Val d’Aosta

Val d'Aosta, Itália

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Val d’Aosta, principais atrações

Situado no extremo noroeste da Itália e separado da Suíça e da França pelos Alpes, Valle d’Aosta é a menor região do país. Na Antiguidade, pertenceu ao Império Romano. Em alguns momentos de sua história, foi anexado à França. Parte de seus habitantes fala francês.
Durante a Idade Média, ao contrário de outras regiões italianas que mergulharam no caos e na decadência, o Valle d’Aosta prosperou em razão de sua situação privilegiada como rota comercial entre a Suíça e a França. O rico patrimônio arquitetônico composto de castelos e igrejas espalhados por todo o vale é uma herança dessa época.

O Valle d’Aosta possui belíssimas paisagens de montanhas e é ideal para prática de esportes de inverno. Conta com quase trinta estações de esqui, algumas bem famosas, como Courmayeur e Breuil-Cervinia, que atraem esquiadores de toda a Europa. Outra grande atração da região é o Parque Nacional do Gran Paradiso, que recebe muitos turistas durante o ano todo.

Mapa do Val d’Aosta

Como conhecer o Valle d’Aosta

A região é minúscula. Há ônibus que partem da Autostazione de Via Carrel, em Aosta, para todos os povoados vizinhos.
Alugando um carro, é possível em um ou dois dias conhecer praticamente tudo. A A5 é a única autoestrada que atravessa a região. No extremo noroeste, ela desemboca na SS26d, que passa por Courmayeur e leva até Chamonix, na França, atravessando um longo túnel sob o Monte Bianco (Mont Blanc). No inverno, é preciso usar pneus especiais para rodar na neve.

Avião

Há voos diretos de Roma para Aosta.

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Trem

Não há trens diretos de Milão (3h30) para Aosta; faça baldeação em Chivasso. De Turim (2h10) quase todos os trens são diretos.

Carro

De Milão (180 km) ou de Turim (100 km), utilize a A5.

Aosta, capital regional do Valle d’Aosta, situada em um belo cenário natural entre picos nevados dos Alpes, foi na Antiguidade um centro romano conhecido como Augusta Praetoria, nome que homenageia Augusto. Ainda conserva estrutura urbana típica das cidades imperiais e muitos resquícios da civilização romana, principalmente na arquitetura, motivo pelo qual é chamada de “Roma dos Alpes”. Aosta é hoje um centro industrial e uma passagem obrigatória para quem entra na Itália pelo túnel Monte Bianco, bem como para os turistas que desejam conhecer os Alpes italianos. <comp./> www.comune.aosta.it Cidade de Aosta. Oficial.

Atrações em Aosta

Collegiata del Sant’Orso

End. – Via del Orso. Datado do século VI, esse conjunto erguido originalmente em estilo românico foi dedicado ao padroeiro da cidade. A igreja, reformada em estilo gótico no século XI, conserva em sua cripta o túmulo de Sant’Orso e afrescos do século XI. O claustro, cujo acesso se dá pela porta ao lado da cripta, mantém o estilo original. Seus capitéis são decorados com esculturas que têm por tema passagens bíblicas.

Ruínas Romanas

Aosta tem diversos vestígios da época imperial. A Porta Praetoria é formada por três passagens em forma de arco, sendo a maior para os carros e as outras duas para os pedestres. O Teatro, localizado próximo à Porta Praetoria, encontra-se em ótimo estado de conservação. O Arco di Augusto, símbolo da cidade, construído no século I a.C., representa a vitória dos romanos sobre os salassi, um povo bárbaro. O Fórum hoje se limita a um corredor subterrâneo cuja saída encontra-se em um jardim na Piazza Papa Giovanni XVIII.

Cattedrale

A catedral erguida durante o século XII passou nos séculos seguintes por várias reformas, que mudaram sua aparência; a fachada atual é neoclássica. A decoração interna compreende mosaicos e elementos góticos. Na sacristia funciona o Museo del Tesoro, com peças de arte sacra.

Piazza Chanoux 

A elegante praça retangular, cujo nome homenageia um herói da resistência local, fica no coração de Aosta. Nela funciona a Prefeitura, instalada em um palácio neoclássico erguido em 1839.

Atrações nos arredores de Aosta

Parque Nacional do Gran Paradiso

De Aosta, tome as direções Valli di Cogne, Savarenche e Rhemes. Ocupando uma área de montanhas entre os altos picos dos Alpes e muito procurado devido às paisagens, à flora composta por espécies vegetais raras e à fauna alpina típica, o Gran Paradiso, antiga reserva de caça da família real de Savoia, é o mais antigo dos parques nacionais italianos. Situado entre o Piemonte e Valle d’Aosta, pode ser visitado o ano todo e é ideal para caminhadas a pé quando a temperatura está agradável. O verde dos meses mais quentes é substituído, durante o inverno, por um tapete branco de neve, quando o parque atrai praticantes de esqui e patinação no gelo.

Monte Bianco (Mont Blanc)

O teleférico parte de La Palud, uma aldeiazinha a 18 km de Aosta. Localizado na fronteira entre a Itália e a França, o Monte Bianco é famoso por ser o ponto culminante dos Alpes e por abrigar a estação Courmayeur, principal centro de esqui da região, com uma ótima infraestrutura turística que compreende lojas, bares e restaurantes. Mesmo que você não pratique esportes de inverno, deteste frio e queria visitar o Valle d’Aosta em pleno verão, esse é um passeio que não deve perder.

O teleférico, que é dividido em três seções, vai de La Palud até Pointe Helbronner, a mais alta das estações, situada a 3.462m de altitude. No caminho você pode parar para almoçar ou tomar um chocolate quente na estação Pavillon, a 2.173m (para se recuperar desse esforço sobre-humano que acaba de fazer…) e curtir, no belvedere, o magnífico panorama. Prossiga até o Refugio Torino, a 3.375m, ou continuar a subida até Pointe Helbronner.

Necessário dizer que, mesmo que o percurso completo saia caro (32 a por pessoa), é dessa última estação, pertinho do céu, que se tem um panorama inesquecível do Mont Blanc, das geleiras de Aiguille Blanche (“Agulha Branca”), do Dent du Géant (“Dente do Gigante”) e de outros picos alpinos, a mais ou menos 4.000m de altitude. Se a brincadeira lhe agradar, poderá ir ainda mais longe e tomar um outro teleférico (Telecabine Panoramic), que percorre 24 km de Pointe Helbronner até a estação de Aiguille du Midi, na França, a 3.840m. Você estará “sobrevoando” os Alpes em uma cabine de teleférico!

Castello di Fénis e Castello d’Issogne 

A 12 km e 38 km de Aosta, respectivamente. Há diversos castelos próximos à Aosta, mas esses dois são os mais interessantes. Antigas fortalezas, foram utilizados como residências feudais e têm seu interior decorado com mobiliário de época, objetos de uso cotidiano e afrescos, permitindo que se tenha noção do modo de vida (dos ricos, pelo menos!) no final da Idade Média. O primeiro, mais imponente, conservou sua arquitetura medieval, enquanto o d’Issogne, reformado no final do século XV, tem aspecto renascentista.

A Itália em imagens

Uma verdadeira viagem fotográfica por cada região da Itália, com dezenas de imagens separadas por destinos

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