Musée de l’Orangerie
Sala das Nymphéas, no Musée de Orangerie
Sala das Nymphéas, no Musée de l’ Orangerie, em Paris

Musée de l’Orangerie

Fundado em 1927, o museu recebeu em 1965 a coleção Walter-Guillaume. Além de acolher exposições temporárias, tem um acervo permanente de pinturas do período de 1880 a 1930 de alguns dos mais renomados artistas europeus, como Renoir, Cézanne, Modigliani, Picasso, Matisse e Monet, com suas famosas Nymphéas, inspiradas e pintadas nos jardins de sua casa em Giverny, que ocupam uma sala inteira do museu. O acervo do Musée de l’Orangerie inclui também doze telas de Pablo Picasso, dez d’Henri Matisse, cinco de Amedeo Modigliani e de outros mestres.

Localização do Musée de l”Orangerie

A coleção Jean Walter – Paul Guillaume

A coleção Jean Walter – Paul Guillaume é constituída por 146 telas pintadas entre 1860 a década de 1930. Dessas, 25 pertencem à escola impressionista, sendo que 15 delas foram pintadas por Paul Cézanne. As outras 10 são de mestres como  Claude Monet, Paul Gauguin,  e Alfred Sisley. Após a morte de Guillaume, sua coleção foi adquirida na década de 1950 pelo Estado à Domenica, viúva do colecionador.  Todas as telas foram destinadas a enriquecer o patrimônio do Musée de l’Orangerie.

A origem do prédio que abriga as Nymphéas

O primeiro edifício, construído em 1852 destinava-se a abrigar as laranjeiras que enfeitavam o jardim do Palácio de Tuilleries, daí o nome “orangerie”. Posteriormente, durante Napoleão III, foi erguido outro imóvel envidraçado, de frente para o Sena. Foi ali que  Georges Clemenceau, Presidente do Conselho do Estado, que assumiu o governo em 1917, resolveu instalar as Nymphéas, a grande obra que Monet dou ao Sous-Secrétariat d’État aux Beaux-Arts no final da Grande Guerra, em novembre 1918, para celebrar a paz. A instalação de oito painéis de 2 metros de altura e noventa e 1 metro de comprimento, que tomou alguns anos para ser concluída, não foi uma empresa fácil e teve a ativa participação de Claude Monet, ao lado do arquiteto Camille Lefèvre, responsável pelo projeto. A solução foi instalar a gigantesca tela em duas salas ovais. No centro existe um banco onde as pessoas se acomodam para olhar as fluídas Nymphéas, que devem ser apreciadas mais de longe, ao contrário da maioria das telas nos museus. A extensão da obra rodeia o visitante. De qualquer lugar que você estiver nessa imensa sala, terá as Nymphéas em torno de si. O ideal, entretanto, é instalar-se nos bancos no centro do salão.

Vídeo sobre o Musée de l’Orangerie

Dica

O conjunto formado pelas Nymphéas constituem uma das maiores e importantes obras-primas do século XX e atrai turistas do mundo todo. Se você tem um interesse particular em conhecer as Nymphéas, evite a todo custo a alta temporada. Trata-se de um obra especial, que foge a tudo o que já você viu em outros museus. Precisa ser admirada com tranquilidade, sem uma multidão de turistas circulando na sua frente.
Musée de l’Orangerie

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