Saint-Martin

Sobre Saint-Martin, no Caribe: metade francesa, metade holandesa

Saint-Martin, no Caribe, durante o período colonial  foi disputada por espanhóis, ingleses, franceses e holandeses. A ilha caribenha produzia sal e tabaco. Hoje, a pequena ilha vive exclusivamente do turismo: lá tudo é importado, até a água mineral. Os únicos produtos locais são frutas, peixes e frutos do mar.

Mapa de St-Martin

Como ir para Saint-Martin

Se você não contratar um pacote em um voo fretado direto oferecido por uma operadora, deverá ir para Saint Martin via Miami (hipótese em que o visto norte-americano será necessário) ou via Panamá (trajeto mais curto, operado pela companhia panamenha COPA).Nem sempre os horários são cômodos; existem voos que partem de Guarulhos às 5h30 da manhã, por exemplo. É uma viagem cansativa. O aeroporto fica do lado holandês (Sint Marteen)

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Hospedagem

Saint-Martin é pequena, tanto faz ficar instalado na área francesa, como na holandesa.

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Melhor época

Faz calor o ano todo. No verão ele chega a ser demasiado. Evite, em todo caso o período de tufões de julho a novembro. O calor é sempre intenso. É indispensável levar roupas leves, chapéu e protetor solar de fator alto. Pense, porém, em levar um pulover ou moletom para usar no avião. O ar condicionado pode ser gelado. Muito cuidado com os choques de temperatura.

Pontos turísticos em Saint-Martin

Há transporte público e táxis que servem toda a ilha, mas bom mesmo é alugar um automóvel, o que é barato. Muita atenção com as lombadas, que estão por toda parte. Não dá para correr. Um problema sério nas áreas urbanas da ilha é achar onde estacionar. Em Philipsburg, do lado holandês, é somente na terceira rua paralela ao mar que você pode parar. Em Marigot, do lado francês, evite estacionar à noite em lugares mal iluminados. A ilha é mal sinalizada: muna-se de um bom mapa. Você os consegue de graça nas locadoras ou nos hotéis.

Saint-Martin é uma ilha bem curiosa: sua parte norte pertence à França e sua parte sul (Sint Marteen) à Holanda. O inglês é falado em toda a ilha, enquanto o francês é utilizado principalmente no território francês. O dialeto utilizado pelos nativos da ilha, quase todos eles descendentes de africanos escravizados durante o período colonial, é uma mistura de inglês com creole caribenho, espanhol, e francês. Mesmo que você fale correntemente francês e inglês não conseguirá entender nada quando eles conversam entre si.

Marigot – É o principal centro urbano do lado francês, onde ficam restaurantes e lojas e belas praias.

Philipsburg – É o centro holandês, repleto de restaurantes, hotéis e lojinhas que vendem principalmente bebidas alcoólicas, perfumes, joias, charutos e aparelhos eletrônicos. Tudo sem taxas. Só não exagere para não ter problemas com a alfândega brasileira.

Dicas

Segurança

Assaltos a mão armada são raros, mas é bom ficar esperto em qualquer lugar deserto nas áreas urbanas. Ao estacionar, não deixe nada visível dentro do veículo. São comunes arrombamentos de vidros de automóveis para roubar bolsas e outros objetos.

Hospedagem

Há hotéis de todos os preços em Saint Martin / Sint Marteen, bem como resorts muito confortáveis. Os mais luxuosos do lado francês são o La Samanna e o Radisson, enquanto do lado holandês os dois estabelecimento da rede Sonesta são bastante procurados.

Restaurantes

Na Marina Royale, em Marigot, existe cerca de meia dúzia de bons restaurantes com preços honestos.
O recém inaugurado restaurante francês Le Moulin Fou, na Marina de Porto Cupecoy, perto do aeroporto, é uma ótima pedida.
Para diversão garantida em clima bem informal, escolha o Sunset Bar, em Maho Bay, numa prainha bem ao lado do aeroporto, onde você come e bebe vendo os aviões aterrissarem em um cenário que não existe em outro lugar.
Em Philipsburg, a melhor opção é o descolado Ocean Lounge, à beira-mar, no hotel Holland House.