Ilha de Páscoa
Moais, Ilha de Páscoa
Moais, Ilha de Páscoa

Sumário Chile • Índice remissivo Chile

Ilha de Páscoa, uma ilha que guarda muitos mistérios

Ninguém sabe direito explicar como foi colonizadas, o que provocou sua decadência…

Mapa da Ilha de Páscoa

Como ir

 Avião

Só a companhia LAN Chile voa para a Ilha de Páscoa. Há dois voos por semana e quase sempre lotados. Reserve com antecedência. A passagem é cara. Se você for para lá do Brasil, procure utilizar a LAN Chile também de São Paulo a Santiago, onde você terá que trocar de avião. Sai mais barato. (Tempo de viagem: 5 horas). O aeroporto Mataveri fica ao lado de Hanga Roa, a única cidade da ilha.

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Melhor época

O clima na Ilha de Páscoa é subtropical úmido; as estações correspondem às brasileiras. As chuvas são regulares, o que significa que sempre pode chover, mas que mesmo nos períodos mais úmidos as chuvas nunca são excessivas. Maio é o mês mais chuvoso. Setembro e outubro, os mais secos. A temperatura média anual é de 20º C.

Hospedagem

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Atrações turísticas

Páscoa, uma ilha misteriosa longe de tudo

A Ilha de Páscoa, ou Rapanui, como é conhecida por seus habitantes, é um dos lugares mais isolados do planeta. Fica no meio do Oceano Pacífico, entre o Chile (3.750 km) e o Taiti (4.100 km). Suas praias selvagens são bonitas, mas não se comparam às do Caribe e nem mesmo às do Nordeste brasileiro. Apesar disso, a ilha é famosa em razão de suas misteriosas estátuas de pedra, conhecidas como moais, de pé nas encostas das montanhas. A ilha possui forma triangular e tem menos de 170 km quadrados, com um comprimento de apenas 23 km, por 12 km de largura.

O povo rapanui tem um tipo diferente dos chilenos do continente, brancos ou de origem índia. A teoria mais aceita é que essa população de origem polinésia tenha desembarcado em Páscoa há mais ou menos mil e quinhentos anos. Quando olhamos no mapa a longa travessia realizada em frágeis embarcações, orientando-se apenas pelas estrelas, chegamos a duvidar que isso tenha sido possível.

Hanga Roa –  A única cidade da ilha é Hanga Roa, onde estão situados quase todos os serviços: hotéis, restaurantes, agências de viagem, locadoras de veículos, restaurantes e mercados. Hoje, além da população local, vivem em Hanga Roa muitos chilenos do continente e o espanhol é mais utilizado do que a língua local. Repare no tipo físico nativo, diferente dos chilenos do continente, brancos ou mestiços.
A maior parte de seu território é recoberto por vegetação rasteira. As poucas árvores – eucaliptos e coqueiros, vieram do continente.

Os misteriosos moais

A principal atração de Páscoa, que interessa aos visitantes do mundo inteiro são suas famosas e gigantescas estátuas de pedra, os moais, destinadas provavelmente a honrar os espíritos dos ancestrais de cada clã. Sabe-se que existem aproximadamente 900 e que foram esculpidos por volta do ano 800 da Era Cristã e que as tribos que habitavam a ilha competiam para ver quem construía os maiores. Os mais altos têm quase dez metros de altura e pesam mais de setenta toneladas.

L’ahua Tahai  Sítio arqueológico mais próximo de Hanga Roa, junto do mar, após o cemitério. Nele há dois moais, sendo um deles o mais completo da ilha, com o pukao um curioso chapéu sobre algumas das esculturas e olhos de corais, que foram arrancados na maioria dos outros moais de Pascua.

Museo Antropologico Sebastián Englert End. Fica ao norte de Hanga Roa, junto do centro cerimonial de Tahai. Nos finais de semana abre das 9h30 às 12h30. O museu guarda uma importante coleção de peças arqueológicas reunidas durante três décadas pelo padre Sebastián Englert. O acervo é composto por estatuário, plaquetas com misteriosas inscrições rongorongo e diversas armas de obsidiana, além de um raro moal feminino.

Vulcão Rano Kau – Não é necessário ser um atleta para subir até a cratera, mas um mínimo de condicionamento físico é recomendável, sobretudo para aqueles turistas mais idosos. Também não é preciso se preocupar com o risco de alguma erupção inesperada: o vulcão está morto há 10.000 anos! Sua caldeira tem uma largura aproximada de 1.600 m e 200 m de profundidade. Nela existem pequenos lagos parcialmente ocupados por totora, um tipo de junco aquático. Até 1973 as pessoas iam com cavalos e tonéis para buscar água dentro da cratera. Imagine a trabalheira! Após alguns acidentes as autoridades da ilha proibiram os turistas de descer até o lago.

Vila de Orongo – No extremo oeste de Rapanui. É um centro cerimonial aos pés do vulcão Rano Kao. Sabe-se que o sítio é dedicado ao culto do homem-pássaro, uma tradição do século XVI, destinada a homenagear os ancestrais de cada tribo. A vila, situada no alto de uma falésia, comporta três complexos de ruínas arqueológicas.

Rano Raraku – Vulcão de onde eram extraídos os blocos de pedra para a fabricação dos moai. Esse é um dos sítios de Rapa Nui onde há maior concentração de moais – cerca de 400. Arqueólogos consideram que o lugar era o principal centro de fabricação das estátuas, construídas com rochas vulcânicas. Muitas foram encontradas parcialmente esculpidas ou prontas, sendo transportadas para outro local, onde eram erguidas.

Ahu Moai – Nesse sítio se concentram cerca de 300 altares conhecidos com ahu. Infelizmente a maioria está destruída pelo tempo e pela ação do homem.

Ko Te Riku-  O sitio arqueológico mais completamente restaurado. Fica na aldeia de Hanga Roa. Podem-se ver plataformas com moais. Ao lado há um mole construído inteiramente de pedras.
Ahu Tongariki O lugar, próximo a Rano Raraku (olhe o mapa para entender), além de suprender por sua beleza natural, possui 15 esculturas em pé, cuidadosamente restauradas pelo arqueólogo Claudio Cristino.

Ahu Nau Nau praia de Anakena – Essa praia de areia fina é uma das mais belas da ilha e é uma das raras que conserva seus coquerais. Nela há sete estátuas restauradas nos anos 1970 pelo arqueólogo Sergio Rapu, natural da ilha. Seus moais despertam a atenção em razão de algumas curiosidades, como tatuagens, chapéu (pukao) e vestimentas. Um olho encontrado no local está em exposição no museu arqueológico da ilha.

Ahu Vinapu – Perto do aeroporto. A curiosidade de seu ahu, a plataforma de oferendas, é o ajuste das pedras, que lembram as construções incas. Essa característica fez alguns arqueólogos desconfiarem de alguma ligação entre o povo rapanui e tribos andinas.

Gruta de Te Pahu –  No caminho do ahu Te Peu, essa caverna, de formação vulcânica, tem cerca de 300 m de comprimento. Alguns pontos do teto desabaram, permitindo a entrada de alguma luminosidade (apesar disso, se for visitá-la, traga uma lanterna).

Ana Kai Tangata-  A caverna de Ana Kai Tangata fica junto do aeroporto e muito próxima de Hanga Roa. No teto existem pinturas estilizadas de andorinhas. Infelizmente, muito mal conservadas. Mal dá para perceber do que se trata. Alguns arqueólogos acham que as pinturas têm a ver com o culto ao homem-pássaro.

Mercado Artesanal de Hanga Roa – Em frente à igreja Sagrado Corazón. É o único centro importante para comprar artesanato local: reproduções de inscrições rupestres, miniaturas de moais conhecidas como rongorongo, tecidos, colares feitos de conchas etc.

Petroglifos de Papa Vaka-  Aos pés do vulcão Poike (há uma placa com indicação). É possível distinguir alguns dos desenhos esculpidos na pedra, como um tubarão, um atum ou uma canoa. Esses são os mais importantes petroglifos descobertos na ilha.

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