme a linha, até aproximadamente as 22h30; aos domingos e feriados, das 8h às 22h. Não conte com ele para voltar de sua balada de sábado, exceto se ela terminar depois do café da manhã!
A passagem custa menos de um peso. Os bilhetes magnéticos, chamados subtepass e válidos para uma ou múltiplas viagens, são vendidos nas estações, que dispõem de mapas e são bem sinalizadas.

Plano de metrô em Buenos AiresPlano de metrô em Buenos Aires

Ônibus (colectivos)

Os ônibus em Buenos Aires, chamados de colectivos ou micros, têm pontos a aproximadamente a cada 200m. Ao contrário do metrô, circulam também em horários tardios.
Uma pequena placa na rua indica as principais paradas.
É fácil: você sobe pela porta dianteira, diz ao motorista onde deseja ir e ele emite o bilhete de acordo com a corrida É preciso ter moedas à mão para a maquininha de bilhetes; notas não são aceitas. Como no Brasil, evite utilizar ônibus na hora do rush e, como também acontece por aqui, se precisar fazê-lo, fique de olho na sua carteira! A descida, conforme o veículo, é pela porta traseira ou pela do meio.
As centenas de linhas têm veículos de diferentes cores, o que facilita sua identificação. Há linhas especiais, mais caras, com ônibus mais confortáveis e ar condicionado.
Dica Ao circular de táxi ou utilizando transportes públicos, evite os horários de pico: das 7h às 9h e das 18h às 20h.

Alugar carro

Ótima opção para percorrer a Argentina, mas a maior fria alugar automóvel pra circular em Buenos Aires. Não compensa alugar carro para circular em Buenos Aires: é caro, fora o trânsito, a burocracia e a dificuldade para estacionar. Para viajar pela Argentina, porém, é uma boa opção. Se resolver fazê-lo, você deve ter no mínimo 21 anos e portar sua carta de motorista brasileira.

Dicas

Evite os clandestinos. Pode acontecer nos táxis comuns alguma esperteza do motorista (como no Brasil).

Costuma-se deixar uma pequena propina (gorjeta) para os motoristas.

As centenas de linhas têm veículos de diferentes cores, o que facilita sua identificação. Há linhas especiais, mais caras, com ônibus mais confortáveis e ar condicionado.

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Informação sobre os guias da série GTB (Guia do Turista Brasileiro)

 

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Sobre Buenos Aires, a queridinha dos brasileiros

“Mi Buenos Aires querido, cuando yo te vuelva a ver, no habrá más penas ni olvido.”
(do famoso tango de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera)

Buenos Aires tem a vantagem de ser um destino tanto para os que só têm poucos dias quanto para quem dispõe de bastante tempo para viajar. Num final de semana prolongado, dá para passar 3 ou 4 dias por lá. Não é muito mais tempo que você passaria em um desses lugares para onde costuma ir nos feriados aqui mesmo no Brasil. E o avião até Buenos Aires não costuma pegar engarrafamentos!

Mapa de Buenos Aires

Como ir

Buenos Aires possui dois aeroportos:

Aeroporto de Ezeiza

Fica a 35 km do centro e destina-se principalmente a voos internacionais. É provavelmente onde você desembarcará na capital argentina. É um aeroporto moderno, com boa infraestrutura.

Aeroparque Jorge Newbery

 Fica na avenida Costanera Norte, no bairro de Palermo, à margem do rio da Prata. Desde sua inauguração, o terminal foi planejado para atender especialmente às linhas nacionais. Em 2010, porém, ele passou a ser internacional, atendendo a voos de países vizinhos, incluindo o Brasil. A principal vantagem para quem pousa ou decola por ele é a localização, a apenas 2 km do centro de Buenos Aires.  Isso faz dele a melhor opção para quem faz viagens curtas, como um fim de semana ou mesmo feriado prolongado à capital argentina. Outra vantagem importante é a conexão com praticamente todas as linhas para o interior do País. Assim, se seu destino final for Bariloche, Córdoba, Mendoza ou qualquer outra localidade argentina este aeroporto é o ideal.

Para ir dos aeroportos ao centro ou de uma aeroporto a outro existem ônibus executivos da empresa Tienda León e várias linhas de ônibus. Outra opção é o táxi.

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Melhor época

Prefira a primavera e o outono.

Hotel em Buenos Aires

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Atrações turísticas em Buenos Aires: os bairros mais interessantes

Centro – La Recoleta – Palermo – San Telmo – Puerto Madero – La Boca – Retiro

Buenos Aires situa-se na margem sul do largo estuário chamado Rio de la Plata, onde o Rio Paraná se abre para o Oceano Atlântico. A capital argentina em si possui mais ou menos 3 milhões de habitantes, enquanto a “Grande Buenos Aires” ultrapassa os 12 milhões, o que representa quase um terço da população do país.

A dimensão da cidade não é problema para o visitante, que costuma se restringir à zona onde se concentram os atrativos turísticos. É muito fácil circular por ali, uma vez que as ruas, na maior parte, formam quadras (manzanas) regulares de aproximadamente 100m. Aliás, os portenhos nunca dizem que tal lugar fica a 400m de outro, mas a quatro manzanas. Isso é prático porque olhando o mapa você pode ter ideia das distâncias contando as quadras e avaliar se dá para ir a pé ou se precisará tomar táxi ou metrô para chegar a determinado lugar.

A numeração dos imóveis não é contada a partir de um centro geográfico ou ponto central, mas por um sistema bem portenho: no sentido leste/oeste, a numeração começa às margens do Rio de la Plata (Puerto Madero) e, no sentido norte/sul, a partir da Av. Rivadávia. Algumas ruas importantes trocam seus nomes a partir dessa avenida.

A Av. 9 de Julio atravessa a zona central da cidade – mais próxima ao Rio de la Plata – no sentido norte-sul. Diversas longas avenidas quase paralelas entre si a cortam perpendicularmente e levam até os bairros mais distantes da costa.

Nas primeiras décadas do século XX, quando as maiores cidades latino-americanas ainda mantinham um ar terceiro-mundista, Buenos Aires era uma ilha de civilização, com uma classe média numerosa e mais igualdade social. Ou seja, uma metrópole de verdade, com lojas finas, restaurantes sofisticados, intensa vida cultural, boulevares e cafés, que nada ficava a dever às capitais europeias. Enquanto nos demais países da América do Sul o transporte urbano ainda se limitava a bondes puxados por burros, Buenos Aires já possuia metrô, o primeiro existente nessa região do planeta.

Mesmo após a recente crise que abalou a Argentina, Buenos Aires disputa com Montevidéu a melhor qualidade de vida entre as capitais da América Latina.

Além de inúmeros jardins e praças arborizadas, Buenos Aires possui um verdadeiro pulmão verde na região de Palermo, em cujos parques em estilo francês, com arvoredos, estátuas e espelhos d’água, os portenhos passam horas preguiçosas, lendo, namorando, passeando com os filhos ou tomando sol, como fazem os parisienses no Jardin de Luxembourg…

Ao contrário de metrópoles como São Paulo, Buenos Aires preservou seus lindos edifícios do século XIX no centro e nos bairros onde vive a população mais favorecida. São essas construções que lhe conferem o tão falado “ar europeu”, acentuado pelos os cafés sempre cheios de pessoas lendo jornais ou falando sobre o que mais gostam: política e futebol, temas que por vezes geram acaloradas discussões! E como os brasileiros veem isso?