Transportes em Buenos Aires
Metrô de Buenos Aires, foto Miguel CCBY
Metrô de Buenos Aires, foto Miguel CCBY

 

Como funcionam os transportes em Buenos Aires

A Grande Buenos Aires, que inclui distritos periféricos, é gigantesca. Porém, como os visitantes raramente se afastam do centro e de bairros próximos, a maioria acaba tomando táxis e andando bastante a pé. Já que a cidade é plana, caminhar por ela não exige esforço.
Os transportes públicos portenhos funcionam bem; ocasionalmente, se você for visitar lugares distantes, pode compensar tomar metrô ou, se for para um subúrbio, trem.
Um mapa completo da cidade, dobrável, pode ser obtido gratuitamente no aeroporto, no escritório oficial de turismo ou na recepção de seu hotel. Leve-o com você ao sair para passear. A vantagem desse tipo de mapa é ser bem maior do que os existentes neste ou em qualquer outro livro, sempre limitado pelo tamanho da página.

Mapa de Buenos Aires

Táxis

Quem não estiver viajando com o dinheiro contado e, como a maioria da pessoas, viajar acompanhado, deve tomar táxi, que não é caro: a bandeirada custa menos de US$ 1. Aliás, a quase totalidade dos brasileiros que visitam Buenos Aires nunca toma ônibus nem no Brasil!
Os táxis são numerosos: há mais de trinta mil deles. Evite os clandestinos. Pode acontecer nos táxis comuns alguma esperteza do motorista (como no Brasil).
Se você for a um restaurante ou assistir um show, a recepção do seu hotel cuidará de achar um táxi para você; na volta o próprio estabelecimento onde você foi jantar ou se divertir cuidará disso. Os táxis são sempre pretos em baixo e amarelos na parte superior, fáceis de se distinguir de longe. Raramente você terá dificuldade em encontrar um, salvo, excepcionalmente, nos horários de pico. Há também radio-táxis, um pouco mais caros, utilizados principalmente pelos grandes hotéis. Ao tomar táxi na rua, prefira aqueles que têm o nome da companhia escrita na parte traseira do veículo.
O remis, transporte tipicamente argentino, é uma espécie de táxi que parece um carro comum. Não possui taxímetro e o custo da corrida é tabelado, devendo ser perguntado antes da corrida.
Costuma-se deixar uma pequena propina (gorjeta) para os motoristas. Talvez Buenos Aires lembre Paris, mas os taxistas, simpáticos e falantes, lembram mais os napolitanos do que os parisienses!

Metrô (Subte)

O subte (metrô) portenho é o mais antigo da América Latina: sua primeira linha, a A, inaugurada em 1913, possui vagões e estações construídos naquela época.
Hoje o sistema compreende 5 linhas urbanas (A, B, C, D e E). As linhas A, B , D e E, quase paralelas entre si, correm sob as principais avenidas que convergem para o centro da cidade, enquando a C, a única que cruza as demais, acompanha a Av. 9 de Julio, ligando o Retiro à estação de trem Constitución, perto de San Telmo. Ou seja, apesar de passar por boa parte dos locais onde se concentram hotéis e lojas, a rede não cobre toda a cidade. Há poucos pontos de baldeação entre as linhas. É o caso da linha A, que acompanha uma enorme extensão da Av. de Mayo, e da linha B, que acompanha a Corrientes. São paralelas mas só são cortadas por outra linha, a C, já em pleno centro. Portanto, se você estiver numa da extremidades da linha B ou da A, terá que voltar ao centro para fazer baldeação, dando uma enorme volta. Para o visitante, portanto, já que táxis são baratos e há milhares deles, o metrô é mais uma atração turística (pois algumas atrações antigas são bem charmosas) do que uma utilidade.
O subte funciona de segunda-feira a sábado, das 5h ou 6h, conforme a linha, até aproximadamente as 22h30; aos domingos e feriados, das 8h às 22h. Não conte com ele para voltar de sua balada de sábado, exceto se ela terminar depois do café da manhã!
A passagem custa menos de um peso. Os bilhetes magnéticos, chamados subtepass e válidos para uma ou múltiplas viagens, são vendidos nas estações, que dispõem de mapas e são bem sinalizadas.

Plano de metrô em Buenos AiresPlano de metrô em Buenos Aires

Ônibus (colectivos)

Os ônibus em Buenos Aires, chamados de colectivos ou micros, têm pontos a aproximadamente a cada 200m. Ao contrário do metrô, circulam também em horários tardios.
Uma pequena placa na rua indica as principais paradas.
É fácil: você sobe pela porta dianteira, diz ao motorista onde deseja ir e ele emite o bilhete de acordo com a corrida É preciso ter moedas à mão para a maquininha de bilhetes; notas não são aceitas. Como no Brasil, evite utilizar ônibus na hora do rush e, como também acontece por aqui, se precisar fazê-lo, fique de olho na sua carteira! A descida, conforme o veículo, é pela porta traseira ou pela do meio.
As centenas de linhas têm veículos de diferentes cores, o que facilita sua identificação. Há linhas especiais, mais caras, com ônibus mais confortáveis e ar condicionado.
Dica Ao circular de táxi ou utilizando transportes públicos, evite os horários de pico: das 7h às 9h e das 18h às 20h.

Alugar carro

Ótima opção para percorrer a Argentina, mas a maior fria alugar automóvel pra circular em Buenos Aires. Não compensa alugar carro para circular em Buenos Aires: é caro, fora o trânsito, a burocracia e a dificuldade para estacionar. Para viajar pela Argentina, porém, é uma boa opção. Se resolver fazê-lo, você deve ter no mínimo 21 anos e portar sua carta de motorista brasileira.

Dicas

Evite os clandestinos. Pode acontecer nos táxis comuns alguma esperteza do motorista (como no Brasil).

Costuma-se deixar uma pequena propina (gorjeta) para os motoristas.

As centenas de linhas têm veículos de diferentes cores, o que facilita sua identificação. Há linhas especiais, mais caras, com ônibus mais confortáveis e ar condicionado.

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