Atrações em Lima
Lima, atrações, foto Los viajes del Cangrejo CCBY
Lima, Peru

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Os lugares mais interessantes

Vale a pena conhecer tanto o centro de Lima quanto bairros como Miraflores ou San Isidro é ver os dois lados do Peru, um país com tantos contrastes sociais quanto o Brasil: esta é nossa América Latina, tão diversificada e ao mesmo tempo tão igual…

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O Centro Histórico

Plaza de Armas

(Plaza Mayor) A praça está intimamente ligada a acontecimentos importantes da história peruana: para começar, consta que ali Pizarro fundou Lima. Durante muito tempo, a Plaza Mayor foi utilizada como palco de execuções públicas dos condenados pela Inquisição introduzida pela Igreja através das mãos da coroa espanhola, nos mesmos moldes do que ocorria na Europa. Finalmente, a independência do país foi proclamada nessa mesma praça.

Os grandes terremotos que atingiram Lima

É pena que das construções originais da época colonial não tenha sobrado praticamente nada; grandes terremotos abalaram a cidade nos séculos XVII e XVIII, destruindo a maior parte de seu patrimônio arquitetônico. Os edifícios hoje existentes na Plaza de Armas são na verdade neocoloniais (de construção relativamente recente, mas em estilo colonial), como o Palácio do Governo, a Catedral, o Palácio do Arcebispo e o Portal dos Botoneiros. A fonte no centro da praça e o pilar de bronze foram colocados ali em meados do século XVII.

Catedral

Plaza de Armas. Abre de segunda-feira a sábado das 9h às 16h30. Em razão de diversos terremotos, a catedral limenha foi, por seguidas vezes, reerguida e restaurada no lugar em que havia uma pequena igreja inaugurada em 1540 por Pizarro. Após o terremoto de 1746, foi reconstruída em estilo barroco-renascentista, que permanece predominante mesmo após sua última restauração, ocorrida depois que mais um tremor de terra abalou Lima em 1940.

Na catedral funciona o Museo de Arte Religioso, criado com belos móveis, esculturas e quadros, a maioria deles da escola cusquenha, recebidos pela igreja como donativos de colecionadores. Nela está também o túmulo de Francisco Pizarro, ali enterrado por exigência de sua filha Francisca, que patrocinou parte das obras da igreja original.

Palácio do Arcebispo

Plaza de Armas. Como quase tudo em Lima, o palácio foi destruído por um terremoto, o de 1940, e reconstruído em seguida. O edifício possui balcões de madeira esculpidos, uma marca registrada do estilo colonial espanhol. Em seu interior há pinturas e esculturas do século XIII. Destaca-se um altar em estilo churrigueresco revestido de ouro. Esse estilo, uma dissidência do barroco espanhol na primeira metade do século XVIII, adotado em incontáveis igrejas no Novo Mundo, substitui os pilares pelo estípite (grosso modo, um apoio em forma de pirâmide invertida) e abusa de policromados e de detalhes dourados. Sua criação é atribuída ao arquiteto madrilhenho José Benito Churriguera (1665-1725).

Casa del Oidor

Plaza de Armas. Em frente ao Palácio do Arcebispo fica um dos imóveis mais antigos de Lima, a casa do Ouvidor da coroa espanhola, que possui balcões de madeira lindamente trabalhados.

Casa de Aliaga

A casa mais antiga de Lima, construída em 1535 sobre um santuário pré-colombiano, tem sido habitada desde a época da fundação da cidade pela mesma família, descendente do primeiro proprietário. Seu interior, com grandes salões, é luxuoso.

La Merced (igreja)

Em estilo churrigueresco, data de 1687 e abriga um importante acervo de pinturas e esculturas. Veja os azulejos com arabescos da sacristia.

Casa de Riva

End.  Jirón Camaná, 459.  No edifício do século XVIII funciona o Museo de Arte Popular.

San Domingo  (mosteiro)

O mosteiro mais antigo de Lima, da época de sua fundação, quando era uma verdadeira cidade dentro da cidade. Sua construção levou cerca de 50 anos. No século XVIII, o mosteiro foi reformado. Sua torre é a mais alta de Lima no gênero. O mais interessante de se ver são os claustros e os pátios com azulejos andaluzes. O local foi sede da Universidad Nacional Mayor de San Marcos, fundada em 1551, a primeira universidade do Peru.

Palacio Torre Tagle

Uma bela construção do começo do século XVIII com balcões lavrados em madeira nobre e portal de pedra esculpida.

Casa Goyeneche

V  Jirón Ucayali, 358. Uma das antigas e bem conservadas casas do centro histórico, do século XVIII, com balcões típicos do período colonial e arquitetura de influência francesa.

San Pedro (igreja)

End.  Jirón Azángaro esq. c/ Jirón Ucayali. Edificada em 1638 pelos jesuítas, a igreja era inicialmente dedicada a São Paulo. Quando os jesuítas foram expulsos em 1772, tomou seu nome atual. Tem uma fachada simples, contrastando com o rico interior barroco, que possui entalhes de madeira e detalhes dourados.

San Francisco

End.(igreja e convento)  -End. Jirón Ancash. Abre de segunda-feira a domingo das 9h30 às 17h30. A igreja e o convento são do século XVII. No claustro com azulejos sevilhanos funciona um museu. As catacumbas podem ser visitadas.

Casa de Pilatos

End.Jirón Ancash, 330. Outra das belas casas coloniais de Lima; data de 1590. Seu curioso nome é inspirado em uma casa de arquitetura semelhante existente em Sevilha.

Santa Rosa de Lima (Santuário)

End. Av. Tacna.  O conjunto, erguido no local onde nasceu, em 1586, Santa Rosa de Lima, a primeira santa americana, padroeira do Peru, foi construído a partir do século XVII, mas reformas posteriores modificaram-no substancialmente. Pode-se ver o local onde viveu a santa e um oratório feito por ela.

Las Nazarenas (Igreja)

End. Jirón Huancavelica esq. c/ Av. Tacna. Belo exemplo de arquitetura colonial, com portal de granito e portas de madeira entalhada. Conta a lenda que nessa igreja do século XVIII, sacudida pelos violentos terremotos de 1655, 1687 e 1746, a única parede que permaneceu em pé foi aquela na qual um escravo africano havia pintado a imagem de Cristo crucificado. (Curiosamente, no restante do país as paredes que ficaram em pé foram aquelas construídas pelos incas, inclusive aquelas de templos pagãos, enquanto as de igrejas desabaram. O tal escravo devia ter muita fé!).

Plaza de Toros

End.  Calle Marañón, 569 (Rimac). Poucos sabem: graças à influência espanhola, há touradas no Peru. Francamente, há mais o que ver do que um animal ser torturado para diversão popular. Enfim, se você faz questão… A Plaza de Toros limenha, de 1765, é a mais antiga da América e uma das maiores do mundo. Nela funciona o Museo Taurino.

Cerro San Cristóbal

No passado, essa montanha era considerada sagrada. Hoje é um mirante com vista panorâmica de Lima. Interessante para se ter uma ideia da dimensão da cidade, quase toda plana. É possível, entretanto, se o dia estiver encoberto, o que ocorre com frequência, que você não veja muita coisa.

Museus

Os museus de Lima (como aqueles do restante do Peru, aliás) têm quase sempre por temas os achados arqueológicos de civilizações pré-colombianas e as pinturas do período colonial. São muito numerosos, merecendo uma página a parte, e interessantes. Conheça os museus de Lima.

San Isidro

O rico bairro de San Isidro possui casas luxuosas, prédios modernos, comércio sofisticado e áreas verdes, como o parque El Olivar, que tomou esse nome em razão de seu bosque de oliveiras centenárias. No bairro há palacetes antigos como a Casa de Los Condes e a histórica Casa de El Olivar, que conserva boa parte de seus móveis coloniais, transformada hoje em restaurante turístico. Em San Isidro ficam ainda a Huaca Huallamarca, uma enorme construção pré-incaica de adobe, e a bonita Basilica de la Virgen del Pilar.

Miraflores

Vizinho a San Isidro, o bairro de Miraflores, tradicionalmente chique e animado, é bem mais agradável do que o centro da cidade. É onde ficam os melhores restaurantes, bares e lojas de Lima, parques como o Kennedy e o Salazar, o elegante shopping center Larcomar e as praias de Lima (que, comparadas às brasileiras, têm águas frias e não impressionam os nossos turistas). Em Miraflores há outra construção pré-incaica do século V, a Huaca Pucllana, mais interessante que a de San Isidro.

Barrancos

Lugar preferido de moradia da antiga aristocracia limenha, cheio de casarões “republicanos”, Barrancos tornou-se há alguns anos, após um período de relativo esquecimento, novamente um bairro da moda, descoberto inicialmente por intelectuais e artistas, depois por donos de butiques mais criativas, notívagos e boêmios que frequentam seus bares e picanterias. Hoje, é um dos melhores lugares para sair à noite em Lima, concorrendo com Miraflores.

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Cultura e informação tornam sua viagem ao Peru muito mais fascinante:

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Saiba mais sobre o romance histórico “O Ouro Maldito dos Incas”, onde um soldado de Pizarro relata como 187  espanhóis famintos e mal-armados conseguiram conquistar um império com 12 milhões de pessoas.

 

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