Zurich
Zurich
Zurich no inverno

Zurich, a mais dinâmica cidade suíça e com alta qualidade de vida

Em uma recente pesquisa, Zurique foi considerada a melhor cidade do mundo para se viver. Em Zurich tudo parece funcionar direito! Sua cultura disciplinar pode parecer algumas vezes exagerada, mas muito provavelmente graças a essa mentalidade é que todos os serviços públicos nesse país são perfeitos!

Como ir a Zurich

por Cynthia Feliciano

Avião

Se falta de dinheiro não é o seu problema, você não pensa em esquiar, mas gostaria de explorar o melhor que a Suíça tem a oferecer, seu destino é Zurique (Zürich) pela companhia Swiss. O aeroporto de Zurich tem serviço de trens, táxis e limousines até o centro. Modernos e confortáveis trens de dois andares também ligam o aeroporto à estação principal de Zurique, a famosa “Hauptbahnhof”, um prédio fantástico, datado de 1871, que mistura o clássico com o ultra-moderno. “Haupt” significa “principal” e “Bahnhof”, estação. A viagem do aeroporto à cidade leva apenas 10 minutos, e você chega bem no coração de Zurique. Dessa estação chegam e partem trens “de” e “para” os principais lugares da Europa: a mistura de línguas somada ao grande movimento de pessoas reforça a sensação de que Zurique é de fato uma cidade internacional.

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Onde se hospedar

A Cidade Velha e as regiões próximas oa rio Limmat são regiões mais charmosas para você se hospedar.

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Melhor época

Final da primavera até começo do outono. Faz muito frio no inverno.

Atrações turísticas

Logo abaixo da Hauptbahnhof você encontra uma grande concentração de lojas e cafés. Se você quer comprar um souvenir, ou o tal famoso canivete suíço, está no lugar certo. Mas, lembre-se, a Suíça é um país caro!

Limmat – O rio Limmat, onde se vêem diferentes patos e cisnes, corta Zurique e divide a cidade velha, a Altstadt. Seguindo ao longo do rio, pela Limmatquai, você verá na margem direita a igreja Fraumünster que, apesar de simples, se tornou famosa pelos vitrais de Chagall e Giacometti. Algumas ruas tortuosas da Cidade Velha de Zurich desembocam em pequenas e graciosas praças, onde existem ainda antigas e bonitas bicas d água potável.

Cidade Velha – A ponte em frente à Fraumünster nos leva para o lado mais “badalado” da Altstadt (Cidade Velha de Zurich). Ruas íngremes de paralelepípedos, construções antigas, baixas e geminadas, com telhados triangulares, que datam dos séculos XV, XVI e XVII, conferem uma atmosfera romântica à cidade. Graças à tradicional neutralidade suíça, que poupou o país dos horrores da guerra, a arquitetura de Zurich conserva-se intacta.

Niederdorfstrasse A rua Niederdorfstrasse, com sua extraordinária variedade de restaurantes, parece estar sempre em festa. Se é hora do almoço e seu apetite não está muito para comida suíça ou alemâ, você não precisa deixar o bairro: há restaurantes da cozinha italiana, espanhola, tailandesa, japonesa etc. Uma das atrações turísticas de Zurich é sua gastronomia.

Münstergasse – Na rua paralela, a Münstergasse, pode-se tomar um capuccino, chá, café com Amaretto ou apenas comprar chocolates numa das mais tradicionais casas de chá de Zurique, o “Cafe Schober”.
Quem for a Zurique e não der uma volta pela Altstadt não pode dizer que conheceu a cidade.

Bahnhofstrasse – Perpendicular à Hauptbahnhof, popularmente chamada de HB, fica uma das mais chiques avenidas de toda Europa, a Bahnhofstrasse, que segue no sentido do Zurisee. Para facilitar a memorização desses nomes complicados, saiba que “strasse” significa “rua”, “see”, lago. Portanto Zurisee significa “lago de Zurique”. Depois de economizar seu dinheiro comendo as salsichas na estação de trem, poderá torrá-lo na Bahnhofstrasse, onde poderá comprar as coisas mais requintadas e caras de sua vida, desde charutos cubanos a casacos de vison, relogios Rolex e Patek Philippe, brilhantes de lapidação Graff etc.

Os Zurchern  Você não precisa, porém, se vestir como a Jaqueline Kennedy para andar por Zurique. Muito pelo contrário, vê-se de tudo nas ruas! Gente muito chique, bem vestida, mal vestida, moças turcas cobertas até a cabeça, jovens cheios de piercings com cabelos tingidos de rosa e azul, meninas que usam as calças extremamente baixas, com a calcinha aparecendo… Ou seja, parece que é por meio desse comportamento visual que as pessoas desanuviam de seu excessivo auto-controle de disciplina. Mas é na Street Parade, no verão, que os suíços mostram esse seu lado “louco” e literalmente caem na gandaia… (Clique em Parade Pictures no site oficial do Street Parade: você ficará surpreso com esse lado pouco conhecido dos suíços!)

Apesar dessa aparente liberdade de ações, os Zurchern, suíços de Zurique, prestam atenção em tudo, e se você resolver entrar em um café, bar ou restaurante mais “trendy” ou sofisticado, é melhor tirar uma roupinha melhor da mala, ou poderá se sentir deslocado.

Uma cidade em transformação – Em Zurique não se perde dinheiro. Os impostos pagos são fiscalizados não só pelo governo, mas também pelo contribuinte, que exige ver seu dinheiro de volta em benefícios sociais. A cidade é limpa e tudo é reaproveitado. Exemplo disso são as inúmeras fábricas abandonadas na parte oeste da cidade, por conta de aluguéis extorsivos. Depois de algum tempo, já que não havia mais procura, os preços de locação desses imóveis baixaram. Foi então que os Zurchern viram a oportunidade de fazer dinheiro, transformando essas instalações em salas de apresentações, teatros, galerias de arte, bares, discotecas e até mesmo em sofisticados restaurantes, como o “La Salle”.

Vida cultural – Seguindo essa linha de pensamento de reaproveitamento urbano, Zurique já compete com New York em número de galerias e teatros. Cidade sofisticada, a capital econômica da Suíça sempre foi uma cidade interessante e que atraiu muita gente famosa, como Wagner, Lenin, Carl Jung, Einstein, James Joyce, Thomas Mann, e o poeta romeno Tristan Tzara, criador do “dadaísmo”, movimento que tinha por objetivo destruir qualquer semelhança que a arte ou literatura tinham com a ordem.

Dicas

Quem fala alemão, francês ou inglês não terá qualquer dificuldade de comunicação em Zurique. O que você não conseguir ler ou entender, pergunte. Os suíços são polidos, gentis e sentem-se bem em ser prestativos. Detalhe: apesar do alemão ser o idioma oficial do norte da Suíça, o que você ouve na realidade, é o suíço-alemão, um dialeto próximo do alemão, cheio de palavras locais, com sons de “rrrs”, que ignora completamente a gramática alemã. Entretanto, a linguagem escrita é a mesma.

Zurique é uma cidade muito fácil de se circular e não há realmente necessidade de alugar carros ou tomar táxis para fazer turismo. Você poderia talvez usar os trans (bondes) mas a paisagem da cidade é tão linda que nos convida a um passeio a pé.
Além do que, na parte velha de Zurique só entram pedestres; sendo assim, o melhor a fazer é trazer consigo um bom par de sapatos confortáveis.

Se você gosta de salsichas (muito diferentes das brasileiras), deve provar uma das duas mais populares na Suíça: a Bratwurst, a longa salsicha branca, ou a Servelat, a vermelha menor e mais gordinha. Ambas são vendidas em barraquinhas simples e na maioria das vezes por indianos.

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Guias de viagem: para que servem?

Guias de viagem são livros com informações específicas sobre determinado país, região ou cidade. Existem guias de diversos tipos: os que dão maior ênfase aos aspectos históricos e culturais, os que ressaltam a indicação de hotéis e restaurantes, os que privilegiam as opções econômicas (querendo ensinar você a viajar durante 15 dias com US$ 10 ou coisa parecida), os que são mais indicados para quem quer viajar de automóvel num determinado país…

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Nossos guias on-line oferecem gratuitamente o conteúdo total dos títulos impressos, vendidos durante os últimos dez anos nas melhores livrarias. Esse conteúdo é, inclusive, superior ao dos guias impressos, pois foi atualizado, enriquecido com mais informações e um grande número de imagens. Bastar acessar este site em qualquer lugar onde haja wi-fi disponível. Você pode fazer isso utilizando seu tablet, lap-top ou mesmo do celular. 

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O que falam sobre os guias de viagem GTB

Opiniões  sobre os guias da série GTB (Guia do Turista Brasileiro) quando de seu lançamento.

As opiniões são referentes à primeira edição, as redações de turismo não costumam comentar as edições seguintes

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