La Recoleta
Plaza Francia, bairro de la Recoleta, Buenos Aires
La Recoleta, Buenos Aires Plaza Francia,

Sobre La Recoleta

A Recoleta foi uma região de chácaras, pouco habitada, até que, na década de 1800 os franciscanos recoletos ali ergueram uma igreja e um convento.  Só a partir da década de 1870 foi que, com a epidemia de febre amarela atingindo o sul da cidade, muitas famílias de posse decidiram se mudar para lá e construíram as primeiras mansões na região, considerada mais salubre. O bairro que hoje se espalha em volta da famos a Plaza Francia continua sendo um dos preferidos pelos portenhos mais abastados.

Mapa de La Recoleta

Pontos turísticos

Plaza Carlos Pellegrini • Cemitério de la Recoleta  • Igreja Nuestra Señora del Pilar • Plaza Alvear • Centro Cultural Recoleta • Plaza Francia • Palais de Glace • Museo Nacional de Bellas Artes • Buenos Aires Design Center

Plaza Carlos Pellegrini

A linda praça dá ideia do que deve ter sido a Buenos Aires dos áureos tempos. Ela é rodeada por luxuosos imóveis, entre eles o Palacio Pereda, onde funciona a Embaixada do Brasil. Construído em 1920, o edifício foi inspirado na mansão que é sede do museu Jacquemart-André, em Paris. O Palacio Ortiz Basualdo, que abriga a Embaixada da França, fica ao lado e escapou por pouco de ser demolido quando abriram a Av. 9 de Julio.

Cemitério de la Recoleta

 No aristocrático cemitério estão os túmulos de argentinos ricos e famosos. Quer saber quem é a elite argentina? Olhe os túmulos. Alguns dos monumentos funerários são verdadeiras obras de arte e, como tais,  foram declarados Monumentos Históricos Nacionais. Entre eles está o de Evita. Repare: no seu túmulo há sempre flores. É incrível como persiste sua popularidade entre os argentinos.

Igreja Nuestra Señora del Pilar

Ao lado do cemitério e também construída pelos recoletos, na mesma época que o convento onde hoje funciona o Centro Cultural. O exterior não impressiona, mas por dentro a graciosa igreja é decorada em estilo barroco argentino.

Plaza Alvear

Esta elegante praça defronte ao cemitério e à igreja é o lugar perfeito para se sentar no famoso café La Biela e deixar o papo correr…

Centro Cultural Recoleta

Junin, 1930. Este Centro Cultural funciona desde 1980 em um dos edifícios mais antigos da cidade. Construído em 1732 pelos padres franciscanos recoletos, já abrigou um asilo de mendigos e  outro destinado a idosos. Nele acontecem exposições temporárias, peças de teatro, exibições de filmes e espetáculos de dança, inclusive aulas de tango. (Olha a dica se você quiser começar sua carreira de dançarino!). No centro cultural funciona o Museu Participativo de Ciências, onde experiências interativas que interessam principalmente às crianças permitem uma abordagem de temas científicos de forma agradável. Centro Cultural Recoleta

Plaza Francia

Essa grande área verde com árvores e um extenso gramado é palco de apresentações de rock, exibições de artistas de ruas e de dançarinos de tango, sobretudo nos finais de semana e nos feriados, quando também rola uma feira de artesanato de jeitão meio “hippie”. A praça é ponto de encontro da moçada, que se reúne para papear e de namorados, que se sentam no gramado. Há diversos bares em volta da praça, com mesinhas na calçada; très parisien

Palais de Glace

Posadas, 1725. O edifício em estilo francês, com cúpula de vidro, inaugurado em 1911, foi assim denominado – “Palácio de Gelo” – por abrigar uma pista de patinação no gelo, hobby da burguesia portenha na época. Quando a patinação começou a sair de moda, o palácio foi transformado em salão de danças, frequentado por Carlos Gardel que, certa vez, ao final de uma milonga, foi atingido por uma bala, num episódio mal explicado, quando saía do local. A bala que atingiu seu pulmão esquerdo nunca foi retirada. Em 1931, o Palais de Glace tornou-se sede da Direção Nacional de Belas Artes e local de exposições.

Museo Nacional de Bellas Artes

Av. Libertador, 1473. Este é provavelmente o mais importante museu de arte da Argentina e um dos principais da América Latina. Funciona em um prédio neoclássico de fachada imponente. O acervo compreende pinturas de Goya, Velázquez, Tintoretto, Klee, Kandinsky, Picasso, Rembrandt, Sisley, Van Gogh, Toulouse-Lautrec, Manet, Monet, Miró, Modigliani, Renoir, Rubens, De Chirico, Chagall, Cézanne, Degas, Delacroix, Gauguin, Léger, e dos argentinos Pellegrini, Pueyrredón e Quinquela Martin, bem como esculturas de Rodin e Bourdelle, só para mencionar os mais conhecidos. É o tipo de lugar que quem gosta de arte não deve perder.  www.mnba.org.ar

Buenos Aires Design Center

Pueyrredón, 2501. Conjunto que reúne diversas lojas com o que existe de mais moderno e sofisticado no design argentino na área de decoração. Mesmo que os preços não sejam particularmente acessíveis, quem estiver decorando sua casa pode dar uma olhada, pelo menos para se inspirar.

Dicas

Recomendamos a quem tiver tempo suficiente, dar uma volta a pé pelas calles Junin, Ayacucho, Posadas e pelas avenidas Alvear e Quintana, para sentir o ambiente elegante do lugar. Repare na influência “haussmanniana” de certos edifícios das avenidas Quintana e Alvear, que lembram os da capital francesa. Um destaque é o Hotel Alvear, o mais tradicional da cidade, na esquina com a Ayacucho. Nele funcionam o Lobby Bar, um lugar elegante para se tomar um drink (desde que você não esteja de tênis e camiseta) e o La Bourgogne, um dos mais renomados restaurantes do país. Lojas de grifes famosas, restaurantes finos e belos palacetes, alguns deles ocupados por embaixadas, estão espalhados pelo bairro.

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