Marinheiro de Primeira Viagem
Paseo Pizarro, Trujillo
Paseo Pizarro, Trujillo

Marinheiro de primeira viagem.

Sua primeira viagem ao exterior

Uma experiência inesquecível

Mesmo que você já conheça relativamente bem o Brasil, a primeira viagem para o exterior é uma experiência única e inesquecível. Até quem já visitou dezenas de países lembra-se da primeira vez em que pisou solo estrangeiro, mesmo que tenha sido em países vizinhos e culturalmente próximos do nosso, como o Uruguai ou a Argentina. Na verdade, o simples fato de estar em um país onde se fala outra língua já é algo novo. Você sabe que se quiser parar para um lanche não poderá simplesmente entrar em uma lanchonete e dizer: “Por favor, uma empadinha e um guaraná”. De alguma forma você conhecerá outro povo.

A sensação de ser um estrangeiro

E, naturalmente, quanto mais esse povo for diferente de nós, mais você se sentirá, pela primeira vez na sua vida, um “estrangeiro”. Dá um friozinho na barriga, misturado com toda uma gama de sentimentos. Quando voltar, terá muita coisa para contar aos amigos. E também não terá que aguentar nenhum metido a besta lhe perguntar, nariz empinado: “O que? Você nunca saiu do Brasil?”.

Na verdade, o simples fato de estar em um país onde se fala outra língua já é algo novo. Você sabe que se quiser parar para um lanche não poderá simplesmente entrar em uma lanchonete e dizer: “Por favor, uma empadinha e um guaraná”. De alguma forma você conhecerá outro povo. E, naturalmente, quanto mais esse povo for diferente de nós, mais você se sentirá, pela primeira vez na sua vida, um “estrangeiro”.

Uma experiência enriquecedora

Conviver com outros povos, conhecer lugares completamente diferentes de tudo o que já viu, estar em meio a novas paisagens – e até mesmo experimentar a culinária de outros países – tudo isso, além de nos enriquecer culturalmente, é muito divertido. Não é por outra razão que quase todo mundo quer aproveitar as férias viajando, e não assistindo TV no sofá da sala.

Viagem é coisa séria

A realidade é que, com raríssimas exceções, temos apenas um mês de férias por ano, e uma viagem ao exterior custa dinheiro. Já que você estará fazendo um investimento importante em si mesmo, é melhor fazer as coisas direito, sem desperdiçar seu tempo nem seu dinheiro. Você não sabe nem por onde começar? Não faz mal; como tudo na vida, viajar é algo que se aprende. Vamos, então, organizar a primeira grande aventura de sua vida?

Documentação

Passaporte

Documentação é a primeira coisa que você precisa providenciar quando pensar em viajar. Há países para onde voê pode ir utilizando penas sua carteira de identidade. Para outros precisa de passaporte, mas não de visto. Finalmente há países que exigem passaporte e visto consular de entrada no país. Saiba mais

 Vacina contra febre amarela

Muitos países, sobretudo na América do Sul, Ásia e África, exigem vacina contra a febre amarela de quem entra em seu território. Há casos em que quem exige é o governo brasileiro (afinal, você vai voltar, não é?). A vacina contra febre amarela tem validade de dez anos e deve ser tomada no mínimo dez dias antes de sua viagem para garantir sua imunização.

O certificado internacional de vacinação contra febre amarela é fornecido pelos postos da ANVISA, existentes na maioria do portos e aeroportos do país. (Em São Paulo: Aeroporto de Congonhas – Tel. 5093-6302 ‑ Aeroporto de Guarulhos – Tel. 6445-3557 ou 6445-2868). Para consultar a relação completa dos postos (onde você também obterá informações sobre quais países exigem vacina), acesse www.anvisa.gov.br/paf/febre/postos.htm

 Dinheiro

Não leve todo o seu dinheiro em espécie. Procure levar pelo menos a metade em cheques de viagem, emitidos em dólares ou, no caso da Europa, em euros.  É recomendável levar também um cartão de crédito com validade internacional, caso o possua. Aliás, os cartões de crédito internacionais são a forma de pagamento cada vez mais utilizada.  Saiba mais

Viajar na época certa

Antes de se decidir a visitar um determinado país, informe-se sobre o clima que estará fazendo quando você desembarcar. Cada país tem a época certa para ser visitado. Saiba mais

Como você vai viajar

Você precisa tomar uma decisão importante: vai viajar por conta própria, comprar um pacote ou pegar uma excursão?

Indepedentemente da alternativa de sua preferência, escolha uma agência de viagens ou operadora confiável, se possível recomendada por pessoas que já utilizaram seus serviços, e exija, por escrito, recibo e a discriminação de todos os serviços contratados, com o máximo detalhamento. Guarde até o anúncio; assim, se eles não cumprirem o que prometeram, você terá como reclamar.

 Pacotes

Algumas pessoas acham que organizar uma viagem é complicado, que dá muito trabalho ou não se sentem seguras em fazê-lo. Nesse caso, uma das opções é a aquisição de um pacote turístico, que normalmente inclui, por um preço fixo, passagens, hospedagem e traslados, sendo que em alguns casos, inclui também algum passeio. Porém, antes de optar por um pacote, você deve lembrar que “hospedagem em apartamento duplo” anunciado pelas agências não significa que o preço inclua hospedagem para duas pessoas, mas sim que esse é o preço individual num quarto para dois. Para saber se o pacote vale a pena, do ponto de vista financeiro, compare o preço dos itens que ele inclui com a estimativa de preço da viagem por conta própria, fazendo o cálculo por pessoa.

Independentemente do preço, que terá de ser analisado caso a caso, as vantagens de um pacote são: praticidade (já está tudo organizado, reservado etc., sem você precisar se mexer) e segurança para quem não está acostumado a viajar para o exterior.

A principal desvantagem é a relativa falta de liberdade: comprando um pacote, se você não estiver contente com o hotel, não é possível mudar para outro, nem alterar as datas de partida e retorno.

 Excursões organizadas

São viagens em grupo, cujo preço inclui tudo que um pacote oferece e, além disso, refeições, passeios e toda a programação da viagem, sempre acompanhada por um ou mais guias. Todo mundo sai de manhã para um passeio; na hora do almoço, o grupo é levado para um determinado restaurante; à tarde, todos seguem com o guia para outro passeio etc.

As vantagens da excursão são, além da praticidade e da segurança, o acompanhamento constante por alguém que – presume-se – conhece bem o lugar e saberá levá-lo para onde interessa, além de o preço ser fixo. Esta é, aliás, uma grande vantagem para quem quer saber exatamente quanto vai gastar, pois a excursão inclui tudo (ou quase) e geralmente pode ser paga em parcelas.

Por quais motivos alguém deve optar por uma excursão?

– Não dominar nenhum idioma falado no país ou compreendido por lá.

–  Não se sentir seguro em viajar sem um guia.

– Não gostar de viajar sozinho, mas não ter companhia.

– Gostar de ter tudo organizado de antemão: horários, refeições, passeios, tempo de permanência em cada lugar etc.

– Querer fazer amizades, gostar de viajar em grupo.

E por quais motivos alguém deve evitar uma excursão?

– Não gostar de convivência social “forçada” (que é inevitável ao tomar café da manhã, passear, almoçar, passear de novo e jantar todo dia com as mesmas pessoas).

–  Querer ter liberdade para definir seu roteiro, horários, tempo de permanência em cada lugar, refeições etc.

–  Sentir-se seguro para viajar sem guia nem “assessoria”.

–  Ter “alergia” a visitas guiadas.

 Viagem por conta própria

Desde que você pelo menos arranhe um pouco o inglês ou a língua do país que pretende visitar (mesmo um “portunhol” básico serve para os países de língua espanhola), viajar por conta própria não é nenhum bicho de sete cabeças. Tendo um mínimo de capacidade de planejamento e de auto-confiança, é muito fácil. As vantagens são várias: você cria seu próprio roteiro, visita o que quer, come onde tem vontade, acorda na hora que deseja. Para organizar você mesmo sua viagem, anote estas dicas:

Olhe o mapa – Há uma regra da qual não se deve tentar escapar: em primeiro lugar, abra um mapa. Freqüentemente não se tem idéia de distância ou de onde fica cada cidade que se pretende visitar. Isso pode causar problemas, principalmente para quem pensa em viajar por terra e acaba traçando planos absurdos. O exame do mapa permite que você faça um roteiro realista.

Planeje sua viagem: roteiro e cronograma – Organizar um roteiro de viagem dá trabalho mas, acredite, compensa. Se você vai apenas para uma cidade, tudo é mais fácil. As dificuldades começam quando seus planos incluem diversas cidades ou países. Anote os dias de ida e de volta ao Brasil, os locais a serem visitados e o tempo desejado de permanência em cada um deles. O ideal é sempre deixar uns dias livres, como “coringas”, de modo a poder ficar um pouco mais em um lugar que você tenha adorado, sem bagunçar todos os seus planos.

Evite essa roubada – Um erro comum dos turistas, principalmente dos principiantes, é querer conhecer lugares demais, sem ter o tempo suficiente para tal. O resultado é que acabam tomando o café da manhã em Paris, almoçando em Bruxelas e jantando em Amsterdã, sem ter conhecido nada. Informe-se também sobre os meios de transporte entre as cidades que pretende visitar e, se for o caso, já reserve sua passagem. Saiba que o dia de viagem de uma cidade para outra é muito mal aproveitado, em razão do tempo perdido no deslocamento, fazer e desfazer malas, instalar-se num hotel etc. O tempo que sobrar antes de embarcar ou depois de chegar ao seu destino é lucro.

Com quem você vai viajar? – Viajar sozinho não é muito agradável. Mas pior do que isso é viajar com alguém reclamão, encrenqueiro, desanimado ou chato a ponto de você pensar seriamente em empurrá-lo do alto de um canyon nos Estados Unidos ou para dentro do Sena, em Paris. Também é recomendável viajar com pessoas que tenham orçamentos de viagem compatíveis com o seu. Você certamente não vai querer ficar no Espelunca Palace só porque seu amigo é um duro, nem no Waldorf Astoria de Nova York porque ele é um milionário. Quando se viaja bem acompanhado, a viagem, além de mais divertida, torna-se também bem mais econômica para ambos, pois muitas despesas podem ser divididas.

Passagem aérea – Ao contrário do que alguns pensam, comprar uma passagem numa agência de viagem ou numa operadora é mais barato do que adquiri-la na própria companhia aérea, em razão de descontos que as empresas não podem repassar diretamente ao passageiro. Mistérios da aviação! Passagens aéreas cujos preços assustam à primeira vista podem quase sempre ser financiadas no cartão, às vezes em até 4 ou 5 vezes sem juros ou em mais vezes, com juros baixos. Lembre-se de que, se puder viajar nos períodos de baixa estação, você pagará muito menos por sua passagem. Esses períodos variam segundo os destinos e de ano para ano. Informe-se com seu agente de viagens.

 O embarque

No aeroporto ‑ Para vôos internacionais, você deve se apresentar no balcão da companhia aérea no mínimo duas horas antes do horário de embarque. Atualmente, devido aos problemas de segurança, é adequado chegar bem antes ao aeroporto. Calcule, com sobra, o tempo de sua casa até o aeroporto, considerando a possibilidade de congestionamentos. Antes de embarcar, você terá que registrar no posto da Receita Federal do aeroporto sua máquina fotográfica, laptop, filmadora ou qualquer objeto importado de valor, e isso pode tomar tempo. Guarde o documento que lhe fornecerem: ele será seu comprovante de que o aparelho em questão já lhe pertencia ao embarcar e que portanto não poderá ser tributado na volta. Como nada é perfeito, leve em conta que o registro pode levar algum tempo, conforme o tamanho da fila.

Check-in – Chegando ao aeroporto, a primeira coisa a fazer é apresentar-se no balcão da companhia aérea, mostrando sua passagem e o passaporte. Você receberá um cartão de embarque com o número de vôo, poltrona, horário e porta (gate em inglês) pela qual embarcará. Guarde-o com carinho, junto com o passaporte, pois, sem eles, você não toma o avião!

Por ocasião do check-in, será definida sua poltrona. Caso você tenha reservado assento com antecedência (o que é recomendável, principalmente para quem precisa de lugares mais confortáveis, como pessoas idosas ou com crianças), cobre isso do funcionário, para que não haja “esquecimento”. Quanto mais cedo você fizer o check-in, melhores serão as chances de pegar um bom lugar. Os assentos a serem evitados são aqueles próximos à asa (que prejudica sua visão e tem o barulho das turbinas) e os que ficam perto dos toaletes (em razão do entra-e-sai de gente).

Bagagem – Terminado o check-in, sua bagagem maior e mais pesada será registrada como bagagem de compartimento e despachada. Tranque à chave essas malas e mantenha essa chave bem à mão ao desembarcar (ou use um cadeado com código), para o caso da alfândega do país de destino querer abrir sua mala. Cole ou amarre, na bagagem, duas etiquetas com seu nome, endereço e telefone no Brasil: uma do lado de fora, bem visível, e outra dentro. Quando a bagagem de compartimento é registrada num balcão de companhia aérea, é colado nela um tíquete com o destino e o número de registro. Você receberá um canhoto desse tíquete, que poderá ser exigido no aeroporto de destino e será necessário para recuperar sua bagagem em caso de extravio.

Todas as companhias aceitam que o passageiro carregue, para dentro do avião, uma valise pequena – a bagagem de mão. Nela você deve colocar tudo o que for de valor (tanto documentos quanto objetos e jóias), o que for quebrável, como sua máquina fotográfica, e o que possa ser útil durante a viagem ou no desembarque: um pulôver se estiver indo para um lugar frio, um nécessaire com material de toalete, um livro, pelo menos uma muda de roupa para o caso de extravio de bagagem, medicamentos que possam ser necessários durante o vôo, uma caneta, caderneta de anotações etc. Um casaco mais volumoso, que ocuparia muito espaço na mala, pode ser levado pendurado no braço. Atenção: não coloque nenhum objeto perfurante (nem mesmo um canivetinho suíço) na bagagem de mão, assim como sprays.

Não é demais alertar: nunca aceite transportar consigo pacotes ou bagagens de desconhecidos que o abordem nos aeroportos em qualquer lugar do mundo. Nem mesmo um talco para a tia velhinha que mora em Nova York!

 O desembarque

Serviço de imigração -Todo passageiro que chega a um país por via aérea passa pelo serviço de imigração. Em alguns aeroportos, essas formalidades tomam um bom tempo; os policiais poderão lhe fazer muitas perguntas – de quanto dinheiro você dispõe, quanto tempo pensa em ficar no país, que lugares pensa em visitar, sem tem passagem de volta para o Brasil, etc.

Mulheres jovens vestidas de forma “provocante” podem ter sua entrada barrada em diversos países. Também os que se vestem de modo pouco convencional podem ter problemas. Portanto, mesmo que você seja um new hippie ou um old punk, faça um esforço e vista-se discretamente, com roupas e sapatos limpos e em bom estado. Os realmente mal vestidos darão a impressão de serem imigrantes clandestinos, e não turistas. Portanto, indesejáveis!

Havendo qualquer problema, responda com franqueza o que lhe for perguntado, mantenha a calma e jamais entre em “bate-boca” nem desacate os funcionários.

Normalmente, para ganhar tempo, já lhe será entregue durante o vôo um formulário a ser preenchido com seus dados. Ao desembarcar, deixe-o à mão, junto com o passaporte. A burocracia varia de um lugar para outro, mas em geral esse formulário será carimbado e uma via lhe será entregue. Guarde-a com cuidado, pois deverá devolvê-la quando sair do país.

Alfândega – Sua condição de turista estrangeiro não o livra da alfândega de outros países. Na maioria dos aeroportos do mundo, há na alfândega duas saídas: “nada a declarar” (verde) e “bens a declarar” (vermelho). Em inglês, nothing to declare e goods to declare. Você escolhe. Porém nada impede que, se você optar pelo “nada a declarar”, um fiscal resolva abrir sua bagagem.

A legislação de cada país é diferente com relação ao que se pode levar e com o que se pode sair de seu território. São comuns restrições a valores altos em dinheiro vivo e grandes quantidades de bebidas alcoólicas e tabaco. Em alguns países, você terá que declarar valores em espécie acima de uma determinada soma que estiver em seu poder. Leia com atenção o formulário de alfândega que lhe será entregue no avião. Plantas – mesmo as mais inocentes – e frutas também são proibidas.

Trocar dinheiro – Via de regra, chegando a um país estrangeiro, você precisa de imediato de dinheiro trocado em moeda local para pagar um táxi, tomar um lanche ou para alguma outra despesa. A taxa de câmbio nos aeroportos não costuma ser boa: troque o mínimo necessário para as despesas iniciais e deixe para trocar mais depois que você, com calma, tiver se informado sobre os locais que oferecem as melhores taxas.

 Use e abuse dos escritórios oficiais de turismo

Chamados, em inglês, tourism offices; em francês, offices de tourisme; em espanhol, oficinas de turismo (não confundir com agências de turismo ou de viagem), os escritórios oficiais de turismo são postos de informação dos orgãos governamentais de turismo do país que existem em praticamente qualquer lugar do mundo que receba turistas. Eles são situados nos aeroportos, estações de trem e nos centros das cidades; é sempre fácil encontrá-los. Geralmente os funcionários falam, além da língua do país, inglês e eventualmente espanhol ou francês.

Embora seus serviços não substituam um bom guia de viagem, nesses escritórios você pode conseguir mapas da cidade, folhetos sobre as principais atrações turísticas, informações sobre horários de funcionamento de museus, shows, meios de transporte na cidade e até reservas de hotéis e locação de imóveis. No caso de algum problema, os escritórios de turismo também poderão orientá-lo.

 Informação é fundamental

Leia um bom guia ‑ Se pudéssemos dar apenas um conselho aos viajantes novatos, diríamos: leia um bom guia de viagem sobre o país que você pensa em visitar. Mesmo que você pretenda fazer uma viagem econômica, cortar despesas deixando de comprar um guia é a pior coisa que pode fazer, pois acabará, por falta de informação, gastando várias vezes o valor do livro. Veja a neste site nossos guias sobre váriso destinos, como “Paris”, “Londres”, “Nova York”, “Chile”, Portugal, “Argentina”, “Buenos Aires”, “Itália”, “Bahia” “Peru & Bolívia”. Procure ler o guia não apenas durante a viagem mas, principalmente, antes de viajar. Leia também livros sobre os lugares para onde você vai, reportagens de revistas especializadas e as seções de turismo de grandes jornais.

Queremos ressaltar que, fotos, são indispensáveis para você decidir se quer ou não conhecer determinado lugar. O que sempre aconselhamos é: faça uma verdadeira viagem fotográfica para o país ou países que deseja conhecer. Mas faça-o  aqui no Brasil. (O que você vai fazer com a foto do Coliseu em Roma? Ele estará na sua frente!)

Navegar é preciso– A net também é uma preciosa fonte de informações para o viajantes e também o mais rápido de barato meio para se ver fotos.

Dica

O sucesso de sua viagem vai depender de palenejamento. Alguns meses antes de embarcar você já deve começar a se organizar. Leia “Contagem Regressiva

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