Museu do Louvre

O Museu do Louvre

O Louvre é um museu impossível de ser visto por completo em apenas um dia. O gigantesco acervo do Louvre é dividido em oito departamentos, espalhados em três alas (Sully, Denon e Richelieu). Portanto, o museu leva muito tempo para ser visitado – o que, aliás, só é possível com o mapinha distribuído na entrada. Uma possibilidade para quem tem pouco tempo é selecionar algumas obras ou temas e esquecer o resto. Em um dia inteiro dá para ver muita coisa; não todo o acervo, é claro.

Localização do Museu do Louvre

Um antigo palácio real transformado em museu

O Louvre foi um palácio real que acabou se transformando no museu mais famoso do mundo. No começo do século XII, era apenas uma fortaleza medieval à beira do Sena, até que Carlos V resolveu mudar-se para lá. Vários reis ampliaram e reformaram o edifício até ele ganhar o aspecto que tem hoje. Em 1678, Luís XIV mudou a residência real para Versalhes e o Louvre perdeu um pouco seu prestígio.

Curiosidades sobre o Louvre

A ideia de transformar o palácio em um museu partiu de Luís XVI mas, ironicamente, foi implantada pelos revolucionários, em 1793. No século XIX, o Louvre sofreu mais algumas alterações durante o reinado de Napoleão III. Em 1981, o governo francês aprovou o projeto do “Grand Louvre”, que incluía, além de várias alterações internas, a construção de uma imensa e ultramoderna pirâmide de vidro, projetada pelo arquiteto Ming Pei, no meio do pátio principal. Durante as obras, nas escavações foram descobertas vestígios da antiga fortaleza e dos fossos da época de Carlos V.

Origem do acervo

O vasto acervo permanente do Louvre, que provém principalmente de obras pertencentes aos próprios reis da França, de compras, de doações e de heranças, coletadas durante séculos, constitui uma das maiores riquezas do país.
Antiguidades orientais Relíquias arqueológicas e obras de arte de antigas civilizações orientais de até 6.000 a.C..

Destaques

O Código de Hamurabi (sim, senhores juristas, em carne e osso, ou melhor, em pedra), do século XVIII a.C.; o gigantesco Touro Alado da Assíria e outras estátuas (igualmente gigantescas!) vindas diretamente de Khorsabad, do palácio assírio de Sargon, de 721-705 a.C.; o capitel de uma coluna do palácio de Dario I, rei da Pérsia, de 510 a.C.; o sarcófago de Eshmunazor II, rei de Sidon, de 489-475 a.C.; e uma esfera celeste iraniana do século XII.

Antiguidades egípcias

Aproximadamente 5 mil obras datadas desde 4.000 a.C. até o início da era cristã. Uma verdadeira viagem pela civilização do Nilo. Esse departamento foi criado por Champollion, o egiptólogo que achou a chave para a leitura dos hieróglifos. Destaques: a Grande Esfinge; a estátua do deus Horus; o Livro dos Mortos do escriba Nebqed; e a famosa estátua do Escriba Sentado, achada em Saqqara.

Antiguidades gregas, romanas e etruscas Estátuas, joias, vasos, mosaicos e bronzes deixados por essas três grandes civilizações mediterrâneas. Destaques: uma ânfora de 550 a.C.; um fragmento do Partenon de Atenas, de aproximadamente 445 a.C.; uma estátua romana da deusa Diana, de aproximadamente 330 a.C.; e, é claro, as famosíssimas Vitória da Samotrácia e Vênus de Milo.

Esculturas

Encantadora coleção composta de esculturas dos mais diversos estilos, temas e épocas, da Idade Média aos tempos modernos. Destaques: Túmulo de Philippe Pot, do século XV; o Rei Childebert, do século XIII; São Jorge combatendo o Dragão, do século XVI; os Cavalos de Marly (originais cujas réplicas estão na Place de la Concorde), Mercúrio, Escravo Morrendo e a sublime Eros e Psiquê, do italiano Antonio Canova, todos do século XVIII.

Artes do Islã

Seção especializada em obras relacionadas à cultura islãmica, com objetos vindos de variados lugares, da Índia à Espanha.

Objetos de arte

Peças, móveis e tapeçarias da Idade Média ao século XIX e os apartamentos da época de Napoleão III, conservados no estado original. Destaques: Estátua equestre de Carlos Magno, do século IX; Retrato do Condestável de Montmorency, do século XVI; a tapeçaria A História de Cipião, feita pela manufatura de Gobelins no século XVII; a escrivaninha de Maria Antonieta; e o armário de joias da imperatriz Josefina, mulher de Napoleão.

Pinturas

Uma profusão de telas europeias de todos os gêneros, escolas e tamanhos, do século XIII até meados do XIX. Destaques: por óbvio, a Mona Lisa (La Gioconda) e a Madonna das Rochas, de Leonardo da Vinci; o retrato de Luís XIV, de Hyacinthe Rigaud (este é o original; o que está em Versalhes é uma cópia); O Rapto das Sabinas, de Nicolas Poussin; A Liberdade Guiando o Povo, de Eugène Delacroix; A Coroação da Virgem, de Fra Angelico; Retrato da Condessa del Carpio, de Goya; Autorretrato, de Dürer; Os Mendigos, de Bruegel; A Apoteose de Henrique IV, de Rubens; A Rendeira, de Johannes Vermeer.

Artes gráficas

Gravuras e desenhos provenientes de várias coleções particulares, como as de Luís XIV e do Barão Edmond de Rothschild, e adquiridas pelo governo francês sob várias formas (inclusive confisco de bens da nobreza durante a Revolução…). Por serem sensíveis à luz, as obras deste departamento não fazem parte da exposição permanente e só podem ser vistas com hora marcada.

Almoçar no museu Você pode almoçar nos cafés que funcionam dentro do museu, em um dos que ficam no Carrousel du Louvre (centro comercial que funciona sob a pirâmide) ou no Café Marly (93, rue de Rivoli).

Paris Museum Pass Quem tiver o PMP (Paris Museum Pass) ou comprar o ingresso antecipadamente pelo site do museu não precisa pegar filas e pode se apresentar diretamente ao controle de entrada sob a pirâmide ou na Passage Richelieu, que fica na rue de Rivoli, em frente à Pl. du Palais Royal.

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