Cidade do México
Xochimilco, México
Ciudad de México, Xochimilco

Sobre a Ciudad de México

A Ciudad de México, situada no centro do país, a 2,3 mil metros de altitude, é uma das mais antigas da América. No século XIV, muito antes da chegada dos espanhóis, já era a grande capital do império asteca. Hoje é um dos mais populosos centros urbanos do mundo, com trânsito infernal e muita poluição.

A Ciudad de México foi construída em parte sobre um aterro. Isso fez com que construções como a Catedral literalmente afundassem no solo. Nos trabalhos de drenagem ali realizados, foram achados vestígios do Templo do Sol, do Templo Circular, do Templo Quetzalcóatl e o local onde aconteciam os juegos de pelotas praticado pelos astecas. Se todo o centro da Ciudad de México pudesse ser escavado, imaginem o que mais poderia seria descoberto!

Mapa da Ciudad de México

Como ir

Há voos diretos de São Paulo para a Ciudad de México pela Aeromexico e voos para Cancún pela companhia Copa, com escala na Ciudad de Panamá. O aeroporto da Internacional Benito Juarez, da Ciudad de México fica a apenas 6 km do centro histórico.   Há ônibus e táxis até a cidade.

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Melhor época

A Ciudad do México convive com problemas de excesso de chuvas no verão e extrema secura do ar no inverno, quando a poluição crônica da cidade se faz sentir com mais força. Veja detalhes em “Melhor época no México“.

Atrações turísticas na Ciudad de México

Zócalo

Apesar do crescimento da cidade, o Zócalo (praça central), enorme e sempre agitado, conservou a arquitetura colonial. Nele ficam o Palácio Nacional (sede do governo federal) e ruínas astecas. Lá está também a Catedral, uma mistura do barroco com neoclássico. É belíssima, principalmente quando iluminada à noite. Sua construção, iniciada em 1573, só foi terminada 230 anos depois.
As ruínas existentes no Zócalo, descobertas em 1978, pertencem ao Templo Maior, destruído pelos espanhóis. Era nesse templo, o principal edifício de Tenochtitlan (a capital asteca), que se celebravam as cerimônias políticas e religiosas mais importantes. Sabia-se por relatos históricos da existência do Templo Maior, mas não a sua localização exata.

Artefatos pré-colombianos, descobertos por acaso quando trabalhadores instalavam no local cabos elétricos subterrâneos, forneceram uma pista. Os trabalhos de resgate efetuados por arqueólogos trouxeram à luz o que sobrou do enorme templo. Estima-se que o edifício teve, durante o período asteca, ao menos sete ampliações, cada uma delas realizada por um imperador. As dimensões e a rica decoração do Templo eram uma demonstração à população e aos povos conquistados do poder daqueles que governavam o império.

Ao visitar o Templo Maior e o museu anexo, que reúne peças encontradas nas escavações, o visitante poderá observar as maquetes que mostra como era, no passado, essa parte da cidade. Ilustrações sobre os trabalhos realizados no sub-solo da catedral, que também podem ser vistas no museu, indicam que em outros pontos do centro também há construções da época dos mexicas (astecas).

Há a possibilidade ainda de ver, no metrô Zócalo (a estação mais próxima do local) maquetes e fotos que mostram como era a praça antes da descoberta das ruínas e até mesmo do edifício que existia no local.

Tlatelolco

O que outrora foi o centro da antiga cidade de Tlatelolco é hoje uma praça, conhecida como “Praça das Três Culturas”, que abriga ruínas, a Igreja de Santiago e a Secretaria das Relações Exteriores. A igreja foi erguida com as pedras aproveitadas da demolição do edifício asteca que fica exatamente em frente a ela (e que, felizmente, foi parcialmente recuperado para estudo e visitação). Tlatelolco tem uma história triste: em 2 de outubro de 1968 dezenas de estudantes que protestavam foram metralhados pela polícia. Foi o maior massacre da cidade do México.

Era um costume dos espanhóis demolir templos astecas para aproveitar as pedras como material de construção em seus edifícios e igrejas. Em outras zonas arqueológicas espalhadas pelo país, isso também aconteceu, fazendo com que a maior parte da herança pré-hispânica se perdesse.
Tlatelolco foi fundada 13 anos depois de Tenochtitlan, em 1338 d.C.,quando parte da população desta última resolveu criar uma nova cidade: México-Tlatelolco. Hoje, os dois centros astecas, distintos no passado, estão a apenas algumas estações de metrô um do outro, uma distância que os mais decididos podem encarar a pé.

Tenochtitlan

Militarmente poderosa, Tenochtitlan, era a capital do império asteca e expandiu seu domínio sobre uma ampla extensão do território mexicano. Tlatelolco, por sua vez, foi um grande centro comercial, que atraía compradores e vendedores de todos os cantos do México. Este foi o último lugar (na região ocupada hoje pela Ciudad de México) conquistado pelos espanhóis, em 13 de agosto de 1521. Como diz a inscrição na Praça das Três Culturas, “o dia em que Tlatelolco caiu em poder de Hernán Cortés, não foi nem triunfo nem derrota, mas sim um doloroso nascimento do povo mestiço, que é o México dos dias atuais”. Site:  Tenochtitlan

Praça das Três Culturas

É  famosa por ter sido palco de um terrível massacre de estudantes durante uma manifestação reprimida a bala pelo Exército Mexicano, em 2 de outubro de 1968. Em 1985, um terremoto causou graves danos às construções vizinhas.
Para visitar a área arqueológica: : Eje Central Lázaro Cárdenas.

Coyoacán

Zona privilegiada dentro da grande cidade, foi onde Hernán Cortés instalou-se quando se preparava para conquistar Tenochitlan. Foi também onde permaneceu entre 1521 e 1523, transformando o lugar na primeira capital da Nova Espanha. A igreja principal, dedicada a São João Batista, foi erguida em meados do século XVI.

O bairro esbanja charme em suas ruas, casas coloniais, praças e igrejas. Em razão do ambiente tranqüilo de Coyoacán e de seu jeitão meio provinciano, o visitante se sente como se estivesse em outra cidade. Essas características atraíram personagens famosos como Frida Kahlo, Diego Rivera, Octavio Paz, Leon Trotski, Dolores Del Rio e Salvador Novo, que se fixaram no bairro, que só foi incorporado à Ciudad de México em 1940.

Hoje, a região é bastante procurada por intelectuais, artistas e… turistas! As casas de Frida Khalo, de Diego Rivera e de Trotski foram transformadas em museus. Em Coyoacán também estão instalados os museus de Culturas Populares, das Intervenções e o Centro Cultural San Angel, entre outros. Nos fins de semana sua praça principal atrai numerosos visitantes. Nela espalham-se quiosques que vendem tradicionais sorvetes de fruta e saborosos elotes (espigas de milho inteiras) e esquites (milho servido em um potinho, com bastante limão, pimenta em pó e queijo ralado). Formam-se filas até para tomar um simples cafezinho nas cafeterias locais. Pequenas tiendas de artesanato vendem bonecas de trapo feitas na hora pelas índias.

Informações práticas

Como ir

Há voos diretos do Brasil para o México e também via Panamá ou Colômbia.

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