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Cavalos na pista em El Chaltén, Argentina
Preparando a sua viagem à Argentina

Preparando a sua viagem à Argentina: tudo o que você deve considerar

Viagem é coisa séria: não custa muito barato e, a maioria das pessoas tem apenas trinta dias por ano para poder viajar. Por isso mesmo uma viagem tem quer ser aproveitada, curtida. Você não viaja para cair em roubadas ou passar stress. Quando esses aborrecimentos ocorrem,  nem sempre, mas muitas vezes é simplesmente porque a pessoa não preparou sua viagem, não se informou sobre nada direito, não pesquisou.

Mapa da Argentina

Quer fazer uma viagem divertida e inteligente, siga os passos: preparando sua viagem à Argentina

Porque a Argentina?

A Argentina é um país perto do Brasil, fácil de ser visitado e com
as mais variadas atrações, paisagens de impressionante beleza. Isso sem falar da gastonomia e de seus vinhos. Você só tem que estar convencido disso. Tem que pesquisar, informar-se. Também é uma ótima ideia ver fotos do país, o que o ajudará a escolher o que pretende visitar. Veja a Argentina em Imagens. (Procure não babar no teclado!)

Contagem regressiva

Isso vale para qualquer viagem, não importa seu destino: uma viagem deve ser preparada meses antes do dia do embarque. Veja como se organizar em Contagem regressiva.

Como ir

 A partir do momento em que você decidiu viajar pra a Argentina é inteligente ir comparando preços de passagens, ver as promoções, se vai de avião, de carro, de ônibus. Veja “Como ir

Documentação

É algo simples, no caso da Argentina. Mas, não custa dar uma olhada em “Documentação”.

Melhor época – A Argentina pode ser visitada em qualquer época do ano, mas exite uma época ideal para casa região. Dê uma olhada em “Quando é bom visitar a Argentina

Cronograma de viagem

Se você não faz parte daquele pequeno número de sortudos que podem ficar o tempo que quiserem, precisa ter um cronograma de viagem. Decidir quanto tempo ficará em Buenos Aires, que dia vai tomar seu avião para Bariloche etc. Isso é algo que deve ser bem pensado, discutido com seu quem vai viajar com você.  Dê uma olhada: “De quanto tempo você dispõe para sua viagem À Argentina ?

Dinheiro

O que vale mais a pena: levar dólares ou reais? Usar cartão de crédito ou cartão pré-pago ? Veja: “Lidar com dinheiro na Argentina

Bagagem

Bagagem é um assunto que deve ser pensado com muito carinho. Quase todo mundo leva coisas demais. Leia sobre “Bagagem para viagem à Argentina

Viagem por conta própria

Você não precisa pegar uma excursão, pode você mesmo organizar sua viagem muito facilmente. Veja “A Argentina por conta própria“.

Hospedagem – Tópico importante! Veja: “Dicas sobre hospedagem na Argentina

Informações práticas

Onde se hospedar

Reserva pelo Booking.com

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso; é bem possível que pague menos do que reservando diretamente com o hotel. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos, provavelmente pagando menos e sem ter trabalho algum.

Hotéis na Argentina

Classificação por ordem alfabética – principais localidades turísticas

Hotel em Buenos Aires • Hotel em Bariloche •  Hotel em Cafayate  
Hotel em Córdoba •  Hotel em El Calafate •  Hotel em El Chaltén •  Hotel em Jujuy
Hotel em Junin de los Andes •  Hotel em Las Leñas •  Hotel em Mendoza

Hotel em Puerto Madryn • Hotel em Humahuaca •  Hotel em San Rafael 
Hotel em Puerto Iguazú • Hotel em Rio Gallegos •   Hotel em Salta 
Hotel em San Martin de los Andes •  Hotel em Tilcara • Hotel em Ushuaia
Hotel em Villa La Angostura

Como ir

Veja passagens aéreas e pacotes

A Argentina em imagens
Maquina fotografica

Álbum fotográfico com dezenas de fotos da
Argentina separadas em slide-shows
 sobre a as regiões mais interessantes do país.

Matérias especiais

Evita Perón | Diego Maradona | Cinema argentino | Literatura argentina
A imigração nazista para a Argentina | Os grandes rivais no futebol argentino
A história do tango | Carlos Gardel |
Os grandes dinossauros que habitavam a Argentina

pesos - foto www.agkcorretora.com

Lidar com dinheiro na Argentina

Reais podem ser trocados em qualquer casa de câmbio de Buenos Aires, em Bariloche e outros lugares turísticos, mas ideal é viajar com dólares ou pesos, que podem ser comprados no Brasil em bancos e em algumas casas de câmbio.

Dólares ou euros, só em perfeito estado

Em regiões afastadas, dólares bons, mas com a mais insignificante rasura, marca de caneta ou carimbo, correntemente aceitos nos EUA e na Europa, podem ser recusados. Inútil levar notas que não estejam em perfeito estado. Essa prática é, alias, comum em todos os países sul-americanos.

Diversifique

O ideal é diversificar: ter dinheiro vivo, mas levar também cartão de crédito internacional e uma quantia em cheques de viagem como reserva de segurança. Cheques de viagem não podem ser trocados em qualquer lugar e não são aceitos tão comumente como na Europa ou nos EUA. Quando o são, o câmbio não costuma ser bom. Em grandes cidades e centros turísticos importantes como Bariloche, você troca cheques com certa facilidade, mas em lugares mais afastados, a burocracia é de desanimar, sem falar nos olhares desconfiados do caixa e do gerente, que o encaram como se você tivesse fabricado os cheques no quintal da sua casa…

Cartões de crédito internacionais

Cartões de crédito internacional de um tempo pra cá, não são mais aceitos em quase todo lugar: hotéis, bons restaurantes e lojas. Quando aceitam, geralmente com muita má vontade, sai  geralmente mais caro do que pagar com dinheiro cash. A dica é levar dólar cash na velha bolsinha de barrica tipo cangurú.

Algumas dicas

– Lembre-se de verificar a validade do seu cartão e de renová-lo, se for o caso, antes de viajar.
– Dê preferência a cartões com chips, que possuem senha de uso. Verifique sempre se o cartão que estão lhe devolvendo é o seu e confira a conta antes de assiná-la.
– Troque na fronteira ou no aeroporto apenas o suficiente para o táxi e para as despesas mais imediatas, pois a taxa de câmbio não é boa. Mais tarde você terá tempo de pesquisar as melhores taxas.
– Procure pegar algumas notas de menor valor e moedas. Serão sempre úteis no táxi e ônibus. Lembre-se de levar dinheiro trocado ao ir a lugares isolados.
– Na volta ao Brasil, procure “destrocar” no aeroporto o dinheiro argentino que lhe sobrou. Evite, aliás, trocar somas elevadas nos seus últimos dias de viagem.
– A moeda da Argentina é o peso; existem notas de 2, 5, 10, 20, 50 e 100 pesos e moedas de 1 peso e de 1, 5, 10, 25 e 50 centavos.
– Cuidado com algum muy amigo que se ofereça para checar se “por acaso” os pesos que você comprou são falsos. Provavelmente não são; apesar de existirem pesos falsos, se você os comprou em uma boa casa de câmbio ou em um banco, seja na Argentina ou no Brasil, não tem motivos para se preocupar. Mas seus pesos passarão a ser falsos se você os der para que o amigo os examine… Eles fazem essa troca com uma habilidade que você não imagina!

Informações práticas

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passaport_novo

 

Documentação para viagens à Argentina

Passaporte ou carteira de identidade: válidos, recentes e em bom estado

Para visitar a Argentina, os brasileiros não precisam nem mesmo de passaporte; se preferir, basta levar sua carteira de identidade (RG) original e em perfeito estado. Carteira de identidade muito antiga pode não ser aceita. A foto do RG deve permitir sua identificação: se a carteira foi emitida quando você era criança e hoje é um homem barbado, é melhor tirar uma segunda via. Atenção: não serve cópia do RG, mesmo autenticada. Também não valem para esse fim as cédulas de identidade profissionais (OAB, CREA etc.). Aliás, as companhias aéreas costumam pedir, ainda no Brasil, no momento do check-inn, seu passaporte ou carteira de identidade. Se algo estiver errado não o deixarão embarcar para não ter que trazê-lo de volta se o serviço de imigração argentino o barrar.

Pense em renovar seu passaporte se for utilizá-lo

O passaporte pode ser obtido ou renovado (com alguma antecedência) em um dos postos de atendimento do Departamento de Polícia Marítima, Aérea e de Fronteiras (DPMAF) da Polícia Federal no Estado em que mora. Há uma grande burocracia a ser seguida: veja detalhes no site da Polícia Federal.

Formulário

Antes de entrar em território argentino, ainda no avião, lhe será dado um formulário que você deve preencher e, ao desembarcar, apresentar ao serviço de imigração. Eles ficarão com uma via e deixarão outra com você, depois de carimbá-la. Guarde-a em lugar seguro, pois deverá devolvê-la quando sair do país. Se acontecer de perdê-la, faça um ar compungido e explique que o documento foi extraviado. Não é tão grave. Eles provavelmente o olharão com um ar de reprovação (“Que boludo…”) e lhe darão outro formulário para preencher.

Carro

Caso pretenda alugar automóvel, não esqueça de levar sua Carteira de Habilitação, depois de verificar que não está vencida. Normalmente a polícia rodoviária argentina evita parar turistas, pedir documentos etc. Pelo menos se você não tiver feito nada errado! Quando o fazem é normalmente por engano e, quando escutam o sotaque brasilero, já fazem sinal para seguir viagem. Esse é um procedimento comum, aliás da polícia rodoviária em quase todos os países com relação a turistas. Eventualmente, carros provenientes das fronteiras boliviana e paraguaia podem ser parados.

Vacina
A vacina contra a febre amarela não é exigida faz tempo.

Seguro de viagem

Não é obrigatório embora seja prudente ter um.

Informações práticas

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Ruta de los Siete Lagos, Patagônia Argentina
Ruta de los Siete Lagos, Patagônia Argentina

De quanto tempo você dispõe para sua viagem à Argentina?

Um destino para quem dispõe de poucos dias ou de um mês inteiro

A Argentina tem a vantagem de ser um destino tanto para os que têm somente uns poucos dias, quanto para quem dispõe de bastante tempo. Mas não se deve esquecer que estamos lidando com um país de enormes dimensões, sobretudo no sentido norte-sul.

Mapa da Argentina

Evite que sua viagem se torne um rally

Assim, alguns, tendo apenas 15 dias para realizar a viagem, podem contar 3 dias para Buenos Aires, 3 para Bariloche, 3 para Ushuaia, 2 para Mendoza e 4 dias para percorrer o Noroeste. O básico em 15 dias: que maravilha! Seria perfeito se essas regiões não estivessem a milhares de quilômetros umas das outras, num território mal servido por ligações aéreas diretas… Não que não seja possível, mas isso seria praticamente um rally Paris-Dakar.

Divida a Argentina em várias viagens

O ideal, se você não tiver tempo suficiente para visitar tudo o que gostaria de uma só vez, é optar pelo que for mais razoável e deixar o restante para outra viagem. O lado bom: será mais uma viagem!

Sugestões de roteiros

De 3 a 4 dias Buenos Aires ou Mendoza ou Iguazú.

De uma semana a 10 dias

Buenos Aires e arredores; ou Buenos Aires e Bariloche; ou Distrito dos Lagos (Bariloche, San Martín de los Andes, Villa La Angostura, El Bolsón); ou Buenos Aires, Iguazú e Misiones; ou Mendoza e arredores; ou Terra do Fogo e El Calafate; ou El Calafate e Puerto Madryn; ou El Calafate e El Chaltén; ou Jujuy e Quebrada de Humahuaca; ou Salta, Cafayate e Valles Calchaquíes; ou Buenos Aires, Córdoba e arredores; ou Parques de Talampaya e de Ischigualasto.

Duas semanas

Buenos Aires e Distrito dos Lagos; ou Buenos Aires, Mendoza e arredores; ou Buenos Aires, El Calafate, El Chaltén e Terra do Fogo (Ushuaia); ou Buenos Aires e NOA “básico” (Cafayate, Salta, Jujuy, Quebrada de Humahuaca); ou NOA; ou Províncias de Mendoza e de Córdoba; ou Patagônia ”básica”

Três semanas

Patagônia “básica” e Terra do Fogo

Mais de três semanas Dá para pensar em uma viagem talvez não “por toda a Argentina”, mas por grande parte dos lugares de maior interesse turístico. É possível, quem sabe, dar uma esticada até o Chile. Nesse caso, pode valer a pena usar carro próprio ou moto.

Do lado de lá dos Andes

As principais atrações turísticas argentina e chilenas junto dos Andes são sempre lindas e próximas. Estando em localidades próximas à cordilheira (ou situadas nela), é fácil cruzar para o Chile.

San Pedro de Atacama

acessível de Jujuy pelo Paso de Jama e de Salta pelo Paso de Sico

Puerto Natales e Torres del Paine

acessíveis de El Chaltén e de El Calafate pelo Paso Río Don Guillermo

Santiago

acessível de Mendoza pelo Paso de Cristo Redentor | Osorno, Puerto Montt e região dos lagos: acessíveis de Bariloche e de Villa La Angostura pelo Paso Cardenal
Samoré | Pucón e Valdívia: acessíveis de Junín de los Andes pelo Paso Mamuil Malal |

Punta Arenas

acessível de Ushuaia (Terra do Fogo).

Informações práticas

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O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso; é bem possível que pague menos do que reservando diretamente com o hotel. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos, provavelmente pagando menos e sem ter trabalho algum.

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El Chaltén, Patagônia, Argentina
A Argentina por conta própria: El Chaltén, Patagônia, Argentina

A Argentina por conta própria: os macetes

Viajar pela Argentina por conta própria não tem mistério; a facilidade de comunicação já ajuda. Essa é a melhor opção para quem se sente seguro em viajar sem um guia de excursão e quer fazer algo diferente daquilo que as operadoras oferecem. Se você tiver um mínimo de capacidade de planejamento, é muito fácil fazer seu próprio roteiro utilizando este guia da Argentina. Há várias vantagens: você visita o que quer, come onde tem vontade, acorda na hora que quer, tem liberdade. Mas, enfim, se não se sentir seguro ou achar estressante ter que organizar todos os detalhes de uma viagem, esqueça e pegue uma excursão.

Mapa da Argentina

Estude mapas, calcule distâncias, planeje

Quem quer viajar por conta própria deve estudar mapas e calcular distâncias, considerando que a Argentina é um país enorme. Isso é fundamental para não fazer planos mirabolantes, impossíveis de serem seguidos. A primeira coisa a ter em mente é que, se você for diretamente para Buenos Aires, terá que decidir entre visitar a cidade na ida ou deixar a capital para a volta de seu tour pela Argentina; afinal, não há, em geral, motivos para passar duas vezes pelo mesmo lugar. Se sair do Brasil resolvido a deixar Buenos Aires para o final de sua viagem (para fazer compras, por exemplo), logo ao desembarcar, tome um táxi ou remis até o Aeroparque e pegue a conexão aérea para outra cidade, ou faça o trajeto por terra. Optando pela via aérea, compre esse trecho ainda no Brasil.

Cronograma de viagem

Mesmo que você tenha bastante tempo pela frente e vá viajar em em esquema easy rider, vale a pena ter um cronograma com as datas estimadas de chegada a cada cidade. Isso lhe permitirá organizar-se para pegar determinada feira que só acontece no sábado, uma fiesta ou evento popular, ou ainda, evitar chegar num lugar ultra-turístico numa sexta-feira à noite sem hotel reservado.Organize itinerários lógicos

Em cidades grandes, principalmente em Buenos Aires, estabeleça uma programação com itinerários lógicos, indo hoje ao bairro “X”, amanhã ao bairro “Y”… Veja onde fica cada lugar que você quer conhecer e os dias e horários em que está aberto ao público.

Veja o capítulo “Transportes”

Estude com atenção o capítulo TRANSPORTES e, no início de cada capítulo sobre as localidades que você deseja visitar, veja ao lado do ícone À, o tempo a ser reservado a cada uma. Também no início do capítulo sobre cada lugar mencionado no guia há o tópico Como Ir. Veja as opções para chegar a cada cidade. A partir daí, organize seu roteiro, que deve obedecer a uma lógica quanto às distâncias e aos meios de transporte que irá utilizar.
Em um país com as dimensões territoriais da Argentina, você pode perder o dia todo para realizar certos deslocamentos. Informe-se sobre os vôos domésticos que, como são quase sempre via Buenos Aires, o farão perder mais tempo do que imagina e gastar mais do que pensa.

Escolha sua base ideal

Quem vai visitar a fundo uma região pode hospedar-se em uma cidade mais bem localizada e utilizá-la como base, indo cada dia a um lugar diferente nos arredores. Você não precisa, portanto, necessariamente dormir em cada cidade que for conhecer, o que, aliás, pode se tornar cansativo. Alguns lugares são minúsculos e podem ser visitados em poucas horas. Ficar arrumando e desarrumando malas e fazendo check-in e check-out de hotel a cada um ou dois dias não é nada divertido. Outro detalhe: como o horário do check-out nos hotéis argentinos costuma ser cedo (às vezes, às 10 da manhã!), para ter um dia para visitar uma cidade você precisará, na realidade, de duas noites ou então terá que ficar perambulando com suas malas. De carro até dá, mas a pé fica complicado.

Alugar carro

Caso vá viajar de carro, decida se irá alugá-lo por lá ou sair do Brasil com veículo próprio (leia sobre o assunto no capítulo ARGENTINA DE CARRO). A viagem de carro é uma ótima opção, mas você precisará organizar com mais detalhes sua viagem. Antes de alugar um automóvel, verifique se a locadora possui agência na cidade em que pretende devolvê-lo.
Com relação à passagem aérea, você pode comprá-la por meio de qualquer boa agência de viagens. O preço não será mais alto do que na própria companhia aérea. Seu agente de viagens pode também cuidar da locação do carro e de reservas de hotéis. Veja o que aconselhamos no capítulo HOSPEDAGEM.

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Hotel na Argentina

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El Chaltén, Patagonia, na Argentina
Pacotes e excursões para a Argentina, El Chaltén, Patagonia, na Argentina

 

Pacotes e Excursões para a Argentina: como funcionam

Mapa da Argentina

Pacotes

Principalmente na alta temporada, há grande oferta de pacotes para a Argentina, a maioria deles para Buenos Aires e Bariloche, que incluem a passagem, o hotel, o traslado e, em alguns casos, passeios. Mesmo para lugares menos óbvios, como o Noroeste Argentino e a Patagônia Atlântica, é possível conseguir pacotes hoje em dia. Fale com seu agente de viagens.
Uma das vantagens dos pacotes, além da praticidade, é que muitas vezes podem ser pagos em parcelas.

Pacotes personalizados

Inclui geralmente a passagem aérea, o traslado e o hotel, mesmo que seja apenas por poucas noites. Geralmente oferecem mais de uma opção de hotel e você pode escolher. No caso da passagem aérea você pode escolher a data (pelo menos aproximada) de partida e retorno ao Brasil. Depois você aluga o carro, visita o que quer por conta própria.

Compare custos

Antes de optar por um pacote ou uma excursão, faça uma estimativa de quanto você gastaria por conta própria e compare os preços. Muitas operadoras têm pacotes vantajosos, pelos quais você paga bem menos do que comprando a passagem e pagando o hotel separadamente. Algumas operadoras, aliás, podem montar pacotes sob medida para você. Quase sempre os hotéis são bons. O que pode incomodar nos pacotes é apenas que as datas de partida e retorno são fixas e não há muita flexibilidade na escolha dos hotéis. Antes de comprar o pacote, informe-se sobre os hotéis em que ficará hospedado, principalmente quanto à localização e ao padrão de conforto que oferecem.

Vídeo de turismo sobre a Argentina

Excursões

Excursões são uma boa opção para aqueles que não se sentem seguros em viajar sozinhos ou não querem se preocupar com nenhum detalhe da organização da viagem. Antes de optar por uma excursão, veja se esse tipo de viagem tem a ver com você: se está disposto a obedecer a uma programação, a ter que ir a todo canto acompanhado pelas mesma pessoas, a jantar em um restaurante predeteminado etc…
Você pode ir do Brasil por conta própria e, na Argentina, pegar excursões locais de curta duração para fazer determinados roteiros. Muita gente não gosta de excursão de nenhum tipo, mas há alguns lugares aos quais só se chega alugando um carro ou pegando uma excursão. Em alguns casos, nem de carro dá para você ir por conta própria, pois necessitará de um guia: para fazer trekking em geleiras, por exemplo. Assim, em qualquer cidade argentina de interesse turístico que você vá existe uma infinidade de excursões propostas por agências locais, muitas das quais em parceria com hotéis (que não têm nenhum interesse que as agências pisem na bola com seus hóspedes).

Escolha e reserve seu pacote ou passagem aérea para a Argentina

Operadoras de turismo brasileiras que trabalham com destinos na Argentina

Algumas dessas operadoras possuem agências de viagens próprias. Nos demais casos, consulte os pacotes disponíveis e fale com seu agente de viagens.
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FLOT | INTERPOINT | MAKTOUR | NASCIMENTO TURISMO | NEW LINE TOUR | QUEENSBERRY

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Mala de viagem_02

Bagagem para a Argentina, o que levar e o que não levar

Leve no máximo duas peças de bagagem: uma maior, que no avião será considerada como de compartimento, e uma pequena, a bagagem de mão que estará a seu alcance dentro do avião com tudo o que for fácil de quebrar, valioso, importante ou de primeira necessidade, inclusive uma muda de roupa para a eventualidade de extravio da outra mala ou mochila, na qual estarão suas roupas. O extravio de bagagem é raro num vôo direto São Paulo/Buenos Aires. Seja mala ou mochila, sua bagagem deve ser fechada com cadeado e ter etiquetas de identificação, dentro e fora, com seus dados.

Roupas

O tipo de roupa que deve ser colocada em sua mala ou mochila depende da época do ano em que você viajará, das regiões para as quais irá e dos programas que pretende fazer.
De modo geral, vista-se como o faria se estivesse no Brasil, tendo em conta que as temperaturas na Argentina são em geral inferiores às brasileiras. Só não se “fantasie” de turista, com bermuda, chapeuzinho branco, camisa estampadérrima e outras aberrações.
Considere que nos grandes centros urbanos os argentinos são elegantes e, para fazer certos programas (assistir a um show em uma casa de tango, jantar em restaurantes elegantes, ir à ópera no Colón), é adequado para os homens o uso de blazer ou terno e gravata e, para as mulheres, saia ou vestido. Se não for essa sua intenção, jeans decentes, tênis limpos e camisetas serão suficientes, com um pulôver e um casaco para usar se esfriar.

Roteiros de aventura

Para roteiros de aventura ou de turismo esportivo, as roupas devem ser compatíveis e o mais confortáveis possível.
No Nordeste, Noroeste, Centro-Oeste, Cuyo e Buenos Aires, faz muito calor no verão, exigindo o uso de roupas leves.
Os invernos são bastante frios na Patagônia, na Terra do Fogo e no Distrito dos Lagos. É essencial levar um minhocão ou meia-calça de lã para usar embaixo da calça, gorro e luvas. O truque para não tornar a mala muito pesada e volumosa é levar meia dúzia de camisetas de algodão de manga comprida a serem lavadas e trocadas diariamente, e apenas 2 pulôveres ou polares bem quentes. Por cima de tudo, use um casaco (ou parka) forrado e impermeável.
Roupas para a prática de esqui são alugadas nos próprios centros de esportes de inverno; não se preocupe em levá-las do Brasil.
Pulôveres, parkas impermeáveis e casacos de couro na Argentina são em geral mais baratos do que no Brasil. Deixe algum espaço livre na sua mala, pois provavelmente comprará roupas lá.

Sapatos

Um par para “para bater” e outro melhorzinho são o suficiente. É claro que para quem for fazer trekking ou outras aventuras, os calçados “de briga” devem ser botinas apropriadas, enquanto que para os que vão fazer um roteiro mais urbano podem ser tênis ou sapatênis. O importante em qualquer calçado é que seja confortável, pois em viagens acabamos andando o dia todo e não há nada pior do que terminar o dia com o pé cheio de bolhas.

Acessórios

Um pequeno guarda-chuva dobrável e uma capa de chuva com capuz são recomendáveis de novembro a março. Leve também calculadora; tesourinha de unha, pinça e um canivete estilo suíço (na bagagem de compartimento); agulha e linhas de cores básicas; secador de cabelos pequeno que seja bivolt (exceto se for se hospedar em hotéis de melhor categoria, que em geral têm secador no quarto); despertador; cadeados extras para a mala; óculos escuros; canetas esferográficas; um caderninho para anotações; óculos ou lentes de contato de reserva e uma receita para mandar fazê-los em caso de perda ou quebra (ficar sem óculos numa viagem pode ser um desastre); produtos para limpar lentes de contato; sacos plásticos para guardar roupa suja e calçados.

Produtos de higiene e saúde

É prudente levar um pequeno kit de medicamentos básicos: analgésico, antitérmico, antiespasmódico, sal de frutas, esparadrapo, band-aid, desinfetante, algodão, termômetro e todos os remédios que você toma habitualmente, acompanhados das bulas.
Não exagere: leve em uma nécessaire impermeável apenas um exemplar de cada produto de toilette, de higiene pessoal e cosmético que você usa. Atenção, mulheres: se for o caso, não esqueçam de levar seu anticoncepcional. Absorventes (internos: tampones; externos: toallas femeninas) podem ser comprados facilmente em qualquer lugar, mas é prático levar consigo um pacotinho.

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Classificação por ordem alfabética – principais localidades turísticas

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Ônibus empresa Pluma
Ônibus do Brasil para a Argentina

Ônibus

O ônibus é a melhor opção quando se tem muito tempo, pouco dinheiro e disposição de sobra (ou pânico de avião).
Trinta e cinco ou quarenta horas dentro de um ônibus é bastante tempo… Dependendo do Estado brasileiro onde você mora, talvez seja mais inteligente dividir sua viagem em etapas, o que, aliás, pode ser agradável se você escolher bem as cidades onde for parar. Há um macete para os que querem economizar: tomar um ônibus de São Paulo até Foz do Iguaçu e de lá pegar transporte local até o terminal rodoviário argentino de Puerto Iguazú. Nessa cidade você poderá tomar ônibus para vários destinos dentro da Argentina. Sai bem mais barato.

Como são os ônibus que viajam do Brasil para a Argentina

Os ônibus internacionais são confortáveis, têm ar condicionado e poltronas que deitam ou reclinam bastante. Como são horas e horas de viagem, é bom ter revistas ou livros para ler (comece lendo BAGAGEM CULTURAL), biscoitos e água mineral.

Vídeo sobre viagem de ônibus para a Argentina

As empresas

Pluma

De Camboriú, 27h | De Curitiba, 30h | De Foz do Iguaçu, 19h | De Porto Alegre, 19h,  | Do Rio de Janeiro (com baldeação em Foz do Iguaçu), 40h| De São Paulo, 35h.  No Brasil: Tel. 0800-646-0300;a Argentina: Tel. 4312-5900  Pluma

Flexabus

De Camboriú, 25h, US$ 107 (em temporada há também semi-cama, mais barato) | De Florianópolis, 23h, US$ 106 | De Porto Alegre, 16h, US$ 82. Em Buenos Aires, tel. (11) 4000-5200, www.flechabus.com.ar. Você desembarcará em Buenos Aires no grande Terminal Rodoviário de Retiro (Ramos Mejia, 1680, tel. 4310-0700 | 4315-3404). É desse terminal que partem ônibus para o restante do país. Para ir para o centro, tome a linha C do metrô ou um táxi.

Dica

 Uma alternativa é ir de ônibus até Montevidéu, no Uruguai, pela companhia brasileira TTL e de lá tomar um barco até Buenos Aires.

Para quem vai entrar na Argentina via Foz do Iguaçu

Como há muita circulação de turistas brasileiros que vão até Foz do Iguaçu e só querem dar uma olhadinha do lado argentino das cataratas, a Imigración argentina não obriga ninguém preencher a ficha de entrada no país. Esse documento pode, entretanto, ser pedido a você na volta ao Brasil caso retorne por outra fronteira.

Moradores de São Paulo

 Podem comprar passagens de ônibus com entrega em domicílio mediante uma pequena taxa. Veja detalhes no site da SOCICAM.

Distâncias rodoviárias
De São Paulo a: Porto Alegre, 1.110 km | Foz do Iguaçu, 1.065 km
Do Rio de Janeiro a: Porto Alegre, 1.540 km
De Foz de Iguaçu a: Buenos Aires, 1.350 km
De Porto Alegre a: Buenos Aires, 1.063 km | Montevidéu, 890 km

Informações práticas

Hotéis na Argentina

Escolha e reserve seu hotel em Buenos Aires

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Álbum fotográfico da Argentina com fotos das regiões mais interessantes do país.

Matérias especiais

Evita Perón | Diego Maradona | Cinema argentino | Literatura argentina
A imigração nazista para a Argentina | Os grandes rivais no futebol argentino
A história do tango | Carlos Gardel |
Os grandes dinossauros que habitavam a Argentina

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Guias de viagem: para que servem?

Guias de viagem são livros com informações específicas sobre determinado país, região ou cidade. Existem guias de diversos tipos: os que dão maior ênfase aos aspectos históricos e culturais, os que ressaltam a indicação de hotéis e restaurantes, os que privilegiam as opções econômicas (querendo ensinar você a viajar durante 15 dias com US$ 10 ou coisa parecida), os que são mais indicados para quem quer viajar de automóvel num determinado país…

Conheça os títulos

Nossos guias on-line oferecem gratuitamente o conteúdo total dos títulos impressos, vendidos durante os últimos dez anos nas melhores livrarias. Esse conteúdo é, inclusive, superior ao dos guias impressos, pois foi atualizado, enriquecido com mais informações e um grande número de imagens. Bastar acessar este site em qualquer lugar onde haja wi-fi disponível. Você pode fazer isso utilizando seu tablet, lap-top ou mesmo do celular. 

Argentina • Bahia • Chile • Itália • New York •  Nova York • PeruPortugal •    

O que falam sobre os guias de viagem GTB

Opiniões  sobre os guias da série GTB (Guia do Turista Brasileiro)

Leia o guia de viagem antes de viajar

O guia deve ser levado com você na viagem, mas tem de ser lido antes. Não basta ler: é preciso estudar, trocar ideias com as pessoas que vão viajar com você, anotar o que chama atenção, o hotel simpático, o museu que tem o tal quadro do Van Gogh, a confeitaria que faz aquele doce especial, a melhor praia para surfe etc.

Guias ajudam a economizar e a aproveitar o máximo sua viagem

O bom guia enriquece sua viagem. Se você resolver fazer algum tipo de economia em sua viagem, não comece economizando os vinte ou trinta dólares que gastaria na compra de um guia de viagem. Qualquer dica que ele lhe fornecer pode facilmente valer o dobro disso.
Com ele, você não corre o risco de deixar passar em branco algo incrível, aprende um pouco sobre a cultura, os costumes e a história do país, fica sabendo sobre os hotéis mais bem situados, os melhores restaurantes e seus preços, além de ter condições de estabelecer prioridades sobre o que deve ser visitado. Compre um guia com o qual com o qual você se identifique e que combine com seus gostos. Se você tem dinheiro suficiente e aprecia certos luxos, não vá comprar um guia de mochileiro; já se você é um estudante que vai viajar num esquema econômico, não compre um guia no qual as indicações de hotéis considerados baratos já não são para o seu bolso.

Um pequeno detalhe: guia não deve ser pesadão

Um detalhe importante em um guia de viagem é o seu peso. Embora edições com muitas imagens sejam visualmente “bonitinhas” e impressionem o viajante inexperiente que entra numa livraria à procura de um guia, para serem confeccionados exigem o uso do papel couché, que torna o livro pesadíssimo. Chega um momento que ninguém mais quer saber de carregá-lo. Embora um pequeno caderno colorido possa ser ilustrativo, o excesso de imagens não apenas pesa como rouba um espaço que seria melhor aproveitado com dicas preciosas e mais informação – o que realmente importa para o viajante. Queremos lembrar que fotos são importantíssimas sim, mas você deve procurar vê-las ainda no Brasil para ajudá-lo a escolher um destino que combine com você. Você poderá encontrá-las em qualquer boa revista de turismo, nos cadernos de viagens dos grandes jornais ou nos bons sites de turismo, sem precisar carregá-las consigo a viagem toda.

Os guias de viagem estrangeiros adaptados ao viajante brasileiro

Infelizmente, a maioria dos guias existentes em português sempre ou quase sempre são traduzidos do inglês, voltados para o público norte-americano ou europeu e alguns podem conter informações defasadas, uma vez que os direitos de reprodução dos textos foram adquiridos há anos e nunca mais atualizados.

Mendoza na primavera
Dicas sobre hospedagem na Argentina

 

Dicas sobre hotéis na Argentina: reservar ou não?

Embora certas pessoas acostumadas a viajar por conta própria não gostem de reservar hotel, no caso de Buenos Aires e Bariloche é melhor sempre fazê-lo, seja qual for a época do ano em que a viagem for feita.

Nas demais localidades, em geral, você encontra hospedagem facilmente, mesmo sem reserva – desde que não seja alta estação, feriado prolongado ou sexta-feira ou sábado à noite. Nesses casos, é mais prudente reservar. É fácil fazê-lo por e-mail (escreva em português que todos entendem) ou telefonando para o estabelecimento. Eles entenderão também seu portunhol (principalmente se o hotel estiver vazio!)

Você é do tipo que detesta reservar e quer mesmo ir “na raça”? Uma dica: nesse caso, o ideal é chegar por volta de meio dia, quando os quartos são desocupados, ou no comecinho da tarde. Quanto mais tarde, menores as chances.

O que mais incomoda em deixar tudo reservado é que, numa viagem por conta própria, você quer ter a liberdade de ficar um dia a mais ou a menos em algum lugar. Isso pode ser parcialmente contornado se você for fazendo as reservas à medida em que avança na viagem e já tem certeza de onde vai querer passar as próximas noites.

Dicas

Ao chegar a uma cidade sem ter hospedagem reservada, procure o escritório oficial de turismo e peça ajuda para conseguir um quarto em um dos estabelecimentos listados neste guia, na faixa de preço que você quer pagar. Se todos os hotéis que indicamos estiverem lotados (Que mala suerte!), a equipe local poderá lhe dar outras indicações. Em certos casos, além de fazer a reserva, os funcionários podem até conseguir traslado para você. Aproveite para pedir um mapinha da cidade.

Tipos de aposentos

Antes de fazer sua reserva, conheça as expressões que indicam o tipo de quarto (habitación):

double (pronuncia-se dúble) = duplo (com duas camas de solteiro)
de matrimónio (ou habitación matrimonial) = com cama de casal
con baño privado = com banheiro privativo;
con baño compartido ou con baño comun = com banheiro coletivo (no corredor)

Preços das diárias

Quem está acostumado a viajar tem o costume de procurar hotéis de um determinado padrão. Pois bem, no país vizinho, haja vista os preços, você poderá fazer um upgrade em seu padrão: quem se hospeda em hotéis de 1 ou 2 estrelas na Europa ou nos Estados Unidos pode, na Argentina, pensar em ficar em um de 3 ou mesmo de 4 estrelas. Quem foi obrigado a ficar num hostel em Londres ou Amsterdã pode agora, pelo mesmo preço, ficar num hotel de 2 estrelas. Dependendo da época do ano, é possível perguntar, como quem não quer nada: “Me hacés un descuento?”. Isso é mais fácil de se conseguir quando se pretende ficar vários dias em um lugar. Mas não é educado insistir.

Na Argentina de hoje, sem gastos excessivos, às vezes mesmo em recantos afastados, existem hotéis luxuosos de 4 e até 5 estrelas. Os preços das diárias em Bariloche, em estações de esqui chiques e em Buenos Aires são um pouco mais caros do que no resto do país. A capital tem os preços mais salgados, mas nada de arrepiar.

O que importa é que, de modo geral, um casal consegue um quarto sem luxo, mas com banheiro privativo, TV e ar condicionado (ou aquecimento, nas regiões frias) por preços acessíveis. Mochileiros viajando num esquema econômico podem achar um lugar limpo para dormir gastando bem menos do que no Brasil. Mas, nesse caso, quase sempre o banheiro fica no corrredor.

Os fatores que determinam os preços das diárias de hotéis na Argentina

 A localização e a categoria do estabelecimento não são os únicos fatores que determinam o preço das diárias nos hotéis argentinos: na alta estação, os preços disparam. Por isso mesmo, se precisa economizar, evite o auge da temporada turística (janeiro, fevereiro, julho, agosto e feriados prolongados). É também comum que os hotéis por lá tenham quartos de diferentes preços, seja porque os aposentos são maiores ou menores, porque têm vista para as montanhas nevadas ou para a parede do prédio vizinho… Muitas vezes você só vai saber o preço exato do quarto quando chegar à portaria do hotel ou efetuar a reserva. Ao reservar, procure obter o máximo de referências sobre o hotel e peça confirmação, por e-mail ou fax, do período, do tipo de aposento e do preço, com a especificação da inclusão ou não das taxas governamentais na diária.

 Check-out

Que temprano!Algo que incomoda na maioria dos meios de hospedagem na Argentina é que o check-out costuma ocorrer às 10h, 10h30 ou 11h da manhã. Pergunte na véspera a que horas você deve deixar o quarto e programe-se para não pagar uma diária a mais.

Localização

A localização (ubicación, em, espanhol) do estabelecimento é um ponto-chave. Exceto se você resolver ficar num lugar isolado à beira de um lago, porque curtiu a paisagem, em qualquer cidade que visitar o centro sempre será a região mais prática para se hospedar. Em alguns casos, principalmente para quem está de passagem, as proximidades de estações rodoviárias podem ser também uma boa opção. Ao contrário do que acontece em vários países da América Latina, na Argentina essas regiões são seguras. É o caso, por exemplo, do bairro do Retiro, em Buenos Aires, onde fica um dos mais movimentados terminais rodoviários das Américas.

Café da manhã

Em comparação com aqueles servidos em hotéis brasileiros do mesmo padrão, o café da manhã, exceto quando servido em buffet self-service, é frugal (e o café em si, aguado!). Nos lugares mais simples, até o self-service é frugal…

Informações práticas

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Maquina fotografica

Álbum fotográfico com dezenas de fotos da
Argentina separadas em slide-shows
 sobre a as regiões mais interessantes do país.

Trilha na Patagônia Argentina, foto Melina Castro
Viagem por conta própria para a Argentina, foto Melina Castro

Argentina, viagem por conta própria: uma aventura para você

Viajar pela Argentina por conta própria não tem mistério; a facilidade de comunicação já ajuda. Essa é a melhor opção para quem se sente seguro em viajar sem um guia de excursão e quer fazer algo diferente daquilo que as operadoras oferecem. Se você tiver um mínimo de capacidade de planejamento, é muito fácil fazer seu próprio roteiro utilizando o GTB Argentina. Há várias vantagens: você visita o que quer, come onde tem vontade, acorda na hora que quer, tem liberdade. Mas, enfim, se não se sentir seguro ou achar estressante ter que organizar todos os detalhes de uma viagem, esqueça e pegue uma excursão.

Mapa da Argentina

Organize-se

Quem quer viajar por conta própria deve estudar mapas e calcular distâncias, considerando que a Argentina é um país enorme. Isso é fundamental para não fazer planos mirabolantes, impossíveis de serem seguidos. A primeira coisa a ter em mente é que, se você for diretamente para Buenos Aires, terá que decidir entre visitar a cidade na ida ou deixar a capital para a volta de seu tour pela Argentina; afinal, não há, em geral, motivos para passar duas vezes pelo mesmo lugar. Se sair do Brasil resolvido a deixar Buenos Aires para o final de sua viagem (para fazer compras, por exemplo), logo ao desembarcar, tome um táxi ou remis até o Aeroparque e pegue a conexão aérea para outra cidade, ou faça o trajeto por terra. Optando pela via aérea, compre esse trecho ainda no Brasil.

Monte um cronograma de viagem

Mesmo que você tenha bastante tempo pela frente e vá viajar em em esquema easy rider, vale a pena ter um cronograma com as datas estimadas de chegada a cada cidade. Isso lhe permitirá organizar-se para pegar determinada feira que só acontece no sábado, uma fiesta ou evento popular, ou ainda, evitar chegar num lugar ultraturístico numa sexta-feira à noite sem hotel reservado.

Em cidades grandes, principalmente em Buenos Aires, estabeleça uma programação com itinerários lógicos, indo hoje ao bairro “X”, amanhã ao bairro “Y”… Veja onde fica cada lugar que você quer conhecer e os dias e horários em que está aberto ao público.

Estude com atenção o tópico Transportes neste site principalmente no guia de viagem GTB Argentina e, no início de cada capítulo sobre as localidades que você deseja visitar, veja ao lado do ícone À, o tempo a ser reservado a cada uma. Também no início do capítulo sobre cada lugar mencionado no guia há o tópico Como Ir. Veja as opções para chegar a cada cidade. A partir daí, organize seu roteiro, que deve obedecer a uma lógica quanto às distâncias e aos meios de transporte que irá utilizar.

Em um país com as dimensões territoriais da Argentina, você pode perder o dia todo para realizar certos deslocamentos. Informe-se sobre os voos domésticos que, como são quase sempre via Buenos Aires, o farão perder mais tempo do que imagina e gastar mais do que pensa.

Utilize uma cidade como base para vistas às localidades próximas

Quem vai visitar a fundo uma região pode hospedar-se em uma cidade mais bem localizada e utilizá-la como base, indo cada dia a um lugar diferente nos arredores. Você não precisa, portanto, necessariamente dormir em cada cidade que for conhecer, o que, aliás, pode se tornar cansativo. Alguns lugares são minúsculos e podem ser visitados em poucas horas. Ficar arrumando e desarrumando malas e fazendo check-in e check-out de hotel a cada um ou dois dias não é nada divertido. Outro detalhe: como o horário do check-out nos hotéis argentinos costuma ser cedo (às vezes, às 10 da manhã!), para ter um dia para visitar uma cidade você precisará, na realidade, de duas noites ou então terá que ficar perambulando com suas malas. De carro até dá, mas a pé fica complicado.

Caso vá viajar de carro, decida se irá alugá-lo por lá ou sair do Brasil com veículo próprio (leia sobre o assunto no tópico Transportes ). A viagem de carro é uma ótima opção, mas você precisará organizar com mais detalhes sua viagem. Antes de alugar um automóvel, verifique se a locadora possui agência na cidade em que pretende devolvê-lo.

Passagem aérea

Com relação à passagem aérea, você pode comprá-la por meio de qualquer boa agência de viagens. O preço não será mais alto do que na própria companhia aérea. Seu agente de viagens pode também cuidar da locação do carro e de reservas de hotéis.

Cursos de idioma espanhol

Embora você possa aprender espanhol na Espanha ou no México, é mais barato fazê-lo na Argentina. Para muitos brasileiros, o sotaque portenho é mais fácil de entender do que o espanhol europeu.

No Brasil, agências especializadas em intercâmbio oferecem pacotes de duração variável que incluem curso, hospedagem e passagem aérea. A hospedagem pode ser em B&B, casa de família ou alojamento estudantil. A maioria dos cursos funciona em Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e Bariloche (onde você pode aproveitar para fazer também um curso de esqui, na época certa do ano).

Agências especializadas em cursos e intercâmbios

Sem Destino  www.semdestino.com.br
STB www.stb.com.br
Experimento  www.experimento.com.br
Intercultural Patagonia  www.aprendaespanhol.com

De quanto tempo você dispõe?

A Argentina tem a vantagem de ser um destino tanto para os que têm somente uns poucos dias, quanto para quem dispõe de bastante tempo. Mas não se deve esquecer que estamos lidando com um país de enormes dimensões, sobretudo no sentido norte-sul. Assim, alguns, tendo apenas 15 dias para realizar a viagem, podem contar 3 dias para Buenos Aires, 3 para Bariloche, 3 para Ushuaia, 2 para Mendoza e 4 dias para percorrer o Noroeste. O básico em 15 dias: que maravilha! Seria perfeito se essas regiões não estivessem a milhares de quilômetros umas das outras, num território mal servido por ligações aéreas diretas… Não que não seja possível, mas isso seria praticamente um rally Paris-Dakar.

O ideal, se você não tiver tempo suficiente para visitar tudo o que gostaria de uma só vez, é optar pelo que for mais razoável e deixar o restante para outra viagem. O lado bom: será mais uma viagem!

Sugestões de roteiros de acordo com o tempo disponível

De 3 a 4 dias Buenos Aires ou Mendoza ou Iguazú

De uma semana a 10 dias

Buenos Aires e arredores; ou Buenos Aires e Bariloche; ou Distrito dos Lagos (Bariloche, San Martín de los Andes, Villa La Angostura, El Bolsón); ou Buenos Aires, Iguazú e Misiones; ou Mendoza e arredores; ou Terra do Fogo e El Calafate; ou El Calafate e Puerto Madryn; ou El Calafate e El Chaltén; ou Jujuy e Quebrada de Humahuaca; ou Salta, Cafayate e Valles Calchaquíes; ou Buenos Aires, Córdoba e arredores; ou Parques de Talampaya e de Ischigualasto

Duas semanas

Buenos Aires e Distrito dos Lagos; ou Buenos Aires, Mendoza e arredores; ou Buenos Aires, El Calafate, El Chaltén e Terra do Fogo (Ushuaia); ou Buenos Aires e NOA “básico” (Cafayate, Salta, Jujuy, Quebrada de Humahuaca); ou NOA; ou Províncias de Mendoza e de Córdoba; ou Patagônia ”básica”

Três semanas

Patagônia “básica” e Terra do Fogo

Mais de três semanas

 Dá para pensar em uma viagem talvez não “por toda a Argentina”, mas por grande parte dos lugares de maior interesse turístico. É possível, quem sabe, dar uma esticada até o Chile. Nesse caso, pode valer a pena usar carro próprio ou moto.

Do lado de lá dos Andes: o melhor do Chile

Estando em localidades próximas à cordilheira (ou situadas nela), é fácil cruzar para o Chile.
San Pedro de Atacama: acessível de Jujuy pelo Paso de Jama e de Salta pelo Paso de Sico
Puerto Natales e Torres del Paine:acessíveis de El Chaltén e de El Calafate pelo Paso Río Don Guillermo
Santiago: acessível de Mendoza pelo Paso de Cristo Redentor
Osorno, Puerto Montt e região dos lagos: acessíveis de Bariloche e de Villa La Angostura pelo Paso Cardenal Samoré
Pucón e Valdívia: acessíveis de Junín de los Andes pelo Paso Mamuil Malal
Punta Arenas: acessível de Ushuaia (Terra do Fogo).

Também é possível chegar à Bolívia pela Quebrada de Humahuaca. Villazón, cidade fronteiriça, não tem interesse turístico, mas é porta de entrada para quem está chegando da Argentina. Dali, pode-se ir ao Salar de Uyuni e a Potosí.

Documentação

Para visitar a Argentina, os brasileiros não precisam nem mesmo de passaporte; se preferir, basta levar sua carteira de identidade (RG) original e em perfeito estado. A foto do RG deve permitir sua identificação: se a carteira foi emitida quando você era criança e hoje é um homem barbado, é melhor tirar uma segunda via. Atenção: não serve cópia do RG, mesmo autenticada. Também não valem para esse fim as cédulas de identidade profissionais (OAB, CREA etc.).

O passaporte pode ser obtido ou renovado (com alguma antecedência) em um dos postos de atendimento do Departamento de Polícia Marítima, Aérea e de Fronteiras (DPMAF) da Polícia Federal no Estado em que mora. Há uma grande burocracia a ser seguida: veja detalhes no site da Polícia Federal (www.dpf.gov.br).

Antes de entrar em território argentino, ainda no avião, lhe será dado um formulário que você deve preencher e, ao desembarcar, apresentar ao serviço de imigração. Eles ficarão com uma via e deixarão outra com você, depois de carimbá-la. Guarde-a em lugar seguro, pois deverá devolvê-la quando sair do país. Se acontecer de perdê-la, faça um ar compungido e explique que o documento foi extraviado. Não é tão grave. Eles provavelmente o olharão com um ar de reprovação (“Que boludo…”) e lhe darão outro formulário para preencher.

Caso pretenda alugar automóvel, não esqueça de levar sua Carteira de Habilitação.

Dinheiro

Reais podem ser trocados em qualquer casa de câmbio de Buenos Aires, em Bariloche e outros lugares turísticos, mas ideal é viajar com dólares ou pesos, que podem ser comprados no Brasil em bancos e em algumas casas de câmbio. Em regiões afastadas, dólares bons, mas com a mais insignificante rasura, marca de caneta ou carimbo, correntemente aceitos nos EUA e na Europa, podem ser recusados. Inútil levar notas que não estejam em perfeito estado. O ideal é diversificar: ter dinheiro vivo, mas levar também cartão de crédito internacional e uma quantia em cheques de viagem como reserva de segurança.

Cheques de viagem

Não podem ser trocados em qualquer lugar e não são aceitos tão comumente como na Europa ou nos EUA. Quando o são, o câmbio não costuma ser bom. Em grandes cidades e centros turísticos importantes como Bariloche, você troca cheques com certa facilidade, mas em lugares mais afastados, a burocracia é de desanimar, sem falar nos olhares desconfiados do caixa e do gerente, que o encaram como se você tivesse fabricado os cheques no quintal da sua casa…

Cartões de crédito internacional

São aceitos em quase todo lugar: hotéis, bons restaurantes e lojas. Obviamente, você não poderá usar seu cartão para pagar uma empanada e um refrigerante num quiosque. Lembre-se de verificar a validade do seu cartão e de renová-lo, se for o caso, antes de viajar. Dê preferência a cartões com chips, que possuem senha de uso. Verifique sempre se o cartão que estão lhe devolvendo é o seu e confira a conta antes de assiná-la.

Dicas

Troque na fronteira ou no aeroporto apenas o suficiente para o táxi e para as despesas mais imediatas, pois a taxa de câmbio não é boa. Mais tarde você terá tempo de pesquisar as melhores taxas. Procure pegar algumas notas de menor valor e moedas. Serão sempre úteis no táxi e ônibus. Lembre-se de levar dinheiro trocado ao ir a lugares isolados. Na volta ao Brasil, procure “destrocar” no aeroporto o dinheiro argentino que lhe sobrou. Evite, aliás, trocar somas elevadas nos seus últimos dias de viagem.

Cuidado com algum muy amigo que se ofereça para checar se “por acaso” os pesos que você comprou são falsos. Provavelmente não são; apesar de existirem pesos falsos, se você os comprou em uma boa casa de câmbio ou em um banco, seja na Argentina ou no Brasil, não tem motivos para se preocupar. Mas seus pesos passarão a ser falsos se você os der para que o amigo os examine… Eles fazem essa troca com uma habilidade que você não imagina!

A moeda argentina

A moeda da Argentina é o peso; existem notas de 2, 5, 10, 20, 50 e 100 pesos e moedas de 1 peso e de 1, 5, 10, 25 e 50 centavos.

Informações práticas

Como ir para a Argentina

A maioria dos voos provenientes do Brasil tem Buenos Aires como destino.

Compare preços de passagens aéreas e faça sua reserva

Hotéis na Argentina

Reserva pelo Booking.com

O Booking.com é um meio fácil e seguro de reservar seu hotel ou apartamento em cidades no mundo todo. Você não paga nada a mais por isso; é bem possível que pague menos do que reservando diretamente com o hotel. Você pode pesquisar ofertas entre uma enorme variedade de estabelecimentos, provavelmente pagando menos e sem ter trabalho algum.

Classificação por ordem alfabética – principais localidades turísticas

Hotel em Buenos Aires • Hotel em Bariloche •  Hotel em Cafayate  
Hotel em Córdoba •  Hotel em El Calafate •  Hotel em El Chaltén •  Hotel em Jujuy
Hotel em Junin de los Andes •  Hotel em Las Leñas •  Hotel em Mendoza

Hotel em Puerto Madryn • Hotel em Humahuaca •  Hotel em San Rafael 
Hotel em Puerto Iguazú • Hotel em Rio Gallegos •   Hotel em Salta 
Hotel em San Martin de los Andes •  Hotel em Tilcara • Hotel em Ushuaia
Hotel em Villa La Angostura

A Argentina em imagens
Maquina fotografica

 

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Argentina separadas em slide-shows
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Argentina, pacotes e excursões, quando vale a pena

Mapa da Argentina

Pacotes

Principalmente na alta temporada, há grande oferta de pacote e excursão para a Argentina, a maioria deles para Buenos Aires e Bariloche, que incluem a passagem, o hotel, o traslado e, em alguns casos, passeios. Mesmo para lugares menos óbvios, como o Noroeste Argentino e a Patagônia Atlântica, é possível conseguir pacotes hoje em dia. Fale com seu agente de viagens.

Uma das vantagens dos pacotes, além da praticidade, é que muitas vezes podem ser pagos em “suaves parcelas”, sem precisar desembolsar de uma vez o custo total da viagem..

Antes de optar por um pacote, faça um balanço de quanto você gastaria se fosse viajar por conta própria e compare os preços. Muitas operadoras têm pacotes vantajosos, pelos quais você paga bem menos do que comprando a passagem e pagando o hotel separadamente. Quase sempre os hotéis são bons. O que pode incomodar nos pacotes fechados é apenas que as datas de partida e retorno são fixas e não há muita flexibilidade na escolha dos hotéis. Algumas operadoras, aliás, podem montar pacotes sob medida para você, propondo diferentes hoteis. Antes de comprar o pacote, informe-se sobre os hotéis em que ficará hospedado, principalmente quanto à localização e a categoria do hotel.

Excursões

Excursões são uma boa opção para aqueles que não se sentem seguros em viajar sozinhos ou não querem se preocupar com nenhum detalhe da organização da viagem. Antes de optar por uma excursão, veja se esse tipo de viagem tem a ver com você: se está disposto a obedecer a uma programação, a ter que ir a todo canto acompanhado pelas mesma pessoas, a jantar em um restaurante predeteminado etc…

Você pode ir do Brasil por conta própria e, na Argentina, pegar excursões locais de curta duração para fazer determinados roteiros. Muita gente não gosta de excursão de nenhum tipo, mas há alguns lugares aos quais só se chega alugando um carro ou pegando uma excursão. Em alguns casos, nem de carro dá para você ir por conta própria, pois necessitará de um guia: para fazer trekking em geleiras, por exemplo. Assim, em qualquer cidade argentina de interesse turístico que você vá existe uma infinidade de excursões propostas por agências locais, muitas das quais em parceria com hotéis (que não têm nenhum interesse que as agências pisem na bola com seus hóspedes).

Operadoras de turismo brasileiras que trabalham com destinos na Argentina

Algumas dessas operadoras possuem agências de viagens próprias. Nos demais casos, consulte os pacotes disponíveis e fale com seu agente de viagens.

ADV  www.advtour.com.br
Agaxtur www.agaxtur.com.br
Ambiental www.ambiental.tur.br
CI  www.ci.com.br
CVC   www.cvc.com.br
Designer Tours   www.designertours.com.br
Discover the World   www.discovertheworld.com
Eurovips :   www.eurovips.com.br
Fenix   www.fenixtur.com.br
Flot   www.flot.com.br
Interpoint   www.interpoint.com.br
Maktour   www.maktour.com.br
Nascimento Turismo <  www.nascimento.com.br
New line tour   www.newline.tur.br
Queensberry  www.queensberry.com.br

Informações práticas

Como ir

A maioria dos voos provenientes do Brasil tem Buenos Aires como destino.

Veja passagens aéreas e pacotes

Onde se hospedar

Escolha e reserve seu hotel em Buenos Aires

Escolha e reserve seu hotel em Bariloche

Escolha e reserve seu hotel em El Calafate

Escolha e Reserve seu hotel em El Chaltén

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Maquina fotografica

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Argentina separadas em slide-shows
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Argentina: quando é bom para visitar o país?

Por estar situada no hemisfério sul, como o Brasil, a Argentina tem estações do ano correspondentes às nossas. E quando é bom ir para a Argentina? As melhores épocas para se visitar a maior parte do país são, em princípio, a primavera e o outono: abril, maio, setembro e outubro.

Mapa da Argentina

Porém, como o extenso território argentino tem latitudes que variam de 22º a 55º, a melhor época para visitar uma região do país pode apresentar temperaturas pouco agradáveis em outra. Quanto maior a latitude (quanto mais para o sul se vai), mais frio faz.

A altitude também influi: nosso vizinho possui territórios baixos e outros de alta montanha, cujos climas são bem diferentes entre si. Nas regiões andinas de altitude e serras centrais, não somente as temperaturas são mais frias, mas é grande a amplitude térmica diária durante todo o ano: as noites e as primeiras horas da manhã são frias (no sul) ou frescas (mais ao norte); as tardes são quentes ou agradáveis.

Grande parte da Argentina se encontra em zona temperada, mas o país possui também climas frios, tropicais e subtropicais.

Enfim, frio e calor são algo muito pessoal. O que é “gelado” para uns é “agradavelmente fresco” para outros; um “calor insuportável” pode ser considerado “uma delícia”… Veja na tabela de temperaturas o que você considera frio ou calor e descubra quando é bom ir par a Argentina.  Não se assuste em demasia com as temperaturas assinaladas como “médias mínimas”; as horas mais frias são as da madrugada, quando você muito provavelmente estará sob as cobertas, bem aquecido (e, quem sabe, bem acompanhado).

Embora temperaturas muito elevadas ou muito baixas possam incomodar, o que não combina mesmo com viagem é chuva, principalmente em um país onde as principais atrações são as belíssimas paisagens. A Argentina, felizmente, não é um país particularmente chuvoso.

Tenha em mente que, com temperaturas próximas a 0º C, as precipitações são em forma de neve – o que a maioria dos brasileiros acha uma festa! Lembre-se porém, que fica impossível ou ao menos muito complicado circular sob fortes nevascas.

A Argentina nas quatro estações

Primavera

Buenos Aires – Temperaturas diurnas amenas, com noites frias. Chove um pouco. A cidade fica animada e há muita coisa acontecendo.

Nordeste – Nessa região, próxima ao Brasil, a primavera é quase tão quente e chuvosa quanto o verão.

Noroeste A primavera é bem quente em Tucumán, agradável em Salta e Jujuy e fria (sobretudo à noite) na Quebrada de Humahuaca, que fica a mais de 3.000m. Em dezembro, começa a estação chuvosa; evite.

Centro-Oeste e Cuyo – Em Córdoba e Mendoza, as temperaturas estarão amenas, as vezes com oscilações; um dia meio quente, outro um pouco frio. Lindas vistas da Cordilheira. Em Córdoba, é o começo da estação chuvosa, mas em Mendoza, como sempre, chove pouco.

Distrito dos Lagos Começo de estação bastante frio; as temperaturas máximas tornam-se mais amenas no final da primavera, mas as mínimas permanecem baixas. Friozinho seco, com céu azul e espetaculares paisagens de montanhas e lagos.

Patagônia – No começo da estação, faz bastante frio no sul. A região se torna mais agradável no final da primavera. As temperaturas vão se tornando mais amenas à medida em que você sobe a costa rumo ao norte. Como sempre, o clima é seco.

Terra do Fogo Clima frio; chove um pouco.

Verão

Buenos Aires – É a época chuvosa mas as precipitações não chegam geralmente a atrapalhar a viagem. O calor, porém, pode incomodar. A cidade fica cheia de turistas; os portenhos estão de férias.

Nordeste – Quente e chuvoso.

Noroeste – Faz calor de dia. Noites agradáveis. Época chuvosa. Na Quebrada de Humahuaca, que fica a mais de 3.000m, as temperaturas são agradáveis. As chuvas podem ser um problema até fevereiro, quando caem intensos aguaceiros, tornando algumas estradas intransitáveis, sobretudo entre Tucumán e Cafayate e nos Valles Calchaquíes.

Centro-Oeste e Cuyo – Em Córdoba, calor à tarde, noites temperadas. Época chuvosa. Em Mendoza, pode chover um pouquinho, mas faz calor. Bom período para caminhadas no Aconcagua, onde é sempre mais fresco, ou até frio, dependendo da altitude.

Distrito dos Lagos – Ótima época, principalmente para quem não gosta de frio. Mesmo assim, a temperatura pode alcançar mais de 30ºC e no dia seguinte estar beirando os 10ºC. Quase não chove.

Patagônia – É a melhor época para se visitar a região. Em Puerto Madryn e Comodoro Rivadavia, faz calor. Mesmo em El Calafate as temperaturas são agradáveis.

Terra do Fogo – Frio de dia, noites bem frias. Chove pouco. É a melhor época para ir para lá, se não for para praticar esportes de inverno.

Quanto mais para o sul da Argentina, mais compridos são os dias durante o verão e mais curtos durante o inverno. Em lugares como Ushuaia, ou no sul da Patagônia, o sol se põe somente às 22h no verão, permitindo que se aproveite ao máximo o dia. Tenha isso em conta ao organizar passeios e viagens de carro. Mesmo em Buenos Aires e em outras regiões da Argentina, no verão o sol se põe tarde. Como em todo o país a hora nacional é aquela de Buenos Aires, o oeste vive em permanente horário de verão. Ou seja, os relógios marcam a mesma hora de Buenos Aires, pero es más tarde…

Outono

Buenos Aires – O início do outono tem dias quentes e noites frescas. Ao longo da estação, as temperaturas máximas caem. Boa época. Muita coisa para se fazer.

Nordeste -Temperaturas elevadas no começo da estação e amenas no final. Noites frescas. Chove.

Noroeste – Durante o dia, temperaturas agradáveis em Salta e em Jujuy,  com noites frescas. Chove um pouco no início da estação, no final não cai uma gota. Na Quebrada de Humahuaca, dias frescos, noites frias.

Centro-Oeste e Cuyo – Boa época: temperaturas amenas, podendo esfriar um pouco à noite. Em Córdoba, o início da estação pode ser úmido. No restante, ar seco e céu claro, com belíssimas vistas da cordilheira próxima a Mendoza.

Distrito dos Lagos – O começo da estação é relativamente seco, mas o final é mais úmido, com possibilidade de chuva e nevascas. Dias e noites bem frios. As paisagens tornam-se lindas e as florestas assumem um belo tom avermelhado.

Patagônia – Dias temperados, esfriando à medida em que a estação avança. Noites frias.Final de estação bastante frio e ventoso, mas geralmente sem neve.

Terra do Fogo – Faz muito frio, principalmente à noite e no final da estação. Pode nevar.

Inverno

Buenos Aires –O auge do inverno pode ser desagradável à noite para aqueles que detestam frio, mas raramente é “insuportável”. É a época mais seca do ano.

Nordeste – Temperaturas amenas e (como sempre!) bastante chuva.

Noroeste – Frio seco em Salta e Jujuy; muito frio na Quebrada de Humahuaca.

Centro-Oeste e Cuyo – Faz um frio administrável em Mendoza e Córdoba. Gelado nas montanhas. Bom para esportes de inverno. Las Leñas fica lotada de esquiadores. Tempo seco.

Distrito dos Lagos – Faz bastante frio e neva. O inverno é boa época para quem quer ver neve e esquiar. Se puder, evite julho: a região fica lotada.

Patagônia – Faz muito frio em toda a região,as tempraturas poem estar abaixo de zero. Não é uma época boa.

Terra do Fogo – O frio é intenso, sobretudo à noite. Costuma nevar.

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