Valdivia

Valdívia, a colonização alemã no sul do Chile

Valdivia, relativamente próxima do Oceano Pacífico, fica na confluência dos rios Calle Calle, Cau Cau e Valdivia. A cidade foi oficiamente fundada em 1552, mas a ocupação efetiva do território só ocorreu bem mais tarde, quando os espanhóis conseguiram, no final do século XVI, vencer os aguerridos mapuches.

Mapa de Valdívia

Como ir

Avião

Há voos diários de Santiago. Há também partidas diárias de Puerto Montt e de Punta Arenas. (Tempo de viagem dos voos: aproximadamente 1h30). O aeroporto fica a 32 km de Valdivia. Aeroporto de Valdívia Tel  27-2295

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Carro

Valdivia fica a 840 km de Santiago pela Panamericana, rodovia asfaltada. O trajeto de carro é um tanto longo e monótono. Se pretende visitar de carro os arredores de Valdivia e a Região dos Lagos, o melhor é tomar um ônibus leito ou um avião na capital chilena e alugar o automóvel ao chegar a Valdivia.

Ônibus

Há ônibus diretos de Santiago para Valdivia, a melhor opção pelo preço e pelo conforto. O ideal é tomar ônibus leito noturno. (Tempo de viagem: 9 horas). Você adormece em Valdivia e acorda em Santiago. Há partidas também de Pucón (tempo de viagem: 2 horas e 30 minutos), Osorno (tempo de viagem: 1 hora e 45 minutos) e Puerto Montt (3 horas e 40 minutos). Terminal Rodoviário Tel. Anfión Muñoz, 360. Terminal Rodoviário de Valdívia

Hospedagem

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Melhor época

Valdívia fica no sul do país. A época quente e seca corresponde ao verão, quando as temperaturas são mais agradáveis.  Saiba mais sobre a melhor época para ir ao Chile

Atrações Turísticas

A região era objeto de cobiça por parte da Holanda, que tentou ocupá-la em 1600 e em 1660. Para proteger sua possessão os espanhóis construíram cerca de 17 fortes nos arredores de Valdivia. Sobraram apenas alguns, entre eles o Niebla, o forte de Mancera, o de Corral e o de Armagos, cujas ruínas viraram atração turística.

Na segunda metade do século XIX Valdivia passou a receber grandes levas de imigrantes, a maioria deles alemães, cuja contribuição foi de vital importância para o desenvolvimento da cidade.

Barrio historico

Nas ruas Yungay e General Lagos, próximo do centro da cidade, existe um conjunto de interessantes imóveis do início do século XX, que sobreviveram ao terremoto de 1960. Vale a pena dar uma olhada para se ter uma ideia de como era a cidade antes da destruição provocada pelo abalo sísmico.

Centro Cultural El Austral

End. Yungay, 733 ( 21-3658. Abre de terça-feira a domingo, das 10h às 13h e das 16h às 19h.Funciona numa bela construção em estilo germânico, de madeira, da década de 1870. Seu mobiliário e decoração reproduzem o interior das casas dessa época. O centro serve de local de exposições temporárias e permanentes de artistas contemporâneos.

Torreones españoles

Esq. c/ Yerbas Buenas. As duas torres datam de 1774 e serviam de porta de entrada da cidade, que na época era cercada por muralhas.

Museo Historico y Antropologico Maurice Van de Maele

 End.  Los Laurenes, Isla Teja  O museu fica à beira do rio Valdivia, na ilha Teja. Está instalado em uma linda construção colonial alemã, declarada Monumento Nacional, que pertenceu a Carlos Anwanter, fundador da primeira cervejaria do Chile, em 1860. Além de uma sala da época colonial, o museu possui uma interessante seção sobre a cultura mapuche.
Museo Historico y Antropologico Maurice Van de Maele 

Fiera Fluvial

End.   Av. Arturo Prat, s/nº. A variedade de seus produtos dão um colorido especial a este mercado, o mais importante da cidade, junto do rio Valdivia, onde desembarcam as embarcações pesqueiras. Repare na variedade dos frutos do mar: é provável que alguns deles você nunca tenha visto antes: ouriços do mar, caranguejos gigantes, locos, mariscos, vieiras, camarões, além de uma enorme variedade de peixes. Uma curiosidade são as plataformas em frente ao mercado onde se instalam leões-marinhos alimentados com restos de peixe atirados pelos feirantes. Alguns chegam perto das pessoas, mas é prudente não tocá-los.

Museo de Arte Contemporaneo

End.   Los Laurenes, Isla Teja (ao lado do do Museo Historico) Fica junto às ruínas da antiga cervejaria Anwanter. Exposição de pinturas, esculturas e fotografias de artistas contemporâneos, em sua maioria chilenos.

Atrações nos arredores de Valdívia

Fuertes coloniales

 As principais atrações de Valdivia são seus fortes da época do domínio espanhol. Pode-se chegar às fortalezas de carro, mas a melhor maneira, a mais agradável, pelo menos, é visitá-las de barco. As lanchas saem de Casi Schuster, junto da Feria Fluvial. Basta chegar no mercado, você verá as embarcações. Os principais fortes, ou o que restou deles, são ode Niebla, de 1671, o de Corral construído em 1645, e o Castelo de Mancera, da mesma época. Durante o verão, praticamente todos os dias, pode-se ver uma encenação da tomada do forte em Corral, com os soldados vestidos com uniformes utilizados na época, e com direito até a tiros de canhão.

Cervejaria Kunstmann

End.  Entre Valdivia e Niebla. Facilmente acessível de carro. É onde funciona o Museo de la Cerveza, interessante para os que nunca acompanharam o processo de fabricação da bebida. A visita é uma oportunidade de conhecer os mais diversos tipos de cervejas: claras, escuras, bocks avermelhadas, algumas bem exóticas, com um toque de mel. As canecas nas quais são servidas são enormes. Na cervejaria funciona um restaurante onde são servidos pratos típicos alemães e deliciosas küchens (tortas de frutas).

El Valdiviano

End. Estación de Ferrocarriles de Valdivia  Av. Ecuador, 2.000)
Viagem em um velho trem a vapor que fazia a linha de Valdivia a Antilhue, passando pelas estações de Huellelhue, Pishuinco e Arique. Almoço incluído no programa. Funciona apenas no verão. Confirme horários no escritório de turismo.

O Chile em imagens

Maquina fotografica

 Álbum fotográfico com dezenas de fotos do Chile separadas em slide-shows  sobre a as regiões mais interessantes do país.
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